Fenômeno dos Esports brasileiros, Nobru foi confirmado como parceiro oficial de co-streaming das partidas de Free Fire na Esports World Cup (EWC), torneio que reúne as maiores franquias competitivas do planeta. A transmissão dos jogos será feita diretamente no canal oficial do influenciador no YouTube, nos dias 18, 19 e 20 de julho, sempre a partir das 10h (horário de Brasília).
A participação de Nobru marca mais um momento importante para o cenário competitivo de Free Fire no Brasil. Ele irá acompanhar de perto os times classificados, comentando e reagindo em tempo real a cada partida da fase final, que promete partidas intensas e decisivas. A grande final acontece no dia 20 de julho, ao meio-dia, na Qiddiya Esports Arena, localizada em Riad, na Arábia Saudita.
Durante a fase de grupos, realizada entre os dias 16 e 18 de julho, as equipes disputam seis partidas por dia, cada uma com cerca de 30 minutos. O Point Rush Stage, programado para o dia 19, define os finalistas, com o encerramento das transmissões previsto por volta das 13h10. No último dia, a expectativa é ainda maior, com dez partidas e término por volta das 15h20 (horário de Brasília).
Com uma premiação total de 70 milhões de dólares, a Esports World Cup se consagra como o maior evento de Esports do mundo em 2024. Além de premiar os melhores jogadores de cada modalidade, a competição também define o Esports World Cup Club Champion, título concedido à organização que tiver o melhor desempenho geral entre os 25 torneios disputados.
Além da voz e presença de Nobru nas transmissões, o Brasil também estará representado com Rajah como analista técnico e Carol Bombshell no palco do evento, interagindo com o público e conduzindo as entrevistas com jogadores e convidados internacionais.
“O Free Fire mudou a minha vida e estar na Esports World Cup, representando o Brasil e mostrando a força da nossa comunidade, é muito gratificante. Vai ser uma honra transmitir esses jogos e viver essa experiência com a galera”, comentou Nobru.
Reconhecido como uma das maiores personalidades do cenário gamer, Bruno “Nobru” Goes é campeão mundial de Free Fire, cofundador da organização Fluxo e da agência KR3W. Com mais de 36 milhões de seguidores, o influenciador também já foi destaque na lista Forbes Under 30 e tem expandido sua atuação para áreas como tecnologia, lifestyle e entretenimento.
A Esports World Cup 2024 já contou com competições de Dota 2, VALORANT e Rennsport, e segue com disputas acirradas envolvendo títulos como League of Legends, Counter‑Strike 2, Mobile Legends, Apex Legends, Rainbow Six Siege, Tekken 8, Street Fighter 6, Call of Duty, PUBG Mobile, Honor of Kings, Rocket League, Teamfight Tactics, StarCraft II e muitos outros.
Para acompanhar a tabela completa do campeonato de Free Fire, resultados e confrontos atualizados, acesse o site oficial da Esports World Cup.
No dia 5 de agosto de 2025, Street Fighter 6 recebe Sagat, o lendário imperador do Muay Thai, como o primeiro personagem do Ano 3 do Season Pass. Disponível para PlayStation 4 e 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Nintendo Switch 2, Sagat retorna ao ringue com seus golpes clássicos e visuais renovados, trazendo um novo fôlego para as batalhas.
O retorno do imperador do Muay Thai
Conhecido como chefe final do Street Fighter original, Sagat se destaca por sua força, alcance e estilo agressivo, inspirado na tradicional arte marcial tailandesa Muay Thai. Entre seus ataques estão o High Tiger Shot e Low Tiger Shot, bolas de fogo em diferentes alturas que confundem os adversários, além do poderoso Tiger Uppercut, um golpe antiaéreo que pode ser carregado para causar ainda mais dano.
Além dos golpes clássicos, Sagat apresenta novidades como o Tiger Nexus, uma sequência especial com três tipos de chutes, e Super Arts devastadoras, como a Tiger Vanquisher, sua Level 3, que reúne uma série brutal de chutes e ganchos.
Trajes e cenário para os fãs
O lutador chega com dois trajes. O Traje 1 traz uma versão mais sombria e moderna, enquanto o Traje 2 resgata seu visual clássico de Street Fighter II, com shorts e faixas características do Muay Thai. Esse traje clássico pode ser desbloqueado no modo World Tour ao aumentar a afinidade com Sagat ou comprado com Fighter Coins.
Sagat também inaugura o novo estágio Proud Spire, um templo tranquilo com uma estátua de Buda que oferece um cenário único para as lutas.
Ano 3 e outras novidades
Além de Sagat, o Ano 3 de Street Fighter 6 terá mais três personagens confirmados: C.Viper, ainda em 2025, seguida por Alex e Ingrid, previstos para o início e fim da primavera norte-americana de 2026. Todos estão inclusos no Year 3 Character Pass e no Year 3 Ultimate Pass, que oferecem também cores extras e outros bônus.
A colaboração com o grupo de K-pop æspa segue ativa, com o Traje 4 de Juri inspirado no grupo, a comentarista IA nævis e decoração temática no Battle Hub até 4 de agosto. Trajes de Verão também chegam para sete personagens, incluindo Cammy e Chun-Li, renovando o visual das batalhas.
Com mais de 5 milhões de cópias vendidas, Street Fighter 6 se consolida como referência em jogos de luta, equilibrando inovação e tradição com atualizações constantes e personagens clássicos como Sagat.
Inspirado em uma história real, Lições de Liberdade (The Penguin Lessons) estreia nos cinemas brasileiros em 24 de julho, com distribuição da Diamond Films. Dirigido por Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada) e protagonizado por Steve Coogan e Jonathan Pryce, o longa combina ternura, crítica política e um toque inusitado ao narrar a improvável amizade entre um professor britânico e um pinguim, em plena ditadura militar argentina dos anos 1970.
Confira cinco razões pelas quais esse encontro improvável merece ser visto nas telonas:
1. Coogan e Pryce em atuações sensíveis e afinadas
Com uma carreira marcada por papéis cômicos e dramáticos, Steve Coogan entrega aqui uma performance contida e comovente, na pele de Tom, um professor deslocado em meio a um cenário político tenso. Já Jonathan Pryce, indicado ao Oscar por Dois Papas, vive Buckle, o diretor do colégio onde Tom começa a lecionar. Juntos, eles sustentam a espinha emocional da trama, que também traz no elenco Vivian El Jaber, Alfonsina Carrocio, Julia Fossi e Bruno Blas.
2. Um pinguim que ensina mais do que palavras
Baseado no livro As Lições do Pinguim, de Tom Mitchell, o filme apresenta uma história que poderia soar absurda, mas que se revela profundamente simbólica. Ao resgatar um pinguim em uma praia argentina, o personagem principal encontra não apenas um companheiro, mas também um espelho das transformações que precisa enfrentar. A relação entre homem e animal é o ponto de partida para reflexões sobre empatia, cuidado e reinvenção pessoal.
3. Adaptação fiel a uma história real
A força da narrativa está em sua origem: trata-se de uma experiência real vivida por Mitchell nos anos 1970. A adaptação para o cinema ficou a cargo de Jeff Pope, roteirista indicado ao Oscar por Philomena, que traduz com sensibilidade o tom autobiográfico da obra original, equilibrando drama e humor sem perder a ternura.
4. A recepção internacional
A crítica internacional tem elogiado o equilíbrio do filme entre leveza e profundidade. Frank Scheck, do Hollywood Reporter, descreve a performance de Coogan como uma “ótima entrega cômica, que torna o filme hilariante em muitos momentos”. Já Katie Walsh, do Los Angeles Times, aponta o acerto do roteiro em alternar entre a dureza de um retrato histórico e a doçura da amizade com um animal.
5. Um retrato da América Latina sob repressão
Mesmo centrado em uma história pessoal, Lições de Liberdade não ignora o contexto político da Argentina dos anos 1970, período marcado por censura, desaparecimentos e perseguições. O filme evita a romantização fácil e incorpora essa realidade como pano de fundo, oferecendo uma abordagem delicada, mas crítica, sobre os efeitos do autoritarismo — tema ainda tão relevante no cenário latino-americano.
Com distribuição da Diamond Films, Lições de Liberdade estreia em 24 de julho nos cinemas do Brasil. Uma história para rir, se emocionar e refletir — seja pelo olhar de um professor deslocado, de um pinguim fora de seu habitat ou de um país tentando respirar em meio ao silêncio da repressão.
Com um leque e uma almofada, a artista RAMUNE conseguiu o que poucos imaginavam possível: arrancar risadas e emocionar plateias brasileiras com o Rakugo, uma arte teatral japonesa com mais de 400 anos. A turnê inédita, realizada pela Fundação Japão em São Paulo como parte das comemorações dos 130 anos de amizade entre Brasil e Japão, levou a artista a quatro cidades brasileiras, onde apresentou histórias cômicas e dramáticas e tudo com simplicidade cênica e domínio de múltiplos idiomas.
Única nipo-brasileira atuante profissionalmente no Rakugo no Japão, RAMUNE é sansei, descendente de terceira geração, e fez história ao apresentar em português, japonês e inglês. A artista é um exemplo de como tradição e adaptação podem coexistir e encantar. Em entrevista, ela compartilha como foi pisar pela primeira vez nos palcos brasileiros com sua arte, revela bastidores da turnê e fala sobre os desafios e conquistas de ser mulher nesse universo predominantemente masculino.
A recepção calorosa do público brasileiro, segundo RAMUNE, foi um dos pontos mais marcantes. Ela destaca a emoção de se apresentar em português e a conexão imediata com a plateia. A turnê, que teve apresentações gratuitas, não só apresentou o Rakugo a novos públicos, como também abriu espaço para debates sobre identidade, cultura e gênero dentro das artes tradicionais japonesas.
Além da experiência no Brasil, RAMUNE falou sobre sua trajetória, a relação com a língua portuguesa — que aprendeu ainda na infância e o desafio de conquistar espaço no Japão em uma arte marcada por hierarquias rígidas. “O Rakugo é feito, tradicionalmente, por homens. Mas estou aqui para mostrar que a voz feminina também tem espaço para contar histórias”, afirma.
RAMUNE
Fundação Japão
O que mais te marcou dessa experiência com a turnê inédita de Rakugo no Brasil, sendo que é o país com a maior comunidade japonesa fora do Japão?
RAMUNE – Esta foi minha primeira turnê de Rakugo no Brasil, e vivi muitos momentos marcantes que ficarão para sempre na minha memória. O que mais me impressionou foi a energia contagiante dos brasileiros, tão animados e vibrantes, que, mesmo no palco, sentia como se estivesse recebendo força do público. Foi um prazer imenso apresentar o Rakugo diante de pessoas tão entusiasmadas. As reações foram incríveis: bastava uma interação para que a resposta viesse de forma uníssona e calorosa, como um grande “Oooh!”.
Também me tocou profundamente perceber o quanto o povo brasileiro se interessa pela cultura japonesa — animes, culinária, música, artes tradicionais. Isso me encheu de orgulho por ser uma artista de rakugo formada no Japão. O Brasil abriga a maior comunidade nikkei fora do Japão e pude realmente sentir isso em cada local por onde passei: muitos descendentes de japoneses, muitos rostos asiáticos.
Mas, o que mais me surpreendeu foi perceber como a composição cultural muda de região para região – em lugares mais quentes, mais frios, ou em grandes centros como São Paulo –, cada lugar tem sua identidade, seus sabores, seus traços próprios. Apesar das diferenças, me chamou atenção como o ambiente e o jeito de ser da comunidade nikkei no Japão e no Brasil têm muito em comum.
Qual a importância do Rakugo, como arte verbal tradicional japonesa, para manter vivos os contos antigos do país?
RAMUNE – Quanto à importância de transmitir o Rakugo nos dias de hoje, muita gente o associa apenas ao riso, a histórias engraçadas, mas suas origens estão no budismo. Ouvir o Rakugo pode enriquecer o espírito e trazer leveza ao cotidiano. As histórias tratam de aspectos fundamentais da experiência humana: erros, sentimentos, aprendizados.
Compartilhar isso com humor, de forma acessível, é uma maneira poderosa de tocar o outro. E acredito que preservar e transmitir essas mensagens de forma divertida é algo de imenso valor.
Como você se encantou pelo Rakugo?
RAMUNE – Me encantei pelo Rakugo ao assistir a uma apresentação do meu mestre, Rabuhei. Mesmo sozinho no palco ele criava seu universo próprio com personagens cativantes, sentimentos palpáveis, sabores, sensações de frio ou calor — tudo apenas com palavras. Era como uma mágica.
Me encantei tanto pela sua arte quanto por sua personalidade: ele é alguém que valoriza mais os outros do que a si mesmo. Foi essa combinação — a magia do Rakugo e a empatia do mestre — que me fez desejar seguir esse caminho.
Qual a expectativa para as próximas apresentações por aqui? Planeja voltar ao Brasil para futuras turnês?
RAMUNE – Desejo muito retornar um dia ao Brasil e conhecer também outras cidades. Nesta turnê de duas semanas, realizei quatro apresentações — em Porto Alegre, Salvador, São Paulo e Mogi das Cruzes — além de encontros com o público. Foram dias intensos e preciosos.
Mesmo em apenas quatro cidades, senti nitidamente as diferenças culturais, de personalidade e de ambiente. Isso despertou ainda mais vontade de explorar o Brasil, estudar suas culturas, adaptar o Rakugo a cada lugar e compartilhá-lo de forma viva e personalizada.
Além do Rakugo, também desejo explorar outras formas de atuação com a voz, como dubladora. Talvez até como atriz. Tenho vontade de me desafiar em diferentes direções.
Como foram as quatro apresentações em questão de receptividade do público e contato com os fãs?
RAMUNE – Muitas pessoas já tinham interesse por Rakugo, mas diziam nunca ter conseguido compreender com clareza, já que não havia apresentações em português. Comentários como “finalmente consegui entender” ou “foi muito divertido” foram emocionantes [de ouvir]. Embora existam muitas apresentações em japonês ou inglês, escutar “foi incrível poder ouvir em português” me tocou profundamente.
As reações foram maravilhosas. Subi ao palco para fazer as pessoas sorrirem, mas fui eu quem recebi os sorrisos e a energia. Mesmo quem nunca tinha ouvido falar de Rakugo disse ter adorado, que queria ver de novo, e até perguntou quando eu voltaria ao Brasil. Fui acolhida com tanto carinho que só posso agradecer.
Conte-nos sobre a presença feminina no universo do Rakugo. Quais foram os desafios enfrentados e quais são suas expectativas?
RAMUNE – No início da minha carreira, muitas vezes ouvi comentários de que era estranho para uma mulher apresentar o Rakugo — diziam que ouvir uma voz feminina nesse contexto, causava estranhamento. Por outro lado, também ouvi que, justamente por ser mulher, meu Rakugo proporcionava um toque especial.
Eu interpreto personagens tanto masculinos como femininos, e passei a refletir: Por que só homens deveriam apresentar o Rakugo?
No Japão, os homens ainda dominam a sociedade como um todo — e no mundo do Rakugo não é exceção. É um universo com predominância masculina. Ainda somos poucas, mas o número de mulheres Rakugokas vem crescendo. Por ser mulher, por ser nikkei, enfrentei momentos difíceis.
Mesmo assim, acredito que é muito significativo ver mulheres conquistando esse espaço e levando alegria a tantas pessoas. Quero me tornar uma artista capaz de tocar o coração de cada vez mais gente. Foco muito além disso, quero continuar buscando aquilo que somente eu, na minha essência, posso realizar.
A presença de RAMUNE no Brasil foi viabilizada pela Fundação Japão, que desde 1975 atua no país com foco na difusão cultural e educacional da cultura japonesa. Em 2025, a instituição reforça sua missão de aproximar tradições milenares do presente, investindo em ações como essa turnê que uniu emoção, humor e pertencimento.
O impacto de Twin Peaks segue atravessando gerações. Em celebração aos 35 anos da série criada por David Lynch e Mark Frost, a MUBI não apenas lançou todos os episódios e filmes do universo Twin Peaks em sua plataforma, como também transformou São Paulo em uma extensão do mistério de Twin Peaks, com ações imersivas que cativaram o público brasileiro — o maior consumidor da série entre todos os países onde a MUBI está disponível.
A celebração incluiu a instalação de um mural inédito na Rua Augusta, nº 615, inspirado na estética surreal da série. Assinado pelo artista Pina, em colaboração com o coletivo Instagrafite, o mural foi baseado em arte original do chileno Francisco Uzabeaga e se destaca pelas montanhas em tons vermelhos e atmosfera enigmática. A obra faz parte de uma série de murais presentes também na Cidade do México, Buenos Aires, Bogotá e Santiago.
Outra ativação que chamou atenção foi a The DineRR Experience, que levou ao bairro de Pinheiros uma réplica do icônico RR Diner, ponto de encontro dos personagens da série. Instalado no Deli’ Market™️, o espaço reproduziu com fidelidade o ambiente do diner e ofereceu mais de 2.600 combos de café com torta de cereja — em referência direta ao paladar do Agente Dale Cooper. A ação gerou mais de 26 mil interações espontâneas nas redes sociais.
No Cine Marquise, a MUBI realizou uma sessão especial de pré-estreia dos dois primeiros episódios da série original de 1990, com o cinema transformado na icônica Red Room. O evento, realizado no dia 4 de junho, contou com coquetéis inspirados na série, como o Espresso Martini, e reforçou o vínculo afetivo do público com a obra.
Segundo Nathalia Montecristo, gerente sênior de marketing da MUBI, o objetivo foi criar uma ponte entre o legado da série e a cultura contemporânea. “As ativações atraíram não apenas cinéfilos, mas também fãs de estética, música, moda e narrativas não convencionais. Funcionaram como porta de entrada para o universo da MUBI e reengajaram o público com a série”, afirma.
Disponíveis desde junho, os títulos incluídos no catálogo da MUBI são Twin Peaks (1990), Twin Peaks: A Limited Event Series (2017), Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer e Twin Peaks: The Missing Pieces.
A Ubisoft liberou Rainbow Six Mobile para jogadores da América Latina em dispositivos Android e iOS, expandindo o alcance do seu shooter tático para as telas pequenas com uma temporada de estreia cheia de conteúdo exclusivo. Gratuito para jogar, o título oferece uma experiência inspirada em Rainbow Six Siege, com foco em estratégia, ação rápida e trabalho em equipe.
Estreia com agente brasileiro e modos temporários
A temporada inicial, batizada de Operação Scorched Jungle, traz como destaque o retorno de Capitão, agente brasileiro já conhecido dos fãs de Siege. Com sua habilidade de lançar flechas táticas, ele adiciona novas possibilidades ofensivas ao jogo. Essa temporada também introduz modos de jogo limitados no tempo, eventos in-game e um passe de batalha recheado de recompensas.
Entre os modos temporários, Bomb on Fire se destaca: nele, Atacantes usam projéteis incendiários para forçar os Defensores a sair de suas posições e impedir a instalação de um defuser. Já o modo 3v3, que será lançado nas próximas semanas, traz confrontos táticos mais rápidos no mapa Restaurante, ideal para combates de curta distância, com gadgets e reforços reduzidos.
Atualizações sazonais e comunidade ativa
O lançamento marca também o início de um ciclo regular de atualizações: novos conteúdos serão disponibilizados a cada dois meses. Para manter os jogadores conectados, a Ubisoft lançou um servidor oficial no Discord com suporte em português e espanhol, além de materiais localizados como diários de desenvolvimento e guias para novatos.
Trailer
Tática na palma da mão
Desenvolvido pelo estúdio da Ubisoft em Montreal, com apoio de equipes de Winnipeg, Halifax, Bucareste e Chengdu, Rainbow Six Mobile entrega combates 5v5 no clássico estilo Ataque vs. Defesa. Os Atacantes contam com drones e dispositivos para mapear e invadir ambientes, enquanto os Defensores reforçam áreas e usam armadilhas para barrar a entrada inimiga. Tudo isso com mapas destrutíveis, ritmo intenso e foco total em táticas de curta distância.
Atualmente disponível na América Latina, França, Canadá e Polônia, Rainbow Six Mobile deve chegar a mais países em breve. Vale lembrar que há restrições de disponibilidade em algumas regiões do Caribe e América do Sul, tanto na App Store quanto na Google Play.
A Roblox anunciou uma nova fase de seu ecossistema com o lançamento do Gerenciador de Licenças e do Catálogo de Licenças, ferramentas que prometem transformar a maneira como propriedades intelectuais são usadas dentro da plataforma. O objetivo é democratizar o acesso a grandes franquias, permitindo que até pequenos desenvolvedores possam trabalhar com marcas mundialmente conhecidas.
Licenciamento mais ágil e acessível
Historicamente, licenciar uma IP (propriedade intelectual) para criação de jogos envolvia negociações longas, burocráticas e limitadas a grandes estúdios. A nova plataforma da Roblox elimina esses obstáculos ao permitir que os detentores de direitos registrem suas IPs, personalizem os termos (incluindo classificação indicativa, divisão de receita e formas de uso) e ofereçam essas licenças diretamente aos criadores dentro da própria plataforma, com prazos que caem de meses para horas ou poucos dias.
Os criadores poderão acessar essas licenças tanto por experiências já em desenvolvimento quanto navegando pelo novo Catálogo de Licenças, onde será possível explorar, filtrar e solicitar direitos de uso para as propriedades disponíveis.
Parceiros de peso já confirmados
No lançamento, a Roblox conta com quatro grandes parceiros e sete franquias disponíveis, além de duas que chegarão em breve:
Netflix: as séries Stranger Things e Round 6 serão as primeiras da gigante do streaming a receberem conteúdos licenciados criados por usuários dentro da plataforma.
Lionsgate: franquias como Crepúsculo, Jogos Mortais, Divergente e Truque de Mestre entram no catálogo, com a empresa destacando o potencial criativo da comunidade da Roblox.
Sega: Like a Dragon (conhecida como Yakuza) estará disponível para projetos licenciados.
Kodansha: em breve, os animes Blue Lock e That Time I Got Reincarnated as a Slime estarão entre as opções de IP para desenvolvimento de experiências.
Um novo ciclo para a economia de criadores
Segundo Manual Bronstein, Diretor de Produto da Roblox, a ambição é fazer com que 10% de toda a receita com conteúdo de jogos na plataforma passe por esse sistema de licenciamento. A expectativa é estimular colaborações entre criadores independentes e grandes detentores de IP, promovendo experiências mais ricas, seguras e viáveis comercialmente.
Além de facilitar o licenciamento em larga escala, o Gerenciador de Licenças também possibilita que os detentores de direitos façam varreduras proativas para identificar usos não autorizados de suas marcas, promovendo um ambiente mais controlado e justo para todos.
A plataforma está sendo lançada com parceiros selecionados, mas a meta é abrir o acesso a todos os detentores de IP elegíveis nos próximos meses. A Roblox também planeja explorar novos tipos de licença para tornar o sistema ainda mais flexível.
A NC America confirmou o lançamento mundial de Blade & Soul Heroes para o dia 2 de setembro. O novo MMORPG de ação da desenvolvedora sul-coreana chega com versões para PC e dispositivos móveis, incluindo Steam, Steam Deck, iOS, Android e também pela plataforma própria PURPLE. O título promete expandir o universo da franquia Blade & Soul, agora com combates ainda mais intensos e adaptados para uma experiência multiplataforma.
Antes da estreia oficial, o jogo estará disponível para testes em dois eventos internacionais de peso. A primeira parada será na KCON, de 1 a 3 de agosto, em Los Angeles, considerada a maior celebração de cultura pop coreana no mundo. Lá, os visitantes poderão jogar a versão mais recente do título no estande “NC” nº S-03.
Em seguida, será a vez da gamescom, maior feira de games do planeta, receber o título. O estande da NC America estará localizado no Hall 4.2, área B2B, espaço D011, entre os dias 20 e 23 de agosto, em Colônia, na Alemanha. Além de Blade & Soul Heroes, outros títulos da NCSOFT também estarão disponíveis para demonstração.
Para quem quiser garantir vantagens antes do lançamento, o pré-registro já está disponível para todas as plataformas. No caso dos dispositivos móveis, os jogadores que se cadastrarem com antecedência poderão fazer o download automático e começar a jogar assim que o game for liberado. O pré-cadastro (iOS e Android) também oferece recompensas exclusivas no jogo, incluindo itens cosméticos e bônus que facilitam os primeiros passos na jornada.
A NC America, divisão ocidental da NCSOFT, tem apostado no fortalecimento da presença global da marca com títulos de peso e eventos estratégicos. Com sede na Califórnia, a empresa é responsável por franquias consagradas como Lineage, AION e Guild Wars, e já sinalizou que pretende ampliar ainda mais seu catálogo com novos jogos próprios e parcerias de publicação.
Blade & Soul Heroes marca o retorno da franquia aos holofotes com uma proposta que combina o legado do combate dinâmico com novas possibilidades online e gráficos de última geração.
Com estreia marcada para 31 de julho nos cinemas brasileiros, Nada, primeiro longa-metragem de Adriano Guimarães, chega às telonas apostando em um cinema autoral, sensorial e profundamente ligado à poética da memória. Protagonizado por Bel Kowarick e Denise Stutz, o filme acompanha Ana, uma artista plástica que retorna à fazenda onde cresceu para reencontrar a irmã Tereza, acometida por uma estranha condição que altera sua consciência.
O longa, distribuído pela Embaúba Filmes, teve trajetória premiada por festivais como Tiradentes, Brasília e Málaga. Antes mesmo da estreia, Nada já passou por países como Espanha, Rússia, Índia, Argentina, México e Colômbia, conquistando reconhecimento por sua proposta estética e narrativa pouco convencional. A atmosfera criada pelo diretor evita o caminho do suspense ou do terror e aposta em uma construção sutil, onde o mistério é parte do cotidiano, e não um elemento externo.
No centro da narrativa está a tensão entre o real e o imaginado. Memórias do passado retornam, imagens ganham vida silenciosamente e uma tecnologia misteriosa parece exercer influência sobre o ambiente. O diretor define o filme como um olhar curioso sobre pessoas e acontecimentos que nem sempre são compreendidos. “As ideias para Nada surgiram da leitura de Manoel de Barros e do trabalho com a obra de Samuel Beckett. Não copio suas linguagens, mas há ecos das vozes deles aqui”, comenta Guimarães.
Visualmente, o filme adota uma fotografia claustrofóbica de André Carvalheira, que reforça a sensação de isolamento da protagonista. O desenho de som assinado por Guile Martins é mais que um recurso técnico: é uma peça fundamental da narrativa, evocando ausências, presenças e silêncios que carregam significados próprios.
Em crítica publicada no portal Meio Amargo, Bruno Carmelo destacou a proposta do longa: “Nada constrói uma curiosa sensação de tempo suspenso. Um ritmo próprio, sem pressa, em que o mistério existe sem a necessidade de respostas. A obra hipnotiza por sua melancolia e entrega uma experiência singular ao espectador”.
Produzido pela Machado Filmes, que se destaca pelo investimento em narrativas autorais e de impacto cultural, o longa tem 92 minutos de duração e foi viabilizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e Fundo Setorial do Audiovisual. A distribuição é da Embaúba Filmes, conhecida por seu catálogo dedicado ao cinema brasileiro contemporâneo e por operar também a plataforma Embaúba Play.
O diretor Adriano Guimarães, que estreia no cinema, já tem uma extensa carreira no teatro, artes visuais e projetos interdisciplinares, com mais de 60 montagens teatrais assinadas e participações em eventos como a Bienal de São Paulo, Festival de Avignon, Festival Internacional de Teatro de Curitiba e Feira do Livro de Frankfurt.
Com uma abordagem sensível, Nada propõe uma experiência que convida o espectador a contemplar, sentir e, sobretudo, lembrar, mesmo aquilo que não se entende totalmente. Nada estreia em 31 de julho cinemas.
Ficha técnica
Nada (2024) Brasil 92 minutos Direção: Adriano Guimarães Roteiro: Emanuel Aragão Elenco: Bel Kowarick, Denise Stutz, Thais Puello Fotografia: André Carvalheira Montagem: Sergio Azevedo Som: Guile Martins Produção: Machado Filmes Distribuição: Embaúba Filmes Estreia: 31 de julho de 2024
O Superman voltou com tudo aos cinemas e, desta vez, fazendo história. O novo filme do herói, dirigido por James Gunn e protagonizado por David Corenswet, registrou a maior estreia de um título da DC Comics nos últimos três anos, segundo a Ingresso.com. Só no primeiro fim de semana no Brasil, o longa já figura entre os três maiores lançamentos do ano, ao lado de Lilo & Stitch e Um Filme Minecraft.
Nos Estados Unidos, os números impressionam ainda mais: foram US$ 122 milhões arrecadados no fim de semana de estreia, segundo a Variety. Com isso, o novo Superman supera a abertura de O Homem de Aço (2013), estrelado por Henry Cavill, que havia estreado com US$ 116,6 milhões. Trata-se também da segunda maior abertura da carreira de James Gunn, atrás apenas de Guardiões da Galáxia Vol. 2.
Mais do que uma estreia bombástica, o filme representa o primeiro passo do novo DCU (Universo Cinematográfico da DC), que estreia sob o selo Capítulo Um: Deuses e Monstros. Gunn assume o comando criativo dessa nova fase, trazendo uma abordagem que busca equilibrar o idealismo clássico dos quadrinhos com narrativas mais humanas e conectadas.
Diferente das versões anteriores, o novo longa aposta na juventude de Clark Kent, mostrando seus primeiros dias como jornalista no Planeta Diário e os dilemas iniciais de sua jornada como Superman. A escolha de Corenswet, até então mais conhecido por papéis menores, tem recebido elogios pela naturalidade com que interpreta o personagem icônico — algo entre o peso da lenda e a fragilidade de um homem tentando fazer o certo.
O elenco é um dos pontos altos da produção. Rachel Brosnahan vive uma Lois Lane afiada e carismática, enquanto Nicholas Hoult entrega um Lex Luthor cerebral e ameaçador. A trama ainda conta com Isabela Merced como Mulher Gavião, Nathan Fillion como Lanterna Verde, Edi Gathegi como Senhor Incrível e Anthony Carrigan como Metamorfo. Há também uma participação simbólica de Will Reeve, filho do lendário Christopher Reeve, que emociona os fãs em uma homenagem discreta, porém significativa.
Com um visual renovado, tom mais leve e foco nos relacionamentos entre os personagens, Superman 2025 se distancia das abordagens mais sombrias do passado e aposta em um novo tipo de épico: mais humano, mais esperançoso, mais fiel às origens do herói. A bilheteria forte no Brasil reflete o interesse do público por essa nova fase, e o sucesso inicial indica que a aposta da DC pode, enfim, estar dando certo.
Estilizado, enigmático e visualmente ousado, O Brilho do Diamante Secreto estreia nos cinemas brasileiros no dia 17 de julho com distribuição da Pandora Filmes. Selecionado para a Berlinale 2025, o novo longa da dupla belga Hélène Cattet e Bruno Forzani é uma verdadeira imersão sensorial no universo do cinema Eurospy, subgênero popular nos anos 60 e 70 que misturava espionagem, erotismo e ação com pitadas de surrealismo.
A trama acompanha John D., um espião aposentado de 70 anos, vivido pelo veterano Fabio Testi, isolado em um hotel de luxo na glamourosa Côte d’Azur. Cercado por memórias e alucinações, ele mergulha em uma espiral de paranoia quando sua vizinha desaparece misteriosamente. O filme constrói essa jornada com uma narrativa fragmentada, entre flashbacks e flashforwards, emoldurada por uma estética que lembra delírios psicodélicos: cortes rápidos, cores saturadas, jogos de luz e sombra e uma trilha sonora que amplifica o clima de tensão e erotismo.
Mais do que uma homenagem ao cinema europeu de espionagem, o longa se apropria dos clichês do gênero para reinventá-los sob uma lente contemporânea. A direção aposta em sequências altamente coreografadas e visuais que remetem ao expressionismo, explorando o limite entre realidade e fantasia. A montagem assinada por Bernard Beets e a fotografia de Manuel Dacosse contribuem para tornar cada cena um pequeno espetáculo sensorial.
O elenco internacional inclui ainda Yannick Renier, Koen De Bouw, Maria de Medeiros, Thi Mai Nguyen e Céline Camara. Com 87 minutos de duração e diálogos em francês, italiano e inglês, O Brilho do Diamante Secreto é uma produção belga, francesa, italiana e luxemburguesa, que reafirma o talento da dupla Cattet e Forzani em manipular imagens e atmosferas como poucos no cinema contemporâneo.
A Pandora Filmes, que há mais de 35 anos se dedica à distribuição de obras autorais no Brasil, assina o lançamento do longa no país. A empresa já foi responsável por apresentar ao público brasileiro nomes como Wong Kar-Wai, Krzysztof Kieślowski, Asghar Farhadi, Bong Joon Ho e Ruben Östlund. Agora, aposta em mais uma produção que combina cinema de gênero com uma proposta estética marcante e original.
O Brilho do Diamante Secreto é mais do que um filme: é um estado de espírito. Para quem busca experiências cinematográficas fora do óbvio, essa é uma estreia que merece atenção.
O terror latino-americano ganha destaque em agosto com Rosario, filme dirigido pelo colombiano Felipe Vargas, que chega aos cinemas brasileiros no dia 28, distribuído pela Imagem Filmes. A produção explora rituais ancestrais e maldições familiares em uma trama que mistura suspense, horror e elementos culturais profundos, oferecendo uma experiência inédita para o público nacional.
No centro da história está Rosario Fuentes (Emeraude Toubia), uma corretora de ações de Wall Street que retorna a Nova York após a morte da avó Griselda. Ao investigar o apartamento da família, Rosario encontra uma câmara secreta cheia de objetos ligados a rituais sombrios. Isolada por uma nevasca e rodeada por vizinhos suspeitos, ela começa a enfrentar acontecimentos sobrenaturais que revelam uma maldição antiga, ligada às tradições latinas que marcaram sua família. A protagonista precisará enfrentar os segredos do passado para proteger sua vida e sua alma.
Emeraude Toubia, conhecida por seu papel em Shadowhunters, assume a responsabilidade de protagonizar praticamente sozinha o filme, trazendo representatividade para atrizes latinas no gênero de terror, ainda pouco explorado para essa comunidade. Para ela, o desafio foi duplo: interpretar uma personagem complexa e representar sua cultura em um cenário pouco comum para o cinema de horror.
A direção de Felipe Vargas imprime um olhar sensível e visceral à narrativa, inspirada nas histórias de bruxaria e rituais que ouviu na infância. Ele aposta na textura orgânica dos ambientes, com atenção aos detalhes naturais e um estilo de câmera que reforça o clima tenso e misterioso do filme. O roteiro de Alan Trezza complementa a atmosfera ao mesclar drama familiar com elementos sobrenaturais.
Além de Toubia, o elenco conta com David Dastmalchian, José Zúñiga e Paul Ben-Victor, entre outros, que ajudam a dar corpo a essa trama carregada de suspense e terror cultural. A produção é uma parceria entre Colômbia e Estados Unidos, com fotografia assinada por Carmen Cabana, montagem de Claudia Castello e trilha sonora de Will e Brooke Blair.
Rosario estreia em 28 de agosto nos cinemas de todo o Brasil e promete conquistar fãs do terror que buscam uma narrativa original e culturalmente rica, unindo mitologia latina e horror em uma história de família que desafia o tempo.
Ficha Técnica: Direção: Felipe Vargas Roteiro: Alan Trezza Produção: Jon Silk, Javier Chapa e Phillip Braun Fotografia: Carmen Cabana Montagem: Claudia Castello Direção de Arte: Carlos Osorio Figurino: Daniela Rivano Música: Will Blair e Brooke Blair Casting: Natalie Ballesteros e Alan Luna Ano e países de produção: Colômbia/EUA, 2025 Produtoras: Highland Film Group, Mucho Mas Media e Silk Mass Distribuição no Brasil: Imagem Filmes