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realme C85 combina recorde no Guinness, IP69 Pro e foco no público jovem

A realme segue acelerando sua estratégia no Brasil e prepara a chegada de um aparelho que promete mexer com o mercado intermediário. O realme C85 será o primeiro smartphone do país a unir uma bateria de 7.000 mAh com ultrarresistência à água em nível IP69 Pro, combinação até então restrita a celulares do tipo rugged.

O modelo marca mais um movimento da marca para se diferenciar em um segmento altamente competitivo, apostando em autonomia extrema, durabilidade e certificações pouco comuns nessa faixa de preço. A proposta é clara: entregar resistência de nível industrial em um smartphone pensado para o uso diário.

IP69 Pro e um recorde pouco comum na indústria

O realme C85 conta com certificação IP69 Pro, que reúne os padrões IP69K, IP69, IP68 e IP66. Na prática, isso significa resistência a jatos de alta pressão, submersão prolongada e contato com até 36 tipos diferentes de líquidos. É um nível de proteção raramente visto fora de aparelhos robustos voltados a ambientes industriais.

Essa aposta em durabilidade rendeu ao modelo um lugar no Guinness World Records. Em novembro do ano passado, na Indonésia, 280 unidades do realme C85 foram submersas simultaneamente em uma piscina por dois minutos. Todos os aparelhos seguiram funcionando normalmente após o teste, garantindo o recorde de maior número de pessoas realizando ao mesmo tempo um teste de resistência à água em um celular.

Não foi a primeira vez que a realme apareceu no Guinness. A marca também já bateu recordes envolvendo autonomia de bateria, mosaicos feitos com celulares e ações promocionais de grande escala, usando esse tipo de feito como parte de sua construção de identidade global.

Bateria gigante e foco em longevidade

Outro ponto central do realme C85 é a bateria Titan de 7.000 mAh, com promessa de até seis anos de vida útil. Além da capacidade acima da média, o aparelho traz carregamento rápido de 45W, carregamento reverso de 10W e gerenciamento de energia por inteligência artificial, que ajusta o consumo sem comprometer o desempenho.

Segundo a marca, o smartphone pode ser submerso a até seis metros de profundidade por 30 minutos, além de resistir a períodos prolongados a meio metro de profundidade. O modelo também atende a padrões de resistência militar contra impactos, reforçando a proposta de durabilidade extrema.

Linha C e a estratégia da realme no Brasil

O C85 faz parte da C Series, linha voltada especialmente ao público jovem, que busca aparelhos resistentes, confiáveis e com boa autonomia sem migrar para categorias mais caras. No ano passado, modelos como realme C73 e realme C75 já haviam se destacado no país por essa combinação de bateria grande e custo benefício competitivo.

A chegada do novo modelo também reforça a importância do Brasil na operação global da realme. Presente no país desde 2021, a marca figura hoje entre seus cinco principais mercados no mundo e deu um passo estratégico em 2025 ao iniciar a fabricação local em Manaus. O movimento amplia a competitividade de preços, acelera a logística e fortalece a adaptação ao perfil do consumidor brasileiro.

Um novo padrão para o segmento intermediário

Ao trazer o realme C85 para o Brasil, a marca não apenas adiciona mais um modelo ao portfólio, mas estabelece um novo patamar para o que se espera de durabilidade e autonomia em smartphones intermediários. A combinação de bateria de 7.000 mAh, certificação IP69 Pro e resistência militar coloca pressão direta sobre concorrentes que ainda tratam esses recursos como exclusivos de aparelhos premium ou robustos.

Guia tático de Warzone destrincha a nova Rebirth Island e prepara jogadores para a Temporada 2

A Temporada 2 de Call of Duty: Warzone marca uma virada importante para quem ainda cai de paraquedas em Rebirth Island. Com a chegada do inverno, o mapa passa por alterações visuais, estruturais e táticas que mudam diretamente a forma de jogar. Para acompanhar essa transformação, um guia tático interativo foi lançado reunindo todos os detalhes atualizados da ilha, ponto a ponto.

Mais do que um simples mapa, o material funciona como uma ferramenta de leitura do campo de batalha. Ele mostra áreas reformuladas, novos acessos, zonas de risco e oportunidades de vantagem para quem gosta de planejar cada movimentação antes mesmo do primeiro disparo.

Rebirth Island sob nova influência

Narrativamente, Rebirth Island agora parece estar sob o controle da Guilda. A produção de NOVA 7 exigiu o refinamento intensivo de compostos químicos sulfúricos, o que explica boa parte das mudanças topográficas e arquitetônicas espalhadas pela ilha. Na prática, isso significa novas estruturas, caminhos alternativos e áreas que favorecem emboscadas ou confrontos verticais.

O clima de inverno também interfere na leitura visual do mapa. Áreas abertas ficaram mais expostas, enquanto zonas industriais e fechadas ganharam ainda mais importância estratégica para quem prefere sobreviver no posicionamento, não só na trocação franca.

Turbine e outros pontos que merecem atenção

Entre os novos destaques está Turbine, ponto de interesse localizado na costa norte da ilha. A área abriga uma enorme turbina construída pela Guilda para extração de enxofre, criando um espaço de combate vertical com múltiplos acessos, plataformas externas e uma estrutura central que favorece movimentação rápida e flanqueios.

O guia detalha não só Turbine, mas todos os principais locais de Rebirth Island, da Prisão central ao perímetro costeiro. É possível identificar pontos elevados para observação, áreas ideais para emboscadas, rotas de fuga mais seguras e regiões que tendem a concentrar combates intensos logo no início das partidas.

Ferramenta útil para novatos e veteranos

Seja para quem está conhecendo Rebirth Island agora ou para veteranos que jogaram versões anteriores do mapa, o guia ajuda a entender o que mudou e como se adaptar. Comparações com layouts antigos deixam claro onde vale insistir em estratégias já conhecidas e onde será preciso reaprender a jogar.

MIS promove programação gratuita ligada à exposição sobre Jung neste fim de semana

Imagem da exposição "A alma humana, você e o universo de Jung". Crédito: Cinthia Bueno/MIS

O Museu da Imagem e do Som (MIS) realiza, nos dias 7 e 8 de fevereiro, uma programação gratuita que amplia o diálogo da exposição A alma humana, você e o universo de Jung, atualmente em cartaz. A agenda inclui a exibição de um documentário e um bate-papo com convidados ligados à psicologia, à comunicação e à curadoria da mostra.

Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria física do museu.

Documentário investiga o conceito de self

No sábado (7), às 14h, o MIS exibe o documentário “Em busca do self”, dirigido por Lucas Costanzi. O filme parte das ideias de Carl Jung e Viktor Frankl para refletir sobre questões centrais do sujeito contemporâneo, como identidade, sentido e vazio existencial. A produção reúne entrevistas com psicólogos e propõe uma leitura atual da psicologia analítica e da logoterapia diante das crises do presente.

Intuição em debate no domingo

No domingo (8), às 16h30, acontece o bate-papo “Intuição: de onde vem?”, com a jornalista Petria Chaves, da Rádio CBN, e o curador da exposição, Waldemar Magaldi. A conversa tem mediação de Luciana Branco, idealizadora da mostra.

No encontro, Petria Chaves fala sobre o processo de autodescoberta abordado em seu livro Como sei o que sei, defendendo a intuição como uma ferramenta ancestral que pode ser reaprendida e aplicada no cotidiano, para além da ideia de dom ou habilidade excepcional.

Serviço

Programação especial – Exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”
📍 Museu da Imagem e do Som – MIS
📅 7 e 8 de fevereiro
🎟️ Entrada gratuita (retirada de ingressos 1h antes do início)

07/02, às 14h – Exibição do documentário Em busca do self
08/02, às 16h30 – Bate-papo Intuição: de onde vem?

A programação integra as ações culturais do MIS em parceria com a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e reforça o caráter reflexivo da exposição, que convida o público a pensar a psique humana, o inconsciente e suas relações com o mundo contemporâneo.

Hearthstone marca transmissão especial em fevereiro

A Blizzard já marcou a data para quem acompanha de perto os rumos de Hearthstone. No dia 9 de fevereiro, às 14h30 no horário de Brasília, acontece o Hearthstone Destaque, transmissão especial que vai apresentar as principais novidades do jogo de cartas para 2026 e revelar oficialmente a próxima expansão.

O evento funciona como uma vitrine do que está sendo preparado para a Taverna nos próximos meses. A equipe de desenvolvimento promete mostrar uma grande ameaça que deve mexer com o equilíbrio de Azeroth, além de mecânicas inéditas que podem alterar o ritmo das partidas e a forma como os jogadores montam seus decks.

O que esperar da apresentação

Além do anúncio da nova expansão, o Hearthstone Destaque também deve trazer um panorama mais amplo dos planos do time para este ano. Isso inclui metas de desenvolvimento, ajustes no jogo e pequenas prévias do que ainda está por vir, aquele tipo de informação que costuma render discussão por semanas entre jogadores mais competitivos e fãs casuais.

Outro atrativo já confirmado são as recompensas gratuitas. Tradicionalmente, transmissões desse tipo vêm acompanhadas de drops, itens cosméticos ou bônus dentro do jogo, reforçando o clima de celebração e incentivando a comunidade a acompanhar tudo ao vivo.

Onde assistir e por que ficar de olho

A transmissão será exibida nos canais oficiais de Hearthstone no YouTube e na Twitch. Para quem joga ou acompanha o cenário há anos, o Destaque costuma ser um termômetro importante para entender a direção criativa do jogo. Para quem voltou recentemente ou está pensando em retornar, é uma boa oportunidade de se atualizar e decidir se vale mergulhar de novo na Taverna.

Se 2026 realmente trouxer mudanças estruturais e uma ameaça à altura do universo de Warcraft, o dia 9 de fevereiro pode marcar o começo de uma nova fase para Hearthstone.

Parada SP firma parceria com o British Council para fortalecer Paradas LGBT+ em São Paulo

Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT -Créditos: Acervo APOLGBT-SP

A Parada SP deu um passo importante para além do evento da Avenida Paulista. A organização anunciou uma parceria inédita com o British Council para a realização do VI Encontro de Organizações de Paradas LGBT+ do Estado de São Paulo, que acontece entre 20 e 22 de março, na capital paulista. A iniciativa integra o Ano Cultural Brasil Reino Unido 2025 2026 e marca a abertura do calendário de ações que antecedem a próxima Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo.

O encontro nasce com um foco claro: fortalecer as Paradas do interior e da capital como espaços políticos, culturais e de resistência. Mais do que uma reunião formal, o evento funciona como um ponto de articulação entre lideranças, coletivos e organizações que enfrentam desafios parecidos em diferentes regiões do estado, da captação de recursos à segurança, da comunicação à articulação política.

Troca internacional e fortalecimento local

Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT -Créditos: Acervo APOLGBT-SP

A parceria com o British Council traz para o centro da conversa o intercâmbio de experiências entre Brasil e Reino Unido. Representantes de Paradas do Orgulho da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte participam da programação, compartilhando práticas de gestão, mobilização social e produção cultural. A ideia é simples e potente: colocar diferentes realidades em diálogo e entender o que pode ser adaptado ao contexto brasileiro.

Além da dimensão internacional, o encontro reforça a cooperação entre as próprias Paradas do estado de São Paulo. A proposta é criar redes mais sólidas, otimizar recursos humanos e financeiros e construir uma agenda comum de atuação em defesa da democracia e dos direitos humanos, especialmente em um cenário de constantes disputas políticas e sociais.

Cinema LGBT+ ocupa o centro de São Paulo

Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT -Créditos: Acervo APOLGBT-SP

Um dos destaques do evento é o Cinemão da Parada + Five Films For Freedom, ação cultural aberta ao público que acontece no dia 21 de março de 2026. A iniciativa leva exibições gratuitas de filmes com temática LGBT+ para o centro da cidade, apostando na ocupação do espaço público por meio da arte e do cinema como ferramenta de diálogo e visibilidade.

Além de produções nacionais, a programação inclui os curtas do Five Films For Freedom, projeto global do British Council em parceria com o BFI Flare. Os filmes selecionados apresentam histórias de apoio, resistência e pertencimento vividas por pessoas LGBTQIA+ em diferentes partes do mundo, reforçando o poder do audiovisual como linguagem política e afetiva.

Paradas como cultura, política e legado

Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT -Créditos: Acervo APOLGBT-SP

Mais do que um evento pontual, o encontro consolida uma estratégia de longo prazo. Ao investir na formação de lideranças, na troca de experiências e na circulação cultural, a Parada SP amplia seu papel como referência internacional em mobilização social. A parceria com o British Council também deixa um legado direto para as Paradas do interior do estado, que muitas vezes operam com poucos recursos, mas têm impacto profundo em suas comunidades locais.

Em um momento em que direitos e conquistas seguem sendo questionados, a iniciativa reforça algo que o movimento LGBT+ brasileiro já sabe bem: Paradas não são só celebração. São também organização, articulação e disputa por espaço, na rua, na cultura e no debate público.

Ney Matogrosso leva “Bloco Na Rua” à Vibra São Paulo em apresentação única em junho

Créditos Marcos Hermes

Depois de um 2025 marcado por estádios lotados, turnês internacionais e pela força simbólica do filme Homem com H, Ney Matogrosso retorna à capital paulista em outro registro. No dia 14 de junho, o artista sobe ao palco da Vibra São Paulo com o show Bloco Na Rua, espetáculo que troca a grandiosidade pelo contato mais direto e coloca o repertório no centro da experiência.

A apresentação acontece a partir das 19h e os ingressos já estão à venda pela Uhuu.com e nas bilheterias oficiais. O clima, porém, passa longe de retrospectiva ou celebração protocolar. Ney segue em movimento, escolhendo músicas que dialogam com diferentes fases da própria trajetória e com a música brasileira como um todo.

Um repertório que atravessa tempos e vozes

Bloco Na Rua não é um desfile de hits óbvios. Ney construiu o repertório enquanto ainda estava em turnê com Atento aos Sinais, escolhendo canções que fazem sentido hoje, independentemente de serem sucessos ou não. A música que dá nome ao show, “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua”, de Sérgio Sampaio, funciona quase como manifesto.

No setlist convivem Raul Seixas, Caetano Veloso, Beto Guedes, Lô Borges, Herbert Vianna, DJ Dolores e Solano Trindade, além de faixas que remontam aos tempos de Secos e Molhados e a colaborações menos óbvias da carreira. Há espaço para “A Maçã”, “Feira Moderna”, “Como 2 e 2”, “Álcool (Bolero Filosófico)” e músicas que Ney nunca havia cantado ao vivo, reforçando a ideia de um show vivo, não congelado no passado.

Estética, corpo e presença continuam no centro

Aos 84 anos, Ney Matogrosso segue desafiando qualquer expectativa de desaceleração. O figurino é assinado por Lino Villaventura, em diálogo direto com a fisicalidade do artista, enquanto o cenário de Luiz Stein e a luz de Juarez Farinon criam um ambiente que conversa com a música sem engolir o intérprete.

A banda é a mesma que o acompanha há mais de cinco anos, afiada e entrosada, garantindo fluidez entre os momentos mais intensos e os mais contidos do espetáculo. Não há excessos gratuitos, mas também não existe neutralidade. Ney segue cantando com o corpo inteiro.

São Paulo como ponto de encontro

Levar Bloco Na Rua para a Vibra São Paulo reforça esse desejo de proximidade. Diferente de arenas e festivais, a casa permite um encontro mais direto entre artista e público, algo que sempre foi essencial na obra de Ney Matogrosso.

O show do dia 14 de junho não soa como encerramento de ciclo, mas como mais uma etapa de alguém que insiste em não repetir fórmulas. Ney não revisita a própria carreira para reverência. Ele a reorganiza, desloca e tensiona. E é justamente isso que mantém tudo tão atual.

Serviço 

Ney Matogrosso – Bloco Na Rua 

Data: 14 de junho de 2026

Horário: 19h 

Local: Vibra São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 17955

Ingressos: a partir de R$250,00

Canais de venda oficiais:

Uhuu.com – com taxa de serviço

https://uhuu.com/evento/sp/ sao-paulo/ney-matogrosso-15571

Bilheteria Vibra São Paulo • Sem incidência de Taxa de Serviço 

Avenida das Nações Unidas 17955 • Vila Almeida • São Paulo – SP.

Horário de funcionamento bilheteria Vibra São Paulo – Segunda-feira a Sexta-feira 12h às 15h e das 16h às 19h.

Sábados, domingos e feriados – FECHADO, salvo em dias de show com horário das 14h até o início do show.Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço

3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo

Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SPHorário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento.Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço7º Piso do Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SPHorário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada.Formas de Pagamento:Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.

Bilheteria: Dinheiro, Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

Parcelamento no cartão de crédito: até 3x sem juros, de 4x até 12x com juros

Estacionamento Vibra São Paulo

Para maior comodidade, os clientes podem adquirir o estacionamento conveniado no local de forma antecipada através do link: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/estacionamento-vibra-sao-paulo-2026-15406

Euphoria | Temporada 3 ganha novas imagens

As primeiras imagens oficiais da terceira temporada de Euphoria já estão circulando e deixam claro que a série não pretende aliviar o clima. As fotos destacam Ali, Faye e Laurie, três personagens que carregam conflitos bem diferentes, mas igualmente desconfortáveis, e que devem ter papéis ainda mais decisivos nos novos episódios.

Ali, interpretado por Colman Domingo, aparece em cenas que reforçam o desgaste emocional acumulado desde a temporada anterior. O personagem, que começou como um ponto de apoio para Rue, ganhou densidade própria e hoje funciona quase como um espelho das tentativas falhas de redenção dentro da série. Faye, vivida por Chloe Cherry, mantém a energia caótica e imprevisível que a transformou em uma presença inquietante. Já Laurie, interpretada por Martha Kelly, continua apostando no silêncio e na frieza, elementos que fizeram da personagem uma das figuras mais ameaçadoras do universo de Euphoria sem precisar levantar a voz.

Elenco cresce e amplia o universo da série

A nova temporada segue apostando em um elenco numeroso e pouco óbvio. Zendaya, Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow retornam como o núcleo central, enquanto novos nomes entram em cena e ampliam ainda mais o alcance da história. Entre as adições estão Sharon Stone, Rosalía e Natasha Lyonne, reforçando a mistura de atores consagrados, músicos e figuras da cultura pop que já virou marca registrada da série.

Essa escolha ajuda a manter Euphoria em constante conversa com o público. Nem sempre os personagens novos são fáceis de encaixar, mas quase sempre trazem novas tensões e deslocamentos, algo que combina com a proposta da série de nunca deixar o espectador confortável por muito tempo.

Menos impacto imediato, mais consequências

Criada, escrita e dirigida por Sam Levinson, em parceria com a A24, Euphoria chega à terceira temporada com a expectativa de olhar mais para as consequências do que já foi mostrado. Se antes o choque visual e emocional dominava a experiência, agora a sensação é de que os personagens terão de lidar com decisões passadas que não podem mais ser ignoradas.

A estreia está marcada para o dia 12 de abril, na HBO e na HBO Max.

Animação queer “A Sapatona Galáctica” estreia nos cinemas brasileiros em fevereiro

Uma ficção científica animada, queer e sem pedir licença. A Sapatona Galáctica chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de fevereiro, com sessões em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O longa tem distribuição da Synapse Distribution e carrega um currículo que chama atenção no circuito de festivais.

Dirigido e roteirizado por Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, o filme venceu o Prêmio Félix de Melhor Filme Internacional no Festival do Rio e levou também o Prêmio do Público de Melhor Filme Internacional no Festival MixBrasil, dois dos principais termômetros de recepção para produções LGBTQIAPN+ no país.

Uma space opera queer, sem sutilezas

A história acompanha Saira, uma princesa espacial lésbica e introvertida que se vê obrigada a atravessar a galáxia para resgatar a ex-namorada Kiki, agora uma caçadora de recompensas. Para isso, ela se junta a uma popstar não-binária e embarca em uma nave tão instável quanto suas próprias emoções.

Com humor direto, referências pop e uma estética que mistura ficção científica clássica com linguagem contemporânea, o filme constrói uma aventura que brinca com estereótipos e os vira do avesso. O resultado é uma narrativa que fala de desejo, identidade e amadurecimento sem suavizar o discurso, algo que tem sido um diferencial na recepção internacional da obra.

Reconhecimento em festivais e chegada ao circuito comercial

Antes de estrear no Brasil, A Sapatona Galáctica passou por festivais como Festival de Berlim e Festival de Sydney, consolidando seu percurso entre animações independentes voltadas ao público adulto.

A estreia nos cinemas brasileiros marca um movimento ainda pouco comum para animações queer fora do eixo infantil ou familiar. Aqui, o filme aposta em sessões pontuais e no boca a boca, mirando um público que busca narrativas fora do padrão e que dialogam diretamente com a cultura pop contemporânea.

Ficha técnica

Direção e roteiro: Emma Hough Hobbs e Leela Varghese
País: Austrália
Gênero: Animação, ficção científica, comédia queer
Estreia no Brasil: 12 de fevereiro
Distribuição: Synapse Distribution

Japan House São Paulo define funcionamento no Carnaval

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A Japan House São Paulo divulgou os horários de funcionamento durante o período de Carnaval. O espaço ficará fechado apenas nos dias 16 e 17 de fevereiro (segunda e terça-feira) e retoma as atividades normalmente na Quarta-Feira de Cinzas, 18 de fevereiro, das 10h às 18h.

O mesmo cronograma vale para o Bicicletário JHSP, as lojas Furoshiki e Shin, além do Aizomê Café e Restaurante.

Exposições seguem abertas e gratuitas

Durante o feriado prolongado, o público ainda poderá visitar duas exposições gratuitas em cartaz na instituição. “Fluxos – o Japão e a água”, no segundo andar, aborda a relação histórica, cultural e simbólica dos japoneses com os recursos hídricos, passando por arte, arquitetura, rituais, festivais e o uso das águas termais.

“Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito”, no térreo, apresenta a tradição da carpintaria japonesa, destacando a conexão espiritual entre os artesãos e a natureza. A mostra reúne ferramentas originais, processos construtivos e uma réplica em escala real da histórica Casa de Chá Sa-an, de 1742.

Ambas as exposições seguem em cartaz até 5 de abril, com entrada gratuita.

Serviço

Japan House São Paulo
📍 Avenida Paulista, 52 – São Paulo
🕒 Terça a sexta, das 10h às 18h | Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h
🎟️ Entrada gratuita

Exposições em cartaz:
Fluxos – o Japão e a água (2º andar)
Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito (térreo)
📅 Até 5 de abril de 2026

‘The Moment’, idealizado por Charli XCX, tem estreia confirmada no Brasil

O Brasil já tem data para receber The Moment, longa-metragem baseado em uma ideia original de Charli XCX. O filme estreia oficialmente no circuito brasileiro em 19 de fevereiro, com exibição exclusiva na Cinemark. A pré-venda de ingressos já está aberta.

Dirigido por Aidan Zamiri, que também assina o roteiro ao lado de Bertie Brandes, o filme acompanha uma estrela pop em ascensão que enfrenta as contradições da fama, a pressão da indústria musical e os dilemas pessoais às vésperas de sua primeira grande turnê em arenas.

Um retrato ácido da fama pop

Misturando ficção e linguagem de mockumentary, The Moment se propõe a olhar para os bastidores da cultura pop contemporânea a partir de dentro. Charli XCX interpreta uma versão ficcionalizada de si mesma, em um filme que dialoga diretamente com temas como exposição excessiva, expectativas do mercado e o custo emocional do sucesso.

O elenco reúne nomes conhecidos e participações inesperadas, como Rosanna Arquette, Kate Berlant, Jamie Demetriou, Kylie Jenner e Rachel Sennott, entre outros.

Estreia nos cinemas brasileiros

A distribuição no Brasil faz parte do catálogo do Universal Pictures Content Group, selo responsável por documentários e projetos autorais que transitam entre música, cultura pop e cinema contemporâneo.

The Moment entra em cartaz nos cinemas da Rede Cinemark a partir de 19 de fevereiro, com sessões em diversas cidades do país. A pré-venda já pode ser feita pelo site e aplicativo da rede.

Para quem acompanha a trajetória de Charli XCX ou se interessa por narrativas que expõem os bastidores da indústria musical, o filme se apresenta como um registro curioso e provocador de um momento específico da cultura pop global.

“Zafari” ganha première gratuita em São Paulo

O longa Zafari, novo trabalho da cineasta Mariana Rondón, terá uma première gratuita em São Paulo no dia 4 de fevereiro, às 19h40, no Espaço Petrobras de Cinema, dentro da programação da Spcine. Após a sessão, o público participa de um debate realizado em parceria com a Folha de S.Paulo.

O encontro reúne a jornalista e historiadora Sylvia Colombo, a escritora e roteirista María Elena Morán e mediação da repórter Daniela Arcanjo. A entrada é gratuita.

Uma fábula sobre fome, colapso e desigualdade

Conhecida por abordar as tensões sociais da Venezuela em sua filmografia, Rondón constrói em Zafari uma narrativa que flerta com o suspense e o terror para discutir o colapso das estruturas sociais. A trama se passa em uma Caracas marcada pela escassez de comida, energia e trabalho, onde a fome passa a ditar comportamentos e romper códigos éticos.

O ponto de partida simbólico do filme é a chegada de um hipopótamo a um pequeno zoológico da cidade. Enquanto a população enfrenta privações extremas, o animal se torna o único personagem plenamente alimentado. A partir desse contraste, o filme acompanha duas famílias de origens sociais distintas que reagem de formas opostas ao mesmo cenário de crise, expondo desigualdades, ressentimentos e limites morais.

A diretora define o filme como uma fábula distópica. Para ela, a proposta é confrontar o espectador com uma pergunta direta: até onde alguém é capaz de ir quando as regras sociais deixam de existir.

Trailer

Circulação internacional e estreia nos cinemas

Zafari teve sua première internacional no Festival de San Sebastián, na mostra Horizontes Latinos, e passou por festivais na Alemanha, Grécia, Índia e Brasil. No país, foi exibido pela primeira vez na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Coprodução entre Brasil, Venezuela, Peru, México, França, Chile e República Dominicana, o filme conta com coprodução brasileira da Klaxon Cultura Audiovisual e será lançado comercialmente no Brasil no dia 5 de fevereiro, com distribuição da Vitrine Filmes.

A sessão especial em São Paulo antecipa ao público brasileiro um dos títulos latino-americanos mais comentados do circuito recente.

Os 12 Signos de Valentina | Giovanna Grigio lidera nova série jovem da Netflix gravada em São Paulo

A Netflix já está gravando em São Paulo Os 12 Signos de Valentina, nova série brasileira voltada ao público jovem. A protagonista é Giovanna Grigio, que interpreta Valentina, personagem criada pela escritora Ray Tavares em um livro que virou sucesso entre leitores adolescentes e jovens adultos.

A história parte de uma situação bem reconhecível: depois de ser traída, Valentina decide colocar a culpa no mapa astral e transformar a decepção em projeto pessoal. A ideia é simples e caótica ao mesmo tempo: se envolver com um garoto de cada signo do zodíaco e contar tudo em um videocast, tratando os encontros como uma espécie de “experimento emocional”. O plano, claro, começa a desandar quando ela se apaixona por alguém que não acredita em astrologia e nem faz questão de ter um signo definido.

Do livro para a tela, com a mesma autora no comando

O roteiro é assinado pela própria Ray Tavares, ao lado de Bia Crespo. Depois de colaborar em De Volta aos 15, a autora retorna ao audiovisual para adaptar uma história sua, mantendo o tom confessional, direto e conectado com a linguagem da internet. A direção-geral é de Carol Durão, com produção de Tiago Mello.

A proposta da série é dialogar com temas muito presentes na vida de quem cresceu online: exposição emocional, cultura de podcasts, astrologia como linguagem pop e a dificuldade de se entender e se relacionar em meio a tantas expectativas.

Elenco jovem e São Paulo como cenário

Além de Giovanna Grigio, o elenco reúne nomes conhecidos do público de séries e redes sociais, como Jessica Marques, Manu Morelli, Larissa Bocchino, Lucas Leto, Pedro Ottoni, Suzana Pires e Ana Hikari. O ator português José Condessa, visto em Mar Branco, também integra o elenco. Participações especiais incluem Augusto Trainotti, Caio Horowicz, Dan Ferreira, Gabriel Santana e Igor Fernandez.

Produzida pela Boutique Filmes, a série está sendo gravada em diferentes pontos de São Paulo, que entra como pano de fundo urbano para essa jornada emocional caótica, divertida e bastante reconhecível para quem vive (ou já viveu) amores intensos na juventude.

Os 12 Signos de Valentina tem estreia prevista para 2026.