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Crítica | Power Rangers – O Filme 2017


A franquia Power Rangers é um ícone mundial reconhecido há mais de duas décadas. No Brasil, a série foi uma febre nos anos 90 e mesmo que continue com as temporadas atuais, muita gente ainda lembra e se recorda de Mighty morphin Power Rangers.

Mas como seria um filme se livrando de todos os conceitos da série original e criando uma nova roupagem para uma nova geração? Como tornar Power Rangers relevante para uma geração que cresceu com Vingadores no cinema?

Esse trabalho recaiu a Dean Israelite que não só cuidou esteticamente dos Power Rangers, mas deu uma profundidade que nunca antes as séries originais deram tal abertura.

Tudo começou de Goranger

Power Rangers X Super Sentai

Antes de falar do filme, temos que lembrar e talvez relembrar que Power Rangers é uma adaptação ocidental do gênero Super Sentai criado em 1975.

No Brasil, tivemos o privilégio de conhecer algumas séries desse gênero com Google Five, Changeman, Flashman e Maskman. Infelizmente o gênero saturou e nunca mais tivemos séries desse gênero no Brasil.

Por que falar disso? Porque foi com a série Himitsu Sentai Goranger em 1975 que o gênero consolidou 5 guerreiros coloridos, chefiados por um líder vermelho. Não foi a primeira série que usou lycra e nem robôs gigantes, mas foi o primeiro passo de uma série de clichês que tornou o gênero Super Sentai conhecido mundialmente.

Em 1993, tivemos Kyouryuu Sentai Zyuranger, que apresentava cinco guerreiros descendentes dos dinossauros que defendia a Terra da bruxa Bandora. Essa série foi utilizada por Haim Saban para o público americano, aonde tirava as cenas de atores japoneses e refilmava com americanos, colocando uma nova história de cinco jovens com garra contra a bruxa Rita Repulsa, assim nascendo Mighty Morphin Power Rangers. Inserindo uma trilha sonora com uma pegada de rock assinada por Ron Wasserman, a série se tornou um enorme sucesso comercial e talvez a representação do que foi os anos 90.

Se passaram 20 anos desde então e a nossa concepção de Heróis mudaram de 2000 pra cá com a invasão de filmes do gênero no cinema. De X-men, reboot de Spider-Man, Capitão América, Vingadores e até os filmes das trevas do Batman, acabaram influenciando uma nova geração que não vê tanta relevância em cinco heróis coloridos defendendo anualmente o mundo.

Primeira série de Super Sentai exibida no Brasil
E a primeira série Power Rangers. Perceba no colete do Ranger Verde que as roupas americanas eram “piores” que as versões japonesas.

Um primeiro passo para revolução

Em 2015, um fã-filme de Power Rangers invadiu a internet, mostrando uma visão bem mais adulta e sem esperanças. Dirigida por Joseph Kahn, o filme fez barulho na internet e mesmo que indiretamente, talvez tenha influenciado e muito o que vemos nessa nova encarnação.

Mas precisava ser tão pesado como a obra do Joseph Kahn? E assim restava uma dúvida do quanto o novo filme poderia realmente ousar.

Power Rangers para uma nova geração

Dean Israelite tinha no seu currículo o Projeto Almanaque que é um bom exemplo de como mostrar os jovens hoje em dia. Mas não podemos esquecer de quem escreveu roteiro e deu tom a obra, no caso John Gatins, que também fez o recente Kong: A Ilha da Caveira. Além de John, ainda temos Matt Sazama e Burk Sharpless que fizeram Deuses do Egito e atualmente cuidam do roteiro de Perdidos do Espaço para Netflix, além de Kieran Mulroney de Sherlock Holmes: Jogo das Sombras.

Tendo um orçamento de 100 milhões de dólares, algo que a franquia nunca teve em seus filmes anteriores, a Lionsgate estava confiante em apresentar uma nova versão dos Power Rangers para uma nova geração.

Vale aqui frisar que num mundo bem mais careta que em 1994, a primeira mudança foi em mudar a etnia dos personagens, não relacionando com suas cores, algo que chegava a ser tão inocente e trivial na primeira formação (seja ela intencional ou não).

A história

O filme começa há 65 milhões de anos no passado. Num planeta cheio de dinossauros, temos Power Rangers lutando contra uma traíra em sua equipe, a Rita Repulsa, a Ranger Verde. Sendo guerreiros que utilizam o Cristal Zeo para lutar, eles sucumbem a vilania de uma guerreira que deseja ter o poder de criar e destruir.

Em poucos minutos em cena, vemos a morte da ranger amarela e Zordon como Ranger Vermelho e orquestrando um plano junto de Alpha 5 para sucumbir Rita Repulsa e preparar as moedas do poder para uma nova geração. Assim, Rita Repulsa é exterminada e sendo jogada no mar, enquanto Zordon abria mão de seu poder como Ranger Vermelho.

Nos dias atuais, temos Jason Scott sendo punido na escola por uma brincadeira no vestiário do time de futebol americano. A punição além de semanas sem ir na aula, acaba também indo para um castigo de sábado, sendo repreendido por seu pai em como desgraçou sua carreira como jogador.

Nessa turma de sábado, também temos a linda Kimberly Hart que também foi punida por arrancar o dente de seu último namorado. Além de sofrer bullying digital, Kimberly tenta dar a cara a tapa em se livrar do que foi e representou no passado.

Também somos apresentados ao Billy Cranston, que acabou parando ali por que explodido o armário da escola. Extremamente inteligente, Billy aqui é autista, por isso tem problema de se relacionar com outras pessoas, sendo defendido pelo Jason.

Um passo para revolução

Billy agradece Jason e ao oferecer amizade, também oferece uma forma do Jason obter liberdade que infelizmente acabou perdendo com a brincadeira no vestiário no começo do filme. Essa amizade faz com que ambos vão até uma pedreira aonde o pai do Billy trabalhava, assim encontrando Kimberly que nadava ali perto, Triny que escalava ali, além de Zack que morava num trailer e sempre acaba indo ali na pedreira. Os cinco num desabamento, acabam encontrando 5 pedras coloridas e numa fuga, acabam acordando respectivamente em suas camas.

Homem Aranha ou Power Rangers?

Descobrindo no dia seguinte que ganharam poderes descomunais, eles acabam marcando de se encontrar na pedreira novamente. Ali, encontram uma caverna subterrânea que os leva numa nave alienígena e acordando o robô Alpha 5.

Alpha 5 explica que está ali há 65 milhões de anos e que seu mestre, Zordon, está ali no monitor porque tentou salvar ao tacar ele na rede de morfagem. Para o próximo passo precisava nascer uma nova geração de guerreiros e no momento que eles pegaram as moedas, eles se tornaram essa nova geração.

Todos ali duvidam de Alpha e do Zordon, ainda mais dizendo que tudo isso aconteceu, por causa do retorno de Rita Repulsa, que deve estar de volta em 11 dias. Independente disso, eles descobrem que se tornaram guerreiros, mas para terem chance contra inimigo, eles precisam treinar e liberar habilidades que deem a oportunidade de ativar a morfagem, além do traje de batalha que cada um ali despertou com sua moeda.

Enquanto isso, Rita Repulsa despertava num barco de pesca e estava em busca de tudo que era ouro. Essa busca era porque ouro a rejuvenescia, além de ser material base para a criação de Goldar, um monstro que a ajudará a retirar o cristal Zeo do planeta Terra, dando poderes inimagináveis a ela.

Diferente da série de televisão, aqui os poderes geram consequências e não será tão fácil conseguir todo poder necessário para impedir Rita, o que gera treinamento, confiança e uma equipe.

Aqui, Jason terá que lidar em como cuidar de uma equipe, entendendo cada um deles e seus problemas. É talvez verdade que Zack que deu pontapé inicial em cada um se abrir e contar seus problemas, para tornarem amigos e uma equipe, mas parte do aprendizado também vem do Zordon, que não é tão bonzinho como na série original.

Quando o roteiro fala mais que o visual

Se os trailers demonstravam poderes absurdos, roupas alienígenas e robôs que pareciam Transformers, aqui no filme propriamente dito temos um desenvolvimento de personagens que impressiona e se sobressai sobre o visual.

Trazendo adolescentes com problemas, um Zordon não tão bonzinho, além de uma Rita Repulsa bem mais malévola que a original, acabam se tornando acertos em demonstrar a mesma similaridade de Peter Parker para Homem Aranha. Um herói debaixo do traje, ele continua sendo tão humano quanto você, tendo os mesmos problemas que você tem com a sua família, escola ou trabalho.

E se no começo do filme, a sensação de detenção remetia a um “Clube dos Cinco” 2017, o desenvolvimento dos personagens acaba trazendo uma profundidade que torna os personagens bem mais humanos que a série original.
Bryan Cranston fez um Zordon merecedor da dúvida e fugiu do personagem sinônimo de bondade que morreu na série de televisão gerando uma energia positiva que acabou com todos os personagens maus do universo. Suas razões são bem egoístas e principalmente em aceitar que sua fase como Ranger Vermelho já passou, e não só utilizar esses cinco jovens como alavanca para seu retorno, tão quanto Rita Repulsa está fazendo com ouro obtido.
O ator Dacre Montgomery conseguiu homenagear muito bem a atuação de Austin St. John. Seu personagem é muito mais complexo e problemático que o Jason do Austin, mas mesmo assim, você encontrar muitas similaridades entre os dois personagens, o que provavelmente vai agradar muito os fãs da série original.

Kimberly de Amy Jo Johnson era uma ginasta, enquanto a Kimberly de Naomi Scott é uma patricinha que lida com bullying e traição de suas melhores amigas. É verdade que a “nova” Kimberly vive traumas e problemas de uma jovem que a Kimberly original não tinha, porém Naomi fez poses que a Amy fazia na série original, além de lembrar muito fisicamente a Amy.

David Yost foi o billy na série original e sofreu muito bullying nos bastidores por ser gay. Nunca escondeu isso em palestras que faz por aí, mas se perguntava se o novo Billy homenagearia o de David, coisa que não se fez, principalmente por explorar a questão de termos um guerreiro autista. RJ Cyler fez um Billy bem diferente, mas seus pensamentos rápidos são tão honestos e sinceros, quanto ao Billy do David Yost.

Na série original, Triny não foi tão bem trabalhando, acabando sendo resumida a melhor amiga da Kimberly. Acabou sendo um grande diferencial, essa nova encarnação feita por Becky G por embalar numa rebelia e rebeldia que a personagem da Thuy Trang não tinha. Além disso, Becky trouxe também a questão da personagem ser homossexual, o que fez a nova Triny ter uma batalha de aceitação na sua casa e em como lida com o mundo.

O ator Ludi Lin fez um Zack muito porra louca e talvez isso até lembre de leve o personagem original de Walter Emanuel Jones. Sua trama é contada de uma vez e na fala do próprio personagem, mas isso não torna menos interessante. Ludi fez um Zack que está ali pra dar valor a sua família, mas ao mesmo tempo, ele tenta encontrar algo que o faça seguir em frente quando sua família não estiver mais lá.

Rita Repulsa da atriz Elizabeth Banks é algo próximo de Freddy Krueger e o passado dela está conectado ao de Zordon, por mais que os dois não se encontrem em cena. Personagem brilha e Elizabeth está de parabéns em dar uma nova roupagem a Rita Repulsa, que mesmo falando as frases clássicas da série, nunca esteve tão ativa e envolvida com os Rangers, como nessa versão.

O filme tem uma boa trilha sonora com algumas homenagens a série e o primeiro filme, além de uma fotografia eficiente e definitivamente tornando um filme voltado para adolescentes e adultos, talvez afastando o público infantil que era a base da série original.

Tem referências, mas independente disso, o filme foca em sua mitologia e abraça “rede de morfagem”, “moedas do poder” e tudo que tornaram grandes marcas da série.

Recomendo assistir não só pela homenagem a série original, mas também por se levar a sério e conseguir isso em grande parte do filme.

Agradecemos em especial a Paris Filmes por ter nos convidado para a cabine do filme.

The Beauty of Darkness e Abominação são os lançamentos do mês da DarkSide


Já viram os lançamentos da DarkSide para esse mês de março? Trazendo edições belíssima, a DarkSide está lançando os livros The Beauty of Darkness e Abominação durante o mês.

O fim da trilogia “Crônicas de Amor e Ódio”.
A trilogia Crônicas de Amor e Ódio chega ao fim de maneira arrasadora. Iniciada em The Kiss of Deception, a série encantou os fãs de fantasia – e conquistou os corações dos brasileiros.

A história de Lia inspirou muitos leitores a embarcarem em uma jornada extraordinária repleta de ação, romance, mistérios e autoconhecimento, em um universo deslumbrante criado pela premiada escritora Mary E. Pearson, onde o poder feminino é a força motriz capaz de mudar e fazer toda a diferença no novo mundo em construção.

Aflitos com os acontecimentos do segundo volume, The Heart of Betrayal, que apresentou uma trama mais sombria, repleta de segredos e intrigas, os leitores imploraram pela conclusão da série e a Caveirinha acelerou a produção de The Beauty of Darkness. Tudo para apaziguar os corações dos darklovers que se entregaram de corpo e alma a uma das trilogias mais amadas.

Em The Beauty of Darkness — Crônicas de Amor e Ódio – Volume 3, Lia sobreviveu a Venda, mas não foi a única. Um grande mal pretende destruir o reino de Morrighan, e somente ela pode impedi-lo. Com a guerra no horizonte, Lia não tem escolha a não ser assumir seu papel de Primeira Filha, como uma verdadeira guerreira — e líder.
Enquanto luta para chegar a Morrighan a tempo de salvar seu povo, ela precisa cuidar do seu coração e seus sentimentos conflituosos em relação a Rafe e as suspeitas contra Kaden, que a tem perseguido. Nesta conclusão de tirar o fôlego, os traidores devem ser aniquilados, sacrifícios precisam ser feitos e conflitos que pareciam insolúveis terão que ser superados enquanto o futuro de todos os reinos está por um fio e nas mãos dessa determinada e inigualável mulher.

As reviravoltas continuam nessa incrível fantasia que integra a linha DarkLove — Mary E. Pearson vai surpreender os leitores no ato derradeiro de uma trilogia que ainda promete emocionar o coração de muitos. Empolgada com a receptividade calorosa dos brasileiros, Mary está se sentindo em casa com toda a repercussão de sua trilogia por aqui: “Nunca imaginei ter tantos fãs no Brasil! Espero visitar vocês em breve”.

Também, pudera. Não custa lembrar que The Kiss of Deception foi escolhido pelo comitê da Young Adult Library Services Association (YALSA) como umas das melhores ficções YA de 2015 e escolhido uma das principais fantasias de 2014 pelos leitores no Goodreads.

The Beauty of Darkness – Crônicas de Amor e Ódio – Volume 3

Autor: Mary E. Pearson
Tradutor: Ana Death Duarte
576 páginas e capa dura
Dimensões: 16 x 23 cm

Abominação

Abominação é um romance de fantasia dark que reconta um dos capítulos mais sangrentos da história da Inglaterra: as invasões vikings do século IX. Apresentando personagens e batalhas reais, sua narrativa vai muito além do que poderíamos encontrar nos livros de escola. Com influências que vão de H.P. Lovecraft a Game of Thrones, Abominação vem sendo recebido mundo afora como um novo clássico para fãs do gênero.

O reinado de Wessex foi o único de toda a Inglaterra que escapou dos invasores dinamarqueses. Seu rei, Alfredo, o Grande, negocia um acordo com os bárbaros do Mar do Norte, mesmo sabendo que eles não são exatamente os maiores adeptos da paz. É preciso estar preparado, a guerra pode recomeçar a qualquer momento. O arcebispo de Canterbury oferece proteção ao reino, através de feitiços descobertos por ele em velhos pergaminhos. O rei só não poderia imaginar que a magia seria ainda mais perigosa que os próprios vikings.

O primeiro romance de Gary Whitta, também autor do aclamado Star Wars: Rogue One, é uma aventura para os leitores mais valentes. Você mal consegue virar as páginas sem se manchar de sangue. O que à primeira vista poderia ser apenas gore ou grotesco se transforma em momentos de grande beleza, num estilo preciso que chega a lembrar o mestre Clive Barker.

As cenas de batalha merecem destaque especial. É como se o leitor estivesse lá, com a espada em punho, lutando por sua vida. A literatura de Gary Whitta já nasce pronta para as telas, e não seria uma surpresa uma adaptação cinematográfica de ABOMINAÇÃO repetir o sucesso de outros enredos do autor.

Se você é fã de mitologia nórdica, assim como Neil Gaiman, e se não ousa perder um episódio da série Vikings, Abominação é um item obrigatório na sua estante. O lançamento é da DarkSide Books, numa edição em capa dura e casca grossa, resistente a machadadas e até mesmo ao martelo do deus do trovão.

Abominação
Autor: Gary Whitta
Especificações | 320 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 16 x 23 cm

Agradecemos a DarkSide pelas informações

Planet Manga: Checklist de março!

Checklist do mês de março da Panini Comics.

Wanted! – de Eiichiro Oda
Volume único.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 13,90.
Esta é uma coletânea de histórias curtas de Eiichiro Oda, o aclamado autor de “One Piece”!! Divirta-se com os bandidos e heróis, que até fazem participações especiais na série do pirata Luffy, e conheça também o capítulo-piloto que deu origem às histórias do Bando do Chapéu de Palha!

Akame ga Kill! #07 – de Takahiro e Tashiro Tetsuya
Série bimestral. Concluída no Japão com 15 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 218 páginas, R$ 13,90.
A Night Raid se organiza para confrontar os Jaegers! Mas os guerreiros do Império guardam segredos quem podem ser fatais para Tatsumi e seus companheiros!

Aoharaido – A primavera de nossas vidas #13 – de Io Sakisaka
Série bimestral. Concluída no Japão com 13 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 13,90.
Futaba e Kou finalmente se entendem e começam um relacionamento. No entanto, novos laços ainda estão prestes a se formar, enquanto outros se estreitam ainda mais… Após muitas provações e desencontros, esta história sobre a juventude chega ao seu fim!

Arakawa Under the Bridge #6 – de Hikaru Nakamura
Série bimestral. Concluída no Japão com 15 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 188 páginas, R$ 13,90.
Qual a distância que um sentimento alcança? A comunicação entre dois seres inaptos tende a ser engraçada e, às vezes, triste… Será que o sentimento que Nino esconde em seu peito, enfim, alcançará Ric…?! Confiram mais um volume desta comédia um tanta amarga, mas de aquecer o coração.

Assassination Classroom #17 – de Yusei Matsui
Série bimestral. Concluída no Japão com 21 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 13,90.
A Turma “E” não chega a um consenso sobre matar ou salvar Koro-sensei e se divide em um combate ferrenho! É hora de todos mostrarem as suas mais refinadas habilidades, desenvolvidas ao logo do ano letivo na classe de assassinos!

Ataque dos Titãs – Antes da Queda #9 – de Hajime Isayama, Ryo Suzukaze, Satoshi Shiki e THORES Shibamoto
Série bimestral. Em andamento no Japão com 9 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 236 páginas, R$ 13,90.
A Organização Antigoverno inicia sua rebelião, mas descobre não estar preparada para o ataque súbito e impiedoso da Divisão de Policiamento, que se adiantou graças à infiltração de Xavi. Kuklo usa seu novo equipamento para resgatar Sharle, mas antigos inimigos estão à espreita…

Beelzebub #28 – de Ryuhei Tamura
Série bimestral. Concluída no Japão com 28 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 13,90.
Neste volume repleto de extras, a avó de Beel decide que ele deve frequentar a escolinha para fazer amigos; aventuras em uma ilha deserta aguardam o pessoal de Ishiyama; o Furuichi enfim e inesperadamente se destaca; e o amor de Kunieda é colocado à prova e muito mais!!

Bestiarius #03 – de Masasumi Kakizaki
Série bimestral. Em andamento no Japão com 3 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas, R$ 16,90.
Roma trouxe da longínqua Britânia uma impiedosa gladiatrix para o Coliseu, capaz de derrotar as mais ferozes bestas em combate singular! Seus amigos conterrâneos treinaram por um ano para poder resgatá-la, porém, ela parece não se lembrar deles nem desejar a liberdade!

Fate/Stay Night #16 – de Dat Nishiwaki e TYPE-MOON
Série mensal. Concluída no Japão com 20 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 164 páginas, R$ 13,90.
Com sentimentos em conflito, Emiya e Saber se desentendem e sua parceria é abalada! O misterioso guerreiro que pediu a mão de Saber parte para o ataque, e descobrir a sua verdadeira identidade só trará a descrença de derrotá-lo!

Naruto Gold #21 – de Masashi Kishimoto
Série mensal. Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 216 páginas, R$ 16,90.
Persuadido pela promessa de obter poder para realizar sua vingança, Sasuke está decidido a abandonar a Vila da Folha e partir com o Quarteto do Som ao encontro de Orochimaru. Para impedi-los, a única opção da Quinta Hokage é enviar um pelotão de cinco membros liderados pelo chunin Shikamaru!!

Noragami #05 – de Adachitoka
Série bimestral. Em andamento no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7x20cm, 200 páginas, R$13,90.
A morte de uma das shinkis de Bishamonten não só causa um rebuliço em seus domínios como também afeta profundamente Yukine. E, com um complô se formando, até mesmo Hiyori acaba envolvida nesse conflito, colocando sua vida em risco!

One-Punch Man #07 – de ONE e Yusuke Murata
Série bimestral. Em andamento no Japão com 12 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 216 páginas, R$ 16,90.
A catástrofe trazida pela invasão alienígena se mostra um desafio até mesmo para os heróis de classe “S”! Mas Saitama não se deixa abater e enfrenta Boros, o líder inimigo!

Tokyo Ghoul #11 – de Sui Ishida
Série bimestral. Concluída no Japão com 14 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 216 páginas, R$ 13,90.
Kaneki decide abraçar sua condição como ghoul e parte da Anteiku para se tornar cada vez mais forte! Porém, esse novo objetivo pode tirar sua sanidade!

Triage X #13 – de Shouji Sato
Série trimestral. Em andamento no Japão com 13 volumes.
Formato 13×18 cm, 168 páginas, R$ 13,50.
Em um surto de violência, os infectados pela Platinum Lily transformam a cidade de Tobioka e o colégio Mochizuki em um inferno. E quando a própria justiça vacila, Arashi, Mikoto e a Black Label terão que se superar para encontrar uma escapatória.

Vagabond #14 – de Takehiko Inoue
Série mensal. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 18,90.
O recém-nascido que veio do mar. Seu nome é Sasaki Kojiro. Retrocedemos no tempo para contar uma nova história de vida.

Yo-kai Watch #8 – de Noriyuki Konishi
Série mensal. Em andamento no Japão com 11 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 104 páginas, R$ 8,90.
Surge um Yo-kai que deixa todo mundo preguiçoso! E outro que veio do futuro para mudar o destino de Jibanyan!

Review | O Homem que Foge (Nigeru Otoko)

Discreto, porém muito bacana, O Homem que Foge (Nigeru Otoko) é um dos lançamentos da JBC de 2017. Diferente do que estamos acostumados a ver por aqui, esse mangá irá te surpreender e vamos falar um pouquinho sobre ele neste JMangá.

A história

Existe uma lenda contada para as crianças que tem o intuito de protegê-las de sua curiosidade pueril: um urso habita uma certa floresta, mas apenas crianças podem vê-lo. Se você encontrá-lo e conseguir passar um dia inteiro com ele, poderá ter um desejo realizado.

Uma moça triste relembra a lenda e resolve tentar a sorte, afinal, “ainda é criança”. Ao adentrar a floresta, acaba avistando um urso e, movida pela curiosidade, resolve segui-lo.

A garota percebe que o urso mora em uma cabana, é realmente bonzinho e resolve passar a tarde com ele. A lenda diz que à noite o urso vira um ser humano e, sentindo que não tem nada a perder, resolve desabafar com o bichinho. Ao cair da noite, um pouco sonada, deitada na cama do “urso”, vê um homem barbudo e de aparência rústica entrar no quarto. Ambos passam a noite juntos e, ao amanhecer, o urso está de volta, esperando lá fora.

Edição brasileira de Nigeru Otoko

Empolgada, ela resolve morar com o urso. O que ela não contava era que, na verdade, o urso não passava de um urso e que ele tem um dono: o homem com quem ela passou a noite. O porquê dele estar morando com um urso em uma cabana, totalmente isolado da sociedade e as consequências dessa noite acompanhado você descobre lendo o mangá, que está disponível em livrarias e lojas especializadas.

A edição brasileira

Curti bastante a iniciativa da JBC de ter lançado esse one-shot com orelhas (gostaria que Nijigahara tivesse vindo assim também). A edição ficou bonita, mas acho que algumas pessoas vão reclamar de uma leve transparência no papel (creio que a gramatura seja menor).

Exemplo da transparência na edição brasileira de Nigeru Otoko

De qualquer forma, o resultado final ficou bacana e combina com o clima da obra. A tradução foi feita pelo veterano Edward Kondo.

Opinião

O Homem que Foge é uma história muito interessante, que merece atenção. Não espere fadas ou unicórnios desta fábula moderna, mas sim uma profunda reflexão sobre como reagimos quando nos decepcionamos com alguém que amamos.

Agradecemos à editora JBC pelo envio do exemplar para análise.

JWave #336 | Entrevista com Fernando Sato Mucioli (Especialista de Localização)


[powerpress]

JWave lança mais uma entrevista o nosso selo “JWave Entrevista”.

Nosso terceiro entrevistado é o Fernando Sato Mucioli, que é Especialista de Localização, Tradutor e freelance.

Dash entrevista Fernando Sato Mucioli e especialista de localização.

E aproveitem para conhecer Crunchyroll, uma forma nova de assistir animês no Brasil e de forma oficial!

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JWave & Projeto X: Votação Animes Mais Legais de 2016

O Projeto X e o JWave estão se unindo numa pesquisa para saber quais os animês mais legais de 2016. Assistiu muita coisa produzida ano passado lá no Japão? Chegou a hora de você ter a voz da decisão e por isso precisamos saber quais foram os animês mais legais de 2016.

Prometemos novidades em breve assim que sabermos a sua opinião.

Knights of Sidonia: Mudança na distribuição!


A partir da edição 8, o mangá Knights of Sidonia teve sua distribuição modificada. A obra de Tsutomu Nihei passou a ser distribuída exclusivamente em lojas especializadas e livrarias.

Com esta mudança os leitores terão mais facilidade em encontrar todos os volumes da série – uma vez que o tempo de exposição será maior do que o das bancas – bem como oportunidades de pagamento facilitado e acesso à promoções pontuais exclusivas.

A nova distribuição segue o mesmo modelo de sucesso de Blame!, outro título de autoria de Tsutomu Nihei, com lançamento exclusivo para livrarias e lojas especializadas de todo o país.

Release enviado pela Editora JBC

Review | Lobo Solitário #1 (reedição)

Desenhos de Frank Miller e Goseki Kojima na reedição de Lobo Solitário

Mais uma republicação chega às bancas brasileiras; agora chegou a vez de um clássico mais cult, um mangá que influenciou gerações de artistas e é reverenciado até hoje: Lobo Solitário. Nós conferimos a nova versão e contamos um pouquinho para vocês nesse JWave.

Relembrando a história

Itto Ogami é um homem misterioso, que anda pelo país com sua espada e filho a tiracolo, alugando um ou outro, desde que se pague a taxa de 500 ryos (moeda japonesa da época). Vivendo dessa forma, é natural que apareça todo tipo de uso para seus “produtos” e esse é um dos ganchos que move a história, que fica mais interessante a cada capítulo.

Em meio a assassinatos planejados das maneiras mais incríveis e intrigas plantadas em toda parte, Ogami segue no Meifumadou (caminho errante do mundo dos mortos), enquanto busca realizar seu verdadeiro desejo: vingar-se de uma certa família tão importante quanto fora a sua um dia: os Yagyu.

Em uma das histórias deste volume, que mostram as reminiscências de Ogami, descobrimos que existem três famílias de plena confiança do governo: o clã Kurokuwa de espiões, o clã Yagyu de assassinos e o clã Ogami de executores, um cargo de suma importância, uma vez que o executor ajuda os daimyos que irão cometer o seppuku.

Neste primeiro momento ainda não fica claro o motivo pelo qual Ogami quer vingança, mas é impressionante o modo como ele a busca e como não teme nada. Seu filho, o pequeno Daigoro, vai crescendo enquanto entende o significado da honra para um verdadeiro samurai.

Ainda tão novo, Daigoro precisa fazer uma escolha

A reedição

Lobo Solitário voltou às bancas brasileiras em grande estilo, em uma edição tão bacana quanto a de Vagabond ou Slam Dunk. Desta vez, o tamanho ficou ideal para apreciar a obra e o papel escolhido foi o off-set.

Orelhas da reedição de Lobo Solitário pela Panini

A capa do primeiro volume traz um desenho do mestre Frank Miller e a contra-capa uma bela imagem de Goseki Kojima, que também é o responsável pela arte do mangá (roteiro de Kazuo Koike). Esta reedição traz novamente Drik Sada como tradutora e a edição foi compartilhada entre Beth Kodama e Bruno Zago.

Desenhos de Frank Miller e Goseki Kojima na reedição de Lobo Solitário

É costume haver um glossário nos mangás publicados pela Panini, mas este, assim como o de Noragami, chamou mais minha atenção por causa do cunho histórico da trama. Achei bacana conhecer os termos originais, entender suas adaptações e, para os termos mantidos, entender o que realmente significam, mesmo que dê para deduzir no decorrer da história.

Opinião

Clássicos voltando às bancas é sempre algo que nos deixa felizes, ainda mais um desse calibre. Você pode até não curtir mangá de samurai, estranhar o traço ou até mesmo achar que a leitura é um pouco difícil, mas recomendo que leiam a história antes de julgar; garanto que a experiência é válida e inesquecível.

Agradecemos à editora Panini que, gentilmente, nos encaminhou o exemplar para análise.

Tekken 7: Eddy Gordo é anunciado e produtor vem ao Brasil!


A Bandai Namco fez um evento há duas semanas para anunciar o Eddy Gordo no Tekken 7. Trazendo o produtor Katsuhiro Harada ao Brasil, a Bandai anunciou o retorno do personagem que representa a Capoeira Brasileira na série Tekken. Eddy Gordo combina dança, acrobacias e música para formar uma arte marcial mortífera, mas além disso ele representa ossos quebrados, sangue derramado, e que batalhas serão vencidas.

História do Eddy Gordo
A conexão de Eddy Gordo com a gigante Mishima Zaibatsu começou com um pedido de ajuda desesperado feito a Jin Kazama, para tratar uma doença séria que afligia seu mestre de Capoeira. Em troca deste tratamento, Eddy deveria usar suas habilidades mortais sob comando de Jin. Infelizmente para Eddy, nem mesmo a tecnologia de ponta da Mishima Zaibatsu foi capaz de salvar a vida de seu mestre, e não demorou muito para que ele jurasse vingança contra a Zaibatsu liderada por Kazuya Mishima.

Trailer

O jogo Tekken 7 será lançado para PlayStation 4, Xbox One, e PC via STEAM em 2 de Junho de 2017.

Galeria
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Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações e pelo convite ao evento do anúncio de seus jogos

Blame!: Novo anime original da Netflix terá estreia em Maio!


Depois do sucesso de Knights of Sidonia, a Netflix junto do autor Tsutomu Nihei e da empresa de animação Polygon Pictures anunciaram a produção do longa-metragem de Blame! para a nova animação original. O novo longa metragem terá estreia mundial na Netflix no dia 20 de maio de 2017.

Lançada inicialmente como mangá de 1997 a 2003, o mangá ganhará vinte anos após a sua versão original. Enquanto isso, o mangá está sendo lançado no Brasil pela editora JBC. Lembrando que AJIN está sendo lançado pela Panini Comics enquanto Knights of Sidonia está sendo publicado pela Editora JBC.

O longa metragem é uma nova colaboração criativa em sequência ao sucesso da série de ficção científica em anime Knights of Sidonia, entre o criador do mangá original, Tsutomu Nihei e o diretor Hiroyuki Seshita, responsável pelo suspense emocionante de AJIN: Demi-Human.

Falando de Blame!
Passa em um futuro distante no qual os remanescentes da raça humana habitam dentro da Megaestrutura, um labirinto vasto e perigoso que se tornou selvagem e fora de controle. Dentro deste mundo está o misterioso Killy, uma pessoa estranha em uma missão para tirar a civilização do iminente esquecimento.

Mas as novidades de Blame! não acabam por aí e a série conta com elenco estelar japonês. Começando por Takahiro Sakurai (AJIN: Demi-Human, Knights of Sidonia) que faz o protagonista, Killy. Cibo, cientista que o acompanha nesta jornada, é interpretado por Kana Hanazawa (Psycho-Pass, Zegapain). Sora Amamiya (The Seven Deadly Sins, Tokyo Ghoul) será Zuru, uma garota vinda de um vilarejo à beira da extinção; e Aya Suzaki (AJIN: Demi-Human, Knights of Sidonia) será Tae, a melhor amiga de Zuru. Kazuhiro Yamaji (Psycho-Pass, DragonBall Super) interpretará Oyassan, do mesmo vilarejo de Zuru e líder do grupo conhecido como Electrofishers, com seu braço-direito Sutezou, interpretado por Mamoru Miyano (AJIN: Demi-Human, The Seven Deadly Sins).

A trilha sonora é assinada por Yugo Kanno, que também produziu a de AJIN: Demi-Human, também disponível com exclusividade na Netflix. O tema principal do filme ficará a cargo da famosa banda pop japonesa Angela.

Power Rangers estreia em março e ganha pôster final nacionalizado!


A contagem regressiva para Power Rangers é para final de março e assim o filme ganha seus detalhes finais aqui no Brasil como o pôster finalizado.

O novo filme é dirigido Dean Israelite e é um reboot da série clássica, trazendo 5 jovens com garra em uma luta com a rainha do mal, Rita Repulsa. Lembrando que Dean Israelite dirigiu “Projeto Almanaque”, e a nova geração de rangers é formada pelos atores Dacre Montgomery como o Ranger Vermelho, RJ Cyler como o Ranger Azul, Naomi Scott como a Ranger Rosa, Becky G como a Ranger Amarela e Ludi Lin como o Ranger Preto. Para completar o elenco, ainda temos Elizabeth Banks como Rita Repulsa, e o Zordon sendo interpretado por Bryan Cranston.

Power Rangers terá distribuição nacional da Paris Filmes e tem estreia confirmada para 23 de março.

Agradecimentos a Paris Filmes pelas informações

Warface recebe novidades!


Joga Warface? O FPS gratuito aqui no Brasil e distribuído pela Level Up, traz algumas novidades e entre elas, temos a inédita missão cooperativa “IceBreaker”, além da operação que conta com uma história envolvente e muita ação, além de armas e veículos inéditos, como lança-mísseis teleguiados e hovercrafts.

IceBreaker traz entre as novidades, você poder jogar com até 4 jogadores no mesmo time. O objetivo é defender a base da Warface de um ataque da Blackwood, um grupo militar rival. No IveBreaker, temos ao longo de quatro atos, as equipes precisam eliminar ofensivas aéreas com mísseis teleguiados, proteger o local de armazenamento do arsenal, atacar os navios adversários e acabar com os inimigos.

Mas vamos falar de armamento? Num FPS é fundamental, por isso, a missão oferece versões camufladas dos rifles Steyr Scout, M16A3 Custom, Honey Badger e Fabarm STF 12 Compact, e de armas secundárias, como a pistola Sig Sauer P226 C e o Machado Tático.

“IceBreaker” já pode ser jogada gratuitamente em Warface. Acesse: http://warface.uol.com.br/icebreaker/.

Agradecimentos a Level Up pelas informações