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Rayman completa 30 anos e ganha edição especial para celebrar o clássico

Poucos mascotes dos anos 90 envelheceram tão bem quanto Rayman. Lançado originalmente em 1995, o herói sem braços e sem pernas ajudou a definir uma era dos jogos de plataforma e, agora, volta aos holofotes com Rayman: 30th Anniversary Edition, que chega oficialmente nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, para consoles e PC.

Mais do que um relançamento, a edição comemorativa funciona como uma cápsula do tempo, convidando veteranos e novos jogadores a revisitar o universo colorido e caótico criado pela Ubisoft, agora com conteúdos inéditos e ajustes pensados para a experiência moderna.

Um clássico que atravessa gerações

Desenvolvida pela Digital Eclipse em parceria com a Ubisoft Montpellier, a edição reúne cinco versões históricas do primeiro Rayman, lançadas para PlayStation, Atari Jaguar, MS-DOS, Game Boy Advance e Game Boy Color. Tudo isso preservando a essência do jogo que marcou época, com fases memoráveis como a Dream Forest e a insana Band Land, onde a música dita o ritmo do caos.

A missão continua a mesma: resgatar os Electoons e impedir que o sombrio Mr. Dark mergulhe o mundo no desequilíbrio. Simples na proposta, desafiador na execução — exatamente como os bons jogos de plataforma costumavam ser.

Conteúdo novo para quem já conhece cada fase de cor

Para quem acha que já viu tudo, a 30th Anniversary Edition traz algumas surpresas bem-vindas. O destaque vai para um protótipo inédito da versão de SNES, nunca lançado oficialmente, além de mais de 120 fases extras vindas de pacotes bônus.

A trilha sonora também recebeu atenção especial, sendo reimaginada pelo compositor Christophe Héral, responsável por manter o espírito original sem abrir mão de uma qualidade sonora atualizada.

Pensando em acessibilidade e conforto, a edição inclui recursos como rebobinamento de até 60 segundos, vidas infinitas e até modo de invencibilidade — opções que tornam o jogo mais amigável para novos públicos sem descaracterizar o desafio para quem prefere a experiência clássica.

Um mergulho nos bastidores da lenda

Além do jogo em si, a edição comemorativa inclui um documentário interativo exclusivo, com mais de 50 minutos de conteúdo. O material reúne entrevistas inéditas com os desenvolvedores originais, artes conceituais nunca divulgadas, esboços e documentos de design que ajudam a entender como Rayman nasceu e se transformou em um dos personagens mais icônicos da história da Ubisoft.

É um presente especialmente interessante para quem gosta de história dos videogames e quer entender como criatividade, limitações técnicas e identidade visual se encontraram em meados dos anos 90.

Rayman: 30th Anniversary Edition chega em 13 de fevereiro para Ubisoft+, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC, via Ubisoft Store e Steam. Trinta anos depois, o clássico prova que carisma, bom design e imaginação continuam atravessando gerações.

SILENT HILL: Townfall expõe o horror escondido na estática em novo trailer

Durante o mais recente State of Play da PlayStation, a Konami revelou um novo e inquietante trailer de SILENT HILL: Townfall, aprofundando o mistério que envolve o próximo capítulo da clássica franquia de terror psicológico. O jogo, desenvolvido pela Screen Burn e copublicado pela Annapurna Interactive, já pode ser adicionado à lista de desejos nas plataformas digitais.

Uma nova cidade, um novo medo

Diferente das encarnações anteriores da série, Townfall se passa longe da tradicional cidade americana. Aqui, o horror emerge em St. Amelia, uma pequena ilha escocesa fria, isolada e engolida pela neblina. O cenário reforça a sensação de abandono e silêncio opressor, elementos centrais da identidade de Silent Hill, agora reinterpretados sob uma nova lente cultural.

O trailer deixa claro que esta não é apenas mais uma visita ao terror conhecido — é uma expansão do conceito, onde o desconforto nasce da ausência de respostas e da constante sensação de estar sendo observado.

Simon Ordell e o chamado da estática

Os jogadores assumem o papel de Simon Ordell, um homem atraído de volta à ilha para “consertar algo” que nunca é totalmente explicado. Ele chega sem armas, sem pistas claras e carregando apenas uma bolsa de soro, uma pulseira médica com seu nome e uma TV analógica portátil — objeto que se torna central tanto na narrativa quanto na jogabilidade.

É por meio da estática e das vozes distorcidas dessa televisão que Simon passa a ser guiado, ouvindo fragmentos de memórias, mensagens ambíguas e ecos de um passado que insiste em emergir. Quanto mais ele avança pela cidade, mais fica claro que sua relação com St. Amelia é pessoal, dolorosa e impossível de ignorar.

Terror em primeira pessoa e sobrevivência limitada

Vivenciado inteiramente em primeira pessoa, SILENT HILL: Townfall aposta em uma experiência imersiva, onde a vulnerabilidade do protagonista é constante. O arsenal é escasso, a evasão é sempre uma opção tensa e o combate, quando acontece, é caótico e desesperado.

Os enigmas se integram diretamente à narrativa, revelando verdades fragmentadas que nunca se apresentam de forma direta. Em vez de respostas claras, o jogo parece interessado em provocar o jogador, forçando-o a interpretar símbolos, sons e imagens — uma abordagem que dialoga fortemente com o legado psicológico da franquia.

Um novo capítulo independente dentro do legado Silent Hill

Townfall foi concebido como uma experiência completa e independente dentro do universo SILENT HILL, funcionando tanto para veteranos quanto para novos jogadores. Temas como culpa, perda, tragédia e identidade retornam, mas filtrados por uma nova ambientação, novo protagonista e uma estética que mistura tecnologia obsoleta com horror existencial.

SILENT HILL: Townfall está confirmado para PlayStation 5, Steam e Epic Games Store. A data de lançamento ainda não foi anunciada, mas o jogo já pode ser adicionado à lista de desejos.

KRAFTON apresenta Project Windless, RPG de mundo aberto inspirado na fantasia coreana

Durante o mais recente State of Play da PlayStation, a KRAFTON revelou oficialmente Project Windless, um ambicioso RPG de ação em mundo aberto ambientado no universo fantástico da série de romances The Bird That Drinks Tears. O anúncio marca a primeira apresentação pública do projeto, que está sendo desenvolvido como uma experiência single-player premium.

Um RPG épico focado em narrativa e escolhas

Project Windless nasce com a proposta de unir escala épica e narrativa pessoal. O jogo apresenta um vasto continente em guerra, onde decisões do jogador moldam alianças, territórios e o desenrolar do conflito global. A progressão não é linear: escolhas feitas em missões, batalhas e interações com facções influenciam diretamente como o mundo reage ao longo do tempo.

Construído na Unreal Engine 5, o título aposta em cenários amplos, terrenos verticais e combates intensos baseados em habilidade, misturando ação direta com batalhas em larga escala que acontecem em tempo real.

Um mundo inspirado em The Bird That Drinks Tears

Mesmo ambientado no universo criado pelo escritor coreano Lee Yeong-do, Project Windless não é uma adaptação direta dos livros. A história se passa cerca de 1.500 anos antes dos acontecimentos da obra original, em uma era mítica ainda pouco explorada, quando lendas e conflitos estavam sendo forjados.

O mundo é habitado por quatro raças inteligentes: Humanos, Rekon, Nhaga e Tokkebi, cada uma com culturas, visões de mundo e disputas próprias. Essa abordagem torna o jogo acessível para novos jogadores, ao mesmo tempo em que expande o universo para fãs da fantasia coreana.

O Rei Herói e as batalhas em larga escala

O jogador assume o papel do Rei Herói, um guerreiro lendário da raça Rekon, seres humanoides com traços de aves, conhecidos por sua força bruta e presença imponente no campo de batalha. Armado com lâminas gêmeas forjadas nas estrelas, o personagem atua como o centro das batalhas, liderando tropas aliadas e rompendo formações inimigas.

Um dos grandes diferenciais é a chamada Mass Technology, sistema proprietário da KRAFTON que permite confrontos com milhares de unidades e criaturas colossais simultaneamente. Em vez de comandar tropas à distância, o jogador participa ativamente da guerra, combinando ação individual, posicionamento e decisões táticas que alteram o rumo do combate em tempo real.

Uma produção global com DNA coreano

O desenvolvimento é liderado pelo KRAFTON Montréal Studio, em colaboração direta com equipes da empresa na Coreia do Sul. A proposta é unir padrões de produção AAA ocidentais com construção de mundo inspirada na mitologia e na fantasia coreana, mantendo identidade cultural mesmo em um projeto global.

Além do trailer de revelação, a KRAFTON já disponibilizou o primeiro Diário do Desenvolvedor, no qual a equipe detalha a visão criativa, os pilares narrativos e as ambições técnicas do projeto.

Project Windless está sendo desenvolvido para PC e consoles, como uma experiência single-player completa, sem multiplayer ou elementos de live service. Mais detalhes, incluindo janela de lançamento, devem ser revelados em breve.

PRAGMATA revela cidade lunar surreal e reforça identidade sci-fi no State of Play

Depois de anos cercado de mistério, PRAGMATA finalmente começa a mostrar sua verdadeira face. No State of Play, a Capcom divulgou um novo trailer que aprofunda o cenário e o clima do jogo: uma estação de pesquisa lunar transformada em uma paisagem urbana distorcida, artificial e hostil.

Uma lua que parece uma cidade fantasma

O novo vídeo apresenta uma área da base lunar inspirada em algo próximo à Times Square, recriada com Lunafilamento e tecnologia de impressão 3D. Luzes, estruturas gigantes e arquitetura familiar criam um contraste inquietante com o vazio do espaço. É nesse ambiente que Hugh e Diana avançam, tentando escapar de uma IA hostil e de robôs que não dão trégua.

Parceria, combate e curiosidade

Mais do que tiros, PRAGMATA reforça a dinâmica entre seus dois protagonistas. Hugh e Diana aprendem juntos, interagem constantemente e dependem um do outro para sobreviver. O combate mistura ação, posicionamento e leitura de cenário, deixando claro que não se trata apenas de um shooter tradicional.

Demo em alta e lançamento marcado

A demo PRAGMATA Sketchbook já ultrapassou 1 milhão de downloads nos consoles e no PC, mostrando que a curiosidade do público segue alta. O lançamento completo acontece em 24 de abril de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC. A pré-venda já está disponível, com bônus cosméticos para quem garantir o jogo antecipadamente.

Resident Evil Requiem aposta em terror e ação híbridos e ganha novos detalhes no State of Play

A Capcom voltou a colocar o terror no centro do palco durante o State of Play desta semana com um novo trailer de Resident Evil Requiem, próximo capítulo numerado da franquia. O vídeo trouxe um recorte generoso de jogabilidade e deixou claro que o jogo quer equilibrar dois mundos: o horror sufocante clássico da série e sequências de ação mais diretas e perigosas.

Dois protagonistas, dois ritmos de jogo

Resident Evil Requiem aposta em uma estrutura dupla. De um lado está Grace Ashcroft, analista do FBI, personagem que conduz a experiência mais investigativa e tensa. Do outro, o retorno de Leon S. Kennedy, agora inserido em momentos de ação mais intensos e letais. O jogador pode alternar livremente entre câmera em primeira pessoa, reforçando a imersão no terror, ou terceira pessoa, favorecendo combates mais estratégicos.

Novos rostos e velhos fantasmas da Umbrella

O trailer também apresentou personagens inéditos que orbitam a nova ameaça: Emily, uma jovem encontrada em uma instituição médica abandonada; Nathan Dempsey, superior de Grace no FBI; e Victor Gideon, figura ligada diretamente às pesquisas com o T-Virus e ao passado sombrio da Umbrella. Tudo indica que o jogo volta a explorar conspirações biológicas em escala nacional.

Quando chega

Resident Evil Requiem chega em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC. Até lá, a Capcom já deixou claro que ainda guarda surpresas (e horrores) para revelar.

‘Quarto do Pânico’ estreia direto no Telecine e atualiza o suspense clássico para o Brasil

A partir desta quinta-feira, 13 de fevereiro, Quarto do Pânico chega com exclusividade ao catálogo do Telecine no streaming, disponível via Globoplay, Prime Video Channels e operadoras. Na TV, o longa dirigido por Gabriela Amaral Almeida ganha Superestreia no Telecine Premium no sábado (14), às 22h, e reaparece no Telecine Pipoca no domingo (15), às 20h.

Inspirado no thriller homônimo de 2002 dirigido por David Fincher, o filme aposta em uma releitura brasileira que troca o espetáculo pelo desconforto. Aqui, o suspense é mais psicológico, mais social e mais próximo da realidade urbana. A história acompanha Mari, vivida por Isis Valverde, que se muda com a filha Bel, interpretada por Marianna Santos, para uma mansão em São Paulo. Logo na primeira noite, a casa é invadida por criminosos, forçando mãe e filha a se esconderem no quarto do pânico, um espaço que deveria protegê-las, mas que ainda não está totalmente funcional.

O detalhe cruel é que o objeto de desejo dos invasores está justamente dentro do cômodo. A partir daí, o filme constrói sua tensão em espaços fechados, decisões erradas e na sensação constante de que não há saída fácil. No elenco, Marco Pigossi, Caco Ciocler e André Ramiro dão rosto aos invasores, enquanto Leopoldo Pacheco completa o time em papéis-chave para a engrenagem do suspense funcionar.

Exibido no Festival do Rio em 2025, Quarto do Pânico não tenta competir com o original em escala, mas encontra força ao adaptar o conceito para um contexto brasileiro, explorando desigualdade, medo e vulnerabilidade com uma abordagem mais crua. É um filme que entende que o verdadeiro terror não está apenas na invasão, mas na ideia de segurança que se revela frágil demais.

Para quem gosta de thrillers claustrofóbicos e narrativas que não aliviam a tensão, a estreia no Telecine chega como uma boa pedida para encarar o sofá como zona de risco.

99 vira app oficial de mobilidade do Todo Mundo No Rio e reforça presença nos grandes momentos culturais da cidade

A 99 é o aplicativo de mobilidade oficial da plataforma Todo Mundo No Rio, iniciativa que volta a ocupar o calendário cultural carioca no dia 2 de maio com um megashow gratuito, aberto ao público, produzido pela Bonus Track. Pelo segundo ano consecutivo, a marca associa seu nome a um dos maiores eventos populares da cidade, ampliando sua presença em experiências culturais de grande alcance.

Mais do que um patrocínio pontual, a parceria faz parte da estratégia da 99 de se posicionar como uma marca conectada ao cotidiano urbano e às manifestações culturais brasileiras. A presença no Todo Mundo No Rio reforça esse vínculo ao colocar o app no centro da logística de deslocamento de um evento que reúne públicos diversos e movimenta a cidade em larga escala.

Uma marca que se movimenta junto com a cultura

Segundo a empresa, a associação com o Todo Mundo No Rio dialoga diretamente com o posicionamento “O Brasil pede 99”, adotado pela marca em suas comunicações. A ideia é reforçar a percepção de que a plataforma entende as necessidades reais dos usuários e participa ativamente de momentos que fazem parte da vida cultural do país.

A escolha do evento também passa pela proposta de acesso. Assim como o megashow gratuito busca democratizar o entretenimento, a 99 se coloca como facilitadora da mobilidade urbana em datas de grande fluxo, ajudando o público a chegar e sair com mais praticidade.

Mobilidade e segurança em eventos de grande porte

Em um contexto de alta concentração de pessoas, a 99 destaca seu foco em segurança. A empresa afirma contar com mais de 50 ferramentas de proteção no aplicativo, com índice de 99,99% das corridas finalizadas sem incidentes. Para quem pretende consumir bebidas alcoólicas durante o evento, a recomendação é optar por modalidades como 99Pop, 99Negocia, 99Plus e 99Taxi, seguindo as diretrizes do Guia da Comunidade da plataforma.

Com a parceria, a 99 consolida sua presença em um dos principais eventos culturais do Rio de Janeiro e reforça sua estratégia de estar onde o público está, especialmente em datas que transformam a cidade em palco.

Conheça jogos indies no PlayStation Plus para zerar no feriado de Carnaval

Se a sua folia é no sofá, com o controle na mão e a TV ligada, dá para aproveitar o Carnaval sem culpa nenhuma. A verdade é que nem todo feriado pede um RPG gigantesco ou um game que exige semanas de dedicação. Para esses dias de pausa curta, os jogos indies são praticamente perfeitos: experiências mais diretas, ideias criativas e créditos finais que chegam antes da quarta-feira.

O catálogo do PlayStation Plus está cheio desses títulos. Tem sucesso mundial, tem jogo brasileiro ganhando espaço lá fora e, principalmente, tem jogo que respeita o seu tempo. Abaixo, uma curadoria de indies ideais para jogar entre um descanso, um bloquinho ou outro compromisso do feriado.

Celeste

Um clássico moderno e um orgulho com DNA brasileiro. A pixel art e a identidade visual criadas pelo estúdio paulistano MiniBoss ajudaram a transformar Celeste em um dos jogos de plataforma mais importantes da última década. Além do desafio preciso, o jogo fala sobre ansiedade, superação e autoconhecimento de um jeito raro nos games. Dá para zerar em cerca de oito horas, com capítulos curtos e um modo assistido que torna a experiência acessível até para quem só quer curtir a história.

Fobia – St. Dinfna Hotel

Se o seu Carnaval pede suspense, Fobia entrega uma das experiências de terror mais interessantes dos últimos anos. Desenvolvido no Brasil, o jogo se passa em um hotel decadente em Santa Catarina e mistura exploração, quebra-cabeças e uma narrativa que brinca com diferentes linhas do tempo. É tenso na medida certa e cabe tranquilamente em dois ou três dias de jogatina.

The Exit 8

Curto, estranho e viciante. The Exit 8 virou febre nas redes por um motivo simples: ele testa sua atenção aos mínimos detalhes. Preso em um corredor de metrô aparentemente infinito, o jogador precisa identificar anomalias sutis para escapar. Dá para terminar em uma ou duas horas, mas é o tipo de jogo que fica na cabeça muito depois do fim.

Ultros

Visualmente, Ultros já chama atenção de longe. Com cores vibrantes e um universo psicodélico, o jogo mistura metroidvania, combate fluido e mecânicas inesperadas, como jardinagem e loops temporais. É uma experiência artística, diferente de tudo e perfeita para quem quer algo fora do óbvio durante o feriado.

Art of Rally

Para fechar o Carnaval em modo relax, Art of Rally é quase terapêutico. Sem excesso de HUD ou distrações, o foco aqui é dirigir e apreciar paisagens minimalistas inspiradas no rally clássico. Ideal para desligar a cabeça depois da folia e encerrar a noite com tranquilidade.

Todos esses jogos estão disponíveis no PlayStation Plus Extra ou Deluxe, prontos para transformar o feriado em uma maratona curta, intensa e memorável. Seja para relaxar, se desafiar ou simplesmente curtir boas histórias, dá para zerar antes do fim da folia sem pressa e sem estresse.

Com informações do Blog Playstation

Lil Gator Game: In the Dark já está disponível e amplia a aventura mais aconchegante do indie recente

O playground ficou maior. E mais profundo. A expansão In the Dark de Lil Gator Game já pode ser jogada no PC e consoles, trazendo um novo capítulo para uma das aventuras mais queridas dos últimos anos. Junto dela, também estreia a edição Gator of the Year, que reúne o jogo base e o novo conteúdo em um único pacote, inclusive com versão física chegando em breve.

A novidade marca o retorno de Lil Gator a um mundo que parecia já conhecido, mas que escondia muito mais logo abaixo da superfície.

Um novo mundo sob a ilha

In the Dark adiciona um enorme playground subterrâneo, com cavernas iluminadas, túneis escondidos, segredos espalhados e novas áreas para explorar. É praticamente uma segunda ilha, construída para recompensar a curiosidade e o espírito de aventura que sempre definiram o jogo.

Para acessar a expansão de forma digital, é necessário ter o jogo base. Já a edição Gator of the Year entrega tudo de uma vez para quem está chegando agora.

Novos personagens e conflitos diferentes

A exploração não acontece sozinha. No subsolo, Lil Gator encontra novos personagens e também um grupo de adolescentes mal-humorados que não estão exatamente no clima da brincadeira. Nada de vilões tradicionais. O desafio aqui é conquistar, conversar e transformar conflitos em conexões, mantendo o tom leve e emocional que virou marca registrada do jogo.

Mais ferramentas, mais liberdade para brincar

A expansão também traz novas habilidades e brinquedos. Entre eles estão movimentos inéditos, como saltos duplos com fitas de ginástica, além de ferramentas que deixam a exploração mais fluida e criativa. Tudo foi pensado para ampliar a sensação de liberdade e improviso, como uma brincadeira de faz de conta que cresce junto com o jogador.

In the Dark funciona como um encerramento caloroso para a jornada de Lil Gator, reforçando temas como amizade, imaginação e a importância de continuar brincando, mesmo quando crescer parece inevitável.

Lil Gator Game: In the Dark já está disponível digitalmente para PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch. A edição Gator of the Year também já pode ser adquirida em formato digital, com versão física chegando em 27 de fevereiro para PlayStation 5 e Switch.

Vultures: Scavengers of Death ganha demo no Steam e mistura survival horror com combate por turnos

O cenário é sombrio, a cidade está em ruínas e cada decisão pode custar caro. Vultures: Scavengers of Death, novo projeto do estúdio colombiano Team Vultures em parceria com a editora Firesquid Games, acaba de liberar uma nova demo jogável no Steam, já disponível para quem quiser encarar o início dessa jornada marcada por tensão, escassez e escolhas difíceis.

A demonstração funciona como um primeiro contato direto com a proposta do jogo, que combina exploração típica do survival horror clássico com combate tático por turnos, em uma experiência que lembra o clima cru da era PlayStation 1.

Uma missão, um personagem e nenhuma margem para erro

Na demo, o jogador assume o controle de Leopoldo, um agente da unidade mercenária VULTURES enviado para investigar uma antiga delegacia de polícia. O local pode conter pistas sobre o paradeiro de Thiago Schultz, cientista ligado à Eugenesys Corporation e desaparecido pouco antes do surto que devastou a cidade.

A missão dura em média cerca de 45 minutos, apresenta três armas iniciais (faca, pistola e espingarda) e já deixa claro o tom do jogo: nem todo confronto precisa acontecer. Furtividade, posicionamento e leitura do ambiente são tão importantes quanto saber quando puxar o gatilho.

Combate por turnos com peso de survival horror

Diferente de muitos jogos táticos, Vultures não trata o combate como algo confortável. Cada embate é arriscado, os recursos são limitados e mirar em partes específicas do corpo pode ser a diferença entre sobreviver ou não. Dá para incapacitar inimigos, atrasá-los ou simplesmente fugir — quando isso ainda é possível.

Tudo isso acontece em mapas claustrofóbicos, cheios de corredores escuros, portas trancadas, anotações esquecidas e aquela sensação constante de que algo está observando você.

Retrô, violento e com identidade própria

Inspirado em franquias clássicas como Resident Evil, o jogo aposta em uma estética retrô assumida, com câmeras, modelos e atmosfera que remetem diretamente ao survival horror dos anos 1990. O pano de fundo é o Vale do Salento, uma metrópole que virou zona de contenção após um desastre biológico, agora infestada por mutantes e aberrações.

A demo já deixa claro que Vultures não quer apenas assustar, mas também provocar o jogador a pensar, planejar e lidar com as consequências de cada escolha.

A demo de Vultures: Scavengers of Death já pode ser baixada gratuitamente no Steam. Para quem gosta de terror mais cerebral, ritmo cadenciado e tensão constante, vale ficar de olho.

Metaphor: ReFantazio e Clair Obscur: Expedition 33 chegam juntos ao Steam

A ATLUS e a Sandfall Interactive decidiram facilitar a vida de quem vive de fantasia, turno por turno. Já está disponível no Steam um pacote especial que reúne Metaphor: ReFantazio e Clair Obscur: Expedition 33, com 10% de desconto para quem quiser embarcar de vez em dois dos RPGs mais comentados dos últimos anos.

E tem mais: quem já possui um dos jogos pode adquirir o outro também com desconto, aproveitando a promoção cruzada.

Fantasia em dobro (e desconto também)

Além do bundle, Metaphor: ReFantazio está com 50% de desconto em todas as edições no Steam até 26 de fevereiro, enquanto Clair Obscur: Expedition 33 aparece com 10% off até 16 de fevereiro. Comprando o pacote, o desconto ainda se soma ao valor final, tornando essa uma das melhores janelas para conhecer (ou revisitar) os dois mundos.

Dois estilos, o mesmo amor por RPG

Apesar de seguirem caminhos bem diferentes, os jogos compartilham uma mesma alma. Metaphor: ReFantazio carrega a assinatura criativa da Atlus, com um universo político-fantástico, sistema de arquétipos e um vilão que já entrou para a galeria dos mais marcantes do gênero.

Já Clair Obscur: Expedition 33, jogo de estreia da Sandfall Interactive, aposta em uma fantasia melancólica, estética singular e um sistema de combate por turnos extremamente refinado, reconhecimento que rendeu ao título vários prêmios, incluindo Jogo do Ano no The Game Awards 2025.

Um convite para quem ama RPGs

O pacote não é só uma promoção: é quase uma curadoria. Dois estúdios diferentes, de países diferentes, mostrando como o RPG pode ser reinventado sem perder suas raízes. Se você gosta de mundos densos, trilhas memoráveis e batalhas pensadas com carinho, esse é aquele tipo de combo difícil de ignorar.

Killer Inn estreia em acesso antecipado e aposta em mistério, paranoia e assassinato online

O novo jogo multiplayer de dedução social da Square Enix já pode ser jogado no PC via Steam. Killer Inn chega hoje em acesso antecipado com uma proposta direta: colocar até 24 jogadores em um castelo isolado, distribuir papéis secretos e deixar que a noite termine apenas quando alguém escapar ou todo mundo cair.

Durante as próximas duas semanas, o jogo pode ser comprado por US$ 8,99, preço promocional que marca o início dessa fase inicial antes do lançamento completo.

Um castelo, dois lados e nenhuma confiança

Em Killer Inn, cada partida começa com um convite da misteriosa organização Astra. A partir daí, os jogadores são divididos em dois grupos sem saber quem é quem. Os Wolves são os assassinos, responsáveis por eliminar os outros participantes sem levantar suspeitas. Já os Lambs precisam investigar, cooperar e sobreviver tempo suficiente para escapar.

A dinâmica gira em torno de observação, blefe e leitura de comportamento. Pistas deixadas por jogadores mortos, interações suspeitas e decisões em grupo definem o ritmo da partida. Não basta atirar bem ou correr rápido. Aqui, convencer os outros pode ser tão importante quanto empunhar uma arma.

O que já está disponível no acesso antecipado

O conteúdo inicial inclui 27 personagens jogáveis, cada um com habilidades próprias, além de quatro modos de jogo que vão do tutorial até partidas personalizadas com amigos. Dois mapas estão liberados no momento, Ala Lunum e Ala Solarium, ambos pensados para estimular encontros inesperados e situações de tensão constante.

Também já estão presentes sistemas de progressão, saque de equipamentos, armadilhas, missões paralelas e personalização cosmética, que ajudam a moldar o estilo de jogo de cada participante.

Um jogo em construção com a comunidade

Segundo a Square Enix, o acesso antecipado será usado como base para ajustes contínuos, com feedback direto dos jogadores influenciando balanceamento, modos e novas adições. Atualizações estão previstas para as próximas semanas, expandindo mapas, personagens e mecânicas.

Killer Inn já está disponível para PC via Steam em acesso antecipado. Para quem gosta de jogos como Among Us, Deceit ou experiências de dedução social mais intensas e violentas, essa pode ser uma nova obsessão noturna.