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A Long Survive amplia experiência em VR e chega ao SteamVR e PSVR2 em 30 de abril

O estúdio Friendly Fire Studios anunciou que A Long Survive será lançado para SteamVR e PlayStation VR2 em 30 de abril de 2026, após sua estreia inicial no Meta Quest. A nova versão chega acompanhada de uma reformulação ampla do jogo, com melhorias estruturais que afetam desempenho, jogabilidade e escala das partidas.

O título é um shooter cooperativo de sobrevivência em realidade virtual baseado em gerenciamento de recursos, construção de defesas e enfrentamento de ondas massivas de inimigos. A progressão inclui quatro personagens jogáveis com habilidades distintas, além de desbloqueio de armas, estruturas e upgrades ao longo das sessões.

A atualização que acompanha o lançamento nos novos dispositivos reposiciona o jogo como uma experiência mais robusta tecnicamente. Entre as mudanças estão melhorias gráficas, novos efeitos visuais e sonoros, aprimoramento dos modelos de personagens, ajustes na sensação de combate e implementação de um sistema de iluminação mais avançado, além de novos elementos de exploração nos mapas. O núcleo da experiência permanece centrado na defesa do Nexus, com foco em cooperação e coordenação entre jogadores.

Um dos principais destaques do update é a reformulação completa do sistema de hordas, que passa a permitir uma densidade significativamente maior de inimigos em tela, com comportamentos mais complexos e maior pressão sobre os jogadores. A proposta é intensificar o ritmo das partidas, exigindo decisões rápidas, posicionamento estratégico e maior sinergia entre equipes.

A versão para PlayStation VR2 foi desenvolvida com foco específico nas capacidades do hardware, incluindo uso de gatilhos adaptáveis para feedback de armas, resposta tátil nos controles e no headset, além de melhorias na fidelidade visual e na resposta ambiental. Já a versão para SteamVR também contará com otimizações técnicas voltadas à performance e imersão.

Trailer

Atualmente disponível no Meta Quest, A Long Survive será lançado em 30 de abril de 2026 para SteamVR e PlayStation VR2, com preço inicial de US$ 19,99.

KRAFTON detalha roadmap de PUBG: BATTLEGROUNDS para 2026 com foco em expansão e longevidade

A KRAFTON apresentou o plano de desenvolvimento de 2026 para PUBG: BATTLEGROUNDS, estruturado em dois eixos principais: evolução da experiência de gameplay e ampliação do título como plataforma de serviço baseada em conteúdo. O anúncio ocorre no contexto do 9º aniversário do jogo, que voltou a registrar pico superior a 1,3 milhão de jogadores simultâneos em março.

A estratégia da empresa indica uma abordagem de longo ciclo de vida, com foco na diversificação de modos, expansão de ferramentas criativas e manutenção de um ambiente competitivo ativo, consolidando o título como um ecossistema contínuo dentro do gênero battle royale.

Evolução do gameplay e ajustes estruturais

Entre as principais mudanças previstas está a introdução de terreno destrutível no mapa Erangel, permitindo que jogadores modifiquem o ambiente para criar cobertura em tempo real, alterando a dinâmica tática das partidas. O mapa Miramar receberá salas secretas, enquanto Rondo passará por ajustes voltados à otimização de rotas e distribuição de loot.

Elementos ambientais também serão aprofundados, com a implementação de fumaça interativa influenciada por fatores como vento e explosões, além da ampliação de recursos estratégicos, como chamadas de itens via Torres de Chip Azul e melhorias nos sistemas de equipamentos. Atualizações de interface e qualidade de vida seguem previstas ao longo do ano.

O sistema de armas será reorganizado com a introdução de uma rotação de meta sazonal, alternando classes dominantes para evitar estagnação competitiva. Atualizações maiores estão programadas para ciclos de quatro meses, com ajustes de balanceamento a cada dois meses. O modo ranqueado também será revisado, com mudanças nos critérios de pontuação (RP), recompensas e progressão.

Expansão de modos e conteúdo gerado por usuários

No campo de novos conteúdos, a KRAFTON prevê o lançamento de Xeno Point, modo roguelite com عناصر de looter-shooter e progressão cooperativa, além de um modo inspirado na franquia PAYDAY, desenvolvido em parceria com a Starbreeze Studios, com foco em furtividade e execução estratégica em equipe.

O conteúdo gerado por usuários entra em fase de expansão mais ampla, com melhorias nas ferramentas de criação, otimização de desempenho e implementação de um espaço dedicado dentro do jogo para facilitar o acesso a modos criados pela comunidade.

Infraestrutura e segurança

A empresa também destaca investimentos em infraestrutura, com expansão de servidores para melhorar estabilidade, especialmente em consoles. No campo de segurança, o roadmap prevê reforço nas soluções anti-cheat, com foco em detecção mais precisa, revisão de punições indevidas e combate a métodos avançados, como trapaças baseadas em Direct Memory Access (DMA).

O roadmap será detalhado ao longo do ano por meio de atualizações periódicas, indicando uma estratégia contínua de manutenção e expansão do ecossistema de PUBG, com foco em retenção de jogadores e adaptação às demandas do cenário competitivo e da comunidade.

A Morte de Robin Hood | Hugh Jackman assume um Robin Hood à beira do fim em novo filme da A24

A A24 volta a revisitar um mito clássico, desta vez por um ângulo menos heroico, com “A Morte de Robin Hood”, filme estrelado por Hugh Jackman que chega aos cinemas brasileiros em 18 de junho, com distribuição da Imagem Filmes.

Dirigido por Michael Sarnoski, conhecido por Um Lugar Silencioso: Dia Um, o longa abandona a construção tradicional do herói justiceiro para focar nos últimos momentos de um personagem marcado por escolhas, violência e desgaste físico.

Um herói que já não se sustenta

Na trama, Robin Hood aparece longe da imagem clássica do arqueiro invencível. Ferido após uma batalha que deveria ser a última, ele sobrevive por pouco e passa a lidar com as consequências acumuladas de uma vida de conflitos, crimes e decisões questionáveis.

A narrativa se estrutura a partir desse momento de fragilidade, quando o personagem é acolhido por uma mulher misteriosa e forçado a confrontar o próprio passado, em um tom mais introspectivo e menos voltado à ação direta.

Adaptação segue linha mais sombria

O filme parte de uma das versões menos exploradas do folclore inglês, que retrata Robin Hood em um estágio final de vida, distante da figura romantizada popularizada em outras adaptações.

A proposta se aproxima do estilo já associado à A24, com foco em atmosfera, construção de personagem e uma abordagem que trata a lenda como algo em desgaste, não como afirmação heroica.

Elenco amplia o alcance do projeto

Além de Hugh Jackman, o elenco inclui Jodie Comer, Bill Skarsgård, Murray Bartlett e Noah Jupe, reunindo nomes que transitam entre produções independentes e projetos de maior escala.

“A Morte de Robin Hood” estreia nos cinemas brasileiros em 18 de junho, marcando mais uma releitura de um personagem clássico, desta vez centrada menos no mito e mais nas consequências que ele deixou pelo caminho.

FERJEE in House leva CS2 ao Rio com 16 equipes, premiação e watch party aberta

O cenário competitivo de Counter-Strike 2 ganha um novo capítulo no Brasil com o FERJEE in House, torneio internacional que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 26 e 30 de março, reunindo 16 equipes em um formato presencial e com impacto direto na corrida por vagas em competições globais.

Organizado pela FERJEE, o campeonato distribui R$ 150 mil em premiação e soma pontos no Valve Regional Standings, critério que influencia classificações para eventos como o IEM Cologne, um dos principais do calendário.

Formato direto: grupos, playoffs e final em MD5

A competição começa com quatro grupos de quatro times, em partidas melhor de três mapas e sistema de eliminação dupla, modelo que permite recuperação dentro da chave sem perder o ritmo competitivo.

Avançam os dois melhores de cada grupo. A partir daí, o torneio entra em mata mata com quartas de final e semifinais em MD3, enquanto a final será disputada em melhor de cinco mapas, formato tradicional para decisões de título.

Entre os participantes estão organizações conhecidas do cenário sul-americano, como MIBR, paiN, Imperial e 9z, distribuídas ao longo das quatro chaves.

Evento abre espaço para o público acompanhar ao vivo

Mesmo com as partidas acontecendo na gaming house da federação, o evento terá presença física do público com uma watch party gratuita no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca.

A estrutura exibe os jogos diariamente a partir das 10h e inclui encontros com nomes conhecidos da comunidade, aproximando o torneio de quem acompanha o cenário.

Entre os participantes confirmados estão Gaulês, além dos ex jogadores fnx e fer, que participam das transmissões e interações com o público ao longo dos dias.

Rio entra no circuito competitivo de forma mais consistente

Com formato presencial, pontuação oficial e programação paralela, o FERJEE in House reforça o movimento de descentralização dos grandes eventos de esports no Brasil, ampliando o calendário e criando novos pontos de contato entre equipes, criadores e fãs.

Serviço

Evento: FERJEE in House
Datas: 26 a 30 de março de 2026
Horário: a partir das 10h

Local (competição): Gaming House da FERJEE – Rio de Janeiro
Watch party: Shopping Downtown

Entrada: gratuita (watch party)
Premiação: R$ 150 mil
Equipes: 16 times

Michihiko Suwa, produtor de Detetive Conan, vem ao Anime Friends 2026

O Anime Friends 2026 confirmou a presença de Michihiko Suwa, um dos produtores mais importantes da animação japonesa. Para quem acompanha anime há anos, o nome pode não aparecer na tela, mas o trabalho dele certamente já passou por você.

Ele participa do evento entre os dias 3 e 5 de julho, com painéis e sessões de meet and greet voltadas para quem quer entender melhor como nascem algumas das séries mais marcantes do Japão.

Mais de 40 anos trabalhando com anime

Michihiko Suwa

Michihiko Suwa começou na televisão em 1983 e rapidamente migrou para a animação, área em que construiu uma carreira longa e consistente. Ao longo das décadas, esteve envolvido em projetos que atravessaram gerações e ajudaram a moldar o que muita gente entende hoje como anime.

No currículo, aparecem títulos conhecidos do público brasileiro como InuYasha, Magic Knight Rayearth, Kindaichi Case Files, City Hunter, Black Jack, Kekkaishi e Yawara!.

O nome por trás de Detetive Conan

O grande destaque da carreira, porém, é Detective Conan. Suwa acompanhou o anime desde o começo, em 1996, participando diretamente da produção e ajudando a construir uma das séries mais duradouras da história.

Além da TV, ele também esteve envolvido na produção de mais de 20 filmes da franquia, acompanhando a evolução do projeto ao longo de décadas. Esse trabalho contínuo ajudou a manter a relevância da série mesmo com a passagem do tempo.

Recentemente, o produtor encerrou seu ciclo com Conan e passou a focar em novos projetos dentro da indústria.

Experiência que vai além de um único projeto

Ao longo da carreira, Suwa recebeu prêmios importantes, como o Prêmio Fujimoto, e também integra a Japan Academy Film Prize Association, ligada às principais premiações do cinema japonês.

Entre seus trabalhos mais recentes está o filme Child of Kamiari Month, onde atuou como supervisor, mostrando que segue ativo e conectado com novas produções.

O que esperar no evento

No Anime Friends, a participação de Suwa deve interessar principalmente quem gosta de entender os bastidores. Nos painéis, ele compartilha histórias de produção, decisões criativas e experiências acumuladas ao longo de décadas trabalhando com anime.

Já nas sessões de meet and greet, a proposta é mais direta: dar ao público a chance de encontrar um dos nomes por trás de séries que marcaram a vida de muita gente.

Serviço – Anime Friends 2026

Anime Friends 2026

Quando: 2 a 5 de julho de 2026
Onde: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)

Ingressos: à venda a partir de 6 de fevereiro, às 12h, pela Ticket360
Pontos físicos:
• Sugoi City – Galeria Sogo Plaza (Liberdade)
• Akiba Station – Liberdade

Mais informações: https://animefriends.com.br/

Monsters of Rock anuncia Eddie Trunk e Walcir Chalas como hosts da edição em SP

Festival acontece em 4 de abril no Allianz Parque e reforça conexão entre cena internacional e público brasileiro

A nona edição do Monsters of Rock, marcada para o dia 4 de abril em São Paulo, terá dois nomes diretamente ligados à história e à difusão do heavy metal como anfitriões do evento: Eddie Trunk e Walcir Chalas.

O festival acontece no Allianz Parque e mantém o formato que mistura apresentações ao vivo com uma condução de palco que ajuda a organizar a experiência do público ao longo da programação.

Do rádio americano ao palco brasileiro

Eddie Trunk chega ao evento como um dos nomes mais reconhecidos do jornalismo especializado em rock e heavy metal, com trajetória construída principalmente no rádio e na televisão dos Estados Unidos. À frente de programas como That Metal Show e Trunk Nation, consolidou um perfil de entrevistador e comunicador com trânsito direto entre artistas e fãs, algo que deve se refletir na condução do festival.

Um nome histórico da cena nacional

Do lado brasileiro, Walcir Chalas representa uma outra camada dessa história, mais ligada à formação de público e à construção da cena local. Fundador da Woodstock Rock Store, loja criada no fim dos anos 1970 em São Paulo, ele participou diretamente da circulação de discos, referências e encontros que ajudaram a estruturar o rock e o metal no país ao longo de décadas.

A escolha dos dois funciona como um recorte claro da proposta do festival: equilibrar o peso da tradição internacional com a base construída no Brasil.

Festival mantém posição no calendário

Com quase três décadas de edições no país, o Monsters of Rock segue como um dos eventos mais estáveis do calendário de música pesada no Brasil, mantendo um modelo que aposta em line ups robustos e em uma curadoria voltada ao público fiel do gênero.

Serviço

Screenshot

Evento: Monsters of Rock
Data: 4 de abril de 2026
Local: Allianz Parque

Hosts: Eddie Trunk e Walcir Chalas

Realização: Mercury Concerts

Invincible VS anuncia Titã e reforça elenco com estilo de luta focado em resistência

O jogo de luta Invincible VS, baseado no universo de Invincible, revelou mais um nome para o elenco: Titã. O personagem ganhou um trailer de gameplay que mostra como sua proposta dentro das lutas segue uma linha mais estratégica, baseada em resistência e controle de სივრცo.

Desenvolvido pela Quarter Up em parceria com a Skybound Games, o título aposta em combates em equipes, com foco competitivo e construção de elenco que mistura protagonistas, coadjuvantes e figuras mais ambíguas da história.

Um lutador que aguenta pressão e devolve na mesma moeda

Dentro do jogo, Titã é descrito como um personagem equilibrado, mas com vantagem clara na defesa. Sua habilidade principal, chamada Stone Skin, ativa uma espécie de armadura que permite absorver golpes sem interromper ataques, o que muda o ritmo da luta e favorece jogadores que preferem avançar mesmo sob pressão.

Na prática, isso coloca o personagem em uma função próxima de “âncora” no time, alguém que segura o combate, controla espaço e abre brechas para sequências mais pesadas, em vez de depender de velocidade ou combos longos.

Essa abordagem também reforça a identidade do personagem fora das arenas. No universo da série, Titã é um chefe do crime que mistura ambição com um código próprio, operando em uma zona cinzenta onde força e pragmatismo caminham juntos.

Elenco cresce e aponta para fan service direto

Com a chegada de Titã, o roster continua expandindo e já inclui nomes como Mark Grayson, Omni-Man, Eve Atômica e Rex Splode, além de outras figuras conhecidas e até personagens inéditos criados especificamente para o jogo.

A seleção deixa claro que o projeto não tenta ser apenas uma adaptação superficial, mas um recorte direto do universo criado por Robert Kirkman, com espaço para diferentes estilos de combate e arquétipos clássicos de jogos de luta.

Beta já tem data e lançamento vem logo depois

Invincible VS será lançado em 30 de abril de 2026 para consoles e PC, com um beta aberto marcado para 9 de abril, funcionando como teste inicial do sistema de combate e do equilíbrio entre personagens.

A proposta segue uma linha já conhecida no gênero, mas com um diferencial importante: transportar a brutalidade e o ritmo do universo de Invincible para uma estrutura competitiva que precisa funcionar tanto para fãs quanto para quem chega só pelo gameplay.

Se a execução acompanhar a ambição, o jogo tem potencial para entrar na conversa dos fighters recentes. Se não, pelo menos já garante um elenco que chama atenção antes mesmo do primeiro round começar.

Carcereiras | Documentário brasileiro estreia no É Tudo Verdade

Selecionado para o É Tudo Verdade, o documentário “Carcereiras” chega com uma proposta direta: inverter o ponto de vista mais comum quando o assunto é sistema prisional feminino e observar quem está do outro lado das grades, sustentando uma rotina marcada por vigilância constante, desgaste emocional e decisões que raramente cabem em respostas simples.

Dirigido por Julia Hannud, o longa acompanha duas agentes penitenciárias que trabalham em unidades do interior de São Paulo, partindo de histórias individuais para construir um retrato mais amplo de uma profissão que, embora pouco discutida, carrega riscos estruturais e impactos que ultrapassam o expediente.

Entre rotina, distância e desgaste

O filme segue Ana Paula, de 42 anos, e Mariana, de 25, que não se conhecem, mas compartilham um cotidiano semelhante, marcado por turnos extensos, distância da família e a expectativa constante de mudança, seja por transferência de unidade ou por uma tentativa de reorganizar a própria vida fora dos muros do presídio.

A narrativa evita dramatizações fáceis e trabalha com observação contínua, mostrando como o ambiente prisional molda comportamentos, relações e escolhas pessoais, especialmente quando o trabalho exige disciplina rígida e, ao mesmo tempo, algum nível de empatia para lidar com outras mulheres em situação de vulnerabilidade.

Um sistema que afeta todos os lados

Ao deslocar o foco das detentas para as agentes, “Carcereiras” amplia a discussão sobre o sistema prisional ao evidenciar que a lógica de controle e vigilância não se limita a quem está encarcerado, mas também impacta quem opera essa estrutura diariamente, criando um estado de tensão que se prolonga para além do ambiente de trabalho.

A diretora, que há mais de uma década pesquisa o universo do cárcere feminino, utiliza o filme para aprofundar essa leitura e tratar o sistema como um espaço onde diferentes formas de pressão coexistem, revelando um cenário em que as fronteiras entre função profissional e vida pessoal se tornam cada vez mais difusas.

Estreia em festival e trajetória da diretora

“Carcereiras” terá sua estreia mundial no É Tudo Verdade, que acontece entre 9 e 19 de abril, consolidando a trajetória de Julia Hannud dentro do documentário autoral, especialmente em projetos que investigam direitos humanos e experiências femininas em contextos de confinamento.

Antes do novo longa, a diretora já havia abordado o tema em obras como “Saudade Mundão”, mantendo um interesse contínuo por narrativas que expõem as estruturas sociais por trás do sistema prisional, agora ampliadas por um recorte que desloca o olhar e questiona, de forma direta, quem sustenta esse funcionamento no dia a dia.

Diablo IV | Expansão ganha evento em São Paulo com clima de Santuário antes do lançamento

A Blizzard Entertainment resolveu fazer o que a comunidade sempre pede e raramente acontece: transformar lançamento em encontro real. Para marcar a chegada de Diablo IV: Lord of Hatred, a empresa organiza um evento presencial em São Paulo no dia 21 de abril, pouco antes da estreia global da expansão, marcada para 28 de abril.

É o tipo de iniciativa que funciona bem com esse público. Diablo nunca foi só sobre jogar. É sobre viver o universo, discutir teoria, comparar builds e, claro, reclamar de balanceamento.

Do jogo para o mundo físico

O evento acontece no Bisutti Contemporâneo e promete recriar parte da atmosfera de Santuário com experiências imersivas, encontros com membros da comunidade e presença de um dos desenvolvedores da expansão.

Na prática, é uma mistura de fan meeting com ativação temática, algo que a Blizzard já domina quando decide investir nesse tipo de ação.

E sim, vai ter foto, autógrafo e conversa sobre o jogo. Tudo o que normalmente fica restrito a fórum e Discord.

Evento pensado para quem joga de verdade

A proposta não tenta atrair público casual. O foco é quem acompanha a franquia, entende o peso de uma expansão e quer sentir o clima antes do lançamento.

Lord of Hatred chega depois de um período em que Diablo IV precisou ajustar ritmo, conteúdo e expectativa da comunidade. Esse evento funciona também como termômetro.

Se o público comprar a ideia ali, o lançamento tende a chegar mais forte.

Ingressos gratuitos, mas disputados

Os ingressos serão distribuídos em três lotes gratuitos pela Sympla:

  • 24 de março
  • 31 de março
  • 7 de abril

Como as vagas são limitadas, a tendência é esgotar rápido. Não é exagero. Evento de Diablo com presença oficial costuma desaparecer em minutos.

Serviço

  • Data: 21 de abril
  • Horário: 15h às 20h
  • Local: Bisutti Contemporâneo (São Paulo)

No fim, é o tipo de evento que não muda o jogo em si, mas muda a expectativa em torno dele.

E, para uma expansão que carrega o nome “Lord of Hatred”, gerar hype antes do lançamento faz parte do ritual.

Albion Online chega ao Xbox e aposta no cross-play total para ampliar comunidade

O Albion Online vai finalmente dar um passo que muita gente já esperava: chegar aos consoles. O jogo será lançado para Xbox Series X e Xbox Series S no dia 21 de abril de 2026, mantendo o modelo gratuito e, mais importante, o mesmo ecossistema compartilhado entre todas as plataformas.

Na prática, isso significa que não existe “versão separada” de Albion. Quem joga no PC ou no mobile entra no mesmo mundo de quem estiver no console.

Console sem dividir a base de jogadores

O ponto central aqui não é só o lançamento no Xbox, mas a forma como ele acontece. O jogo mantém cross-play completo e permite usar a mesma conta em qualquer plataforma, sem perda de progresso.

Isso resolve um problema comum em MMOs quando chegam aos consoles: fragmentação de comunidade. Aqui, não tem isso.

Se a economia é movida por jogadores e o mundo é persistente, separar plataformas quebraria o jogo. A Sandbox Interactive entendeu isso e manteve tudo integrado.

Interface refeita para controle

Para funcionar no console, Albion passou por ajustes mais profundos do que parece à primeira vista. Interface redesenhada, navegação simplificada e combate adaptado para controle.

O desafio aqui é manter a complexidade do sistema, que inclui crafting, mercado e PvP em larga escala, sem travar a experiência no controle. Se funcionar, amplia muito o alcance do jogo.

Um MMO que funciona diferente

Albion sempre se destacou por fugir de algumas regras tradicionais do gênero.

Não tem classes fixas. O que define seu estilo é o equipamento. Quer mudar de build? Troca a arma.

A economia também é totalmente baseada nos jogadores. Itens são criados, vendidos e circulam dentro do próprio sistema, o que faz o mundo reagir diretamente ao comportamento da comunidade.

Atualização chega antes do lançamento

Antes da estreia no Xbox, o jogo recebe a atualização “Radiant Wilds”, no dia 13 de abril, trazendo melhorias gráficas, desempenho e novos conteúdos, incluindo modos PvP.

É uma forma de alinhar todas as plataformas antes de receber uma nova leva de jogadores.

Mais jogadores, mais caos

A chegada ao console não muda a estrutura do jogo, mas muda a escala. Mais gente entrando significa mais disputa por recursos, mais movimentação no mercado e mais conflito em território aberto.

Para quem já joga, isso pode ser tanto oportunidade quanto problema.

Para quem chega agora, é o melhor momento possível. Porque entrar em Albion nunca foi sobre começar do zero. É sobre encontrar espaço em um mundo que já está em movimento.

Hello Kitty encontra kombucha com collab da Sanrio com PeD transforma bebida funcional em item pop

Se antes bebida saudável tentava parecer discreta, agora ela quer chamar atenção na prateleira. A nova collab entre a PeD Bebidas e a Sanrio, dona da Hello Kitty, segue exatamente essa lógica.

São quatro novos rótulos que colocam personagens clássicos como Hello Kitty, My Melody e Kuromi em bebidas orgânicas e funcionais, criando um produto que tenta equilibrar dois mundos que nem sempre conversam: saúde e cultura pop.

Mais do que bebida, produto de vitrine

Os lançamentos incluem chá mate e kombucha com sabores como blueberry, maçã e morango com limão siciliano, mas o ponto central não está só na fórmula.

O diferencial está no visual. As embalagens são pensadas para circular em rede social, funcionar como item colecionável e atingir tanto quem busca opções sem açúcar quanto quem cresceu com os personagens da Sanrio.

Na prática, o líquido divide espaço com o design.

Funcional, mas com cara de lifestyle

A PeD Bebidas mantém o discurso de produto orgânico, vegano e sem adição de açúcar, posicionando a linha dentro do segmento de bebidas funcionais, que vem crescendo no Brasil.

Mas a collab desloca esse foco para algo mais amplo. Não é só sobre o que a bebida entrega nutricionalmente, mas sobre a experiência em torno dela.

Consumir vira também compartilhar.

Kawaii como estratégia de mercado

A Sanrio já provou há décadas que seus personagens funcionam em praticamente qualquer categoria. Aqui, o movimento é usar esse reconhecimento para ampliar o alcance de uma marca que ainda está consolidando presença nacional.

É um atalho eficiente. Em vez de construir identificação do zero, a PeD se conecta diretamente a um imaginário já estabelecido.

Disponibilidade e próximos passos

Os produtos já estão disponíveis em pontos de venda pelo país e devem aparecer em ativações e eventos nos próximos meses.

No fim, a collab acerta ao entender o momento. Em um mercado saturado de produtos funcionais que parecem iguais, chamar atenção virou parte essencial da estratégia.

E, nesse caso, poucas marcas fazem isso melhor do que a Hello Kitty.

M-V-F Awards anuncia shows de Hiran, Urias e Zeca Veloso em cerimônia em São Paulo

Premiação dedicada ao videoclipe acontece nesta quarta e abre espaço para o público acompanhar de perto

O M-V-F Awards chega à sua 13ª edição com um formato que mistura premiação e palco ao vivo, e confirma Hiran, Urias e Zeca Veloso como atrações da cerimônia que acontece nesta quarta, 25 de março, no Teatro Sérgio Cardoso.

O evento começa às 19h e mantém uma característica que nem toda premiação segura hoje: parte dos ingressos é aberta ao público, o que transforma a noite em algo mais próximo de festival do que de cerimônia fechada.

Videoclipe como linguagem central

Desde 2013, o M-V-F trabalha com um foco específico, mas cada vez mais relevante: o videoclipe como peça criativa dentro da música e não só como material promocional.

Isso se reflete nas categorias. São 25 no total, entre nacionais, internacionais e uma nova que acompanha o momento atual da indústria: produções feitas com inteligência artificial.

Mais do que premiar, o evento tenta mapear tendências de linguagem, estética e tecnologia dentro do audiovisual musical.

Indicações e presença no palco se cruzam

Os três nomes confirmados para os shows também aparecem entre os indicados, o que cria um cruzamento interessante entre performance e reconhecimento.

Zeca Veloso concorre com “Boas Novas” e também marca presença em “Que Eu Sofra”, de Baco Exu do Blues. Já Urias entra na disputa com “Carranca”, enquanto Hiran aparece com “Bola de Cristal”.

Na prática, o palco vira extensão do que está sendo premiado.

Curadoria que mistura mercado e criação

O júri técnico reúne nomes que transitam entre direção, música e audiovisual, incluindo profissionais ligados ao YouTube e ao circuito de festivais.

É um recorte que tenta equilibrar olhar criativo com entendimento de mercado, algo essencial para um formato que vive justamente entre esses dois lados.

Quanto custa e como assistir

Os ingressos disponíveis para o público são limitados e custam R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia), com venda pela Sympla.

No fim, o M-V-F Awards segue ocupando um espaço específico dentro da música brasileira. Não é sobre hit, nem sobre streaming. É sobre imagem.