A Garena confirmou oficialmente a colaboração entre Free Fire e o anime Jujutsu Kaisen. O evento especial, chamado Despertar de Jujutsu, acontece entre 14 de janeiro e 9 de fevereiro de 2026 e leva o universo sobrenatural da série para dentro do jogo com novos personagens, mecânicas e áreas temáticas.
A colaboração aposta na chamada Energia Amaldiçoada como elemento central da jogabilidade, disponível tanto no Battle Royale quanto no Contra Squad.
Feiticeiros icônicos chegam ao Free Fire
Durante o período do evento, os jogadores poderão desbloquear conjuntos inspirados em Yuuji Itadori, Megumi Fushiguro, Nobara Kugisaki, Satoru Gojou e Ryomen Sukuna. Os personagens chegam com visuais fiéis ao anime, animações exclusivas e dublagem original.
O conjunto de Itadori poderá ser obtido gratuitamente como uma das principais recompensas do evento. Já Sukuna aparece em duas versões distintas, ampliando as opções de personalização.
Novas mecânicas com Energia Amaldiçoada
A principal novidade da colaboração é a introdução da Energia Amaldiçoada como recurso estratégico. No Battle Royale, ela pode ser coletada ao derrotar inimigos, explorar o mapa ou usar máquinas de venda, servindo para desbloquear técnicas de Jujutsu e melhorar armas. Pontos de ressurgimento especiais também fazem parte da experiência, permitindo retornos mais rápidos à partida.
No Contra Squad, os jogadores poderão comprar Jujutsus e armas amaldiçoadas durante as rodadas. Técnicas como Expansão de Domínio: Muryou Kuusho e Fukuma Mizushi aparecem em Airdrops Cibernéticos, acrescentando novas possibilidades táticas.
Mapa e ambientação inspirados no anime
A área de Peak, em Bermuda, será reformulada e transformada em uma versão Free Fire da Escola de Jujutsu, reforçando a ambientação da colaboração. A interface do evento acompanha a jornada de Itadori, com missões, recompensas progressivas e cenas especiais desbloqueáveis conforme o avanço do jogador.
A trilha sonora exclusiva foi criada pelo compositor Yoshimasa Terui, ampliando a imersão sonora dentro e fora das partidas.
Recompensas e itens colecionáveis
Ao longo do evento, será possível resgatar recompensas gratuitas, incluindo o conjunto do Itadori, itens cosméticos, skins de armas como a Groza temática, Parede de Gel, mochilas, veículos e emotes inspirados em Jujutsu Kaisen.
Com a colaboração Despertar de Jujutsu, o Free Fire reforça sua estratégia de integrar grandes franquias do anime à jogabilidade, oferecendo uma experiência diferente para jogadores e fãs da série durante o início de 2026.
Entre os dias 15 e 18 de janeiro de 2026, Campinas recebe o EP Games, evento que transforma o Shopping Iguatemi Campinas em ponto de encontro para fãs de e-sports, cultura geek e tecnologia. A feira aposta em uma programação que reúne equipes profissionais, influenciadores, campeonatos e experiências interativas, trazendo ao interior paulista atrações normalmente concentradas nas capitais.
Entre os destaques confirmados estão equipes como MIBR, Vivo Keyd Stars, Fluxo, Los Grandes, W7M Esports e Stellae Gaming, além da narradora Ana Marcella Muniz (Anyazita). A Garena, publisher de Free Fire, também participa do evento, reforçando o peso do festival no calendário nacional.
Campeonatos, cosplay e conteúdo de palco
A programação competitiva inclui a semifinal e a final sul-americana do Rematch, a final do Circuit X de Counter-Strike 2 Feminino e campeonatos abertos de Street Fighter, EA Sports FC e Free Fire, com finais presenciais e premiações. O evento também recebe disputas em parceria com a Mont, referência em card games no Brasil.
Fora das arenas, o público encontra campeonato de cosplay aberto, área de gameplay com consoles atuais e clássicos, jogos de cartas e tabuleiro, Artist Valley com artistas independentes, ativações de marcas e painéis com criadores de conteúdo. Entre os convidados especiais está Guilherme Briggs, conectando o universo gamer à dublagem e à cultura pop.
Acessibilidade e impacto social
O EP Games também aposta em inclusão. Dez por cento da bilheteria será destinada a jovens de escolas públicas, e toda a programação contará com intérprete de Libras, ampliando o acesso ao evento.
Serviço
EP Games 2026 Local: Shopping Iguatemi Campinas Endereço: Av. Iguatemi, 777 – Campinas (SP) Data: 15 a 18 de janeiro de 2026 Horário: das 10h às 22h Ingressos: www.ingresse.com/ep-games Site oficial: www.epgames.com.br
Marcelo Serrado começa o ano em dose dupla nos palcos do Rio de Janeiro com a comédia Terapia. O monólogo chega no sábado, 17 de janeiro, às 20h, ao Teatro da Ilha, e no domingo, 18 de janeiro, às 19h, ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras.
Com humor afiado e clima confessional, “Terapia” é um espetáculo cômico, íntimo e contemporâneo, que transforma o palco em um divã escancarado. Entre risadas e momentos desconfortavelmente reconhecíveis, Serrado conduz o público por uma jornada que mistura neuroses, crises pessoais, episódios de pânico, relações afetivas e dilemas existenciais, tudo filtrado por um olhar ácido e sem autopiedade.
Criado e escrito por Marcelo Serrado em parceria com Guilherme Roch, e com direção de Fernando Ceylão, o espetáculo aposta em uma linguagem direta, atual e altamente conectada com a plateia. A performance é marcada por improvisos, interações espontâneas, histórias tragicômicas e até uma inusitada sessão de hipnose ao vivo, tornando cada apresentação única.
Sem recorrer ao melodrama, “Terapia” transforma fragilidades em riso e propõe uma reflexão bem-humorada sobre saúde mental, relações humanas e o caos cotidiano. No fim das contas, a peça reforça a ideia de que rir de si mesmo pode ser, sim, uma das formas mais eficazes de terapia.
Serviço – Terapia com Marcelo Serrado
Teatro da Ilha Estrada do Galeão, s/n – Ilha do Governador, Rio de Janeiro – RJ Data: 17 de janeiro (sábado) Horário: 20h Ingressos: de R$ 40 a R$ 80 Vendas: ticketmaster.com.br Instagram: @teatrodailha
Teatro Nova Iguaçu Petrobras Rua Coronel Bernardino de Melo, 1081 – Caonze, Nova Iguaçu – RJ Data: 18 de janeiro (domingo) Horário: 19h Ingressos: de R$ 40 a R$ 80 Vendas: ingressodigital.com Instagram: @teatronovaiguacupetrobras
Gênero: comédia em monólogo Duração: 70 minutos Classificação etária: 16 anos
Premiado por onde passa, Ato Noturno finalmente chega aos cinemas brasileiros com uma história de suspense que, apesar de intensa, poderia acontecer com qualquer pessoa.
Distribuído pela Vitrine Filmes e produzido pela Avante Filmes e Vulcana Cinema, o longa dos diretores e roteiristas Filipe Matzembacher e Marcio Reolon parte de uma situação aparentemente corriqueira em Porto Alegre. O que o diferencia é o ritmo afiado, a ambição de seus personagens e uma sucessão de reviravoltas que lembram como a vida costuma puxar o tapete, sempre com consequências. Só isso já justifica o ingresso.
Com Gabriel Faryas e Henrique Barreira nos papéis centrais, o filme pode até parecer, à primeira vista, um romance entre atores da mesma peça. Mas logo fica claro que a história segue por caminhos bem menos confortáveis.
Muito além do prazer
Ambientado em Porto Alegre, o filme se passa em torno de uma escola de teatro conhecida por revelar talentos para todo o país. É ali que conhecemos Matias (Gabriel Faryas) e Fabio (Henrique Barreira), dois atores que disputam protagonismo e vivem em constante tensão. Qualquer faísca vira conflito.
Com texto direto, Ato Noturno não suaviza seu recorte LGBTQIA+. A rivalidade entre os dois aparece em pequenos gestos e falas, como a zombaria envolvendo notificações de aplicativos gays, deixando claro o incômodo e a competitividade latente.
Morando juntos há dois meses, Matias e Fabio veem a disputa ganhar forma na peça em que atuam. O espetáculo caminha para um final simbólico: apenas um deles protagoniza o monólogo final, enquanto o outro “cai” da estrutura do palco. Uma metáfora clara sobre vitória e exclusão.
Mas a história não se sustenta apenas nessa rivalidade. É aí que entra Rafael (Cirillo Luna). Após conhecer Matias por um aplicativo, os dois passam uma noite juntos em uma casa antiga. Rafael deixa claro que aquilo é casual, algo que não surpreende Matias, já acostumado a lidar com homens “discretos”.
Quando Rafael reaparece, os encontros continuam até que os dois quase são flagrados por Camilo (Ivo Müller), o novo segurança de Rafael. No meio disso, Matias acaba deixando uma blusa na casa, detalhe que mais tarde ganha peso.
Muito mais que um segredo
O que Matias ainda não sabe é que Rafael é candidato a prefeito de Porto Alegre. Para a campanha, ele precisa sustentar a imagem de uma vida perfeita. Sua discrição não vem de um relacionamento escondido, mas da construção cuidadosa de um personagem público.
Paralelamente, uma série de televisão começa a ser produzida na região, e a equipe busca talentos locais. Fabio acaba escolhido como protagonista, o que desperta ciúmes em Matias, que se considera mais preparado.
Influenciado pela relação com Rafael, Matias tenta virar o jogo. Ele surge de surpresa no teste da série, confiante de que pode entregar mais do que o amigo. Não funciona. Matias é dispensado.
A situação muda quando Matias descobre a candidatura de Rafael. Em meio às tensões, Rafael leva a equipe da série ao teatro e convence os produtores de que Matias deveria assumir o protagonismo. Fabio perde o papel, vê o amigo assinar contrato e ocupar o espaço que julgava seu, aprofundando o conflito entre eles.
Protagonismo fora de cena
Ao conquistar o papel principal, Matias entende que precisará esconder sua vida LGBTQIA+ para se manter como galã. Ainda assim, continua vendo Rafael às escondidas. Em um desses encontros, Fabio flagra os dois transando em um estacionamento, próximos a uma família, e grava tudo.
Ele leva o vídeo até o segurança de Rafael e ameaça divulgar o material caso não reassumam seu lugar como protagonista. A partir daí, o filme muda de eixo, com Fabio se tornando alvo das consequências dessa chantagem.
A pergunta que o filme levanta é simples e incômoda: vale tudo para conseguir o que se deseja? Rafael cria um personagem para vencer a eleição; Matias constrói outro para sustentar sua carreira. Ambos parecem em sintonia nessa fuga dos holofotes, mas até onde isso pode ir?
Opinião
Ato Noturno aposta em um suspense movido pela ambição e pelo desejo de sucesso a qualquer custo. Sendo um filme LGBTQIA+, ele não perde tempo explicando demais: vai direto ao ponto.
As cenas de intimidade entre Matias e Rafael começam como algo casual, mas evoluem para um vínculo afetivo impossível de ignorar. Ao mesmo tempo, esse relacionamento se torna um risco para Rafael, que mira um eleitorado conservador, enquanto Matias se expõe cada vez mais por essa relação.
O filme também escancara a lógica da televisão ao mostrar cláusulas contratuais e a exigência de uma imagem pública “vendável”, revelando a permanência de galãs no armário. Uma realidade que, apesar do discurso de mudança, ainda existe.
Vale destacar a sutileza do roteiro ao construir Matias como um personagem fluido. Seu uso de roupas femininas, tratado com naturalidade, só vira problema quando verbalizado no teste para o protagonismo. O filme confia no espectador e evita didatismos.
O elenco sustenta bem a produção, com destaque para Gabriel Faryas e Cirillo Luna. Henrique Barreira também se sobressai como Fabio, um personagem que parece ter tudo e, de repente, perde tudo.
Com uma história densa e envolvente, Ato Noturno entende bem seus limites e provoca o público a refletir até onde seus protagonistas estão dispostos a ir. O reconhecimento internacional não é à toa. Agora, vale acompanhar essa trajetória nos cinemas brasileiros.
Ficha Técnica
Nota: 4 (de 5)
Ato Noturno
Ano: 2025 Gênero: Drama, Thriller Duração: 117 min Idioma: Português
Direção e Roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon Produção: Avante Filmes Coprodução: Vulcana Cinema Distribuição (Brasil): Vitrine Filmes Vendas Internacionais: m-Appeal
Fotografia: Luciana Baseggio Montagem: Germano de Oliveira Direção de Arte: Manuela Falcão Som: Tiafo Bello Música Original: Thiago Pethit, Arthur Decloedt e Charles Tixier
Elenco: Gabriel Faryas, Cirillo Luna, Henrique Barreira e Ivo Müller
Estreia: 15 de janeiro
Agradecimentos a Vitrine Filmes pelo convite para produção deste conteúdo
A Netflix confirmou para 2026 a estreia de Boyfriend on Demand, série sul-coreana que mistura comédia romântica e ficção científica ao explorar como o amor também passou a funcionar por assinatura. O projeto chama atenção não só pelo conceito, mas por reunir dois nomes de peso do entretenimento coreano em papéis centrais.
Na história, Seo Mi-rae é uma produtora de webtoons esgotada pela rotina e pelas pressões do trabalho. Para escapar da realidade, ela assina um programa de namoro em realidade virtual que permite viver encontros idealizados, moldados exatamente ao que ela deseja. O problema começa quando essa experiência digital passa a interferir nas escolhas e sentimentos da vida real.
Romance digital em choque com o mundo real
Evoto
Mi-rae é interpretada por Jisoo, que retorna aos k-dramas em um papel alinhado ao debate atual sobre solidão, escapismo e relações mediadas por tecnologia. Ícone global do K-pop e também atriz reconhecida, Jisoo traz à personagem uma mistura de vulnerabilidade e controle que deve dialogar forte com o público da Netflix.
Do outro lado está Park Kyeong-nam, vivido por Seo In-guk, colega de trabalho e rival direto de Mi-rae no universo da produção de webtoons. A relação entre os dois segue a clássica dinâmica de atrito emocional das comédias românticas, mas ganha novas camadas ao contrastar sentimentos reais com conexões artificiais.
Jisoo e Seo In-guk em equilíbrio de protagonismo
Evoto
Enquanto Jisoo carrega uma base global gigantesca vinda do BLACKPINK, Seo In-guk chega ao projeto como um dos atores mais consistentes de sua geração. Revelado como cantor, ele construiu uma carreira em k-dramas como Reply 1997, Doom at Your Service e Café Minamdang, transitando bem entre romance, comédia e suspense. Em Boyfriend on Demand, ele assume um papel que equilibra carisma, rivalidade e maturidade emocional, funcionando como contraponto direto à personagem de Jisoo.
A série é dirigida por Kim Jung-sik e escrita por Namgung Do-young, e se posiciona como uma produção voltada tanto para fãs de k-dramas românticos quanto para quem se interessa por histórias sobre tecnologia e relações modernas.
Com estreia prevista para 2026, Boyfriend on Demand já desponta como uma das apostas da Netflix entre os fãs de K-drama.
Depois de anos sendo presença constante nas listas de doramas mais comentados do país, Lee Dong Wook finalmente cruza o mapa da Hallyu e desembarca no Brasil em 2026. O ator sul-coreano confirmou sua primeira visita ao país com a Lee Dong Wook 2026 Fanmeeting Tour – MY SWEET HOME, marcada para o dia 11 de abril, no Vibra SP, em São Paulo.
Para quem acompanhou o ator desde My Girl, passou pelo impacto cultural de Goblin e seguiu firme em títulos mais recentes como A Lenda do Nove-Caudas e A Shop for Killers, o anúncio soa como um fechamento de ciclo. Pela primeira vez, o encontro acontece em solo brasileiro, pensado exclusivamente para fãs que cresceram junto com essa trajetória.
Um encontro direto com a carreira que atravessou gerações
O conceito de MY SWEET HOME não aposta em espetáculo grandioso, mas em proximidade. A proposta é celebrar a carreira de Lee Dong Wook com interações diretas, momentos de conversa, benefícios exclusivos e aquele contato que fãs de K-drama costumam ver apenas em vídeos de fanmeetings asiáticos.
Ao longo de mais de duas décadas de carreira, Lee Dong Wook construiu uma filmografia que vai do romance clássico ao suspense psicológico, passando pela fantasia urbana que ajudou a redefinir o alcance global dos dramas coreanos. Seu Ceifador em Guardian: The Lonely and Great God virou ícone cultural, enquanto personagens como Lee Yeon, em Tale of the Nine-Tailed, consolidaram seu status entre o público internacional.
Por que essa visita importa
A vinda de Lee Dong Wook ao Brasil marca um momento simbólico para o fandom de K-dramas no país. Não é apenas um evento isolado, mas um reflexo do peso que o público brasileiro conquistou dentro do circuito global da cultura pop asiática. Doramas deixaram de ser nicho há tempos, e encontros como esse ajudam a consolidar essa relação direta entre artistas e fãs locais.
Para quem acompanha a expansão da Hallyu, o fanmeeting MY SWEET HOME entra facilmente na lista de eventos que definem 2026 como um ano-chave para o K-drama no Brasil.
Lee Dong Wook em atividade contínua
Além do fanmeeting, o ator segue com agenda cheia. Em 2025 e 2026, Lee Dong Wook aparece em novos dramas como The Divorce Insurance e The Nice Guy, além da aguardada segunda temporada de A Shop for Killers, já confirmada pela Disney+. Um sinal claro de que sua carreira segue em movimento constante, mesmo após mais de 20 anos de estrada.
Para os fãs brasileiros, abril de 2026 deixa de ser apenas mais um mês no calendário. Passa a ser o momento em que a tela finalmente vira palco.
Serviço e ingressos do fanmeeting no Brasil
O fanmeeting acontece no sábado, 11 de abril de 2026, no Vibra SP. As vendas começaram pelo site pixelticket.com.br, com parcelamento em até 6x sem juros. Compras online têm acréscimo de 15% de taxa.
Valores e setores disponíveis
Setor
Meia-entrada
Inteira
Benefícios
Gold
R$ 695,00
R$ 1.390,00
Pôster autografado, foto em grupo com 5 pessoas, Hi Bye, credencial especial, photocard exclusivo
Silver
R$ 595,00
R$ 1.190,00
Foto em grupo com 10 pessoas, Hi Bye, credencial especial, photocard exclusivo
Bronze
R$ 395,00
R$ 790,00
Hi Bye, credencial especial, photocard exclusivo
Poltrona
R$ 345,00
R$ 690,00
Acesso ao evento
Camarote
R$ 395,00
R$ 790,00
Acesso ao evento
Plateia
R$ 245,00
R$ 490,00
Acesso ao evento
Os ingressos variam conforme setor e benefícios incluídos. As categorias Gold, Silver e Bronze oferecem pacotes com experiências como Hi Bye, fotos em grupo, credencial especial e photocards exclusivos. Há também setores tradicionais como Poltrona, Camarote e Plateia, além de add ons avulsos para quem deseja complementar a experiência.
Entre os adicionais disponíveis estão pôster autografado, Hi Touch e instax autografada. A classificação etária é 16 anos, com menores apenas acompanhados por responsável legal.
Mile Phakphum, Apo Nattawin, Son Yuke e Euro Yotsawat desembarcam no Brasil em março de 2026 para apresentar a fancon oficial de Shine, série da Be On Cloud. O evento acontece em 7 de março no Terra SP, às 19h30, trazendo ao público brasileiro uma mistura de teatro, música e performances inéditas inspiradas nos anos 60 e 70.
A venda de ingressos começou em novembro com direito a concorrer a vagas limitadas para a Sessão de Autógrafos.
Shine: romance, política e quatro protagonistas em choque de mundos
Lançada em 2025, Shine apresenta uma narrativa BL ambientada na Tailândia do fim dos anos 1960. A trama acompanha conflitos políticos e afetivos em um país em transformação. No centro da história estão os quatro protagonistas.
Mile interpreta Tanwa, um músico hippie marcado pelo ideal de liberdade. Apo vive Trin, economista dividido entre carreira e coração. Son assume o papel de Krailert, um coronel que precisa lidar com a turbulência do período. Euro interpreta Naran, repórter envolvido em dilemas éticos e afetivos da época.
A série explora o relacionamento homoafetivo entre os personagens, cruzando romance com disputas políticas e crises de identidade. Com oito episódios, Shine está disponível no WeTV.
O retorno de MileApo ao Brasil
Mile e Apo, que protagonizaram KinnPorsche, um dos maiores fenômenos BL recentes, retornam ao país em uma fase marcada por novos projetos em destaque, como Man Suang e Tee Yai Nascido para o Mal. A fancon de Shine também marca a primeira vez que a turnê mundial da série chega fora da Ásia.
A apresentação segue o formato visto no Brasil com o elenco de 4 Minutes, juntando cenas exclusivas, performances ao vivo e interações rápidas com o público. Desta vez, tudo é moldado pela estética retrô inspirada no clima do final dos anos 60.
Ingressos, pacotes e opções sociais
As vendas acontecem exclusivamente pela Shotgun. Além dos ingressos tradicionais Pista, Pista Premium, Mezanino 1 e Mezanino 2, o evento oferece:
Ingresso Social, no valor da meia-entrada mediante doação de 1 kg de ração. Ingresso Hi-touch avulso, disponível apenas para quem já tiver ingresso de acesso ao evento. Pacotes Shine, Moon, Crane e Heart, que incluem entrada antecipada, fotos individuais ou em grupo, hi-touch e itens colecionáveis.
Os valores variam conforme o setor e os benefícios incluídos.
Serviço: Shine São Paulo Fancon
Data: 7 de março de 2026
Horário: 19h30, com abertura dos portões às 18h30
Local: Terra SP, Av. Salim Antônio Curiati 160, Campo Grande, São Paulo
Classificação: 18 anos. Menores de 12 a 17 anos podem entrar seguindo as regras e autorizações obrigatórias.
Formas de pagamento: cartão de crédito, PIX e opções adicionais por contato com a Highway Star
O evento possui um conjunto detalhado de regras sobre meia-entrada, acesso prioritário, itens proibidos, documentação obrigatória e orientações para atividades de interação. O FAQ e as normas completas estão disponíveis no site da Highway Star.
A CCXP25 terminou sua 12ª edição deixando uma constatação difícil de ignorar: o festival atravessa um processo claro de transformação. Ao longo de cinco dias, entre 3 e 7 de dezembro, 284 mil pessoas circularam pelo São Paulo Expo em mais de 300 horas de programação distribuídas em sete palcos. Mas o dado mais relevante não está nos números. Está na mudança de lógica.
A CCXP se reinventou e não pode mais ser definida como uma grande vitrine de anúncios para o público geek tradicional. Em 2025, o evento se afirma como um ecossistema de cultura pop, onde cinema, streaming, anime, quadrinhos, literatura, música, televisão, esporte e mercado editorial coexistem, disputam atenção e, muitas vezes, se misturam.
Esse movimento amplia o público, traz novas vozes e reposiciona o papel do evento no calendário cultural brasileiro. Ao mesmo tempo, provoca tensões legítimas sobre identidade, foco e pertencimento. A CCXP25 não resolve essas questões, mas deixa claro que não pretende voltar atrás e continua se reinventando num claro processo de transição junto de seu público.
Palco Thunder
CCXP25 Palco Thunder_Disney+ @bleia
O Palco Thunder by Claro tv+ segue sendo o coração simbólico da CCXP, mas em 2025 ele funcionou menos como um painel de trailers e mais como um espaço de experiência coletiva. A celebração dos 20 anos de Supernatural foi o exemplo mais evidente. A série atravessou o evento inteiro, com painéis, encontros, karaokês e experiências que venderam cerca de 9 mil sessões entre fotos, autógrafos e atividades especiais.
Não foi apenas nostalgia. Foi a prova de que fandom é vínculo emocional construído ao longo do tempo, algo que a CCXP entende melhor a cada edição.
No mesmo palco, o Prime Video levou The Boys para um dos painéis mais concorridos do evento. Eric Kripke e o elenco apresentaram o teaser da quinta e última temporada, confirmaram a estreia em abril e deixaram claro que a série segue sendo um dos principais comentários políticos da cultura pop recente. O público respondeu com entusiasmo, reforçando como narrativas mais ácidas e desconfortáveis também encontram espaço no festival.
A Disney+ apostou em espetáculo. Performances musicais, cenografia elaborada e conteúdos inéditos marcaram a passagem da plataforma pelo Thunder. Entre Demolidor, Magnum, Paradise, Percy Jackson e os Olimpianos e a nova fase de The Voice Brasil, o painel deixou claro que o streaming quer se posicionar não apenas como catálogo, mas como produtor de momentos memoráveis. Quando o público inteiro cantou “Evidências”, ficou evidente que a CCXP também é espaço de catarse espontânea.
A comemoração dos 10 anos de Miraculous fechou esse arco com emoção. Criadores, dubladores brasileiros, anúncios futuros e trechos inéditos transformaram o painel em um encontro intergeracional, reforçando o peso da animação dentro da cultura pop contemporânea.
Cinema nacional no centro do palco, não na lateral
Crédito: Lucas Ramos
Um dos movimentos mais consistentes da CCXP25 foi a centralidade do cinema brasileiro. A Paris Filmes levou ao Thunder um dos painéis mais simbólicos do evento com Velhos Bandidos. Fernanda Montenegro, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta, Lázaro Ramos e Claudio Torres apresentaram o trailer em primeira mão e trataram o projeto com franqueza, falando de processo, afeto e encontro entre gerações.
O filme, que estreia em março de 2026, dialoga com o imaginário dos heist movies, mas com identidade brasileira. A recepção do público deixou claro que o cinema nacional já não ocupa um espaço “alternativo” dentro da CCXP, mas um eixo central da programação.
Essa mesma lógica apareceu em O Gênio do Crime, adaptação do clássico de João Carlos Marinho, que ativou memória afetiva e apresentou novos rostos para uma história que atravessa gerações de leitores. Já o anúncio de 2DIE4: 24 Horas no Limite, primeiro longa brasileiro a chegar aos cinemas em IMAX, mostrou que a CCXP também é espaço para ambição técnica e discussão de linguagem cinematográfica.
Streaming nacional, séries autorais e novas vozes
CCXP25_04-12-25_Palco_Thunder_Disney_@alnereis
Séries brasileiras também ganharam protagonismo. Amor da Minha Vida lotou o Thunder com Bruna Marquezine e Rômulo Estrela discutindo conflitos emocionais, amadurecimento narrativo e decisões criativas. A exibição de cenas inéditas reforçou o valor do evento como espaço de recompensa para o fã presente.
No Palco Blast, Lázaro Ramos anunciou a nova temporada de Espelho, transformando o painel em uma conversa sobre diversidade, encontros geracionais e cultura brasileira. A CCXP25 mostrou que também há espaço para reflexão e diálogo, mesmo em meio ao espetáculo.
Anime, dublagem e o Brasil como território estratégico
A Crunchyroll consolidou sua posição como uma das presenças mais orgânicas do evento. A Casa do Anime funcionou como microevento permanente, com ativações, sessões antecipadas e experiências de dublagem.
O painel que reuniu 14 dubladores brasileiros no Thunder foi simbólico. Ao colocar essas vozes no centro, a Crunchyroll reconhece algo essencial: no Brasil, anime é experiência coletiva, mediada por quem dá voz aos personagens e constrói memória afetiva.
Literatura, mangá e o leitor no centro do debate
O mercado editorial teve presença forte e consistente. A Pipoca & Nanquim apresentou um dos painéis mais sólidos do evento, com anúncios que vão de mangás clássicos como City Hunter e Cat’s Eye a quadrinhos europeus e edições definitivas.
No Palco Omni, debates com editoras mostraram como fandoms, narrativas seriadas e a influência do streaming estão redesenhando o comportamento do leitor. A CCXP se confirma aqui como termômetro do mercado, não apenas como vitrine.
Marcas que entendem que presença é experiência
A CCXP25 também evidenciou o amadurecimento das marcas. A COPAG transformou seu estande em ponto de encontro constante, com dubladores, creators e mesas sempre cheias de Disney Lorcana. O foco deixou de ser apenas produto e passou a ser comunidade.
Esse aprendizado atravessou todo o evento. As marcas que entenderam o território geek como espaço de convivência, e não só de exposição, foram as que mais permaneceram na memória do público.
Um evento em transição permanente
Giuliano Peccilli
A CCXP25 pode ser definida, como um evento que já não se limita mais à cultura geek em seu sentido tradicional. Ao longo dos últimos anos, o festival passou a atingir novos públicos e a dialogar com diferentes linguagens culturais, ampliando seu alcance e sua relevância. Se em 2024 a CCXP se consolidou como um grande hub da cultura geek, em 2025 esse movimento se expandiu ainda mais, incorporando outros produtos, experiências e expressões culturais, sempre traduzidos dentro de um mesmo contexto. É um caminho que chama atenção e que parece irreversível.
Com uma programação repleta de ativações e atividades diversas, parte do público pode até sentir falta de um foco mais fechado no chamado “geek clássico”. Ainda assim, esse desconforto faz parte do próprio processo de evolução do evento. Para alcançar novas pessoas e dialogar com outros universos, é necessário se reinventar. A presença de RuPaul’s Drag Race na CCXP, com atrações no palco e gongadas típicas de eventos LGBTQIA+, é um exemplo claro desse novo enfoque, evidenciando não apenas a ampliação do público, mas também a disposição do festival em acompanhar transformações culturais mais amplas.
Hoje, ser geek se tornou algo mais genérico enquanto rótulo cultural, justamente por sua capacidade de absorver diferentes linguagens, públicos e formatos. Essa ampliação influencia diretamente o DNA do evento. A CCXP, na prática, nunca coube em um único rótulo, e isso se torna cada vez mais evidente. O geek não desapareceu. Ele mudou, amadureceu, dialogou com outras culturas e se misturou a elas.
A CCXP25 parece ter assumido esse movimento com clareza. Longe de representar um risco, essa escolha transforma o festival em um espaço que dialoga não apenas com o mercado, mas também com o fandom e com a cultura geek em suas múltiplas camadas. Entre painéis de distribuidoras de cinema, editoras e serviços de streaming, a CCXP segue sendo menos sobre o que é anunciado e mais sobre o que é vivido ao longo de seus cinco dias.
Em 2025, viver a CCXP significou atravessar um território já conhecido, que resgata memória afetiva, mas que também coloca indústria, arte e experiência em contato constante. Nem sempre de forma totalmente harmoniosa, mas quase sempre de maneira significativa e relevante, reafirmando o papel do evento como um espaço de encontro, transformação e de se viver o épico.
Agradecemos a organização da CCXP25 em poder fazer a cobertura do evento por lá.
O Japão está passando por uma transformação que não aparece só nos gráficos demográficos, mas no cotidiano das cidades, fábricas e escolas. Dados recentes mostram que 9,5% das pessoas na faixa dos 20 anos que vivem no país são estrangeiras. Em 2015, esse número era de 4,1%. Em apenas uma década, a proporção mais que dobrou e sinaliza que o Japão entrou em uma nova fase, especialmente quando o assunto é juventude e futuro.
Enquanto a população jovem japonesa encolhe por causa da baixa taxa de natalidade, estrangeiros se tornam cada vez mais presentes justamente na idade em que se trabalha, estuda, consome cultura e sustenta parte do sistema de seguridade social. Essa geração já não é coadjuvante: ela está no centro da engrenagem.
Menos nascimentos, mais chegadas
Entre 2015 e 2025, o número de japoneses entre 20 e 29 anos caiu em cerca de 1,03 milhão, totalizando 11,64 milhões. No mesmo período, o número de estrangeiros nessa faixa etária cresceu 68 mil por ano em média, chegando a 1,22 milhão. No total da população, estrangeiros ainda representam cerca de 3%, mas entre jovens adultos o impacto é muito maior e mais visível.
Esse movimento tem relação direta com mudanças nas políticas migratórias. O governo japonês passou a facilitar a entrada de estudantes e trabalhadores estrangeiros, especialmente para áreas como manufatura, agricultura e funções técnicas. A criação do sistema de “trabalho de desenvolvimento” (育成就労) reforça essa tendência, ao buscar formar profissionais e mantê-los no país por mais tempo.
Curiosidade que pouca gente comenta: o Japão praticamente não oferece caminhos simples para aposentadoria de estrangeiros. Resultado? Quem chega costuma ser jovem, em início de carreira ou de vida acadêmica. Isso ajuda a explicar por que a presença estrangeira é tão concentrada nos 20 e poucos anos.
Onde essa mudança aparece com mais força
O crescimento é um pouco maior entre homens, que representam 10,1% dos jovens adultos, enquanto as mulheres estrangeiras somam 8,9%. Mas o dado mais interessante surge quando o foco sai das grandes metrópoles.
Em 12 das 47 províncias, estrangeiros já passam de 10% da população na casa dos 20 anos. Gunma lidera esse ranking, com 14,1%, seguida por Gifu e Ibaraki. São regiões menos associadas ao turismo e mais ligadas à indústria, o que mostra que a transformação não está restrita a Tóquio ou Osaka. Ela está chegando ao Japão do dia a dia, aquele longe dos cartões-postais.
Desafios reais e um futuro em construção
A chegada de muitos estrangeiros a regiões historicamente homogêneas traz desafios claros. Prefeituras apontam dificuldades com integração cultural, ensino da língua japonesa e formação profissional. Em comunidades pequenas, o choque inicial é inevitável.
Ainda assim, cresce o entendimento de que esses novos moradores são essenciais para manter cidades vivas, empresas funcionando e serviços públicos de pé. Muitos gestores locais já veem a presença estrangeira como uma condição para a sobrevivência de suas comunidades.
Para quem sonha em morar no Japão, o cenário é mais complexo, mas também mais aberto do que no passado. O país continua exigente, principalmente com idioma e adaptação cultural, mas está, pouco a pouco, se tornando mais diverso na prática. Essa nova geração multicultural pode não mudar tudo de uma vez, mas já está redefinindo o que significa ser jovem no Japão hoje.
O Paranerdia segue firme como um dos espaços mais tradicionais do papo nerd nacional e, no episódio 233 – Continuação Melhor que o Original, recebeu a participação aqui do Giuliano Peccilli, conhecido por Juba-kun.
Ao lado de Alexandre NerdMaster e dos membros da equipe Paranerdia — Xiko do Couto, Pensador Louco e Joaninha Trekker, o episódio mergulha naquele debate que nunca morre: afinal, quais continuações realmente conseguiram superar seus filmes originais?
Sequência não é pecado (às vezes)
O papo passa por escolhas pessoais de cada participante, mas também entra em discussões clássicas e espinhosas:
Por Uns Dólares a Mais conta ou não como continuação?
Por que Tropa de Elite 2 precisou existir?
Qual é a melhor caracterização de personagem da história do cinema?
Tudo isso com aquele clima de mesa de bar nerd, cheio de referências, provocações e opiniões apaixonadas — do jeito que o Paranerdia sempre entregou ao longo dos anos.
Episódio pra ouvir até o fim
O programa ainda traz trilhas sonoras dos filmes citados, comentários da comunidade e links para projetos paralelos mencionados durante o cast. Um episódio com cara de fechamento de ano, mas com debate que continua rendendo.
Se você curte cinema, sequências polêmicas e discussões que vão além do óbvio, o episódio 233 do Paranerdia é parada obrigatória.
A sitcom The Neighborhood acompanha a mudança de uma família simpática do Meio-Oeste para Los Angeles e o choque imediato com a realidade do novo bairro. O maior obstáculo surge logo ao lado, quando o vizinho se mostra desconfiado sobre como aquela família vai se encaixar em uma comunidade diversa e cheia de regras não ditas.
Com humor leve e situações cotidianas, a série gira em torno do otimismo quase insistente do pai da família, que tenta, a todo custo, construir pontes, quebrar resistências e transformar a vizinhança em um verdadeiro lar. O resultado são conflitos culturais, diálogos afiados e momentos que equilibram comédia e comentário social.
The Neighborhood fica disponível a partir de 26 de janeiro.
Billy Bob Thornton as Tommy Norris in season 1, episode 10 of Landman streaming on Paramount+. Photo credit: Lauren Lo Smith/Paramount+.
O último episódio da 2ª temporada de Landman marca o ponto de maior tensão da série. No oeste do Texas, onde o petróleo move fortunas e destrói limites, Tommy Norris se vê pressionado por todos os lados. A M-Tex Oil aperta o cerco, Cami Miller surge como força decisiva e os fantasmas familiares tornam qualquer escolha ainda mais instável.
Landman segue apostando em um drama seco e brutal, onde sobrevivência não tem glamour e cada decisão cobra um preço alto. À medida que segredos vêm à tona, fica claro que algo está prestes a ruir, seja no negócio, nas relações ou no próprio protagonista.
O último episódio da 2ª temporada de Landman fica disponível no Paramount+ em 18 de janeiro.