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SENAI lança simulador de entrevistas com IA para ajudar candidatos a se preparar para o mercado de trabalho

Gabriel Pinheiro:CNI

O SENAI colocou no ar um simulador de entrevistas de emprego que usa inteligência artificial para ajudar estudantes e trabalhadores a se prepararem melhor para processos seletivos. A novidade integra a NAI, plataforma gratuita focada em carreira e empregabilidade, e foi desenvolvida com tecnologia do Google Cloud.

A proposta é simples e prática: simular entrevistas reais, em português, espanhol e inglês, com perguntas que se adaptam às respostas do usuário e feedback ao final da conversa.

Entrevista de verdade, sem roteiro engessado

O simulador apresenta perguntas clássicas de recrutamento — como “fale sobre você” ou “quais são seus pontos fortes e fracos” — e avança para questões comportamentais e técnicas conforme o andamento da conversa. O diferencial está no formato ao vivo: o usuário pode interromper, ajustar respostas e reformular argumentos, como acontece em entrevistas reais.

Ao final, a ferramenta entrega uma avaliação com pontos positivos e sugestões de melhoria, ajudando o candidato a identificar o que funcionou e o que precisa ser lapidado.

Mais do que treino: orientação de carreira

O simulador faz parte do ecossistema da IA do SENAI dentro da NAI. Pela plataforma, também é possível analisar currículo e histórico profissional, mapear competências, identificar lacunas de qualificação e receber sugestões de desenvolvimento alinhadas às demandas da indústria.

A NAI ainda recomenda cursos, aponta áreas em crescimento no mercado e direciona para oportunidades de emprego, incluindo vagas listadas no Google Jobs. A ideia é oferecer um diagnóstico claro entre o perfil atual do usuário e seus objetivos profissionais — e indicar caminhos práticos para reduzir essa distância.

Parceria mira educação e empregabilidade

O projeto integra um convênio entre SENAI, SESI e Google Cloud, voltado à transformação digital na educação profissional, básica, EJA e ensino superior, além de soluções tecnológicas para a indústria.

Com a nova funcionalidade, o SENAI aposta em IA aplicada ao cotidiano de quem busca emprego, transformando preparo para entrevistas em algo acessível, gratuito e menos intimidador. Em um mercado cada vez mais competitivo, treinar respostas — e aprender com elas — pode fazer a diferença antes mesmo do primeiro “conte um pouco sobre você”.

Kenner e Projeto Click na Favela oferecem aulas gratuitas de fotografia para jovens das periferias de São Paulo

A Kenner se une ao Projeto Click na Favela para lançar o programa Multiplicando Jovens Talentos, iniciativa que vai oferecer aulas gratuitas de fotografia e audiovisual para jovens das periferias de São Paulo. O projeto começa em 7 de março, tem duração de três meses e acontece em Paraisópolis.

Voltado a jovens de 18 a 28 anos que já tenham alguma experiência prévia com fotografia ou audiovisual, o curso busca ampliar repertório técnico, fortalecer portfólios e abrir caminhos concretos para o mercado criativo.

Formação técnica com olhar para o território

As aulas acontecem aos sábados, das 9h às 13h, até o dia 30 de maio. A formação passa por fotografia, fotojornalismo, direção de olhar e uso criativo da luz, além de encontros com profissionais que atuam no mercado.

Durante o curso, os alunos também vão desenvolver produções autorais de moda utilizando produtos da Kenner, conectando estética, identidade e vivência territorial. A proposta é que cada participante traduza sua própria realidade em imagem, sem apagar contexto ou origem.

Parceria aposta no protagonismo jovem

Segundo a Kenner, o projeto nasce da vontade de fortalecer talentos que já existem nas periferias, mas que muitas vezes não têm acesso a formação técnica ou visibilidade profissional.

A ideia não é “descobrir” novos criadores, mas oferecer estrutura, acompanhamento e circulação para quem já produz e quer dar o próximo passo. A parceria com o Projeto Click na Favela reforça esse compromisso ao trabalhar com educação visual a partir do território e da experiência cotidiana dos alunos.

Exposição e mini documentário encerram o projeto

O resultado do curso será apresentado em junho na exposição Kenner x PCNF: Multiplicando Jovens Talentos, que reunirá os trabalhos desenvolvidos ao longo da formação. O projeto também será documentado em um mini documentário, mostrando bastidores, processos criativos e as histórias dos participantes.

Mais do que um encerramento, a mostra funciona como vitrine profissional e registro de uma experiência que une educação, cultura urbana e mercado criativo.

Serviço
Projeto: Multiplicando Jovens Talentos
Inscrições: até 23 de fevereiro (formulário online)
Período: 7 de março a 30 de maio
Dias e horário: sábados, das 9h às 13h
Local: Legado Paraisópolis – São Paulo/SP

Overwatch comemora sucesso da Temporada 1 com recompensas especiais neste fim de semana

A Overwatch entrou oficialmente em uma nova fase — e a recepção da comunidade deixou isso claro. A Temporada 1 já está no ar e, segundo o time de desenvolvimento, o retorno dos jogadores foi forte o suficiente para motivar uma celebração dentro do próprio jogo. Entre os dias 20 e 23 de fevereiro, os jogadores poderão garantir recompensas especiais como forma de agradecimento.

Mais do que um evento pontual, a ação reforça o momento de virada que a Temporada 1 representa para o futuro do shooter.

Uma temporada que muda o jogo

A Temporada 1 não chegou tímida. O jogo ganhou cinco novos heróis, ajustes importantes na jogabilidade, mudanças no sistema competitivo e o início de uma narrativa contínua, algo que a comunidade vinha pedindo há tempos.

A proposta agora é clara: fazer o universo de Overwatch evoluir junto com as temporadas, com histórias que se desenvolvem dentro do próprio jogo, e não apenas fora dele. É uma tentativa direta de deixar o mundo mais vivo, conectado e relevante a cada atualização.

Recompensas para quem está jogando

Para marcar o sucesso do lançamento, o evento deste fim de semana oferece recompensas gratuitas no jogo. A Blizzard não detalhou tudo antecipadamente, mas a ideia é simples: jogar durante o período garante bônus exclusivos, reforçando o clima de comemoração e engajamento.

É também um recado direto à base de jogadores: quem está presente agora faz parte desse novo começo.

Nova era, mesma essência

Segundo o time de Overwatch, a Temporada 1 é apenas o ponto de partida. A promessa é de uma experiência mais dinâmica, com atualizações frequentes, identidade narrativa mais forte e mudanças que impactem de verdade o dia a dia das partidas — seja no competitivo ou no casual.

Se depender do ritmo desse início, Overwatch deixa claro que quer recuperar protagonismo no cenário dos shooters online. E, pelo menos neste primeiro momento, a comunidade parece disposta a embarcar nessa nova fase — recompensas inclusas.

Senac MS cria game em realidade virtual para conscientizar e combater a dengue

Senac MS

O Senac MS apostou nos games como ferramenta de impacto social e entregou oficialmente, nesta semana, o protótipo jogável de Agente 360: Todos Enfrentam a Dengue, um jogo em realidade virtual voltado à conscientização e ao combate ao mosquito Aedes aegypti. A cerimônia aconteceu no dia 19 de fevereiro, no Senac Hub Academy, em Campo Grande.

O projeto foi desenvolvido ao longo de 12 meses com apoio do Governo do Estado, por meio da Semadesc, e marca a conclusão da fase de pré-incubação do game, agora entregue à FESP-MS para os próximos passos de validação e expansão.

Prevenção transformada em experiência imersiva

Agente 360 usa tecnologia de realidade virtual para colocar o jogador dentro de cenários comuns do cotidiano, onde ele precisa identificar focos do mosquito, tomar decisões corretas e aprender, na prática, como evitar a proliferação da dengue. A proposta é simples e eficaz: aprender fazendo.

O jogo aposta na gamificação para estimular comportamentos preventivos, transformando informação de saúde pública em ação concreta. Em vez de cartilhas ou campanhas tradicionais, o jogador vivencia o problema e entende as consequências de suas escolhas.

Projeto educacional feito por estudantes

O game nasceu como um Projeto Integrador, reunindo alunos do curso Técnico em Programação de Jogos Digitais do Senac Hub Academy e estudantes da rede estadual matriculados no curso de Assistente de Produção 3D. A produção envolveu programação, design, modelagem 3D e construção de mecânicas alinhadas às diretrizes de saúde pública.

Durante a fase de pré-incubação, a equipe refinou jogabilidade, implementou sistema de pontuação e ranking online, ajustou cenários e adaptou os controles para óculos de realidade virtual Meta Quest 3, garantindo fluidez e maior impacto educativo.

Inovação aplicada a um problema real

Para a Semadesc, o projeto integra uma estratégia maior de inovação aplicada. A ideia é transformar conhecimento técnico em soluções práticas para desafios enfrentados pela comunidade, como a dengue, que segue sendo um problema recorrente de saúde pública.

Além do desenvolvimento tecnológico, os estudantes envolvidos atuaram em regime de contraturno e com bolsas vinculadas a convênios estaduais, vivenciando um processo próximo ao de um estúdio profissional e construindo portfólio com impacto social real.

Próximos passos: escolas e comunidades

O Agente 360 já recebeu reconhecimento institucional, incluindo uma Moção de Congratulação da Câmara Municipal de Campo Grande. Com a entrega do protótipo, o jogo entra agora em fase de replicação, com previsão de uso em escolas estaduais e até em aldeias indígenas do Mato Grosso do Sul.

A proposta é ampliar o alcance da ferramenta educativa e usar o potencial dos games e da realidade virtual como aliados na conscientização coletiva. No fim das contas, Agente 360 mostra que videogame também pode ser política pública — quando bem pensado, bem aplicado e feito com propósito.

Roblox aposta em jogos educativos e reforça papel da juventude na criação do aprendizado

O tema escolhido pela UNESCO para o Dia Internacional da Educação deste ano foi direto ao ponto: o poder da juventude na cocriação da educação. É exatamente nessa interseção que a Roblox vem tentando se posicionar, deixando de ser apenas um espaço de entretenimento para se afirmar também como ambiente de aprendizado ativo.

Em vez de usuários consumindo conteúdo de forma passiva, a plataforma incentiva crianças e jovens a criarem, experimentarem e aprenderem dentro de mundos interativos desenvolvidos pela própria comunidade.

Quando tempo de tela vira tempo de aprendizado

A discussão sobre tempo de tela segue sendo um desafio diário para muitas famílias. A resposta da Roblox tem sido direcionar esse tempo para experiências educativas, reunidas em um espaço específico dentro da plataforma: a Central de Aprendizagem.

Desde o lançamento, em julho do ano passado, o hub já recebeu quase 50 milhões de visitas. O número indica uma mudança clara de comportamento: pais procuram alternativas que vão além da distração pura, enquanto crianças se engajam em jogos que estimulam raciocínio, criatividade e resolução de problemas.

Jogos pensados para aprender brincando

Para este período de volta às aulas, a Roblox reuniu uma seleção de experiências educativas que dialogam com diferentes interesses e faixas etárias. Entre os destaques estão:

  • Ecos: La Brea, que leva os jogadores à Era do Gelo para aprender sobre biologia e extinção.
  • Aprendizagem de Lua, focada no ensino de programação usando a mesma linguagem adotada por desenvolvedores profissionais.
  • Rua Sésamo: Missão da Besta Mágica, voltada ao aprendizado socioemocional com personagens conhecidos do universo infantil.
  • Missão: Marte, que propõe a exploração do planeta vermelho por meio do design e da pilotagem de veículos científicos.
  • Planet Planners, experiência criada em parceria com a BBC que aborda geografia, desastres naturais e reconstrução de comunidades.

A lógica é simples: aprender fazendo, errando e tentando de novo, tudo dentro de um ambiente lúdico.

Pais no controle, crianças no comando

Além do conteúdo, a Roblox também reforça o uso de ferramentas de controle parental disponíveis na sua Central de Segurança. A ideia é dar mais autonomia às famílias para acompanhar como as crianças interagem na plataforma, sem bloquear o potencial criativo dos jogos.

Segundo Adam Seldow, diretor sênior de parcerias educacionais da Roblox, o videogame pode ser mais do que entretenimento. Jogar também desenvolve colaboração, cidadania digital e pensamento crítico, habilidades que fazem diferença dentro e fora da escola.

Ao alinhar diversão, criação e aprendizado, a Roblox tenta mostrar que a discussão não deveria ser apenas sobre quanto tempo as crianças passam na frente da tela, mas sobre o que elas fazem enquanto estão lá.

Battlestar Galactica: Scattered Hopes chega ao PC no outono de 2026 e já tem demo disponível

A Dotemu anunciou que Battlestar Galactica: Scattered Hopes será lançado para PC no outono brasileiro de 2026. Desenvolvido pela Alt Shift, em parceria com a Universal Products & Experiences, o jogo já pode ser testado agora por meio de uma demo gratuita no Steam.

A proposta é clara desde o primeiro contato: liderar uma frota à beira do colapso, tomar decisões difíceis o tempo todo e tentar sobreviver enquanto os Cylons apertam o cerco.

Estratégia, sobrevivência e desconfiança

Scattered Hopes coloca o jogador no comando de uma frota improvisada que foge das Doze Colônias, agora destruídas. A ameaça não vem só de fora. Além das batalhas espaciais, o jogo exige atenção constante à gestão interna da frota, com crises sucessivas, conflitos entre facções e o risco permanente de sabotagem por infiltrados.

Tudo acontece ao mesmo tempo. Explorar pontos de interesse pode render recursos e tripulantes, mas também deixa problemas acumulando dentro da nave. Ignorar um incêndio político interno pode ser tão fatal quanto subestimar um ataque Cylon.

“Resista até poder saltar”

Os combates são inspirados diretamente no episódio “33” da série de TV Battlestar Galactica, e giram em torno de um conceito simples: segurar a linha até conseguir saltar para outro setor da galáxia.

As batalhas misturam tática e tempo real. O jogador lança caças, coordena esquadrões, ativa defesas internas e tenta minimizar os danos à nave principal enquanto o contador para o salto corre contra o relógio. Escolher quando e para onde saltar também faz parte da estratégia, já que cada setor oferece riscos e recompensas diferentes.

Roguelite com consequências reais

Cada tentativa em Scattered Hopes ensina algo novo. O jogo adota uma estrutura roguelite, em que derrotas fazem parte do aprendizado. Novos esquadrões, armas, melhorias permanentes e habilidades vão sendo desbloqueados, ampliando as opções táticas nas campanhas seguintes.

Mais do que números, as decisões moldam o destino da frota. Quem vive, quem morre e quais recursos sobram dizem muito sobre o tipo de comandante que você se torna.

Com arte detalhada e foco pesado em narrativa emergente, Battlestar Galactica: Scattered Hopes expande o estilo da Alt Shift, estúdio por trás de Crying Suns, e adapta o universo da série com respeito ao clima de tensão e sobrevivência que marcou a franquia.

A demo já está disponível no Steam, e para quem gosta de estratégia, gestão de crise e ficção científica sem concessões, vale o aviso clássico: assim dizemos todos nós.

Nioh 3 ultrapassa 1 milhão de cópias vendidas e se torna o maior lançamento da franquia

Nioh 3 já entrou para a história da franquia. A Koei Tecmo e a Team Ninja anunciaram que o jogo ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas globalmente, se tornando o título que atingiu esse número mais rápido em toda a série. Com isso, a trilogia Nioh passa oficialmente dos 10 milhões de unidades vendidas no mundo.

O resultado reforça algo que já vinha ficando claro desde o lançamento: Nioh 3 não é só uma continuação, mas o projeto mais ambicioso da série até agora.

O Nioh mais ambicioso até hoje

Em Nioh 3, o jogador assume o papel de Tokugawa Takechiyo, figura histórica que está prestes a se tornar xogum durante o período Edo. O problema começa quando seu irmão mais novo, Tokugawa Kunimatsu, movido por inveja e forças sombrias, lidera uma revolta acompanhada por hordas de yokai, jogando o Japão em um cenário de caos absoluto.

Guiado pelo Espírito Guardião Kusanagi, Takechiyo atravessa diferentes períodos históricos para restaurar a ordem. A narrativa agora se espalha por várias eras e regiões, incluindo Edo, Totomi no período dos Estados em Guerra, Kyoto no período Heian e, pela primeira vez na franquia, o período Bakumatsu.

Essa abordagem amplia a escala do jogo e permite exploração mais aberta, algo inédito na série.

Samurai ou Ninja: dois estilos, uma guerra

Um dos grandes diferenciais de Nioh 3 é o sistema que permite alternar livremente entre dois estilos de combate durante a batalha. O estilo Samurai mantém o peso e a precisão clássicos da franquia, agora com o novo sistema de Proficiência em Artes e a mecânica de Apara, que recompensa bloqueios no último segundo.

Já o estilo Ninja aposta em velocidade, ataques aéreos e técnicas de Ninjutsu à distância. Habilidades como Névoa, que cria imagens residuais para confundir inimigos, e Evasão, focada em esquivas milimétricas, mudam completamente o ritmo do combate.

A troca dinâmica entre os estilos dá mais liberdade ao jogador e reforça a identidade de Nioh como um action RPG que exige leitura de jogo, precisão e adaptação constante.

Edições, demo e disponibilidade

Nioh 3 está disponível para PlayStation 5 e PC via Steam. Além do jogo completo, uma demo gratuita permite experimentar o início da campanha.

No digital, há versões padrão e deluxe, esta última com itens exclusivos e passe de temporada. No Brasil, o jogo também ganhou uma edição física com SteelBook, distribuída pela 1080 Partners em parceria com a Gamer Hut. Para colecionadores, existe ainda a Treasure Box exclusiva para PS5, vendida pela NIS America Store, com artbook, trilha sonora e itens físicos.

Com números fortes logo na largada, Nioh 3 consolida a série como uma das mais relevantes do gênero e mostra que ainda há muito espaço para expandir o Japão sombrio e brutal que a Team Ninja construiu ao longo dos anos.

Sakura lança novo site institucional e reforça foco em pessoas, marcas e relações

Depois de 85 anos ajudando a moldar a presença da culinária asiática no Brasil, a Sakura dá mais um passo para alinhar tradição e presente. A empresa colocou no ar seu novo site institucional, pensado não apenas como vitrine de produtos, mas como um ponto de encontro entre a marca, seus parceiros e o público.

A reformulação parte de uma ideia simples: mostrar quem a Sakura é hoje. Uma companhia que carrega história, mas opera com olhar contemporâneo, gestão profissional e atenção real à experiência digital.

Um site pensado para conexão

O novo site foi desenhado para ir além da informação básica. A navegação é mais direta, o conteúdo é organizado de forma intuitiva e a linguagem busca aproximar a empresa de diferentes públicos, de consumidores e estudantes a fornecedores, investidores e imprensa.

Segundo Roberto Otake, CEO da Sakura, a proposta foi criar um espaço que represente a identidade atual da companhia. A ideia não é apenas listar produtos, mas apresentar valores, pessoas e a visão de futuro da empresa, reforçando o papel da Sakura como uma organização feita de relações.

Quatro pilares que organizam a experiência

A nova arquitetura do site se apoia em quatro eixos centrais: pessoas, marcas, sustentabilidade e relações. A plataforma dá visibilidade a quem faz a empresa funcionar no dia a dia, colocando colaboradores e equipes no centro da narrativa institucional.

O portfólio de marcas também ganha apresentação mais clara, refletindo a atuação da Sakura tanto no varejo quanto no food service. Já os temas de sustentabilidade e responsabilidade social aparecem com espaço próprio, em linguagem acessível, mostrando compromissos que vão além do produto e dialogam com impacto social e ambiental.

Tradição que acompanha o presente

A atualização do site faz parte de um movimento maior de consolidação da identidade contemporânea da Sakura, sem romper com as raízes que a tornaram referência no setor. Fundada em 1940, a empresa é hoje 100% brasileira e líder no segmento de produtos voltados à culinária asiática, com presença constante em eventos culturais e gastronômicos pelo país.

Com a nova plataforma, a Sakura reforça transparência, inovação e proximidade com seus públicos, levando para o ambiente digital o mesmo cuidado que construiu sua reputação ao longo de mais de oito décadas.

O novo site já está no ar e pode ser acessado em www.sakura.com.br.

Time Takers anuncia primeiro beta fechado e abre inscrições no Steam

A NCSOFT e a Mistil Games confirmaram o primeiro beta fechado de Time Takers. O teste começa em 13 de março e marca o primeiro contato do público com o jogo, que mistura tiro em alta velocidade, sobrevivência e decisões que precisam ser tomadas no calor do combate. As inscrições já estão abertas no Steam.

Tempo é vida (literalmente)

Time Takers foge do modelo tradicional de barra de vida. Em vez disso, tudo gira em torno da Energia Temporal. É esse recurso que permite evoluir habilidades e equipar melhorias durante a partida, mas também é ele que mantém o time vivo. Gastar demais pode significar vantagem imediata — ou morte em poucos segundos.

A dinâmica cria um ritmo de jogo mais tenso do que o normal. Cada confronto exige leitura rápida da situação e coordenação entre os três jogadores. Avançar sem pensar custa caro, e hesitar também.

O que estará disponível no beta fechado

Quem participar do CBT de março vai ter acesso ao núcleo da experiência do jogo. Entre os conteúdos confirmados estão:

  • 12 personagens jogáveis, vindos de diferentes épocas, como um cavaleiro medieval e um alienígena futurista, cada um com habilidades e estilos próprios.
  • Três mapas com propostas bem distintas: Yokogawa, de temática japonesa; Morstadt, com corredores de pedra e clima medieval; e Miraesi, uma cidade futurista inspirada em Seul.
  • Partidas em equipes de três jogadores, com foco em mobilidade, sinergia e decisões coletivas, incluindo a possibilidade de transferir seu tempo de vida para salvar um aliado.

Brasil entre os países com acesso direto

O beta fechado terá foco especial na América do Norte e do Sul. Jogadores do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, México, Chile, Colômbia e Peru podem se inscrever diretamente pela página oficial do jogo no Steam. Quem estiver fora dessas regiões ainda pode conseguir acesso pelo Discord oficial, onde serão distribuídos códigos e recompensas promocionais.

Time Takers chega para PC e consoles ainda em 2026. Até lá, o beta de março funciona como o primeiro teste real para saber se essa mistura de shooter competitivo com gestão de risco e tempo vai conquistar espaço entre jogadores que procuram algo além do básico no gênero.

Turbulência ganha pôster e confirma estreia em março nos cinemas brasileiros

O thriller Turbulência acaba de ganhar pôster oficial e data de estreia no Brasil. O filme chega aos cinemas no dia 19 de março, distribuído pela Diamond Films, e já deixa claro qual é sua proposta: suspense direto, espaço limitado e decisões que precisam ser tomadas rápido demais.

Dirigido por Claudio Fäh, o longa aposta em uma situação simples, quase banal, para construir tensão. Um passeio de balão, daqueles vendidos como experiência romântica, vira o cenário perfeito para um jogo psicológico em que não existe saída fácil.

Um passeio que dá errado (e rápido)

Na história, Emmy e Zach, interpretados por Hera Hilmar e Jeremy Irvine, tentam salvar um casamento em crise com uma viagem a dois. O plano desanda com a chegada de Julia, personagem de Olga Kurylenko, uma passageira que carrega mais segredos do que aparenta.

A partir daí, o filme abandona qualquer clima de reconciliação. Confinados a milhares de metros de altura, os personagens são forçados a encarar conflitos pessoais enquanto a situação foge completamente do controle. Cada revelação pesa mais quando não há como simplesmente ir embora.

Pôster

Suspense focado e sem excesso de explicação

Com roteiro de Andy Mayson, Turbulência segue a linha dos thrillers que confiam mais na situação do que em grandes reviravoltas mirabolantes. O elenco ainda conta com Kelsey Grammer, reforçando o peso dramático da trama.

Sem prometer reinventar o gênero, o filme parece interessado em entregar exatamente o que vende: tensão constante, decisões erradas em sequência e a sensação de que, lá em cima, qualquer erro é definitivo. Para quem gosta de suspense enxuto e ambientação claustrofóbica, março já tem destino certo no cinema.

Cinemateca revisita o Menotti cineasta e lembra que o modernismo também passou pela tela

PIRACICABA (1922)

A Cinemateca Brasileira abre espaço no dia 27 de fevereiro para um recorte pouco lembrado da história cultural do país: a relação direta de Menotti del Picchia com o cinema. Não é homenagem protocolar nem sessão para cumprir agenda. A ideia aqui é olhar para filmes raros, contextos políticos incômodos e escolhas artísticas que dizem muito sobre o Brasil dos anos 1920 e 1930.

A sessão faz parte do programa Revisão Crítica do Cinema Brasileiro, que mensalmente tira da prateleira obras esquecidas ou recém restauradas, sempre com conversa depois. Desta vez, o foco é Menotti não como poeta ou articulador do modernismo, mas como alguém que realmente colocou a mão na massa do cinema.

Menotti além da Semana de 22

Enquanto parte do grupo modernista flertava com o cinema só no discurso ou na literatura, Menotti resolveu fazer filme. Produziu, escreveu argumento, supervisionou e pensou o cinema como negócio. Entre 1922 e 1931, se envolveu em projetos de gêneros variados, de documentários institucionais a épicos patrióticos, sempre atento a quem estava pagando a conta.

Essa faceta ganha forma na programação com três obras. O curta Menotti, dirigido por Elie Politi, volta à tela em cópia digital inédita, feita a partir de um raro material em 16mm. O filme estava fora de circulação há décadas e foi resgatado especialmente para a sessão.

Também entram em cena trechos de Piracicaba, produção encomendada para exaltar a cidade do interior paulista durante as comemorações do centenário da Independência. Restaurado em 2025, o filme ajuda a entender o tipo de cinema institucional que circulava com apoio direto do poder público.

Cinema, política e oportunismo

O programa fecha com Alvorada de Glória, longa de 1931 dirigido por Victor del Picchia, com argumento e supervisão de Menotti. É um filme sonoro sem falas, daqueles do período de transição, com trilha e efeitos reproduzidos por discos. Mais do que a trama, o que chama atenção aqui é o contexto.

A história se passa durante a Revolta de 1924, quando São Paulo virou campo de batalha entre tenentes rebeldes e tropas governistas. O enredo é confuso e politicamente conveniente, mas o filme carrega imagens reais da revolta, filmadas anos antes e reaproveitadas. Isso transforma Alvorada de Glória num documento histórico involuntário.

Menotti, que tinha laços fortes com o grupo político derrotado em 1930, usou o filme como forma de se reposicionar. Funcionou. O novo regime comprou a ideia e reconheceu o tal “sentido patriótico” da obra. Cinema também é isso: narrativa, bastidor e sobrevivência.

Debate para quem gosta de cinema e de história

Depois da sessão, rola conversa com Eduardo Morettin, Elie Politi e Miguel de Almeida, mediada por Carlos Augusto Calil. O debate tem interpretação em Libras e transmissão ao vivo no YouTube da Cinemateca, o que amplia bem o alcance da discussão.

Os ingressos são gratuitos, distribuídos uma hora antes da sessão. Para quem curte cinema brasileiro, arquivos, bastidores históricos e aquela zona cinzenta entre arte e poder, é daquelas noites que entregam mais do que prometem.

A sessão acontece na Cinemateca Brasileira, na Vila Mariana, em São Paulo, e integra uma programação que vem, aos poucos, recolocando o passado do nosso cinema em circulação, sem dourar a pílula e sem medo das contradições.

Paranormasight retorna com maldição marítima e clima ainda mais sombrio

A Square Enix resolveu voltar a brincar com o sobrenatural. Já está disponível PARANORMASIGHT: The Mermaid’s Curse, sequência direta do cultuado PARANORMASIGHT: The Seven Mysteries of Honjo. O novo capítulo chega ao Nintendo Switch, PC via Steam, além de iOS e Android, expandindo o universo da série com uma nova maldição e um cenário inédito.

Se antes o terror se escondia em becos e histórias sussurradas de Honjo, agora ele vem do mar.

Uma nova maldição, outro pedaço do Japão

Ambientado novamente no Japão da era Showa, The Mermaid’s Curse troca os mistérios urbanos por uma lenda ligada às águas. O jogo apresenta um novo elenco de personagens, um cenário diferente e um folclore próprio, sem exigir que o jogador tenha passado pelo título anterior — embora quem conhece o universo vá captar ecos e paralelos interessantes.

A estrutura segue a mesma proposta que fez o original ganhar destaque em 2023: narrativa fragmentada, decisões que mudam o rumo da história e aquele desconforto constante de nunca saber se você está um passo à frente… ou prestes a cair numa armadilha sobrenatural.

Mistério com pé na realidade

Um dos pontos fortes continua sendo a mistura entre locais reais e lendas tradicionais japonesas. A equipe original retorna para garantir que o clima de ocultismo não vire caricatura, usando referências históricas e culturais para construir uma investigação que vai além do susto fácil.

É um jogo que prefere criar tensão com atmosfera, diálogos e escolhas morais, em vez de depender de jumpscare. Ideal para quem gosta de mistério psicológico e histórias que ficam martelando depois que a tela escurece.

Disponível agora — e não é para qualquer idade

PARANORMASIGHT: The Mermaid’s Curse já pode ser jogado no Nintendo Switch, PC, iOS e Android, com classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O aviso não é à toa: o jogo lida com temas pesados, morte e consequências que nem sempre têm final confortável.

Para quem gostou do primeiro Paranormasight ou anda em busca de algo diferente no terror japonês contemporâneo, essa nova descida ao desconhecido promete águas bem mais profundas — e perigosas.