Entre 9 e 15 de outubro, o Reag Belas Artes recebe uma seleção de filmes que marcaram a história do cinema brasileiro. A Mostra Clássicos Brasileiros da Pandora reúne sete obras de diferentes épocas e estilos, refletindo a diversidade e a potência da produção nacional.
Fundada em 1989, a Pandora Filmes é referência na distribuição de filmes nacionais e internacionais. Ao longo de mais de 30 anos, a distribuidora lançou obras de diretores consagrados e novos talentos, com destaque em festivais no Brasil e no exterior. Esta retrospectiva oferece a oportunidade de revisitar títulos que influenciaram gerações de cineastas e espectadores.
Sete filmes que atravessam tempo e gênero
A programação contempla dramas, comédias, documentários e filmes que transitam entre ficção e realidade, explorando temas que vão da cultura brasileira às questões universais.
O Tronco (1999) – João Batista de Andrade Baseado em fatos reais, o drama acompanha a repressão contra camponeses e líderes políticos durante a ditadura militar, revelando episódios de resistência e tortura. Com Antônio Fagundes, Ângelo Antônio, Letícia Sabatella e Rolando Boldrin, que recebeu o Troféu Candango de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Brasília.
Samba Riachão (2001) – Jorge Alfredo Documentário que celebra o sambista baiano Riachão, com depoimentos e performances de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Daniela Mercury e Carlinhos Brown. Um mergulho na música popular e na memória cultural do Brasil.
O Invasor (2001) – Beto Brant Um suspense urbano em que dois empresários contratam um matador, desencadeando tensão e dilemas morais. Marco Ricca, Alexandre Borges, Paulo Miklos, Mariana Ximenes e Malu Mader compõem o elenco de um filme premiado em Brasília e no Festival de Sundance.
Tapete Vermelho (2005) – Luís Alberto Pereira Comédia sensível e afetiva que homenageia Mazzaropi e o cinema brasileiro. Matheus Nachtergaele interpreta um pai que leva o filho a um filme, iniciando uma jornada pelo interior paulista marcada pelo humor popular.
Olmo e a Gaivota (2015) – Petra Costa e Lea Glob Entre documentário e ficção, a obra acompanha Olivia Corsini, cuja gravidez inesperada provoca reflexões sobre criação, corpo e tempo. O filme foi indicado ao Leopardo de Ouro no Festival de Locarno e vencedor do Prêmio Premiere Brasil no Festival do Rio.
Que Horas Ela Volta? (2015) – Anna Muylaert A história da empregada Val, interpretada por Regina Casé, que enfrenta tensões sociais e familiares quando a filha vem morar com os patrões. O filme conquistou mais de 30 prêmios nacionais e internacionais e representou o Brasil na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Trago Comigo (2013) – Tata Amaral Drama que acompanha um diretor de teatro encenando uma peça sobre militância política, confrontando memórias da ditadura militar e traumas pessoais. Selma Egrei e Carlos Alberto Riccelli lideram o elenco.
Programação da mostra
Quinta (9/10): O Tronco
Sexta (10/10): Samba Riachão
Sábado (11/10): O Invasor
Domingo (12/10): Tapete Vermelho
Segunda (13/10): Olmo e a Gaivota
Terça (14/10): Que Horas Ela Volta?
Quarta (15/10): Trago Comigo
Serviço
Local: Reag Belas Artes, Rua da Consolação, 2423 – Consolação, São Paulo – SP
Horário: 16h
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 (meia-entrada)
A Mostra Clássicos Brasileiros da Pandora é uma oportunidade de revisitar obras fundamentais do cinema nacional, acompanhadas pelo olhar de uma das distribuidoras mais importantes do País.
Inspirado num dos episódios mais marcantes do turbulento cenário político brasileiro de 2022, Eu Não Te Ouço, novo filme de Caco Ciocler, propõe um espelho desconfortável da nação. O ponto de partida vem de uma cena real: um manifestante vestido de verde e amarelo se agarra à frente de um caminhão durante um protesto e é arrastado por quilômetros. O gesto extremo, que virou símbolo da radicalização política, serve como metáfora para um Brasil que perdeu a capacidade de diálogo.
A partir dessa imagem, Ciocler constrói um road movie existencial e político, onde o barulho da estrada ecoa a surdez coletiva. O longa terá sua estreia mundial no Festival do Rio, integrando a mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos, com sessões nos dias 8, 9 e 10 de outubro.
Márcio Vito em um espelho partido
Para dar corpo a esse país fragmentado, o diretor chamou Márcio Vito, ator com passagens marcantes por A Ostra e o Vento (1997), A Vida Invisível (2019) e Malu (2024). Ele interpreta dois papéis: o caminhoneiro e o “patriota” agarrado ao caminhão — duas faces de uma mesma identidade em conflito.
Entre o humor e a tensão, o filme coloca ambos em uma espécie de não-diálogo, separados por um vidro que impede qualquer entendimento. “Eu Não Te Ouço é um filme sobre esse vidro”, explica Ciocler. “Três anos depois, com Bolsonaro julgado e preso por tentativa de golpe e Trump aplicando sanções ao Brasil, seguimos tentando conversar conosco, mas não há escuta. Não ouvir virou desejo.”
A trilogia política de Caco Ciocler
Reconhecido como ator de teatro, cinema e TV, Caco Ciocler construiu nos últimos anos uma sólida carreira também como diretor. Eu Não Te Ouço fecha sua trilogia política, iniciada com Partida (2019) — premiado em Málaga e no Porto — e continuada por O Melhor Lugar do Mundo é Agora (2022), vencedor do Prêmio do Público na 45ª Mostra de São Paulo.
O cineasta já havia explorado o tema da escuta e do diálogo no documentário Esse Viver Ninguém Me Tira, além de dirigir episódios da série Unidade Básica, disponível na Globoplay.
Sinopse
Um encontro improvável entre dois brasileiros transforma-se num road movie radical. À medida que o caminhão avança, restam apenas fragmentos de discursos e ruídos de uma sociedade dilacerada. Misturando humor, tensão e poesia, Eu Não Te Ouço constrói um retrato simbólico da impossibilidade de escuta em tempos de narrativas distorcidas e ideologias em colapso.
Ficha técnica
Direção: Caco Ciocler Roteiro: Caco Ciocler, Isabel Teixeira e Márcio Vito Elenco: Márcio Vito (o caminhoneiro / o patriota do caminhão), Caco Ciocler (voz do entrevistador) Produção: AMAIA, UNO FILMES, 555 STUDIOS e SCHIFIGUER Produção: Diane Maia, Caco Ciocler e André Novis Fotografia: André Faccioli Arte: Marcelo Escañuela Som: Ubiratan Guidio, Toco Cerqueira e Mariano Alvarez Montagem: Caroline Leone Trilha: Arthur De Faria, Mauricio Pereira e Felipe Pipo
A produtora por trás
Fundada em 2016, a AMAIA, comandada por Diane Maia, se consolidou como uma das produtoras mais atuantes do cinema brasileiro recente. No currículo, títulos como Aeroporto Central (2017), vencedor do Prêmio da Anistia Internacional em Berlim, e Todas as Canções de Amor (2018), eleito o melhor filme brasileiro pela crítica na Mostra de São Paulo. A empresa também esteve à frente de O Melhor Lugar do Mundo É Agora e de produções como Vai Ter Troco e Meu Sangue Ferve Por Você.
O Jovem Nerd acaba de atingir um marco histórico: o lançamento do NerdCast 1.000, um episódio especial com exatos 1.000 minutos de duração — quase 17 horas de conteúdo. O compilado relembra momentos marcantes, histórias memoráveis e análises que atravessaram quase duas décadas de produção contínua, consolidando o NerdCast como um verdadeiro pilar da cultura pop brasileira.
Desde sua estreia em 2006, o podcast comandado por Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghal) não apenas definiu o formato no país, como também influenciou gerações de ouvintes e criadores. O programa se tornou o primeiro podcast semanal brasileiro a alcançar mil episódios, mantendo regularidade e relevância por mais de 19 anos.
Um legado construído com milhões de ouvintes
Ao longo dessa jornada, o NerdCast recebeu mais de 400 convidados, entre escritores, dubladores, cineastas, cientistas e personalidades da cultura pop. Foram episódios que ajudaram a popularizar temas nerds no Brasil, abrindo espaço para discussões sobre cinema, quadrinhos, games, ciência e história.
Os números impressionam: são mais de 1,7 bilhão de streams somando o site oficial, o aplicativo próprio e o Spotify. Só na plataforma da gigante sueca, o podcast já ultrapassou 170 milhões de reproduções, permanecendo entre os sete programas mais ouvidos do país em 2024.
Entre suas contribuições culturais, vale lembrar o impacto do lançamento do livro A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr, que ganhou destaque justamente após sua participação no programa — um exemplo de como o NerdCast foi além do entretenimento e se tornou um verdadeiro fenômeno editorial.
A força do Jovem Nerd como marca e comunidade
O sucesso do NerdCast reflete a trajetória do Jovem Nerd, nascido em 2002 como um blog criado por Alexandre e Deive. O projeto evoluiu para um ecossistema completo de entretenimento geek, abrigando podcasts, videocasts e notícias. Em 2021, o grupo foi adquirido pelo Magalu, ampliando seu alcance e estrutura.
Nos últimos anos, a dupla também lançou a Nonsense Creations, produtora responsável pelo audiodrama França e o Labirinto, exclusivo do Spotify, e pelo financiamento coletivo recordista de Tesouros de Ghanor, que resultou no game Ruff Ghanor, lançado em 2024. Mais recentemente, retomaram o controle da Nerdstore, voltada a produtos geek, e estão desenvolvendo o jogo de tabuleiro Ozob, baseado no icônico personagem do universo Jovem Nerd.
Quando o JWave encontrou o NerdCast
O JWave também faz parte dessa história. Em 2011, o site participou do episódio #252, dedicado aos animês, representado por Giuliano Peccilli (Juba). O convite de Alexandre e Deive veio com o intuito de trazer especialistas para debater o universo dos animês e mangás de forma acessível e divertida.
A preparação levou três semanas, reunindo obras populares e outras menos conhecidas, equilibrando referências de diferentes gerações. O resultado foi um episódio que se tornou referência entre os fãs de cultura japonesa, ajudando muitos ouvintes a conhecerem o JWavecast — o podcast do portal — pela primeira vez.
Essa colaboração marcou um momento importante para a divulgação da cultura japonesa nos podcasts brasileiros e segue lembrada pelos fãs até hoje.
Um marco histórico para o áudio brasileiro
O NerdCast 1.000 é mais do que uma comemoração: é um tributo à era de ouro dos podcasts no Brasil e ao poder da comunidade nerd que cresceu junto com ele. Em tempos de conteúdo efêmero, o projeto prova que consistência, paixão e autenticidade ainda são os melhores ingredientes para criar algo duradouro.
E agora, com mil episódios no ar, o NerdCast reforça seu lugar na história — não apenas como o podcast que começou tudo, mas como aquele que continua inspirando quem pressiona o “play” toda sexta-feira.
A 12ª edição da Expocine chegou ao fim nesta sexta-feira (3), consolidando-se como o principal ponto de encontro para profissionais do audiovisual na América Latina. Com mais de 2.300 inscritos, o evento promoveu quatro dias de debates, oficinas e apresentações que refletiram sobre o futuro do cinema — com um olhar especial para acessibilidade e inclusão.
Cinema para todos
O tema ganhou força no painel “Tela Sem Barreiras: Audiovisual com Acessibilidade de Verdade”, realizado no auditório do Hotel Renaissance. Marcella Fazzio, diretora da MAV, destacou que tornar o cinema acessível é uma responsabilidade compartilhada entre produtores, distribuidores e exibidores.
“Estamos caminhando muito, mas precisamos refletir sobre como comunicamos isso. Não basta pensar em libras, audiodescrição e closed caption apenas no produto final — é importante planejar como o trailer será acessível e sinalizar nas redes e sites quando uma sessão conta com recursos de acessibilidade”, afirmou.
Marcella também ressaltou que o público com deficiência precisa ter acesso à informação antes mesmo da exibição: “Fazer a autodescrição dos personagens e disponibilizá-la previamente ajuda o espectador a se preparar e se sentir acolhido. Ainda há muita gente que não sabe que o cinema nacional tem se preocupado com isso.”
Cinema como direito
Encerrando os painéis da edição, o encontro “Cinema como Direito: Acesso, Inclusão e Formação de Públicos”, apresentado pela Spcine, reuniu autoridades da cidade de São Paulo para discutir iniciativas que buscam democratizar o acesso às salas de cinema.
Dika Vidal, secretária adjunta da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), reforçou que a inclusão precisa deixar de ser uma exceção: “Precisamos dar protagonismo à pessoa com deficiência. A Constituição já garante igualdade, mas ainda temos que trabalhar muito para que isso se traduza em oportunidades reais.”
Painéis, lançamentos e mercado
No Cine Marquise, as distribuidoras também movimentaram o último dia da Expocine. A Vitrine Filmes abriu as apresentações com os atores Thomás Aquino, de O Agente Secreto, e João Guilherme, protagonista de O Rei da Internet, previsto para março de 2026. Na sequência, Warner Bros. Pictures, Universal Pictures e Retrato Filmes apresentaram seus títulos e novidades para 2025 e 2026, mantendo o clima de expectativa entre exibidores e profissionais do setor.
Um olhar para o futuro
Com o tema “Brasil, janela para o mundo”, a Expocine 2025 se dividiu entre o Cine Marquise e o Hotel Renaissance, em São Paulo. A convenção reforçou o momento histórico do cinema brasileiro, que vem se consolidando como vitrine internacional e impulsionando novas oportunidades de negócios e conexões na América Latina.
O evento contou com 25 expositores, 23 patrocinadores, 30 apoiadores, 14 distribuidoras, três exibições exclusivas, 15 painéis, cinco oficinas e mais de 40 horas de programação — números que refletem a força e o dinamismo do setor audiovisual nacional.
Sobre a Tonks
A produtora responsável pela Expocine, o Grupo Tonks, foi criado em 2006 por Marcelo J. L. Lima. Nascida como uma consultoria de tecnologia para redes exibidoras, a empresa ampliou sua atuação com a criação da Revista Exibidor e da própria Expocine. Mais recentemente, inaugurou o Cine Marquise, espaço dedicado à exibição de filmes com programação versátil, hoje com unidades em São Paulo e Poços de Caldas.
A Brasil Game Show 2025, maior feira de games das Américas, confirma presença de peso: Takashi Iizuka, creative officer do Sonic Team, estará em São Paulo entre 9 e 12 de outubro. Trazido pela SEGA, Iizuka-san retorna ao evento com uma agenda intensa que inclui participação na cerimônia de abertura, painel exclusivo no BGS Talks e encontros com fãs no Meet & Greet.
Os visitantes também poderão conferir de perto o estande da SEGA, disponível pelo terceiro ano consecutivo, e testar o recém-lançado Sonic Racing: CrossWorlds, além de participarem de ativações especiais que exploram o universo da franquia.
“A presença de Takashi Iizuka reforça a importância global do evento e o carinho da SEGA pelo público brasileiro”, afirma Marcelo Tavares, fundador e CEO da BGS.
Uma nova fase para a BGS
O evento ocupará os cinco pavilhões do Distrito Anhembi em São Paulo, reunindo centenas de marcas do universo gamer. Entre as atrações internacionais confirmadas estão:
Hideo Kojima – diretor de Death Stranding 2
Naoki Hamaguchi – diretor de Final Fantasy VII Remake
Yoko Shimomura – compositora de Kingdom Hearts e Street Fighter 2
O público ainda terá apresentações musicais especiais, como Playstation The Concert e A New World: intimate music from FINAL FANTASY, além das disputas ao vivo pelas últimas vagas na World Finals de Brawl Stars, em palco de 5 mil m² montado pela Supercell.
Ingressos e formatos para todos os perfis
O público já pode garantir seu lugar no evento pelo site oficial, com opções que vão do ingresso de dia único ao Passaporte Camarote, incluindo benefícios como acesso antecipado, lounge exclusivo, kit oficial e entrada em áreas business.
Alguns destaques do 9º lote de ingressos:
Dia Único (10/10) – R$ 154 (meia)
Dia Único (11 ou 12/10) – R$ 219 (meia)
Premium Dia Único – R$ 458 (acesso 1h antecipado e entrada exclusiva)
Passaporte Premium – R$ 799 (todos os dias + kit oficial #BGS25)
Depois de mais de um ano e meio em acesso antecipado e com mais de 3 milhões de jogadores testando suas mecânicas, RioRise, o simulador de vida em mundo aberto inspirado em cidades brasileiras, chega oficialmente ao Android na América Latina. Lançado inicialmente via APK em março de 2024, o jogo evoluiu com base no feedback da comunidade, oferecendo uma experiência profunda de roleplay onde cada decisão molda sua história.
Para marcar a estreia, o código PLAYRIO estará ativo de 1 a 15 de outubro. Jogadores que utilizarem o código receberão um quadriciclo ATV por 3 dias, 5 RioCoins e status VIP temporário de 3 dias, adicionando vantagens no início da jornada digital.
Mundo aberto com alma brasileira
RioRise permite explorar metrópoles inspiradas no Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades do Brasil, com praias, favelas, centros urbanos e paisagens icônicas. Eventos especiais, desafios e tesouros escondidos compõem o ambiente vibrante, criando um mundo que mistura rotina urbana e ação intensa.
“O cenário vibrante do Brasil e da América Latina sempre inspirou nossa equipe”, afirma Bulat Garilov, fundador e CEO da Novabits Games. “O lançamento via APK nos permitiu construir uma comunidade forte e refinar a experiência de jogo, agora disponível oficialmente para Android”.
Vida digital à sua maneira
Os jogadores podem seguir múltiplos caminhos:
Criminoso ou policial: suba nas hierarquias da máfia ou mantenha a lei, participando de operações e perseguições.
Profissões civis: escolha uma vida pacífica como motorista de ônibus, agricultor, bombeiro, carteiro ou advogado.
Interação social: forme gangues, conquiste territórios, participe de corridas e missões cooperativas com milhares de outros jogadores em tempo real.
A liberdade de escolha é um dos pilares do jogo, permitindo experiências únicas a cada sessão.
Personalização e gameplay profundo
RioRise oferece um sistema detalhado de customização: casas, visual de personagens, veículos e desempenho de carros podem ser ajustados ao gosto do jogador. De cores e suspensão a ajustes avançados de performance, cada detalhe é pensado para refletir estilo e estratégia.
Além disso, o jogo traz modos especiais de missões, desafios de enigmas e histórias emocionantes que ampliam a experiência para além da rotina urbana.
Trailer
Novabits Games e o futuro de RioRise
Desenvolvido pelo estúdio independente Novabits Games, sediado no Chipre, RioRise foi criado com motor próprio por uma equipe de 20 desenvolvedores que já trabalharam em títulos como Standoff2, Nitro Nation World Tour, Pixelgun 3D e War Robots.
Atualizações futuras, novos conteúdos e eventos serão lançados simultaneamente para Android e APK, enquanto a versão iOS chega globalmente ainda este ano.
O multiplayer e o modo Zumbis de Call of Duty: Black Ops 7 podem ser testados antes do lançamento oficial. O Beta em acesso antecipado está disponível para quem adquiriu o jogo na pré-venda e traz mapas, modos e recompensas exclusivas.
Treinamento e novidades em combate
O Curso de Treinamento, localizado no mapa The Forge, é a porta de entrada para quem quer dominar o básico de Black Ops 7. Entre os destaques está o Movimento Universal (Omnimovement), atualizado para esta edição, além de outras mecânicas de combate que prometem redefinir a jogabilidade.
Mapas e modos disponíveis no Beta
O Beta de Acesso Antecipado acontece de 2 a 5 de outubro, e os jogadores poderão explorar cinco mapas principais: The Forge, Cortex, Exposure, Imprint e Vandorn Farm, este último no contexto da experiência de Sobrevivência de Zumbis.
Os modos de jogo liberados incluem:
Overload – novidade exclusiva do Beta
Mata-mata em Equipe
Dominação
Zona de Conflito
Baixa Confirmada
Recompensas e progresso
Durante o Beta, é possível ganhar recompensas ao avançar nos níveis do multiplayer. Tudo conquistado será mantido até o lançamento oficial do jogo. Além disso, os jogadores poderão acompanhar seu desempenho nos modos multiplayer e Zumbis, comparando habilidades com colegas de equipe e refinando estratégias.
Lançamento oficial
Call of Duty: Black Ops 7 chega em 14 de novembro para:
Xbox Series X|S e One (Xbox Play Anywhere)
PC, via Game Pass, Battle.net e Steam
PlayStation 5 e PlayStation 4
O Beta é a oportunidade perfeita para se familiarizar com o jogo antes do lançamento e garantir vantagem no multiplayer.
A Nintendo confirmou sua presença na Brasil Game Show 2025 com um dos estandes mais esperados da feira. O grande destaque será o Nintendo Switch 2, lançado mundialmente — e no Brasil — em 5 de junho deste ano. O público poderá jogar e conhecer de perto o novo console, em sua primeira aparição oficial em um evento nacional.
De 9 a 12 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, os visitantes terão acesso a uma seleção de títulos que exploram as novas capacidades do sistema e do seu ecossistema híbrido.
O espaço também trará produções de terceiros, como Cyberpunk 2077: Ultimate Edition, Persona 3 Reload e Street Fighter 6, mostrando a versatilidade do novo console.
Quem visitar o estande poderá participar de ações exclusivas ligadas ao My Nintendo, o programa de recompensas da empresa. Membros cadastrados poderão garantir uma sacola temática do Nintendo Switch 2, limitada a uma unidade por conta e disponível enquanto durarem os estoques.
Outra atração será o código especial de Pokémon Scarlet e Violet, que dá acesso ao Koraidon Brilhante ou Miraidon Brilhante, em distribuição gratuita e limitada.
E claro, os personagens clássicos não ficarão de fora: Mario, Luigi e Donkey Kong participarão de sessões diárias de meet & greet, com espaço para fotos e interação com o público.
Um encontro com a comunidade
Com foco em jogadores, famílias e fãs da Nintendo, o estande promete ser um dos mais movimentados da feira. Além das demonstrações e brindes, o palco da Nintendo terá atividades especiais ao longo dos quatro dias da Brasil Game Show 2025, consolidando a presença da marca como um dos grandes destaques do evento.
Serviço Evento: Brasil Game Show 2025 Data: 9 a 12 de outubro de 2025, das 13h às 21h Local: Distrito Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo – SP Mais informações: Canais oficiais da Nintendo Brasil no Facebook, Instagram e X
A Konami está confirmada na Brasil Game Show 2025 e promete movimentar o público com uma celebração marcante: os 30 anos da franquia eFootball. O estande da marca vai mergulhar os visitantes na história do futebol digital, com estações de gameplay e um palco dedicado a atividades, desafios e surpresas — que ainda serão reveladas.
Três décadas de bola rolando nos videogames
Desde os tempos de Winning Eleven, a franquia eFootball marcou gerações e consolidou a presença da Konami no universo dos esportes eletrônicos. Agora, em 2025, o público da BGS poderá reviver momentos icônicos e conferir o que há de mais recente no simulador, em um espaço totalmente temático.
Marcelo Tavares, fundador e CEO da BGS, destacou o peso desse momento: “Os brasileiros são apaixonados pelo eFootball, e comemorar 30 anos da franquia na BGS é uma oportunidade única. É um orgulho fazer parte dessa história”, afirmou.
Uma edição histórica da Brasil Game Show
A BGS 2025 promete ser uma das maiores de todos os tempos. O evento ocupará os cinco pavilhões do Distrito Anhembi, em São Paulo, entre os dias 9 e 12 de outubro, reunindo centenas de marcas, convidados internacionais e experiências para todos os perfis de jogadores.
Entre os nomes já confirmados estão Hideo Kojima (Death Stranding 2), Naoki Hamaguchi (Final Fantasy VII Remake) e Yoko Shimomura (Kingdom Hearts, Street Fighter II), além de apresentações musicais que prometem emocionar o público, como PlayStation The Concert e A New World: intimate music from FINAL FANTASY.
Arena eSports e finais de Brawl Stars
Os fãs de eSports também terão um show à parte: a Supercell montará uma estrutura de 5 mil m² para as disputas das últimas quatro vagas da World Finals de Brawl Stars. O palco gigante vai receber partidas decisivas, transmissões ao vivo e muita torcida.
Ingressos e informações
Os ingressos já estão disponíveis no site oficial da BGS, e mais de 95% das entradas para sábado já foram vendidas. Há opções que vão do acesso diário até passaportes premium e camarotes exclusivos, com benefícios como entrada antecipada, áreas VIP e brindes oficiais da #BGS25.
Serviço – Brasil Game Show 2025 Quando: 9 a 12 de outubro (9/10 exclusivo para imprensa, negócios e passaportes premium/camarote) Onde: Distrito Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo/SP Horário: das 13h às 21h
O Senac São Paulo volta à Brasil Game Show 2025, entre os dias 9 e 12 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, com uma proposta que une aprendizado, inovação e prática profissional. O estande da instituição será um espaço de interação e descoberta, onde o público poderá testar jogos autorais desenvolvidos por estudantes e conhecer mais sobre o processo de formação de quem quer ingressar no mercado de games — um setor que não para de crescer no país.
Um mercado em expansão
Segundo a Pesquisa Game Brasil, 82,8% dos brasileiros jogam regularmente, com destaque para os Millennials, que representam quase metade desse público. Esse número reflete um cenário em que o consumo de jogos impulsiona a necessidade de profissionais qualificados em áreas como programação, arte digital, animação e gestão de projetos.
Para o Senac São Paulo, essa é uma oportunidade de mostrar como a educação técnica e superior pode dialogar diretamente com as demandas do universo gamer. “Participar da BGS nos permite mostrar ao mercado a qualidade e a visão empreendedora dos nossos estudantes, conectando-os diretamente ao mundo do trabalho. É uma vitrine do futuro da criação de games no Brasil”, explica Rodrigo Moura Galhardo, coordenador da área de Games da instituição.
Jogos, tecnologia e experimentação
No estande do Senac São Paulo, o público encontrará oito estações de jogos criados por alunos, cada um com propostas e estilos distintos — do indie narrativo à aventura 3D. Além das partidas, os visitantes poderão participar de experiências imersivas, como o uso de óculos de realidade virtual e demonstrações de impressão 3D, com objetos sendo produzidos em tempo real.
A Editora Senac São Paulo também marca presença com um catálogo voltado à tecnologia e ao desenvolvimento de jogos, incluindo obras sobre design, programação e cultura digital.
Enfrentando o preconceito na área de games
Mesmo com o crescimento e a força econômica da indústria, o preconceito contra cursos e carreiras em games ainda é comum. Muitos veem a profissão como um hobby ou algo de menor relevância — uma visão que não condiz com a realidade do setor.
“A grandiosidade da BGS reforça que esse pensamento é puro preconceito. O evento comprova como o mercado é favorável e competitivo para o profissional de games. A formação exige competências multidisciplinares em alta demanda, como programação, design, narrativa e gestão, que movimentam um volume bilionário no país”, reforça Galhardo.
O futuro da animação e o Anima Senac
A presença do Senac na BGS também se conecta ao Dia Internacional da Animação, celebrado em 28 de outubro. A data serve como ponto de partida para o Anima Senac, iniciativa que destaca a importância da animação na criação de jogos e em outras áreas da produção audiovisual. O evento, realizado em parceria com a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), convida o público a mergulhar no universo da animação e conhecer de perto suas aplicações no mercado.
Serviço
Senac São Paulo na BGS 2025 De 9 a 12 de outubro Distrito Anhembi – São Paulo (SP) Mais informações: brasilgameshow.com.br
A Sanrio, casa de personagens icônicos como Hello Kitty, traz uma novidade fofa e animada: “Let’s Roll, Cinnamoroll”, série em stop-motion que estreou no YouTube Brasilno dia 1º de outubro de 2025. O novo projeto coloca o adorável Cinnamoroll e seus amigos em histórias leves, divertidas e repletas de carisma.
Sucretown ganha vida em stop-motion
Ambientada em Sucretown, a produção acompanha o cotidiano do cachorrinho branco que pode voar batendo suas enormes orelhas, além de seu grupo de amigos encantadores. Cada episódio tem cerca de três minutos, totalizando 12 episódios, lançados semanalmente às quartas-feiras no canal Hello Kitty e Amigos Brasil.
A proposta é simples, mas eficaz: histórias curtas, cheias de personalidade, fofura e humor, que se conectam facilmente com públicos de todas as idades.
O charme de Cinnamoroll conquista fãs
Segundo Caroline Manha, gerente Comercial e de Marketing da Sanrio no Brasil, “Cinnamoroll é um dos personagens mais queridos do nosso portfólio e desperta um carinho especial nos fãs. Com ‘Let’s Roll, Cinnamoroll’, queremos celebrar essa paixão e apresentar novas histórias que reforcem esse mundo acolhedor. Acreditamos que a produção encantará públicos de todas as idades e fortalecerá ainda mais a conexão com nossos personagens”.
A Sanrio e seu legado de fofura
A Sanrio é conhecida mundialmente por criar personagens que conquistam corações, como Hello Kitty, My Melody, Kuromi, Keroppi, Chococat, Badtz-Maru, Cinnamoroll, LittleTwinStars, Pompompurin, Pochacco, Gudetama e Aggretsuko. Fundada em 1960, a marca tem como filosofia que “um pequeno presente pode trazer felicidade e amizade”, levando seus produtos e conteúdos a mais de 130 países.
No Brasil, os fãs podem acompanhar as novidades pelos perfis @sanriobrasil e @hellokittybrasil no Instagram e Facebook, @hellokittybrasil no TikTok, e pelos canais Hello Kitty & Amigos Brasil e Sanrio Brasil no YouTube.
Está chegando aos cinemas brasileiros a nova animação da Kadokawa Pictures, Make a Girl. Em 3DCG, a animação reproduz aquele efeito de 2D das animações japonesas e vem com a proposta de apresentar que o amor também é possível na era das IAs.
Do visionário Gensho Yasuda, ainda não tão conhecido no ocidente, o animador independente é bastante famoso na Ásia e produziu esta animação com financiamento coletivo, arrecadando 23.730.805 ienes (cerca de 880 mil reais) para produzir seu filme. Realizado pelo Yasuda Gensho Studio e o estúdio Xenotoon, Make a Girl nasceu de um curta de 2020 chamado Make Love, em que um cientista consegue criar o amor de forma artificial. O curta ganhou inúmeros prêmios, o que serviu de pontapé inicial para a animação que está chegando aos cinemas brasileiros pela Sato Company.
Mas do que se trata a história?
Num futuro próximo, todos os lares têm seus próprios robôs para afazeres domésticos. Chamados de Solts, esses robôs foram criados por Inaba Mizutame, uma cientista muito importante em sua época e que, já falecida, deixa seu filho Akira Mizutame com muitos de seus sonhos.
É aqui que conhecemos o dia a dia desse futuro, com o gênio da robótica Akira Mizutame, que tenta trazer grandes avanços à sociedade como sua mãe, mas vem penando para que seus projetos deem certo. Ele vive com o pai adotivo Shoichi Takamine e tem uma vida relativamente normal.
Só que um dia, Kunito Oobayashi, amigo de Akira, comenta que sua vida mudou muito depois de começar a namorar. Akira, ao ouvir isso, pensa literalmente que só namorar iria melhorar sua vida — não necessariamente com uma pessoa, mas podendo fabricar isso. É aqui que nasce Zero, uma androide muito gentil, criada para ser a namorada de Akira, e que choca Kunito, que tenta entender por que fabricar algo que se pode viver naturalmente.
Zero, Akane e o despertar do sentimento
Zero tenta entender como funciona a sociedade, prestando atenção em todos os amigos de Akira, especialmente em Akane Yukimura. E é aqui que surge aquela dúvida: será que Akira sempre viu Akane como uma mulher interessante ou apenas como um modelo a ser inspirado em seu projeto com a Zero?
Akane reluta em ser amiga da androide, mas acaba ensinando muito do seu dia a dia para ela, levando-a para trabalhar num café junto dela e de Kunito. Assim, Zero vai aprendendo não só como lidar com humanos, mas também a cozinhar e sorrir na frente das pessoas.
Tornando-se cada vez mais humana, Zero surpreende Akira ao aprender muitas coisas que ele mesmo nunca imaginou. Ao mesmo tempo, ele entra num dilema: mesmo tendo uma namorada, não se sente mais criativo, enquanto Zero tenta trazer mais elementos de namoro para a relação, sobrecarregando Akira, que não queria se dedicar tanto a isso.
Um segredo muito além dos relacionamentos
Akira decide bancar um apartamento para Zero, mas quer distância dela e desse namoro. Ele conclui que esse relacionamento não foi produtivo e se tranca em seu laboratório.
Zero segue tentando entender o amor, com Kunito dizendo que ela só ama Akira por ter sido programada assim. Mas Zero entende que não é só isso. Ela percebe que os sentimentos realmente nasceram e que sua experiência diária trouxe emoções e formas de pensar próprias, agindo por vontade e não por programação.
Enquanto isso, as lembranças com sua mãe se tornam cada vez mais frequentes, fazendo Akira entender que não são apenas memórias, mas uma chance de finalmente se despedir dela. Mesmo assim, ele segue ignorando o pendrive com os projetos que ela deixou.
Zero acaba sequestrada por estranhos, e Akira entende que precisa dela de qualquer maneira.
Muito além de uma namorada
Akira finalmente entende que Zero é um presente que sua mãe lhe deixou e, indo atrás dela, consegue usar os Solts a seu favor numa corrida contra o tempo.
Mas quem está por trás do sequestro? É aqui que Akira descobre que nem sempre os melhores amigos são confiáveis e que o projeto com a Zero despertou a atenção de alguém que esteve com ele o tempo todo.
Agora, frente a frente com Zero, Akira acha que terá paz, mas a androide decide lutar contra ele. Indo contra ao protocolo para o qual foi criada, Zero se arrisca ao ultrapassar os limites de sua própria programação.
Será que esse romance quase juvenil acabaria em tragédia?
Opinião
Make a Girl tem toda uma discussão filosófica sobre o protagonista que confunde o amor de mãe e o cuidado pelo próximo com o amor de uma namorada artificial. Zero realmente amava Akira, se esforçando para aprender e viver em sociedade, superando até mesmo seu criador quando o assunto era compreender o mundo.
Mas será que tudo isso era amor de verdade ou apenas algo fabricado? É uma discussão que vai muito além das telas. Na minha opinião, Zero desenvolveu sentimentos próprios, mas o filme traz um debate que fica na cabeça por um bom tempo.
Um detalhe curioso é o elenco, com Atsumi Tanezaki fazendo as vozes da Zero e da Inaba Mizutame. Interpretar tanto a “namorada” quanto a mãe de Akira favorece a narrativa de que ele não sabia o que era amor e ser cuidado por alguém, por isso não percebia que Zero foi criada à imagem da própria mãe.
E Akane? O filme traz cenas nos créditos em que ela entrega chocolate a Akira no Dia dos Namorados, mostrando que nutria sentimentos por ele. Mas será que eles namorariam? É algo que vai além da narrativa do filme.
Entre Evangelion e o amor programado
Make a Girl traz ótimos personagens e faz com que o público torça por eles o tempo todo. Com aquela vibe positiva que lembra obras como Sakura Card Captor, o filme tem carisma de sobra e deixa a sensação de que merecia virar série para explorar melhor esse futuro.
Tecnicamente, a animação 3DCG evoluiu muito nos últimos anos e aqui mostra enquadramentos de câmera que soam naturais mesmo em cenas complexas. “Enganando” o olhar do espectador, o 3DCG só chama atenção nos raros momentos em que os personagens se movem de forma diferente do 2D, mostrando o quanto essa tecnologia já se tornou natural para a indústria japonesa.
Entregando também uma ótima trilha sonora, com músicas originais marcantes, Make a Girl é uma animação que faz a lição de casa e entrega acima da média. O ponto alto é o carisma dos personagens, especialmente Akane e Kunito, que roubam a cena em vários momentos.
É impossível não lembrar de Evangelion ao ver Akira, um protagonista com dilemas que lembram o Shinji e sua relação com Rei Ayanami. Zero tem muito da essência da mãe de Akira, assim como Rei carregava traços de Yui Ikari. A diferença é que Make a Girl troca o peso psicológico por uma leveza juvenil, quase como uma comédia adolescente que equilibra emoção e reflexão.
Make a Girl reafirma as IAs no nosso mundo e traz a discussão de que elas também podem amar. E, sinceramente, eu não tenho nenhuma dúvida disso.