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Lords of the Fallen II ganha novo trailer

A CI Games aproveitou o palco do Summer Game Fest 2026 para apresentar um novo olhar sobre Lords of the Fallen II. O trailer, batizado de “The Battle for Thorngar”, trouxe novas áreas, inimigos inéditos, chefes gigantescos e confirmou que o RPG de ação será lançado simultaneamente para PC e consoles no segundo semestre de 2026.

Depois de um primeiro jogo que passou por uma longa jornada de correções e atualizações desde seu lançamento em 2023, a desenvolvedora parece determinada a transformar a sequência em algo maior, mais refinado e muito mais agressivo.

Nova região mistura fantasia sombria e influências orientais

Entre as novidades reveladas está Ysiguen, uma região inédita que foge um pouco dos cenários medievais tradicionais vistos no primeiro jogo.

O local apresenta enormes pagodes deformados por forças demoníacas, habitantes marcados por características sobrenaturais e uma atmosfera que mistura fantasia sombria com inspirações da mitologia asiática.

O trailer também mostrou Lingao, the Souring Storm, um dragão colossal envolto por tempestades elétricas que já surge como um dos principais candidatos a traumatizar jogadores em 2026.

Se existe uma regra não escrita dos soulslikes, ela diz que sempre há um dragão esperando para testar sua paciência. Em Lords of the Fallen II, aparentemente ele controla raios também.

Katanas entram no arsenal após pedidos da comunidade

Uma das revelações mais comemoradas pelos fãs foi a confirmação de uma nova categoria de armas inspirada nas tradicionais katanas japonesas.

Segundo a CI Games, a adição atende a um dos pedidos mais frequentes da comunidade após a chegada das foices no jogo anterior.

O novo arsenal se junta a um sistema de combate que promete ser significativamente mais rápido e responsivo. A desenvolvedora afirma que trabalhou para tornar cada golpe mais impactante, com novas habilidades ofensivas, execuções violentas e um sistema de desmembramento mais elaborado.

A proposta parece aproximar a sequência de experiências mais agressivas dentro do gênero, sem abandonar a identidade construída pelo primeiro título.

Mais inimigos, mais chefes e cooperação desde o lançamento

Além das mudanças no combate, a sequência promete expandir consideravelmente o conteúdo.

A CI Games confirmou que o mundo contará com uma variedade maior de inimigos, agora divididos em facções específicas de cada bioma. Os chefes também receberão encontros mais complexos e dinâmicos.

Outra novidade importante é a progressão compartilhada no modo cooperativo já no lançamento. A funcionalidade foi uma das solicitações mais frequentes da comunidade e deve facilitar a experiência para quem prefere enfrentar os desafios acompanhado.

O Reino Umbral, uma das mecânicas mais marcantes do jogo anterior, também retornará em uma versão mais profunda e integrada à exploração.

Sequência tenta transformar o sucesso em franquia definitiva

A confiança da CI Games não surge do nada. Segundo a empresa, Lords of the Fallen de 2023 ultrapassou 2,5 milhões de cópias vendidas até março de 2026, resultado expressivo para uma franquia que precisou reconquistar parte da comunidade após problemas técnicos em seu lançamento.

Desde então, o jogo recebeu mais de 70 atualizações, ajustes de balanceamento e melhorias de desempenho. Boa parte desse aprendizado, segundo o estúdio, serviu de base para a produção da sequência.

A mensagem é clara: Lords of the Fallen II não quer apenas repetir a fórmula. O objetivo é competir diretamente com os principais nomes do gênero.

Quando lança?

Lords of the Fallen II será lançado no segundo semestre de 2026 para PC via Steam e Epic Games Store, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Enquanto a data exata ainda não foi revelada, o novo trailer indica que a CI Games está apostando alto para transformar sua série em uma das principais referências entre os RPGs de ação inspirados na fórmula soulslike.

E, considerando a quantidade de chefes monstruosos mostrados até agora, os controles já podem começar a se preparar para alguns momentos difíceis.

Virtua Fighter Crossroads é revelado e promete reinventar a franquia em 2027

Depois de anos de expectativa e especulação, a SEGA finalmente mostrou o primeiro grande vislumbre do próximo capítulo de uma das franquias mais importantes da história dos jogos de luta. Durante o Summer Game Fest 2026, a empresa revelou oficialmente Virtua Fighter Crossroads, novo título da série desenvolvido pelo RGG Studio, equipe responsável pelos jogos da franquia Like a Dragon.

O lançamento está previsto para 2027 e marca o retorno de uma série que ajudou a definir os jogos de luta em 3D, mas que passou boa parte da última década observando concorrentes como Street Fighter, Tekken e Mortal Kombat dominarem os holofotes.

Cielo surge como o rosto de uma nova geração

O trailer de estreia apresentou Cielo, um lutador inédito que parece ocupar papel central na narrativa.

Embora a SEGA ainda não tenha revelado detalhes sobre sua história ou motivações, o vídeo destacou uma abordagem mais cinematográfica do que a tradicionalmente vista na franquia. Cenários urbanos, enquadramentos dramáticos e foco nos personagens sugerem que a narrativa terá um peso maior desta vez.

Para uma série conhecida por priorizar o combate acima de tudo, a mudança chama atenção. Historicamente, Virtua Fighter sempre tratou a história como pano de fundo. Agora, o novo projeto parece disposto a dar aos lutadores algo além de golpes precisos e torneios internacionais.

O combate continua sendo a prioridade

Apesar da evolução visual e narrativa, a SEGA fez questão de reforçar que o DNA da série permanece intacto.

Segundo a empresa, Virtua Fighter Crossroads continuará apostando no combate técnico e realista que transformou a franquia em referência para a indústria. Desde sua estreia nos arcades dos anos 1990, a série construiu reputação justamente pela profundidade mecânica e pela filosofia de “fácil de entender, difícil de dominar”.

O trailer mostrou trocas rápidas de golpes, movimentação fluida e animações detalhadas, sugerindo que o estúdio busca preservar essa identidade enquanto moderniza a apresentação.

RGG Studio quer levar Virtua Fighter para uma nova era

A escolha do RGG Studio para liderar o projeto também ajuda a entender a direção adotada.

Nos últimos anos, o estúdio se destacou pela construção de personagens carismáticos, narrativas dramáticas e cenas cinematográficas em Like a Dragon. Agora, parte dessa experiência parece estar sendo aplicada a Virtua Fighter.

O resultado pode representar a maior transformação da franquia desde a transição para os gráficos tridimensionais. A diferença é que, desta vez, a evolução não acontece apenas no visual, mas também na forma como os jogadores irão se conectar com seus personagens.

Evento especial promete revelar mais detalhes

A apresentação do Summer Game Fest foi apenas o começo.

A SEGA confirmou que um evento dedicado a Virtua Fighter Crossroads acontece ainda hoje, trazendo informações adicionais sobre o novo modo história, o sistema dinâmico de batalhas e a estrutura narrativa do jogo.

A expectativa é que a transmissão esclareça como a desenvolvedora pretende equilibrar a tradição competitiva da franquia com as novidades apresentadas no trailer.

Virtua Fighter Crossroads será lançado em 2027 e representa a tentativa mais ambiciosa da SEGA de recolocar uma das séries mais influentes do gênero no centro da conversa dos jogos de luta. Afinal, enquanto muitos concorrentes evoluíram apostando em espetáculo, Virtua Fighter sempre foi lembrado pela técnica. Agora, a franquia quer provar que é possível ter os dois.

Crunchyroll revela novos animes na Anime Expo 2026 com novas temporadas de Diários de uma Apotecária e Gachiakuta

A Crunchyroll chegou à Anime Expo 2026 com uma missão simples: lembrar aos fãs que sua fila de animes está prestes a ficar ainda maior.

Durante sua participação no evento realizado em Los Angeles, a plataforma anunciou uma nova leva de aquisições que inclui sequências muito aguardadas, adaptações de web novels, mangás e manhwas populares, além de algumas apostas inéditas que podem ganhar força nos próximos meses.

Entre os destaques estão a terceira temporada de Diários de uma Apotecária, a renovação de Gachiakuta para uma segunda temporada e adaptações de obras conhecidas como Overgeared e Tomb Raider King.

Diários de uma Apotecária e Gachiakuta lideram os anúncios

A terceira temporada de Diários de uma Apotecária promete ampliar ainda mais os mistérios envolvendo Maomao e Jinshi.

Após os acontecimentos da rebelião do Clã Shi, Maomao retorna à sua antiga rotina como farmacêutica, mas novos incidentes começam a surgir dentro e fora da corte imperial. Ao mesmo tempo, Jinshi passa a lidar diretamente com o peso de sua verdadeira posição política enquanto uma ameaça capaz de afetar todo o país começa a tomar forma.

O anúncio reforça o status da série como uma das produções mais populares da atualidade, especialmente após o crescimento internacional do anime nas últimas temporadas.

Já Gachiakuta retorna para uma segunda temporada após conquistar fãs com sua mistura de ação, crítica social e visual inspirado em grafite e arte urbana.

A história acompanha Rudo, jovem acusado injustamente de assassinato e lançado em um enorme abismo repleto de lixo e criaturas monstruosas. Agora integrado aos Cleaners, ele segue sua jornada para sobreviver e confrontar aqueles que o condenaram.

Overgeared e Tomb Raider King apostam no público gamer

Os fãs de histórias inspiradas em videogames também ganharam novidades.

Overgeared adapta a popular web novel sobre Shin Youngwoo, conhecido como Grid, um jogador azarado que passa anos fracassando dentro do MMORPG Satisfy. Tudo muda quando ele encontra um item lendário que lhe concede a rara classe de sucessor de Pagma, transformando-o em um dos personagens mais poderosos do jogo.

A partir daí, o protagonista tenta usar suas novas habilidades para conquistar fama e riqueza, mas acaba atraindo problemas muito maiores do que imaginava.

Já Tomb Raider King traz uma combinação de fantasia sobrenatural, ação e viagem no tempo.

Na trama, misteriosas tumbas surgem ao redor do mundo contendo relíquias capazes de conceder poderes especiais. Após ser traído e morrer durante uma expedição, Jooheon Suh desperta quinze anos no passado, antes do aparecimento das relíquias. Com conhecimento do futuro, ele inicia uma jornada de vingança e poder.

Romance, fantasia e suspense também marcam presença

Entre as novas apostas está Firefly Wedding, romance de suspense ambientado na Era Meiji. A história acompanha Satoko, jovem pertencente a uma família tradicional que vê seus planos de casamento desmoronarem quando um assassino surge para matá la. Para sobreviver, ela propõe algo inesperado ao homem encarregado de eliminá la, iniciando uma relação que mistura perigo, interesse e sentimentos conflitantes.

Outra novidade é Goodbye, Lara, releitura moderna do conto da Pequena Sereia. Após desaparecer no oceano por causa de um amor impossível, a sereia Lara desperta duzentos anos depois no Lago Biwa. Agora, ela recebe uma nova oportunidade para encontrar o amor verdadeiro e mudar o destino que parecia inevitável.

Princesas, santos e ayakashis entram na programação

O catálogo também receberá The Oblivious Saint Can’t Contain Her Power. A trama acompanha Carolina, filha ignorada de uma poderosa família nobre que acaba envolvida em um casamento político com um príncipe conhecido por sua reputação sanguinária. Enquanto tenta sobreviver à nova realidade, ela descobre habilidades que podem mudar completamente seu destino.

Já The Ogre’s Bride aposta em fantasia romântica inspirada no folclore japonês. A protagonista Yuzu vive à sombra da irmã até ser escolhida como noiva por um poderoso ayakashi. O encontro dá início a uma história que mistura elementos sobrenaturais, romance e drama familiar.

Espiãs, heróis esquecidos e aventureiros improváveis

Outro título anunciado foi Victoria of Many Faces. A série acompanha Chloe, uma espiã extremamente habilidosa que decide abandonar sua antiga vida após ser traída pela própria organização. Assumindo a identidade de Victoria, ela tenta viver de forma comum em outro reino, mas logo descobre que seu passado não pretende deixá la em paz.

Já I Became a Legend after My 10 Year Long Last Stand apresenta uma premissa curiosa. Após derrotar o Rei Demônio e salvar seus companheiros, o mago Luck retorna para casa e descobre que dez anos se passaram. Considerado um herói morto, ele decide esconder sua identidade e começar uma nova vida como aventureiro de baixo nível.

Outro destaque é The Villager of Level 999. Em um mundo onde as classes definem o destino de cada pessoa, Kouji Kagami recebe a considerada mais fraca de todas: aldeão. O detalhe é que ele alcança o nível 999, algo que jamais havia acontecido, tornando se uma das figuras mais poderosas do planeta.

Continuações aguardadas também estão a caminho

A Crunchyroll também confirmou o retorno de duas séries que já possuíam continuações anunciadas há algum tempo.

Saga of Tanya the Evil Season 2 dará sequência à história da temida Tanya Degurechaff, que continua sua ascensão militar em meio a uma guerra cada vez mais complexa.

Já Sasaki and Peeps Season 2 acompanha novamente o funcionário de escritório Sasaki e seu improvável parceiro, um pássaro que na verdade é um poderoso mago vindo de outro mundo. O resultado continua sendo uma mistura peculiar de fantasia, comédia e aventura interdimensional.

Crunchyroll amplia aposta para os próximos anos

Os anúncios reforçam a estratégia da Crunchyroll de investir tanto em franquias já consolidadas quanto em propriedades que chegam cercadas por uma base de fãs construída nos mangás, web novels e manhwas.

Entre retornos aguardados, adaptações de sucesso e novas apostas, a plataforma saiu da Anime Expo 2026 com uma mensagem clara: se faltava anime para assistir, esse problema está prestes a desaparecer.

Os novos títulos começarão a estrear na Crunchyroll ao longo das próximas temporadas.

Gundam Rogue Orbit é anunciado no Summer Game Fest

A franquia Gundam está prestes a ganhar um novo ponto de entrada para jogadores veteranos e novatos. Durante o Summer Game Fest 2026, a Bandai Namco anunciou oficialmente Gundam Rogue Orbit, novo jogo de ação desenvolvido pela Bandai Namco Studios que chegará em 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

A revelação veio acompanhada de um trailer que apresentou os primeiros detalhes da história, do protagonista e da proposta de combate, que aposta em batalhas frenéticas envolvendo Mobile Suits em larga escala.

Uma nova linha do tempo para contar uma nova guerra

Diferente de muitos projetos recentes da marca, Gundam Rogue Orbit não pretende revisitar conflitos clássicos da franquia.

O jogo apresenta uma linha do tempo inédita, criada especificamente para esta nova aventura. A trama acompanha RE-X, um piloto de elite que assume o comando do Gundam Helix em uma luta desesperada pela sobrevivência da humanidade.

Ao lado de um grupo de soldados pouco reconhecidos, mas extremamente capazes, o protagonista enfrentará uma ameaça misteriosa que coloca em risco o futuro da civilização.

A decisão de criar um universo próprio pode agradar tanto os fãs de longa data quanto quem nunca teve contato com Gundam, já que elimina a necessidade de conhecer décadas de cronologias, guerras espaciais e disputas políticas acumuladas pela série desde 1979.

Combates rápidos e chefes gigantescos

O trailer de anúncio destacou uma jogabilidade focada em velocidade e mobilidade, elementos que tradicionalmente estão entre os maiores atrativos dos jogos da franquia.

Segundo a Bandai Namco, os jogadores enfrentarão grandes grupos de inimigos em cenários amplos, além de batalhas contra chefes colossais e desafios que exigirão o uso completo das capacidades do Gundam Helix.

A proposta sugere uma experiência mais voltada para ação cinematográfica do que para simulação militar, aproximando o projeto de títulos modernos focados em combate intenso e movimentação constante.

Para quem acompanha a série, a promessa é entregar justamente aquilo que tornou Gundam um fenômeno global: confrontos espetaculares entre máquinas gigantes, guerras em larga escala e pilotos tentando sobreviver em meio ao caos.

Bandai Namco quer transformar Rogue Orbit em uma nova porta de entrada

Embora ainda existam poucos detalhes sobre sistemas de progressão, personalização ou modos de jogo, a mensagem da Bandai Namco ficou clara durante a apresentação.

Gundam Rogue Orbit foi concebido para funcionar como uma nova porta de entrada para a franquia, ao mesmo tempo em que oferece uma história inédita para os fãs mais antigos.

A estratégia faz sentido. Com dezenas de séries, filmes, OVAs e universos paralelos acumulados ao longo de quase cinco décadas, entrar em Gundam pode parecer tão complexo quanto entender a cronologia completa de uma guerra espacial. Criar uma nova linha do tempo permite que a desenvolvedora comece do zero sem carregar esse peso narrativo.

O que esperar até 2027

Por enquanto, a Bandai Namco não revelou detalhes sobre multiplayer, duração da campanha ou possíveis conexões com outras produções da franquia.

A empresa confirmou apenas que novas informações serão divulgadas nos próximos meses, incluindo mais detalhes sobre a história, personagens e mecânicas de jogo.

Gundam Rogue Orbit será lançado em 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam, marcando o início de uma nova saga dentro de uma das franquias mais influentes da ficção científica japonesa.

Control Resonant ganha data no PlayStation 5

A Remedy finalmente confirmou a data de lançamento de Control Resonant. A continuação de Control chega ao PlayStation 5 em 24 de setembro e aproveitou o anúncio para divulgar um novo trailer focado na história.

Quem esperava reencontrar Jesse Faden como protagonista talvez precise recalibrar as expectativas. Desta vez, o foco está em Dylan Faden, personagem que no primeiro jogo ocupava justamente o lado mais sombrio da narrativa. Agora, ele assume o papel principal em uma trama que promete revisitar os traumas da família Faden enquanto uma nova ameaça paranormal se espalha pela realidade.

Uma cidade que deixou de seguir as regras

O novo trailer mostra uma Manhattan transformada por forças misteriosas. Prédios desafiam a lógica, ruas mudam de forma e criaturas surgem de uma nova manifestação conhecida como Ressonância.

No meio desse cenário está Dylan, que precisa sobreviver a fenômenos cada vez mais perigosos enquanto desenvolve novas habilidades e utiliza a Aberrante, uma arma capaz de mudar de forma durante os combates.

A proposta parece ampliar a escala dos eventos vistos no primeiro jogo, levando a ação para além dos corredores da Antiga Casa e colocando a cidade inteira como palco do desastre.

De vilão a protagonista

A escolha de Dylan como personagem jogável não aconteceu por acaso. Em Control, ele era apresentado como uma figura associada ao Ruído, força paranormal responsável por uma das maiores tragédias enfrentadas pelo Departamento Federal de Controle.

Capturado ainda criança pelo FBC, Dylan passou a vida sendo tratado como objeto de estudo. Anos depois, acabou possuído pelo Ruído e se tornou peça central da crise que quase destruiu a organização. Jesse conseguiu impedir o pior, mas o irmão permaneceu em coma por anos.

Agora, ele desperta em um mundo diferente. Jesse desapareceu e a única pessoa que realmente o conectava ao passado não está mais por perto. A partir daí, a história parece apostar menos na luta contra monstros e mais na tentativa de Dylan descobrir quem ele se tornou depois de tudo o que aconteceu.

Jesse continua presente, mas não conduz a história

Apesar da mudança de protagonista, Jesse não foi deixada de lado. Segundo a Remedy, a personagem continua tendo papel importante nos acontecimentos de Resonant, mas a narrativa será conduzida pela perspectiva do irmão.

A relação entre os dois permanece como o coração da franquia. Se o primeiro jogo explorava a busca de Jesse por respostas, a sequência parece inverter a equação e colocar Dylan diante do peso das escolhas do passado.

Para os fãs de Control, a mudança pode ser uma das apostas mais interessantes da sequência. Afinal, poucos personagens do universo criado pela Remedy carregam tantas cicatrizes quanto Dylan Faden.

Control Resonant será lançado em 24 de setembro para PlayStation 5. A pré venda já está disponível, incluindo uma edição digital que oferece acesso antecipado de 48 horas.

Com informações do Blog Playstation BR

Crítica | Mestres do Universo

Quando o assunto é He-Man, muita gente que cresceu nos anos 1980 sonhava em ter o Castelo de Grayskull. E, por mais que o filme estrelado por Dolph Lundgren, em 1987, tenha tomado muitas liberdades em relação ao desenho animado, existe um público que guarda com carinho aquela adaptação.

Mais de 40 anos depois de surgir como uma resposta da Mattel ao sucesso dos brinquedos de Star Wars, Mestres do Universo retorna aos cinemas em uma nova adaptação em live action. Desta vez, abraçando o espírito da série original, mas sem ignorar versões mais recentes, como Mestres do Universo: Salvando Eternia, da Netflix.

Também vale lembrar que o projeto passou anos trocando de produtoras, distribuidoras e diretores até finalmente chegar às mãos de Travis Knight. Depois de mostrar em Bumblebee que era possível equilibrar nostalgia e atualização, o diretor assume a missão de trazer a mitologia de He-Man para os dias atuais.

Depois de uma verdadeira epopeia nos bastidores, podemos dizer que Mestres do Universo finalmente chegou aos cinemas e que a espera acabou valendo a pena.

A história

Sam C Wilson stars as Trap Jaw in MASTERS OF THE UNIVERSE.

Eternia é uma terra onde as lendas são reais. Adam é o príncipe do reino e é treinado por Mentor não apenas para se tornar um guerreiro, mas também para assumir seu papel como futuro rei.

Quando Esqueleto lança um ataque devastador e conquista Eternia, Adam é forçado a fugir ao lado da mãe para o Castelo de Grayskull. Para protegê-lo, a Feiticeira envia o jovem e a Espada do Poder para a Terra.

Quinze anos depois, Adam leva uma vida comum enquanto tenta desesperadamente encontrar a espada perdida e descobrir uma forma de voltar para casa. Mas, quando finalmente recupera aquilo que perdeu, ele acaba atraindo novamente a atenção de Eternia.

Ao retornar ao seu mundo natal ao lado de Teela, Adam se depara com um reino destruído pela ausência de seu verdadeiro herdeiro. Agora, caberá a ele aceitar o destino que sempre tentou evitar.

Opinião

Por mais que Mestres do Universo abrace a mitologia do personagem, He-Man e seus aliados foram atualizados para os dias atuais.

Nicholas Galitzine interpreta um Príncipe Adam bastante diferente daquele que muitos fãs guardam na memória. Sai de cena o herói definido apenas pela força física e entra um personagem que entende que liderança também exige empatia, diálogo e responsabilidade. É uma releitura que pode dividir opiniões, mas que faz sentido dentro da proposta do filme.

Dos personagens clássicos, Teela, interpretada por Camila Mendes, surge como uma guerreira determinada e segura de si, assumindo responsabilidades maiores após a queda de Eternia.

Já Idris Elba entrega um Mentor marcado pela culpa e pela decadência após a derrota do reino. Distante da figura inabalável da animação, o personagem encontra em Adam uma oportunidade de redenção. E, quando a ação começa, Elba mostra exatamente por que Mentor sempre foi um dos pilares de Eternia.

Mas, se você percebeu que ainda não falamos sobre Jared Leto como Esqueleto, existe um motivo. Depois de interpretações que dividiram opiniões em personagens como Coringa e Morbius, o ator finalmente encontra o tom certo. Seu Esqueleto alterna entre o ameaçador e o exageradamente teatral, abraçando a caricatura que sempre fez parte do personagem sem transformá-lo em uma piada.

Os trailers davam a impressão de que boa parte da trama aconteceria na Terra. Não sei se foi uma tentativa de homenagear o longa de 1987 ou apenas uma estratégia de divulgação, mas o filme passa surpreendentemente pouco tempo fora de Eternia. E devo admitir que essa foi uma das melhores surpresas da produção.

Dolph Lundgren também aparece em uma participação especial. Embora funcione como um agradável fan service para quem acompanhou o filme original, é difícil não desejar que sua presença fosse um pouco maior.

Nicholas Galitzine stars as ‘Adam’ in MASTERS OF THE UNIVERSE.

Depois do trabalho em Bumblebee, Travis Knight demonstra novamente um enorme respeito pelo material original. Os visuais modernizam o que precisava ser atualizado, mas preservam a identidade dos personagens. E, por mais improvável que parecesse, até elementos tradicionalmente considerados exagerados, como o visual do próprio He-Man, funcionam muito bem na tela.

Também é impossível ignorar a qualidade das cenas de ação. Seja nos confrontos entre Mentor e Fera ou no inevitável embate entre He-Man e Esqueleto, existe uma grandiosidade que faz jus ao universo apresentado. São sequências bem coreografadas e visualmente impactantes, que elevam o espetáculo sem comprometer a narrativa.

Para os mais puristas, o filme propõe que o verdadeiro poder de He-Man não está na Espada do Poder, mas em Adam ser o escolhido de Grayskull. Essa abordagem já havia sido explorada em Mestres do Universo: Salvando Eternia e, embora funcione dentro da proposta desta nova adaptação, pode causar estranhamento em quem não acompanhou a série da Netflix ou simplesmente não gostou dos rumos adotados na continuação escrita por Kevin Smith.

E antes de terminar, precisamos falar das cenas pós-créditos. Ver Gorpo reaparecer com sua tradicional lição do dia desperta imediatamente a nostalgia dos fãs mais antigos. Já a breve aparição de She-Ra, acompanhada pelos acordes familiares de sua animação, deixa clara a intenção de expandir esse universo nos cinemas. Quanto a Maligna e Esqueleto, uma coisa permanece igual: alguns vilões simplesmente sempre encontram um jeito de voltar.

Divertido e acompanhado por uma trilha sonora marcante, Mestres do Universo mostra que um personagem aparentemente preso aos anos 1980 ainda pode funcionar perfeitamente para o público atual. Atualizado sem abrir mão de suas raízes, o filme prova que muitos desenhos daquela época ainda têm potencial para se transformar em grandes franquias cinematográficas. Mais do que uma simples homenagem aos fãs antigos, o longa encontra espaço para apresentar Eternia a uma nova geração.

Ficha Técnica

Mestres do Universo

DireçãoTravis Knight

RoteiroChris Butler, Aaron Nee, Adam Nee e Dave Callaham

ElencoNicholas Galitzine, Camila Mendes, Jared Leto, Alison Brie e Idris Elba

GêneroAção, fantasia, aventura

Duração140 minutos

PaísEstados Unidos

Mais informações

Estreia no Brasil4 de junho de 2026

Mestres do Universo

Idioma: Inglês

Avaliação
4,5/5
JWave

Akira voltará aos cinemas brasileiros em versão 4K

Mais de três décadas após redefinir a ficção científica e influenciar gerações de cineastas, Akira está pronto para voltar às telonas brasileiras. A Sato Company confirmou durante o Show de Inverno que o clássico dirigido por Katsuhiro Otomo será relançado nos cinemas nacionais em uma nova remasterização em 4K.

A informação foi divulgada pelo portal Filme B, que esteve presente no evento e acompanhou os anúncios da distribuidora.

O relançamento faz parte de uma programação voltada ao cinema asiático que também inclui títulos como Blue Lock, 5 Centímetros por Segundo, Kiki, Sol da Meia Noite, Confusão na Amazônia, Em Busca da Vitória e Uma Família Inesperada.

O anime que ajudou a mudar a imagem da animação japonesa no Ocidente

Lançado originalmente em 1988, Akira é considerado uma das obras mais importantes da história da animação. Baseado no mangá criado por Katsuhiro Otomo, o filme apresentou ao público mundial uma visão sombria e futurista de Neo Tóquio, cidade reconstruída após uma catástrofe que mudou o destino do Japão.

A trama acompanha Shotaro Kaneda, líder de uma gangue de motociclistas, e seu amigo Tetsuo Shima, que desperta habilidades psíquicas capazes de colocar toda a cidade em risco.

Misturando ficção científica, ação, política, crítica social e elementos cyberpunk, o longa se tornou uma referência para inúmeras produções que vieram depois, influenciando obras do cinema, dos videogames e da cultura pop em geral.

Hoje, muitas das imagens associadas ao gênero cyberpunk carregam traços que passaram primeiro pelas ruas iluminadas e caóticas de Neo Tóquio.

Um clássico que continua relevante

Embora tenha sido lançado há quase 40 anos, Akira segue impressionando pela qualidade da animação e pelos temas abordados. Questões como autoritarismo, avanço tecnológico, desigualdade social e alienação da juventude continuam presentes e ajudam a explicar por que a obra permanece atual.

O filme também ocupa um lugar especial na história dos animes por ter ajudado a popularizar a animação japonesa fora do Japão, abrindo caminho para o crescimento do mercado internacional nas décadas seguintes.

No Brasil, o mangá é publicado pela Editora JBC e já foi reconhecido pelo Troféu HQ Mix na categoria Publicação de Clássico.

Nova geração terá chance de ver Akira na tela grande

Para muitos fãs, esta será a oportunidade de rever uma das produções mais influentes da animação em condições próximas das idealizadas por Katsuhiro Otomo. Para outros, será o primeiro contato com uma obra frequentemente citada como leitura obrigatória para quem gosta de anime, ficção científica ou cultura pop japonesa.

A Sato Company ainda não divulgou a data de estreia do relançamento nacional, mas a confirmação da versão remasterizada em 4K já coloca Akira entre os eventos mais interessantes para os fãs de anime nos cinemas brasileiros nos próximos meses.

Lançado originalmente em 1988, Akira retorna aos cinemas brasileiros em versão remasterizada em 4K, com distribuição da Sato Company.

Com informações de OVicio

Blue Lock terá filme live action nos cinemas brasileiros

Os fãs de Blue Lock já podem começar a aquecer. A Sato Company confirmou que o filme live action baseado no popular mangá de futebol será lançado nos cinemas brasileiros. A informação foi divulgada durante o Show de Inverno e repercutida pelo portal Filme B, que esteve presente no evento acompanhando os anúncios das distribuidoras.

A confirmação coloca o Brasil na rota de um dos projetos mais aguardados pelos fãs de anime e mangá em 2026. No Japão, o longa estreia em 7 de agosto, em pleno clima de Copa do Mundo.

Do mangá fenômeno para as telonas

Durante a apresentação o diretor de Negócios e Operações da Sato Company, destacou o filme como uma das principais apostas da distribuidora para o público fã da cultura pop asiática. A obra foi definida como uma espécie de “Round 6 do futebol”, comparação que ajuda a explicar seu apelo para quem ainda não conhece a franquia.

A história acompanha Yoichi Isagi, um jovem atacante que entra no Blue Lock, um programa radical criado pela Federação Japonesa de Futebol para encontrar o camisa 9 definitivo do país. Reunindo 300 promessas do esporte em uma competição brutal, o projeto elimina candidatos até restar apenas um vencedor.

O conceito mistura futebol, rivalidade extrema e disputas psicológicas, transformando partidas em verdadeiros confrontos de sobrevivência esportiva.

Elenco reúne nomes da nova geração japonesa

O filme será estrelado por Fumiya Takahashi no papel de Yoichi Isagi. O elenco também inclui Kaito Sakurai como Bachira, Kyohei Takahashi como Chigiri, Kota Nomura como Kunigami e Keito Tsuna como Reo Mikage.

A produção é assinada pela Credeus, estúdio responsável pelo live action de Golden Kamuy, enquanto a distribuição japonesa ficará nas mãos da Toho.

O desafio será adaptar para o cinema a intensidade visual que transformou Blue Lock em um fenômeno. Afinal, o mangá e o anime sempre trataram o futebol quase como uma batalha de superpoderes, algo que pode render momentos impressionantes ou bastante curiosos em live action.

Sucesso mundial também conquistou o Brasil

Criado por Muneyuki Kaneshiro e Yusuke Nomura, Blue Lock ultrapassou a marca de 50 milhões de cópias em circulação no mundo e se tornou um dos mangás esportivos mais populares da atualidade.

No Brasil, a publicação é lançada pela Panini Comics. Já a adaptação em anime estreou oficialmente pela Crunchyroll e atualmente também está disponível no catálogo da Netflix, ampliando ainda mais o alcance da série entre os fãs brasileiros.

O filme live action de Blue Lock estreia nos cinemas japoneses em 7 de agosto de 2026. A Sato Company confirmou o lançamento nacional, mas a data para os cinemas brasileiros ainda não foi anunciada.

Faye assume o protagonismo em God of War: Laufey, novo capítulo da franquia

Uma das maiores surpresas do State of Play foi a revelação oficial de God of War: Laufey, novo capítulo da franquia desenvolvido pelo Santa Monica Studio. Pela primeira vez na história da série, os jogadores assumirão o controle de Laufey, mais conhecida como Faye, a lendária guerreira gigante que marcou profundamente os acontecimentos da saga nórdica.

O novo jogo se passa após a morte da personagem. Ao despertar inesperadamente em uma dimensão conhecida como Everywhen, um misterioso pós-vida dos deuses, Faye descobre que os planos deixados para proteger Kratos e Atreus estão ameaçados. Para impedir que o destino de sua família seja alterado, ela embarca em uma jornada por um reino onde divindades de diferentes mitologias disputam poder em meio a uma magia ancestral.

Segundo o Santa Monica Studio, o objetivo foi criar uma experiência que preservasse os pilares clássicos da franquia enquanto introduzisse uma identidade própria para a protagonista.

O que é o Everywhen?

O Everywhen é apresentado como uma dimensão superior aos reinos já conhecidos da saga. Trata-se de um local onde toda a magia nasce e retorna após a morte dos deuses.

O reino reúne divindades e criaturas de diversas mitologias, nem sempre convivendo em harmonia. Entre os personagens já revelados estão Sekhmet e Begtse, figuras que terão papel importante na trajetória de Faye.

Ao longo da aventura, a protagonista precisará desvendar os segredos desse pós-vida e descobrir se o Everywhen é um paraíso, uma prisão ou algo ainda mais complexo.

Faye assume o protagonismo

Considerada uma das personagens mais importantes da era nórdica de God of War, Faye sempre exerceu enorme influência sobre os acontecimentos da história, mesmo aparecendo pouco em tela.

Em God of War: Laufey, o estúdio pretende explorar sua humanidade, seus defeitos, suas virtudes e a reputação construída muito antes de conhecer Kratos.

A personagem volta a ser interpretada por Deborah Ann Woll, que já havia dado vida à guerreira em God of War Ragnarök.

Novos companheiros de jornada

Faye não estará sozinha em sua aventura.

Entre os aliados apresentados está Phranque, um curioso cubo cósmico dublado por Jack Quaid, que promete trazer humor e lealdade ao grupo.

Outro destaque é Rue, interpretada por Perlina Lau. Ela é a guardiã de uma poderosa espada lendária e se torna uma das principais parceiras da protagonista durante sua jornada rumo ao centro do Everywhen.

Combate mistura eras grega e nórdica

O sistema de combate foi descrito como uma combinação entre a velocidade da trilogia grega e a profundidade narrativa e mecânica dos jogos da era nórdica.

Faye terá uma movimentação significativamente mais ágil do que Kratos, podendo alternar ataques terrestres e aéreos com fluidez. Segundo o estúdio, a personagem foi construída para transmitir velocidade, precisão e agressividade em cada golpe.

A mobilidade ampliada também permitirá novas opções ofensivas e defensivas durante os confrontos contra deuses e criaturas sobrenaturais.

Uma espada lendária e poderes de alma

Ao chegar ao Everywhen, Faye recebe uma espada especial protegida por Rue.

A arma se torna o principal instrumento de combate da protagonista, oferecendo ataques rápidos e sequências que priorizam ritmo e movimentação constante.

Além disso, Faye utilizará os poderes da chamada Mão Dourada dos Jötnar, habilidade que lhe permite manipular almas.

Durante as batalhas, ela poderá arrancar temporariamente a alma dos inimigos, utilizá-la como arma, lançá-la contra outros adversários e criar combinações avançadas de ataques, ampliando significativamente as possibilidades estratégicas do combate.

Encontrando o elenco

Um novo começo para God of War

O Santa Monica Studio descreve God of War: Laufey como o próximo grande capítulo da franquia. A proposta é expandir o universo da série para além dos Nove Reinos, explorando novos conceitos mitológicos e apresentando uma perspectiva inédita através da personagem que deu origem aos eventos das aventuras de Kratos e Atreus.

God of War: Laufey será lançado para PlayStation 5. A página para inclusão na lista de desejos será disponibilizada em breve na PlayStation Store.

Com informações do Blog Playstation BR

State of Play revela novos personagens e detalhes da história de Marvel Tokon: Fighting Souls

A mais recente edição do State of Play trouxe novidades importantes para os fãs de jogos de luta e do universo Marvel. Entre os destaques da apresentação da PlayStation esteve Marvel Tokon: Fighting Souls, que revelou três novos personagens jogáveis, detalhes inéditos sobre sua campanha narrativa e a introdução do principal antagonista da história.

A nova equipe anunciada recebeu o nome de Senhores do Destino e é liderada por Doctor Doom. Ao seu lado estão Magneto, Green Goblin e Carnage, ampliando o elenco de combatentes do título desenvolvido pela Arc System Works.

Segundo os desenvolvedores, a formação reúne alguns dos vilões mais perigosos da Marvel e terá papel central no Modo Episódio, responsável por explorar as alianças, rivalidades e motivações dos personagens ao longo da narrativa.

Além dos novos lutadores, o trailer apresentou uma versão noturna de Nova York da Marvel, cenário repleto de referências ao universo dos quadrinhos e que servirá como palco inicial da equipe dos Senhores do Destino.

Magneto transforma o cenário em arma

Um dos maiores rivais dos X-Men, Magneto utiliza seus poderes magnéticos para controlar elementos do ambiente durante as batalhas.

No gameplay, o personagem pode lançar objetos contra os adversários e transformar os destroços espalhados pelo cenário em recursos para fortalecer suas habilidades especiais. A proposta é criar um estilo de luta focado em controle de espaço e pressão constante.

Green Goblin aposta em velocidade e armadilhas

Norman Osborn chega ao jogo utilizando seu clássico planador para ataques rápidos e movimentação aérea.

O vilão poderá lançar bombas de abóbora, morcegos-navalha e diversos projéteis para interromper as ações dos adversários. Sua jogabilidade é baseada em mobilidade, ataques imprevisíveis e estratégias de confusão.

Carnage leva o caos para a arena

Conhecido por sua violência extrema, Carnage utiliza tentáculos e armas formadas pelo simbionte para executar sequências agressivas de ataques.

Uma de suas mecânicas exclusivas é a “contaminação por simbionte”, que enfraquece os oponentes temporariamente e permite ao personagem atravessar defesas, causar dano contínuo e recuperar parte da própria energia durante os combates.

Champion será a grande ameaça da história

O State of Play também revelou Champion, um dos Anciões do Universo e principal antagonista de Marvel Tokon: Fighting Souls.

Apaixonado por batalhas, o personagem viaja pelo cosmos em busca dos guerreiros mais fortes. Em sua nova competição, chamada “Desafio do Campeão”, equipes compostas por quatro integrantes precisarão superar diversas fases eliminatórias para conquistar o direito de enfrentá-lo.

Caso os participantes fracassem em entretê-lo, seus mundos serão destruídos, colocando a Terra diretamente na mira do poderoso ser cósmico.

Nova arte oficial e demo no Evo 2026

A apresentação também revelou a arte principal definitiva do jogo, ilustrada por Yuki Kato e finalizada pela equipe artística da Arc System Works. A imagem destaca o sistema de batalhas 4×4 e os líderes de cada equipe revelada até o momento.

Os jogadores terão a oportunidade de experimentar a versão mais recente do game durante a Evo 2026, que acontece em Las Vegas a partir de 26 de junho. A demonstração contará com Magneto como personagem jogável e permitirá explorar o cenário Nova York da Marvel (Noite).

Ainda resta uma equipe a ser anunciada antes do lançamento de Marvel Tokon: Fighting Souls, informação que deve ser revelada nas próximas semanas.

Com informações do Blog Playstation BR

Documentário “Eu Queria Ser Chico Landi” resgata a trajetória do pioneiro brasileiro da Fórmula 1

Foto: Arquivo Público do Estado de São Paulo

Muito antes de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna levarem o Brasil ao topo do automobilismo mundial, um nome abriu caminho para que essa história pudesse acontecer. O documentário Eu Queria Ser Chico Landi promete resgatar a trajetória de Francisco Sacco Landi, o primeiro brasileiro a disputar uma prova da Fórmula 1 e uma das figuras mais importantes da história do esporte a motor no país.

Com direção de Paulo Pastorelo e produção da Ebisu Filmes em coprodução com Unaí Produções, Race Car Register BR e Guga Landi, neto do piloto, o longa teve seu teaser oficial divulgado nesta semana e tem estreia prevista para novembro de 2026 nos cinemas.

O título do documentário faz referência a uma declaração histórica de Emerson Fittipaldi. Durante uma festa à fantasia, ao ser perguntado sobre quem gostaria de ser, o bicampeão mundial respondeu sem hesitar: “Eu queria ser o Chico Landi, meu grande herói”.

A produção mergulha na vida do piloto paulistano desde sua estreia no Circuito da Gávea, em 1934, passando pela inauguração de Interlagos em 1940, até sua atuação internacional nas pistas europeias entre as décadas de 1940 e 1950. O filme também mostra como Landi superou os desafios impostos pela Segunda Guerra Mundial, período em que chegou a adaptar motores para funcionarem com gasogênio e continuar competindo.

Além de reunir imagens raras de arquivo, o documentário apresenta depoimentos inéditos de pilotos, mecânicos, jornalistas e especialistas que ajudam a reconstruir a importância de Landi para o desenvolvimento do automobilismo brasileiro.

Entre os momentos destacados estão as históricas vitórias no GP de Bari, na Itália, em 1948 e 1952, a criação da Escuderia Bandeirantes para disputar o Mundial de 1952 com os icônicos carros amarelos e rodas verdes, além de sua parceria com Toni Bianco na construção de monopostos de Fórmula Jr.

O filme também explora o papel de Chico Landi como mentor e inspiração para uma geração de pilotos que ajudaria o Brasil a conquistar oito títulos mundiais de Fórmula 1. Sua influência ultrapassou as pistas, contribuindo para a consolidação da indústria automobilística nacional e para o fortalecimento de Interlagos, autódromo que acompanhou desde o nascimento e onde encerrou sua carreira como diretor.

A estreia de Eu Queria Ser Chico Landi está prevista para novembro de 2026 nos cinemas, com exibição posterior na Claro TV+, SporTV e Globoplay.

Olhar de Cinema reúne mais de 1.500 pessoas na estreia nacional de “Yellow Cake” em Curitiba

Cred Duda Dalzoto

A 15ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba começou em grande estilo na última quinta-feira (4). Mais de 1.500 pessoas lotaram a Ópera de Arame para acompanhar a estreia nacional de Yellow Cake, novo longa-metragem dirigido por Tiago Melo, responsável pela abertura oficial do evento.

Além do diretor, a sessão contou com a presença das atrizes Tânia Maria e Rejane Faria, protagonistas da produção, que foram recebidas pelo público em um dos cartões-postais mais conhecidos da capital paranaense, transformado em uma grande sala de cinema ao ar livre para a ocasião.

Cred Duda Dalzoto

Ambientado em um cenário marcado por questões ambientais e científicas, Yellow Cake acompanha as consequências de um experimento realizado por pesquisadores estrangeiros para eliminar o mosquito Aedes aegypti utilizando urânio. Quando o projeto sai do controle, uma cientista brasileira precisa unir forças com garimpeiros da região para evitar uma tragédia de grandes proporções.

A programação do Olhar de Cinema segue até o dia 13 de junho ocupando importantes espaços culturais de Curitiba, como o Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), Cine Passeio, Cinemateca de Curitiba, Teatro da Vila e a própria Ópera de Arame.

Ao todo, mais de 80 produções entre curtas e longas-metragens integram a seleção deste ano. Os filmes estão distribuídos entre as mostras Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense Sanepar, Exibições Especiais, Olhares Clássicos Cine Passeio, Olhar Retrospectivo, Pequenos Olhares, além das sessões de abertura e encerramento.

Os ingressos custam entre R$ 8 e R$ 18 e podem ser adquiridos pelo site oficial do festival. Parte da programação também conta com sessões gratuitas realizadas no Teatro da Vila, no CIC e em exibições selecionadas no Museu Oscar Niemeyer.

Consolidado como um dos principais eventos dedicados ao cinema autoral na América Latina, o Olhar de Cinema chega à sua 15ª edição reunindo produções nacionais e internacionais, promovendo encontros entre realizadores, profissionais do audiovisual e público em uma programação que transforma Curitiba em um dos centros do cinema independente durante o mês de junho.

O 15º Olhar de Cinema acontece até 13 de junho, em Curitiba.

Serviço:
15º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data: 
4 a 13 de junho
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
                          Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema
                          Tik Tok: @olhardecinema,
                          X/Twitter: @Olhardecinema_
Produção: Grafo Audiovisual
Patrocínio Master: Terminal de Contêineres de Paranaguá
Patrocínio: Itaú, Peróxidos do Brasil, Mili, Fomento Paraná e Sanepar
Apoio: Teatro da Vila, Cine Passeio, ICAC – Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Projeto Paradiso e Uninter
Apoio Cultural: MON
Incentivo: Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Secretaria da Cultura, Profice e Objetivos de desenvolvimento sustentável
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal – Do lado do povo brasileiro
Projeto realizado com recursos da Lei Rouanet.
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.