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Workshop de Anison Dance transforma J-Pop e aberturas de anime em dança em São Paulo

Quem já tentou imitar coreografia de abertura de anime no quarto sabe: parece fácil até começar a música. Agora, essa brincadeira ganha endereço fixo em São Paulo com as aulas de Anison Dance, que misturam J-Pop, trilhas clássicas de anime e criação coreográfica fora do óbvio.

À frente das aulas está Yukina Natsume, dançarina japonesa que chegou ao Brasil como voluntária da JICA e decidiu transformar música otaku em linguagem corporal. A iniciativa acontece em parceria com a Comissão de Jovens do Bunkyo.

A proposta é simples e honesta: pegar músicas que todo fã reconhece em segundos e usar a dança como ponto de encontro. Tem coreografia famosa, tem passo autoral, tem erro, riso e tentativa — tudo pensado para quem nunca dançou e também para quem já vive com fone no ouvido e anime na playlist.

Yukina dança desde a infância, passou por festivais no Japão, apresentações internacionais e projetos de artes cênicas, mas aqui o foco não é performance perfeita. A ideia é usar o Anison Dance como ferramenta de expressão, troca cultural e, claro, diversão. As aulas são em português e abertas a partir dos 15 anos, sem exigência de experiência prévia.

Antes das turmas fixas, o projeto abre espaço para workshops gratuitos e aulas abertas, uma chance de testar o ritmo antes de assumir compromisso (e ver se seu corpo acompanha o refrão).

SERVIÇO | Anison Dance (J-Pop & Anime)

🕺 Workshops gratuitos

📍 Aliança Cultural – Pinheiros
Rua Dep. Lacerda Franco, 328 (metrô Faria Lima)
🗓️ 31/01 (sábado)
• 13h e 14h30

📍 Bunkyo – Sala de Exposições
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade
🗓️ 04/02 (quarta) e 09/02 (segunda)
⏰ 19h às 20h30

📝 Inscrição gratuita: forms.gle/S8GCo5Npo1kupcCm7

🎶 Aulas regulares

📍 Bunkyo – Sala de Exposições
🗓️ Segundas e quartas
⏰ 19h às 20h30
💰 R$ 40 por mês

📞 Informações
Beatriz: (62) 98225-3348
Daniel: (11) 98137-5730

Bunkyo Cinema exibe clássico japonês “O Som da Montanha” com entrada gratuita em fevereiro

O cinema japonês clássico ganha destaque em São Paulo com mais uma sessão do Bunkyo Cinema. No dia 4 de fevereiro de 2026, o público poderá assistir gratuitamente a O Som da Montanha, drama dirigido por Mikio Naruse, um dos grandes mestres do cinema do Japão. A exibição acontece às 13h, no Grande Auditório do Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social, no bairro da Liberdade.

Lançado em 1954, O Som da Montanha retrata os conflitos silenciosos dentro de uma família tradicional japonesa no pós-guerra. Shuichi vive com os pais e a esposa Kikuko em uma casa confortável, mas passa as noites fora, entregando-se à bebida e deixando a jovem sozinha. O pai, Shingo, um respeitado homem de negócios, percebe o sofrimento da nora e decide intervir, dando início a uma reflexão profunda sobre casamento, culpa e responsabilidade familiar.

Conhecido por sua abordagem sensível e realista, Mikio Naruse constrói o drama a partir de pequenos gestos, diálogos contidos e emoções reprimidas. O filme se destaca também pela atuação de Setsuko Hara, um dos grandes ícones do cinema japonês, em um papel marcado pela solidão e pela dignidade silenciosa. A obra é considerada um retrato delicado das transformações sociais do Japão da época, especialmente do papel da mulher dentro da família.

A sessão faz parte da programação mensal do Bunkyo Cinema, iniciativa da Comissão de Incremento Social do Bunkyo que promove exibições gratuitas de clássicos japoneses, sempre com legendas em português e acesso democrático ao público.

Além do filme, o dia contará com o tradicional Mini Bazar organizado pela Comissão da Biblioteca do Bunkyo. O evento acontece das 10h às 15h, no saguão do Grande Auditório, oferecendo artesanato, alimentos, livros, roupas e objetos novos e usados, ampliando a experiência cultural para quem visita o espaço.

O Som da Montanha (Yama no oto)
Direção: Mikio Naruse
Elenco: Setsuko Hara, Sô Yamamura, Ken Uehara, Yoko Sugi
Ano: 1954
Duração: 96 minutos
Gênero: drama
Classificação: 16 anos
Exibição legendada em português

Quando: 4 de fevereiro de 2026 (quarta-feira), às 13h
Onde: Grande Auditório do Bunkyo
Endereço: Rua São Joaquim, 381, Liberdade, São Paulo-SP
Entrada franca (1000 lugares, por ordem de chegada)
Informações: (11) 3208-1755

Mini Bazar (Free Market)
Data: 4 de fevereiro de 2026
Horário: das 10h às 15h
Local: saguão do Grande Auditório do Bunkyo

Uma oportunidade perfeita para descobrir (ou revisitar) um dos grandes dramas do cinema japonês na tela grande, de graça, em pleno coração da Liberdade.

Apollo no Uta | Mangá de Osamu Tezuka será lançado no Brasil

Osamu Tezuka

Durante o NewPOP Day 2026, no painel NewPOP 19 Anos: Um Catálogo que Atravessa Gerações, a NewPOP confirmou que Apollo no Uta ganhará edição brasileira. O anúncio marca a chegada ao país de uma das obras mais intensas e debatidas de Osamu Tezuka, autor frequentemente chamado de “deus do mangá”.

Publicado originalmente em 1970 na Weekly Shōnen King, Apollo no Uta, conhecido internacionalmente como Apollo’s Song, surgiu em um período de grandes transformações sociais no Japão. A obra reflete um momento em que o mangá passou a abordar temas mais adultos, incluindo sexualidade, violência emocional e existencialismo, algo que o próprio Tezuka associou ao clima de instabilidade vivido pelo país no início dos anos 1970.

Apollo no Uta

Amor, morte e repetição

A história acompanha Shogo Chikaishi, um jovem criado em um ambiente de negligência e violência, incapaz de compreender o amor. Após uma série de eventos traumáticos, ele passa a viver diferentes encarnações ao longo do tempo e do espaço, sempre encontrando o amor e, inevitavelmente, a morte. A cada nova vida, Shogo é forçado a reviver o mesmo ciclo, numa reflexão dura sobre desejo, perda e a natureza humana.

Em Apollo no Uta, Tezuka abandona qualquer idealização romântica e constrói uma narrativa marcada por tragédia e questionamentos filosóficos. Amor e morte aparecem como forças indissociáveis, condenando seus personagens a um sofrimento contínuo, mas também a uma busca incessante por significado.

Um Tezuka menos conhecido, mas essencial

Embora seja menos popular que títulos como Astro Boy ou A Princesa e o Cavaleiro, Apollo no Uta é frequentemente citado como uma das obras mais ousadas do autor. O mangá dialoga diretamente com o público adulto e revela um Tezuka interessado em explorar os limites emocionais e morais de seus personagens, em sintonia com o chamado movimento gekiga.

A edição brasileira ainda não teve detalhes divulgados, como formato ou data de lançamento, mas o anúncio já coloca o título entre os lançamentos mais aguardados do catálogo da NewPOP.

Dorama também disponível no Brasil

Além do mangá, Apollo no Uta ganhou uma adaptação em live-action lançada em 2025. O dorama japonês está disponível no Brasil pelo Rakuten Viki, permitindo que o público conheça a história antes mesmo da chegada do mangá às lojas.

A série tem 7 episódios e é estrelada por Sato Shori no papel de Shogo e Takaishi Akari como Hiromi. Com episódios curtos e abordagem psicológica, a adaptação mantém o tom sombrio e reflexivo da obra original, apresentando Apollo no Uta a uma nova geração de fãs.

Com o mangá confirmado no Brasil e o dorama já acessível, Apollo no Uta se consolida como uma das obras mais impactantes de Osamu Tezuka a finalmente ganhar espaço por aqui.

Com informações do Mangás Brasil

Mangá “A Hora da Seriedade” tem lançamento adiado no Brasil

A NewPOP informou que o mangá “A Hora da Seriedade” teve seu lançamento adiado no Brasil. De acordo com a editora, as provas de impressão não apresentaram o resultado esperado e não seria possível realizar os ajustes necessários dentro do cronograma previsto. Por isso, a publicação foi postergada até que a qualidade do material seja garantida.

A NewPOP afirmou que uma nova data será anunciada assim que o problema for resolvido. Enquanto isso, a editora antecipou o lançamento de A Casa do Sol volume 7, que já está em pré-venda.

Sobre a obra

Publicado originalmente no Japão como Majime na Jikan (まじめな時間), o mangá é de autoria de Yukiko Seike e foi serializado na revista Afternoon, da Kodansha. Voltado ao público seinen, o título conta com dois volumes lançados no Japão.

A história acompanha Kazusa, uma colegial que morre após ser atropelada e passa a observar, como fantasma, as reações das pessoas ao seu redor. O foco recai sobre Miharu, o garoto por quem ela era apaixonada, e sobre Okabe Ranko, por quem ele nutre sentimentos. Ao descobrir isso, Kazusa começa a assombrar Ranko, que aparentemente consegue sentir sua presença.

Yukiko Seike também é conhecida pelo mangá 5 centimetros por segundo, adaptação da obra homônima de Makoto Shinkai, o que aumentou a expectativa em torno de “A Hora da Seriedade” entre leitores brasileiros.

Sabor e Lágrimas | Filme japonês com Kento Nagao e Ami Touma estreia no Brasil

O cinema japonês ganha um drama daqueles que ficam na memória com a chegada de Sabor e Lágrimas no streaming. O longa aposta em afeto, comida como linguagem emocional e um amor interrompido pelo tempo, costurando passado e presente em uma história sobre perdas que nunca cicatrizam por completo.

Na trama, Shinya Fuma, vivido por Kento Nagao, perde a mãe ainda criança e cresce ao lado do pai, dono de um pequeno restaurante que oferece refeições gratuitas para crianças em situação vulnerável. Entre os clientes está Yuka Arai, interpretada por Ami Touma, colega de escola de Shinya.

Os dois se aproximam ao trabalhar juntos no jornal estudantil, compartilhando silêncios, sonhos e a sensação de solidão que carregam. Shinya se apaixona, mas o que poderia ser um romance delicado ganha contornos sombrios quando ele descobre que Yuka sofre agressões do pai. Em um impulso desesperado, Shinya a convence a fugir por uma noite, acreditando que aquilo poderia mudar tudo.

No dia seguinte, Yuka desaparece. Ela e a família se mudam sem deixar rastros, rompendo de forma abrupta qualquer promessa de reencontro.

Trinta anos depois, o passado bate à porta

Décadas se passam. Já adulto, Shinya assume o restaurante do pai e mantém vivo o projeto social que oferece comida e acolhimento a crianças carentes. Mesmo seguindo em frente, ele nunca deixa de esperar por Yuka. A ferida permanece aberta, silenciosa.

Essa espera ganha novo sentido quando uma visitante inesperada entra no restaurante, forçando Shinya a encarar verdades enterradas por trinta anos. O filme transforma esse reencontro em um exercício de memória, culpa e amor não resolvido, questionando o que realmente fica quando o tempo passa, mas os sentimentos não.

Drama sensível com comida como afeto

Dirigido por Hatsuki Yokoo, Sabor e Lágrimas adapta o romance homônimo de Akio Morikawa e utiliza a comida como fio condutor emocional. Cada prato servido carrega lembranças, ausências e tentativas silenciosas de cura. Não é um filme sobre grandes gestos, mas sobre o peso das pequenas decisões e das palavras que nunca foram ditas.

O elenco de apoio reúne nomes conhecidos do público japonês, como Machiko Ono, Dean Fujioka e Ken Yasuda, reforçando a carga dramática da narrativa sem roubar o foco do casal central.

Um filme para quem gosta de chorar em silêncio

Sabor e Lágrimas é daqueles longas que não apressam emoções. Ele convida o espectador a sentar, observar e sentir. Para fãs de dramas japoneses sensíveis, histórias de amor atravessadas pelo tempo e narrativas onde comida e afeto caminham juntos, a estreia no Brasil no Viki e chega como uma pedida certeira, daquelas que deixam o coração apertado mesmo depois dos créditos finais.

The Practical Guide to Love | K-drama sobre recomeços estreia em fevereiro no Brasil

Fevereiro fecha com romance no ar para quem gosta de k-dramas mais maduros e pé no chão. The Practical Guide to Love (Coreia do Sul) estreia no dia 28 de fevereiro, no Brasil, pelo Rakuten Viki, trazendo uma história sobre permitir-se amar de novo sem abrir mão de quem se é. Menos conto de fadas, mais sentimentos reais.

A trama acompanha Lee Ui Yeong, vivida por Han Ji Min, uma mulher bem-sucedida que trabalha no setor de compras de um hotel. Prática, organizada e emocionalmente cautelosa, ela acredita no amor romântico, mas evita se perder em ilusões. Após frustrações acumuladas, Ui Yeong decide tentar algo diferente e aceita participar de encontros às cegas.

É aí que surgem dois homens completamente opostos. O primeiro é Song Tae Seop, interpretado por Park Sung Hoon, alguém gentil, estável e seguro do que quer. Desde o início, ele deixa claro que leva amor e casamento a sério, oferecendo a Ui Yeong um tipo de segurança que ela sempre achou que deveria desejar.

O segundo é Sin Ji Su, papel de Lee Ki Taek, que entra na vida dela escondendo sua verdadeira identidade. Mais jovem, impulsivo e despreocupado, Ji Su quebra todas as regras que Ui Yeong construiu para se proteger emocionalmente, despertando sentimentos que ela não planejava enfrentar.

Estabilidade ou paixão

Dividida entre dois caminhos, Ui Yeong se vê forçada a encarar seus próprios medos sobre compromisso, desejo e o que realmente significa amar alguém. The Practical Guide to Love constrói esse triângulo com calma, apostando em diálogos honestos, situações cotidianas e escolhas que não são simples nem óbvias.

O drama evita vilões claros ou decisões fáceis. Cada personagem carrega suas próprias inseguranças, tornando a história especialmente próxima de quem já precisou escolher entre o confortável e o inesperado.

Romance adulto com assinatura da JTBC

Exibido originalmente pela JTBC, o drama conta com 12 episódios de cerca de 1h10 e será exibido aos sábados e domingos. O elenco ainda inclui nomes como Jung Hye Sung, Kim So Hye e Lee Mi Do, ampliando as perspectivas femininas e emocionais da narrativa.

The Practical Guide to Love estreia em 28 de fevereiro, no Rakuten Viki, e chega como uma ótima pedida para quem busca um k-drama romântico mais realista, focado em escolhas, amadurecimento emocional e na difícil arte de transformar vontade de amar em algo concreto.

O Barbeiro da Vila | Com Park Bo-gum, reality coreano estreia em fevereiro no Brasil

Fevereiro ganha um reforço de peso no catálogo de realities asiáticos. O Barbeiro da Vila estreia dia 21 de fevereiro no Brasil, exclusivamente no Rakuten Viki, apostando em uma proposta simples, calorosa e carregada de afeto. Nada de competição ou eliminações: aqui, o foco está em gente, convivência e pequenas transformações que começam com um corte de cabelo.

Um salão pop-up, boas conversas e laços reais

No programa, Park Bo-gum, barbeiro licenciado, abre um salão pop-up em uma vila rural ao lado dos amigos atores Lee Sang-yi e Kwak Dong-yeon. Juntos, eles oferecem cortes de cabelo, escuta atenta e tempo de qualidade aos moradores locais, criando conexões que vão muito além da estética. Cada atendimento vira pretexto para conversa, troca de histórias e fortalecimento da comunidade.

As confusões aparecem, claro, desde adaptações à vida no campo até desafios inesperados do dia a dia, mas tudo é conduzido com leveza. O ritmo é o da vila, não o da TV.

Park Bo-gum além da ficção

Muito querido pelo público brasileiro, Park Bo-gum é um dos nomes mais populares da Hallyu. Ele se destacou em papéis marcantes como o príncipe herdeiro de Love in the Moonlight, o inesquecível Choi Taek de Reply 1988, o jovem modelo em Record of Youth e o personagem sombrio de Hello Monster. Não à toa, foi o artista mais jovem a ser eleito Ator do Ano pela Gallup Korea e o primeiro ator a liderar a lista de Celebridades Mais Poderosas da Coreia da Forbes.

Aqui, porém, Bo-gum não interpreta um papel. Durante o serviço militar, ele conquistou licença oficial de barbeiro, e no reality corta cabelo de verdade, com técnica e responsabilidade. O programa nasce justamente desse desejo de usar uma habilidade real para gerar impacto positivo fora dos estúdios.

Um reality que abraça

Exibido originalmente pela tvN, O Barbeiro da Vila aposta em gentileza, escuta e presença. É um reality que funciona quase como um diário coletivo, valorizando gestos simples e relações humanas em tempos acelerados.

No Brasil, a estreia acontece em 21 de fevereiro, no Rakuten Viki. Para fãs de Park Bo-gum, realities coreanos mais humanos e histórias que aquecem o coração, essa é daquelas estreias para dar play sem pressa e deixar rolar.

REBOOT | Suspense japonês estreia em fevereiro no Viki

O catálogo de dramas japoneses do Rakuten Viki ganha um título bem mais sombrio em fevereiro. REBOOT estreia no Brasil no dia 14 e aposta em um suspense psicológico tenso, daqueles que brincam com identidade, culpa e até onde alguém pode ir para provar a própria inocência. É j-drama para quem gosta de tramas que não dão descanso e vivem em constante estado de alerta.

Riku Hayase, interpretado por Suzuki Ryohei, é um confeiteiro conhecido pelo jeito gentil e pela dedicação absoluta à família. Dono de uma pequena confeitaria, ele tenta manter a normalidade enquanto cria o filho e cuida da mãe, mesmo após o desaparecimento misterioso de sua esposa, Natsumi, ocorrido dois anos e meio antes.

A frágil esperança de reencontro se desfaz quando a polícia confirma que restos mortais encontrados nas montanhas pertencem a ela. Para piorar, as evidências apontam Hayase como principal suspeito do crime. Preso em uma engrenagem que parece já ter decidido seu destino, ele percebe que provar sua inocência pelos meios tradicionais pode ser impossível.

Um rosto novo para buscar a verdade

É nesse ponto que REBOOT vira o jogo. Desesperado para encontrar o verdadeiro culpado, Hayase aceita uma proposta extrema: passar por um procedimento de “reboot”, mudando completamente o rosto e assumindo a identidade de Ayumu Gido, justamente o detetive responsável pela investigação do caso.

Gido, também vivido por Suzuki Ryohei, é o oposto de Hayase. Um policial corrupto, com ligações perigosas com o submundo, disposto a tudo para se manter no controle. Ao assumir essa nova identidade, Hayase entra em território inimigo, precisando pensar e agir como alguém que despreza, enquanto se aproxima cada vez mais da verdade por trás da morte da própria esposa.

Elenco de peso para sustentar o suspense

Um dos grandes atrativos de REBOOT está no elenco, liderado por Suzuki Ryohei, um dos atores mais versáteis e respeitados da sua geração. Conhecido por transformações físicas intensas e personagens extremos, ele já transitou com facilidade entre dramas humanos, thrillers policiais e grandes produções de ação. Aqui, o desafio é duplo: interpretar dois homens opostos em essência, mas ligados por um mesmo destino.

Ao lado dele está Toda Erika, nome fortíssimo da TV e do cinema japonês. Desde Death Note e LIAR GAME a até protagonistas em doramas e asadoras.

O elenco ainda conta com Nagase Ren, integrante do grupo King & Prince, que vem consolidando seu espaço como ator em produções dramáticas, além de nomes experientes como Ito Hideaki e Kuroki Meisa.

J-drama de suspense com peso emocional

A série mistura investigação criminal com drama familiar, explorando não só a busca pelo assassino, mas também o impacto psicológico de viver como outra pessoa. Até que ponto alguém continua sendo quem é depois de apagar o próprio rosto, nome e passado?

Produzida pela TBS, REBOOT segue o formato com 10 episódios de cerca de 54 minutos, mantendo ritmo acelerado e tensão constante.

Estreia no Brasil

REBOOT estreia no Brasil em 14 de fevereiro no Rakuten Viki. Para fãs de suspense japonês, histórias sobre identidades fragmentadas e protagonistas empurrados ao limite, a série chega como uma aposta certeira para quem gosta de drama intenso e cheio de reviravoltas.

Nosso Universo | K-drama aposta em família improvável estreia nesta quarta (4) no Brasil

Viki

O romance coreano ganha um tom mais maduro e sensível com a chegada de Nosso Universo, novo k-drama que estreia nesta quarta-feira, dia 4 de fevereiro, no Brasil pelo Rakuten Viki. A produção aposta menos em encontros perfeitos e mais em relações construídas na base do cuidado, do luto e da convivência forçada, explorando como duas pessoas muito diferentes podem acabar orbitando uma à outra quando compartilham a mesma responsabilidade.

Cunhados por acaso, família por necessidade

Woo Hyun Jin, vivida por Roh Jeong Eui, é prática, dedicada ao trabalho e movida pelo desejo de estabilidade. Já Seon Tae Hyung, interpretado por Bae In Hyuk, carrega um espírito rebelde e uma vida mais instável, trabalhando como assistente de fotografia e evitando vínculos duradouros. Os dois dificilmente se cruzariam se não fosse o casamento de seus irmãos mais velhos, que os transforma em cunhados sem qualquer afinidade.

Três anos depois, um acidente de carro muda tudo. Com a morte dos irmãos, Hyun Jin e Tae Hyung se veem responsáveis pelo pequeno Woo Joo, um bebê de pouco mais de um ano que passa a ser o centro de suas vidas. O que começa como obrigação vira um exercício diário de paciência, aprendizado e negociação emocional.

Coparentalidade, luto e sentimentos fora do script

No início, a convivência é marcada por conflitos e desconfiança. Hyun Jin tenta manter tudo sob controle, enquanto Tae Hyung luta para se adaptar a uma rotina que nunca planejou. Aos poucos, os dois constroem uma relação de coparentalidade, aqui entendida como a responsabilidade dividida na criação e cuidado de uma criança, mesmo sem existir, a princípio, qualquer vínculo amoroso entre eles.

É dentro dessa dinâmica prática e emocional que algo começa a mudar. Entre fraldas, noites mal dormidas e decisões difíceis, surge uma parceria improvável, construída pelo dever e pelo afeto cotidiano. O vínculo que se forma não é imediato nem idealizado, mas cresce a partir do apoio silencioso e da percepção de que ambos carregam perdas semelhantes.

Um drama de crescimento e novos começos

Com clima de coming-of-age adulto, a série acompanha personagens que precisam crescer rápido demais. Tae Hyung, criado em um orfanato, revisita feridas antigas ao assumir o papel de cuidador. Hyun Jin, que sempre viveu em função da irmã, passa a redefinir quem é agora que precisa seguir em frente por conta própria.

O elenco ainda conta com Park Seo Ham, que adiciona tensão à narrativa ao questionar os limites entre convivência, responsabilidade e sentimento.

Nosso Universo estreia nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, no Rakuten Viki, e se posiciona como um k-drama para quem prefere histórias mais humanas, onde o amor não surge como solução mágica, mas como algo que pode nascer aos poucos, no meio do caos, do cuidado e das escolhas difíceis.

Ficha técnica

Nosso Universo

País: Coreia do Sul
Gêneros: Romance, drama, coming-of-age
Episódios: 12
Duração: cerca de 1h10

Elenco:
Bae In Hyuk
Roh Jeong Eui
Park Seo Ham

Onde assistir no Brasil: Rakuten Viki
Estreia: 4 de fevereiro
Idiomas: Coreano
Legendas em português: Sim

Sonhos no Forno | Reality sul-coreano aposta no K-Bread e estreia neste domingo (1) no Viki

Confeitaria pode até não ser a primeira coisa que vem à cabeça quando se fala em Coreia do Sul, mas isso está prestes a mudar. Sonhos no Forno chega neste domingo (1) ao Rakuten Viki trazendo um formato inédito na TV coreana: um reality show de sobrevivência totalmente focado em panificação e confeitaria, com ambições globais e clima de competição levada a sério.

O primeiro K-Bakery Survival da Coreia

Produzido pela emissora MBN, Bake Your Dream se apresenta como o primeiro reality sul-coreano no formato K-Bakery Survival. A proposta é direta: eleger o confeiteiro mais forte do mundo e colocar o chamado K-Bread no centro das atenções globais, indo muito além da gastronomia para se afirmar como fenômeno cultural.

Ao todo, 72 padeiros e confeiteiros de diversos países entram na disputa sem hierarquia prévia. Aqui, não importa se o competidor é campeão mundial, talento underground, super novato ou chef badalado de hotspot. Todos começam do zero, enfrentando desafios que vão de doces delicados a preparações técnicas de alto nível.

Escala absurda e pressão real

O reality impressiona logo de cara pela estrutura. As gravações aconteceram em um set gigantesco, com mais de mil pyeong de área e cerca de 300 equipamentos profissionais de panificação, incluindo fornos de convecção, modeladores de massa e rolos industriais. A reação dos participantes diante do espaço já dá o tom do programa, misturando empolgação com aquele medo silencioso de quem sabe que o nível da competição é alto.

O trailer reforça esse clima ao mostrar momentos de tensão real na cozinha. Açúcar queimando, massas que não respondem, falhas técnicas e declarações intensas deixam claro que Sonhos no Forno não romantiza o processo. Aqui, talento precisa vir acompanhado de controle emocional, criatividade e resistência.

Lee Da Hee no comando do sonho

Quem conduz essa batalha açucarada é Lee Da Hee, que assume o papel de MC do programa. No material promocional, sua interação simbólica com um macaron rosa representa bem a proposta do reality: delicadeza na estética, mas disputa feroz nos bastidores. A presença carismática da apresentadora ajuda a equilibrar o clima entre tensão extrema e momentos mais leves.

Mais que comida, uma vitrine cultural

Bake Your Dream faz parte de uma estratégia maior de expansão da marca K-Bakery, com investimento conjunto da indústria global do setor. A ideia é clara: transformar o pão e a confeitaria coreana em tendências internacionais, assim como o K-pop, os k-dramas e a culinária coreana já fizeram em outras frentes.

A estreia acontece neste domingo, 1º de fevereiro, e o programa promete movimentar o primeiro semestre de 2026 com desafios intensos, histórias pessoais e muita farinha voando. Para quem curte realities de sobrevivência, programas culinários ou simplesmente quer ver a Coreia explorando um novo território cultural, Sonhos no Forno já chega como um título para ficar de olho.

Amor na Primeira Noite | Lakorn aposta em romance proibido e estreia no Viki

Amor na Primeira Noite

A Tailândia segue entregando dramas que não têm medo de ir direto ao ponto quando o assunto é amor complicado. Amor na Primeira Noite acaba de estrear no Brasil com exclusividade no Rakuten Viki e já chega daquele jeito que os fãs de lakorns conhecem bem: encontro intenso, sentimentos fora de controle e um conflito familiar que transforma paixão em problema sério logo nos primeiros episódios.

Na história, Mueang, interpretado por Mark Prin Suparat, é um ecoativista e geólogo que tenta se afastar de uma família marcada por conflitos. Durante essa fuga emocional, ele cruza o caminho de View, vivida por Yaya Urassaya Sperbund, uma arquiteta sobrecarregada, recém-demitida e ainda lidando com o fim de um relacionamento. A conexão entre os dois é imediata e resulta em uma noite intensa, daquelas que parecem existir fora do tempo.

Na manhã seguinte, View desaparece sem deixar rastros, para a frustração de Mueang. O reencontro acontece de forma nada romântica: ele descobre que ela foi escolhida para se casar com seu pai e que seu verdadeiro nome é Apo. A partir daí, o que era apenas uma lembrança vira um dilema impossível de ignorar.

Romance proibido em modo lakorn raiz

Adaptada do romance Likhit Kammathep, da autora Arita, a série mergulha sem medo nos elementos clássicos do drama tailandês. Amor impossível, silêncio forçado, olhares carregados e decisões que machucam todos os lados fazem parte do pacote. Mueang se vê dividido entre aceitar a nova realidade ou lutar contra ela, enquanto Apo tenta conciliar sentimentos verdadeiros com uma obrigação que não escolheu.

A química entre Mark Prin e Yaya Urassaya é um dos grandes trunfos da produção. Ambos são nomes consagrados na TV tailandesa e conduzem a trama com intensidade, equilibrando romance contido e explosões emocionais que costumam render comentários acalorados entre os fãs do gênero.

Já dá para começar a maratona

Com 20 episódios de cerca de 1 hora e 10 minutos, Amor na Primeira Noite foi exibida originalmente pela Channel 3 e agora chega ao streaming para alcançar um público ainda maior. No Brasil, a série está disponível exclusivamente no Viki, já dá para começar a maratona com os dois primeiros episódios liberados, entregando logo de cara o clima intenso e o romance complicado que movem a história.

Para quem gosta de lakorns dramáticos, romances moralmente desconfortáveis e histórias que fazem o coração apertar antes mesmo do meio da temporada, Amor na Primeira Noite tem tudo para virar mais um vício da lista.

Ficha técnica

Amor na Primeira Noite

País: Tailândia
Gêneros: Romance, drama
Episódios: 20
Duração: cerca de 1h10

Elenco:
Mark Prin Suparat
Yaya Urassaya Sperbund

Onde assistir no Brasil: Rakuten Viki
Idiomas: Tailandês
Legendas em português: Sim

“Minha Página nos Anos 90” chega ao Brasil misturando viagem no tempo e romance vintage

Minha Página nos Anos 90

A leva de c-dramas que brincam com metalinguagem ganhou um novo representante por aqui. Minha Página nos Anos 90 acaba de estrear oficialmente no Brasil pelo Rakuten Viki e já chamou a atenção de quem curte doramas que misturam comédia romântica, fantasia e aquele charme noventista que nunca sai de moda. A série chinesa aposta num choque delicioso entre o jeito acelerado de 2025 e um romance ambientado em 1999, com direito a pager, telefone fixo e jogos psicológicos no amor.

Do streaming ao papel, literalmente

A protagonista Lin Huan Er, vivida por Wang Yuwen, é uma consultora amorosa moderna, dessas que dão conselhos em transmissões ao vivo e falam de relacionamento como quem monta estratégia de jogo. Tudo parece sob controle até que ela é sugada para dentro de um romance clássico ambientado em 1999. O detalhe é que, nesse mundo de papel, cada ação tem consequência e não existe botão de sair tão fácil quanto encerrar uma live.

Do outro lado está Gao Hai Ming, interpretado por Chen Xingxu, um CEO que parece certinho demais para ser verdade. Por fora, gentileza e ar inocente. Por dentro, uma mente afiada, calculista e sempre alguns passos à frente. A dinâmica entre os dois vira um duelo silencioso de táticas românticas, quase um xadrez emocional que lembra por que tantos fãs se apaixonaram por c-dramas mais cerebrais nos últimos anos.

Romance noventista com “truques modernos

A grande sacada de Minha Página nos Anos 90 é usar o humor para contrastar épocas. Huan Er tenta aplicar conceitos de namoro do futuro em um mundo onde mensagens não chegam instantaneamente e tudo precisa de tempo. Esse descompasso rende situações engraçadas, mas também reflexões inesperadas sobre intimidade, paciência e escolhas afetivas. Não à toa, a série é adaptada do romance Zai Jian Ye You Shu, da autora Amy Cheung, conhecida por histórias que exploram o amor com ironia e melancolia na medida certa.

Entre uma tentativa e outra de cumprir o roteiro do livro para voltar ao mundo real, sentimentos reais começam a surgir. E aí vem a pergunta que todo fã de dorama conhece bem: vale mais a segurança do que você já tinha ou o risco de um final feliz completamente diferente?

Curiosidades que os fãs vão notar

Além da trama principal, a produção se destaca pelo cuidado com a ambientação de 1999. Telefones antigos, pagers e figurinos ajudam a criar uma nostalgia que conversa tanto com o público asiático quanto com quem cresceu vendo dramas da virada do milênio. Antes mesmo da estreia na China, a série já acumulava centenas de milhares de reservas nas plataformas locais, e um clipe promocional dos protagonistas ultrapassou a marca de cem milhões de visualizações em poucas horas, mostrando a força do casal entre os fãs.

Com episódios de cerca de 39 minutos, Minha Página nos Anos 90 é daquelas séries fáceis de maratonar, mas que também rendem discussão nas redes. Ideal para quem gosta de c-dramas que brincam com clichês, subvertem expectativas e ainda deixam aquele gostinho de quero mais no final de cada episódio.

Agora disponível no Brasil, a série já está aí esperando para virar assunto entre dorameiros, fãs de romances asiáticos e todo mundo que ainda acredita que boas histórias de amor conseguem atravessar o tempo.

Ficha técnica

Minha Página nos Anos 90

País: China
Gêneros: Romance, comédia, fantasia, viagem no tempo
Episódios: 24
Duração: cerca de 39 minutos

Elenco:
Chen Xing Xu
Wang Yu Wen

Onde assistir no Brasil: Rakuten Viki
Idiomas: Mandarim
Legendas em português: Sim