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CNN aposta na economia da cultura geek em nova série sobre games, IA, quadrinhos e creators

A CNN Brasil decidiu olhar para a cultura geek além do fandom e dos colecionáveis caros. A nova série documental Economia Geek quer mostrar justamente o tamanho econômico da indústria que gira em torno de games, quadrinhos, inteligência artificial, creators e entretenimento digital.

Apresentada por Fernando Nakagawa, a produção estreia em 26 de maio na CNN Brasil e chega ao CNN Money no dia 28.

A proposta da série é acompanhar profissionais que transformaram cultura pop em carreira, renda e negócio num mercado que movimenta bilhões enquanto ainda tem gente chamando videogame de “brincadeira”.

Série acompanha creators, dubladores, hackers e artistas

Ao longo de cinco episódios, Economia Geek percorre diferentes áreas ligadas ao entretenimento digital e à tecnologia.

O episódio de estreia mergulha no universo de criadores de conteúdo e esports, acompanhando nomes como Nyvi Estephan, além de creators como Kainan Medeiros e Jony Rendrex.

A série também aborda os impactos da inteligência artificial na criação de conteúdo e como mudanças de algoritmo podem afetar diretamente faturamento, audiência e estabilidade profissional.

Porque atualmente trabalhar na internet significa basicamente viver em constante negociação emocional com plataformas que mudam regras da noite para o dia.

Quadrinhos, dublagem e IA entram no centro da discussão

Outros episódios exploram áreas diferentes da cultura geek profissionalizada.

O programa acompanha artistas como Will Conrad, que trabalha para Marvel Comics e DC Comics, além de ilustradores independentes que vivem de financiamento coletivo e eventos.

A série também dedica espaço ao mercado de dublagem, mostrando como streaming, games e animes transformaram a profissão nos últimos anos.

Entre os participantes estão Sérgio Cantú, voz clássica do Homem-Aranha e de Sheldon em The Big Bang Theory, além de Luiza Caspary e Matosu.

Já o episódio final entra no debate sobre inteligência artificial, ética e diversidade dentro do setor tecnológico.

Geek virou mercado gigante faz tempo

A série parece partir de uma percepção cada vez mais evidente: aquilo que antes era tratado como nicho virou uma das indústrias culturais mais influentes do planeta.

Games movimentam mais dinheiro que cinema e música somados, creators viraram empresas pessoais, quadrinhos seguem alimentando Hollywood e inteligência artificial já impacta praticamente todas as áreas criativas.

O termo “cultura geek” talvez nunca tenha sido tão amplo. Hoje ele inclui desde streamer e artista independente até engenheiro de IA e especialista em cibersegurança.

Economia Geek estreia em 26 de maio na CNN Brasil, com exibição às terças-feiras. No CNN Money, a série vai ao ar às quintas.

Efeito Netflix | Como o streaming ajudou a movimentar US$ 325 bilhões e mudou a cultura pop global

SENNA. (L to R) Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Alan Roskyn/Netflix ©2024

Quando a Netflix expandiu oficialmente para mais de 190 países em 2016, muita gente enxergou aquilo apenas como o avanço definitivo do streaming. Dez anos depois, a empresa quer vender outra ideia: a de que virou também uma engrenagem econômica e cultural gigantesca espalhada pelo planeta.

A companhia lançou nesta semana o relatório “O Efeito Netflix”, um levantamento sobre o impacto econômico, social e cultural das produções da plataforma ao longo da última década. Segundo os dados divulgados pela empresa, a Netflix afirma ter contribuído com mais de US$ 325 bilhões para a economia global no período.

O número inclui investimentos em produções, geração de empregos, serviços locais e movimentação indireta causada pelas séries e filmes da plataforma.

E sim, isso também inclui turismo motivado por fandom. Porque aparentemente assistir série virou planejamento de viagem internacional.

Netflix transformou produções locais em estratégia global

STRANGER THINGS. (L to R) Gaten Matarazzo as Dustin Henderson, Finn Wolfhard as Mike Wheeler, Caleb McLaughlin as Lucas Sinclair, and Noah Schnapp as Will Byers in STRANGER THINGS. Cr. Courtesy of Netflix © 2025

A empresa destaca que o grande ponto de virada aconteceu justamente quando deixou de operar apenas como distribuidora de conteúdo americano e começou a investir pesadamente em produções locais.

A primeira série original produzida fora dos Estados Unidos foi Club de Cuervos, lançada em 2015. Hoje, a plataforma afirma produzir conteúdos em mais de 4.500 cidades e municípios espalhados por mais de 50 países.

Segundo a Netflix, foram mais de US$ 135 bilhões investidos em filmes e séries ao longo da década, além da criação de cerca de 425 mil empregos ligados diretamente às produções próprias.

Nos Estados Unidos, a empresa cita O Poder e a Lei como exemplo de impacto regional. As quatro temporadas movimentaram mais de US$ 425 milhões na economia da Califórnia e empregaram milhares de profissionais.

Já Stranger Things teria gerado mais de 8 mil empregos ao longo de suas temporadas.

Brasil aparece como peça importante do “Efeito Netflix”

SENNA. (L to R) Pâmela Tomé as Xuxa Meneghel, Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Guilherme Leporace/Netflix © 2024

O Brasil também ocupa espaço relevante dentro do relatório.

A vice-presidente de conteúdo da Netflix Brasil, Elisabetta Zenatti, destacou produções nacionais como exemplos de impacto econômico e cultural.

Segundo ela, séries e filmes como Senna ajudaram a ampliar o nível técnico da indústria audiovisual brasileira, especialmente em efeitos visuais.

Outras produções citadas incluem Ilhados com a Sogra, que teria impulsionado turismo, além de adaptações como O Filho de Mil Homens e Pssica, que registraram aumento nas vendas após ganharem adaptações.

A empresa também destacou O Agente Secreto como exemplo recente de projeção internacional da cultura brasileira.

Streaming virou motor cultural global

Talvez a parte mais interessante do relatório esteja menos nos bilhões e mais na forma como a Netflix tenta medir influência cultural.

A empresa aponta, por exemplo, que o lançamento de Guerreiras do K-Pop teria provocado aumento de 25% nas reservas de voos para a Coreia do Sul e crescimento de 22% no número de americanos aprendendo coreano no Duolingo.

A plataforma também afirma ter impulsionado vendas de livros, músicas antigas, fantasias, jogos de tabuleiro e até esportes considerados nichados.

Na prática, a Netflix tenta consolidar uma narrativa importante para o mercado atual: a de que deixou de ser apenas um serviço de streaming e virou um agente direto de comportamento cultural global.

E considerando o tamanho que suas produções alcançaram na última década, fica cada vez mais difícil separar entretenimento de influência econômica real.

Copa PcD terá primeira final presencial e reforça espaço da acessibilidade nos esports brasileiros

A Copa PCD já fez parte de eventos internacionais como a Gamescom Latam - Gabriela Garcia

Enquanto boa parte do cenário competitivo ainda trata acessibilidade como detalhe opcional de menu, a Copa PcD segue fazendo o movimento contrário há anos. E agora alcança um novo marco.

A edição de 2026 será a primeira da história do torneio a contar com uma grande final presencial, realizada em parceria com o Game Fest Minas.

Criada em 2021 por Gabriel Machado, conhecido como Machadinhobr, e Jessyka Maia, a Suuhgetsu, a competição nasceu com foco em inclusão e representatividade para Pessoas com Deficiência dentro dos esports.

E num cenário que fala constantemente sobre comunidade, diversidade e expansão, mas ainda apresenta inúmeras barreiras práticas para jogadores PcDs, iniciativas assim acabam tendo peso muito maior do que apenas “mais um campeonato”.

Final presencial acontece em junho

Machadinho e Jessyka Suuhgetsu são os idealizadores e responsáveis pelo projeto – Gabriela Garcia

A competição será dividida em três etapas:

  • 16 de maio: início das disputas e definição dos semifinalistas
  • 17 de maio: semifinais e definição dos finalistas
  • 20 de junho: grande final presencial durante o Game Fest Minas

A disputa de terceiro lugar continuará acontecendo online.

A edição deste ano deve reunir jogadores PcDs de diferentes regiões do país em partidas eliminatórias, mantendo a proposta de criar espaço competitivo acessível e visibilidade para talentos que muitas vezes ficam fora do radar da indústria tradicional dos esports.

Projeto cresceu junto com debate sobre acessibilidade

Desde sua criação, a Copa PcD ultrapassou o papel de simples torneio competitivo e virou também um espaço de acolhimento e fortalecimento da comunidade gamer PcD.

Ao longo das últimas edições, o campeonato participou inclusive de eventos internacionais ligados à indústria dos games, ampliando sua visibilidade dentro do cenário brasileiro.

A realização da primeira final presencial simboliza justamente esse crescimento. Não apenas em estrutura, mas em reconhecimento.

Porque durante muito tempo inclusão nos games ficou restrita a discurso bonito de painel corporativo enquanto a prática continuava limitada.

Acessibilidade ainda segue como desafio na indústria

O crescimento da Copa PcD acontece em um momento em que acessibilidade finalmente começa a ganhar mais espaço no desenvolvimento de jogos, periféricos e eventos competitivos.

Ainda assim, o cenário competitivo continua longe do ideal em muitos aspectos, especialmente quando se fala em estrutura profissional, apoio financeiro e adaptação de torneios.

A expectativa da organização é transformar a edição de 2026 na maior da história do projeto e ampliar ainda mais a presença da comunidade PcD dentro dos esports brasileiros.

E honestamente, já passou da hora da indústria entender que acessibilidade não é recurso extra. É parte básica de qualquer cenário competitivo que queira realmente incluir jogadores.

“Eles Vão Te Matar” chega ao digital misturando culto demoníaco, pancadaria e inferno claustrofóbico

Eles Vão Te Matar acaba de chegar às plataformas digitais com uma proposta que parece saída diretamente de uma madrugada entre John Wick, horror satânico e literatura clássica italiana.

Prédio inspirado nos círculos do inferno vira armadilha mortal

A trama acompanha Asia, personagem de Zazie Beetz, uma mulher tentando reconstruir a vida em Nova York enquanto procura pela irmã desaparecida, interpretada por Myha’la.

A situação piora rapidamente quando ela aceita trabalhar no misterioso edifício Virgil. O lugar, claro, esconde um culto demoníaco e transforma a noite da protagonista em uma corrida desesperada por sobrevivência.

O conceito visual do prédio foi inspirado diretamente em A Divina Comédia. O hotel possui nove andares, cada um representando uma espécie de círculo do inferno com identidade visual própria, atmosfera específica e níveis diferentes de caos.

O resultado parece abraçar aquela estética de terror neon claustrofóbico que mistura violência exagerada, corredores escuros e personagens claramente tomando decisões péssimas.

Zazie Beetz treinou meses para cenas de ação

Além do terror, o filme também aposta pesado em combate físico e cenas práticas. Segundo a produção, a equipe evitou depender excessivamente de CGI e priorizou efeitos reais sempre que possível.

Zazie Beetz passou cerca de quatro meses treinando para assumir boa parte das sequências de ação, incluindo cenas com armas e uma luta envolvendo fogo real.

A atriz destacou justamente o equilíbrio entre humor, ação e drama emocional como um dos pontos que a atraíram para o projeto.

E honestamente, qualquer filme que mistura trauma psicológico, culto demoníaco e pessoas pegando fogo já entendeu muito bem o tipo de experiência caótica que o público de terror gosta de procurar.

Onde assistir

Eles Vão Te Matar já está disponível para compra e aluguel digital na Amazon Prime Video, Apple TV, YouTube, Claro TV+, Vivo TV e Mercado Play. O aluguel libera o filme por 48 horas, sem limite de reproduções dentro do período.

Outbound está disponível para PCs e consoles

Um dos jogos mais esperados da cena indie de 2026 saiu do papel. Outbound chegou ao PC via Steam e Epic Games Store e ao Xbox Series X|S nesta segunda (11), com 10% de desconto nas duas primeiras semanas. PS5, Switch e Switch 2 entram em 14 de maio.

A casa vai com você

Em Outbound, o jogador personaliza e pilota uma van elétrica por um mundo colorido e utópico repleto de biomas variados. O sistema de construção modular permite expandir o veículo com estações de trabalho, espaço de armazenamento no teto e até um segundo andar. A vida é 100% fora da rede elétrica: é preciso gerenciar energia solar, cultivar uma horta móvel no teto e coletar plantas silvestres para preparar refeições. Há ainda um amigo peludo para adotar no caminho.

Cozy com profundidade

Todo o conteúdo pode ser jogado em co-op online para até quatro jogadores. Para colecionadores, a edição física traz o DLC School Bus Adventures e trilha sonora digital, enquanto a edição de colecionador acrescenta mapa do jogo, suporte acrílico, pingente, quatro broches esmaltados, dois patches de tecido e seis cartões postais. O jogo foi um dos 50 mais adicionados à lista de desejos do Steam após campanha no Kickstarter.

Battlestar Galactica: Scattered Hopes chega ao PC com 20% de desconto no lançamento

A franquia de ficção científica mais cultuada da TV volta aos games com um título à altura da sua reputação. Battlestar Galactica: Scattered Hopes já está disponível no Steam e GOG, desenvolvido pela Alt Shift, criadora de Crying Suns, e publicado pela Dotemu.

Sobrevivência setor a setor

Os Cylons dizimaram o refúgio da humanidade e sua frota está encurralada. O objetivo é resistir aos ataques sucessivos até conseguir saltar para o próximo setor e, eventualmente, alcançar a Battlestar Galactica. Entre os ataques, o jogador gerencia a tripulação, vasculha recursos, resolve disputas entre facções e ainda precisa identificar possíveis impostores Cylon entre suas fileiras. O tempo é curto e as decisões têm peso real.

Roguelite com DNA de Crying Suns

O combate alterna entre tempo real e táticas, mobilizando caças para enfrentar os Cylons enquanto protege a nave central. Cada partida é única: os esquadrões, armas e melhorias desbloqueadas entre as tentativas ampliam progressivamente as opções táticas. A base é o Crying Suns, que superou 1 milhão de jogadores, agora revestido com a arte densa e detalhada do universo Battlestar Galactica. A Commander Edition inclui o jogo mais trilha sonora e livro de arte digitais.

Call of the Elder Gods está disponível e chega ao PC, consoles e Game Pass

Cinco anos após o premiado Call of the Sea, a Out of the Blue entrega a continuação. Call of the Elder Gods já está disponível para PC via Steam, PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, com 20% de desconto na semana de lançamento e inclusão no Xbox Game Pass desde o primeiro dia.

Uma nova dupla contra o desconhecido

O jogo alterna entre dois personagens: o professor Harry Everhart e a estudante Evangeline Drayton, ambos da Universidade Miskatonic. Não é necessário conhecer o jogo anterior para mergulhar na história, mas quem já jogou vai encontrar conexões familiares e verdades ocultas entrelaçadas ao longo da narrativa. A dublagem é estrelada por Yuri Lowenthal (Spider-Man, Arcane, Final Fantasy VII Rebirth) e Cissy Jones (Firewatch, Baldur’s Gate III).

Lovecraft na Unreal Engine 5

Inspirado em “A Sombra Fora do Tempo” de H. P. Lovecraft, o jogo leva os protagonistas da Nova Inglaterra ao deserto australiano, passando pelo Ártico e pela antiga cidade de Pnakotus, tudo renderizado na Unreal Engine 5 com trilha sonora do compositor Eduardo De La Iglesia. Os quebra-cabeças são baseados em observação e interação com o cenário, com opções de dificuldade ajustável. Uma edição física limitada com livro de arte de 44 páginas e trilha sonora digital também está a caminho via Microids para PS5 e Switch 2.

Dungeons & Dragons volta ao Brasil com o novo Livro do Jogador

A asmodee anuncia o lançamento do novo Livro do Jogador de Dungeons & Dragons no Brasil. A edição traduzida e revisada chega ao país este mês com conteúdo ampliado, voltado tanto para veteranos da mesa quanto para quem quer entrar no maior RPG de mesa do mundo pela primeira vez.

O que mudou na nova edição

A nova versão traz criação de personagens mais intuitiva, sem abrir mão da profundidade que a franquia oferece há décadas. São 48 subclasses ao total, quatro opções de progressão para cada uma das 12 classes básicas. Um novo sistema de maestria em armas adiciona propriedades táticas específicas a cada tipo de equipamento, como empurrar ou derrubar, abrindo mais espaço estratégico para as classes marciais. Quase 400 magias revisadas ganham textos mais claros e novos efeitos visuais descritos. A história de origem dos personagens também ganhou peso: agora ela garante bônus e atributos desde o início do jogo.

Uma comunidade que só cresce

Além do lançamento físico, já disponível nos principais e-commerces e livrarias, a asmodee anunciou um programa de expansão que inclui squad de influenciadores de RPG, embaixadores da comunidade e patrocínio a eventos pelo Brasil. A previsão é de que novos livros complementares cheguem nos próximos meses. “O retorno do Livro do Jogador representa mais do que um relançamento: é a oportunidade de reconectar uma comunidade apaixonada e abrir as portas para uma nova geração”, afirma Ade Ferrari, diretor de Marketing e Estratégia da asmodee.

Guilherme Briggs dá voz ao vilão de Fading Echo

O dublador brasileiro mais versátil do mercado vai interpretar Maddok, o antagonista de Fading Echo, RPG de ação da New Tales previsto para 2026. No original em inglês, o personagem é vivido por Matthew Mercer, do Critical Role.

Um elenco que fala por si

A CriticalLeap, selo de publishing da Nuuvem para a América Latina, revelou hoje o cast completo da dublagem brasileira do jogo. Além de Briggs no papel principal do vilão, o elenco conta com Carol Valença (One), Flávia Saddy (Rhane), Leo Rabello (Cayrn), Adriana Torres (Vellum/Aria) e Reginaldo Primo (Bob Le Critter). No original, todos os personagens são interpretados por membros do Critical Role, incluindo Liam O’Brien, Laura Bailey e Sam Riegel.

O jogo e a mecânica

Fading Echo é um action RPG em terceira pessoa com estética “desert punk” no qual o jogador controla One, capaz de alternar instantaneamente entre formas humana e líquida tanto no combate quanto na exploração. O jogo foi desenvolvido pela Emeteria, estúdio da New Tales liderado por veteranos da Activision Blizzard. Uma demo já está disponível no Steam com textos localizados para o português brasileiro.

O lançamento está previsto para PS5, Xbox Series X|S, Steam e Epic Games Store ainda em 2026.

Prime Video estreia Depois Daquele Ano em junho, série baseada em best-seller do TikTok

A adaptação do romance de Carley Fortune chega ao Prime Video com todos os oito episódios disponíveis de uma vez. A série, intitulada Depois Daquele Ano (Every Year After), estreia em 10 de junho em mais de 240 países.

O livro que conquistou o BookTok

A obra original, Depois Daquele Verão (Every Summer After), ficou 16 semanas na lista de mais vendidos do New York Times, ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas e acumulou mais de 81 milhões de visualizações na hashtag no TikTok. A autora Carley Fortune atua como produtora executiva da série ao lado da showrunner Amy B. Harris, conhecida por Sex and the City e The Wilds.

A história

Ambientada em Barry’s Bay, cidade à beira de lago no interior do Canadá, a série acompanha uma história romântica e nostálgica sobre primeiros amores contada ao longo de seis anos e uma semana. Um romance de verão com as marcas que só o tempo consegue deixar.

Trailer

Estreia

Depois Daquele Ano (Every Year After) estreia em 10 de junho.

Love Kills estreia maio com vampira paulistana, graphic novel e terror social nas telas

Baseado na graphic novel de Danilo Beyruth, o longa Love Kills chega aos cinemas brasileiros em 21 de maio com Thais Lago e Gabriel Stauffer nos papéis principais. A cabine de imprensa acontece na quinta-feira, 14 de maio, no Cine Marquise, na Paulista.

Uma São Paulo sombria como cenário

Ambientado no centro de São Paulo, o filme acompanha Helena, uma vampira imortal vivida por Thais Lago (DNA do Crime, 3%), que desperta o interesse de Marcos, garçom ingênuo interpretado por Gabriel Stauffer (De Volta aos 15). Ao tentar desvendar os segredos da moça e o submundo da cidade, ele acaba preso em uma rede de intrigas que coloca em xeque sua própria mortalidade.

Terror, romance e crítica social

A adaptação combina elementos de horror e romance soturno com uma leitura crítica das camadas mais decadentes da metrópole. A graphic novel original de Beyruth já é referência no mercado nacional de quadrinhos por sua atmosfera densa e visual marcante.

Trailer

Estreia

Love Kills estreia em 21 de maio nos cinemas.

LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas chega em 22 de maio com Coringa, Arlequina e um mundo aberto de Gotham

A Warner Bros. Games confirmou a data e revelou os detalhes da Edição Deluxe de LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas. Quem pré-comprar a versão premium garante acesso antecipado a partir de 19 de maio, três dias antes do lançamento oficial.

Da origem à lenda

Desenvolvido pela TT Games, o jogo acompanha Bruce Wayne em uma jornada de origem até o status de lenda de Gotham, com referências a décadas de filmes, séries, HQs e games do Batman mescladas ao humor clássico da LEGO. O lançamento ocorre em 22 de maio para PS5, Xbox Series X|S e PC via Steam e Epic Games Store. A versão para Nintendo Switch 2 está prevista para ainda em 2026.

O que vem na Edição Deluxe

A versão premium inclui três pacotes de conteúdo no lançamento: o Pacote da Trilogia Arkham (com trajes e Batmóvel baseados nos jogos do Rocksteady), o Pacote Batman do Futuro e o Pacote Música de Festa. Cada pacote traz sete novos trajes de personagens e cinco acessórios para a Batcaverna. Em setembro de 2026, chega a Coleção do Caos, que adiciona o Coringa e a Arlequina como personagens jogáveis, com habilidades próprias, finalizações e uma missão de história em que os dois escapam do Asilo Arkham.

Trajes extras para quem pré-comprar

Independente da edição, todo pré-comprador recebe o bat-traje de O Retorno do Cavaleiro das Trevas. Criar uma conta Warner Bros. Games libera também o traje da Era de Ouro. Quatro conjuntos LEGO DC já disponíveis nas lojas trazem códigos para desbloquear conteúdo digital no jogo quando ele for lançado.