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CCXP25 | Fandom Box leva 16 novos colecionáveis

A CCXP25 está chegando e, junto com ela, mais uma leva de novidades para quem vive rodando estante e reorganizando coleção. Entre 3 e 7 de dezembro, a Fandom Box retorna ao evento trazendo 16 novos itens que atravessam gerações, de Meninas Superpoderosas a Senhor dos Anéis. A marca nacional, já conhecida por transformar referências clássicas em dioramas coloridos, aposta em uma mistura certeira de TV brasileira, anime, fantasia e séries queridinhas do streaming.

Meninas Superpoderosas em clima de Townsville

A animação que marcou a infância de muita gente volta à cena com Florzinha, Lindinha e Docinho, cada uma acompanhada por um diorama inspirado na cidade de Townsville. O trio chega em versão vibrante, pronto para encarar Ele e relembrar as aventuras que moldaram a estética do Cartoon Network dos anos 2000.

One Piece reforça a tripulação

A Grand Line dá as caras no estande com Zoro, Nami e Chopper, que se juntam ao já lançado Luffy. A seleção aposta nos pilares que fizeram One Piece atravessar gerações, trazendo desde o espadachim de três lâminas até a navegadora estratégica e o mascote mais carismático da franquia.

Senhor dos Anéis: da Terra Média direto para a estante

A Sociedade do Anel ganha um trio poderoso: Gimli com seu machado, Legolas com seu arco e Gandalf em sua clássica combinação cajado e cachimbo. A coleção também revisita a jornada do Um Anel com Frodo, Gollum e o imponente Sauron em armadura. A proposta abraça tanto quem cresceu com a trilogia de Peter Jackson quanto quem entrou na saga mais recentemente.

Chapolin Colorado entra em cena

O herói mais atrapalhado da TV latina chega com anteninhas e a famosa marreta biônica, expandindo o universo de Roberto Bolaños dentro da linha da Fandom Box. O personagem se junta aos colecionáveis já lançados de Chaves, fortalecendo um dos blocos de nostalgia mais fortes da cultura pop brasileira.

Castelo Rá Tim Bum segue encantando gerações

A coleção inspirada no programa da TV Cultura recebe Etevaldo e Celeste, que se juntam a Nino, Porteiro, Ratinho e Mau. A curadoria revisita um dos universos mais imaginativos da televisão brasileira, mantendo viva a memória de um programa que atravessa infâncias desde os anos 90.

Stranger Things chega ao ato final

Com a temporada final batendo à porta, Eleven, Dustin e Vecna desembarcam na CCXP em versões que refletem o clima sombrio da série. A aposta conversa diretamente com o hype da reta final da produção dos irmãos Duffer.

O recado da Fandom Box

Segundo Amanda Zinato, diretora da marca, o objetivo é dialogar tanto com os veteranos quanto com quem está conhecendo a Fandom Box agora. Ela destaca o sucesso contínuo de linhas como Castelo Rá Tim Bum, Stranger Things e One Piece, além do entusiasmo com as estreias de As Meninas Superpoderosas, Chapolin e O Senhor dos Anéis.

Onde encontrar os colecionáveis na CCXP25

A Fandom Box estará na Rua 5A.2, com todos os lançamentos exibidos pela primeira vez. Além das novidades, o estande contará com brindes do Sonic e itens recentes como Bozo, Mauricio de Sousa, Snoopy e Harry Potter, ampliando o catálogo para quem estiver construindo ou reforçando coleção.

CCXP25 | Palco Magic vira arena medieval e reviravolta histórica garante vitória da Casa Studart

CCXP25 MAGICMARKET @GABRIELNAFOTO

No segundo dia da CCXP, o Palco Magic trocou a fantasia pela armadura e se transformou em uma arena de combates medievais com a apresentação do grupo O Castelo. Entre humor, encenação e disputa simbólica entre as Casas Braguinha e Studart, o público acompanhou uma verdadeira narrativa de RPG ao vivo, com direito a torcida organizada e mudança dramática de rumo no final.

A abertura ficou por conta de um duelo cômico com dois participantes escolhidos na plateia, que se enfrentaram usando armas e golpes imaginários. A batalha foi narrada pelos representantes das casas, o Bobo pela Studart e o Cavaleiro Medieval pela Braguinha, reforçando o clima teatral que já virou tradição no palco.

Público entra em cena e decide o primeiro vencedor

CCXP25 MAGICMARKET @GABRIELNAFOTO

A vitória inicial foi definida por votação do público e consagrou o administrador Felipe Monteiro como campeão. Em sua primeira participação na CCXP, ele comentou o entusiasmo com a experiência e com o universo medieval, destacando o quanto sempre se interessou por histórias do gênero, seja no cinema ou na literatura.

Do outro lado, Vinicius Rezende, também administrador e estreante no evento, levou a derrota com bom humor. Fã declarado das casas, ele explicou que a escolha da arma acabou sendo decisiva e resumiu o espírito do duelo ao afirmar que tentou até o fim, o que já fazia parte da diversão.

Duelos armados elevam a tensão no Palco Magic

Na sequência, os combates ganharam outro peso com a entrada de lutadores equipados com armaduras completas. Mediadas pela equipe do espetáculo, as disputas seguiram regras ditadas pela Rainha, figura central da encenação. Os confrontos apresentados foram:

• Fábio Toniolo Silvério, o Encantado, contra Allan Flores de Jesus, o Flores, em duelo de espada e broquel
• Rodrigo Sinckevicius Martins, o Lituano, contra Daniel Strazzabosco Rosa, o Muito Bonito, usando armas de haste
• Rodrigo Alvarez Esteves, o Espanhol, contra Nathan de Cerqueira Leite Scherer, o Nathan, em combate de espada longa
• Déborah Sandy Mançano Wakasugi, a Déborah, contra Ingrid Schneider Bruno, a Ingrid, em duelo de espada e escudo no formato buhurt

Cada embate foi acompanhado por frases de efeito clássicas do imaginário medieval e arrancou reações intensas da plateia, que vibrou a cada golpe encenado.

Virada histórica muda o destino da disputa

CCXP25 MAGICMARKET @GABRIELNAFOTO

Até a penúltima rodada, a Casa Braguinha dominava completamente a disputa, abrindo uma vantagem de 40 a 0 no placar. Quando tudo parecia definido, a Rainha anunciou uma mudança inesperada nas regras: as equipes seriam trocadas e a rodada final valeria 1.000 pontos.

A decisão virou o jogo de forma imediata e garantiu a vitória da Casa Studart, encerrando a segunda rodada de games do Palco Magic com uma reviravolta digna das melhores histórias épicas. Entre teatro, combate e participação ativa do público, o duelo medieval se firmou como um dos momentos mais imprevisíveis e comentados do dia na CCXP.

De SPD a Alma do Dragão, Power Rangers vivem momento especial no Palco Universe by Seara na CCXP25

CCXP25 - @arts_of_tapioca

O segundo dia da CCXP25 reservou um daqueles momentos que explicam por que Power Rangers segue relevante mesmo depois de décadas. O painel “20 Anos de Power Rangers SPD”, realizado no Palco Universe by Seara, começou celebrando a temporada lançada em 2005, mas ganhou outra dimensão com a participação surpresa de Kyle Higgins, roteirista de “Power Rangers: Alma do Dragão”, HQ que expandiu o legado da franquia nos quadrinhos.

Em sua primeira passagem pela CCXP, Higgins comentou sobre como o evento é visto fora do Brasil e destacou a força do fandom brasileiro. Para o autor, a resposta do público deixou claro que Power Rangers ocupa um espaço muito além da nostalgia, funcionando como uma ponte entre gerações de fãs.

Alma do Dragão e o peso do legado de Tommy Oliver

CCXP25 – Mega Power

Reconhecido por aprofundar a mitologia dos Rangers nos quadrinhos, Higgins falou sobre “Alma do Dragão”, obra que acompanha uma fase mais madura de Tommy Oliver e reflete sobre o impacto de suas diferentes identidades ao longo dos anos. A HQ se tornou um ponto de encontro entre quem cresceu assistindo à série na TV e quem passou a acompanhar a franquia por meio das publicações da Boom! Studios.

A conversa reforçou como os quadrinhos ajudaram a manter o universo de Power Rangers em constante expansão, dialogando com o passado sem ignorar novos leitores.

O Morfador Mestre como símbolo da relação com os fãs

Um dos momentos mais marcantes do painel veio da plateia. Kyle Higgins recebeu um Morfador Mestre das mãos do cosplayer Diego Gabriel, que veio de Brasília e integra um grupo completo de Power Rangers ativo na cidade. O objeto tem papel central em “Alma do Dragão”, permitindo que Tommy Oliver acesse múltiplas formas de Ranger ao longo de sua trajetória.

Para Diego, ver o Morfador Mestre chegar às mãos dos criadores da HQ foi a materialização do que a CCXP representa. A troca simbolizou a relação direta entre fãs e autores, algo que raramente acontece fora de eventos desse porte.

Quando palco e plateia falam a mesma língua

O painel no Palco Universe by Seara mostrou que Power Rangers continua vivo justamente por conseguir se reinventar sem perder sua essência. Entre a celebração dos 20 anos de SPD, a expansão do universo nos quadrinhos e a interação espontânea com o público, o encontro deixou claro que a CCXP é também um espaço de construção coletiva de memória.

Para quem acompanhou de perto, ficou a sensação de ter participado de um momento que vai além de um simples painel. Foi um encontro entre passado, presente e futuro de uma franquia que segue se transformando junto com seus fãs.

Marcatti transforma o Palco Omni da CCXP25 em aula viva sobre quadrinhos

CCXP25 OMNI_MARCOTTI - @thegilbz

O painel Spotlight: Marcatti levou ao Palco Omni da CCXP25 um bate-papo direto, sem pose e cheio de histórias sobre a trajetória de Francisco de Assis Marcatti Júnior. Com quase cinco décadas de estrada, o quadrinista revisitou sua formação, os caminhos tortos da autopublicação no Brasil e o momento em que percebeu que a cultura nerd, como a gente conhece hoje, ainda estava nascendo por aqui.

Marcatti lembrou que sua atuação inicial não estava exatamente nos quadrinhos, mas no humor político, em um período em que publicar era mais resistência do que mercado. Foi nesse contexto que ele passou a experimentar formatos, linguagens e maneiras de circular seu trabalho, se tornando um dos nomes centrais da autopublicação nacional muito antes disso virar pauta recorrente em eventos e painéis.

Do underground ao reconhecimento recente

CCXP25 OMNI_MARCOTTI – @thegilbz

Entre memórias e provocações, o artista comentou o bom momento vivido por suas obras nos últimos anos. Segundo ele, alguns títulos chegaram à marca de três mil exemplares vendidos em apenas dois meses, um número expressivo para o mercado independente brasileiro. O dado surgiu de forma quase casual, mas ajuda a dimensionar como sua produção segue dialogando com leitores de diferentes gerações.

Durante a conversa, Marcatti relembrou obras que marcaram sua carreira e ajudaram a construir sua identidade autoral, sempre transitando entre o incômodo, o humor ácido e o experimentalismo.

Entre os títulos citados no painel estiveram: Mariposa e A Relíquia

Ele também comentou a satisfação de ver seus trabalhos circulando em diferentes formatos, dos clássicos gibis em papel jornal, com aquele cheiro inconfundível de banca, até edições mais robustas em capa dura. Para o artista, não se trata de hierarquia entre formatos, mas de possibilidades de acesso.

Gibi é para ler, não para decorar estante

Um dos momentos mais comentados do painel veio quando Marcatti falou sobre sua visão a respeito do papel dos quadrinhos na formação de leitores. Sem rodeios, ele resumiu sua filosofia de forma direta: gibi não é objeto de coleção intocável, é ferramenta de leitura.

Para ele, os quadrinhos seguem sendo uma porta de entrada fundamental para novas gerações, especialmente em um cenário em que a leitura longa enfrenta cada vez mais resistência. A linguagem visual, o ritmo e a síntese do gibi ajudam a criar vínculo com o texto, algo que o artista considera urgente no contexto atual.

Entre risadas da plateia e comentários afiados, o Spotlight deixou claro por que Marcatti continua sendo uma figura essencial para entender não só a história dos quadrinhos brasileiros, mas também seus caminhos futuros. Na CCXP25, o Palco Omni virou menos um espaço de homenagem e mais um território de troca, exatamente como o próprio artista parece gostar.

Fallout retorna mais sombria e eletriza o Palco Thunder com cenas inéditas da 2ª temporada

CCXP_25 THUNDER bleia

O Palco Thunder by Claro tv+ foi completamente tomado pelo clima de devastação de Fallout. Assim como no universo da série, o ermo se impôs quando Marcelo Forlani e Mari Palma receberam o elenco da produção que retorna para uma segunda temporada ainda mais intensa. Ella Purnell, Walton Goggins, Aaron Moten e Justin Theroux subiram ao palco sob aplausos ensurdecedores de um público que lotou o espaço para revisitar o caos pós-apocalíptico que virou fenômeno mundial.

Uma segunda temporada mais sombria e imprevisível

Durante o painel, o público teve acesso a cenas inéditas que deram o tom da nova fase da série. A segunda temporada aposta em uma narrativa mais ousada, com atmosfera mais pesada, conflitos ampliados e reviravoltas que aprofundam os mistérios deixados no primeiro ano. As ameaças agora não vêm apenas do ambiente hostil, mas também das escolhas dos próprios sobreviventes, reforçando a ideia de que, em Fallout, nada é realmente seguro.

Novos rostos e relações em tensão

Justin Theroux comentou sobre sua chegada ao elenco e o desafio de entrar em um universo já bem estabelecido. Segundo o ator, a base construída na primeira temporada permitiu que a série avançasse com mais confiança na construção de personagens e relações. A promessa é de encontros explosivos, alianças frágeis e confrontos que devem redefinir o equilíbrio de poder nesse mundo em ruínas.

Imersão total para os fãs

A exibição de trechos exclusivos foi o ponto alto do painel, criando um clima de imersão total no deserto radioativo que define Fallout. Entre reações empolgadas, teorias surgindo na plateia e muitas provocações do elenco, ficou claro que a série pretende ir além do que já foi apresentado, elevando o nível narrativo e visual.

Com uma recepção calorosa no Palco Thunder by Claro tv+, a segunda temporada de Fallout mostrou que continua sendo uma das adaptações mais comentadas do momento, mantendo a essência dos jogos enquanto expande seu próprio caminho na cultura pop.

Cultura coreana e quadrinhos brasileiros se cruzam na arte de Monge Han na CCXP25

Monge Han - Créditos Sarangbang

A presença da cultura asiática ganhou ainda mais força na CCXP em um momento simbólico para o evento, que anunciou a expansão da marca para a Coreia do Sul. No meio desse movimento global, o Artists’ Valley virou palco para um encontro bem mais íntimo entre referências culturais. Monge Han, quadrinista de origem coreana e trajetória construída no Brasil, marcou sua quinta participação na CCXP apresentando um trabalho que dialoga diretamente com essa mistura de mundos.

Aos 34 anos, vindo de Curitiba, o artista celebrou a chance de mostrar novidades ao público, com destaque para o volume 2 de Daruma, obra que transita entre realidade e fantasia e reforça seu estilo autoral. O quadrinho amplia o universo criado por Monge, combinando simbolismos orientais com uma narrativa acessível ao leitor brasileiro, algo que se tornou marca registrada do artista ao longo dos anos.

Amarelo, memória e processo criativo

Durante o evento, Monge Han também revisitou suas primeiras criações e falou sobre elementos recorrentes de sua arte, como o uso simbólico da cor amarela. Mais do que estética, a escolha funciona como um elo emocional entre fases distintas de sua carreira e experiências pessoais. Para ele, a CCXP segue sendo um espaço essencial justamente por permitir esse contato direto com quem acompanha seu trabalho.

Segundo o quadrinista, é no olho no olho que ele percebe o impacto real das histórias que cria. Ver como seus personagens e narrativas atravessam a vida das pessoas é parte fundamental do processo. Monge também comentou sobre os desafios para novos artistas em um cenário cada vez mais digital, defendendo a adaptação às plataformas online sem transformar o medo de errar em um freio criativo.

Fãs, redes sociais e encontros ao vivo

O estande de Monge Han recebeu fãs que acompanham sua trajetória há anos, muitos deles vindos das redes sociais. Entre eles estava Raphaela Mendes, 28, revisora de documentos, que participou da CCXP pela primeira vez e fez questão de garantir uma arte exclusiva. Admiradora antiga do artista, ela destacou a força dos traços e a identidade visual como fatores que a conectaram ao trabalho de Monge muito antes do encontro presencial.

Esse tipo de troca resume bem o clima do Artists’ Valley, onde a relação entre criador e público acontece de forma direta, sem filtros. Para Monge, esse espaço continua sendo um dos grandes diferenciais da CCXP, especialmente em um momento em que a produção artística circula cada vez mais no ambiente digital.

CCXP Korea e a expansão da cultura pop

A conexão com a cultura coreana ganha um novo peso com o anúncio da CCXP Korea, que inaugura uma nova fase para a marca. A expansão reforça o posicionamento da CCXP como um evento que pensa cultura pop de forma global, sem perder de vista as cenas locais e seus artistas.

A edição coreana será realizada no próximo ano em parceria com a EXPORUM Inc., empresa responsável pela PopCon e reconhecida pela atuação em grandes eventos no país. A chegada ao mercado sul-coreano amplia o alcance da CCXP e cria novas pontes culturais, algo que já se reflete, na prática, em trajetórias como a de Monge Han, onde Brasil e Ásia se encontram na mesma página dos quadrinhos.

Nicolas Prattes emociona ao falar de “Minha Vida com Shurastey” no Palco Omelete by BB

Cccxp palco Clicktrotta

O Palco Omelete by BB recebeu, nesta sexta-feira, 5, um dos momentos mais sensíveis da CCXP25. Nicolas Prattes e o diretor Diego Freitas subiram ao palco para conversar com o público sobre o longa Minha Vida com Shurastey, adaptação cinematográfica da história real de Jesse Koz e seu cachorro, que conquistou o Brasil ao registrar uma viagem de fusca por 17 países. A jornada, marcada por encontros, afeto e espírito livre, foi interrompida de forma trágica em 2022, nos Estados Unidos, e desde então segue viva na memória de milhões de pessoas.

Nicolas Prattes e a conexão com o protagonista

Cccxp palco Clicktrotta

Vivendo Jesse Koz no cinema, Nicolas Prattes falou com franqueza sobre o peso emocional do projeto e a responsabilidade de transformar em filme uma história tão recente e querida. Declaradamente apaixonado por animais, o ator destacou que a experiência vai além da dor associada ao desfecho conhecido. Segundo ele, o público deve sair da sessão tocado por uma sensação positiva, ligada à liberdade, ao afeto e às escolhas que moldam uma vida. Para Prattes, contar essa história é uma forma de manter viva a mensagem deixada por Jesse e Shurastey.

Diego Freitas e o desafio de dirigir um filme sobre afeto

Cccxp palco Clicktrotta

Diego Freitas, que também dirigiu o sucesso Caramelo, comentou sobre o processo de levar para a tela uma relação tão autêntica entre humano e animal. Com bom humor, o diretor voltou a falar sobre trabalhar com cães em cena e arrancou risadas da plateia ao afirmar que eles são os melhores atores com quem já trabalhou. A fala reforçou o tom do painel, que alternou emoção e leveza, sem perder o respeito pela história original.

Shurastey no palco e a resposta do público

Cccxp palco Clicktrotta

Um dos momentos mais marcantes do encontro foi a entrada do golden retriever que interpreta Shurastey no filme. A presença do cachorro no Palco Omelete by BB arrancou aplausos imediatos e ajudou a traduzir, sem palavras, o motivo pelo qual essa história segue mobilizando tanta gente. Ali, entre fãs de cinema e cultura pop, ficou claro que Minha Vida com Shurastey dialoga com algo maior do que o gênero ou o formato: fala sobre vínculos reais.

Um filme que conversa com quem acompanhou a história

Cccxp palco Clicktrotta

A passagem de Nicolas Prattes e Diego Freitas pela CCXP25 reforçou que o longa não pretende apenas recontar fatos conhecidos, mas oferecer uma nova perspectiva para quem acompanhou a trajetória de Jesse Koz pelas redes e para quem vai conhecê-la agora no cinema. No clima intimista do Palco Omelete by BB, o painel mostrou que essa é uma produção pensada para emocionar, gerar conversa e manter viva uma história que já faz parte da cultura digital brasileira.

Unlock CCXP discute como liderança em tempo real muda a presença de CEOs nas redes (CCXP25)

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A programação do Unlock CCXP abriu espaço para um debate cada vez mais presente no mercado criativo e corporativo: a forma como CEOs e lideranças vêm ocupando as redes sociais para além da comunicação oficial das empresas. O painel realizado nesta sexta-feira, 5, mostrou que a criação de conteúdo por executivos deixou de ser tendência para se tornar uma estratégia consolidada, baseada na ideia de que pessoas se conectam com pessoas, não apenas com marcas.

Ao longo da conversa, os especialistas destacaram como essa mudança impacta diretamente a cultura das empresas, a atração de talentos e a forma como o público enxerga grandes corporações. Casos como o da Cimed foram citados como exemplos de como a presença ativa de executivos nas redes fortalece a imagem institucional, humaniza a marca e gera identificação com diferentes públicos, especialmente profissionais que buscam mais transparência e propósito no ambiente de trabalho.

LinkedIn como palco principal da nova liderança digital

O painel reuniu Erih Carneiro, CEO da Gombo, Du Migliano, CEO da 99 Jobs, Luiz Gustavo Ribeiro, Head de Conteúdo no LinkedIn, Caetano Tona, do TED Talks, e Juliana Marques, responsável por Novos Negócios e Planejamento Estratégico no Grupo Cimed. Entre os pontos centrais da discussão esteve o papel do LinkedIn como principal espaço dessa nova dinâmica profissional.

Segundo os participantes, a plataforma se transformou em um ambiente onde executivos compartilham bastidores, aprendizados, erros e decisões estratégicas, criando pontes mais diretas com funcionários, candidatos e parceiros. Esse movimento alimenta a curiosidade sobre o cotidiano das lideranças e amplia o diálogo sobre carreira, gestão e desafios do mercado atual.

Além do crachá e o impacto nos algoritmos

Durante o painel, o conceito “Além do seu crachá” surgiu como símbolo dessa mudança de postura. A ideia reforça que o público não quer apenas o cargo ou o discurso corporativo, mas histórias reais, visões pessoais e reflexões que extrapolam o organograma da empresa. Ao assumir esse papel mais próximo, líderes também influenciam a forma como o conteúdo circula nos algoritmos, já que posts com experiências reais tendem a gerar mais engajamento e alcance.

Os especialistas ressaltaram que essa exposição exige consistência, clareza e responsabilidade. A liderança em tempo real passa por comunicar com transparência, assumir posicionamentos e entender que a presença digital também é parte do exercício de liderar.

Compartilhar para construir conexões

A mensagem final do painel foi direta: começar é mais importante do que esperar o momento ideal. Incentivando o público a compartilhar vivências desde já, os convidados reforçaram que a criação de conteúdo pode gerar conexões genuínas, aprendizados coletivos e impactos reais no posicionamento de empresas e profissionais.

No contexto do Unlock CCXP, o debate reforçou que liderança, hoje, também se constrói no feed, nos comentários e nas trocas diárias que aproximam executivos de pessoas reais, fora do discurso engessado e mais perto da conversa.

Dominic Monaghan fecha o primeiro dia da CCXP25 com memórias épicas no Palco Thunder

CCXP - THUNDER - bleia

Dominic Monaghan foi o responsável por encerrar a programação do Palco Thunder by Claro tv+ no primeiro dia da CCXP25, em um encontro que dialogou diretamente com fãs de fantasia, ficção e séries que marcaram época. Recebido por Marcelo Forlani e Bianca Alencar, o ator revisitou momentos decisivos da carreira e mostrou como personagens icônicos seguem vivos na memória coletiva da cultura pop.

Conhecido mundialmente por integrar a Sociedade do Anel em “O Senhor dos Anéis” e por seu papel fundamental em “Lost”, Monaghan conduziu o papo com leveza e bom humor. Ao longo da conversa, ele compartilhou histórias de bastidores, falou sobre amizades construídas nos sets e refletiu sobre como essas experiências moldaram sua visão como artista.

O impacto de “O Senhor dos Anéis” na vida real

Ao relembrar a jornada na Terra-média, Dominic destacou como a dimensão do fenômeno só ficou clara após a estreia dos filmes. Segundo o ator, durante as gravações na Nova Zelândia, o clima era de produção pequena, quase íntima, sem a noção do que estava por vir. Tudo mudou quando o elenco começou a viajar para divulgar o filme e se deparou com aeroportos fechados, fãs chorando e uma comoção global que transformou completamente sua rotina.

Esse choque de realidade marcou não apenas sua carreira, mas também a forma como ele passou a enxergar o alcance do cinema e da fantasia na vida das pessoas. Para o público presente, foi um lembrete de como a trilogia de Peter Jackson redefiniu o gênero e criou laços emocionais que atravessam gerações.

“Lost”, escolhas e amadurecimento profissional

Além da Terra-média, Monaghan também falou sobre “Lost” e a experiência de trabalhar em uma série que se tornou referência em narrativa serializada. Ele comentou sobre os desafios de interpretar personagens complexos, lidar com mistérios constantes e crescer profissionalmente dentro de uma produção tão intensa e imprevisível.

O ator ressaltou que cada projeto trouxe aprendizados diferentes, ajudando a construir uma trajetória marcada por reinvenção e curiosidade artística. Essa postura, segundo ele, é essencial para seguir relevante em uma indústria em constante transformação.

Um encerramento à altura do Thunder

Com aplausos prolongados e clima de celebração, o painel com Dominic Monaghan fechou o primeiro dia da CCXP25 no Palco Thunder by Claro tv+ em sintonia com o espírito do festival. Foi menos sobre anúncios e mais sobre memória afetiva, carreira e a força duradoura das histórias que definem a cultura pop.

Para quem acompanhou, ficou a sensação de que alguns personagens nunca deixam o palco. Eles apenas encontram novas formas de conversar com o público, seja na tela ou ao vivo, em eventos como a CCXP.

Elena Casagrande fala sobre animes, reinvenção criativa e novos caminhos na CCXP25

Spotlight -ELENA CASAGRANDE - Igor Freitas

A ilustradora italiana Elena Casagrande, um dos nomes mais respeitados dos quadrinhos atuais, levou o público do Palco Omni a uma conversa honesta sobre trajetória, influências e reinvenção criativa durante a CCXP. Conhecida principalmente pelo trabalho em Viúva Negra, a artista revisitou o início da carreira ainda na infância, período em que os animes exibidos na Itália tiveram papel decisivo na sua formação visual e narrativa.

Segundo Casagrande, esse contato precoce com a animação japonesa ajudou a moldar seu olhar para movimento, ritmo e composição, elementos que seguem presentes em suas páginas até hoje. Mais do que uma referência estética, os animes funcionaram como porta de entrada para entender como emoção e ação podem coexistir de forma fluida na narrativa gráfica.

Viúva Negra, parcerias e um momento de virada

Durante o painel, Elena também comentou sobre a cocriação com Kelly Thompson em Viúva Negra, parceria que marcou um ponto de virada em sua carreira. O convite surgiu em um período pessoalmente desafiador, logo após a maternidade, e acabou se tornando um processo de reconstrução profissional e criativa.

Ela destacou como a confiança mútua entre roteirista e artista foi essencial para experimentar novas soluções visuais, buscando sempre manter a leitura dinâmica e imprevisível. A ideia, segundo Casagrande, nunca foi repetir fórmulas, mas encontrar algo novo a cada edição.

Técnica, movimento e o legado de Gianni De Luca

Ao falar de processo criativo, Elena citou diretamente o Efeito De Luca, técnica desenvolvida pelo italiano Gianni De Luca que cria a sensação de passagem de tempo e movimento dentro de uma única página. Essa abordagem foi uma das referências centrais para a estética da série, permitindo cenas mais fluidas e cinematográficas sem perder clareza narrativa.

“Eu não queria entediar meus leitores, então em cada edição eu buscava algo diferente”, comentou a artista, reforçando a importância de pensar a página como um espaço vivo, onde o olhar do leitor é guiado de forma quase coreografada.

Pausa, reflexão e um projeto autoral no horizonte

Atualmente, Casagrande revelou estar trabalhando em um ritmo mais contido. O foco agora é reorganizar ideias, retomar hábitos criativos e absorver novas referências fora da rotina intensa da indústria. Esse momento de desaceleração, segundo ela, é essencial para não perder o prazer de criar.

Antes de encerrar o painel, a artista deixou no ar uma expectativa que animou os fãs presentes: a existência de um projeto autoral guardado há anos. “Depois de anos, eu ainda gosto dessa história e acredito que os leitores vão gostar também”, afirmou. Sem detalhes revelados, a fala foi suficiente para indicar que um novo capítulo da carreira de Elena Casagrande pode estar mais próximo do que parece.

A passagem da artista pela CCXP reforçou não apenas seu peso criativo no mercado internacional, mas também a importância de revisitar origens, aceitar mudanças e seguir experimentando, mesmo depois de alcançar reconhecimento global.

Megapainel no Palco Blast! escancara avalanche de novos colecionáveis e empolga fãs na CCXP25

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O Palco Blast! virou ponto de encontro obrigatório para quem leva colecionáveis a sério. O Megapainel dos Colecionáveis reuniu uma multidão curiosa e barulhenta para acompanhar, em primeira mão, os anúncios de três gigantes do mercado: Hasbro, McFarlane Toys e Iron Studios. O resultado foi uma sequência intensa de revelações que passearam por cinema, séries, games e quadrinhos, com aquele clima de vitrine nerd que a CCXP sabe entregar.

Hasbro abre o jogo com Marvel e Star Wars

Responsável por iniciar o painel, a Hasbro apostou em franquias que já têm lugar garantido no coração dos colecionadores. A linha inspirada em Spider-Man: No Way Home ganhou destaque, incluindo o novo Lagarto, versão monstruosa do Dr. Connors, que arrancou reações imediatas do público.
No campo da nostalgia, a marca reforçou sua linha vintage de Star Wars, apresentando novas figuras de personagens como Obi-Wan Kenobi e o Mandalorian, mantendo o foco em acabamento clássico e apelo para fãs de longa data.

McFarlane Toys expande universos e cruza mídias

Na sequência, foi a vez da McFarlane Toys elevar o nível do hype. O painel exibiu o trailer de Avatar: Fogo e Cinzas, conectando o público diretamente ao universo criado por James Cameron, seguido da apresentação de novos colecionáveis inspirados na franquia.
A marca também mostrou força ao transitar entre diferentes mídias, com novidades de Fallout, As Tartarugas Ninja e Mortal Kombat. Para quem acompanha quadrinhos e super-heróis, não faltaram personagens de peso, incluindo Flash, Coringa, Hulk e Venom, reforçando a diversidade do catálogo e a atenção a diferentes perfis de colecionadores.

Iron Studios fecha com lista robusta e apostas aguardadas

Encerrando o megapainel, a Iron Studios entregou o momento mais denso do evento, com uma longa lista de lançamentos e pré-vendas que fez muita gente anotar mentalmente prioridades e parcelamentos futuros. Entre os destaques apresentados estão novas peças de O Mandaloriano e da franquia Aliens, além de anúncios bastante esperados pelo público.
A lista inclui Luke e Leia, Chapolin, Chaves, Anakin vs. Obi-Wan, Surfista Prateado, Wolverine, Batman Absolute e Elsa de Frozen. O universo DC também marcou presença com Supergirl, ao lado de itens do MCU e dos Vingadores Doomsday, mostrando que a marca segue investindo pesado em variedade e detalhamento.

Colecionar como experiência pop

Mais do que uma sequência de anúncios, o Megapainel no Palco Blast! deixou claro como o mercado de colecionáveis continua crescendo e se reinventando dentro da cultura geek. Entre nostalgia, grandes franquias e novos universos, o painel funcionou como um mapa do que deve dominar prateleiras, vitrines e timelines nos próximos meses, consolidando o espaço como um dos mais disputados da programação para fãs que enxergam cada peça como parte da própria história pop.

COPAG leva Disney Lorcana ao topo da CCXP25 e transforma estande em fenômeno do evento

A CCXP25 nem tinha engrenado e o estande da COPAG já despontava como um dos mais disputados do pavilhão. Filas extensas e movimentação constante marcaram o primeiro dia, puxados pela curiosidade e pelo hype em torno de Disney Lorcana, TCG que vem chamando atenção de jogadores e colecionadores. O espaço rapidamente se tornou um dos grandes hubs da feira.

Disney Lorcana puxa a comunidade para dentro do jogo

Durante todo o dia, mesas cheias e partidas guiadas ajudaram novatos e veteranos a mergulharem no universo de Lorcana. As atividades de Aprenda a Jogar, os desafios no palco e o contato direto com cartas e personagens icônicos da Disney criaram uma experiência acessível e dinâmica. Brindes, demonstrações rápidas e interações com o público garantiram o clima de arena que define um bom card game em evento.

Para a COPAG, a estratégia é clara: aproximar a marca da comunidade geek por meio de convivência e diversão compartilhada, fortalecendo o público que acompanha a evolução do mercado de TCG no Brasil.

Estratégia alinhada ao público da CCXP

Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing LATAM da COPAG, reforça que a CCXP é um espaço essencial para conversar com fãs e consumidores do gênero. Ela destaca que a resposta ao estande confirma que Lorcana encontrou seu lugar e que o objetivo vai além de apresentar produtos. O foco é criar experiências memoráveis e consolidar a presença da COPAG na cultura pop.

COPAG se firma como força no ecossistema de jogos

Com o grande volume de visitantes e ativação constante, a COPAG garante seu espaço entre os maiores destaques da CCXP25. A empresa fortalece seu papel no entretenimento nacional e amplia sua conexão com jogadores, colecionadores e novos fãs que entram no universo dos TCGs.

Quem é a COPAG no universo dos jogos

Com mais de um século de história, a COPAG se tornou referência na produção de baralhos e jogos. Desde que passou a integrar o grupo Cartamundi em 2005, expandiu sua distribuição para cinco continentes e reforçou sua reputação em inovação e criatividade. Além da produção de TCGs, a marca investe em diversidade, inclusão e responsabilidade ambiental, pilares que ampliam sua relevância dentro da cultura geek e do mercado global.