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ATENA | Suspense brasileiro com Mel Lisboa e Thiago Fragoso estreia nos cinemas em julho

O novo suspense policial Atena, dirigido por Caco Souza, chega exclusivamente aos cinemas brasileiros no dia 31 de julho, com distribuição da A2 Filmes. O filme reúne Mel Lisboa e Thiago Fragoso em uma trama intensa que discute justiça, vingança e os limites morais de quem decide agir por conta própria.

Atena acompanha a história de uma mulher marcada pelos abusos do pai durante a infância, que decide transformar sua dor em ação direta contra agressores. Junto com Helena, outra sobrevivente, ela funda um grupo clandestino que atrai e julga homens violentos, funcionando como um tribunal paralelo à justiça oficial.

A narrativa ganha ainda mais tensão quando Atena descobre o paradeiro do pai em Montevidéu. Com o apoio do jornalista investigativo Carlos, interpretado por Thiago Fragoso, ela parte em busca de vingança, confrontando não só seu passado traumático, mas também o dilema moral entre fazer justiça e cometer retaliação.

Elenco e produção

Além de Mel Lisboa e Thiago Fragoso, o elenco conta com nomes como Lui Mendes, Gilberto Gawronski, Bruno Krieger e Mari Amaral. O roteiro é assinado por Enrico Peccin, enquanto a direção é de Caco Souza, conhecido pelos filmes O Faixa Preta e Solteira Quase Surtando.

Com 85 minutos de duração, o longa se posiciona no gênero drama, suspense e policial, trazendo uma abordagem crua e realista sobre violência contra mulheres e a negligência das instituições diante desses casos.

Reflexão sobre justiça e impunidade

Atena é um convite à reflexão sobre os caminhos tortuosos que vítimas de abusos muitas vezes precisam trilhar quando a justiça oficial falha. O suspense policial mostra como o limite entre justiça e retaliação pode se tornar tênue, especialmente para quem carrega traumas profundos.

Dirigido por Caco Souza, Atena chega exclusivamente aos cinemas brasileiros no dia 31 de julho, com distribuição da A2 Filmes.

ATENA
Brasil | 2023 | 85 Min. | Drama – Suspense – Policial

Título Original: Atena
Direção: Caco Souza
Roteiro: Enrico Peccin
Elenco: Mel Lisboa, Thiago Fragoso, Lui Mendes, Gilberto Gawronski, Bruno Krieger, Luiz Franke, Mari Amaral, Jéssica Nigro, Marcelo Crawshaw, Marcos Verza
Distribuição: A2 Filmes

Sonic Racing: CrossWorlds detalha personalização e confirma versão para Nintendo Switch 2

A SEGA revelou um novo trailer de Sonic Racing: CrossWorlds com foco total na customização dos veículos e gadgets. Com lançamento confirmado para o Nintendo Switch 2 no final de 2025 (versão digital) e início de 2026 (versão física), o game promete entregar uma experiência robusta para fãs de velocidade e da franquia Sonic.

A principal novidade está na personalização dos veículos. O jogo contará com mais de 40 veículos jogáveis, mais de 70 gadgets e mais de 100 peças e adesivos, permitindo aos jogadores criarem suas próprias máquinas com milhares de combinações possíveis. Será possível misturar e combinar personagens, peças e gadgets para montar veículos que se adaptem ao estilo de cada jogador — seja focando em velocidade, defesa ou estratégias mais ousadas.

Trailer

Preços e edições

Para quem quiser garantir o jogo antes do lançamento, as pré-vendas digitais e físicas já estão disponíveis para as versões atuais do Nintendo Switch, Switch OLED e Switch Lite, com preços a partir de R$299,90.

A aguardada versão para Nintendo Switch 2 também será lançada com duas edições:

  • Edição Padrão: R$349,90
  • Edição Digital Deluxe: R$444,50

A edição física do Switch 2 incluirá o jogo completo no cartucho.

Atualização entre consoles

Para os jogadores que já adquirirem o game na atual geração do Switch, haverá um pacote de atualização pago que permitirá transferir tanto o progresso quanto o conteúdo para o Nintendo Switch 2. Essa transição deve facilitar a vida dos fãs que pretendem migrar de console sem perder conquistas ou configurações.

O trailer de personalização já está disponível online, trazendo uma prévia das possibilidades visuais e funcionais que o sistema de montagem de veículos vai oferecer. A SEGA ainda não confirmou uma data exata para o lançamento, mas com a janela digital prevista para o fim de 2025, os fãs já podem se preparar para pisar fundo.

Gumball ganha painel na San Diego Comic-Con 2025 e revela vozes da nova temporada

A família mais caoticamente divertida do Cartoon Network está de volta — e com novidades! O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball, uma das animações mais queridas dos últimos anos, vai marcar presença na San Diego Comic-Con 2025 com um painel exclusivo que promete agitar os fãs com prévias inéditas e a revelação do novo elenco de vozes da série.

O encontro acontece no sábado, 26 de julho, das 10h30 às 11h30 (horário local), na Sala 6BCF do Centro de Convenções de San Diego. Com estreia marcada para 6 de outubro na HBO Max e no Cartoon Network, a nova temporada chega com mudanças importantes — principalmente no elenco infantil.

Gumball, Darwin e Anais têm novas vozes

O painel contará com a participação especial dos novos dubladores mirins que vão assumir os papéis de Gumball, Darwin e Anais. Alkaio Thiele (Gumball), Hero Hunter (Darwin) e Kinza Syed Khan (Anais) se juntam aos veteranos Teresa Gallagher (Nicole) e Dan Russell (Richard), que continuam dando voz aos excêntricos pais da família Watterson.

Essa será a primeira aparição pública do novo trio, que estará no palco ao lado de Ben Bocquelet (criador da série), Mic Graves Layzell e Shane L. Fountain. Os produtores prometem mostrar conteúdos inéditos da nova fase da animação, incluindo trechos de episódios e bastidores de produção.

Gumball retorna com novas aventuras e o mesmo humor insano

Criada por Ben Bocquelet e produzida pela Hanna-Barbera Studios Europe, O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball é uma comédia animada conhecida por misturar técnicas como 2D, 3D e fotografia real, sempre com muito sarcasmo e criatividade. Cada episódio de 11 minutos mergulha em histórias surreais vividas por Gumball e seus amigos em Elmore, uma cidade onde tudo que literalmente pode acontecer.

A série se tornou um fenômeno entre crianças, adolescentes e adultos, e seu retorno com novos episódios é aguardado com ansiedade pelos fãs ao redor do mundo. A participação na San Diego Comic-Con 2025 reforça que Gumball continua sendo um dos principais nomes da animação contemporânea, agora com fôlego renovado e novas vozes para as próximas maluquices.


Stranger Things | Confira o teaser da última temporada

STRANGER THINGS. (L to R) Finn Wolfhard as Mike Wheeler, Caleb McLaughlin as Lucas Sinclair, Natalia Dyer as Nancy Wheeler, Joe Keery as Steve Harrington, Charlie Heaton as Jonathan Byers, and Gaten Matarazzo as Dustin Henderson in STRANGER THINGS. Cr. Courtesy of Netflix © 2025

A Netflix lançou o teaser oficial da quinta e última temporada de Stranger Things, sinalizando o fim da jornada de Hawkins e seus personagens icônicos. Dividida em três volumes, a temporada final estreia em 26 de novembro, com os episódios seguintes chegando em 25 e 31 de dezembro. A expectativa é enorme para o encerramento de uma das séries mais marcantes da cultura pop contemporânea.

No teaser, ambientado no outono de 1987, Hawkins ainda sofre as consequências da abertura dos portais para o Mundo Invertido. Vecna (Jamie Campbell Bower) desapareceu, mas a ameaça continua viva. A cidade está sob quarentena militar, enquanto Onze (Millie Bobby Brown) se esconde para fugir da perseguição do governo. Com a aproximação do aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp), antigos perigos retornam, preparando o terreno para a batalha final entre o grupo de amigos e a escuridão que assola Hawkins.

Criada pelos Irmãos Duffer, a série conquistou milhões de fãs desde sua estreia em 2016, misturando horror, suspense e nostalgia dos anos 1980. A quarta temporada teve mais de 140 milhões de visualizações globalmente, comprovando o sucesso contínuo da produção. O elenco conta com nomes como Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, entre outros.

Além do lançamento da temporada final, 2025 será marcado por eventos e produtos que ampliam o universo de Stranger Things, como a peça The First Shadow na Broadway, uma série animada, livros, exposições internacionais e diversas parcerias de marcas ao redor do mundo. Para os fãs, o dia 6 de novembro, data fictícia do desaparecimento de Will, se tornou o Dia de Stranger Things, um momento para celebrar a paixão pela série.

STRANGER THINGS. (L to R) Gaten Matarazzo as Dustin Henderson, Finn Wolfhard as Mike Wheeler, Caleb McLaughlin as Lucas Sinclair, and Noah Schnapp as Will Byers in STRANGER THINGS. Cr. Courtesy of Netflix © 2025

Teaser

Com o teaser em mãos e a estreia marcada, a última temporada promete reunir todos os elementos que fizeram de Stranger Things um fenômeno: mistério, emoção e uma luta final que vai definir o destino de Hawkins para sempre.

‘A Voragem’ adapta clássico colombiano em nova série da HBO Max

Uma das obras mais marcantes da literatura colombiana ganha vida em formato de série na HBO Max. A Voragem, adaptação do romance homônimo de José Eustasio Rivera, estreia no dia 24 de julho trazendo uma releitura potente do livro que completa cem anos de publicação. Em oito episódios, a produção mergulha os espectadores nas profundezas da selva amazônica e nos dilemas humanos que atravessam tempo, espaço e cultura.

Selva, paixão e conflito: uma travessia por um Brasil e uma Colômbia esquecidos

Dirigida por Luis Alberto Restrepo, a série retrata a jornada de Alicia (Viviana Serna) e Arturo Cova (Juan Pablo Urrego), dois personagens que enfrentam separadamente uma selva impiedosa. Seus caminhos se cruzam em meio a amores proibidos, lealdades traídas e estruturas sociais sufocantes. Ao redor deles, um conjunto de personagens igualmente intensos transforma a narrativa em uma trama coral de resistência, ambição e sobrevivência.

Marlon Moreno vive Narciso Barrera, comerciante sem escrúpulos que encarna a violência e o sistema de exploração humana nas plantações de borracha. Já Nelson Camayo interpreta Clemente Silva, personagem central para denunciar o regime escravocrata da região. O elenco ainda conta com Diego Vásquez, Majida Issa, Nicóle Santamaría, Lucas Buelvas, Tatiana Ariza, entre outros nomes da dramaturgia colombiana.

Um clássico para novos públicos

Originalmente exibida na TV pública da Colômbia, A Voragem é fruto da parceria entre a Quinto Color e a RTVC. Agora, com a chegada à HBO Max, a produção promete alcançar uma nova geração de espectadores. A fotografia da série, destacada por Restrepo como um dos pilares visuais da obra, recria com intensidade a natureza selvagem descrita por Rivera.

“Foi um desafio maravilhoso adaptar um livro que mudou a literatura colombiana. Rivera nos apresenta personagens autênticos e uma prosa poética que grita até hoje. É um amor visceral entre um poeta e uma jovem tentando escapar de um destino absurdo, e essa fuga nos leva até o inferno dos seringais do Amazonas, nosso próprio Coração das Trevas”, comenta o diretor.

De volta ao coração das trevas latino-americano

Além de ser uma história de amor e fuga, A Voragem também é um retrato cru da exploração da borracha, da brutalidade contra populações locais e da escravidão imposta pela Casa Arana, tudo ambientado numa Colômbia selvagem e esquecida pelos mapas oficiais. A série explora não apenas os dramas pessoais dos personagens, mas também traumas históricos e coletivos que ecoam no presente.

Lina Villegas, diretora de Conteúdo e Programação da Warner Bros. Discovery na Colômbia, ressalta: “A Voragem é uma história que fala da alma colombiana e latino-americana. Trazê-la à HBO Max neste centenário é conectar passado e presente, dando nova vida a um clássico da literatura com uma linguagem visual e narrativa contemporânea.”

A Voragem estará disponível na íntegra na HBO Max a partir de 24 de julho. Para quem busca narrativas densas, viscerais e com forte conexão histórica, a série é uma rara oportunidade de vivenciar a potência literária latino-americana em um formato moderno e acessível.

Filhos | Novo thriller psicológico de Gustav Möller estreia nos cinemas em 31 de julho

Responsável pelo impactante Culpa que inspirou a versão norte-americana O Culpado, com Jake Gyllenhaal, o cineasta Gustav Möller retorna aos holofotes com Filhos (Vogter), drama psicológico que estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 31 de julho, com distribuição da Mares Filmes.

Selecionado para o Festival de Berlim 2024, o filme traz como protagonista Eva, uma agente penitenciária que tenta manter sua integridade enquanto esconde um segredo ligado a um jovem preso que cruza novamente seu caminho. Sem revelar sua conexão com o rapaz, ela pede transferência para o bloco onde ele cumpre pena — justamente o mais violento da instituição. A partir disso, o longa mergulha em um jogo tenso de poder, silêncio e moralidade, onde cada escolha tem consequências imprevisíveis.

A interpretação intensa e contida de Sidse Babett Knudsen (O Duque de Burgundy, Inferno) é o grande destaque do elenco. Indicada como uma das favoritas ao prêmio de atuação em Berlim, a atriz dinamarquesa dá vida a uma personagem cuja rigidez ética vai sendo corroída pouco a pouco. Ao seu lado, nomes como Sebastian Bull (A Caça), Dar Salim (Game of Thrones, O Pacto), Marina Bouras (Os Idiotas), Jacob Lohmann (O Bastardo) e Siir Tilif (Fatal Crossing – As Garotas da Balsa) completam o elenco.

Com direção precisa de Möller e roteiro escrito ao lado de Emil Nygaard Albertsen, Filhos é mais que um suspense carcerário: é um estudo psicológico sobre justiça, trauma e redenção. Filmado entre França, Dinamarca e Suécia, o longa apresenta uma atmosfera densa e claustrofóbica, evocando tensão a cada plano e colocando o espectador dentro do dilema moral vivido pela protagonista.

A produção chega aos cinemas nacionais em um momento em que thrillers psicológicos ganham força no circuito alternativo, e promete provocar debates sobre ética e responsabilidade diante do passado.

Pôster

Juliana Rojas dirige “Amora”, nova série antológica sobre afetos lésbicos contemporâneos

Diretora Juliana Rojas foto Theo Lavagnoli

Com direção de Juliana Rojas, a série Amora começa a ser filmada no segundo semestre de 2025, em Porto Alegre. A produção, que será exibida no Canal Brasil, é inspirada no livro homônimo de contos da escritora Natalia Borges Polesso, vencedor do Prêmio Jabuti em 2016. Adaptada por Thais Guisasola e Julia Anquier, a obra aposta no formato antológico para retratar o cotidiano e as complexidades das relações de amor e afeto entre mulheres.

Relações femininas no centro da narrativa

CICA Director Juliana Rojas by Theo Lavagnoli

Amora constrói um mosaico de histórias ambientadas em uma cidade fictícia, onde diferentes personagens enfrentam descobertas, frustrações, preconceitos e encantamentos ligados à experiência afetiva lésbica. Cada episódio mergulha em um recorte distinto da vida dessas mulheres, mas todos se conectam pela proposta de olhar o amor entre mulheres com nuance, humor e delicadeza.

Trata-se de uma antologia com tons de comédia e drama, um gênero que Juliana Rojas já domina com firmeza desde suas obras anteriores, como As Boas Maneiras (2017) e Cidade; Campo (2024). Com esse novo projeto, a diretora reafirma sua sensibilidade para retratar o universo feminino, agora com um olhar mais direto sobre a diversidade e as formas de afeto no Brasil contemporâneo.

Coprodução e reconhecimento internacional

Amora é fruto da parceria entre três produtoras: Vulcana Cinema, bigBonsai e Plate Filmes. A Vulcana, sediada em Porto Alegre, tem se consolidado como uma das principais vozes do cinema autoral brasileiro nos últimos anos. Fundada por Paola Wink e Jessica Luz, a produtora levou títulos importantes aos maiores festivais do mundo, como Berlim e Cannes.

O reconhecimento não é casual. Obras como Tinta Bruta (2018), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, premiada na Berlinale, e O Empregado e o Patrão (2021), de Manuel Nieto Zas, exibida em Cannes, são apenas alguns exemplos de um catálogo que cresce com consistência e ousadia. Em 2025, Ato Noturno, da mesma dupla de Tinta Bruta, estreou na seção Panorama da Berlinale, enquanto o longa francês The Black Snake teve première na mostra ACID de Cannes.

Além disso, Futuro Futuro, novo filme de Davi Pretto, foi selecionado para a 59ª edição do Festival Internacional de Karlovy Vary. Esses resultados reafirmam o lugar da Vulcana como uma das principais forças criativas do sul do país — e do cinema brasileiro contemporâneo.

Um canal que aposta na diversidade

A chegada de Amora ao Canal Brasil também não é coincidência. Com mais de 400 longas coproduzidos em 26 anos de atividade, o canal é um dos principais espaços de fomento ao cinema brasileiro. Sua programação, marcada por diversidade temática e liberdade criativa, abriga tanto produções autorais quanto obras de nomes consagrados da cinematografia nacional. Séries como Amora se alinham com essa proposta, ao expandirem a visibilidade de vozes femininas e LGBTQIA+ com autenticidade e qualidade.

Panorama da Vulcana Cinema

Entre os títulos recentes e em andamento da produtora, estão:

  • Bicho Monstro (2024) — Germano de Oliveira
  • Continente (2024) — Davi Pretto
  • Memórias de um Esclerosado (2024) — Thais Fernandes e Rafael Corrêa
  • Ato Noturno (2025) — Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
  • The Black Snake (2025) — Aurélien Vernhes-Lermusiaux
  • Futuro Futuro — Davi Pretto
  • Talismã — Thais Fujinaga (em edição)
  • Madre Pájaro — Sofía Quirós Úbeda (em pós-produção)
  • Noviembre — Tomás Corredor (em pós-produção)

Com Amora, a Vulcana dá mais um passo firme na construção de uma filmografia plural, de alcance internacional, sem perder o vínculo com as singularidades da experiência brasileira — especialmente das mulheres e dissidências sexuais.

Nobru é destaque na Esports World Cup com transmissão oficial de Free Fire direto da Arábia Saudita

Fenômeno dos Esports brasileiros, Nobru foi confirmado como parceiro oficial de co-streaming das partidas de Free Fire na Esports World Cup (EWC), torneio que reúne as maiores franquias competitivas do planeta. A transmissão dos jogos será feita diretamente no canal oficial do influenciador no YouTube, nos dias 18, 19 e 20 de julho, sempre a partir das 10h (horário de Brasília).

A participação de Nobru marca mais um momento importante para o cenário competitivo de Free Fire no Brasil. Ele irá acompanhar de perto os times classificados, comentando e reagindo em tempo real a cada partida da fase final, que promete partidas intensas e decisivas. A grande final acontece no dia 20 de julho, ao meio-dia, na Qiddiya Esports Arena, localizada em Riad, na Arábia Saudita.

Durante a fase de grupos, realizada entre os dias 16 e 18 de julho, as equipes disputam seis partidas por dia, cada uma com cerca de 30 minutos. O Point Rush Stage, programado para o dia 19, define os finalistas, com o encerramento das transmissões previsto por volta das 13h10. No último dia, a expectativa é ainda maior, com dez partidas e término por volta das 15h20 (horário de Brasília).

Com uma premiação total de 70 milhões de dólares, a Esports World Cup se consagra como o maior evento de Esports do mundo em 2024. Além de premiar os melhores jogadores de cada modalidade, a competição também define o Esports World Cup Club Champion, título concedido à organização que tiver o melhor desempenho geral entre os 25 torneios disputados.

Além da voz e presença de Nobru nas transmissões, o Brasil também estará representado com Rajah como analista técnico e Carol Bombshell no palco do evento, interagindo com o público e conduzindo as entrevistas com jogadores e convidados internacionais.

O Free Fire mudou a minha vida e estar na Esports World Cup, representando o Brasil e mostrando a força da nossa comunidade, é muito gratificante. Vai ser uma honra transmitir esses jogos e viver essa experiência com a galera”, comentou Nobru.

Reconhecido como uma das maiores personalidades do cenário gamer, Bruno “Nobru” Goes é campeão mundial de Free Fire, cofundador da organização Fluxo e da agência KR3W. Com mais de 36 milhões de seguidores, o influenciador também já foi destaque na lista Forbes Under 30 e tem expandido sua atuação para áreas como tecnologia, lifestyle e entretenimento.

A Esports World Cup 2024 já contou com competições de Dota 2, VALORANT e Rennsport, e segue com disputas acirradas envolvendo títulos como League of Legends, Counter‑Strike 2, Mobile Legends, Apex Legends, Rainbow Six Siege, Tekken 8, Street Fighter 6, Call of Duty, PUBG Mobile, Honor of Kings, Rocket League, Teamfight Tactics, StarCraft II e muitos outros.

Para acompanhar a tabela completa do campeonato de Free Fire, resultados e confrontos atualizados, acesse o site oficial da Esports World Cup.

Sagat chega em agosto como o primeiro personagem do Ano 3 de Street Fighter 6

No dia 5 de agosto de 2025, Street Fighter 6 recebe Sagat, o lendário imperador do Muay Thai, como o primeiro personagem do Ano 3 do Season Pass. Disponível para PlayStation 4 e 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Nintendo Switch 2, Sagat retorna ao ringue com seus golpes clássicos e visuais renovados, trazendo um novo fôlego para as batalhas.

O retorno do imperador do Muay Thai

Conhecido como chefe final do Street Fighter original, Sagat se destaca por sua força, alcance e estilo agressivo, inspirado na tradicional arte marcial tailandesa Muay Thai. Entre seus ataques estão o High Tiger Shot e Low Tiger Shot, bolas de fogo em diferentes alturas que confundem os adversários, além do poderoso Tiger Uppercut, um golpe antiaéreo que pode ser carregado para causar ainda mais dano.

Além dos golpes clássicos, Sagat apresenta novidades como o Tiger Nexus, uma sequência especial com três tipos de chutes, e Super Arts devastadoras, como a Tiger Vanquisher, sua Level 3, que reúne uma série brutal de chutes e ganchos.

Trajes e cenário para os fãs

O lutador chega com dois trajes. O Traje 1 traz uma versão mais sombria e moderna, enquanto o Traje 2 resgata seu visual clássico de Street Fighter II, com shorts e faixas características do Muay Thai. Esse traje clássico pode ser desbloqueado no modo World Tour ao aumentar a afinidade com Sagat ou comprado com Fighter Coins.

Sagat também inaugura o novo estágio Proud Spire, um templo tranquilo com uma estátua de Buda que oferece um cenário único para as lutas.

Ano 3 e outras novidades

Além de Sagat, o Ano 3 de Street Fighter 6 terá mais três personagens confirmados: C.Viper, ainda em 2025, seguida por Alex e Ingrid, previstos para o início e fim da primavera norte-americana de 2026. Todos estão inclusos no Year 3 Character Pass e no Year 3 Ultimate Pass, que oferecem também cores extras e outros bônus.

A colaboração com o grupo de K-pop æspa segue ativa, com o Traje 4 de Juri inspirado no grupo, a comentarista IA nævis e decoração temática no Battle Hub até 4 de agosto. Trajes de Verão também chegam para sete personagens, incluindo Cammy e Chun-Li, renovando o visual das batalhas.

Com mais de 5 milhões de cópias vendidas, Street Fighter 6 se consolida como referência em jogos de luta, equilibrando inovação e tradição com atualizações constantes e personagens clássicos como Sagat.

5 motivos para assistir Lições de Liberdade nos cinemas

Inspirado em uma história real, Lições de Liberdade (The Penguin Lessons) estreia nos cinemas brasileiros em 24 de julho, com distribuição da Diamond Films. Dirigido por Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada) e protagonizado por Steve Coogan e Jonathan Pryce, o longa combina ternura, crítica política e um toque inusitado ao narrar a improvável amizade entre um professor britânico e um pinguim, em plena ditadura militar argentina dos anos 1970.

Confira cinco razões pelas quais esse encontro improvável merece ser visto nas telonas:

1. Coogan e Pryce em atuações sensíveis e afinadas

Com uma carreira marcada por papéis cômicos e dramáticos, Steve Coogan entrega aqui uma performance contida e comovente, na pele de Tom, um professor deslocado em meio a um cenário político tenso. Já Jonathan Pryce, indicado ao Oscar por Dois Papas, vive Buckle, o diretor do colégio onde Tom começa a lecionar. Juntos, eles sustentam a espinha emocional da trama, que também traz no elenco Vivian El Jaber, Alfonsina Carrocio, Julia Fossi e Bruno Blas.

2. Um pinguim que ensina mais do que palavras

Baseado no livro As Lições do Pinguim, de Tom Mitchell, o filme apresenta uma história que poderia soar absurda, mas que se revela profundamente simbólica. Ao resgatar um pinguim em uma praia argentina, o personagem principal encontra não apenas um companheiro, mas também um espelho das transformações que precisa enfrentar. A relação entre homem e animal é o ponto de partida para reflexões sobre empatia, cuidado e reinvenção pessoal.

3. Adaptação fiel a uma história real

A força da narrativa está em sua origem: trata-se de uma experiência real vivida por Mitchell nos anos 1970. A adaptação para o cinema ficou a cargo de Jeff Pope, roteirista indicado ao Oscar por Philomena, que traduz com sensibilidade o tom autobiográfico da obra original, equilibrando drama e humor sem perder a ternura.

4. A recepção internacional

A crítica internacional tem elogiado o equilíbrio do filme entre leveza e profundidade. Frank Scheck, do Hollywood Reporter, descreve a performance de Coogan como uma “ótima entrega cômica, que torna o filme hilariante em muitos momentos”. Já Katie Walsh, do Los Angeles Times, aponta o acerto do roteiro em alternar entre a dureza de um retrato histórico e a doçura da amizade com um animal.

5. Um retrato da América Latina sob repressão

Mesmo centrado em uma história pessoal, Lições de Liberdade não ignora o contexto político da Argentina dos anos 1970, período marcado por censura, desaparecimentos e perseguições. O filme evita a romantização fácil e incorpora essa realidade como pano de fundo, oferecendo uma abordagem delicada, mas crítica, sobre os efeitos do autoritarismo — tema ainda tão relevante no cenário latino-americano.

Com distribuição da Diamond Films, Lições de Liberdade estreia em 24 de julho nos cinemas do Brasil. Uma história para rir, se emocionar e refletir — seja pelo olhar de um professor deslocado, de um pinguim fora de seu habitat ou de um país tentando respirar em meio ao silêncio da repressão.

Trailer

RAMUNE leva o Rakugo ao Brasil | Em turnê inédita, artista fala sobre o desafio de ser mulher em um meio tradicionalmente masculino

RAMUNE Fundação Japão

Com um leque e uma almofada, a artista RAMUNE conseguiu o que poucos imaginavam possível: arrancar risadas e emocionar plateias brasileiras com o Rakugo, uma arte teatral japonesa com mais de 400 anos. A turnê inédita, realizada pela Fundação Japão em São Paulo como parte das comemorações dos 130 anos de amizade entre Brasil e Japão, levou a artista a quatro cidades brasileiras, onde apresentou histórias cômicas e dramáticas e tudo com simplicidade cênica e domínio de múltiplos idiomas.

Única nipo-brasileira atuante profissionalmente no Rakugo no Japão, RAMUNE é sansei, descendente de terceira geração, e fez história ao apresentar em português, japonês e inglês. A artista é um exemplo de como tradição e adaptação podem coexistir e encantar. Em entrevista, ela compartilha como foi pisar pela primeira vez nos palcos brasileiros com sua arte, revela bastidores da turnê e fala sobre os desafios e conquistas de ser mulher nesse universo predominantemente masculino.

A recepção calorosa do público brasileiro, segundo RAMUNE, foi um dos pontos mais marcantes. Ela destaca a emoção de se apresentar em português e a conexão imediata com a plateia. A turnê, que teve apresentações gratuitas, não só apresentou o Rakugo a novos públicos, como também abriu espaço para debates sobre identidade, cultura e gênero dentro das artes tradicionais japonesas.

Além da experiência no Brasil, RAMUNE falou sobre sua trajetória, a relação com a língua portuguesa — que aprendeu ainda na infância e o desafio de conquistar espaço no Japão em uma arte marcada por hierarquias rígidas. “O Rakugo é feito, tradicionalmente, por homens. Mas estou aqui para mostrar que a voz feminina também tem espaço para contar histórias”, afirma.

RAMUNE Fundação Japão

O que mais te marcou dessa experiência com a turnê inédita de Rakugo no Brasil, sendo que é o país com a maior comunidade japonesa fora do Japão?

RAMUNE – Esta foi minha primeira turnê de Rakugo no Brasil, e vivi muitos momentos marcantes que ficarão para sempre na minha memória. O que mais me impressionou foi a energia contagiante dos brasileiros, tão animados e vibrantes, que, mesmo no palco, sentia como se  estivesse recebendo força do público. Foi um prazer imenso apresentar o Rakugo diante de pessoas tão entusiasmadas. As reações foram incríveis: bastava uma interação para que a resposta viesse de forma uníssona e calorosa, como um grande “Oooh!”.

Também me tocou profundamente perceber o quanto o povo brasileiro se interessa pela cultura japonesa — animes, culinária, música, artes tradicionais. Isso me encheu de orgulho por ser uma artista de rakugo formada no Japão. O Brasil abriga a maior comunidade nikkei fora do Japão e pude realmente sentir isso em cada local por onde passei: muitos descendentes de japoneses, muitos rostos asiáticos.

Mas, o que mais me surpreendeu foi perceber como a composição cultural muda de região para região – em lugares mais quentes, mais frios, ou em grandes centros como São Paulo –, cada lugar tem sua identidade, seus sabores, seus traços próprios. Apesar das diferenças, me chamou atenção como o ambiente e o jeito de ser da comunidade nikkei no Japão e no Brasil têm muito em comum.

Qual a importância do Rakugo, como arte verbal tradicional japonesa, para manter vivos os contos antigos do país?

RAMUNE – Quanto à importância de transmitir o Rakugo nos dias de hoje, muita gente o associa apenas ao riso, a histórias engraçadas, mas suas origens estão no budismo. Ouvir o Rakugo pode enriquecer o espírito e trazer leveza ao cotidiano. As histórias tratam de aspectos fundamentais da experiência humana: erros, sentimentos, aprendizados.

Compartilhar isso com humor, de forma acessível, é uma maneira poderosa de tocar o outro. E acredito que preservar e transmitir essas mensagens de forma divertida é algo de imenso valor.

Como você se encantou pelo Rakugo?

RAMUNE – Me encantei pelo Rakugo ao assistir a uma apresentação do meu mestre, Rabuhei. Mesmo sozinho no palco ele criava seu universo próprio com personagens cativantes, sentimentos palpáveis, sabores, sensações de frio ou calor — tudo apenas com palavras. Era como uma mágica.

Me encantei tanto pela sua arte quanto por sua personalidade: ele é alguém que valoriza mais os outros do que a si mesmo. Foi essa combinação — a magia do Rakugo e a empatia do mestre — que me fez desejar seguir esse caminho.

Qual a expectativa para as próximas apresentações por aqui? Planeja voltar ao Brasil para futuras turnês?

RAMUNE – Desejo muito retornar um dia ao Brasil e conhecer também outras cidades. Nesta turnê de duas semanas, realizei quatro apresentações — em Porto Alegre, Salvador, São Paulo e Mogi das Cruzes — além de encontros com o público. Foram dias intensos e preciosos.

Mesmo em apenas quatro cidades, senti nitidamente as diferenças culturais, de personalidade e de ambiente. Isso despertou ainda mais vontade de explorar o Brasil, estudar suas culturas, adaptar o Rakugo a cada lugar e compartilhá-lo de forma viva e personalizada.

Além do Rakugo, também desejo explorar outras formas de atuação com a voz, como dubladora. Talvez até como atriz. Tenho vontade de me desafiar em diferentes direções.

Como foram as quatro apresentações em questão de receptividade do público e contato com os fãs?

RAMUNE – Muitas pessoas já tinham interesse por Rakugo, mas diziam nunca ter conseguido compreender com clareza, já que não havia apresentações em português. Comentários como “finalmente consegui entender” ou “foi muito divertido” foram emocionantes [de ouvir]. Embora existam muitas apresentações em japonês ou inglês, escutar “foi incrível poder ouvir em português” me tocou profundamente.

As reações foram maravilhosas. Subi ao palco para fazer as pessoas sorrirem, mas fui eu quem recebi os sorrisos e a energia. Mesmo quem nunca tinha ouvido falar de Rakugo disse ter adorado, que queria ver de novo, e até perguntou quando eu voltaria ao Brasil. Fui acolhida com tanto carinho que só posso agradecer.

Conte-nos sobre a presença feminina no universo do Rakugo. Quais foram os desafios enfrentados e quais são suas expectativas?

RAMUNE – No início da minha carreira, muitas vezes ouvi comentários de que era estranho para uma mulher apresentar o Rakugo — diziam que ouvir uma voz feminina nesse contexto, causava estranhamento. Por outro lado, também ouvi que, justamente por ser mulher, meu Rakugo proporcionava um toque especial.

Eu interpreto personagens tanto masculinos como femininos, e passei a refletir: Por que só homens deveriam apresentar o Rakugo?

No Japão, os homens ainda dominam a sociedade como um todo — e no mundo do Rakugo não é exceção. É um universo com predominância masculina. Ainda somos poucas, mas o número de mulheres Rakugokas vem crescendo. Por ser mulher, por ser nikkei, enfrentei momentos difíceis.

Mesmo assim, acredito que é muito significativo ver mulheres conquistando esse espaço e levando alegria a tantas pessoas. Quero me tornar uma artista capaz de tocar o coração de cada vez mais gente. Foco muito além disso, quero continuar buscando aquilo que somente eu, na minha essência, posso realizar. 

A presença de RAMUNE no Brasil foi viabilizada pela Fundação Japão, que desde 1975 atua no país com foco na difusão cultural e educacional da cultura japonesa. Em 2025, a instituição reforça sua missão de aproximar tradições milenares do presente, investindo em ações como essa turnê que uniu emoção, humor e pertencimento.

(Entrevista enviada pela própria Fundação Japão)

São Paulo recebe experiências inéditas para celebrar os 35 anos da série cult e sua chegada completa ao MUBI

O impacto de Twin Peaks segue atravessando gerações. Em celebração aos 35 anos da série criada por David Lynch e Mark Frost, a MUBI não apenas lançou todos os episódios e filmes do universo Twin Peaks em sua plataforma, como também transformou São Paulo em uma extensão do mistério de Twin Peaks, com ações imersivas que cativaram o público brasileiro — o maior consumidor da série entre todos os países onde a MUBI está disponível.

A celebração incluiu a instalação de um mural inédito na Rua Augusta, nº 615, inspirado na estética surreal da série. Assinado pelo artista Pina, em colaboração com o coletivo Instagrafite, o mural foi baseado em arte original do chileno Francisco Uzabeaga e se destaca pelas montanhas em tons vermelhos e atmosfera enigmática. A obra faz parte de uma série de murais presentes também na Cidade do México, Buenos Aires, Bogotá e Santiago.

Outra ativação que chamou atenção foi a The DineRR Experience, que levou ao bairro de Pinheiros uma réplica do icônico RR Diner, ponto de encontro dos personagens da série. Instalado no Deli’ Market™️, o espaço reproduziu com fidelidade o ambiente do diner e ofereceu mais de 2.600 combos de café com torta de cereja — em referência direta ao paladar do Agente Dale Cooper. A ação gerou mais de 26 mil interações espontâneas nas redes sociais.

No Cine Marquise, a MUBI realizou uma sessão especial de pré-estreia dos dois primeiros episódios da série original de 1990, com o cinema transformado na icônica Red Room. O evento, realizado no dia 4 de junho, contou com coquetéis inspirados na série, como o Espresso Martini, e reforçou o vínculo afetivo do público com a obra.

Segundo Nathalia Montecristo, gerente sênior de marketing da MUBI, o objetivo foi criar uma ponte entre o legado da série e a cultura contemporânea. “As ativações atraíram não apenas cinéfilos, mas também fãs de estética, música, moda e narrativas não convencionais. Funcionaram como porta de entrada para o universo da MUBI e reengajaram o público com a série”, afirma.

Disponíveis desde junho, os títulos incluídos no catálogo da MUBI são Twin Peaks (1990), Twin Peaks: A Limited Event Series (2017), Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer e Twin Peaks: The Missing Pieces.