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Cena final da Ascensão na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém
Depois de mais de meio século repetindo um dos finais mais conhecidos do teatro brasileiro, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém decidiu mexer justamente onde quase ninguém esperava: no desfecho. A temporada de 2026, que acontece entre 28 de março e 4 de abril, vai apresentar pela primeira vez uma cena em que Jesus sobe aos céus até desaparecer entre as nuvens, usando efeitos especiais inéditos na história do espetáculo.
A mudança acontece no ano em que se comemora o centenário de nascimento de Plínio Pacheco, criador da cidade teatro construída em Brejo da Madre de Deus, no Agreste pernambucano. E, ao contrário de ajustes discretos feitos ao longo dos anos, a ideia agora é causar estranhamento mesmo em quem já viu a encenação dezenas de vezes.
Até a edição passada, a cena final mostrava Jesus se elevando alguns metros acima de um rochedo. Funcionava. Emocionava. Mas também já era previsível. Em 2026, a produção aposta em iluminação especial e tecnologia de última geração para transformar essa ascensão em um momento mais literal, mais visual e, inevitavelmente, mais cinematográfico.
Segundo Robinson Pacheco, presidente da Sociedade Teatral de Fazenda Nova, a decisão passa por dois objetivos claros: renovar o interesse do público fiel e chamar atenção de quem nunca fez a viagem até Nova Jerusalém. A lógica é simples. Se o espetáculo quer continuar relevante, precisa correr algum risco.
Tradição que se permite mudar
DIVULGAÇÃO Cena final da Ascensão na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém
A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém sempre foi marcada pela escala. Nove palcos monumentais, centenas de figurantes, milhares de espectadores por noite. Ainda assim, mudanças estruturais são raras. Por isso, a escolha de alterar o final ganha peso simbólico. Não é apenas um novo efeito. É uma releitura do momento mais emblemático da encenação.
A temporada também funciona como homenagem direta ao legado de Plínio Pacheco, responsável por transformar uma encenação iniciada nos anos 1950 em um dos maiores eventos culturais do país. A ideia, segundo a organização, não é reinventar o espetáculo, mas mostrar que ele ainda pode evoluir.
Elenco conhecido, estrutura de sempre
No palco, a edição de 2026 mantém a fórmula que o público já reconhece. Dudu Azevedo interpreta Jesus, papel central da nova cena final. Beth Goulart vive Maria, Marcelo Serrado assume Pilatos e Carlo Porto interpreta Herodes.
Eles dividem os palcos com atores pernambucanos e centenas de figurantes, mantendo o caráter coletivo do espetáculo, que percorre os últimos dias de Jesus, do Sermão da Montanha à crucificação, agora com um epílogo visualmente mais ousado.
Um clássico que testa seus próprios limites
Desde 1968, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém se consolidou como atração turística e cultural, atraindo público do Brasil e do exterior. Ao mexer em sua cena final, a produção sinaliza que entende o risco de acomodação e tenta, ainda que tardiamente, dialogar com um público acostumado a experiências cada vez mais impactantes.
Resta saber se a nova ascensão será lembrada como um marco necessário ou apenas como um efeito grandioso em um espetáculo que sempre se apoiou mais na força simbólica do que na tecnologia. Os ingressos já estão à venda no site oficial. O julgamento, como sempre, fica por conta da plateia.
A SEGA está trazendo de volta Yakuza 3 na forma Kiwami, agora acompanhado do inédito Dark Ties. Para quem não conhece, a empresa vem relançando a série Yakuza com novos gráficos sob o selo Kiwami, que em japonês pode ser interpretado como “extremo”, funcionando como uma forma de apresentar ao público versões “definitivas” de seus jogos.
Lançado originalmente em 2009 para PlayStation 3, Yakuza 3 recebeu um novo tratamento, aproximando-se visualmente dos jogos mais recentes da franquia, além de ganhar uma aventura inédita com Dark Ties. A proposta lembra algo no estilo de Super Mario 3D World + Bowser’s Fury: um jogo que já conhecemos, agora refeito, acompanhado de uma nova experiência que explora acontecimentos paralelos à história principal.
Qual lado da história você irá começar? – Giuliano Peccilli
Com lançamento para PlayStation 4 e 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, a franquia mantém sua relevância no mercado. O título também se torna uma oportunidade especial para os jogadores de Switch 2, que vêm recebendo os primeiros jogos da série em seu console. Além disso, seguindo o padrão dos lançamentos mais recentes da empresa, Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties conta com suporte em português brasileiro, mantendo uma tradução bem inspirada e adaptada, que funciona muito bem para o público nacional.
Mas afinal, o que é Yakuza Kiwami 3? E qual a relação de Dark Ties dentro desse pacote? Em Yakuza Kiwami 3, Kazuma Kiryu passa a administrar um orfanato em Okinawa, o que não o impede de conhecer — e enfrentar — os yakuzas da região. Já em Dark Ties, acompanhamos Yoshitaka Mine, um empresário que cresceu no universo das startups, enriqueceu e agora se reinventa ao levar sua expertise para dentro da Yakuza, em Kabukicho. Juntos, os dois jogos formam Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties, uma celebração dos 20 anos da série Yakuza / Like a Dragon.
Pensando nisso, vamos conhecer melhor esse novo capítulo da franquia.
Voltando ao PlayStation 3
Em 2008, a série lançou seu spin-off Ryū ga Gotoku Kenzan!, o primeiro jogo ambientado na era dos samurais. Ao trocar cenários urbanos contemporâneos por um Japão feudal, o título fez sucesso em sua época e, anos depois, influenciou diretamente Ryū ga Gotoku Ishin! em 2014, lançado oficialmente no Ocidente.
Foi também em 2008 que teve início o desenvolvimento de Yakuza 3, desta vez com Okinawa como pano de fundo. Vale lembrar que em Yakuza 2 já havíamos visitado Osaka, palco do confronto entre os dois dragões de regiões distintas, numa rivalidade frequentemente comparada, entre fãs da cultura japonesa, à clássica SP x RJ.
Ao levar a aventura para Okinawa, os desafios não se limitaram apenas à cultura local. Um dado que chama atenção é que cerca de 360 personagens foram desenvolvidos em “apenas” oito meses de trabalho.
Seguindo a tradição da série de recriar cenários reais, Yakuza 3 apresenta Downtown Ryukyu, baseada no distrito de Makishi, em Naha. Diversos pontos icônicos da região, como o Mercado Público, ganharam versões próprias dentro do jogo, sempre com nomes semelhantes, algo bastante conhecido entre os fãs da franquia.
Em 2018, o jogo recebeu uma remasterização para PlayStation 4. Foi nesse momento que o público ocidental pôde finalmente conhecer Yakuza 3 sem cortes. Em 2009, o lançamento original havia chegado ao Ocidente com diversos conteúdos removidos, e apenas com a remasterização foi possível jogar a versão idealizada originalmente pelos desenvolvedores.
Okinawa
Mercado que serviu de inspiração pro jogo em Okinawa
Composta por 169 ilhas, Okinawa é o arquipélago Ryukyu, localizado no extremo sul do Japão. Ryukyu refere-se ao antigo povo indígena da região, cuja influência cultural permanece viva até hoje, inclusive refletida no estilo de luta de personagens mais recentes da franquia, como Kasuga Ichiban.
A região foi oficialmente anexada ao Japão em 1879, durante a Restauração Meiji. Por sua proximidade com Taiwan e a China, Okinawa desenvolveu uma identidade própria, incluindo uma língua distinta. Curiosamente, esse dialeto hoje se mantém mais vivo no Brasil do que na própria região, graças à grande comunidade okinawana presente no país. Muitos habitantes de Okinawa, inclusive, vêm ao Brasil para resgatar sua língua nativa.
E o que isso tem a ver com o jogo? Em Yakuza 3, boa parte do vocabulário, dos produtos e das referências culturais são típicos da região. Conhecer melhor Okinawa ajuda a entender o quão minuciosa foi a pesquisa realizada para retratá-la no jogo.
Okinawa também foi palco de intensos conflitos durante a Segunda Guerra Mundial, com cerca de 200 mil mortos. A região só foi devolvida ao Japão em 1972 e, até hoje, mantém bases militares americanas, fator que contribuiu para a formação de uma cultura ainda mais singular em relação ao restante do país.
Na cultura pop, Yakuza 3 dialoga com essa identidade própria, assim como o cinema e a música japonesa, com artistas como Mika Nakashima, Gackt e Namie Amuro destacando a cultura okinawana e dando brilho próprio à região.
Goya Créditos: Coisas do Japao
Quando um personagem menciona não gostar de Goya em Yakuza 3, vale lembrar que se trata de um legume típico da região, conhecido no Brasil como melão-amargo ou melão-de-São-Caetano, bastante presente na culinária japonesa e encontrado em mercados especializados por aqui.
Outro termo recorrente é Uchinanchu, usado para se referir a um nativo de Okinawa. Bastante comum em festivais da região, a palavra também ganha espaço dentro do jogo, reforçando ainda mais sua autenticidade cultural.
Yakuza 3 Kiwami
Começo do Yakuza 3 – Giuliano Peccilli
Retornamos a 2007, diretamente ao final da história de Yakuza 2. Com o fim da guerra contra a Aliança Omi, Kazuma Kiryu e Haruka Sawamura visitam os túmulos de Yumi e de outros entes queridos. Para novos jogadores, esses túmulos funcionam como um resumo dos acontecimentos de Yakuza 1 e 2, sendo ideais tanto para veteranos quanto para quem está começando agora.
É nesse momento que descobrimos que Kiryu recebeu a guarda de um orfanato em Okinawa, chamado Manhã Gloriosa. Ele leva Haruka para lá em busca de um novo começo, longe de seu passado como yakuza, tentando repetir os ensinamentos de seu pai adotivo, Shintaro Kazama.
No entanto, nada é simples. Após deixar Tóquio, Kiryu descobre que o orfanato está ameaçado de despejo, o que desperta sua fúria contra aqueles que desejam o terreno e passam a intimidar as crianças.
Paralelamente, sua despedida de Tóquio mostra Goro Majima ao lado de Daigo Dojima, que sucede Kiryu como presidente do Clã Tojo.
Em Okinawa, Kiryu descobre que o terreno do orfanato é cobiçado para a construção de um resort à beira-mar. Ao enfrentar a família Ryudo, ele demonstra respeito e tenta de todas as formas anular o despejo, mesmo com o chefe da família, Shigeru Nakahara, deixando claro que não há como voltar atrás. Existe ainda a suspeita de que tudo seja uma cortina de fumaça para a instalação de uma nova base militar, algo totalmente plausível quando se considera a história da região.
A trama se intensifica quando, em 2009, Daigo e Nakahara são baleados e a escritura do orfanato é roubada. O detalhe mais intrigante é que o atirador lembra muito Kazama, o pai adotivo de Kiryu, que até então era dado como morto.
Será que Kiryu conseguirá salvar o orfanato?
Dark Ties
Yoshitaka Mine – Giuliano Peccilli
Em Dark Ties, conhecemos Yoshitaka Mine, um empresário que fez sucesso no universo das startups, mas que agora precisa se reinventar. Ao analisar os valores surreais movimentados dentro do “mercado” dos clãs da Yakuza, Mine enxerga ali uma oportunidade real de crescimento.
Ele se aproxima de Tsuyoshi Kanda, recém-saído da prisão. Mine interfere em uma tentativa de estupro e ainda oferece dinheiro para que Kanda durma com as moças das casas de Kamurocho. Essa aproximação é fundamental para conquistar a confiança de Kanda e permitir que Mine coloque seu plano em prática, apresentando novas formas de enriquecimento para os clãs da região.
Kanda tenta reduzir Mine à posição de simples lacaio, mas falha miseravelmente. Ao contrário, acaba apresentando-o a algo muito maior, tornando Mine parte central de um novo esquema de poder.
É assim que Mine passa a demonstrar como parcerias entre grupos podem resultar na aquisição de terrenos inteiros, revendidos para empresas interessadas em abrir negócios na região. Esses acordos vão costurando sua influência dentro da história de Dark Ties, mostrando como ele construiu seu império e como suas decisões terão consequências diretas dentro de Yakuza 3.
Jogabilidade
Kiryu vestido como membro da gangue em Okinawa – Giuliano Peccilli
Yakuza 3 mantém o estilo de ação e aventura beat ’em up que combina perfeitamente com Kazuma Kiryu. É o clássico “dá porrada primeiro e pergunta depois”, parte essencial do DNA da franquia, com Kiryu descendo o sarrafo para tentar salvar seu orfanato.
O grande diferencial aqui é a introdução do Estilo Ryukyu, no qual Kiryu pode utilizar até oito armas diferentes em combate. Vindo diretamente de Okinawa, esse estilo é aprendido com um mestre local e se torna um dos principais elementos de identidade do jogo.
Além dele, temos o Dragon of Dojima, o estilo mais bruto e direto de Kiryu. Com chutes, giros e golpes já conhecidos pelos fãs, agora apresentados em sua versão Kiwami.
Tudo aquilo que tornou a série conhecida está de volta: mapas das cidades, lojas de jogos, o telefone do personagem e até pequenos detalhes estéticos. Como o jogo foi originalmente pensado em 2009, essa experiência acaba funcionando como uma verdadeira “volta no tempo”, com elementos curiosos como a personalização do celular com pedrinhas, antenas e outros enfeites.
Você vai evoluindo seu personagem e melhorando as técnicas dele – Giuliano Peccilli
Diferente de Yakuza Kiwami 1 e 2, lançados recentemente pela SEGA, Yakuza 3 traz uma pegada mais próxima dos títulos modernos da franquia. Essa diferença fica clara durante a jogatina e acaba tornando a experiência ainda mais interessante do ponto de vista do jogador.
Já em Dark Ties, os inimigos se mostram mais poderosos logo no início. Isso força Yoshitaka Mine a abandonar sua postura mais centrada e lutar de forma brutal, utilizando técnicas de shoot-boxing e o ainda mais agressivo Dark Awakening. Os golpes são mais elaborados do que em Yakuza 3, exigindo esse tratamento para um personagem que existe justamente para desmontar os clãs a seu favor.
Apesar das peculiaridades de cada um, Yakuza 3 Kiwami e Dark Ties apresentam jogabilidades bastante semelhantes, funcionando como lados diferentes de uma mesma história.
Localização
Giuliano Peccilli
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties segue o ótimo trabalho de localização que a franquia vem recebendo em português. O jogo traz aquele “jeitão” mais de gueto na forma como os personagens se comunicam, algo já característico da série.
O grande diferencial aqui está na decisão de não adaptar termos específicos de Okinawa. Personagens se apresentam como Uchinanchu, falam sobre comidas regionais como goya, e até placas e legendas exibem diferenças entre o que é falado em okinawano e o que aparece em japonês. Esse cuidado reforça a apresentação da cultura local.
Considerando que o Brasil abriga a maior colônia japonesa fora do Japão e mantém viva a língua de Okinawa, a escolha de preservar esses termos no original torna a experiência ainda mais interessante para quem conhece um pouco da história da região.
No demais, a tradução segue o padrão já conhecido da franquia, agradando pela naturalidade e pela adaptação cultural bem pensada.
Customização da legenda – Giuliano Peccilli
Tecnicamente, o jogo oferece diversas opções de customização, como tamanho da legenda, exibição do nome do personagem que está falando e níveis de transparência, permitindo que a experiência seja totalmente ajustada ao jogador.
Jogando no Nintendo Switch 2, mesmo gostando da configuração padrão, é positivo poder aumentar o tamanho das legendas e reduzir a transparência, especialmente ao utilizar o console no modo portátil.
Karaokê e Minigames
Não pode faltar karaokê – Giuliano Peccilli
Não tem como falar de Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties sem mencionar seus minigames. Logo no início, já é possível levar Kiryu e Haruka para o karaokê, onde se pode escolher entre diversas músicas, incluindo a clássica Baka Mitai (Eu sou um tolo).
O sistema segue o ritmo tradicional de apertar os botões no momento certo, garantindo uma experiência divertida. Haruka conta com duas músicas próprias, enquanto Kiryu possui uma seleção maior de canções para cantar.
Para quem frequenta os karaokês do bairro da Liberdade, o equipamento da Joysound é extremamente parecido com o que vemos no jogo, criando uma sensação curiosa e bastante familiar ao jogar tudo isso totalmente traduzido para o português. O jogo também oferece a opção de idioma japonês no Switch, o que torna a experiência ainda mais reconhecível para quem já teve contato com a versão original.
Nota do karaokê – Giuliano Peccilli
Além do karaokê, o jogo inclui 12 títulos da SEGA oriundos do Game Gear, espalhados pelas casas da SEGA. Entre eles estão Galaga 2, Fantasy Zone Gear, Sonic Drift e Streets of Rage.
Opinião
Giuliano Peccilli
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties entrega uma experiência verdadeiramente “definitiva” quando o assunto é Yakuza 3. Ao oferecer também um jogo totalmente novo com Dark Ties, o pacote foge da mesmice e se consolida como um dos melhores trabalhos do Ryu Ga Gotoku Studio.
Mais do que comemorar os 20 anos da franquia em grande estilo, o jogo foi atualizado e aproximado dos títulos mais recentes. Isso torna a experiência mais atrativa, especialmente para quem acompanha vários lançamentos da série ao mesmo tempo, considerando que os jogos da franquia são longos e nem sempre é possível concluir um antes do próximo lançamento.
Com uma jogabilidade fluida, uma história de fundo sólida e, na minha opinião, o melhor personagem da série, Kazuma Kiryu, Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties ainda oferece a oportunidade de jogar tudo isso em português. São muitos pontos positivos não apenas para quem busca um bom jogo de ação, mas também para fãs da cultura e da história do Japão.
Com um forte jeitão de “dorama”, Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties é viciante e, ao estar disponível em consoles portáteis como Steam Deck e Nintendo Switch 2, se torna uma ótima experiência tanto para jogar em casa quanto para levar consigo, seja no almoço do trabalho ou no caminho de volta para casa.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties está sendo lançado para PlayStation 4 e 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.
Ficha Técnica
Nota: 5 (de 5)
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties
Desenvolvedora: Ryu Ga Gotoku Studio
Publicadora: SEGA
Gênero: Ação, Aventura, Beat ’em up
Plataformas: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Windows / Steam)
Durante o Nintendo Direct: Partner Showcase de 5 de fevereiro, a Nintendo abriu espaço para quem gosta de revisitar a história dos videogames, anunciando uma nova leva de títulos das linhas Arcade Archives 2 e Console Archives, pensadas para jogar tanto em casa quanto em qualquer lugar.
Entre os destaques imediatos está Console Archives Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos, que resgata a ação implacável do clássico com combates intensos, armadilhas mortais e uma atmosfera carregada de tensão sobrenatural. A missão é clara: atravessar hordas de inimigos e impedir os planos do imperador Ashtar, em um daqueles jogos que não aliviam e exigem precisão o tempo todo.
Para quem prefere algo mais leve, mas ainda cheio de adrenalina, Console Archives Cool Boarders aposta no espírito dos esportes radicais. Descidas em alta velocidade, curvas fechadas e manobras arriscadas transformam as montanhas nevadas em um playground para quem sente falta da era dourada dos games de snowboard.
E isso é só o começo. Ao longo de 2026, a coleção cresce com Arcade Archives 2 Rave Racer no Nintendo Switch 2 e Arcade Archives Rave Racer no Switch original, trazendo pistas coloridas, mudanças bruscas de elevação e aquela sensação clássica de arcade. Outros nomes como Doraemon, SONIC WINGS Special e mais títulos também estão confirmados para reforçar o catálogo.
Os primeiros jogos da nova fase do Console Archives ficam disponíveis ainda hoje, 5 de fevereiro, no Nintendo Switch 2.
Entre os anúncios mais tensos do Nintendo Direct: Partner Showcase de 5 de fevereiro, TOKYO SCRAMBLE chamou atenção pela proposta claustrofóbica e pela mistura de sobrevivência, furtividade e quebra-cabeças.
No jogo, o jogador assume o papel de Anne, uma sobrevivente presa em um complexo subterrâneo sob Tóquio, tomado por criaturas conhecidas como Zino, seres misteriosos que lembram dinossauros. Cada passo exige raciocínio rápido, decisões em frações de segundo e nervos de aço para escapar com vida.
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O título também aposta em colaboração, permitindo que até quatro jogadores ajudem Anne por meio do GameShare, localmente ou online via GameChat. TOKYO SCRAMBLE será lançado exclusivamente para Nintendo Switch 2 em 11 de fevereiro.
Durante o Nintendo Direct: Partner Showcase de 5 de fevereiro, a Bethesda confirmou que um dos RPGs mais influentes dos anos 2000 está pronto para voltar ao centro do mapa. The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered foi apresentado como uma reconstrução completa do clássico lançado originalmente em 2006.
A nova versão promete uma Cyrodiil mais viva do que nunca, com gráficos refeitos do zero, melhorias de desempenho e ajustes de jogabilidade que modernizam a experiência sem apagar sua essência. Tudo está de volta, dos personagens às armas, passando por itens icônicos como queijos, sweet rolls e aquele senso de liberdade que definiu o gênero.
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Além da campanha principal, o pacote inclui as expansões Shivering Isles e Knights of the Nine, garantindo a experiência definitiva para veteranos e novos jogadores. The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered chega em versões física e digital ao Nintendo Switch 2 em 2026.
Um dos anúncios mais sombrios do Nintendo Direct: Partner Showcase de 5 de fevereiro, PARANORMASIGHT: A Maldição da Sereia expande o universo da série com uma nova história independente e ainda mais perturbadora.
Ambientado na região costeira de Ise-shima, o jogo mergulha em lendas sobrenaturais envolvendo sereias, maldições e escolhas extremas. A narrativa se desenvolve por múltiplas perspectivas, incentivando o jogador a montar o quebra-cabeça aos poucos.
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Misturando terror psicológico, investigação e folclore japonês, PARANORMASIGHT: A Maldição da Sereia será lançado para Nintendo Switch em 19 de fevereiro.
Anunciado durante o Nintendo Direct: Partner Showcase de 5 de fevereiro, Kyoto Xanadu aposta em uma realidade alternativa onde Kyoto é a capital do Japão e esconde um labirinto tão perigoso quanto misterioso.
No jogo, o cotidiano escolar se mistura com batalhas intensas contra criaturas que emergem do grande labirinto conhecido como Xanadu. Entre aulas, laços sociais e confrontos sobrenaturais, o jogador alterna entre a vida comum e um mundo que ameaça engolir a cidade.
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A proposta combina RPG de ação, narrativa urbana e progressão de personagem, com forte foco em escolhas, vínculos e evolução dentro e fora do combate. Kyoto Xanadu chega ao Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch ainda em 2026.
Os dinossauros estão de volta, e agora em escala ainda maior. Turok: Origins aposta em ação intensa, exploração e combate cooperativo em um universo que mistura pré-história e ficção científica.
A proposta é simples e direta: enfrentar criaturas colossais, armas futuristas e uma ameaça alienígena que pode mudar o destino de vários mundos. Dá para jogar sozinho ou formar equipes online, reforçando o lado caótico e agressivo que sempre definiu a franquia.
Sobrevivência, mitologia nórdica e liberdade total definem Valheim, que finalmente desembarca no Nintendo Switch 2. O fenômeno indie coloca o jogador no papel de um guerreiro escolhido por Odin, explorando um mundo gerado proceduralmente repleto de criaturas, biomas hostis e desafios constantes.
A versão para Switch 2 foi pensada para aproveitar os recursos do console, incluindo suporte a vibração HD e novos controles, sem abrir mão do multiplayer online cooperativo, onde até dez jogadores podem explorar, construir e lutar juntos.
Um dos indies mais respeitados da última década retorna em versão definitiva. Hollow Knight chega ao Nintendo Switch 2 com melhorias gráficas, desempenho aprimorado e efeitos adicionais, mantendo intacta sua atmosfera melancólica e desafiadora.
Para quem já possui o jogo, a atualização é gratuita. Para quem nunca entrou em Hallownest, é a melhor porta de entrada possível.
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Hollow Knight Nintendo Switch 2 Edition já está disponível.
O Ermo nunca esteve tão portátil. Fallout 4: Anniversary Edition leva a experiência completa do RPG pós-apocalíptico ao Nintendo Switch 2, com todos os DLCs oficiais e uma tonelada de conteúdos extras do Creation Club.
É Fallout no seu estado mais livre: construir, explorar, tomar decisões moralmente duvidosas e lidar com as consequências em um mundo que nunca perdoa. A edição celebra os 10 anos do jogo com ajustes e conteúdos que expandem ainda mais o sandbox.
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Fallout 4: Anniversary Edition será lançado digitalmente no Nintendo Switch 2 em 24 de fevereiro de 2026, com versão física chegando em 28 de abril.
O chapéu, o chicote e a arqueologia voltam ao centro da ação com Indiana Jones e o Grande Círculo, nova aventura estrelada pelo personagem mais icônico do cinema. Ambientado em 1937, o jogo conecta eventos entre Os Caçadores da Arca Perdida e A Última Cruzada, apostando em exploração, quebra-cabeças e ação cinematográfica.
A experiência mistura furtividade, combate corpo a corpo e investigação em cenários que vão de universidades americanas a ruínas escondidas na Ásia. É Indiana Jones no modo videogame raiz: menos tiroteio desenfreado, mais inteligência, timing e curiosidade.