Início Site Página 602

Trilha da novela Dona Beja chega aos streamings com mistura de música histórica e funk carioca

Dona Beja

A trilha sonora da novela Dona Beja já está disponível nas plataformas de áudio. O álbum, lançado em 5 de março, reúne releituras de músicas conhecidas do público e aposta em uma proposta sonora que mistura instrumentos do século XIX com elementos modernos, incluindo até influências de funk carioca.

Produzida por Lucas Marcier, Fabiano Krieger e Rogério da Costa Jr., a trilha foi pensada como parte central da narrativa da novela. A ideia não era apenas reproduzir o som da época, mas reinterpretar aquele universo com referências contemporâneas.

Trilha mistura tradição e sonoridades atuais

A proposta musical parte de um contraste curioso. A história de Dona Beja se passa no século XIX, mas a equipe criativa decidiu olhar para o período com ferramentas e linguagem do século XXI.

Na prática, isso resultou em uma combinação de violas, orquestra, congada mineira, lundu e influências africanas, além de arranjos mais modernos.

Em alguns momentos da trilha, aparecem elementos inesperados para um drama de época, como batidas inspiradas no funk e referências ao ambiente de cabaré, criando uma sonoridade híbrida que acompanha diferentes ambientes da trama.

Releituras dão nova cara a músicas conhecidas

O álbum reúne novas versões de músicas populares brasileiras e internacionais. Para evitar que as faixas modernas quebrassem a imersão histórica, todas foram regravadas com novos arranjos.

Entre as músicas reinterpretadas estão:

• Blues da Piedade, de Cazuza e Frejat
• Pérola Negra, de Luiz Melodia
• O Meu Amor, de Chico Buarque
• Meu Pedaço de Pecado, de João Gomes
• Leilão, de Gloria Groove
• Cheguei, de André Vieira e Wallace Vianna
• Wicked Game, de Chris Isaak

As gravações contam com vozes de artistas como Larissa Luz, Moreno Veloso, Luiza Possi e João Cavalcanti.

Música também ajuda a contar a história

Na novela, a trilha sonora acompanha os diferentes ambientes da narrativa. Enquanto os bailes da corte de Dom Pedro seguem um estilo mais próximo da música histórica, outros espaços ganham sonoridades mais livres.

A taberna aparece com arranjos inspirados no lundu, enquanto a chácara de Beja recebe elementos mais modernos, simbolizando o espírito transgressor da protagonista.

Canção inédita completa o álbum

Além das releituras, o disco também inclui uma faixa original. A música Ilê Ifé, composta por Juliano Holanda, foi criada especialmente para a novela e é cantada em iorubá, reforçando a presença da ancestralidade africana na narrativa.

Novela já está em exibição

Produzida pela Floresta e licenciada pela Warner Bros. Discovery, a novela Dona Beja estreou em 2 de fevereiro na HBO Max e já conta com mais de 20 capítulos disponíveis.

A produção também chegará à TV aberta em março, com exibição pela Band.

No elenco estão nomes como Grazi Massafera, David Junior, Bianca Bin, Deborah Evelyn, Erika Januza e Indira Nascimento, além de participações especiais de Elizabeth Savalla, Othon Bastos e Elisa Lucinda.

Com a trilha agora disponível nas plataformas digitais, a proposta sonora da novela ganha vida fora da tela, transformando a história de Araxá em uma experiência que também pode ser ouvida.

Globoplay revela primeiras imagens de Uma Babá Milionária, novelinha vertical estrelada por Juju Teófilo

Uma Babá Milionária - Globoplay - créd. Ricardo Bufolin

O Globoplay divulgou novas imagens de Uma Babá Milionária, novelinha que chega ao catálogo da plataforma em 17 de março. A produção marca mais uma aposta do streaming em histórias curtas no formato vertical, pensadas para consumo rápido no celular.

A trama é protagonizada pela atriz mirim Juju Teófilo, que interpreta Eduarda, integrante da família Vergara. A história acompanha a chegada de uma nova babá que acaba mudando a dinâmica da casa e desencadeando uma série de conflitos e revelações.

A novelinha terá 50 episódios, cada um com cerca de dois minutos de duração.

Drama familiar move a história

No centro da trama está Carolina, personagem de Laryssa Ayres, uma mulher que carrega o trauma do desaparecimento da própria filha logo após o nascimento.

Anos depois, ela passa a trabalhar como babá para a rica família Vergara e fica responsável por cuidar de Eduarda, vivida por Juju Teófilo. A relação entre as duas se torna o motor emocional da história, que mistura drama familiar, segredos e reviravoltas.

A produção tem direção de Roberta Richard e roteiro de Gustavo Reiz, autor conhecido por trabalhos na televisão brasileira.

Formato vertical aposta em episódios rápidos

Assim como outras produções recentes do streaming, Uma Babá Milionária aposta em um formato pensado para telas de celular.

Os episódios são curtos e estruturados para serem consumidos em sequência, quase como pequenos capítulos de novela exibidos em ritmo acelerado.

A estratégia segue uma tendência cada vez mais comum no streaming, que busca adaptar a narrativa tradicional de novelas para o consumo rápido das plataformas digitais.

Quem é Juju Teófilo

Natural de Fortaleza, Juju Teófilo começou a ganhar visibilidade ainda muito pequena nas redes sociais e rapidamente acumulou seguidores.

Além do trabalho como influenciadora, a jovem atriz também participou da novela A Caverna Encantada, produção do SBT em parceria com a Disney+.

Fora da atuação, Juju também desenvolve projetos ligados ao empreendedorismo infantil e mantém uma marca própria de cosméticos voltada para o público infantil.

Com Uma Babá Milionária, a atriz assume o papel central de mais uma produção voltada ao público jovem dentro do catálogo do Globoplay. A estreia acontece em 17 de março, exclusivamente na plataforma.

Na Zona Cinzenta | Novo filme de Guy Ritchie com Henry Cavill e Jake Gyllenhaal ganha trailer

Guy Ritchie está de volta ao território que conhece bem. Crime, personagens duvidosos e planos que quase sempre dão errado. O diretor revelou o primeiro trailer de Na Zona Cinzenta, seu novo filme, que estreia nos cinemas brasileiros em 14 de maio.

A prévia mostra o início de uma missão aparentemente simples que, como costuma acontecer nos filmes de Ritchie, rapidamente se complica.

Missão bilionária vira guerra de estratégia

A história acompanha dois especialistas em resgates, interpretados por Henry Cavill e Jake Gyllenhaal, contratados para recuperar uma fortuna bilionária roubada.

O plano envolve encontrar uma rota segura para que uma negociadora experiente, vivida por Eiza González, consiga escapar com o dinheiro. O problema é que a operação logo sai do controle.

O que começa como um resgate calculado se transforma em uma disputa cheia de traições, perseguições e decisões no limite. Algo bem alinhado ao estilo do diretor, que costuma misturar ação direta com jogos de estratégia entre personagens que não confiam em ninguém.

Elenco reúne nomes frequentes do cinema de ação

Além do trio principal, o filme também traz Rosamund Pike e Jason Wong no elenco.

Ritchie assina roteiro e direção, mantendo o estilo que consolidou sua carreira desde produções como Snatch e O Agente da U.N.C.L.E.. Nos últimos anos, o cineasta voltou com força ao gênero de ação criminal, explorando histórias de operações arriscadas e personagens moralmente ambíguos.

Estreia acontece em maio nos cinemas

Na Zona Cinzenta chega aos cinemas brasileiros em 14 de maio, com distribuição da Diamond Films, responsável pelo lançamento na América Latina.

Crítica | A História do Som

Estreando no Brasil, A História do Som pode ser analisado por duas óticas diferentes. De um lado, temos um romance de época entre Lionel Worthing, vivido por Paul Mescal, e David White, interpretado por Josh O’Connor. De outro, acompanhamos um retrato de como diversas canções folk foram preservadas do esquecimento em um período de transformação cultural nos Estados Unidos.

Adaptado por Ben Shattuck a partir de seus próprios contos, o longa dirigido por Oliver Hermanus naturalmente destaca o relacionamento entre seus protagonistas, muito por conta do material de divulgação que evoca o casal como centro da narrativa. Ainda assim, embora o romance seja o elemento mais evidente, o filme também constrói uma história sobre memória cultural e sobre a preservação de vozes que poderiam desaparecer com o tempo.

A partir desse encontro entre música e sentimento, o filme acompanha uma amizade que se transforma em flerte e, posteriormente, em um amor profundo. Conforme a relação entre Lionel e David se desenvolve, os dois passam a viajar pelos Estados Unidos registrando músicas folk de diferentes regiões, em um momento em que essas tradições estavam desaparecendo lentamente.

Enquanto acompanhamos o crescimento do relacionamento entre os protagonistas, também vemos surgir a importância desse trabalho de registro, que transforma a jornada dos dois em algo maior do que apenas uma história de amor. Assim, o filme constrói duas narrativas paralelas que se complementam: a do casal que se descobre ao longo da viagem e a da tentativa de preservar parte da memória musical de um país.

Pensando nisso, meu foco aqui está no romance. Por isso, estarei olhando com mais atenção para o caminho percorrido pelos dois personagens do que para a dimensão histórica das músicas registradas ao longo da história.

O flerte que nasceu da música

Em 1917, Lionel Worthing escuta uma canção de seu passado sendo tocada ao piano por um jovem chamado David White. Intrigado ao reconhecer a melodia, Lionel pergunta de onde ele conhece aquela música. David explica que a ouviu uma vez e nunca mais esqueceu, graças à sua impressionante memória musical. A curiosidade de Lionel logo se transforma em fascínio, e os dois passam a madrugada conversando em um bar enquanto David compartilha diferentes canções que conheceu durante suas viagens pelos Estados Unidos.

Esse encontro inicial evolui naturalmente. Lionel acompanha David até sua casa, e o que começa como uma amizade se transforma em um flerte que culmina em uma noite de amor. O relacionamento entre os dois surge com uma espontaneidade que o filme trata com grande sensibilidade, mostrando dois homens que simplesmente se reconhecem um no outro sem a necessidade de justificativas ou conflitos explícitos naquele momento.

Mas o contexto histórico em que vivem logo interfere nesse encontro. A Primeira Guerra Mundial está em andamento, e enquanto Lionel precisa permanecer para cuidar de sua família, David é convocado para o combate. A separação se torna inevitável, e cada um segue um caminho diferente durante esse período turbulento.

Enquanto David está na guerra, Lionel enfrenta a perda do pai e passa a assumir cada vez mais responsabilidades ao cuidar de sua mãe. Já em 1919, com o fim do conflito, David retorna aos Estados Unidos e está trabalhando no Maine. Ele envia uma carta convidando Lionel para acompanhá-lo em uma viagem que sempre imaginaram fazer juntos.

Mesmo hesitando em deixar a mãe sozinha, Lionel decide aceitar o convite. Durante os tempos de estudo, os dois já haviam conversado sobre a ideia de viajar pelo país registrando músicas tradicionais em cilindros de cera, e agora finalmente colocam esse plano em prática. Ao longo da jornada, os dois percorrem diferentes regiões enquanto registram vozes e canções que faziam parte da tradição oral americana.

Ao mesmo tempo em que preservam essas músicas, o relacionamento entre Lionel e David se intensifica. A viagem transforma o vínculo entre os dois em algo ainda mais profundo, mas também revela certos limites que David parece impor à relação. Mesmo com a sinceridade do sentimento que compartilham, ele evita qualquer possibilidade de Lionel trabalhar na universidade com a qual está envolvido, como se mantivesse uma distância invisível entre suas vidas.

Com o passar do tempo, os caminhos dos dois acabam se separando. Lionel segue para Roma, onde passa a integrar um coral, e posteriormente se estabelece em Oxford como maestro. Durante esse período, ele inicia um relacionamento com Clarissa e chega a conhecer os pais dela, dando a impressão de que finalmente conseguiu seguir em frente após nunca mais receber respostas das cartas que enviou a David.

No entanto, o passado volta a interferir em sua vida quando sua mãe adoece. Lionel precisa abandonar a vida que construiu na Inglaterra para retornar aos Estados Unidos. Clarissa chega a se oferecer para acompanhá-lo, mas o relacionamento termina abruptamente por parte dele.

Algum tempo depois, Lionel decide finalmente ir ao Maine para procurar David. Ao chegar lá, descobre que aquele trabalho de registrar músicas nunca fez oficialmente parte das atividades dele. Mas a revelação mais dolorosa vem logo em seguida: David está morto.

Lionel conhece Belle, a viúva de David, que revela conhecer seu nome por causa das cartas que ele enviava. Ela devolve todas as correspondências e explica que David tirou a própria vida após retornar da guerra, possivelmente marcado pelos traumas do conflito. Belle também comenta que nunca encontrou os cilindros de gravação feitos durante as viagens, mas promete que, caso algum dia eles apareçam, fará questão de enviá-los para Lionel.

Sem respostas definitivas, Lionel decide visitar os lugares que foram importantes para David. Ao revisitar essas paisagens e memórias, ele tenta compreender melhor a vida que o homem que amou viveu longe dele e, ao mesmo tempo, lidar com um passado que permaneceu aberto durante tantos anos.

As respostas

Décadas se passam e já estamos no início dos anos 1980. Lionel se tornou um etnomusicólogo respeitado e construiu uma carreira dedicada justamente ao estudo e à preservação da música tradicional. Um dia, ao retornar para casa, ele encontra uma caixa acompanhada de um bilhete.

Um morador encontrou objetos que pertenciam a David e decidiu enviá-los para Lionel depois de reconhecer seu nome. Dentro da caixa estão os cilindros de cera gravados durante as viagens que os dois fizeram juntos. Entre essas gravações, Lionel encontra uma mensagem direcionada a ele.

Depois de tantos anos, ele finalmente escuta novamente a voz de David. No cilindro, David pede desculpas e agradece pelos momentos que viveram juntos. Em seguida, canta Silver Dagger, a mesma canção que havia marcado o primeiro encontro entre os dois muitos anos antes. A música fecha o ciclo da história, transformando aquela lembrança inicial também em uma despedida.

Opinião

É praticamente impossível falar de A História do Som sem revelar detalhes importantes da trama, já que o impacto emocional do filme está diretamente ligado à trajetória que acompanhamos ao longo das décadas. O romance entre Lionel e David é apresentado com uma naturalidade rara para histórias ambientadas naquele período, mostrando um sentimento sincero que surge entre duas pessoas que se reconhecem uma na outra em um momento inesperado.

Ao mesmo tempo, o filme constrói uma reflexão interessante sobre como certas relações permanecem presentes mesmo quando a vida segue por caminhos diferentes. David tenta construir uma vida ao lado de Belle, enquanto Lionel busca seguir em frente com Clarissa. No entanto, ambos parecem carregar as marcas de um relacionamento que nunca deixou de existir completamente em suas memórias.

A despedida tardia de David revela que o sentimento entre os dois sempre esteve presente, mesmo que ele nunca tenha conseguido viver esse amor de forma plena. Casado com a irmã de um amigo falecido e preso a circunstâncias que não permitiam escolhas fáceis, David acabou afastando Lionel de sua vida. Isso levanta uma dúvida inevitável sobre o que realmente levou ao seu suicídio, já que o filme menciona os traumas da guerra, mas também sugere a possibilidade de uma vida marcada por frustrações e sentimentos que nunca puderam ser plenamente assumidos.

No fim, a música se torna o elemento que atravessa toda essa história. Por mais que essas canções tenham importância histórica, o desconhecimento do público sobre elas faz com que o romance naturalmente se sobressaia. As músicas registradas pelos dois preservam memórias que sobreviveram ao tempo, e Silver Dagger ganha um novo significado ao marcar tanto o início quanto o fim do relacionamento entre Lionel e David. O que começou como um simples encontro provocado por uma melodia acaba se transformando em uma lembrança eterna guardada dentro de uma gravação.

Mesmo que inicialmente o filme pareça dividir sua narrativa entre o romance e a preservação da música folk, essas duas visões da mesma história acabam se misturando. O som não apenas registra a história cultural de um país, mas também guarda ecos de um amor que atravessou décadas sem nunca desaparecer completamente.

Mescal e O’Connor entregam interpretações sensíveis que tornam essa trajetória ainda mais tocante. A química entre os dois sustenta a força emocional do filme e faz com que o desfecho da história seja acompanhado com os olhos marejados.

A História do Som pode não ser um filme pensado para agradar todos os públicos, mas certamente é uma obra que convida o espectador a refletir sobre memória, amor e sobre as marcas que algumas pessoas deixam em nossas vidas mesmo muito tempo depois de terem partido.

Ficha técnica

Nota: 5 (de 5)

A História do Som

Direção: Oliver Hermanus

Roteiro: Ben Shattuck

Baseado no conto: “The History of Sound”, de Ben Shattuck

Elenco: Paul Mescal, Josh O’Connor, Chris Cooper

Produção: Sara Murphy, Andrew Kortschak, Lisa Ciuffetti, Thérèsa Ryan-Van Graan, Oliver Hermanus, Zhang Xin

Fotografia: Alexander Dynan
Montagem: Chris Wyatt

Produtoras: Closer Media, Film4, Tango Entertainment, Storm City Films, End Cue, Fat City

Distribuição: Imagem Filmes

Estreia: 26 de fevereiro

Agradecimentos a Imagem Filmes pela produção deste conteúdo

HBO Max lança campanha com Tânia Maria para celebrar a temporada do Oscar

Com a temporada do Oscar em andamento, a HBO Max lançou uma nova série de vídeos promocionais estrelados pela atriz Tânia Maria. A iniciativa faz parte da campanha É Absolute Cinema, criada para celebrar a principal premiação da indústria e reforçar a plataforma como um dos destinos para acompanhar o evento.

Os conteúdos também destacam a transmissão da cerimônia pelo canal TNT, que tradicionalmente exibe o Oscar na televisão brasileira.

Personagem leva humor e referências brasileiras à campanha

Nos vídeos, Tânia Maria aparece caracterizada como Tia Gladys, vilã do filme A Hora do Mal. A personagem conduz as peças promocionais misturando humor, referências à cultura brasileira e comentários sobre os filmes que dominam a temporada de premiações.

A campanha também coloca a atriz dentro dos universos de Pecadores e Uma Batalha Após a Outra, dois dos títulos mais indicados na edição atual da premiação.

Campanha conecta Hollywood com torcida brasileira

A escolha de Tânia Maria para protagonizar os vídeos também dialoga com a repercussão recente da atriz nas redes sociais, onde ela acabou se tornando um símbolo da torcida brasileira durante a temporada de premiações.

A proposta da campanha é justamente brincar com esse entusiasmo do público brasileiro pelo Oscar e aproximar o clima de Hollywood da linguagem e do humor local.

HBO Max reforça catálogo de filmes premiados

Além da campanha publicitária, a ação também destaca o catálogo de filmes disponível na plataforma.

Segundo a empresa, a proposta de É Absolute Cinema é posicionar a HBO Max como um espaço dedicado a grandes produções do cinema, reunindo clássicos, sucessos recentes de bilheteria e títulos premiados em festivais e cerimônias internacionais.

A campanha faz parte do conjunto de iniciativas que antecedem a cerimônia do Oscar, que acontece neste mês e costuma movimentar plataformas de streaming, emissoras de TV e redes sociais ao redor do mundo.

Ficha Técnica:
WBD
VP Marketing – Natalia Akel  
Sr. Marketing Director – Clara Volpi 
Marketing Manager – Soraia Tetamanti 
Marketing Specialist – Keyvison Soares 
VP Creative Services – André Takeda 
Creative Director – Cibele Pastre 
Creative Production Manager – Paula Pitanga 
Creative Manager – Julia Sellare 
Creative Copywriter – Kaue Klomfahs 
Creative Producer – Leticia Volpato 
Sr. Social Media Director – Joa Tous 
Sr. Social Media Manager – Danielly Almeida 
Social Media Manager – Jeferson Gonçalves 
Sr. Creative Copywriter for Social Media – Ricardo Sodré 
Sr. Motion Grapichs Designer – Le Cardenuto 

PRODUCTION COMPANY: RASTRO
Director: Stephanie Saramago 

Oscar 2026 | AdoroCinema prepara live especial e aposta em cobertura digital ampliada

A temporada do Oscar movimenta não só Hollywood, mas também a internet. Para a edição de 2026, o AdoroCinema prepara a sexta edição de sua live dedicada à premiação, apostando em um formato que mistura comentários ao vivo, convidados e cobertura direta de Los Angeles.

A transmissão acontece no dia 15 de março, a partir das 18h, e será exibida simultaneamente nas redes sociais do portal, incluindo YouTube, TikTok, Instagram e Facebook.

Live reúne criadores e equipe em Los Angeles

A apresentação da live fica por conta de Amanda Brandão e Digão Ribeiro, que comandam uma mesa de convidados com nomes conhecidos da internet e da crítica de cinema.

Entre os participantes estão Otávio Ugá, do canal Super 8, o coletivo Entremigas, o comentarista de cultura pop Fabão e o influenciador de moda Raphael Dumaresq, responsável por analisar os looks do tapete vermelho.

A cobertura também contará com participação direta de Aline Pereira, que estará em Los Angeles trazendo informações e bastidores da cerimônia.

Brasil chega ao Oscar com indicações importantes

A expectativa para a premiação ganhou força com a presença brasileira entre os indicados.

O filme O Agente Secreto aparece na disputa em quatro categorias, incluindo Melhor Filme, enquanto Adolpho Veloso concorre ao Oscar de Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem.

A presença brasileira tende a aumentar o interesse do público pela cerimônia e pela cobertura digital ao redor do evento.

Live se tornou aposta forte de audiência

Nos últimos anos, a transmissão do AdoroCinema passou a funcionar como um complemento digital para quem acompanha a premiação.

Enquanto a cerimônia acontece na TV, a live foca em comentários, análises e interação com o público, formato que ganhou força principalmente entre espectadores que acompanham o evento pelo celular e pelas redes sociais.

Segundo dados divulgados pelo portal, a edição de 2025 registrou 60 milhões de impressões, 40 milhões de visualizações e 10 milhões de interações nas redes.

Marcas apostam na transmissão

O crescimento da audiência também atraiu grandes patrocinadores para a edição de 2026.

Entre as marcas confirmadas estão Volkswagen, Nespresso, Britânia, Sazón e Cinépolis, que participam da transmissão com ações integradas ao conteúdo.

A operação digital também conta com parceria do Kwai, que ajudará a ampliar a distribuição da live e concentrar conteúdos relacionados ao evento dentro da plataforma.

No fim das contas, a lógica é simples. O Oscar continua sendo o grande espetáculo do cinema, mas a conversa sobre ele acontece cada vez mais na internet. E é justamente nesse espaço que portais como o AdoroCinema tentam transformar a premiação em um grande evento digital para os fãs.

Band prepara cobertura especial do Oscar 2026 com presença de elenco de O Agente Secreto

Atração vai ao ar para toda a rede nas plataformas digitais do Grupo no dia 15 de março, a partir das 19h. Crédito: Divulgação/Band

O Grupo Bandeirantes anunciou uma cobertura especial para a cerimônia do Oscar 2026, apostando em uma transmissão multiplataforma que reúne jornalistas, comentaristas e convidados ligados ao cinema. O especial De Olho no Oscar na Band vai acompanhar a premiação em tempo real no dia 15 de março, com início às 19h nas plataformas digitais do grupo.

A apresentação ficará por conta de Carla Bigatto, Lenny Leone e Thalyta Almeida, que comandam a análise dos principais momentos da noite.

Elenco de O Agente Secreto participa da cobertura

Entre os convidados confirmados estão Luciano Chirolli e Gregorio Graziosi, que interpretam Henrique e Salvatore Ghirotti no filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho.

O longa aparece entre os destaques da edição deste ano do Oscar e disputa quatro categorias: melhor filme, melhor filme internacional, melhor ator para Wagner Moura e melhor elenco.

Além do filme, o Brasil também aparece na premiação com Adolpho Veloso, indicado ao prêmio de melhor fotografia pelo trabalho no filme Sonhos de Trem.

Programa reúne jornalistas e especialistas

A cobertura contará com a participação da jornalista Flavia Guerra, especializada em cinema, e do correspondente internacional Eduardo Barão, que entra direto dos Estados Unidos com informações sobre os bastidores da premiação.

O programa também terá espaço para comentar o estilo das celebridades no tapete vermelho. A análise de moda ficará com a modelo Fernanda Motta e a estilista Lethicia Bronstein.

Já o comentarista Thiago Pasqualotto acompanha a repercussão nas redes sociais e os temas que devem dominar as conversas na internet ao longo da noite.

Cobertura começa no digital e chega à TV

O especial começa às 19h em simulcast pelo Bandplay, pelo site Band.com.br e pelos canais do grupo no YouTube, incluindo Band Jornalismo, Band Entretê e BandNews FM.

A transmissão também será exibida na BandNews TV a partir das 21h30 e chega à TV aberta à meia noite, acompanhando os momentos finais da cerimônia.

Com o Brasil presente entre os indicados, a edição de 2026 do Oscar ganhou um interesse extra por aqui. E a Band aposta justamente nessa expectativa para transformar a noite da premiação em uma maratona de comentários, bastidores e reações em tempo real.

Terror found footage “POV: Presença Oculta” estreia nos cinemas nesta quinta (12)

O terror POV: Presença Oculta estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 12 de março, com distribuição da Imagem Filmes. Dirigido por Brandon Christensen, o longa aposta em uma abordagem imersiva do subgênero found footage, com a história sendo contada inteiramente a partir das câmeras usadas pelos próprios personagens.

Protagonizado por Jaime M. Callica, Sean Rogerson, Catherine Lough Haggquist e Angel Prater, o filme tem chamado atenção da crítica internacional. O portal Flickering Myth chegou a classificá-lo como “o melhor filme de found footage da década”.

Cena exclusiva do filme

História acompanha policiais em uma noite de terror

A trama acompanha os policiais Jackson (Jaime M. Callica) e Bryce (Sean Rogerson), chamados para investigar uma briga doméstica que termina com a morte de um homem e de uma criança.

O caso se torna ainda mais perturbador quando a principal suspeita do crime, a mãe da família, também morre durante o incidente.

A partir desse momento, os dois agentes tentam encobrir os acontecimentos, mas acabam presos em uma noite marcada por eventos sobrenaturais e revelações perturbadoras.

Narrativa usa câmeras corporais dos personagens

O diferencial do filme está na forma como a história é apresentada. Em vez de uma filmagem tradicional, toda a narrativa é construída a partir das câmeras corporais usadas pelos policiais, criando uma experiência mais direta e claustrofóbica.

O roteiro foi escrito por Brandon Christensen em parceria com seu irmão Ryan Christensen.

Segundo o diretor, o processo de produção foi diferente do modelo tradicional de cinema.

“Estou acostumado com a produção tradicional, com iluminação e câmeras controladas pela equipe. Neste filme, os próprios atores estavam filmando e iluminando tudo, com liberdade de 360 graus. Foi uma experiência fascinante.”

Trailer

Pôster

Terror aposta na sensação de presença

Ao utilizar a perspectiva das câmeras dos personagens, o filme busca colocar o espectador no centro da ação, acompanhando os acontecimentos quase em tempo real.

Essa abordagem reforça o clima de tensão e a sensação de que algo está sempre à espreita, mesmo quando os personagens tentam apagar os rastros do que aconteceu.

POV: Presença Oculta estreia nos cinemas brasileiros em 12 de março.

SEGA e JAKKS Pacific firmam acordo global para linha de produtos do filme Sonic the Hedgehog 4

Knuckles (Idris Elba), Sonic (Ben Schwartz) and Tails (Colleen O'Shaughnessey) in Sonic the Hedgehog 3 from Paramount Pictures and Sega of America, Inc.

A JAKKS Pacific anunciou um novo acordo global com a SEGA para o desenvolvimento de produtos licenciados baseados em Sonic the Hedgehog 4, filme da Paramount Pictures previsto para estrear nos cinemas em 19 de março de 2027.

A parceria envolve também a Disguise, divisão da JAKKS especializada em fantasias, e prevê o lançamento de uma ampla linha de produtos inspirados no universo do personagem.

Brinquedos e fantasias chegam antes da estreia do filme

Como parte do acordo, as empresas irão projetar, desenvolver e fabricar produtos oficiais ligados ao filme, incluindo:

• figuras de ação
• pelúcias
• conjuntos de brinquedos
• itens de RPG
• fantasias e acessórios

Os produtos devem chegar ao mercado no início de 2027, antecedendo a estreia do longa nos cinemas.

Linha deve ampliar sucesso de produtos do Sonic

Segundo Stephen G. Berman, presidente e CEO da JAKKS Pacific, os produtos ligados aos filmes da franquia Sonic continuam entre os mais populares do portfólio da empresa.

“A marca Sonic conquista fãs de todas as idades, e estamos animados para aproveitar esse sucesso com uma nova coleção de brinquedos, figuras e fantasias que capturam o espírito desta aventura.”

SEGA destaca continuidade da parceria

Para Shuji Utsumi, presidente e COO da SEGA Corporation, a colaboração com a JAKKS Pacific tem sido fundamental para expandir a presença do personagem além dos jogos.

“A JAKKS Pacific tem sido uma parceira incrível, com criatividade, qualidade e paixão dando vida ao Sonic para fãs do mundo todo.”

Segundo ele, o lançamento de Sonic the Hedgehog 4 abre espaço para novos produtos e designs voltados ao público global.

Estratégia transmídia segue ampliando a marca Sonic

A SEGA vem apostando em uma estratégia transmídia, expandindo suas propriedades intelectuais para diferentes formatos além dos games, como filmes, produtos licenciados e outras mídias.

Dentro desse movimento, Sonic se tornou uma das franquias mais fortes da empresa, combinando jogos, cinema, produtos colecionáveis e conteúdo licenciado.

A nova linha de produtos inspirada em Sonic the Hedgehog 4 deverá ser distribuída globalmente em lojas físicas e online a partir de 2027.

Apopia: Um Conto Disfarçado é lançado no PC com mistura de humor, mistério e narrativa psicológica

O jogo Apopia: Um Conto Disfarçado já está disponível para PC via Steam, marcando o lançamento da aventura narrativa desenvolvida pela Quillo Entertainment e publicada pela Happinet Indie Collection. O título pode ser adquirido por R$ 46,99, com 10% de desconto promocional até 9 de março.

A trilha sonora original também será lançada separadamente no Steam a partir de 12 de março, com preço sugerido de R$ 13,79.

Uma jornada entre dois mundos

Em Apopia: Um Conto Disfarçado, os jogadores acompanham Mai, uma jovem que desperta em uma terra peculiar chamada Iogurte. O local mistura fantasia e estranheza, enquanto a protagonista tenta entender sua própria identidade e o passado de sua família.

A narrativa gira em torno de um mistério maior: o domínio da região por uma figura tirânica conhecida apenas como BOSS.

Durante a aventura, Mai descobre possuir a habilidade de ler mentes, o que permite acessar uma realidade alternativa conhecida como Mundo Sombrio, um espaço que representa o subconsciente das pessoas.

Mundo desenhado à mão e inspirado em animações

O jogo apresenta um visual desenhado à mão, com influências de animações populares das décadas de 1990, 2000 e 2010.

Ao longo da jornada, o jogador encontra diversos personagens animais, que podem atuar como aliados ou adversários. A história também explora temas como família, identidade, amizade e crescimento pessoal, combinando momentos cômicos com uma trama mais sombria.

Diferentes personagens jogáveis

Além de Mai, o jogo permite controlar outros personagens ao longo da história, cada um com habilidades específicas. Entre eles estão: Moly, uma princesa-coelha, e Nico, um gato de personalidade arisca. A troca entre personagens e o uso combinado de suas habilidades ajudam na resolução de puzzles e na superação de desafios.

Enigmas, minigames e batalhas contra chefes

A progressão mistura exploração, puzzles e minigames, além de batalhas em tempo real contra chefes.

Os desafios envolvem tanto problemas físicos no mundo principal quanto obstáculos psicológicos no Mundo Sombrio, exigindo alternância entre as duas realidades para avançar.

Projeto desenvolvido por apenas duas pessoas

Apopia: Um Conto Disfarçado foi desenvolvido por uma equipe de duas pessoas e levou oito anos de produção até o lançamento.

Segundo Onon Ng (Andy), diretor do jogo e cofundador da Quillo Entertainment, a intenção foi criar uma história com aparência leve, mas que aborda emoções e experiências humanas mais profundas.

Demo e conteúdo adicional disponíveis

Antes de comprar o jogo completo, os jogadores podem testar uma demo gratuita no Steam, que inclui o capítulo prólogo da história.

Também está disponível no YouTube o curta animado Apopia: The Broken Crown, que funciona como uma introdução aos acontecimentos do jogo.

O título conta atualmente com localização em inglês, japonês, chinês simplificado e português brasileiro.

Docked, simulador portuário da Saber Interactive, já está disponível para PC, PS5 e Xbox Series

A Saber Interactive lançou oficialmente Docked, novo simulador focado na rotina de um porto industrial. O jogo já está disponível para PC (via Steam e Epic Games Store), PlayStation 5 e Xbox Series X|S, colocando os jogadores no controle das operações de Port Wake, um porto fictício onde cada tarefa é essencial para manter a atividade econômica funcionando.

No game, o jogador assume o papel de gerente de operações, responsável por coordenar máquinas pesadas, administrar contratos e organizar cadeias logísticas para manter o fluxo de cargas ativo.

Gestão portuária e máquinas industriais

A proposta de Docked mistura simulação de maquinário pesado com gerenciamento logístico. Entre as atividades estão descarregar navios, transportar cargas, operar guindastes e garantir que os prazos dos contratos sejam cumpridos.

O jogo também exige atenção constante ao estado das máquinas. Equipamentos podem sofrer desgaste e precisam de manutenção para evitar que as operações do porto parem.

Frota de veículos e expansão do porto

Uma das bases da progressão em Docked é o investimento em novos equipamentos. Ao completar serviços, o jogador recebe recursos que podem ser usados para ampliar a infraestrutura do porto.

Entre as possibilidades estão:

• comprar novas máquinas industriais
• adquirir áreas para armazenamento de veículos
• melhorar o fornecimento de combustível e energia
• criar cadeias logísticas mais complexas

A ideia é reconstruir e expandir os negócios da família responsável por Port Wake.

Edições e preço

Docked foi lançado em duas versões.

Edição Padrão
Preço inicial: R$ 99,90
Inclui o jogo base completo.

Edição Deluxe
Preço inicial: R$ 149,90
Inclui:
• jogo base
• Trator de Terminal Premium desbloqueado
• pacote de expansão New Horizons, que trará duas DLCs futuras com novas máquinas e serviços.

Trailer apresenta rotina nas docas

Para mostrar o cotidiano do porto, a desenvolvedora também divulgou o trailer “Life on the Docks”, que apresenta o funcionamento das operações ao som de “Livin’ on a Prayer”, do Bon Jovi.

Docked já pode ser adquirido nas lojas digitais das plataformas compatíveis.

PUBG: BATTLEGROUNDS celebra 9º aniversário com música e clipe em parceria com ALLDAY PROJECT

A KRAFTON divulgou uma música especial para comemorar o 9º aniversário de PUBG: BATTLEGROUNDS. A faixa “I DON’T BARGAIN” chega acompanhada de um clipe musical produzido em colaboração com o grupo global ALLDAY PROJECT.

A iniciativa faz parte das ações comemorativas do jogo e busca conectar o universo competitivo do battle royale com a linguagem da música.

Música reflete o espírito de sobrevivência do jogo

A letra de “I DON’T BARGAIN” foi construída em torno de um dos pilares do jogo: a sobrevivência a qualquer custo.

Expressões presentes na música, como “I don’t bargain” e “I don’t partake with them fakes”, reforçam a ideia de jogadores que seguem lutando até o fim sem concessões, refletindo o espírito competitivo que marcou o título ao longo de quase uma década.

A faixa também funciona como uma homenagem à comunidade global que acompanha PUBG desde o lançamento.

Clipe mistura combate e performance musical

O videoclipe começa com a frase “I don’t bargain”, que introduz o tom da narrativa visual.

Ao longo do vídeo, os integrantes do ALLDAY PROJECT aparecem em cenas intercaladas com sequências de combate no campo de batalha de PUBG, criando uma montagem que mistura gameplay estilizado e performance musical.

No encerramento do clipe, surge o capacete de nível 3, um dos itens mais icônicos do jogo, preenchido com mensagens de aniversário enviadas por fãs de diferentes partes do mundo.

Colaboração envolve músicos na composição

A produção da música contou com a participação de Vince, cantor e produtor ligado à THEBLACKLABEL, que trabalhou na composição da faixa junto aos integrantes do ALLDAY PROJECT.

Segundo a KRAFTON, a proposta da colaboração foi unir a identidade musical do grupo com a filosofia competitiva de PUBG, criando um projeto que conecta as duas culturas.

PUBG segue expandindo colaborações culturais

Lançado originalmente em 2017, PUBG: BATTLEGROUNDS se tornou um dos battle royales mais influentes da indústria, ajudando a popularizar o gênero e construindo uma comunidade global de jogadores.

Ao longo dos anos, o jogo passou a investir também em colaborações com artistas, marcas e projetos culturais para ampliar seu alcance além do universo tradicional dos games.

Mais informações sobre a colaboração com o ALLDAY PROJECT estão disponíveis no site oficial de PUBG: BATTLEGROUNDS.