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Quase 10% dos jovens no Japão já são estrangeiros e número dobrou em 10 anos

Fonte: Pakutaso

O Japão está passando por uma transformação que não aparece só nos gráficos demográficos, mas no cotidiano das cidades, fábricas e escolas. Dados recentes mostram que 9,5% das pessoas na faixa dos 20 anos que vivem no país são estrangeiras. Em 2015, esse número era de 4,1%. Em apenas uma década, a proporção mais que dobrou e sinaliza que o Japão entrou em uma nova fase, especialmente quando o assunto é juventude e futuro.

Enquanto a população jovem japonesa encolhe por causa da baixa taxa de natalidade, estrangeiros se tornam cada vez mais presentes justamente na idade em que se trabalha, estuda, consome cultura e sustenta parte do sistema de seguridade social. Essa geração já não é coadjuvante: ela está no centro da engrenagem.

Menos nascimentos, mais chegadas

Entre 2015 e 2025, o número de japoneses entre 20 e 29 anos caiu em cerca de 1,03 milhão, totalizando 11,64 milhões. No mesmo período, o número de estrangeiros nessa faixa etária cresceu 68 mil por ano em média, chegando a 1,22 milhão. No total da população, estrangeiros ainda representam cerca de 3%, mas entre jovens adultos o impacto é muito maior e mais visível.

Esse movimento tem relação direta com mudanças nas políticas migratórias. O governo japonês passou a facilitar a entrada de estudantes e trabalhadores estrangeiros, especialmente para áreas como manufatura, agricultura e funções técnicas. A criação do sistema de “trabalho de desenvolvimento” (育成就労) reforça essa tendência, ao buscar formar profissionais e mantê-los no país por mais tempo.

Curiosidade que pouca gente comenta: o Japão praticamente não oferece caminhos simples para aposentadoria de estrangeiros. Resultado? Quem chega costuma ser jovem, em início de carreira ou de vida acadêmica. Isso ajuda a explicar por que a presença estrangeira é tão concentrada nos 20 e poucos anos.

Onde essa mudança aparece com mais força

O crescimento é um pouco maior entre homens, que representam 10,1% dos jovens adultos, enquanto as mulheres estrangeiras somam 8,9%. Mas o dado mais interessante surge quando o foco sai das grandes metrópoles.

Em 12 das 47 províncias, estrangeiros já passam de 10% da população na casa dos 20 anos. Gunma lidera esse ranking, com 14,1%, seguida por Gifu e Ibaraki. São regiões menos associadas ao turismo e mais ligadas à indústria, o que mostra que a transformação não está restrita a Tóquio ou Osaka. Ela está chegando ao Japão do dia a dia, aquele longe dos cartões-postais.

Desafios reais e um futuro em construção

A chegada de muitos estrangeiros a regiões historicamente homogêneas traz desafios claros. Prefeituras apontam dificuldades com integração cultural, ensino da língua japonesa e formação profissional. Em comunidades pequenas, o choque inicial é inevitável.

Ainda assim, cresce o entendimento de que esses novos moradores são essenciais para manter cidades vivas, empresas funcionando e serviços públicos de pé. Muitos gestores locais já veem a presença estrangeira como uma condição para a sobrevivência de suas comunidades.

Para quem sonha em morar no Japão, o cenário é mais complexo, mas também mais aberto do que no passado. O país continua exigente, principalmente com idioma e adaptação cultural, mas está, pouco a pouco, se tornando mais diverso na prática. Essa nova geração multicultural pode não mudar tudo de uma vez, mas já está redefinindo o que significa ser jovem no Japão hoje.

Texto com informações do Sora News e News.Jp

JWave participa do Paranerdia #233 | Quando a continuação é melhor que a original

Feita pelo ChatGPT

O Paranerdia segue firme como um dos espaços mais tradicionais do papo nerd nacional e, no episódio 233 – Continuação Melhor que o Original, recebeu a participação aqui do Giuliano Peccilli, conhecido por Juba-kun.

Ao lado de Alexandre NerdMaster e dos membros da equipe Paranerdia — Xiko do Couto, Pensador Louco e Joaninha Trekker, o episódio mergulha naquele debate que nunca morre: afinal, quais continuações realmente conseguiram superar seus filmes originais?

Sequência não é pecado (às vezes)

O papo passa por escolhas pessoais de cada participante, mas também entra em discussões clássicas e espinhosas:

  • Por Uns Dólares a Mais conta ou não como continuação?
  • Por que Tropa de Elite 2 precisou existir?
  • Qual é a melhor caracterização de personagem da história do cinema?

Tudo isso com aquele clima de mesa de bar nerd, cheio de referências, provocações e opiniões apaixonadas — do jeito que o Paranerdia sempre entregou ao longo dos anos.

Episódio pra ouvir até o fim

O programa ainda traz trilhas sonoras dos filmes citados, comentários da comunidade e links para projetos paralelos mencionados durante o cast. Um episódio com cara de fechamento de ano, mas com debate que continua rendendo.

Se você curte cinema, sequências polêmicas e discussões que vão além do óbvio, o episódio 233 do Paranerdia é parada obrigatória.

🎧 Já disponível nas plataformas de áudio. Vida longa e próspera.

The Neighborhood chega em janeiro com comédia sobre convivência e choque cultural

A sitcom The Neighborhood acompanha a mudança de uma família simpática do Meio-Oeste para Los Angeles e o choque imediato com a realidade do novo bairro. O maior obstáculo surge logo ao lado, quando o vizinho se mostra desconfiado sobre como aquela família vai se encaixar em uma comunidade diversa e cheia de regras não ditas.

Com humor leve e situações cotidianas, a série gira em torno do otimismo quase insistente do pai da família, que tenta, a todo custo, construir pontes, quebrar resistências e transformar a vizinhança em um verdadeiro lar. O resultado são conflitos culturais, diálogos afiados e momentos que equilibram comédia e comentário social.

The Neighborhood fica disponível a partir de 26 de janeiro.

Landman encerra a 2ª temporada em janeiro no Paramount+

Billy Bob Thornton as Tommy Norris in season 1, episode 10 of Landman streaming on Paramount+. Photo credit: Lauren “Lo” Smith/Paramount+.

O último episódio da 2ª temporada de Landman marca o ponto de maior tensão da série. No oeste do Texas, onde o petróleo move fortunas e destrói limites, Tommy Norris se vê pressionado por todos os lados. A M-Tex Oil aperta o cerco, Cami Miller surge como força decisiva e os fantasmas familiares tornam qualquer escolha ainda mais instável.

Landman segue apostando em um drama seco e brutal, onde sobrevivência não tem glamour e cada decisão cobra um preço alto. À medida que segredos vêm à tona, fica claro que algo está prestes a ruir, seja no negócio, nas relações ou no próprio protagonista.

O último episódio da 2ª temporada de Landman fica disponível no Paramount+ em 18 de janeiro.

Star Trek: Academia da Frota Estelar estreia em janeiro

Star Trek: Academia da Frota Estelar expande o universo de Star Trek ao focar em uma nova geração de cadetes que ingressam na lendária Academia da Frota Estelar. Unidos pelo ideal de esperança e otimismo, eles precisam provar que têm o que é preciso para se tornar oficiais enquanto enfrentam treinamentos rigorosos, amizades intensas, rivalidades inevitáveis e os primeiros sentimentos amorosos.

Além do drama juvenil e da convivência sob pressão, a série adiciona uma ameaça inédita que coloca não só a Academia em risco, mas também a própria Federação, conectando a formação desses jovens ao destino maior do universo Star Trek.

Star Trek: Academia da Frota Estelar estreia no Paramount+ em 15 de janeiro.

Pôster

IF estreia neste sábado (10) no Paramount+

O filme IF já está disponível com exclusividade no Paramount+ e aposta em uma história que mistura imaginação, afeto e melancolia na medida certa. A trama acompanha uma jovem que descobre ter a habilidade de enxergar amigos imaginários esquecidos por seus antigos criadores, abrindo caminho para uma aventura sensível sobre crescimento, memória e vínculos que o tempo insiste em apagar.

Com tom leve, visual criativo e apelo emocional direto, IF funciona tanto para o público infantil quanto para adultos que ainda guardam carinho pelas próprias fantasias de infância. É aquele tipo de filme que fala de despedidas sem perder o encanto, equilibrando humor e emoção sem exageros.

IF já está disponível no Paramount+ desde 10 de janeiro.

Aussie Shore volta em janeiro

A 2ª temporada de Aussie Shore já está disponível no Paramount+ e mantém a fórmula que fez o reality virar assunto. Um grupo de jovens divide casa, trabalho e noites intermináveis em Cairns, cidade onde a rotina vira apenas pano de fundo para excessos, conflitos e diversão sem filtro.

Com convivência 24 horas por dia, os novos episódios elevam o nível das tretas, alianças improváveis e decisões impulsivas, tudo embalado por festas que nunca parecem ter hora para acabar. É reality direto ao ponto, focado em personalidade, choque de egos e aquele prazer caótico de ver tudo sair do controle.

Aussie Shore 2ª temporada já está disponível no Paramount+.

Garota Sequestrada estreia em janeiro no Paramount+

Baseada no romance Babydoll, de Hollie Overton, Garota Sequestrada acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cuja rotina em uma pequena cidade inglesa é destruída quando Lily é sequestrada por Rick Hansen, um professor local acima de qualquer suspeita.

Após anos de cativeiro e abusos, Lily consegue escapar, mas descobre que a liberdade não significa recomeço fácil. O mundo seguiu em frente, a irmã mudou e o retorno à vida normal se mostra tão desafiador quanto a sobrevivência.

Estrelada por Alfie Allen e Jill Halfpenny, a série aposta em um suspense psicológico contido, mais interessado nas consequências do trauma do que no choque do crime.

Garota Sequestrada estreou no Paramount+ em 8 de janeiro.

HugELhee the Musical bate 3 milhões de views e vira novo fenômeno BL musical

O piloto de HugELhee the Musical acaba de ultrapassar a marca de 3 milhões de visualizações no YouTube, confirmando o que os fãs de BL tailandês já suspeitavam desde o anúncio do projeto. A produção, estrelada por NuNew Chawarin Perdpiriyawong e Zee Pruk Panich, conquistou o público antes mesmo de estrear oficialmente como série.

O alcance do piloto não veio por acaso. Musical, BL e comédia romântica rural não costumam dividir o mesmo espaço com tanta naturalidade, mas aqui a mistura funcionou rápido, impulsionada pela química já conhecida do elenco e por uma proposta que flerta com o exagero e o afeto na medida certa.

Assista gratuitamente no Youtube legendado em português

Rivalidade no interior, pegadinhas e sentimentos fora do controle

A história gira em torno da rivalidade entre dois chefes no interior da Tailândia. O conflito começa leve, quase infantil, com provocações e peças pregadas de um lado para o outro. O problema surge quando essa disputa começa a abrir espaço para sentimentos que nenhum dos dois planejava enfrentar.

O tom é de comédia romântica escancarada, com números musicais que surgem como extensão das emoções dos personagens. Tudo é mais intenso, mais dramático e mais divertido, como manda o manual do musical, mas sem perder o pé no BL contemporâneo.

Quando tudo resolve piorar de vez

Se o romance já não era simples, a situação do personagem de NuNew ganha novos obstáculos. Uma tia distante aparece para reivindicar as terras da família, jogando a estabilidade do personagem no caos. Para completar, surge um irmão gêmeo celebridade, trazendo confusão, comparações e aquela clássica dinâmica de identidades trocadas que fãs de dramas tailandeses conhecem bem.

Esse acúmulo de conflitos deixa claro que HugELhee the Musical não pretende ser apenas uma história fofa. O exagero é parte do charme, mas o roteiro também brinca com temas como herança, pertencimento e expectativa social.

Pôster

Elenco que conversa direto com o fandom

Além de NuNew e Zee, o elenco conta com nomes conhecidos do público BL e do entretenimento tailandês, reforçando o apelo do projeto. A presença de NuNew, especialmente, chama atenção não só pela atuação, mas também pelo lado musical, que se encaixa perfeitamente na proposta da série.

Para quem acompanha a trajetória do ator desde Cutie Pie, HugELhee the Musical soa quase como uma evolução natural, unindo atuação, canto e uma narrativa pensada para emocionar e divertir ao mesmo tempo.

Alcançar 3 milhões de views com um piloto é mais do que um bom começo. É um termômetro claro de interesse e expectativa. HugELhee the Musical já nasce cercado de atenção, teorias e pedidos por mais episódios, mostrando que o público BL segue aberto a experimentar novos formatos.

Com informações do Soju Boyslove

“Positivo, é seu” chega em janeiro ao Viki com um k-drama que começa do jeito errado

Entre as estreias de janeiro, Positivo, é seu chama atenção por não seguir o manual clássico do k-drama romântico. Nada de encontros tímidos, declarações ao pôr do sol ou destino conspirando em silêncio. Aqui, a história começa com uma noite casual entre duas pessoas que compartilham a mesma convicção: casamento não está nos planos.

A série chega ao Brasil como Viki Original em 18 de janeiro, apostando em uma comédia romântica invertida, mais direta, mais adulta e cheia de situações desconfortáveis que fazem parte da vida real, mesmo quando ninguém gosta de admitir.

Dois céticos, um problema impossível de ignorar

Kang Du Jun, interpretado por Choi Jin Hyuk, é um herdeiro chaebol de segunda geração que vive em função da empresa da família desde a morte do irmão mais velho. Emocionalmente contido e pragmático, ele não vê espaço para romance em uma rotina marcada por luto, responsabilidade e expectativas.

Do outro lado está Jang Hui Won, vivida por Oh Yeon Seo, uma mulher que construiu a própria carreira abrindo mão de relacionamentos. Crescer observando o fracasso do casamento dos pais e lidar com uma criação rígida fez com que ela escolhesse o trabalho como território seguro. Amor, para Hui Won, sempre foi sinônimo de risco.

O encontro entre os dois deveria terminar ali. Não termina.

Quando o improvável vira inevitável

A virada da história acontece quando Hui Won descobre que está grávida. Sem envolvimento emocional prévio, sem planos conjuntos e sem qualquer romantização, os dois são forçados a encarar uma relação que atravessa o ambiente corporativo, a vida pessoal e a pressão social que insiste em ditar como tudo deveria acontecer.

Positivo, é seu constrói seu humor justamente nesse choque. Dois adultos extremamente racionais tentando administrar algo que foge completamente do controle. O romance não nasce idealizado, mas negociado, questionado e constantemente colocado à prova.

Um k-drama mais afiado e menos açucarado

O grande mérito da série está em tratar o amor como consequência, não como ponto de partida. O roteiro prefere explorar constrangimentos, diálogos irônicos e conflitos práticos, usando o casamento como debate social e não como destino automático.

Adaptado do romance Positively Yours, de Lee Jeong, o k-drama mantém o tom contemporâneo da obra original e conversa com um público que já não se identifica tanto com narrativas excessivamente idealizadas. Aqui, errar faz parte, escolher dói e sentimentos surgem quando ninguém estava pronto para eles.

Por que vale entrar na conversa

Para quem acompanha k-dramas e busca algo além do romance tradicional, Positivo, é seu oferece personagens adultos, situações moralmente cinzentas e uma história que cresce justamente no desconforto. É o tipo de série que rende comentários semanais, opiniões divididas e boas discussões sobre escolhas, responsabilidade e afeto fora do script perfeito.

Positivo, é seu estreia no Brasil pelo Viki em 18 de janeiro.

Amor nas Entrelinhas mistura romance, mistério e jogo de identidades em estreia no Viki

O dorama chinês Love between Lines, que chega ao Viki em 9 de janeiro, aposta em uma premissa que conversa direto com fãs de séries asiáticas que gostam de romance com camada extra. Aqui, o primeiro encontro não acontece em um café ou corredor de escritório, mas dentro de um jogo de mistério de assassinato ambientado na China republicana, com direito a figurinos de época, identidades falsas e histórias encenadas.

É nesse espaço lúdico que Hu Xiu, interpretada por Lu Yu Xiao, cruza o caminho de Qin Xiao Yi, personagem vivido por Chen Xing Xu. O detalhe que muda tudo surge fora do tabuleiro: Qin Xiao Yi existe apenas no jogo, mas seu intérprete na vida real atende pelo nome de Xiao Zhi Yu. Quando os dois se reencontram longe dos cenários encenados, a sensação é de que o destino resolveu brincar junto.

Duas narrativas, um mesmo sentimento

A série se desenvolve em linhas paralelas que se espelham. De um lado, o jogo de investigação com seus segredos, pistas e personagens moldados para enganar. Do outro, a vida real, onde Hu Xiu ainda lida com o desaparecimento repentino do noivo e tenta se reconstruir emocionalmente. A transição entre esses dois mundos é o grande charme da narrativa, já que o espectador passa a questionar, junto com os protagonistas, o que é performance e o que é sentimento genuíno.

Essa estrutura faz com que Amor nas Entrelinhas vá além do romance tradicional. O suspense do jogo de assassinato adiciona tensão, enquanto o contexto histórico empresta um clima melancólico e elegante, algo que fãs de doramas históricos e thrillers psicológicos tendem a apreciar.

Personagens que não cabem em rótulos

Hu Xiu não é a típica protagonista frágil. Mesmo abalada, ela se mostra curiosa, observadora e disposta a se permitir sentir novamente. Já Xiao Zhi Yu carrega o contraste entre o carisma do personagem que interpreta no jogo e sua personalidade real, mais contida. Essa diferença constante entre quem eles são e quem fingem ser cria conflitos interessantes e aproxima a série de discussões sobre identidade, escapismo e afeto na era da performance.

Curiosidades para quem gosta de ir além do episódio

Amor nas Entrelinhas é adaptado do webnovel Ga Xi, de Zu Le, bastante comentado por brincar com metalinguagem e relações construídas em espaços fictícios. A ambientação inspirada na República da China não é apenas estética: ela reforça a sensação de um mundo suspenso no tempo, quase como se o jogo fosse um refúgio emocional. Para quem acompanha a carreira de Chen Xing Xu, o drama também marca mais um papel que exige transitar entre personas muito distintas, algo recorrente em sua filmografia recente.

Por que colocar na lista

Com 28 episódios e exibição diária, a série tem ritmo pensado para maratonar, mas também entrega ganchos suficientes para discussões semanais. Amor nas Entrelinhas conversa com quem gosta de romances que não se resolvem rápido, histórias sobre encontros improváveis e aquela sensação clássica de dorama que mistura conforto e tensão.

Ficha técnica | Amor nas Entrelinhas

Título internacional: Love between Lines

Título original: 轧戏 (Ga Xi)

País: China

Ano: 2026

Gêneros: Romance, mistério, histórico

Episódios: 28

Duração: 45 min

Direção: Mao De Shu

Baseado no webnovel: Ga Xi, de Zu Le

Elenco: Chen Xing Xu, Lu Yu Xiao

Onde assistir: Viki

Peaky Blinders invade o PUBG MOBILE com skins, evento narrativo e voz de Thomas Shelby

Por ordem dos Peaky Blinders, o campo de batalha mudou de dono. PUBG MOBILE anunciou uma colaboração global com a série Peaky Blinders, em parceria com a Banijay Rights, levando o estilo afiado e a frieza estratégica da família Shelby direto para as partidas ranqueadas. O conteúdo já está disponível e fica no jogo até 5 de fevereiro de 2026.

A collab não é só cosmética. Além de skins completas, PUBG MOBILE traz itens, gestos, música icônica e até um evento narrativo que coloca o jogador no meio do submundo de Birmingham.

Jogue como um Shelby e imponha respeito

Os jogadores podem assumir a identidade de Thomas Shelby, Arthur Shelby e John Shelby, todos com visuais fiéis à série. O pacote inclui armas temáticas como a Foggy City SM Thompson, a clássica Boina Razor Newsboy, além da Mochila Locked & Loaded, perfeita pra quem gosta de entrar no gás já no drop.

Pra completar o combo de atitude, entram em cena novos gestos como Thumbs Up Approval e Menacing Stride, além do Pacote de Voz do Thomas Shelby, que basicamente transforma qualquer call em uma ordem direta do chefe da família.

Veículos, paraquedas e até decoração temática

A parceria vai além do loadout. Dá pra rodar o mapa com o Misty Soul UAZ, cair estiloso usando o Paraquedas Peaky Blinders e ainda personalizar o Modo Casa com a Decoração de Parede PUBG MOBILE x Peaky Blinders. É aquele tipo de collab que não deixa nenhum detalhe de fora.

The Shelby Trials traz história e escolhas para o jogo

O grande diferencial dessa colaboração é o evento The Shelby Trials, uma experiência narrativa dentro do jogo. A proposta é colocar o jogador em quatro cenários diferentes inspirados em momentos icônicos da série, acompanhando múltiplos protagonistas e tomando decisões que influenciam o desenrolar da história.

Aqui não é só atirar primeiro. Em alguns momentos, vale confiar na estratégia e na leitura do ambiente. Em outros, partir pra agressividade total. Ao completar os capítulos, os jogadores desbloqueiam recompensas exclusivas, como itens colecionáveis e pacotes de voz adicionais.

E sim, a trilha sonora também entrou no jogo. A clássica “Red Right Hand”, de Nick Cave and the Bad Seeds, pode ser ouvida durante o evento, garantindo aquela atmosfera pesada e estilosa que todo fã reconhece na hora.

Quando e como jogar

A colaboração entre PUBG MOBILE e Peaky Blinders acontece de 9 de janeiro a 5 de fevereiro de 2026. O jogo pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Google Play Store.

Seja pra quem é fã da série ou pra quem só quer meter medo no lobby com estilo, essa collab é daquelas que não passam despercebidas. Em PUBG MOBILE, agora não é só sobreviver: é sobreviver com classe, boina na cabeça e plano bem calculado.