Depois do sucesso de Kasa Branca, o cineasta Luciano Vidigal já trabalha em seu próximo longa-metragem. Intitulado Sobre Noix, o filme acompanha a história de um casal que enfrenta os desafios da adoção enquanto lida com preconceitos, traumas e as barreiras impostas às novas configurações familiares.
Ainda em desenvolvimento, o projeto é uma parceria entre ELO STUDIOS, TvZero e Dualto Produções. A trama acompanha Drica e Joana, duas mulheres que vivem em uma favela da Zona Oeste do Rio de Janeiro e decidem adotar Tetê, sobrinha biológica de Joana, acolhida em um abrigo após sofrer negligência da mãe. Antes da disputa pela guarda, porém, elas precisarão enfrentar marcas do passado e provar que estão prontas para formar uma família.
Ao colocar mulheres pretas, periféricas e lésbicas no centro da narrativa, Sobre Noix propõe uma reflexão sobre maternidade, afeto, adoção e o direito de construir uma família, abordando também questões ligadas ao preconceito estrutural e às desigualdades sociais.
O projeto já começou a ganhar destaque no circuito internacional antes mesmo das filmagens. O longa foi selecionado para o Cinemundi 2025 e recebeu apoio do Hubert Bals Fund + Brazil 2026, iniciativa ligada ao Festival Internacional de Cinema de Roterdã em parceria com o Projeto Paradiso, RioFilme e Embratur.
Conhecido por Kasa Branca, vencedor de 11 prêmios, e pelo documentário Cidade de Deus: 10 anos depois, Luciano Vidigal construiu uma carreira marcada por histórias que retratam as periferias brasileiras sob diferentes perspectivas, explorando temas como identidade, pertencimento e relações humanas.
O Comic Market Brasil (CMB) 2026 confirmou a participação do mangaká Hideki Tsuji como sua principal atração internacional. Conhecido pelo trabalho em Souten no Ken Re:Genesis, sequência oficial do universo criado por Buronson e Tetsuo Hara, o artista desembarca em São Paulo para participar da edição deste ano do evento, marcada para os dias 15 e 16 de agosto, na FAPCOM.
Reconhecido pelo traço detalhado e pelas cenas de ação marcantes, Tsuji levou sua identidade visual para uma das franquias mais importantes dos mangás de ação. Sua participação representa uma oportunidade rara para o público brasileiro conhecer de perto um profissional que atua diretamente na indústria japonesa.
Programação inclui autógrafos, palestras e análise de portfólios
Durante o Comic Market Brasil, Hideki Tsuji participará de diversas atividades voltadas aos fãs e artistas, incluindo sessões de autógrafos, meet & greet, palestras e análise de portfólios. A programação completa será divulgada pelos organizadores nos próximos dias.
A presença do mangaká reforça a proposta do evento de aproximar o mercado brasileiro de quadrinhos da indústria internacional, promovendo intercâmbio entre artistas, editoras e profissionais do setor.
Comic Market aposta na produção autoral e na formação profissional
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Diferente dos eventos tradicionais voltados apenas ao entretenimento, o Comic Market Brasil tem como foco fortalecer a cena nacional de quadrinhos e ilustração por meio de três pilares principais.
O Comic Market reúne artistas independentes, editoras e lançamentos. Já o Comic Business é voltado ao networking entre criadores e empresas, enquanto o Comic Learning oferece palestras, workshops e masterclasses para quem deseja atuar profissionalmente no mercado.
A programação também contará com exposições, encontros com convidados, experiências voltadas à cultura pop e espaços dedicados à economia criativa.
Serviço
Comic Market Brasil – CMB 2026
FAPCOM – Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação – São Paulo/SP 15 e 16 de agosto de 2026
Segmentos: quadrinhos, ilustração, economia criativa, cultura pop, arte independente e empreendedorismo criativo. Ingressos: Comum – R$ 70,00 | Meia social – R$ 35,00 | Comic Learning – R$ 225,00
O Homem-Aranha encontrou um novo herói brasileiro. Em uma parceria entre a MSP Estúdios e a Sony Pictures, o Cascão assume o papel do Amigão da Vizinhança em uma animação especial de Mônica Toy, criada para celebrar a chegada de Homem-Aranha: Um Novo Dia aos cinemas.
Sem diálogos, como é tradição na série animada, o curta recria momentos clássicos do herói da Marvel com o humor característico do universo da Turma da Mônica. Após ser picado por uma aranha, Cascão descobre novos poderes e passa a atravessar a cidade em cenas que fazem referência às aventuras de Peter Parker.
Dois ícones dos quadrinhos se encontram
A colaboração aproxima dois personagens que marcaram gerações e nasceram quase ao mesmo tempo nos quadrinhos. Cascão, criado por Mauricio de Sousa, fez sua estreia em 1961, enquanto o Homem-Aranha, de Stan Lee e Steve Ditko, apareceu pela primeira vez em 1962.
O resultado é uma homenagem que mistura o humor de Mônica Toy com elementos clássicos do herói da Marvel, aproximando dois universos que seguem populares entre diferentes gerações de fãs.
Animação já está disponível
O episódio faz parte da campanha brasileira de Homem-Aranha: Um Novo Dia e já pode ser assistido nas redes sociais da MSP Estúdios e da Sony Pictures.
O novo longa acompanha Peter Parker enfrentando uma fase inédita de sua vida após os acontecimentos recentes do Universo Marvel, enquanto precisa lidar com uma ameaça capaz de colocar toda Nova York em risco.
Quando Granblue Fantasy: Relink foi lançado em 2024, a Cygames surpreendeu ao transformar uma franquia conhecida principalmente pelo sucesso nos dispositivos móveis em um dos melhores RPGs de ação dos últimos anos. Se você nunca teve contato com esse universo, imagine uma aventura que mistura a grandiosidade de Final Fantasy, o combate acelerado de Tales of Arise e batalhas contra criaturas colossais que lembram Monster Hunter. O resultado foi um jogo acessível para novos jogadores, mas profundo o suficiente para prender fãs do gênero por centenas de horas.
Giuliano Peccilli
Mas talvez seu maior diferencial esteja no carisma dos personagens. A tripulação do Grandcypher conquista o jogador rapidamente, fazendo com que seja fácil se apegar aos protagonistas e acompanhar sua jornada pelos céus.
Dois anos depois, Endless Ragnarok chega com uma proposta bastante clara: expandir tudo aquilo que já funcionava no jogo original. Em vez de reinventar sua estrutura, a expansão adiciona novos sistemas, personagens, desafios e um pós-game muito mais interessante, entregando um pacote que se aproxima de uma expansão tradicional dos RPGs clássicos, e não apenas de um conjunto de missões extras.
Mais conteúdo, mas sem perder a identidade
Giuliano Peccilli
A nova história acontece após os acontecimentos da campanha principal e coloca a tripulação do Grandcypher diante de uma ameaça capaz de comprometer todo o arquipélago de Zegagrande. Embora a narrativa mantenha o clima épico característico da franquia, ela funciona principalmente como ponto de partida para apresentar as novas mecânicas da expansão.
O acesso ao conteúdo, porém, exige dedicação. Boa parte das novidades só fica disponível depois de avançar bastante no pós-game do título original, o que deixa claro que Endless Ragnarok foi pensado para quem realmente investiu tempo em Relink.
Mas não pense que as novidades ficam apenas no final. Durante a campanha, diversas notificações mostram novos itens, equipamentos e personagens sendo liberados justamente por você possuir a expansão. Ou seja, mesmo que a nova história seja voltada para o pós-game, quem começa uma nova aventura já consegue aproveitar parte do conteúdo ao longo da progressão.
Conflux transforma completamente o endgame
Inspirado nos roguelites modernos, o novo modo substitui a repetição constante das mesmas missões por incursões aleatórias, cheias de modificadores, desafios variados e melhorias temporárias que mudam completamente a dinâmica de cada partida.
A sensação lembra o impacto que Monster Hunter World: Iceborne teve sobre o conteúdo pós-campanha da Capcom. A estrutura principal continua a mesma, mas existe uma quantidade muito maior de atividades realmente interessantes para realizar, tornando o endgame muito mais divertido.
Um dos melhores sistemas de combate do gênero
Giuliano Peccilli
Se havia algo praticamente incontestável em Granblue Fantasy: Relink, era seu combate.
Viciante e intenso, o sistema lembra a fluidez de Final Fantasy VII Remake e Final Fantasy XVI, mas encontra identidade própria ao focar totalmente na cooperação entre quatro personagens. Link Attacks, Chain Bursts e habilidades exclusivas transformam cada batalha em um verdadeiro espetáculo.
Cada integrante possui armas, habilidades e estilos completamente diferentes, fazendo com que trocar de personagem altere significativamente a forma de encarar cada confronto.
A expansão amplia ainda mais essa variedade ao adicionar Beatrix, Eustace, Fraux, Fediel, Gallanza e Maglielle ao elenco jogável. Não são apenas novos rostos: cada personagem apresenta mecânicas próprias que incentivam experimentar diferentes composições de equipe.
Com Endless Ragnarok, o elenco chega a 28 personagens jogáveis. Enquanto JRPGs costumam oferecer grupos numerosos, poucos Action RPGs apresentam tamanha variedade de estilos de combate, tornando Relink um dos títulos mais completos do gênero nesse aspecto.
As Invocações finalmente assumem o protagonismo
Outra novidade importante é a evolução das tradicionais Primal Beasts. Para quem não está acostumado com Granblue Fantasy, elas cumprem um papel semelhante ao dos famosos Summons de Final Fantasy.
A diferença é que aqui elas não servem apenas como golpes cinematográficos. As Primal Beasts alteram completamente o ritmo das batalhas, criam novas oportunidades ofensivas e defensivas e ampliam as possibilidades durante os Link Attacks, Chain Bursts e os novos Primal Bursts.
O resultado é um sistema ainda mais profundo, mas que continua extremamente intuitivo de aprender.
Localização
Giuliano Peccilli
Outro ponto positivo continua sendo a localização em português brasileiro. Com menus, diálogos e tutoriais totalmente traduzidos, a experiência se torna muito mais agradável, principalmente em um RPG cheio de sistemas para aprender.
Hoje isso já é mais comum do que alguns anos atrás, mas continua sendo um diferencial importante para o público brasileiro.
No Nintendo Switch 2
A versão analisada foi a de Nintendo Switch 2, o que tornou a experiência um pouco diferente por permitir jogar tanto no modo portátil quanto na televisão.
Durante os testes, não percebi perda significativa de desempenho entre os dois modos, tornando a experiência igualmente agradável em qualquer situação.
Isso permite, por exemplo, jogar durante um intervalo no trabalho, em uma viagem de Uber ou fretado e, ao chegar em casa, simplesmente continuar a aventura na TV sem comprometer a qualidade da experiência.
Vale a pena
Giuliano Peccilli
Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok faz exatamente aquilo que uma boa expansão deveria fazer: ampliar o conteúdo sem comprometer a identidade do jogo original.
O jogo base já era excelente, mas a chegada de Endless Ragnarok, somada ao lançamento no Nintendo Switch 2, transforma esta na versão ideal para quem ainda não conhecia Relink.
O excelente modo Conflux, os novos personagens e todas as novidades de progressão tornam o pacote muito mais completo e aumentam significativamente sua longevidade.
A única ressalva fica por conta da exigência de progresso no conteúdo original para acessar boa parte das novidades. Confesso que, como joguei a versão de Nintendo Switch 2, aproveitei a oportunidade para revisitar toda a campanha antes de mergulhar na expansão, justamente para aproveitar tudo o que ela oferece.
Por outro lado, para quem aprecia RPGs japoneses e procura uma experiência que combine elementos consagrados de outros grandes títulos do gênero, Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok entrega exatamente o que promete.
Mais do que uma simples expansão, Endless Ragnarok transforma Granblue Fantasy: Relink na versão definitiva de um dos melhores Action RPGs disponíveis atualmente
Quando o encontro dos três Aranhas em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa aconteceu, muito se duvidava de como seguir em frente dali. Com a Saga do Multiverso e o próprio Aranhaverso chegando à reta final, um novo filme que ajudasse a encerrar essa fase da Marvel era questão de tempo. Enquanto Homem-Aranha: Um Novo Dia, nos quadrinhos, serviu para balançar as estruturas ao colocar o Doutor Octopus no corpo do Homem-Aranha, aqui o nome representa um novo momento do herói: um salto de quatro anos no tempo, sem amigos, sem seu grande amor e vivendo praticamente 24 horas por dia como o “Miranha”.
Nos bastidores também houve mudanças. Sai Jon Watts, diretor responsável pela primeira trilogia com Tom Holland, que acostumou o público a ver o herói sempre ao lado de um mentor, e entra Destin Daniel Cretton, de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (que talvez fosse, até então, o melhor filme da Marvel Studios nesta fase, algo que Homem-Aranha: Um Novo Dia consegue elevar ainda mais). Algumas peças, porém, continuam as mesmas e o roteiro segue assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, algo importante para fazer a transição dessa nova fase do personagem.
Indo mais longe do que qualquer filme anterior do Homem-Aranha, este quarto capítulo parte diretamente das consequências de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Temos um Peter Parker (Tom Holland) cuja existência foi apagada da memória de todos por causa do feitiço do Doutor Estranho, incluindo seu melhor amigo e seu grande amor.
A história
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Morando sozinho, treinando como dava e usando inteligência artificial para aprimorar seu traje e suas teias, Peter Parker acompanha pelas redes sociais como seguem as vidas de Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya).
Vivendo praticamente como um herói em tempo integral, o Homem-Aranha recebe a chave da cidade de Nova York, mas continua morando em um apartamento simples, costurando o próprio uniforme e criando laços com outros heróis urbanos. É aí que nasce uma amizade inesperada com o Justiceiro (Jon Bernthal) (Sim, o mesmo personagem das séries da Netflix e do Disney+) mostrando um Homem-Aranha muito mais integrado à cidade do que nas produções anteriores.
Vale um adendo: nos quadrinhos, o personagem sempre foi assim. Não é à toa que recebeu o apelido de “Amigo da Vizinhança”. Pela primeira vez nos cinemas, o Homem-Aranha consegue mostrar esse lado mais conectado com sua cidade, deixando de ser pupilo de alguém para atuar em pé de igualdade com outros heróis.
Se Peter Parker perdeu seus amigos, o Homem-Aranha encontrou vários novos aliados. Um deles é a detetive Jean DeWolff (Liza Colón-Zayas), da Polícia de Nova York. Investigando diferentes casos e salvando o dia, os dois constroem uma relação que lembra a parceria entre Batman e o comissário Gordon. Mais do que isso, ela sabe que existe apenas um garoto por trás da máscara e se preocupa com sua saúde física e mental.
É justamente nesse contraste que o filme trabalha bem o isolamento de Peter. Enquanto acompanha Ned e MJ comemorando a vida nova e o fim da faculdade, ele acaba aparecendo de surpresa em uma festa dos dois e descobre da pior forma possível que aquela MJ, sem qualquer lembrança dele, seguiu em frente e está vivendo outro relacionamento.
Tudo muda quando o Homem-Aranha passa a investigar uma sequência de crimes envolvendo pessoas que simplesmente não se lembram do que aconteceu. Aos poucos, ele percebe que existe alguém capaz de trocar de corpo com outras pessoas, mas ainda sem entender quem está por trás disso.
Ao pedir ajuda aos Novos Vingadores, Peter acaba encontrando a Viúva Negra (Florence Pugh), que deixa claro que aquele caso é pequeno demais para mobilizar a equipe e que cabe ao próprio “Miranha” resolver a situação.
Exausto e próximo de um burnout, Peter passa a perder o controle sobre sua mutação. O cansaço faz com que seu lado aranha tente assumir o comando do corpo, levando-o a procurar Bruce Banner (Mark Ruffalo), agora professor em Nova York e usuário de um dispositivo que o ajuda a manter o Hulk sob controle.
Enquanto tenta descobrir quem é a misteriosa inimiga, Peter começa a sofrer mudanças físicas inesperadas. Além de acordar preso em teias no topo de seu prédio, ele passa a desenvolver teias orgânicas, em uma clara referência ao Homem-Aranha vivido por Tobey Maguire.
Uma vilã ou futura heroína?
E é justamente aqui que entramos na área de spoilers, porque o grande mistério guardado até então era justamente quem era essa vilã. Aqui temos a confirmação de que ela não só é uma mutante, como também a futura X-Men Jean Grey (Sadie Sink).
Peter não só descobre quem ela é, como consegue capturá-la e levá-la para o Departamento de Controle de Danos. Porém, será que ela realmente é tão má assim?
Veredito
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A chegada de Destin Daniel Cretton ao novo filme trouxe um estilo de ação totalmente diferente para o Homem-Aranha. Mais pé no chão e deixando de lado os trajes altamente tecnológicos, esta nova versão do herói parece mais preparada do que nunca, mostrando claramente sua evolução ao longo do MCU.
Entregando uma história densa e repleta de participações, Homem-Aranha: Um Novo Dia entrega não só a melhor história da versão de Tom Holland, como finalmente abraça sua essência nos quadrinhos.
Sabemos que a versão de Tom Holland era, até então, a menos ligada aos quadrinhos, principalmente por tantos reboots em um curto espaço de tempo e pela escolha da Marvel e da Sony de evitar repetições. Isso deixou o Tio Ben completamente de fora da história, assim como a frase que se tornou sinônimo do personagem. Como consequência, surgiram soluções criativas para preencher esse vazio, trazendo heróis como Homem de Ferro, Nick Fury e Doutor Estranho para o papel de mentores.
Aqui, porém, sua relação com o Justiceiro é completamente diferente. Não existe uma dinâmica de mestre e aprendiz, mas sim de dois heróis que trabalham lado a lado. É justamente essa relação que sempre existiu nos quadrinhos e que fazia falta nas adaptações para o cinema.
Por mais que a justificativa para tirar os Novos Vingadores de cena seja conveniente, a interação entre a Viúva Negra e o Homem-Aranha (com Peter apenas de cueca e máscara) transmite uma mistura curiosa de tensão, respeito e bom humor.
E por mais que a Jean Grey aqui esteja mais próxima de uma Carrie, a Estranha, seu poder de saltar de corpo em corpo mostra todo o potencial que ela tem para roubar a cena no futuro dos X-Men. Na verdade, sempre soubemos do perigo que ela representa quando lembramos da Fênix dominando sua mente, mas muitas vezes esquecemos que, antes de Xavier aparecer e ajudá-la a controlar seus poderes, Jean já era extremamente perigosa justamente por não conseguir lidar com eles. Nesse ponto, o filme é certeiro tanto na visão quanto na construção da personagem.
Agora falando de Peter Parker, é aqui que o personagem finalmente chega ao ponto em que sempre esteve nos quadrinhos. Morando sozinho, vivendo no caos e respirando Nova York o tempo todo, esse Peter está muito próximo do que se espera da versão clássica do herói. E a mutação que seu corpo sofre também encontra uma justificativa interessante: o desgaste físico e emocional causado pela exaustão e pelo burnout. Foi uma decisão muito mais acertada do que simplesmente transformá-lo em um monstro, como aconteceu em algumas histórias dos quadrinhos.
A participação de Bruce Banner (Mark Ruffalo), por outro lado, acaba decepcionando. Depois de todo o alarde envolvendo um possível Hulk Cinza, o personagem aparece como professor e depois volta a se transformar no Hulk apenas quando Jean assume o controle de seu corpo, rendendo uma ótima sequência de ação. Fora isso, Bruce pouco brilha, deixando praticamente todos os holofotes para o Justiceiro.
E é justamente do Justiceiro que precisamos falar. Existe aquele eterno sentimento de amor e ódio por ver o Homem-Aranha sempre atrapalhando sua “diversão” durante a caça aos criminosos. Ainda assim, quando o Miranha aparece gravemente machucado no fim do filme, Frank Castle revela um lado mais humano e protetor que torna impossível não gostar da dinâmica entre os dois.
Mas eu sei que você deve estar se perguntando sobre Ned e MJ. Sim, o filme trabalha o retorno gradual da memória dos dois, mas deixa claro que saber quem Peter Parker é não significa que tudo volte ao normal da noite para o dia. Existe um caminho para reconstruir essa amizade, algo que pode ser desenvolvido nos próximos filmes. E, sinceramente, mesmo que isso nunca seja explorado, também funciona. Afinal, algumas amizades permanecem para sempre, mas isso não significa que as pessoas continuem caminhando lado a lado.
Por fim, não dá para deixar de falar das cenas de ação. Além de extremamente bem coreografadas, Destin Daniel Cretton entrega um dos melhores usos do 3D que vi nos cinemas nos últimos anos. A sensação de acompanhar o Homem-Aranha saltando entre os prédios e lutando pelas ruas de Nova York faz parecer que estamos em um brinquedo de parque de diversões. Foi, sem dúvida, uma das maiores surpresas do filme.
Também é possível perceber fortes influências dos jogos mais recentes do personagem, principalmente pela forma como a câmera acompanha seus movimentos durante os balanços pela cidade. Com a Copa do Mundo recém-encerrada, a sensação lembra bastante as câmeras utilizadas por árbitros durante as partidas, colocando o espectador praticamente em primeira pessoa em algumas sequências de ação. É um recurso simples, mas extremamente eficiente para aumentar a sensação de velocidade e imersão, mostrando que o Homem-Aranha ainda tem muito a entregar no cinema.
Mas você deve estar se perguntando… E Vingadores: Doutor Estranho? A cena pós-créditos sugere um Homem-Aranha no espaço. Seja lá o que isso signifique, é o máximo de conexão que o filme estabelece com a próxima aventura do “Miranha”.
No fim das contas, Homem-Aranha: Um Novo Dia é o filme mais maduro do personagem no MCU e mostra que ainda existe muito a explorar nesta versão do herói. Tom Holland consegue afastar qualquer receio de um novo remake do Homem-Aranha.
Ficha técnica
Nota: 5 (de 5)
Título: Homem-Aranha: Um Novo Dia
Direção: Destin Daniel Cretton
Roteiro: Chris McKenna e Erik Sommers
Produção: Kevin Feige, Amy Pascal, Avi Arad e Rachel O’Connor
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Florence Pugh, Tramell Tillman, Marisa Tomei e Mark Ruffalo
Música: Michael Giacchino
Fotografia: Brett Pawlak
Montagem: Nat Sanders e Gina Sansom
Produção: Columbia Pictures, Marvel Studios e Pascal Pictures
Baseado no espanhol Sentimental, de Cesc Gay, O Convite coloca Olivia Wilde à frente de um grande elenco para entregar um remake que facilmente entra na lista dos melhores filmes de 2026.
E sejamos francos que O Convite deixa claro desde o primeiro minuto que estamos acompanhando a vida de um casal que já passou dos seus melhores dias de relacionamento. Conhecemos Joe (Seth Rogen), um professor de música, enquanto Angela (Olivia Wilde) é uma dona de casa que tenta manter as aparências de uma vida perfeita.
Ao chegar em casa depois de um dia de trabalho, Joe descobre que Angela marcou um jantar com os vizinhos do andar de cima. É aí que descobrimos um dos principais motivos do desgaste entre os dois: os constantes gemidos e barulhos vindos do apartamento acima.
A situação fica ainda mais curiosa quando a campainha toca e surgem Pina (Penélope Cruz) e Hawk (Edward Norton). Logo de cara, os dois percebem a tensão entre o casal, mas entram no jogo enquanto conhecem o apartamento recém-reformado dos anfitriões.
Angela faz de tudo para agradar Pina, preparando uma mesa de queijos e frios, apenas para descobrir que a convidada é alérgica a praticamente tudo aquilo.
Com um tom que lembra os filmes clássicos de Woody Allen, Olivia Wilde conduz a trama em camadas. A conversa começa cheia de constrangimentos e pequenas provocações, mas, conforme o álcool entra em cena, as barreiras desaparecem e as verdades começam a surgir.
E se o álcool está presente, a sinceridade também. A vida sexual de Pina e Hawk rapidamente vira assunto, impulsionada justamente pelos barulhos que incomodam os vizinhos. É então que o casal revela participar de festas de sexo e encontros com outros parceiros, algo tratado por eles com absoluta naturalidade.
Joe e Angela ficam visivelmente desconcertados com tanta honestidade, mas a presença dos vizinhos acaba despertando uma pergunta inevitável: será que aquela noite pode reacender um relacionamento que parecia já desgastado?
Opinião
Penélope Cruz em cena de O Convite (Divulgação- O2 Play)
Eu ainda conhecia pouco o trabalho de Cesc Gay antes de assistir Histórias para Não Contar (2022), mas mesmo sendo um remake americano, O Convite preserva uma das principais características do diretor: transformar situações cotidianas em conversas desconfortáveis que falam sobre sexo, desejo e relacionamentos com uma naturalidade incomum.
Olivia Wilde, por sua vez, imprime sua própria identidade à obra original. O resultado é um filme que lembra o cinema de Woody Allen não apenas pelo humor, mas pela maneira como coloca quatro personagens em um mesmo ambiente para desmontar, pouco a pouco, suas certezas e contradições através dos diálogos.
A grande sacada é que praticamente toda a história acontece dentro do apartamento de Joe e Angela, preservando a essência da peça que deu origem ao filme. Essa escolha deixa nas mãos de Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz e Edward Norton a responsabilidade de sustentar a narrativa — e eles fazem isso com enorme competência.
Seth Rogen entrega um Joe cansado da própria vida. Ele já não encontra felicidade nem no casamento, nem na carreira como músico, enquanto tenta mudar de hábitos sem muita convicção, representada até pela bicicleta ergométrica dobrável que vive ocupando espaço na sala.
Olivia Wilde interpreta uma mulher que já não consegue enxergar o marido da mesma forma, mas insiste em manter a aparência de uma família feliz por causa da filha. O curioso é que Angela parece se sentir mais desejada ao perceber o interesse dos vizinhos do que dentro da própria casa.
Penélope Cruz brilha como Pina, uma psicóloga e sexóloga que alterna inglês e espanhol enquanto desmonta, com enorme naturalidade, a dinâmica do casal vizinho. Mais do que defender relacionamentos abertos, sua personagem questiona por que tantos casais permanecem presos à rotina sem sequer conversar sobre seus desejos.
Edward Norton completa o quarteto como Hawk, um bombeiro que reencontrou a felicidade ao lado de Pina e encara a própria relação com uma leveza que contrasta diretamente com a tensão vivida por Joe e Angela.
Enquanto O Convite faz rir desde o primeiro minuto com as constantes brigas do casal protagonista, o que realmente chama atenção é a forma como o roteiro vai revelando, pouco a pouco, os problemas e segredos de pessoas que passaram a viver no piloto automático. No fim das contas, Pina e Hawk funcionam menos como agentes do caos e mais como um espelho que obriga Joe e Angela a encararem aquilo que vinham evitando há muito tempo.
Com humor na medida certa e constrangimentos que fazem parte da proposta, O Convite não reinventa a comédia dramática, mas entrega um filme inteligente, divertido e surpreendentemente humano. É um remake que entende o espírito da obra original sem abrir mão de uma identidade própria, provando que Hollywood ainda é capaz de adaptar histórias estrangeiras sem perder aquilo que as tornou especiais.
Ficha técnica
Nota: 4,5 (de 5)
O Convite
Direção: Olivia Wilde
Roteiro: Will McCormack e Rashida Jones
Baseado em:As Pessoas do Andar de Cima (The People Upstairs), de Cesc Gay
Elenco: Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz e Edward Norton
Produção: Ben Browning, Megan Ellison e David Permut
Os fãs de Hades, Dead Cells e outros roguelikes de ação têm mais um título para colocar no radar. Grim Trials chega em 20 de agosto para PC (Steam), PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, apostando em uma combinação de combates hack and slash, progressão permanente e uma identidade visual inspirada no universo do heavy metal.
Desenvolvido pelo estúdio indonésio Glory Jam e publicado pela Soft Source Publishing, o game coloca o jogador no papel de Avelin, uma jovem que, após morrer, é recrutada para integrar uma ordem de Ceifadores da Morte.
Foices, bestas e batalhas contra criaturas profanas
A campanha leva os jogadores por arenas repletas de monstros, armadilhas e chefes, onde será necessário alternar entre foices, bestas personalizáveis e diferentes Bênçãos Divinas para sobreviver.
Segundo os desenvolvedores, o sistema de combate recompensa a troca constante entre armas, incentivando estratégias diferentes a cada partida.
Como todo bom roguelike, morrer faz parte da experiência. A diferença é que parte da evolução permanece entre as tentativas, permitindo desbloquear habilidades, equipamentos e melhorias permanentes.
Academia dos Ceifadores funciona como base da aventura
Fora das batalhas, Grim Trials apresenta uma área central chamada Academia, onde será possível conversar com mentores, aceitar missões secundárias, criar equipamentos e aprofundar a história dos personagens.
Os recursos obtidos durante as expedições também poderão ser usados para fabricar novas armas, armaduras e consumíveis.
Personalização e builds diferentes a cada partida
Além da árvore de habilidades permanente, cada partida oferece Bênçãos distribuídas aleatoriamente, permitindo criar combinações diferentes de habilidades e equipamentos.
A proposta é incentivar experimentação e aumentar o fator de repetição, característica comum entre os principais roguelikes do mercado.
Quando lança
Grim Trialsserá lançado em 20 de agosto para: PC (Steam), PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.
A OPPO anunciou oficialmente a chegada da linha Reno16 ao Brasil. Os novos OPPO Reno16 e OPPO Reno16 F estreiam apostando em um conjunto que combina design diferenciado, recursos de fotografia com inteligência artificial e um novo acessório que promete chamar atenção de criadores de conteúdo: o OPPO Bubble.
Além dos smartphones, a fabricante também apresentou novos acessórios para o mercado brasileiro, incluindo os fones OPPO Enco Clip2, o flash magnético MagFlash e uma caixa de som portátil.
Fotografia é o principal destaque da linha
Divulgação: OPPO Brasil
A nova geração da série Reno mantém o foco em câmeras, mas amplia o uso de recursos baseados em IA para facilitar tanto a captura quanto a edição de fotos e vídeos.
Entre as novidades estão a Cyber Pop Cam, que aplica filtros inspirados em câmeras retrô diretamente no aplicativo nativo, e ferramentas como AI Remix, capazes de criar colagens utilizando fotos, vídeos e objetos recortados automaticamente.
Os aparelhos também gravam vídeos em 4K com estabilização aprimorada e oferecem câmera frontal de 50 MP, além de conjuntos traseiros que incluem sensores principais estabilizados, lentes telefoto e ultrawide.
OPPO Bubble transforma a câmera traseira em câmera de selfie
Divulgação: OPPO Brasil
O acessório mais curioso do anúncio foi o OPPO Bubble.
Pesando apenas 35 gramas, ele se conecta magneticamente ao smartphone e funciona como uma pequena tela AMOLED auxiliar. Na prática, permite utilizar a câmera traseira para selfies, vlogs e fotos em grupo visualizando a imagem em tempo real.
O Bubble também pode atuar como disparador remoto a até 10 metros de distância e ainda permite personalizar sua tela com imagens, animações e textos.
É um conceito que lembra os displays externos vistos em alguns dobráveis, mas em formato de acessório independente.
IA integrada ao ColorOS 16
A linha Reno16 também amplia o uso de inteligência artificial no sistema.
Entre os recursos estão:
AI Mind Space, que organiza automaticamente informações importantes;
Assistente Pessoal AI, capaz de utilizar diferentes modelos de IA conforme a tarefa;
Tradução de Cardápios com IA, pensada para viagens internacionais;
Circule para Pesquisar, recurso integrado ao Google.
Tela de até 120 Hz e baterias de até 7.000 mAh
Os dois modelos chegam com telas AMOLED de 120 Hz.
O Reno16 possui painel de 6,32 polegadas e bateria de 6.000 mAh, enquanto o Reno16 F aumenta a tela para 6,57 polegadas e traz bateria de 7.000 mAh.
Ambos contam com carregamento rápido 80W SUPERVOOC e certificações de resistência à água e poeira.
Preço no Brasil
Os novos smartphones já estão disponíveis no país.
OPPO Reno16 — a partir de R$ 5.999 (preço promocional de lançamento)
OPPO Reno16 F — a partir de R$ 4.599 (preço promocional)
Já o OPPO Bubble chega exclusivamente ao e-commerce da fabricante por R$ 699 durante o período de lançamento, enquanto o OPPO Enco Clip2 custa R$ 1.599.
A TCL anunciou o TAB A1 Plus, novo tablet da marca para o mercado latino-americano. Revelado durante a MWC 2026, o dispositivo chega com foco em produtividade e entretenimento, reunindo tela de 12,2 polegadas, painel 2.4K, taxa de atualização de 120 Hz e integração com recursos de inteligência artificial baseados no Gemini, do Google.
O modelo também estreia com o Snapdragon 4 Gen 2, prometendo desempenho equilibrado para tarefas do dia a dia, leitura, estudos e jogos.
Tela grande e recursos de produtividade
Um dos destaques do TAB A1 Plus é o display de 12,2 polegadas com proporção 3:2, formato que favorece a leitura de documentos, livros e quadrinhos em comparação com telas mais tradicionais.
A TCL também incorporou recursos voltados à multitarefa, como divisão de tela, janelas flutuantes, barra lateral para aplicativos e o Magic Hub, ferramenta que permite copiar e organizar rapidamente textos e imagens entre diferentes aplicativos.
O tablet ainda é compatível com os acessórios T-Pen 2, Smart Case e Smart Keyboard Case, vendidos separadamente.
Gemini e IA para o dia a dia
A inteligência artificial é outro dos pilares do novo tablet. Além da integração com o Gemini, o dispositivo oferece recursos como Circule para Pesquisar, permitindo pesquisar textos, imagens ou vídeos diretamente na tela sem trocar de aplicativo.
Segundo a TCL, futuras atualizações também incluirão ferramentas como Text Assist e Writing Assist, voltadas para resumir, revisar, traduzir e produzir textos com auxílio da IA.
Preço e disponibilidade
O TCL TAB A1 Plus já está disponível nos canais digitais da marca em três versões:
Depois de mais de duas décadas satirizando filmes, séries, games e a cultura pop, Robot Chicken está de volta. A animação criada por Seth Green e Matthew Senreich ganhará dois episódios especiais, o primeiro com estreia marcada para 31 de agosto na HBO Max e no Adult Swim.
O retorno faz parte das comemorações pelos 25 anos do Adult Swim e promete reunir personagens de algumas das produções mais populares do bloco de animação adulta.
Um crossover do universo Adult Swim
Batizado de Robot Chicken Adult Swim Special, o episódio levará personagens de séries como Smiling Friends e Aqua Teen Hunger Force para uma aventura ambientada em um cruzeiro, mantendo o humor irreverente e as paródias que transformaram Robot Chicken em uma referência da animação adulta.
O especial foi anunciado durante o Festival Internacional de Animação de Annecy, na França.
Cartoon Network será a próxima homenagem
A segunda novidade já está confirmada para 2027. O próximo especial celebrará os 35 anos do Cartoon Network, reunindo personagens clássicos do canal em uma homenagem ao legado de séries que marcaram gerações.
A Warner Bros. Discovery ainda não revelou quais animações farão parte do crossover, mas confirmou que o episódio já está em produção.
Produzida pelo estúdio Stoopid Buddy Stoodios, Robot Chicken acumula mais de 20 anos no ar e conquistou diversos prêmios, incluindo o Emmy. Todas as 11 temporadas da série estão disponíveis na HBO Max.
Apesar de dominar o cenário competitivo de Rainbow Six Siege há quase uma década, o Brasil ainda tem um troféu para conquistar: o da Esports World Cup. A oportunidade chega nesta terça-feira (4), quando começa a disputa da modalidade em Paris, na França.
Quatro organizações brasileiras entram na competição em busca desse feito inédito: FaZe Clan, FURIA, Team Liquid Alienware e MiBR.LOS. Ao todo, 22 equipes disputam uma premiação de US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões), além de uma vaga direta para o Six Invitational 2027, que será realizado no Brasil.
Último grande troféu que falta ao Brasil
O cenário brasileiro de Rainbow Six Siege é um dos mais vitoriosos do mundo. Desde 2017, equipes nacionais conquistaram nove dos 17 principais campeonatos internacionais, acumulando mais de US$ 13 milhões em premiações.
Curiosamente, o título da Esports World Cup segue como a única grande conquista que ainda escapa ao país.
Com quatro representantes entre os favoritos, a expectativa é que 2026 finalmente coloque o Brasil no topo também da competição organizada pela Esports World Cup Foundation.
Competição vai até 15 de agosto
O torneio será disputado em diferentes etapas, passando por Play-ins, fase de grupos e playoffs até a grande decisão, marcada para 15 de agosto.
Além da premiação milionária, o campeão garante classificação direta para o Six Invitational 2027, principal campeonato mundial de Rainbow Six Siege, que terá o Brasil como sede na próxima temporada.
As partidas da Esports World Cup serão transmitidas pelos canais oficiais da Ubisoft na Twitch e no YouTube.
A LG Electronics seguirá como patrocinadora master do MIBR até março de 2027. A renovação amplia a parceria entre as empresas e marca uma nova fase do investimento da fabricante no cenário competitivo brasileiro, com apoio às equipes de Counter-Strike, entrada no Rocket League e o lançamento de iniciativas voltadas à formação de novos jogadores.
Além de continuar estampando as equipes masculina, feminina e Academy de Counter-Strike 2, a marca passa a patrocinar oficialmente a lineup de Rocket League, expandindo sua presença para outra das principais modalidades do cenário competitivo.
WIBR Cup e projeto para revelar novos talentos
A renovação também traz novidades fora dos servidores.
Entre elas está a criação da WIBR Cup, campeonato inédito de Counter-Strike voltado ao cenário feminino, desenvolvido em parceria com a plataforma Women in Brazil (WIBR). O objetivo é ampliar o espaço para novas atletas e fortalecer o ecossistema competitivo da modalidade.
Outro destaque é o projeto “Feitos no Brasil by LG UltraGear™”, iniciativa criada para identificar novos talentos e aproximá-los das equipes profissionais do MIBR. A parceria ainda prevê ações exclusivas para a comunidade no servidor oficial da organização no Discord.
Parceria mira o crescimento do cenário brasileiro
Segundo a LG, a renovação vai além da exposição da marca durante campeonatos e busca fortalecer diferentes etapas da carreira de um jogador competitivo, desde a base até o alto rendimento.
O acordo contempla atletas das equipes masculina, feminina e Academy de Counter-Strike, além da lineup de Rocket League, reforçando a estratégia da empresa de expandir sua atuação em diferentes comunidades dos esports.
Com a renovação até 2027, LG UltraGear™ permanece como patrocinadora oficial de monitores do MIBR, mantendo a parceria entre uma das principais fabricantes de hardware gamer e uma das organizações mais tradicionais dos esports brasileiros