Início Site Página 508

O Último Episódio | Maurilio Martins revisita os anos 90 em nova produção da Filmes de Plástico

A produtora mineira Filmes de Plástico revelou o trailer e o pôster de O Último Episódio, longa de Maurilio Martins que estreia nos cinemas brasileiros em 9 de outubro. A obra propõe uma viagem afetiva aos anos 90, período em que a adolescência era marcada pela espera diante da TV, pelas amizades de rua e pela ausência da internet e do streaming.

No trailer, a voz inconfundível de Márcio Seixas — conhecido por dublar o Batman e pela icônica frase “Versão Brasileira: Herbert Richers” — é o fio condutor da memória coletiva de quem cresceu naquele período.

Trailer

Um retrato nostálgico em cada detalhe

Segundo Martins, recriar a atmosfera da época exigiu um trabalho minucioso de cenografia e ambientação: fachadas refeitas, produtos recriados e até uma mercearia construída do zero. “A mercearia do Seu Raimundo, por exemplo, foi inteiramente construída. Fizemos produtos como caixas de sabão em pó, latas de óleo e outros itens que já nem existem mais”, explica o diretor.

O cartaz oficial, criado pelo artista potiguar Gabriel Fernandes, foi feito manualmente em colagem, remetendo ao visual de gibis e revistas adolescentes. O resultado é uma peça que traduz o espírito retrô do filme e reforça o clima nostálgico da trama.

A história

O enredo acompanha Erik, garoto de 13 anos que, para se aproximar de sua paixão platônica Sheila, inventa ter em casa uma fita com o lendário “último episódio” de Caverna do Dragão. A partir dessa mentira, ele e seus amigos embarcam em uma aventura que mistura amadurecimento, fantasia e memória afetiva.

O diretor e sua trajetória

Maurilio Martins, nascido e criado no bairro Laguna, em Contagem (MG), é um dos fundadores da Filmes de Plástico ao lado de André Novais Oliveira, Gabriel Martins e Thiago Macêdo Correia. Reconhecido por obras como No Coração do Mundo (2019) e Marte Um (2022), o cineasta tem carreira consolidada em festivais nacionais e internacionais. Além do cinema, ele também está envolvido em produções seriadas, como Americana (Disney+) e O Natal dos Silva, prevista para dezembro.

Pôster

Elenco

O elenco mistura jovens talentos e nomes já conhecidos do cinema mineiro:

  • Matheus Sampaio como Erik
  • Lara Silva como Sheila
  • Daniel Victor como Cassinho
  • Tatiana Costa, Camila Morena, Rejane Faria, Maria Leite, Gabriel Martins, André Novais Oliveira, entre outros.

Produção e distribuição

O Último Episódio tem direção e roteiro de Maurilio Martins (com colaboração de Thiago Macêdo Correia), fotografia de Leonardo Feliciano e montagem de Gabriel Martins, Marco Antônio Pereira e Yasmin Guimarães. A produção é da Filmes de Plástico, em coprodução com Canal Brasil e Cine Film, com distribuição da Malute Filmes e da Embaúba Filmes.

A produtora mineira em ascensão

Criada em 2009, a Filmes de Plástico tornou-se referência no cinema brasileiro contemporâneo, acumulando mais de 140 prêmios em festivais como Cannes, Locarno, Rotterdam e Brasília. O prestígio internacional se consolidou quando Marte Um foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2023.

Estreia

O Último Episódio chega às salas de cinema de todo o Brasil em 9 de outubro de 2025, celebrando uma geração que cresceu entre fitas VHS, revistas em quadrinhos e a promessa sempre adiada do “último episódio” de Caverna do Dragão.

Dying Light: The Beast ganha trailer que revisita a história de Kyle Crane

A Techland divulgou um novo trailer para Dying Light: The Beast, batizado de “The Story So Far”, trazendo um resumo da trajetória de Kyle Crane para quem está chegando agora à série — e também servindo de lembrança para quem acompanhou sua primeira jornada em Harran. O vídeo funciona como ponte narrativa antes da estreia do novo capítulo, que já ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas antecipadamente.

Trailer

Presente para os jogadores que fizeram a pré-venda

Além do já anunciado Hero of Harran Pack, a Techland revelou mais dois bônus para agradecer aos jogadores. O Legacy Outfit, inspirado no visual clássico de Crane no primeiro jogo, será liberado após o lançamento. Já a Apex Car Skin ficará disponível a partir de 20 de setembro, garantindo uma customização especial para os fãs que garantiram sua cópia antecipada.

O retorno de Kyle Crane

Na nova história, Crane sobreviveu a anos de experimentos cruéis nas mãos do Barão. Meio humano, meio zumbi, ele agora precisa lidar com sua fera interior enquanto busca vingança contra seu antigo captor. Essa dualidade não só afeta a narrativa, mas também influencia as escolhas de combate e exploração.

Mundo aberto entre terror e sobrevivência

O jogo se passa em Castor Woods, uma região turística transformada em território tomado por infectados. A travessia do mapa exige atenção constante: alianças frágeis, sistemas de parkour e combate diversificado ajudam a sobreviver — mas a ameaça aumenta de forma brutal quando a noite chega e novas criaturas surgem.

Lançamento

Dying Light: The Beast chega em 18 de setembro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Quem já garantiu o jogo receberá o pacote Hero of Harran, o Legacy Outfit e a Apex Car Skin como bônus.

Blumhouse Games lança demo de Crisol: Theater of Idols no Steam

Durante o Six One Indie Showcase desta semana, a Blumhouse Games revelou que a demo gratuita de Crisol: Theater of Idols já pode ser jogada no Steam. Além da versão de teste, também foi divulgado um trailer inédito de gameplay, mostrando novas áreas e dando pistas sobre um personagem-chave da trama.

Trailer

Horror com estratégia em primeira pessoa

O jogo transporta os jogadores para uma versão sombria da Espanha chamada Hispania, onde duas religiões travam uma guerra brutal. Em meio a esse cenário, a cidade de Tormentosa se torna palco de um terror que mistura FPS estratégico com survival horror.

O diferencial de Crisol está na mecânica de combate: cada disparo exige sacrificar o próprio sangue. Isso significa que sua vida é também sua munição, forçando escolhas táticas a cada confronto. É um jogo em que sobreviver depende de equilibrar risco e recurso, sem espaço para erros.

Elenco de vozes

O título chega dublado em inglês e espanhol, com nomes conhecidos no elenco:

  • AmaLee (One Piece Film: Red, Honkai: Star Rail) como Mediodía
  • Luis Bermudez (DC: Dark Legion, Call of Duty: Black Ops 6) como Gabriel
  • Henar Hernández (Big Mouth, Oshi No Ko) como Mediodía (espanhol)
  • Mario García (Resident Evil 4) como Gabriel (espanhol)

Na demo já disponível, a dublagem está em inglês. Uma atualização futura incluirá a versão em espanhol.

Lançamento completo em 2026

Crisol: Theater of Idols está previsto para chegar no início de 2026, com versões para PC e consoles.

Dragon Fist e Ringside VR | Torneio, stream e duelo de clãs

O universo de Dragon Fist ganhou destaque nos últimos dias dentro do Ringside VR. Entre torneios, transmissões e novos formatos de competição, a comunidade pôde acompanhar lutas cheias de estilo e já se prepara para o próximo grande desafio.

Hall of Heroes Tournament

No último fim de semana rolou o Kung Foolin 4 Hall of Heroes Tournament, reunindo jogadores em batalhas intensas. A transmissão oficial ficou por conta do Ringside VR, que deu palco para confrontos dignos de cinema de artes marciais. Os campeões levaram a melhor, mas o clima foi de celebração para todos os participantes.

Quem não conseguiu assistir ao vivo ainda pode conferir a stream completa no canal do Ringside VR no YouTube.

Clan Showdown

Agora o foco muda para o Clan Showdown, um evento especial que promete colocar a rivalidade entre clãs em evidência. O formato será de duelos 2×2, com regras que vão além da arena: tanto a participação em lutas quanto a presença da comunidade na transmissão contam pontos para cada clã.

O embate está marcado para sábado, 20 de setembro de 2025, com transmissão direto no YouTube do Ringside VR. As inscrições e horários de início serão divulgados em breve no servidor oficial do Discord, na aba de eventos.

No fim, o clã que acumular mais pontos conquista a glória e o direito de exibir seus feitos até a próxima rodada de batalhas.

Onde acompanhar

Data: 20 de setembro de 2025

Formato: Partidas de exibição 2×2

Transmissão: YouTube do Ringside VR

Detalhes: Informações e inscrições no Discord oficial

A disputa não é só pelo resultado, mas pela honra dos clãs e pelo barulho da comunidade que acompanha cada movimento na arena.

5º Seminário de Cinema e Educação discute lei do audiovisual nas escolas e caminhos para políticas públicas

De 6 a 10 de outubro de 2025, acontece a quinta edição do Seminário de Cinema e Educação, realizado pela Ecofalante em parceria com o Sesc-SP, a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, a SPCine e a Prefeitura de São Paulo. O evento gratuito se consolidou como uma das principais referências nacionais no debate sobre a presença do cinema no ambiente escolar e suas implicações culturais, pedagógicas e políticas.

As inscrições podem ser feitas a partir de 25 de setembro no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP (https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/). O público-alvo inclui educadores, gestores, pesquisadores, cineastas, produtores culturais e profissionais ligados à educação formal e não formal.

Cinema como direito

O tema deste ano é “O direito ao cinema na escola: estética, ética e política em diálogo”, destacando a importância de garantir a exibição de produções brasileiras no espaço escolar, conforme previsto na Lei 13.006/14. Apesar de vigente há mais de uma década, a legislação ainda enfrenta dificuldades para ser plenamente implementada.

O Seminário propõe aprofundar o debate sobre sua regulamentação e discutir a construção de um Programa Nacional de Cinema na Escola, elaborado em 2024 pela Rede Kino, com participação de educadores e especialistas de todo o país.

Estrutura e eixos de debate

A programação se organiza em quatro frentes: Formação Docente, Condições de Exibição e Produção, Acervos e Curadorias e Pedagogias do Audiovisual. Esses eixos orientam as mesas de discussão, que vão além do aspecto legal e buscam inserir o cinema como experiência estética, crítica e transformadora no cotidiano escolar.

Programação

  • Masterclass de abertura – Educação, Cinema e o Reencantamento do Mundo (06/10, 19h)
    Com Rosália Duarte (UFMT), a atividade inaugura o evento refletindo sobre o audiovisual como ferramenta de transformação cultural e comunitária.
  • Mesa 1 – O que diz a lei? O cinema na escola como política pública (07/10, 19h)
    Debate sobre a implementação da Lei 13.006/14 e sua relação com outras políticas educacionais.
  • Mesa 2 – Cinema na Escola: práticas transformadoras em educação (08/10, 19h)
    Apresentação de experiências que já incorporam o cinema no cotidiano escolar, mesmo em contextos de limitação estrutural.
  • Mesa 3 – Ver, criar e aprender: o cinema como prática pedagógica (09/10, 19h)
    Reflexão sobre metodologias formativas que tratam o cinema como linguagem estética e política.
  • Mesa 4 – Acervos e curadorias: quais imagens queremos nas escolas? (10/10, 19h)
    Discussão sobre curadoria, diversidade cultural e o papel de estudantes e professores como criadores.

Além das atividades online, nos dias 11, 18 e 25 de outubro serão realizadas oficinas presenciais para educadores da rede municipal de São Paulo, intituladas “Ver e Fazer Cinema na Escola”, com foco em fundamentos da linguagem audiovisual, cineclubismo, curadoria pedagógica e práticas criativas.

Uma pauta em construção

Segundo Liciane Mamede, produtora da Ecofalante, o evento amadureceu ao longo de cinco edições e hoje se afirma como espaço central no diálogo entre cinema e educação:

“Desde 2018, o Seminário tem sido um fórum essencial para refletir sobre como inserir o cinema na escola. Hoje, avançamos também na esfera das políticas públicas, reafirmando a continuidade de um debate que precisa estar no centro das agendas culturais e educacionais.”

Para Felipe Barquete, coordenador do seminário, a edição acontece em um momento crucial:

“A regulamentação da Lei 13.006/14 está em pauta. O desafio é transformar esse direito em práticas permanentes, que ampliem o repertório cultural e ofereçam experiências mais inclusivas e significativas aos estudantes.”

Serviço

5º Seminário de Cinema e Educação – Ecofalante
📅 6 a 10 de outubro de 2025
📍 Evento online (com atividades presenciais em São Paulo para educadores da rede pública)
💻 Participação gratuita
🔗 Mais informações: ecofalante.org.br | play.ecofalante.org.br

Review | Towa and the Guardians of the Sacred Tree

Desde as primeiras imagens de Towa and the Guardians of the Sacred Tree, os personagens mostravam um carisma que me fazia querer ver um animê baseado em sua história. Com a divulgação da animação próxima ao lançamento, foi amor à primeira vista. Agora, estou aqui para falar do novo roguelite da Bandai Namco.

Produzido pela Brownies Inc., o jogo apresenta um mundo místico que lembra, à primeira vista, títulos como Hades, mas com uma identidade própria. Com cenários desenhados à mão e uma delicadeza que fascina, Towa and the Guardians of the Sacred Tree combina a leveza dos personagens com uma visão isométrica do mundo.

Você assume o papel de Towa, sacerdotisa da Vila Shinju, responsável por unir oito guardiões para enfrentar o maligno Magatsu. Cada guardião tem personalidade, estilo de luta e golpes únicos, fundamentais para que o jogador aproveite todo o potencial da equipe.

Mas você está preparado para esta jornada?

A história


Em um reino envolto em névoa e mistério, a Vila Shinju vive sob a sombra de Magatsu, uma força ancestral que corrompe a terra e desperta criaturas esquecidas. Towa, jovem sacerdotisa da aldeia, assume o fardo de proteger a árvore sagrada e liderar os oito guardiões, cada um com habilidades únicas e segredos do próprio passado. Entre batalhas intensas e momentos de ternura, seus laços serão testados enquanto lutam para impedir que a escuridão consuma tudo o que conhecem.

À medida que atravessam terras corrompidas e belezas traiçoeiras, Towa e seus guardiões descobrem que a coragem sozinha não basta. A verdadeira força vem da união e da confiança mútua. Cada confronto, cada escolha e cada descoberta molda não apenas o destino da vila, mas também os corações de seus habitantes. Em um mundo onde a beleza esconde perigo e cada sombra guarda segredos, a jornada para restaurar a paz se transforma em uma epopeia de bravura, sacrifício e esperança.

Divulgação – Giuliano Peccilli

Mesmo apresentada com animações, a história continua por meio dos NPCs, sendo fundamental conversar e explorar para conhecer melhor a vila e seu inimigo.

Jogabilidade

Divulgação – Giuliano Peccilli

Towa and the Guardians of the Sacred Tree traz cenários compactos, ideais para embates com chefes. Towa, acompanhada de seus guardiões, precisa derrotar os inimigos para avançar em cada área.

A temática oriental lembra Kunitsu-Gami: Path of the Goddess, mas aqui você não comanda um exército. São oito personagens com características próprias, e cada partida exige que você use suas habilidades estratégicas para vencer.

O combate é ágil e responsivo. Como roguelite, exige atenção à equipe para avançar na história.

Divulgação – Giuliano Peccilli

A Vila Shinju funciona como ponto inicial e base. É onde você aprimora habilidades, coleta informações e planeja os próximos passos da aventura.

O sistema de combate gira em torno de duplas de guardiões. Um empunha a espada sagrada Tsurugi, causando dano físico direto, enquanto o outro controla o cajado Kagura, oferecendo suporte e magias. Combinando os oito personagens, você cria estilos de luta variados, adaptando-se a diferentes desafios.

No modo cooperativo, dividir os papéis pode gerar disputa — espada e cajado têm funções distintas, e a espada geralmente se destaca.

Trilha Sonora

Um dos pontos altos aqui de Towa and the Guardians of the Sacred Tree está em sua trilha sonora assinada Hitoshi Sakimoto que também assina trilha sonoras de jogos, como Final Fantasy Tactics e Final Fantasy XII.

YOSOABI

A dupla musical japonesa, criada em 2019 e conhecida por animês como Oshi no Ko, Mobile Suit Gundam THE WITCH FROM MERCURY e Frieren, também participou do lançamento do jogo.

Com um trailer especial da história, YOSOABI reforça o tom místico de Towa, combinando perfeitamente com o universo do jogo. Para mim, isso confirma que a narrativa é cativante e mereceria, em algum momento, se tornar um animê.

Opinião


Divulgação – Giuliano Peccilli

Towa and the Guardians of the Sacred Tree chega para PS5, Xbox Series X|S, PC e Switch. É um jogo visualmente bonito e viciante, com jogabilidade fácil e fluida.

É mais estratégico do que frenético, exigindo atenção e paciência. Cada decisão importa, e o progresso recompensa quem explora com calma.

O ponto negativo fica por conta da falta de legendas em português, algo raro em um lançamento da Bandai Namco. O jogo oferece inglês, espanhol e francês, e a dublagem em japonês é excelente, reforçando ainda mais a atmosfera oriental.

O destaque visual fica para os cenários desenhados à mão, que se sobressaem na nova geração de jogos. Recentemente joguei Shinobi: Art of Vengeance, e percebo como o 2D bem feito ainda impressiona. Em Towa, o cuidado com o desenho e a animação tornam a experiência memorável.

Divertido, carismático e viciante, Towa and the Guardians of the Sacred Tree é um roguelite que tem tudo para agradar fãs do gênero.

Nota – 4 (de 5)

Towa and the Guardians of the Sacred Tree

Título: Towa and the Guardians of the Sacred Tree
Gênero: Roguelite de ação e aventura
Data de lançamento: 18 de setembro de 2025
Desenvolvedor: Brownies Inc.
Distribuidora: Bandai Namco Entertainment Inc.
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Windows

Agradecimentos a Bandai Namco pela oportunidade de criar este conteúdo

Review | Além dos mundos, Sonic Racing: CrossWorlds é a experiência definitiva de corrida

Sonic está de volta e agora com Sonic Racing: CrossWorlds, novo jogo da franquia que viaja entre diferentes mundos. Ecoando jogos da própria franquia como Sonic & All-Stars Racing Transformed e Team Sonic Racing, tudo que foi feito de melhor foi reunido num único jogo com elenco e modos bem únicos.

Chegando para consoles e PC, Sonic Racing: CrossWorlds traz convidados ilustres da própria SEGA, como Hatsune Miku, Joker e Kasuga Ichiban, sendo lançado no mesmo ano que Mario Kart World, o que ecoa a boa e velha briga entre os dois personagens pra quem cresceu nos anos 90.

Com um elenco rico e até inusitado, Sonic Racing: CrossWorlds viaja entre 24 pistas em diferentes mundos do Sonic, indo para outros títulos da SEGA e até além dela, trazendo personagens como PAC-MAN, além de convidados via DLC como Minecraft, Tartarugas Ninja e Bob Esponja.

E ainda falando do elenco do jogo, em especial os personagens do Sonic, temos personagens de todas as fases do personagem, sendo uma enorme homenagem. De Sonic Riders, passando por personagens do Knuckles’ Chaotix, Zavok de Sonic Lost World, até mesmo Nine, Ferrugem e Rose Ferrugem (variações do Tails, Knuckles e Amy) de Sonic Prime, entre tantos outros que montam um elenco invejável aqui. Com 23 personagens iniciais, resta o papel do jogador em liberar os personagens para chegar em outros mundos.

Atravessando terra, mar e espaço, tudo ao mesmo tempo, Sonic Racing: CrossWorlds herda algumas marcas conhecidas da série, como seu carro ir se adaptando aos cenários, igual ao Sonic & All-Stars Racing Transformed, mostrando inicialmente um caos, mas que logo você se acha dentro dele.

Mas vamos falar do jogo em si?

Divulgação – Giuliano Peccilli

Você pode jogar pelo Grand Prix, Parque de Corrida e Prova de Tempo. Sendo Grand Prix a corrida que conhecemos, enquanto Parque de Corrida leva o desafio para 7 tipos de modalidades (Coleta de Rings, Tiroteio – 2 Equipes, Partida Rápida, Turbo de Toque, Plataforma de Arranque, Partida Extrema, Partida Personalizada) e por fim a Prova de Tempo garante aquele espaço para quem gosta de competir contra seus próprios recordes.

E é aqui que o jogo realmente brilha com modos como Velocidade Normal, Velocidade Alta, Velocidade Sonic, Velocidade Super Sonic e Velocidade Sonic Espelhada. Trazendo modos de dificuldade que vão do normal até o surreal de hard com Velocidade Super Sonic.

Dentro do Grand Prix, temos as corridas organizadas por Grand Prix Donpa (E-Stadium, Rainbow Garden e Water Palace), Grand Prix Wisp (Metal Harbor, Sand Road, Colorful Mall), Grand Prix Boom Boo (Mystic Jungle, Apotos e Wonder Museum), Grand Prix Pumpkin (Crystal Mine, Ocean View e Pumpkin Mansion), Grand Prix Coral (Urban Canyon, Market Street, Coral Town), Grand Prix Crystal (Blizzard Valley, Rical Highway, Chao Park), Grand Prix Egg (Donpa Factory, Aqua Forest, Eggman Expo), Grand Prix Secreto (Kronos Island, Northstar Islands e Espaço Branco), Grand Prix Crossover (Minecraft World, Fenda do Biquíni entre outros). Sim, é corrida que não falta mais, com em torno de 24 pistas abertas inicialmente e as demais dependendo de você ir desbravando no jogo.

Seleção de personagens – Divulgação – Giuliano Peccilli

Uma coisa muito importante aqui é que independente do modo de corrida, você sempre terá um rival. Enquanto no Grand Prix você terá um único rival que precisa vencer de qualquer jeito, no Parque de Corrida você terá uma equipe e enfrentará uma equipe rival, mas sempre terá um rival para ser derrotado aqui, independente de como você vence as corridas. O que importa é vencer o rival, assim você vai abrindo novos carros, personagens e até mesmo peças para customizar o seu carro.

Tudo no jogo é um enorme desafio, assim, mesmo no Parque de Corrida, você terá missões como vencer inimigos algumas vezes para liberar itens que vão te ajudar a avançar na corrida.

O trunfo do Sonic Racing: CrossWorlds

Como falamos mais cedo, a rivalidade com Mario está de volta com o Sonic Racing: CrossWorlds chegando no mesmo ano que Mario Kart World. E enquanto lá o jogo segue com mundo aberto, aqui temos corridas pelos universos, usando os Rings de Travessia, conhecidos dos filmes do Sonic, aqui abrindo portais no meio das pistas, podendo levar os personagens para a era dos dinossauros até cenários mais clássicos do Sonic como Cassino Night Zone de Sonic 2. Por mais que sejam 24 pistas bem próprias, elas ecoam todo o legado do personagem, sempre trazendo alguma homenagem que traz a sensação de que você está jogando um jogo do Sonic mesmo.

E é aqui que os jogos seguem caminhos totalmente distintos e, na minha opinião, Sonic Racing: CrossWorlds traz um jogo mais rico, tanto em elenco, pistas e modos. Trazendo o enorme diferencial que é o multiplayer entre plataformas, sendo o único jogo de kart com cross-platform.

Jogabilidade

Sonic Racing: CrossWorlds flui muito bem nos controles, assim é um jogo que você pega com facilidade a jogabilidade. Joguei a versão de PlayStation 5, assim pra acelerar você aperta X, enquanto para curvas você usa o R2, e o L2 para soltar itens nos inimigos. É uma jogabilidade bastante simples e que o jogo mostra durante a corrida, o controle para você ir jogando com bastante rapidez.

E mesmo com o jogo com tantos modos, sua jogabilidade flui muito bem, sendo mais um acerto por aqui.

Mas agora falando da diversão, te falo que seja sozinho ou jogando com amigos, Sonic Racing: CrossWorlds é do tipo de jogo que vai trazer discórdia. Seja por tacar itens nos amigos, ou bater no amiguinho durante a corrida, você sabe que é um jogo que além de divertido pode dar briga (no bom sentido) entre os amigos.

E aqui falo que os níveis do jogo, mesmo começando no normal, trazem um nível elevado de dificuldade. Não sei se eu que sou ruim em corrida, mas assumo que mesmo colocando no nível mais baixo, eu me senti bem desafiado por aqui.

Customização

Divulgação – Giuliano Peccilli

Uma das grandes surpresas aqui é que você pode ir montando seu carro e salvar entre os disponíveis e utilizar com qualquer personagem. Assim, você pode ir conquistando peças-chave e melhorar o seu carro e customizar de acordo com seus personagens favoritos.

Além disso, herdando um pouco de RPG, você também irá conquistar gadgets que vão aprimorar diferentes pontos do seu carro. Assim, você é quem vai conduzir se seu carro terá maior equilíbrio ou maior velocidade, assim como trazer esses gadgets e também utilizar no seu carro.

Localização em português

Divulgação – Giuliano Peccilli

A SEGA atualmente é a melhor empresa quando o assunto é localização. Trazendo traduções que funcionam com o jogador, aqui não temos dublagens, apenas textos, mas que não deixam de estar absurdamente divertidos em sua localização.

Um exemplo bem claro disso é quando você começa uma corrida e vem escrito “Bora”, que é algo que normalmente falamos e faz muito sentido aqui na tradução.

No restante, o tom da tradução segue esse estilo de conversar com o jogador e é um grande acerto não só ter a tradução, mas conseguir trazer o jeito que falamos no nosso idioma. Uma surpresa muito boa e é o que se espera da empresa, considerando o mesmo tipo de acerto em outros jogos da SEGA e da ATLUS.

Música

Sonic sempre foi bem conectado à trilha sonora e aqui em Sonic Racing: CrossWorlds não é diferente. Trazendo Jun Senoue, Tomoya Ohtani e Tee Lopes, além de produtores de Vocaloid (não se esqueça que temos Hatsune Miku aqui), o jogo traz uma trilha sonora bem diversificada e divertida.

Alguns temas velhos conhecidos dos jogadores fãs do ouriço também ganham releituras bem próprias por aqui, mostrando uma versatilidade e, mais uma vez, que a SEGA sabe escolher trilha sonora de jogo do Sonic como ninguém.

Opinião

Divulgação – Giuliano Peccilli

Sonic Racing: CrossWorlds é a SEGA subindo a aposta quando o assunto são jogos de corrida. Entregando muito mais do que se espera de um jogo do gênero, Sonic Racing: CrossWorlds é um jogo com enorme fator replay e diversão, mostrando que a franquia encontrou uma ótima direção.

Misturando boas ideias de jogos anteriores, um elenco de fazer inveja a qualquer jogo do gênero, Sonic Racing: CrossWorlds tem luz própria e diria até que está fazendo sombra ao Mario Kart World, que pelo menos pra mim não trouxe a mesma emoção que foi jogar o Sonic Racing: CrossWorlds.

Em tempos de Multiverso, Sonic Racing: CrossWorlds soube extrair e se reinventar ao trazer Rings de Travessia no meio das pistas, permitindo as corridas irem para qualquer lugar ou tempo.

Definitivamente é um jogo que traz diversão na medida certa e que com certeza é um título para se jogar com os amigos nas horas livres.

Nota: 5 (de 5)

Sonic Racing: CrossWorlds

Modos de Jogo: Single-player, Multiplayer

Desenvolvedor: Sonic Team

Publisher: SEGA

Diretor: Masaru Kobayakawa

Produtores: Takashi Iizuka, Ryuichi Taki

Compositores: Jun Senoue, Tomoya Ohtani, Tee Lopes e outros

Série: Sonic the Hedgehog

Engine: Unreal Engine 5

Plataformas: Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PS4, PS5, Windows, Xbox One, Xbox Series X/S

Lançamento Mundial: 25 de setembro de 2025 (demais plataformas Switch 2 em 2025)

Gênero: Kart racing

Agradecimentos a SEGA pela oportunidade de criar este conteúdo

World of Warcraft revive a era Legion com evento especial Legion Remix

A Blizzard anunciou que World of Warcraft: Legion Remix chega em 7 de outubro, trazendo de volta uma das expansões mais queridas do MMORPG em um formato totalmente repaginado. O evento sazonal promete acelerar a jornada dos jogadores e revisitar os momentos mais marcantes de Legion com novos sistemas, recompensas e desafios.

Uma viagem no tempo para os heróis de Azeroth

No Legion Remix, os jogadores criam um Trilha-tempo e percorrem toda a expansão Legion em ritmo acelerado, do nível 10 ao 80. É uma chance de revisitar a luta contra a Legião Ardente, agora com mecânicas atualizadas e surpresas inéditas. Eternus e a Revoada Dragônica Infinita retornam como parte da trama, reforçando a ligação com a narrativa atual de Dragonflight.

Armas-artefato reinventadas

Um dos símbolos de Legion está de volta: as armas-artefato. Mas desta vez, elas surgem em um sistema unificado, permitindo que os jogadores desbloqueiem especializações poderosas ao seguir um dos cinco caminhos disponíveis — natureza, vileza, arcano, tempestade ou sagrado. Essa abordagem dá liberdade para experimentar estilos de jogo antes impossíveis.

Desafios maiores, recompensas melhores

O evento também adiciona o modo Grau Mundial: Heroico, que aumenta a dificuldade de inimigos e missões do mundo, trazendo recompensas mais valiosas. Já para os fãs de Míticas+, as Pedras-chave Memoriais recriam as masmorras de Legion, com direito a afixos clássicos e inéditos, oferecendo uma progressão desafiadora para os mais hardcore.

Mais espaço para novos heróis

Para quem gosta de criar múltiplos personagens, o evento traz uma boa notícia: todos os jogadores de WoW moderno receberão cinco novos espaços de personagem, ideais para expandir as fileiras de Trilha-tempos. Além disso, diferente do Remix de Mists of Pandaria, os personagens criados poderão ser transferidos para The War Within a qualquer momento, sem necessidade de esperar o fim do evento.

Recompensas temáticas

Além das mudanças de jogabilidade, Legion Remix vai entregar uma enxurrada de recompensas: desde equipamentos inspirados na expansão, até mascotes, montarias e itens exclusivos do evento.

Quer revisitar a era que trouxe Illidan de volta e redefiniu as classes de WoW? O Legion Remix é a chance perfeita para fãs antigos e novos explorarem um dos capítulos mais lendários da história de Azeroth.

Sony abre inscrições para o Future Filmmaker Awards 2026

A Sony anunciou a abertura das inscrições para o Future Filmmaker Awards 2026, premiação internacional que aposta em talentos emergentes do cinema ao redor do mundo. Gratuito e acessível, o concurso fica aberto até 16 de dezembro de 2025, oferecendo aos vencedores US$ 5 mil, equipamentos da linha Sony Digital Imaging e uma imersão de quatro dias em Los Angeles, no coração da indústria cinematográfica.

Experiência no Sony Pictures Studios

Os finalistas não levam apenas prêmios em dinheiro e tecnologia. Eles também são convidados para um programa completo no Sony Pictures Studios, em Culver City, entre 8 e 11 de junho de 2026. A agenda inclui workshops e encontros com executivos, explorando áreas como produção, contratos, aquisição de filmes, animação e até a construção de trilhas sonoras — uma visão rara dos bastidores de Hollywood.

Categorias em disputa

A competição contempla cinco frentes principais:

  • Ficção: curtas de 5 a 20 minutos com narrativa original;
  • Não Ficção: obras documentais de 5 a 20 minutos;
  • Animação: produções entre 2 e 20 minutos em qualquer técnica;
  • Estudante: espaço para alunos de cursos de cinema, com filmes de 5 a 20 minutos;
  • Sustentabilidade: projetos que abordem meio ambiente, diversidade e inclusão, com prêmios em dinheiro e equipamentos.

O desafio do formato vertical

A edição de 2026 estreia a Competição Future Format: Vertical, voltada para curtas no formato 9:16. As obras devem ter entre 2 e 5 minutos e podem ser gravadas em qualquer dispositivo. O vencedor recebe US$ 2,5 mil, equipamentos Sony e também garante presença no programa em Los Angeles.

Como participar

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas diretamente no site oficial: sonyfuturefilmmakerawards.com.

Hideaki Takatori e Naoto Fuuga fazem dueto com tema de Megaranger

Hideaki Takatori atualizou seu canal no YouTube com uma surpresa de respeito: um dueto ao lado de Naoto Fuuga, cantor da abertura original de Denji Sentai Megaranger (1997). A série marcou uma geração no Japão, sendo adaptada no Ocidente e conhecida pelos brasileiros como Power Rangers no Espaço.

Assista

Hideaki Takatori

Takatori virou sinônimo de anison explosiva desde Ninpuu Sentai Hurricanger (2002). De lá pra cá, sua voz passou por Sonic X, Pretty Cure e dezenas de aberturas de Sentai como parte do grupo Project.R.
No Brasil, Takatori já é quase de casa: veio pela primeira vez no Anime Friends de 2008, voltou em 2024 e até gravou covers em 2025 ao lado de Ricardo Cruz e da banda Zetki.

Naoto Fuuga

Fuuga é lembrado pelo hino de Megaranger, mas seu currículo vai além. Além de backing vocals e dublagens, ele também é a voz do Vocaloid KAITO, lançado em 2006 e querido até hoje pela comunidade otaku.

Assim como Hironobu Kageyama foi a cara de Changeman, Fuuga marcou os anos 90 com um tema que ainda arrepia quando toca.

Megaranger, heróis digitais dos anos 90

Lançada em 1997, Megaranger foi a 21ª série de Super Sentai e abraçou de vez a febre da tecnologia e dos games. Os protagonistas eram estudantes que usavam aparelhos inspirados em celulares e jogos para se transformar. O visual lembrava controles de videogame, com direito a inimigos que pareciam sair direto de um computador infectado por vírus.

Não é à toa que a série se conectava tanto com a juventude da época: era o auge dos fliperamas, da internet discada e dos primeiros celulares no Japão.

Power Rangers no Espaço, o fim e o recomeço

No Ocidente, parte do material de Megaranger foi adaptado em Power Rangers no Espaço (1998), uma das temporadas mais lembradas da franquia. A história foi muito além da versão japonesa, trazendo um tom mais sério e marcando o fim da chamada “Era Zordon”.

Power Rangers no Espaço começa logo após os eventos de Power Rangers Turbo, com os Rangers sobreviventes indo para o espaço. Lá eles conhecem Andros, o Ranger Vermelho, que se junta à equipe. A temporada ficou famosa por introduzir a vilã Astronema e por finalmente resolver o arco do Zordon, iniciado lá atrás em Mighty Morphin.

O episódio final, Countdown to Destruction, é considerado até hoje um dos momentos mais épicos da franquia, com uma grande batalha espacial e a cena emocionante do sacrifício de Zordon para purificar o universo do mal.

Uma collab para guardar na playlist

Rever Fuuga cantando com Takatori é como juntar passado e presente em um só palco. Quem cresceu com Changeman na Manchete vai reconhecer o mesmo peso que Kushida trouxe aos anos 80, enquanto quem começou em Hurricanger vai se identificar com a pegada de Takatori.

No fim, é um vídeo que mostra a força do tokusatsu: séries mudam, heróis passam, mas a música continua sendo a chama que conecta fãs de todas as gerações.

ONE PIECE: A Série | Netflix divulga bastidores da segunda temporada

One Piece. Iñaki Godoy as Monkey D. Luffy in season 2 of One Piece. Cr. Courtesy of Netflix © 2025

A Netflix liberou um vídeo inédito que dá um gostinho da próxima aventura de Luffy e sua tripulação. O Bando dos Chapéus de Palha segue rumo à lendária Grand Line, um mar cheio de ilhas misteriosas, perigos inesperados e inimigos que prometem testar cada gota de coragem dos nakamas.

Quem acompanha a saga sabe: cada ilha traz desafios que vão muito além de uma simples batalha. A segunda temporada quer mostrar que ser pirata é mais que conquistar tesouros que é superar limites e fortalecer laços.

Uma jornada em live-action que honra o mangá

Baseada no mangá mais vendido da história, criado por Eiichiro Oda, a série acompanha Monkey D. Luffy, um jovem que sonha com liberdade e parte em busca do lendário One Piece. Para se tornar o rei dos piratas, ele precisa reunir sua tripulação, navegar mares traiçoeiros e enfrentar a Marinha e rivais formidáveis.

A série consegue capturar a essência das aventuras originais: humor, ação, emoção e aquela sensação de que qualquer coisa pode acontecer a cada virar de página… ou de cena.

Bastidores e equipe criativa

A produção é uma parceria entre Shueisha, Tomorrow Studios (em colaboração com a ITV Studios) e a Netflix. A segunda temporada tem Matt Owens e Joe Tracz como co-showrunners, roteiristas e produtores executivos, enquanto a terceira já tem Joe Tracz & Ian Stokes à frente.
Entre os produtores executivos estão nomes como Eiichiro Oda, Marty Adelstein, Becky Clements, Tetsu Fujimura, Chris Symes, Christoph Schrewe e Steven Maeda, uma equipe que mistura experiência com fidelidade ao material original.

Trailer

O elenco dos nakamas

O Bando dos Chapéus de Palha ganha vida com:

  • Iñaki Godoy como Monkey D. Luffy
  • Mackenyu como Roronoa Zoro
  • Emily Rudd como Nami
  • Jacob Romero como Usopp
  • Taz Skylar como Sanji

E outros personagens do mundo de One Piece entram em cena com atores como Vincent Regan, Ilia Isorelýs Paulino, Morgan Davies, Aidan Scott, Langley Kirkwood, Jeff Ward, Celeste Loots, Alexander Maniatis, McKinley Belcher III, Craig Fairbrass, Steven Ward e Chioma Umeala.

O que esperar da segunda temporada

A estreia da segunda temporada está marcada para 2026, e já sabemos que a terceira está confirmada. O featurette divulgado revela ilhas incríveis, inimigos ainda mais poderosos e momentos que vão testar a lealdade e coragem de cada nakama. É a chance de se sentir parte da tripulação, acompanhando Luffy em cada onda, cada luta e cada risada no convés do Going Merry… ou do Thousand Sunny.

OLA CUP transforma engajamento em vitória

No OLA CUP – Wildcard: Road to DreamHack, os fãs não só torcem: eles decidem o rumo do jogo. Começado em 29 de agosto, o campeonato internacional traz equipes de peso do Brasil e do mundo, com partidas transmitidas ao vivo na Twitch e nas redes da OLA GG. Mas o verdadeiro diferencial está na comunidade: cada voto, cada palpite, cada escolha de MVP ou melhor clipe pode virar a maré a favor do seu time.

O torneio reúne oito equipes: Team Heretics (Espanha), Team Liquid, RED Canids, Wav3, W7M, Vasco Esports (Brasil), YGG Esports (Ásia/EUA) e OXEN (Argentina). No ranking de popularidade, o Team Heretics lidera, impulsionado por sua presença nas redes, seguido de perto pela RED Canids. Mas a disputa está longe de acabar: torcidas ativas, como a do Vasco Esports, podem virar o jogo até o último voto, mantendo a tensão lá no alto.

Prêmios que colocam a torcida no topo

A OLA CUP distribui mais de R$ 14 mil em prêmios ligados à participação da comunidade. O time mais popular leva R$ 5 mil, enquanto os fãs acumulam pontos toda semana – mais de R$ 500 para os destaques – e no fim do torneio, o torcedor com maior pontuação ganha mais de R$ 5 mil. E claro, a equipe campeã garante vaga na DreamHack Atlanta com todas as despesas pagas.

Nico del Pino, cofundador e CEO da OLA GG, destaca: “Aqui, a torcida não é apenas espectadora. Cada voto é um impacto real no campeonato, e cada fã engajado recebe reconhecimento e recompensas. É uma nova forma de jogar e torcer ao mesmo tempo.”

Web3, eSports e comunidade em sinergia

Com a tecnologia Web3 aproximando público e jogadores, o OLA CUP redefine a relação entre eSports e fãs. Torcedores não apenas acompanham o torneio: eles moldam sua história, impulsionam seus times e podem literalmente transformar cada partida em vitória. Para participar, votar e acompanhar os rankings, basta acessar o site oficial da OLA GG.