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JWave #338 | A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

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O JWave volta para uma edição especial sobre A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell.

Vocês pediram e a equipe do JWave foi ao cinema conferir esse clássico revisto e reinventado em live action

Juba, Calliban,Sérgio Sampa (88 milhas) e Sasuke RK falam tudo do novo filme.

Edição do podcast realizada pelo Juba ( edição e montagem).

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Review | Sword Art Online: Hollow Realization

Nosso “querido” SAO (Sword Art Online) animê esta de volta na sessão game do JWave.

História:
Sword Art Online: Hollow Realization é uma continuação da saga nos video game, não posso dizer que é direita ou apenas um spin off, mas ela leva em conta todas as histórias até agora. (tanto do anime como dos jogos!).

A história em si conta com um novo jogo baseado no primeiro Sword Art Online, Sword Art: Origin, porém agora é apenas um jogo de realidade virtual normal. Eis que aparece um NPC que irá arrepiar essa galerinha do barulho e aprontar altas confusões, sim o tom sessão da tarde é porque a história não é o forte aqui. 

Gameplay:
 Se a história não é o forte, o gameplay é o foco aqui no jogo. Aliás é na minha opinião o melhor gameplay de Sword Art Online: Hollow Realization nos mundo dos games até agora.

O jogo te apresenta uma variedade enorme de armas e técnicas, além do combate em time bem típicas da série. Ok, nem todas são bem funcionais e são pouco confusas, mas mesmo assim é bem possível tirar uma boa diversão desse gameplay.

O grande problema mesmo aqui seja as quests, main ou sub, elas não me atraem tanto pra jogar a longas horas que demora pra finalizar o jogo. Talvez se eu fosse mais fã eu poderia aproveitar, mas não foi o caso.

Gráficos/Som:
Boa dublagem e as músicas que ajudam você a passar pelo momento, nada demais mas também nenhum erro. Talvez a melhor parte seja a nova música da LiSa, mesma cantora que ja fez musicas pro anime.

Considerações finais:
  Se fosse é um fã de Sword Art Online, esse jogo sem duvido é mais divertido de jogar ate o momento e mostra que temos esperanças para algo melhor, mas se você não conhece ou não gosta da série é melhor ficar longe

Galeria
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Nota
3,5/5

Review | Digimon World: Next Order

História:
Digimon World: Next Order é aquela história básica de digi-escolhido que tem q salvar o digimundo treinando os, ou melhor criando, o seus digimons e resolvendo o problemas e melhorando o mundo ate salvar e concerta esse mundo. Sem duvida história não é o foco, mas temos um traz uma grande nostalgia do que digimon, e não um “clone” de Persona ou Pokemon. Mas sinceramente não me chamou atenção nem para tentar entender o enredo.

Gameplay:
Por ser um “sequência” do primeiro Digimon de Playstation 1, ele segue mais a ideia bichinho virtual, algo que não me agradou. Sendo franco, nem me agrada muito até hoje e prefiro um RPG mais normal como foi o jogo anterior. O grind aqui faz o jogo ser bem lerdo, e o sistema de batalha onde você está no comando mas não controla 100% o seu Digimon. Não é muito chamativo, talvez para um jogo de celular seria muito legal mas para Playstation 4 , não é o tipo de experiência que maioria das pessoas está a procura. O sistema de administração da cidade principal até que legal, mas de novo, apenas deixa mais ainda parecido com os jogos atuais de celular.

Gráficos/Som:
Não muito o que falar aqui, não que seja ruim mas é apenas o padrão.  Temos as vozes em japonês e os gráficos qualidade B-N, que mesmo para um jogo de PS VITA ainda roda bem no Playstation 4, mas se fosse apenas para Playstation 4, seria melhor porém não tem necessidade de gráficos melhores ainda.

Considerações finais:
Se você é fã da série Digimon e curtir bicho virtual, pode ir que sua praia. Mas acho que para maioria das pessoas não deve ser muito chamativo. Talvez se esse jogo fosse para celulares eu teria achado ele muito acima da média, mas para uma experiência de console em 2017 eu acho que não funciona muita. O jogo não eh ruim, ou mal feito mas o estilo de jogo em si que está na plataforma ou tempo errado.

Galeria
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Nota
2,5/5

 

Review | Dragon’s Dogma Progress #1

Capa brasileira de Dragon's Dogma Progress

Depois de alguns meses sumido das bancas, o selo Ink da JBC volta com um lançamento modesto, porém interessante: Dragon’s Dogma Progress, baseado em um jogo de sucesso da Capcom. Prepare-se para uma aventura cheia de batalhas sangrentas contra criaturas sinistras e saiba um pouquinho mais sobre a obra neste JMangá.

A história

Carroll é um pescador bonitão que mora em uma vila pacata e não tem grandes aspirações na vida, talvez um dia ir para a cidade grande com o dinheiro que vem juntando, levando sua amada, a doce e meiga Quina.

Capa brasileira de Dragon’s Dogma Progress

Em um dia como qualquer outro, um dragão ataca a vila fazendo muitas vítimas e um belo estrago. Movido pela raiva, Carroll tenta enfrentar a fera do seu jeito, mas tudo o que consegue é enfiar a espada em uma das patas do dragão, que fica enfurecido e lança uma maldição no rapaz, tomando seu coração e deixando-o aparentemente morto.

Pouco depois Carroll acorda e escuta Quina dizer a alguém que sua cicatriz estava brilhando e que parecia não haver nada de estranho, apesar do coração não estar batendo. O rapaz escuta então a voz do dragão dentro de sua mente, convocando-o para tomar sua arma e vir encontrá-lo. Ao correr para fora da tenda na possível direção da voz, Carroll vê imagens de terror e desolação em sua vila, além dos corpos de seus amigos.

Em meio ao desespero, um forasteiro chega até ele e diz que ele não tem tempo para se lamentar. O forasteiro revela-se como Elize, a peã-lider (e clone da Cammy do Street Fighter) e que Carroll é Desperto, um guerreiro “escolhido, corajoso e com uma forte determinação”. Apesar de não entender muito bem a situação em que se encontra, o rapaz deixa-se levar pela bela guerreira em busca de mais informações sobre o dragão.

Elize o leva à guilda de peões, na intenção de obter mais companheiros para sua viagem. Lá, Carroll conhece outros peões talentosos e, apesar de continuar ignorante com relação a muita coisa, resolve continuar lutando para encontrar o dragão e proteger a quem ama.

A edição brasileira

Dragon’s Dogma Progress chegou às bancas brasileiras em um formato igual ao de Zetman, menor do que a maioria das publicações atuais da editora.

O papel escolhido foi o pisa brite e a tradução ficou a cargo de Fernando Mucioli.

Opinião

Nunca joguei Dragon’s Dogma, mas isso não me impediu de curtir o mangá. A história não é algo que já não tenhamos visto antes (heróis inexperientes envolvidos em tramas que vão além do que sempre sonharam e que obtêm companheiros com habilidades misteriosas), mas mesmo assim o traço agrada bastante e os personagens têm seu charme.

Uma pena que a história já acabe no próximo volume, pois tramas de aventura, se forem levadas a bom termo pelos seus autores/adaptadores, podem se tornar inesquecíveis assim como toda boa história que se preza.

Agradecemos à editora JBC, que gentilmente nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Corpse Party – Another Child #1

Um vislumbre da edição brasileira de Corpse Party - Another Child

Em janeiro de 2017 aconteceu o New Pop Day, um evento que celebra o aniversário da New Pop com palestras, sorteios e anúncios. Além de fazer o público quase ter um treco (eu inclusa) por anunciar Koe no Katachi e GTO (não acredito até agora), no evento era possível adquirir com exclusividade o lançamento mais recente da New Pop: Corpse Party – Another Child #1, estrela deste JMangá.

A história

O colégio Satsukiyama irá deixar de existir pois será anexado ao colégio da cidade vizinha. Os alunos serão divididos entre este e o colégio da cidade grande, porém, dentre eles, uma aluna deixará de estudar para se dedicar a arranjar um emprego, já que sua família não tem condição financeira estável. Tamaki Minase está triste não apenas por deixar de frequentar a escola, mas também por se separar de seu amor e amigo de infância, Yuuma Shindou.

Buscando uma forma de não se separar de Yuuma, Tamaki se depara na internet com a simpatia “Sachiko da Felicidade”: aqueles que fizerem a simpatia não irão se separar jamais. No intervalo da aula, Tamaki pede a Yuuma que faça a simpatia com ela. O garoto, mesmo achando uma besteira, resolve fazer para acalmar a amiga, mas eles são entreouvidos por Erina Yuzuki, uma garota chata e arrogante que é apaixonada por Yuuma e vive fazendo bullying com Tamaki.

Quando Tamaki e Yuuma estão prestes a fazer a simpatia, Erina aparece com toda a turma, sob o pretexto de que Tamaki assim o sugeriu. Mesmo contrariada, Tamaki não desmente Erina e todos fazem a simpatia e, logo após a conclusão, o chão sob seus pés cede e eles caem em um lugar que já não é mais seu antigo colégio.

Caindo em locais separados um do outro e sem conseguir se encontrar, Tamaki e Yuuma acabam entendendo que estão no colégio Tenjin, desativado há mais de 30 anos e onde a Sachiko da simpatia estudava quando foi dada como desaparecida. O clima do lugar é lúgubre e o destino de alguns de seus colegas já foi selado. Agora, eles precisam descobrir como sair do local e tentar salvar o máximo de pessoas que puderem, embora isso pareça impossível.

Socorro >_<

A edição brasileira

Não há o que falar da qualidade gráfica dos mangás editados pela New Pop como um todo. Como de costume, Corpse Party vem em papel off-set e capa cartonada (sem orelhas) por um preço acessível. Nas capas internas têm umas historinhas de uma página engraçadinhas e apenas a primeira página do mangá é colorida.

Um vislumbre da edição brasileira de Corpse Party – Another Child

Se tem alguma coisa que ainda precisa melhorar seria a revisão, que trouxe uns errinhos (destaque para o uso incorreto de mal/mau em uma fala do Yuuma), mas parece que a fase mais crítica já ficou pra trás. A tradução ficou por conta de Sayuri Tanamate.

Capa brasileira de Corpse Party – Another Child

Opinião

Eu morro de medo de filmes e mangás de terror. Quando eu era mais nova (e tinha mais grana, sejamos sinceros), eu comprava tudo o que saía na banca, inclusive mangás de terror como Ring e Uzumaki (ambos lançados no Brasil pela saudosa Conrad) e me lembro que era uma tortura para ler o volume por inteiro.

Corpse Party – Another Child é um mangá de terror baseado em um jogo (que provavelmente nunca irei jogar), mas para ser sincera não fiquei com tanto medo assim.

É a fórmula clássica de um bando de adolescentes envolvidos em algo sobrenatural por sua própria culpa e morrendo às pencas por causa disso. A gente torce para que eles encontrem a saída, mas já sabe que, nos dois volumes restantes, 90% da classe vai encontrar seu fim de forma bem trágica e que talvez o casal central sobreviva.

Não é o tipo de mangá que eu curto, mas fico feliz que exista como opção para os amantes desse gênero. Viva a diversidade de títulos.

Agradecemos à editora New Pop por nos ceder o exemplar para análise.

Review | Fullmetal Alchemist #7

No volume anterior, descobrimos como foi o treinamento dos irmãos Elric com sua mestra, a alquimista e dona de casa Izumi Curtis. Também aparece um novo inimigo… ou seria aliado? Bem vindos ao volume 7 de Fullmetal Alchemist!

Neste volume

Enquanto Ed se esforça na avaliação dos Alquimistas Federais e Scar toca o terror na favela ao eliminar pessoas que querem entregar seu paradeiro para receberem a recompensa do governo, Al está em maus bocados.

Seu segredo foi descoberto por uma galera incomum, liderados por Ganância, que revela ser um homúnculo e também possui a tatuagem de Ouroboros, velha conhecida dos irmãos. Considerando o fato de que Al é um exemplo bem-sucedido de transmutação de alma, Ganância pretende usá-lo para tentar alcançar a imortalidade.

Izumi descobre que Al foi levado e invade o local, mas logo percebe que está lidando com algo além de sua compreensão e resolve retirar-se até o retorno de Ed. Este é aprovado com louvor de forma direta pelo fuhrer King Bradley, que acaba acompanhando-o de volta a Dublith junto com o Major Armstrong.

Ao saber do que aconteceu com Al, Ed parte para tentar reavê-lo, mas sem colaborar com Ganância. Esta decisão impensada acaba provocando uma luta e, para sua surpresa, King Bradley, Armstrong e alguns soldados o seguiram e não parece que deixarão o local sem lutar. Enquanto Al tenta fugir trazendo dentro de sua armadura uma das subordinadas de Ganância, King Bradley aparece diante deles e faz uma revelação apenas para o homúnculo… que não parece processar a informação muito bem.

Este volume traz também uma divertida historinha extra, na qual o major Armstrong apresenta ao segundo-tenente Havoc sua irmã caçula.

Opinião

Os acontecimentos deste volume mostram que a história tem uma trama muito mais densa do que se esperava. A revelação sobre a natureza de King Bradley é o ponto crucial e é visível que, apesar de continuar intempestivo, Ed vem evoluindo como alquimista.

Só posso dizer que, se vocês ainda não leram nada de Fullmetal Alchemist, não sabem o que estão perdendo.

Agradecemos à editora JBC pelo envio do exemplar para análise.

Review | Fullmetal Alchemist #6

No volume anterior, voltamos no tempo e descobrimos como começou o treinamento dos irmãos Elric com a mestra mais amada dos mangá shonen! Agora, vamos descobrir como tudo terminou/começou.

Neste volume

Abandonados em uma floresta a pretexto de encontrarem a resposta para uma pergunta deixada por sua mestra, os irmãos Elric penam para sobreviver. Além de precisarem providenciar sua comida, ainda precisam enfrentar a misteriosa criatura que, às vezes, demonstra uma certa compaixão pelas crianças.

Um mês depois sua mestra vem buscá-los e ambos respondem à pergunta com louvor, dando início a seis meses de treinamento muito intensivo. Mais experientes do que quando deixaram sua terra natal, Ed e Al voltam para casa e tencionam realizar a transmutação humana para reencontrar sua mãe.

A experiência parecia transcorrer sem maiores problemas até que o efeito ricochete levou Al por inteiro e jogou Ed em um lugar desconhecido, no qual o garoto fica de frente com a Verdade… e paga uma tarifa por isso, sua perna esquerda. Ao retornar para nosso mundo, Ed oferece a si mesmo para recuperar seu irmão mais novo e a Verdade fica com seu braço direito, mas o garoto só consegue trazer a alma de Al de volta, fixando-a na armadura.

Com a visita de Mustang e Hawkeye à Resembool, o segredo dos irmãos é revelado a ambos e o militar não vê alternativa a não ser convencê-los a ingressar no Exército… e voltamos aos dias atuais.

Ciente do que seus discípulos fizeram, Izumi os acolhe mas revoga sua condição de mestra. Entretanto, sua ajuda será importante para fazer com que os garotos obtenham pistas para reaver seus corpos e, ao mesmo tempo, um novo inimigo parece espreitá-los…

Opinião

A cada volume, Fullmetal Alchemist fica mais empolgante. A história dos irmãos Elric ganha mais personagens e mais peso, fazendo com que o leitor duvide que a Alquimia realmente serve para “o bem do povo”.

Mais batalhas e revelações épicas vêm por aí e, como fã e leitora assídua, recomendo que não percam o próximo volume.

Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos cedeu o exemplar para análise.

Persona 5: Lançamento para Playstation 3 e 4!


Fãs da série Persona podem parar o que estão fazendo, porque o novo jogo da série está chegando nessa sexta feira. Existem muitos corações malvados prontos para a captura, e somente os Phantom Thieves podem fazer algo à respeito. O jogo já foi lançado no restante da América e na Europa, enquanto chega nesta sexta-feira, 07 de Abril de 2017.

História
O novo estudante transferido da Academia Shujin é um menino mal. Bom, pelo menos é o que os rumores dizem. A verdade é que o protagonista de Persona 5 foi acusado de um crime que não cometeu por desonestas figuras de autoridade em sua cidade natal. Infelizmente, ele é apenas uma vítima de um sistema corrupto, e portanto deve se manter na linha para evitar mais problemas com a sociedade. No entanto essa tarefa DEFINITIVAMENTE não será fácil, pois nõa demora para ele descobrir ter poderes para viajar à um outro mundo, conhecido como Metaverso, e transformar os mais distorcidos desejos de pessoas malvadas. Jogadores guiarão o protagonista e seu distinto grupo de desajustados, conhecidos como Phantom Thieves, enquanto desbravam o Metaverso para batalhar seres sombrios, negociar com Personas, resolver puzzles perigosos, descobrir segredos aterrorizantes, e transformar os corações de pessoas malignas ao roubar seus desejos mais profundos e desprezíveis. Isso, claro, enquanto fingem viver vidas normais e típicas de estudantes colegiais Japoneses.

Trailer

E muito além no DLCs
Sendo fã de Persona, você não pode ignorar a lista de DLCs com itens de outros jogos da série Persona e até outras séries, como Catherine e Shin Megami Tensei. Para os fãs do audio japonês, teremos a faixa gratuitamente a partir do dia 11 de abril.

Apenas para referência, aqui está uma lista dos DLCs que estamos trabalhando para Persona 5. Alguns destes já estão disponíveis para download hoje mesmo!

DLC Data de Lançamento Preço
Persona 5 Japanese Audio Track 4/4/2017 GRATUITO
Persona 4 Costume & BGM Special Set 11/04/2017 $6.99
Persona 3 Costume & BGM Special Set 11/04/2017 $6.99
Persona 2 Costume & BGM Special Set 18/04/2017 $6.99
Shin Megami Tensei: Persona Costume & BGM Special Set 18/04/2017 $6.99
Shin Megami Tensei if… Costume & BGM Special Set 18/04/2017 $6.99
Persona 4: Dancing All Night Costume & BGM Special Set 25/04/2017 $6.99
Persona 4 Arena Ultimax Costume & BGM Special Set 25/04/2017 $6.99
Shin Megami Tensei IV Costume & BGM Special Set 25/04/2017 $6.99
Devil Summoner: Raidou Kuzunoha Costume & BGM Special Set 02/05/2017 $6.99
Catherine Costume & BGM Special Set 02/05/2017 $6.99
Orpheus & Orpheus Picaro Set 11/04/2017 $2.99
Izanagi & Izanagi Picaro Set 11/04/2017 $2.99
Thanatos & Thanatos Picaro Set 18/04/2017 $2.99
Magatsu Izanagi & Magatsu Izanagi Picaro Set 18/04/2017 $2.99
Kaguya & Kaguya Picaro Set 18/04/2017 $2.99
Ariadne & Ariadne Picaro Set 25/04/2017 $2.99
Asterius & Asterius Picaro Set 25/04/2017 $2.99
Tsukiyomi & Tsukiyomi Picaro Set 25/04/2017 $2.99
Messiah & Messiah Picaro Set 02/05/2017 $2.99
Persona 5 Healing Item Set 04/04/2017 GRATUITO
Persona 5 Skill Card Set 04/04/2017 GRATUITO
Persona 5 Regular Clothes & School Uniforms Set 11/04/2017 GRATUITO
Persona 5 Phantom Thieves Logo Morgana Car Sticker 18/04/2017 GRATUITO
Persona 5 Swimsuit Set 25/04/2017 GRATUITO
Persona 5 New Difficulty Level Challenge 04/04/2017 GRATUITO
Persona 20th Anniversary Logo Morgana Car Sticker 18/04/2017 GRATUITO
Persona 5 Maid & Butler Costume Set 06/06/2017 GRATUITO
Persona 5 Christmas Costume Set 11/07/2017 GRATUITO
Persona 5 Protagonist Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 04/04/2017 GRATUITO com pré venda digital/$1.99
Persona 5 Ryuji Sakamoto Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 04/04/2017 $1.99
Persona 5 Morgana Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 04/04/2017 $1.99
Persona 5 Ann Takamaki Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 04/04/2017 $1.99
Persona 5 Yusuke Kitagawa Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 11/04/2017 $1.99
Persona 5 Makoto Niijima Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 11/04/2017 $1.99
Persona 5 Futaba Sakura Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 11/04/2017 $1.99
Persona 5 Haru Okumura Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 11/04/2017 $1.99
Persona 5 Goro Akechi Special Theme & Avatar Set
(PS4 somente) 18/04/2017 $1.99
Persona 5 Igor & Attendants Special Theme & Avatar
Set
(PS4 somente) 18/04/2017 $1.99
Persona 5 Protagonist Special Theme
(PS3 somente) 04/04/2017 $0.99
Persona 5 Ryuji Sakamoto Special Theme
(PS3 somente) 04/04/2017 $0.99
Persona 5 Morgana Special Theme
(PS3 somente) 04/04/2017 $0.99
Persona 5 Ann Takamaki Special Theme
(PS3 somente) 04/04/2017 $0.99
Persona 5 Yusuke Kitagawa Special Theme
(PS3 somente) 11/04/2017 $0.99
Persona 5 Makoto Niijima Special Theme
(PS3 somente) 11/04/2017 $0.99
Persona 5 Futaba Sakura Special Theme
(PS3 somente) 11/04/2017 $0.99
Persona 5 Haru Okumura Special Theme
(PS3 somente) 11/04/2017 $0.99
Persona 5 Goro Akechi Special Theme
(PS3 somente) 18/04/2017 $0.99
Persona 5 Igor & Attendants Special Theme
(PS3 somente)

Agradecimentos a Atlus pelas informações

Lançamentos da Editora NewPop no mês de abril!

A editora NewPop nos mandou o checklist de lançamentos do mês de abril. O grande lançamento do mês de abril é “A Voz do Silêncio” que é uma série de 7 edições.


A Voz do Silêncio vol. 1
(Koe no Katachi)
Shouya é um bully, suas brincadeiras infantis são uma verdadeira tortura para sua colega de classe, Shouko, uma nova aluna surda. Conforme a coisa piora e todos ao seu redor parecem ignorar ou estimular as brincadeiras maldosas, Shouya passa dos limites, forçando Shouko a mudar de escola. Tendo sido considerado o culpado por tudo, agora é ele quem sofre torturas e bullying, aprendendo na pele o seu erro. Agora, seis anos depois, o rapaz decide encarar de frente a menina que atormentou e tentar corrigir os erros do seu passado. Será que ele conseguirá sua redenção?

Ganhador de diversos prêmios no mundo todo, A Voz do Silêncio, no original Koe no Katachi, chegou a ser adaptado para as telonas no final de 2016, tornando-se um dos grandes sucessos do ano.

Série em 7 edições
Autor: Yoshitoki Oima
Formato: 11.5×17.2cm – 200 páginas – Papel Off-set – Capa Cartonada
R$ 16,00

Usagi Drop vol. 10
No funeral de seu avô, o solteirão Daikichi Kawachi acaba descobrindo que o velho tinha uma amante e, mais ainda, juntos tiveram uma filha, a pequena Rin! O resto da família fica chocada e ninguém pretende ser responsável pela menina, irado com o descaso familiar, Daikichi resolve tomar a guarda da garota e passa a cuidar dela sozinho. Mas criar uma criança não é trabalho fácil e ele passa a repensar sua vida e – mais ainda – considerar os sacrifícios que fará pelo bem da Rin. Sucesso no Japão, a história foi adaptada para uma série animada e ganhou também uma adaptação para o cinema.

Autor: Unita Yumi
Formato: 14,8 x 21 cm – 224 páginas – Papel Off-set (inclui páginas coloridas)– Capa Cartonada
R$ 19,90

Corpse Party: Another Child vol. 3
O Colégio Satsukiyama está prestes a fechar suas portas e cada um de seus alunos seguirá para lados diferentes na vida. Tamaki Minase decide permanecer na cidade e conseguir um emprego, para ela, talvez seja a última chance de ver Yuuma Shindou, por quem é apaixonada, já que ele vai se mudar para uma cidade vizinha. Ela então pede a ele que faça uma simpatia para ajudar pessoas que vão se separar a se encontrar novamente apesar da distância. Mas sua colega de classe, Erina Yuzuki, ouve a conversa e, por ciúmes, decide estragar os planos dela convidando toda a classe para participar da simpatia.

Mas assim que a simpatia é feita, o chão se abre ao meio engolindo todos. Ao acordarem eles se veem em uma escola antiga. Incapazes de sair, eles vagam pelos corredores, tentando descobrir o que está acontecendo. Mas o prédio não está tão abandonado quanto pensavam, pois há algo maligno espreitando nas sombras.

Autores: Shunsuke Ogata – Makoto Kedouin
Formato: 12,5 x 18,2 cm – 192 páginas em offset (inclui páginas coloridas) – Capa Cartonada
R$ 14,00

Agradecimentos a Editora NewPop

Crítica | A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Ghost in the Shell na cultura pop japonesa é tão importante quanto Akira, mas diferente da obra do Katsuhiro Otomo, ela não ficou presa em uma única animação. É só analisar e ver que se tornou uma franquia com diversos filmes, séries animadas, além do mangá original.

Se Akira há tempos tenta ser adaptado no ocidente, Ghost in Shell deu um passo maior e trouxe um clássico da animação japonesa com Scarlett Johansson no papel de Motoko Kusanagi.

Custando 110 milhões de dólares, o diretor de videoclipe Rupert Sanders deu todo o tom necessário para transformar a belíssima animação de 1995 em um live action robusto em 2017.

Trazendo o roteiro assinado por Jamie Moss e William Wheeler. Jamie Moss tem no currículo o filme “Os Reis da Rua” com Keanu Reeves de 2008, enquanto William Wheeler tem Lego Ninjago: O filme que será lançado ainda em 2017. Vamos combinar que são nomes quase que desconhecidos, mas isso também aconteceu em Power Rangers recentemente. Será que uma obra do Masamune Shirow estará bem representada a olhos ocidentais?

Assumo que Rupert Sanders é mais visual do que Mamoru Oshii no animê original (e mesmo em sua versão 2.0 em 2008). Ghost in the Shell é o filme que inspirou Matrix, considerado Blade Runner da animação japonesa, não sendo à toa que todo esse visual remeta a Blade Runner e faça parecer que estamos assistindo um filme dos anos 80 com a tecnologia de hoje em dia.

Mas antes de falar do filme, vamos falar um pouco da obra original.

Ghost in the Shell foi publicado em 1989 na antologia Young magazine, portanto sendo um mangá do gênero Seinen. O que significa Seinen? Basicamente que no Japão, ela é voltada para público masculino de 18 a 40 anos. Ghost in the Shell é classificado no mesmo gênero que Akira, Berserk, Claymore, Battle Royale, Gantz, entre tantos outros títulos que já foram lançados no Brasil.

Sua adaptação nos cinemas veio em 1995 com Mamoru Oshii e ela abalou as estruturas de como era visto a animação japonesa, da mesma maneira que Akira fez no passado.

Por quê Ghost in the Shell é tão relevante? Porque ela discutiu a inteligência artificial, a consciência humana em máquinas, trazendo tudo isso embalado numa narrativa cyberpunk com crimes digitais justificando os meios.

Devo assisti a obra original antes do live action?

Não, porque são obras diferentes e por mais que momentos do animê estejam exatamente iguais no filme, acaba que a discussão dessa adaptação é outra. A procura de uma fidelização não só visual, mas também na sua história, acaba que pode decepcionar quem espera uma fidelização ao estilo Sim City de ser.

Faça o caminho inverso e depois de assistir a adaptação de 2017, procure o original e encontre a homenagem prestada ao clássico de 1995.

Vamos falar do filme?

Estamos num futuro em que refugiados procuram oportunidades melhores. Assim, conhecemos a história de Major(Scarlett Johasson) que foi uma refugiada e teve seu corpo destruído numa fuga, o que fez que seu cérebro fosse utilizado para construção de um ciborgue comandante de campo.

Major cuida de missões da divisão do Chefe Daisuke Aramaki, interpretado brilhantemente por Takeshi Kitano. Lembrando que todas as cenas do Aramaki são em japonês, sendo respondido em inglês pela Major e os demais.

A personagem Major também tem diversas missões com Batou, aqui interpretado por Pilou Asbæk. É impressionante não só o quanto Batou ficou igual a animação, mas o quanto o ator acaba parecendo um personagem típico do Bruce Willis dos anos 80 e 90, como no filme “O Quinto Elemento”.

O filme caminha não só para explicar que tem um hacker querendo mudar as coisas, mas que ele chamou atenção da Major. Numa investigação para um ataque de gueixas robóticas, Major consegue entrar na mente de uma delas e é quase hackeada.

A busca por essa missão, acaba despertando lembranças que Major não se lembra, questionando o que é verdade ou mentira.

Seguido disso, temos um ataque com caminhão de lixo, que a divisão acaba descobrindo que o motorista tinha memórias falsas. Tal questionamento, mais uma vez acaba questionando Major do que é realidade ou fantasia.

Será que ela realmente é uma refugiada? Seguindo o caminho que já vimos em outras obras e personagens, como Wolverine, aqui Major questiona o que torna ela humana e se suas lembranças são verdadeiras ou falsas.

Opinião

O filme se fecha na discussão de quem é a Major, explicando inclusive algo muito questionado pelos fãs da obra original. A personagem se chama Motoko, porém é uma atriz ocidental que a interpreta.

Qual a explicação? Que antes de virar um ciborgue, ela realmente era Motoko Kusanagi, porém ela foi uma manifestante que acabou presa e sofrendo experiências independente dela querer ou não. Isso fez com que seu cérebro fosse utilizado num corpo que não tem traços orientais, assim podendo ser a Scarlett Johansson a atriz de uma personagem japonesa.

Ghost in the Shell não se foca na inteligência artificial, porque acaba diminuindo sua jornada de herói em uma história fechada de como Motoko Kusanagi se tornou Major. Isso acaba inclusive mudando o vilão do filme, aqui interpretado por Michael Pitt, que faz Hideo Kuze.

Isso é bom ou ruim? A obra tem uma história bem fechada e convence, se tornando uma boa adaptação. Agora, se você é fã da obra original, talvez você saia com a sensação que o filme não tenha tocado tão fundo nas discussões do filme de 1995.

Estamos falando de uma obra muito mais abrangente que a animação original, então esse tipo de escolha do diretor é totalmente plausível. O final da obra mesmo que fechado, acaba permitindo que seja feita outras continuações. Considerando a quantidade de material de séries de tv, além de toda uma quadrilogia recente em animação, acaba que podemos imaginar que a história da Major Motoko Kusanagi esteja apenas começando.

Vídeo com análise

Galeria
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Agradecemos a Paramount pelo convite

JWave #337 | Power Rangers – O Filme (2017)


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O JWave volta para uma edição especial sobre Power Rangers – O Filme 2017.

Vocês pediram e a equipe do JWave foi ao cinema conferir esse clássico revisto e reinventado para uma nova geração com garra.

Juba, Calliban,Sérgio Sampa (88 milhas) e Sasuke RK falam tudo do novo filme.

Edição do podcast realizada em dupla com Calliban (edição) e o Juba (montagem).

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Review | Tales of Berseria

História:

 Tales of Berseria se passa muito anos antes no mesmo mundo de Tales of Zestiria, por isso a grande conexão entre os dois jogos, mas a história dos dois não tem uma ligação direta. A história tem um dom bem “dark”, bem diferente da maioria dos tales, com protagonistas que estão mais para anti-heróis que heróis e um história que faz você refletir muito sobre questões moral e o que é o certo a ser feito. Com temas como religião, corrupção, política e discriminação.

Um detalhes para as traduções em pt-br que optou para seguir a tradução fiel do inglês e deixou coisas como Malik (que no original está mais pra celestial e não um substantivo próprio e único ao jogo) talvez para não ter problemas exatamente com esses temas mais polêmicos no ocidente, mas que fazem você sentir a história um pouco diferente.  

Gameplay:

 Berseria melhora e corrigi os pouco problemas que tinhamos no Zestiria, uma grande evolução da série comparado com Vesperia ou Xillia, porém ainda na minha opinião menos satisfatório que Grace, pelo simples motivo de que temos muitas mecânicas mas exceto se fosse jogar nas maiores dificuldades você não precisa aprender a usar tudo.

O jogo me deixou com dois sentimento sobre isso, ou você joga no normal e tem uma jogabilidade boa pra aceitável ou joga no hard e tem um bom desafio com um jogabilidade profunda.Então vai do gosto do cliente, mas de longe chega a ser algo ruim.

Gráficos/Som:

 Por ser um jogo ainda com base no Playstation 3, o gráfico mesmo que cell shading é visível o desgaste comparado a jogo mais recentes do Playstation 4. Mas mesmo assim um belo gráfico e animações (tanto dos modelos 3D como as em anime)

 No quesito som eu só tenho o que falar bem, seja pela abertura cantando pela banda FLOW ou pelo dual-audio e até mesmo pela dublagem em inglês que ficou boa(coisa rara, mas ainda prefiro em japonês)

Considerações finais:

 Mesmo eu dando nota máxima para o jogo, ele possui defeito como por exemplo um engine claramente velha e não otimizada para o ps4(afinal o jogo é de ps3 ainda) e muito backtrack, porém são defeito que não tiram o brilho desse maravilhoso jogo(ainda mais se vc tiver no ps3). Não posso esquecer do materiais promocionais do jogo que contou com episódios especiais no anime de Tales of Zestiria, que vale a pena ser conferido

Aproveitando, assista o review do amigo Maito sobre o jogo

Nota

5/5

Agradecimentos a Bandai Namco pelo jogo