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Entrevista com Magiko Umino, autora do manga Nihonjin no Shiranai Nihongo

O site Japan Today divulgou hoje, uma entrevista com uma professora de língua japonesa, Magiko Umino, que ficou famosa ao fazer um mangá chamado Nihonjin no Shiranai Nihongo (numa tradução literal “ O Japonês que os japoneses não conhecem”. Valeu pelo toque, FX!).

Como professora, a Magiko teve um repertório de histórias com alunos estrangeiros que tem interesse pela língua japonesa. A professora acabou desenvolvendo no ano passado, o mangá Nihonjin no Shiranai Nihongo com uma coletânia de histórias baseada em sua experiência com estudantes.

O livro caiu no gosto do público japonês e alcançou o “top de vendas” por lá. O número um sendo um sucesso, Magiko fez o segundo volume que acabou de ser lançado no Japão.

Entrevista

Você ensina alunos estrangeiros de vários países diferentes. Você já notou alguma facilidade ao idioma e também alguma dificuldade ao idioma, em relação à língua nativa?

Muitos dos meus alunos chineses tem problema ao usar partículas “ka”, “wo” e “he”. Mas, nos níveis mais avançados, quando envolve um texto com muitos kanjis, eles são capazes de entender mais facilmente. Os alunos coreanos têm problemas com a pronúncia (por exemplo, “tsu” se torna “chu”). Mas as regras do idioma coreano sobre um discurso formal Keigo são bem semelhantes ao idioma japonês, então eles compreendem mais rapidamente a como usar de forma correta.

Enquanto os estudantes europeus e americanos, o kanji é maior obstáculo deles. Mas os estudantes que memorizam mais kanjis avançam mais rápido. Ao contrário dos estudantes de países da Ásia, os estudantes ocidentais quando estão aqui, os japoneses, nem sempre conversam com elas em japonês. Por isso, muitos delas parecem ter dificuldades melhorar sua conversação.

Você acha que a capacidade dos japoneses com seu idioma piorou em relação ao passado?

Eu não diria que ficou “pior”, mas certamente acho que as pessoas usam linguagem menos polida (eu inclusa). Se você assistir algum filme de 40 a 50 anos atrás, existem muitas cenas em que até mesmo pais e filhos falam uns aos outros usando expressões bastante polidas. Eles conversam mais devagar, e parece que eles utilizam um vocabulário mais variado do que fazemos agora.

Comparado a aquela época, penso que temos muitas palavras recém-criadas, e ao mesmo tempo temos um discurso que tem aumentado com o tempo, porém as palavras não tem o mesmo sabor e nem a mesma ressonância. Se isso é “pior” ou não, eu não sei…

O que você acha sobre as recentes revisões para o The Japanese Language Proficiency Test (Teste de Proeficiência na Língua Japonesa)?

De uma perspectiva de ensino, as alterações para o exame irão tornar as coisas mais difíceis, mas acho que é uma coisa boa para os estudantes. Eles vão ser julgados a partir de uma perspectiva diferente, então suas ferramentas de estudo terão que mudar também. Até agora, a memorização tem sido o foco principal, com as revisões, acho que isso vai mudar.

Qual é a coisa mais importante, na sua opinião, para os estudantes estrangeiros aprenderem o idioma japonês?

Bom, eu acho que isso vale para qualquer idioma, mas a língua é algo que nunca pode ser separada da cultura daquela região. Se você quer se tornar fluente, é importante trabalhar duro para entender a cultura e os costumes do Japão, também. Se você pensar “que é diferente”, ou “isso é interessante”, estudar provavelmente será um pouco mais facilmente.

Se você quer ler mais algumas perguntas dessa entrevista, veja (em inglês) no site Japan Today.

Fonte: Japan Now

WCS – O Público Faz o Show

Boa parte do público que prestigia o World Cosplay Summit (evento anual que escolhe os melhores cosplayers do mundo) vai ao evento devidamente caracterizado com seu personagem preferido.

A reprodução dos personagens é perfeita: gestos, expressões, detalhes no vestuário.
Muitos reproduzem com perfeição até mesmo a voz de seus personagens preferidos.

Ao vê-los de perto, temos a impressão de que os personagens ganharam vida.
Bem legal ver cosplayers do mundo todo confraternizando entre si.

O WCS resulta em um show completo, do palco à platéia.
Abaixo, algumas imagens que fiz do público do WCS 2009, no Oasis 21 (Sakae, Nagoya).

Black Storm – Jiraiya

Ja que eu falo sobre o universo automotivo ligado ao Japão, eu não poderia deixar em branco os famosos carros dos nosso heróis!
Quem nunca assistui Jiraiya, Jiban, Winspector e ficou babando nos carros fantásticos deles?

Decidi começar pelo carro que mais me chamava a atenção: Black Storm, do Ninja Jiraiya!
Para quem não sabe o Black Storm era montado na base de um Nissan 300ZX T-Top, um carro que tem credenciais de carro de corrida: Motor 3.0 V6 Twin Turbo de 300cv que o levava à 220km/h e de 0-100km/h em apenas 7,2 segs

Nissan-300ZX-1 original

Na história o Black Storm foi projetado pelo cientista, ex-aluno de Tetsuzan Yamashi, Dr. Smith, tem a função de proporcionar ao jovem Ninja, uma forma de locomoção mais rápida e eficiente, visando com isso, posicionar melhor Jiraiya na situação mais moderna vivida atualmente pelos ninjas. Após a terrível batalha contra Kanin-Dragon, teve seu veículo remodelado e re-equipado para um melhor desempenho e proteção durante suas batalhas, assim como sua armadura! (Fonte: Nipoheroes)

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Esse carro marcou uma época para todos os fãns de seriados japoneses que também curtiam carros como eu

5° Festival de Sanshin – Sanshin no Hi

No último domingo, 07 de março, foi realizado no bairro da Liberdade, em São Paulo, o 5º Festival de Sanshin – Sanshin no Hi (e não 3º, como divulgado aqui anteriormente. Desculpem a nossa falha! =P), um evento promovido pela comunidade de Okinawa em comemoração ao Dia do Sanshin (4 de março).
O sanshin é um instrumento bastante tradicional. Trata-se de um shamisen de três cordas, que surgiu em Okinawa e depois foi se expandindo para outras regiões do Japão. Foi trazido ao Brasil pelos imigrantes, e sempre era usado para animar festas da comunidade okinawana.

Alguns instrumentos raros foram expostos no festival.
Na primeira foto, um shamisen de mais de 200 anos,
e na foto logo acima, um shamisen raro,
que não existe mais em Okinawa. Perdeu-se com a 2ª Guerra Mundial.

O evento contou com a participação de diversos grupos tradicionais de shamisen, como o Ryukyu Minyo Kyokai e o Ryukyu Minyo Hozonkai. Além disso, também houve apresentações de dança tradicional (Ryukyu Buyo) e de taiko, com os grupos Requios Gueinou Doukoukai e Ryukyu Koku Matsuri Daiko. Este último, aliás, tratou de fechar o evento com chave de ouro.
Também tivemos algumas atrações internacionais, como o grupo Tontonmi e a cantora Kanako Horiuchi, que nasceu em Hokkaido e se interessou pela música de Okinawa após ver de perto uma apresentação no Japão. Ela toca sanshin há 10 anos.
“Fiquei muito contente em poder participar de um evento como este aqui no Brasil”, diz a cantora. “Me senti como se estivesse em Okinawa!”

A cantora Kanako Horiuchi, uma das atrações internacionais do evento


O auditório da Associação Okinawa Kenjin do Brasil, com capacidade para cerca de 700 pessoas, lotou com este evento, o que ilustra a popularidade do shamisen entre a comunidade okinawana.
Um dos principais mestres de sanshin no Brasil, o sensei Seitoku Nakandakare, presidente do Ryukyu Minyo Kyokai do Brasil, ressaltou a importância do festival: “Eventos como este ajudam a manter as tradições de Okinawa, e, consequentemente, transmití-las para as gerações seguintes, nisseis, sanseis, yonseis, etc.” Opinião esta também expressa pelo vice-presidente da Associação Okinawa Kenjin do Brasil, o sr. Shinji Yonamine, que destacou o interesse dos jovens da comunidade pelo shamisen. “É uma satisfação muito grande ver os mais jovens se interessarem pelo aprendizado do sanshin. Isso, com certeza, ajuda a preservar e a fortalecer as tradições de Okinawa.”
O sr. Yonamine foi ainda mais além, destacando também a participação de não-descendentes nos grupos de shamisen: “Hoje também há muitos não-descendentes que se interessam pelo sanshin, e aprendem a tocar o instrumento. Isso mostra que a tendência do sanshin no Brasil é crescer e se modernizar, além de promover o intercâmbio com outras comunidades. Tudo isto através de um único instrumento, que saiu de Okinawa e se tornou universal.”

A seguir, temos alguns dos momentos mais importantes do festival

Apresentação do grupo Ryukyu Minyo Kyokai (ao centro, o sensei Seitoku Nakandakare, de kimono azul):

Apresentação do grupo Ryukyu Minyo Hozonkai:


Apresentação de música e dança, com a mestra Shigeko Gushiken:

Apresentação de dança (Nanyou Chidori) – Yoriko Shimabukuro e Juliana Izu:


Apresentação de dança (Wakasyu Zei) – Saito Satoru Ryubu Dojo:



Requios Gueinou Doukoukai Eisa Daiko:



Ryukyu Koku Matsuri Daiko:








Nosso colunista Daniel “Sheider” (ao centro) junto com os membros
do Ryukyu Koku Matsuri Daiko

E foi isso, galera. Um evento super bacana, e um espetáculo muito bonito de se ver.
Parabéns aos participantes e aos organizadores do evento, pelo esforço de divulgar a bela e rica cultura de Okinawa. Chibariyo!

Por enquanto é só, pessoal. Aguardem as próximas postagens!

Opinião | O fim da colônia japonesa no Brasil

É muito estranho ouvir falar do “fim” da colônia japonesa, depois da imigração japonesa no Brasil tenha completado 100 anos com tanta força. Porém, essa é uma afirmação real que a bastante tempo tem rondado a cabeça de pessoas que trabalham voltadas exclusivamente com esse público por aqui ou no Japão.

Todos nós sabemos que o grande iceberg chamado “crise econômica” colocou em cheque a situação de muitos brasileiros no Japão. A situação ficou tão critica que o governo japonês intercedeu oferecendo dinheiro para os brasileiros voltarem ao Brasil com uma condição, não regressarem ao Japão nesse período caótico por lá.

Os números que até ano passado passavam de 50 mil brasileiros que voltaram ao seu país de origem, por terem sido demitidos no Japão se tornou um dado alarmante e principalmente nos trouxe outro dado interessante.

No Brasil, os primeiros japoneses que vieram por aqui, construíram um “mini” Japão dentro do país, trazendo tradições, costumes, cultura e comida que não existia por aqui. Hoje, esses artigos viraram moda, e alguns ficaram enraizados na cultura brasileira. Porém, os japoneses não queriam aprender português, e fizeram escolas voltados a educação do seu país com o sonho de regressar ao Japão. Como todos nós sabemos, um sonho que não se tornou realidade, já que guerras, política e até a forma de trabalho no Brasil destruíram qualquer tentativa de regressar ao país natal.

Nos anos 90, filhos e netos de muitos desses japoneses, começaram a fazer o caminho inverso e ir ao Japão como dekassegui. O Japão se tornou o segundo país mais importante no mundo e existia uma escassez de mão de obra, o que se tornou uma porta de entrada para descendentes japoneses que não tinham condições pra se manter no Brasil.

Se os japoneses fizeram um “mini” Japão quando vieram pro Brasil, os brasileiros construíram uma “mini” Brasil no Japão. Algo que é bastante criticado pelos japoneses, em que os Brasileiros não se “esforçam” pra aprender japonês e nem aprender os costumes japoneses. Porém, olha a ironia, há 100 anos atrás acontecia a mesma coisa no Brasil, e tiveram que haver interferências políticas, como a do Getulio Vargas, para que a colônia japonesa se integrasse ao país.

O que sabemos hoje, que nas últimas décadas, que a cultura japonesa tão preservada pela “colônia japonesa” na forma de organizações e representações de províncias do Japão, está sendo rejeitada pelas novas gerações. Os descentes como brasileiros gostam e se interessam por outras culturas e foi assim que decaiu o número de interessados em manter vivo o idioma japonês.
Por outro lado, o Ocidente foi invadido pela cultura pop japonesa, o que fez um número de estrangeiros sem vínculos sanguíneos com japoneses, a aprenderem e apreciar o idioma, cultura e costumes japoneses.

E enquanto essa crise, alguns brasileiro consideram que foi o momento ideal do “Japão” se livrar deles, por essa barreira cultural, também se discute o aumento de 1% para 10% a entrada de estrangeiros no país sendo uma das exigências, formação qualificada e saber o idioma japonês. Isso é muito pouco divulgado e comentado, porém na minha opinião é um caminho natural que se o Japão está mudando e passando por uma transição pós crise econômica, a maioria da mão de obra não qualificada será substituída por uma qualificada. Porém isso poderia ter sido menos doloroso, tendo um suporte para adaptação aos brasileiros, que envolveria cursos, formação e aprender o idioma. Parece caro, mas com apoio de ONGs, governo japonês ou brasileiro, muito dessa mão de obra brasileira poderia ter sido assimilada nas empresas japonesas, com condições melhores de trabalho.

Recentemente, tivemos o anúncio do cancelamento da publicação mensal Made in Japan, publicado pela JBC. Sim, uma revista que atravessou uma década, está indo pro caminho virtual, porque o público da revista, aquele descedente ou admirador da colônia japonesa, não está dando conta da publicação.

A Made in Japan é uma revista excelente que sempre trouxe as principais novidades do Japão para os brasileiros. A revista é a cara da editora JBC, que acabou mirando dos públicos depois de um tempo, a colônia com a revista e os jovens interessados pela cultura japonesa pelos mangás traduzidos em português.

Hoje, a editora JBC está reinventando e reposicionando Made in Japan, encontrando o mesmo êxito que sua linha de mangás encontrou. Assim, a revista se torna mais um ponto de que hoje, se a cultura japonesa vive, vive por um público fã da cultura oriental, porém não tem uma tradição em casa, simplesmente por são brasileiros, descendentes de outros povos como portugueses, italianos, espanhóis, e não necessariamente japoneses.

Recentemente, até alguns benefícios como bolsas bancadas por províncias japonesas, para descendentes japoneses que residem no Brasil, estão encontrando dificuldade pela ausência de interessados de ir com tudo pago pra região natal de seus avós. Resumindo, eu já recebi e-mail sobre brasileiros em geral darem sua opinião para que essa bolsa seja aberta a todos e não só a descendente daquela região.

A cultura japonesa vai manter viva, seja por sua tradição dentro dos seus lares, ou por seus festivais pelo Brasil, porém cada vez mais ela será assimilada pelos brasileiros que apreciem sua cultura, tornando mais abrangente como festas de outros povos aqui no país, como festas italianas.

Essa é uma realidade que se torna cada vez mais palpável, nesses próximos 100 anos. Você está pronto para essa nova realidade?

Obs: Essa é a opinião do autor do blog J-Wave, Giuliano Peccilli.

Para ficar na vontade: S.I.C. Kamen Rider Den-O Wing Form

Bom dia, leitores do J-Wave!

Hoje trago mais fotos do S.I.C. Kamen Rider Den-O Wing Form para vocês e agora fotos oficiais! Muito embora esse S.I.C. esteja rotulado como ‘S.I.C. Hero Saga Kamen Rider Den-O Special‘, ou seja, como ‘especial’ e com previsão de venda para o Japão apenas (como já mencionei anteriormente), nada como olhar o bonitão e pensar em como vamos conseguir essa belezinha (ou não?).

Visão frontal

Os acessórios que acompanham a Wing-form

 

As asas são um show a parte. Até de costas o bendito fica bonito!

Mais Sieg-styled que isso impossível!

Imagens de ‘Moeyo.com

 

Enfim, o S.I.C. Hero Saga Kamen Rider Den-O Special será lançado em 15 de Junho desse ano, a preço sugerido de 7,800 Yen (incluídas as taxas japonesas).

3º Festival de Sanshin – música tradicional de Okinawa

Dica cultural pra vocês, galera… no próximo dia 7 de março (domingo), será realizado aqui em São Paulo o 3º Festival de Sanshin. Sanshin, pra quem não conhece, é um instrumento tradicional – trata-se de um shamisen de três cordas, oriundo da província de Okinawa. No Brasil, há uma quantidade considerável de músicos que tocam esse tipo de instrumento. E, claro, a maioria deles descende de imigrantes de Okinawa.



Além de vários grupos tradicionais de shamisen, o evento também contará com a presença dos grupos de taiko Ryukyu Koku Matsuri Daiko e Requios Gueinou Doukoukai, bastante conhecidos por participarem de eventos como o Festival do Japão e ajudarem a difundir a cultura da província de Okinawa.

Uma ótima pedida para quem admira, ou mesmo quer conhecer um pouco da cultura de Okinawa.

Portanto, anotem na sua agenda:

3º Festival de Sanshin (Shamisen de Okinawa)
Data: 07 de março de 2010 (domingo) – a partir das 13hs

Local: Associação Okinawa Kenjin do Brasil
Rua Dr. Tomás de Lima, 72 – Liberdade – São Paulo

(próximo à estação Liberdade do Metrô)

Entrada franca

Informações: (11) 3106-8823 (horário comercial)

Obs: Em breve, o J-Wave fará uma série de matérias sobre a cultura de Okinawa no Brasil. Fiquem ligados!

Mugen

Recentemente eu comentei sobre a Honda aqui no J-Wave…
Já que comentei sobre a montadora, preciso comentar então sobre uma parceira dela: Mugen
Mugen Honda S2000
Não, não estou falando sobre o joguinho de lutas chamado Mugen hehehe

Mugen Motorsports (M-TEC Co., Ltd) (無限) é uma empresa Japonesa formada em 1973 por Hirotoshi Honda, filho do fundador da Honda Motor Company Soichiro Honda, em sociedade com Masao Kimura. Mugen, cuja tradução é “sem limite”, é uma preparadora de motores e fabricante de peças associada à Honda Motor Company. Apesar da ligação familiar no entanto, a Mugen não é, nem nunca foi, propriedade da Honda, apesar de ambas terem durante algum tempo como principal acionista a mesma pessoa, após a morte de Soichiro Honda em 1991.
Mugen Honda Civic
No Brasil não temos muito contato com essas preparadoras de autos, mas na Europa e no Japão é extremamente comum. Aqui, os unicos carros desse estilo são as BMW “M Series” e as Mercedes AMG…

A Mugen chegou a fornecer motores entre para a F1 entre 1992 e 1999. Na época a Honda estava ainda estudando a idéia de se afastar da F1 mas sem sair totalmente. A Honda chegou a se retirar como “Honda” por uns tempos e depois retornou em 2000 via BAR que posteriormente viria a se chamar Honda Racing.

A Mugen se foca em pegar carros de rua comuns da Honda e modificar os mesmos para uma alta performance, incluindo também nessas modificações, elementos estéticos.
Atualmente a Mugen é a responsável pela preparação dos Hondas do Super GT (vide post anterior aqui)
Mugen Honda Civic Hatch
Quem sabe um dia a Honda não resolva lançar algum carro preparado pela Mugen aqui no Brasil? Enquanto isso teremos que nos conformar apenas com a versão Si do atual Civic…

Em breve falo das preparadoras das outras marcas japonesas como a Nismo (Nissan).
Mais informações sobre a Mugen em: http://www.mugen-power.com/

Hina Matsuri, O Dia das Meninas.

Hoje, 3 de março,  é dia de Hina Matsuri (o dia das Meninas) no Japão.
A Festa das Bonecas. Dia de muita cor, beleza e tradição.

Para comemorar a data, vamos ouvir a música “Hina Matsuri” do grupo Mini-Moni?


Feliz Hina Matsuri para todas as meninas, de todas as idades!

CoFesta: maior evento sobre entretenimento do mundo chega ao Brasil

Pela primeira vez em sua história, o Japan International Contents Festival – ou simplesmente CoFesta – terá uma edição completa do evento realizada fora de seu país de origem, o Japão. Entre os dias 12 e 14 de março, o CoFesta in Brasil será realizado no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. O evento, que será produzido pela Yamato Comunicações e Eventos e patrocinado pelo Comitê executivo do Japan International Contents Festival, tem como objetivo a promoção do intercâmbio entre as empresas líderes do mercado de entretenimento do Japão e empresas brasileiras atuantes no ramo.

A edição brasileira do CoFesta contará com atrações diversificadas, tais como apresentações de cosplay, exibições de anime e de filmes digitais, palestras sobre o mangá no Brasil, mostra interativa de games, exposição de design, mostra de tecnologia, entre outros. O evento também contará com a participação de convidados internacionais, como a dubladora Miki Maruyama (de Astroboy) e a cantora Yoko Takahashi (a intérprete de Zankoku na Tenshi no Thesis, tema de abertura de Evangelion).



Maiores informações sobre o evento podem ser encontradas no site oficial: www.cofesta.com.br

Top 10 Oricon: 1º Single AKB48 & 1ºÁlbum Tohoshinki

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A partir de agora, toda semana vamos divulgar o top 10 da Oricon, pra single e para álbum.

Essa semana tivemos uma surpresa com AKB48, com o trabalho “Sakura no Shiori” que ganhou do excelente single do Kat-Tun “Love yourself – Kimi ga kirai na Kimi ga suki~”.

Na parte de álbuns, o álbum BEST SELECTION 2010 vendeu 413 mil cópias em sua primeira semana. O sucesso de vendas bateu recorde em vendagem de álbum de artistas estrangeiros no Japão, lembrando que a maior vendagem desde então era de Bom Jovi em 1995 com 379 mil cópias.

E olha que Tohoshinki não para, entre seus trabalhos que estavam no topo da Oricon era “BREAK OUT” que se tornou extremamente popular no Japão.
Outro álbum que chama atenção é o HEARTFUL do grupo AAA, que vem reconquistando sua popularidade depois de uma pequena crise que o grupo teve dentro de sua gravadora.

Vamos aos dados:
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Top 10 – Singles
01. [++] AKB48 – Sakura no shiori
02. [-1] KAT−TUN – Love yourself ~Kimi ga kirai na kimi ga suki~
03. [-1] Hannya, fruits punch – Onara hazukashikunaiyo / Pirameki taiso
04. [++] fripSide – LEVEL5−judgelight−
05. [++] YUKI – Ureshikutte dakiau yo
06. [==] Sata andagi – Yanbaru kuina ga ton da
07. [-4] Nana Mizuki – Silent Bible
08. [++] Ebisu Muscats – Banana Mango High School
09. [++] Angelo – Hikari no kioku
10. [++] Yuya Matsushita – Trust Me

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Top 10 – Albums
01. [++] Dong Bang Shin Ki – BEST SELECTION 2010
02. [-1] FUNKY MONKEY BABYS – FUNKY MONKEY BABYS BEST
03. [++] AAA – HEARTFUL
04. [-2] Kimura Kaela – 5years
05. [-2] Kumi Koda – BEST – third universe – & 8th AL “UNIVERSE”
06. [++] Minori Chihara – Sing All Love
07. [++] The Birthday – STAR BLOWS
08. [+9] Taylor Swift – Fearless
09. [++] May J. – for you
10. [++] Aobozu – Mizukane

E até semana que vem

Fonte: Jame world

One Piece terá parque temático no Japão


O resort e parque aquático Laguna Gamagori terá de 20 de Março a 27 de Junho a atração “Memorial One Piece : Log em Lagunasia”. Um parque com atrações baseadas no anime One Piece.

Dentre as atrações,terão exibições de arte, Memorial do Going Merry,Ambientes decorados com cenários do anime,e no restaurante, serão servidos pratos temáticos preparados pelo Chef Sanji

Tudo para comemorar os 10 anos do Anime(completados em Outubro do Ano Passado) e o grande êxito do Filme Strong World, o décimo da franquia.

Quem é fã do anime, e está no Japão, é uma atração imperdível.

Para mais detalhes, acessem o Site oficial (Em Japonês).