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Hands-on | Persona 3 Reload

Lançado em 2024, Persona 3 Reload é a versão quase que definitiva do jogo criado lá em 2006, mas agora refeito com mecânicas atuais e para os consoles da nova geração. Com o lançamento do Nintendo Switch 2 em 2025, esse é considerado clássico dos RPGs modernos também chegando por aqui.

Durante o Brasil Game Show, tivemos a oportunidade de jogar a versão do Persona 3 Reload pra Nintendo Switch 2. Trazendo a boa experiência que o jogo já tem, Persona 3 Reload está belíssimo no console da Nintendo, mostrando que agora a Big N também pode finalmente receber a sua versão do jogo.

Mas vamos falar da história?

Em Persona 3 Reload, conhecemos Makoto Yuki, estudante recém-transferido para o colégio Gekkoukan, na cidade de Tatsumi Port Island. Makoto descobre a uma misteriosa 25ª hora em que o tempo para, as pessoas viram caixões e monstros chamados Shadows.

O curioso aqui que ele é único Persona-User que possui a habilidade de utilizar vários Personas diferentes durante as batalha. E aqui que ele vai entendendo sua natureza, quando vai investigando a Corporação Kirijo e ao lado Aigis, uma androide, começa a entender seu passado e os estranhos fatos da região.

Jogabilidade

Jogamos na versão Dock, com Controle Nintendo Pro para Switch 2 e precisamos fazer uma adendo aqui que este segue sendo um dos melhores controles das gerações atuais. Com melhorias para Switch 2, o controle é muito agradável e traz uma experiência levemente diferente do que no Playstation 5 e Xbox Series S e X, porém ao meu ver, o que melhor se encaixa nas mãos. Pode até soar tolo, mas quando comparado em especial com sua versão de Playstation 5, sentimos a experiência muito melhor aqui do que por lá.

E aqui na demo apresentada pela própria Atlus para nós, pudemos andar com Makoto Yuki pelo cenário, podendo desafiar alguns inimigos, podendo utilizar duas formas distintas de Persona-User nas batalhas. Algumas vezes não precisamos entrar em batalhas, podendo atacar inimigos de costas, o que torna a experiência menos repetitiva e até mais interessante em explorar os cenários do que só ficar lutando com inimigos em tela.

O jogo em si é bem natural e instantâneo, o que torna o aprendizado fácil e melhora e muito a sua jogabilidade em poucos minutos. É fato que analisar Persona 3 Reload, estamos falando do melhor que a Atlus tem a oferecer, justamente a produtora lapidar a experiência do jogador e oferecer o que tem de melhor, e justamente por isso que muito daqui ‘herda’ de outros jogos da franquia, como Persona 5. 

Localização

Sejamos francos que a franquia foi popular mesmo antes do suporte ao idioma português brasileiro, mas agora localizado, torna a experiência muito mais prazerosa e imersiva. E a Atlus, aqui junto da SEGA faz um trabalho exemplar, de fazer os personagens falarem o nosso idioma.

Com uma tradução despojada, animada e que consegue traduzir o que seus jogadores falariam e pensam, a Atlus acerta na medida. Sabemos que é um trabalho que a SEGA entrega com a mesma energia em títulos de outros personagens como Sonic, ou mesmo a série Like a Dragon, e Persona 3 Reload segue essa mesma linha.

Com tradução em texto, podemos mudar o idioma do áudio, sendo um acerto e até podemos dizer que um “padrão” que a SEGA e a Atlus tem atuado aqui no mercado brasileiro.

Opinião

Remake que elevou o clássico aos padrões atuais, Persona 3 Reload é uma boa forma de adentrar a franquia e conhecer o porquê que a série é tão popular entre os fãs de RPGs. Feita em Unreal Engine 4, o jogo é muito bonito e agradável de jogar, mostrando uma experiência agradável que mistura RPG tradicional com RPG de ação.

Com suporte ao português, o jogo não só é uma boa opção pra conhecer a franquia, mas também um ótimo título que chega ao Switch 2. E neste ponto, estamos sendo abastecidos com bons títulos que estavam presentes em outras plataformas, e agora chegam ao Switch 2 totalmente otimizados e não deixando dever a nada a concorrência.

Se você procura um RPG ou simplesmente uma boa história, Persona 3 Reload tem tudo para conquistar você.

Ficha Técnica

Persona 3 Reload

Desenvolvedora: P-Studio
Publicadora: Sega / Atlus (Japão)
Direção: Takuya Yamaguchi
Produção: Ryota Niitsuma, Kazuhisa Wada
Arte: Shigenori Soejima e equipe
Trilha sonora: Atsushi Kitajoh
Engine: Unreal Engine 4

Plataformas: PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S, Windows, Nintendo Switch 2
Lançamento: 2 de fevereiro de 2024 / Switch 2 em 23 de outubro de 2025
Gênero: RPG, simulação social
Modo: Um jogador

Agradecemos a assessoria da Sega Atlus no Brasil por ter convidado para testar antecipado o jogo para a produção desta matéria.

Hands-on | Ground Zero

Se você tem mais de 30 anos ou gosta de um jogo mais retrô quando o tema é survivor horror, provavelmente já jogou títulos como Resident Evil, lá no PlayStation 1. Com câmera travada e de uma época em que os bits ainda eram importantes, Ground Zero é o novo jogo da Malformation Games, distribuído pela Kwalee (que também recentemente lançou Town to City).

Aqui, o cenário é a Coreia do Sul, onde o caos se instalou depois que um meteoro atingiu a região. Tentando descobrir o que aconteceu, estranhos seres começaram a surgir, revelando uma contaminação presente em todos os lugares, algo que lembra os fungos de The Last of Us.

É nesse contexto que uma agente de elite, junto com seu parceiro de missão, segue para Busan a fim de averiguar o que ocorreu. Eles exploram cenários estranhos, tentando remontar fatos e juntar as peças de um quebra-cabeça recém-iniciado.

Com legendas em português brasileiro, tivemos a oportunidade de jogar Ground Zero e sentir a nostalgia em uma das surpresas deste ano.

A história

Conhecemos a agente Seo-Yeon e seu parceiro Evan, que percorrem o que restou de Busan. Eles estão ali tentando entender a situação enquanto decidem o melhor trajeto a seguir. Ground Zero apresenta dois caminhos: um mais fácil e outro mais difícil, deixando a escolha nas mãos do jogador.

Não vou negar que, ao reparar no tom retrô, optei pelo caminho mais fácil para entender o nível de dificuldade do jogo. Jogos antigos por natureza são mais desafiadores, então segui pelo parque de diversões para sentir o tom que o jogo iria oferecer.

Com cenários vazios, Ground Zero te pega no susto, podendo surgir um inimigo a qualquer momento. É no silêncio que vemos os primeiros zumbis deste mundo, humanos e até cachorros deformados, todos com um único objetivo: você.

Jogabilidade

Mesmo jogando no Steam Deck, a sensação raiz de estar em um console como o PlayStation 1 ou o Sega Saturn foi reproduzida com sucesso. Com câmera fixa, no estilo clássico de Resident Evil 2, cabe ao jogador mover-se pelo cenário para trocar o ângulo de visão, o que pode incomodar jogadores mais atuais, acostumados à liberdade de uma câmera personalizada.

Quanto ao controle, ele é natural para quem já jogou títulos do gênero. É possível carregar armas, montar equipamentos e encontrar itens de cura pelo cenário. Em alguns pontos, o jogo salva automaticamente, tornando tudo reconhecível e acessível.

Quando surge um zumbi, você escolhe sua arma, equipada com um laser para apontar onde deseja atirar. Pela câmera fixa, a experiência pode ser desafiadora no início, mas logo se torna instintiva.

Localização em português

Com cenas dubladas em inglês e coreano, o jogo pode ser apreciado com legendas em português brasileiro. Jogar em nosso idioma é um diferencial que eleva a imersão.

Com cutscenes em CG e exploração, tudo está bem localizado, incluindo menus, itens e descrições, o que facilita a experiência e mantém o jogador dentro do universo do jogo. Ponto positivo para a equipe de localização, que fez um ótimo trabalho.

Experiência no Steam Deck

Mesmo que o jogo não esteja oficialmente otimizado para o portátil da Valve, testamos Ground Zero no Steam Deck e a experiência foi excelente. Sendo um preview, era esperado que algo pudesse falhar fora do ambiente de PC, mas o jogo rodou 100% estável, mostrando-se totalmente compatível com o console.

A jogabilidade em modo portátil se adapta muito bem, sem dever nada à experiência em dock com controle tradicional. É claro que o tamanho do aparelho pode limitar um pouco a imersão para alguns, mas isso não prejudica o desempenho nem o prazer de jogar.

Opinião

Ground Zero é uma bela homenagem ao passado e prova que, às vezes, olhar para trás ainda pode render jogos tão interessantes quanto este. Apostando no que funcionou há quase 30 anos, a Kwalee pode reacender a chama do gênero.

É fato que jogar Ground Zero traz uma sensação próxima de Resident Evil, seja pelo estilo ou pela agente Seo-Yeon, que em alguns momentos lembra Claire Redfield com seu visual de agente. O que poderia soar negativo para alguns, para mim é um ponto positivo, um empurrão para se sentir “em casa”, com referências da cultura pop que ajudam na ambientação e evitam rodeios.

Sem data de lançamento anunciada, Ground Zero faz sua lição de casa ao entregar boa jogabilidade e uma narrativa envolvente. Agora, cabe ao jogador mergulhar nessa experiência e se divertir com o próximo lançamento da Kwalee.

Ground Zero


Desenvolvedor: Malformation Games

Distribuidora: Kwalee

Gêneros: Terror de Sobrevivência, Zumbis, Ação, Aventura e Tiro em Terceira Pessoa

Plataformas: PC via Steam

Data de lançamento: A ser anunciada

Agradecimentos a Malformation Games, Kwalee e a Masamune pela oportunidade de testar o jogo para produção deste conteúdo

Atrevida | Série tailandesa sobre fama e identidade estreia no Rakuten Viki

A série tailandesa “Atrevida” (Dek Gen Saep) chega ao Rakuten Viki com 4 episódios, explorando a busca por reconhecimento e os dilemas da geração conectada. No centro da trama está Bambi, interpretada por Suchada Sonpan (Mabelz PiXXiE), uma estudante do ensino médio que sonha em ser alguém fora do comum. Seu desejo parece se concretizar quando um vídeo que ela publica se torna viral, lançando-a ao universo da fama e dos influenciadores.

A ascensão e o preço da popularidade

Com o novo status, Bambi decide entrar em um cursinho frequentado por jovens de elite, acreditando que poderá conquistar novas amizades e um lugar entre os influentes. Porém, a realidade se mostra bem mais cruel do que o brilho das redes sociais sugere. Enquanto tenta se encaixar no novo grupo, percebe que é tratada como uma forasteira. Ao mesmo tempo, seus antigos amigos se sentem traídos, e a jovem passa a enfrentar um dilema entre lealdade e ambição.

“Atrevida” questiona o preço da visibilidade em uma sociedade que valoriza o extraordinário acima de tudo. Entre o glamour e a solidão, Bambi descobre que a fama pode custar caro — e talvez o verdadeiro reconhecimento não esteja nas curtidas ou seguidores.

Elenco jovem e promissor

Além de Mabelz PiXXiE como Bambi, a série traz Tony Anthony Buisseret como Pure, Charlette Wasita Hermenau como Dream, Phuwin Tangsakyuen como Diesel, Boom Saharat Thiempan como Mhong e Obey Punnavich Sirikiatvanit no papel de Tokyo. O elenco reúne nomes em ascensão no entretenimento tailandês, conhecidos por seus trabalhos em produções juvenis e dramas contemporâneos.

Bastidores e produção

A série tem roteiro de Oakey Kornkawin Chetchupayak e direção de Tung Panich Pongpanich e Aung Naruekorn Natakul, conhecidos por trabalhos que misturam crítica social e estética pop. Com episódios de cerca de 51 minutos, o dorama tailandês combina drama, juventude e romance, apresentando uma história intensa sobre a era digital e as pressões de ser visto.

Transmissão

“Atrevida” estreou em 20 de junho de 2025, com exibição na Tailândia pela One 31 e na plataforma oneD, e agora chega ao público internacional pelo Rakuten Viki.

Kim Ji Young, nascida em 1982 | Produção chega ao Brasil pela Rakuten Viki e reacende o debate sobre o papel da mulher na sociedade

Baseado no romance best-seller de Cho Nam-Joo, Kim Ji Young, nascida em 1982 acaba de estrear no Brasil pela Rakuten Viki. Estrelado por Jung Yu Mi e Gong Yoo, o longa é uma das adaptações mais intensas do cinema sul-coreano recente, retratando com sensibilidade o cotidiano de uma mulher que representa uma geração inteira.

A história acompanha Kim Ji Young, uma mulher que sonhava em viajar o mundo e ter uma carreira de sucesso em marketing. Depois de casar com Dae Hyeon e dar à luz a uma filha, seus planos são deixados de lado diante das pressões da maternidade e das expectativas sociais. Enfrentando depressão pós-parto, Ji Young começa a manifestar personalidades de outras mulheres, vivas e mortas, como sua mãe e avó. O marido, assustado, a convence a procurar ajuda médica, iniciando uma jornada de autodescoberta que expõe as feridas silenciosas da desigualdade de gênero.

Entre o cotidiano e a crítica social

Mais do que um drama psicológico, Kim Ji Young, nascida em 1982 é um retrato honesto do que significa ser mulher em uma sociedade moderna ainda marcada pelo machismo. O filme questiona o lugar da mulher na Coreia do Sul, um país que se tornou símbolo de desenvolvimento econômico e tecnológico, mas que ainda enfrenta uma forte desigualdade de gênero.

Pequenas injustiças atravessam a vida de Ji Young: o favoritismo pelo irmão homem, o assédio velado na escola e no trabalho, a pressão para abandonar a carreira e o julgamento social por ser mãe em tempo integral. Tudo é mostrado de forma realista, sem melodrama, revelando a estrutura que aprisiona gerações inteiras.

Do livro ao movimento social

O filme é inspirado no romance “Kim Jiyoung, nascida em 1982”, publicado em 2016 pela editora Minumsa, que se tornou um fenômeno cultural. Escrita por Cho Nam-Joo, a obra vendeu mais de um milhão de cópias e deu voz a uma geração de mulheres que se sentiram invisíveis.

A autora, ex-roteirista de televisão, afirmou que Ji Young é “um recipiente que carrega as experiências de todas as mulheres coreanas”. Sua intenção era provocar debate, e conseguiu. O livro foi rapidamente associado ao movimento feminista contemporâneo sul-coreano, ganhando força em meio ao #MeToo e ao Escape the Corset, que contestava os padrões de beleza e comportamento impostos às mulheres.

A Coreia de 1982 e a Coreia de hoje

O título não é aleatório. Kim Ji Young nasceu em 1982, ano que marca o início de uma nova geração de mulheres coreanas, criadas durante a transição do país para uma economia moderna, mas ainda presas a valores patriarcais.

Durante os anos 80 e 90, políticas de planejamento familiar priorizavam o nascimento de meninos, e as mulheres enfrentavam discriminação em escolas e empregos. Mesmo com leis recentes contra o assédio e a desigualdade, a Coreia do Sul ainda figura entre os países com maior disparidade salarial entre homens e mulheres entre as nações desenvolvidas.

Nesse contexto, a trajetória de Ji Young se torna simbólica: ela é a mulher comum que tenta existir entre o avanço social e a herança conservadora.

Repercussão e impacto cultural

O livro gerou debates acalorados e até polêmicas. Quando a cantora Irene (Red Velvet) revelou ter lido Kim Jiyoung, e alguns fãs não reagindo bem, até queimando seu photocard. O episódio evidenciou como o feminismo ainda é um tema sensível na Coreia. Por outro lado, artistas como RM (BTS) e Soo-young (Girls’ Generation) declararam apoio público à obra, ajudando a ampliar a discussão.

A história também alcançou o Ocidente: em 2020, o romance foi indicado ao National Book Award de Literatura Traduzida nos Estados Unidos e ao Prêmio Émile Guimet na França. No Brasil, o livro chegou pela Editora Intrínseca, conquistando novos leitores com sua prosa simples e contundente.

Um filme necessário e atual

Com direção de Kim Do-Young e roteiro de Yoo Young Ah, Kim Ji Young, nascida em 1982 não é um filme de respostas, mas de reflexões. Ele convida o público a observar o invisível, os gestos diários, as concessões silenciosas e o peso de ser mulher em uma sociedade que ainda cobra perfeição.

A estreia na Rakuten Viki permite que o público brasileiro conheça uma das obras mais marcantes da recente cinematografia coreana, uma produção que fala sobre feminismo, maternidade e identidade de forma universal.

Ficha técnica

Título: Kim Ji Young, nascida em 1982 (82년생 김지영)
Direção: Kim Do-Young
Elenco: Jung Yu Mi, Gong Yoo, Kim Mi Kyung, Kim Sun Young, Gong Min Jung
Roteiro: Yoo Young Ah, baseado no romance de Cho Nam-Joo
Gênero: Drama / Social
Origem: Coreia do Sul
Lançamento no Brasil: Disponível na Rakuten Viki
Editora do livro no Brasil: Intrínseca

Advogada de Divórcio | Dorama com Yuki Amami estreia na Netflix

A Netflix segue expandindo seu catálogo de doramas japoneses com a chegada de Advogada de Divórcio, estrelado por Yuki Amami, uma das atrizes mais respeitadas do Japão. Exibida originalmente pela Fuji TV em 2004, a série mistura drama humano, comédia e o cotidiano de uma advogada que precisa recomeçar do zero. O resultado é um clássico do dorama japonês que conquistou o público na época e retorna agora para uma nova geração.

Yuki Amami vive Takako Mamiya, uma advogada determinada

Em Advogada de Divórcio, Yuki Amami interpreta Takako Mamiya, uma advogada brilhante que passou no exame da ordem na primeira tentativa e se formou pela Universidade de Tóquio. Após se destacar em um dos maiores escritórios do país, ela decide abrir sua própria firma. No entanto, o que seria um novo começo se transforma em caos.

No primeiro dia de trabalho, os advogados contratados desaparecem, um contrato importante é cancelado e Takako descobre que o antigo escritório sabotou sua estreia. Sozinha, ela precisa montar uma nova equipe com pessoas improváveis, incluindo um estudante de direito que trabalhava como limpador de janelas (Tetsuji Tamayama), uma jovem sonhadora em busca de um marido rico (Rie Mimura), um advogado talentoso e difícil de lidar (Kuranosuke Sasaki) e um veterano de 62 anos que ainda tenta passar no exame da ordem (Masahiko Tsugawa).

Casos de divórcio e histórias de vida

Cada episódio apresenta um novo caso envolvendo casamentos, separações e conflitos familiares. Para Takako, acostumada a grandes causas corporativas, lidar com casos de divórcio parece pouco desafiador. Com o tempo, ela passa a enxergar o valor humano por trás de cada cliente e descobre que as emoções envolvidas em cada processo são muito mais complexas do que imaginava.

O dorama acompanha o amadurecimento da protagonista, mostrando que a justiça também está nas relações humanas. Entre momentos cômicos e situações emocionantes, Advogada de Divórcio equilibra humor e sensibilidade de um jeito que marcou os doramas jurídicos japoneses.

Um sucesso que virou franquia

O sucesso da primeira temporada resultou em duas continuações. O especial Rikon Bengoshi Special, exibido em janeiro de 2005, mostra Takako viajando para Nova York para resolver um novo caso envolvendo uma antiga colega de escola e um astro de cinema. Em seguida veio Rikon Bengoshi 2: Handsome Woman, transmitido entre abril e junho do mesmo ano, que explora novas facetas da vida profissional e pessoal da protagonista.

Na segunda temporada, o elenco ganha reforços de nomes como Asaka Seto, Nana Katase e Keiko Toda, mantendo o equilíbrio entre drama e comédia que tornou a série original um sucesso.

Ficha técnica

Advogada de Divórcio

Título original: 離婚弁護士 (Rikon Bengoshi)
Direção: Michio Mitsuno, Daisuke Tajima, Hiroaki Matsuyama
Roteiro: Kumiko Tabuchi, Koji Hayashi, Juri Takeda
Emissora original: Fuji TV
Episódios: 12
Exibição original: 15 de abril a 24 de junho de 2004
Elenco principal: Yuki Amami, Tetsuji Tamayama, Rie Mimura, Kuranosuke Sasaki, Masahiko Tsugawa
Idioma: Japonês
País: Japão

Onde assistir ao dorama Advogada de Divórcio

A série Advogada de Divórcio estreia em breve na Netflix, trazendo um dos doramas japoneses mais lembrados dos anos 2000. A produção combina humor, crítica social e uma protagonista feminina forte, o que a tornou referência em dramas jurídicos no Japão.

As continuações, Rikon Bengoshi Special e Rikon Bengoshi 2, ainda não estão confirmadas na plataforma, mas já fica a deixa para acompanhar a saga da Takako Mamiya, uma das personagens mais marcantes da televisão japonesa.

Com informações do Portal Netflix

A Melhor Professora | Com Mayu Matsuoka, dorama estreia em novembro na Netflix

A Netflix estreia no dia 2 de novembro o dorama japonês A Melhor Professora (The Greatest Teacher: Kyoushi Ikiru), produção que conquistou destaque no Japão em 2023 ao combinar suspense, drama escolar e viagem no tempo. Exibida originalmente pela NTV, a série chega agora ao streaming com uma história intensa sobre empatia, bullying e segundas chances, estrelada por Mayu Matsuoka e Mana Ashida.

Uma professora entre a vida e a morte

A trama acompanha Rina Kujo (Mayu Matsuoka), professora de química e responsável pela turma 3-D do colégio Horai. Ela mantém uma relação distante com seus alunos, mas tudo muda no dia da formatura, quando é empurrada do quarto andar da escola por alguém vestido com uniforme escolar.

No instante em que cai, Rina vê o rosto de seu agressor e pensa em apenas uma coisa: “Por que fui empurrada?” — antes de desejar não morrer. De repente, desperta um ano antes do acontecimento, diante da mesma turma, com a chance de mudar o futuro.

Sabendo que um de seus 30 alunos será o responsável por sua morte, Rina tenta se aproximar deles e compreender o que levou cada um a se tornar quem é. Entre os estudantes está Kanau Ugumori (Mana Ashida), uma aluna exemplar que vive sofrendo bullying, e que se tornará peça central no mistério que cerca o colégio.

Elenco jovem e atuações intensas

O dorama conta com Mayu Matsuoka (Hikari no Ou, Kamu Kamu Diner) no papel principal e Mana Ashida (Mother, Code Blue) como a aluna Kanau. O elenco jovem inclui Yumia Fujisaki, Soma Santoki, Hitomi Honda, Ririka Tanabe, Kanon Fujishima, Seishiro Kato, Airu Kubozuka, Rio Teramoto, Daiken Okudaira e Miku Tanaka, entre outros.

Entre os professores e adultos que completam o elenco estão YosiYosi Arakawa, Atsuhiro Inukai, Mijika Nagai, Kouhei Matsushita e Hiroki Ohchi, representando diferentes visões sobre a educação e os dilemas do mundo adulto.

Suspense e crítica social no mesmo dorama

Com roteiro de Masataka Tsubaki (3 Nen A Gumi) e direção de Yuma Suzuki, Takashi Ninomiya e Kento Matsuda, A Melhor Professora é mais que um suspense escolar: é uma crítica à sociedade japonesa e ao sistema educacional, explorando temas como isolamento juvenil, bullying e a importância do diálogo entre gerações.

O dorama se destaca por combinar mistério psicológico e drama humano, equilibrando momentos de tensão com reflexões sobre empatia e arrependimento. A narrativa se aproxima de produções como Kyo Kara Ore Wa!! e Life: Love on the Line, mas com um toque sobrenatural que amplia o impacto emocional da história.

Ficha técnica

Título: A Melhor Professora (The Greatest Teacher: Kyoushi Ikiru)
Direção: Yuma Suzuki, Takashi Ninomiya, Kento Matsuda
Roteiro: Masataka Tsubaki
Emissora original: NTV
Episódios: 10
Exibição original: 15 de julho a 23 de setembro de 2023
Audiência média: 5,9%
Idioma: Japonês
País: Japão

Quando e onde assistir

A Melhor Professora estreia dia 2 de novembro de 2025 na Netflix, com todos os episódios disponíveis mundialmente. O dorama é indicado para quem gosta de histórias de mistério, drama escolar e personagens complexos, e promete ser uma das estreias japonesas mais comentadas do mês.

Com informações do Portal Netflix

Hana-Kimi | Dorama clássico com Maki Horikita e Shun Oguri estreia na Netflix em novembro

O dorama japonês Hana-Kimi (For You in Full Blossom) chega ao catálogo da Netflix Brasil no dia 2 de novembro de 2025, trazendo de volta a história que conquistou fãs ao redor do mundo desde sua estreia original. Com 12 episódios, a série da Fuji TV combina comédia romântica e drama escolar em um cenário repleto de confusões e corações em disputa.

Enredo

Mizuki Ashiya (Maki Horikita), uma jovem atleta japonesa-americana, decide se transferir para o Japão para se aproximar de seu ídolo, o saltador Izumi Sano (Shun Oguri). O problema? Ele estuda na Osaka High School, um colégio apenas para meninos.

Disfarçada de garoto, Mizuki enfrenta o desafio de se adaptar à vida escolar masculina. A situação se complica quando Sano descobre seu segredo e começa a se apaixonar por ela, enquanto outro colega, Shuichi Nakatsu (Toma Ikuta), também se vê atraído pela jovem, sem saber de sua verdadeira identidade.

Elenco de apoio: Mayuko Iwasa, Yuma Ishigaki, Nobuo Kyo, Yuu Shirota, Junpei Mizobata, Ryo Tajima, Natsuki Harada, Shunsuke Daito e Goro Inagaki.

Direção e produção

Dirigido por Hidetomo Matsuda e escrito por Shogo Muto, Hana-Kimi manteve a audiência japonesa engajada durante sua exibição original. O dorama é um exemplo clássico de comédia romântica escolar, mesclando situações cômicas e dramas pessoais com a leveza que caracteriza os grandes sucessos da Fuji TV.

Maki Horikita e Shun Oguri

Maki Horikita, nascida em 6 de outubro de 1988 em Tóquio, é conhecida por papéis intensos em filmes como A Samurai Chronicle (2014) e Memoirs of a Teenage Amnesiac (2010). Seu desempenho em Hana-Kimi é lembrado como uma de suas atuações mais icônicas.

Shun Oguri, nascido em 26 de dezembro de 1982, começou a carreira jovem e se tornou um dos rostos mais queridos da TV japonesa, com destaque para Hana Yori Dango (2005) e filmes como Crows Zero (2007) e Gintama (2017). Sua interpretação de Sano combina charme e vulnerabilidade, consolidando-o como protagonista memorável.

Por que assistir Hana-Kimi na Netflix?

Mesmo anos após sua estreia, Hana-Kimi mantém relevância graças ao elenco carismático, ao humor leve e ao enredo que equilibra romance e drama juvenil. Para novos espectadores ou fãs antigos, a chegada do dorama à Netflix brasileira é uma chance de assistir à história de Mizuki, Sano e Nakatsu em qualquer lugar, com legendas em português.

Disponível para streaming na Netflix Brasil a partir de 2 de novembro de 2025, a série também está disponível por aqui na Rakuten Viki.

Ficha técnica

Hana-Kimi

Título Original: 花ざかりの君たちへ イケメン♂パラダイス

Diretor: Hidetomo Matsuda

Roteirista: Shogo Muto

Rede: Fuji TV

Episódios: 12

Exibição Original: 3 de julho – 18 de setembro de 2007

Idioma: Japonês

País: Japão

Elenco principal

  • Maki Horikita como Mizuki Ashiya
  • Shun Oguri como Izumi Sano
  • Toma Ikuta como Shuichi Nakatsu
  • Hiro Mizushima como Minami Nanba
  • Yusuke Yamamoto como Taiki Kayashima
  • Masaki Okada como Kyogo Sekime
  • Ryo Kimura como Senri Nakao
  • Mahiru Konno como Akiha Hara
  • Seiko Matsuda como diretora Tsubaki
  • Takaya Kamikawa como Hokuto Umeda

Com informações do Portal Netflix

Pray Speak What Has Happened | Com Masaki Suda, dorama estreia na Netflix

O aguardado dorama japonês Pray Speak What Has Happened estreou hoje na Netflix, trazendo à vida a vibrante Shibuya de 1984. Transmitido em simulcast com a Fuji TV no Japão, o episódio de estreia já está disponível para os assinantes brasileiros.

Escrito por Koki Mitani, renomado dramaturgo japonês, o dorama é uma obra original que reflete suas experiências pessoais. A trama segue um jovem diretor de teatro que, após ser expulso de sua própria companhia, encontra um novo propósito em um teatro obscuro de Shibuya. A história mergulha nos desafios, paixões e frustrações da juventude, explorando temas como identidade e autenticidade.

Elenco talentoso que dá vida à história

O protagonista Mitsunari Kube é interpretado por Masaki Suda, ator premiado e conhecido por seu talento versátil. Ao seu lado, Fumi Nikaido assume o papel de Rika Koda, uma dançarina misteriosa que cativa o público com sua presença enigmática. Ryunosuke Kamiki interpreta Shogo Horai, um escritor de TV inspirado na juventude de Mitani, trazendo profundidade ao enredo. Minami Hamabe completa o quarteto principal como Juri Egashira, uma personagem que adiciona complexidade à narrativa.

O elenco de apoio inclui Junki Tozuka, Mika Ahn, Sayaka Akimoto, Yoshihiro Nozoe, Satomi Nagano e Miu Tomita, cada um contribuindo para enriquecer a trama com performances marcantes.

Shibuya de 1984 como cenário vibrante

A produção se destaca pela recriação meticulosa de Shibuya nos anos 1980. O cenário detalhado transporta os espectadores para uma época de efervescência cultural, onde a juventude busca expressão e identidade. A ambientação não é apenas um pano de fundo, mas um personagem ativo que interage com os protagonistas, influenciando suas trajetórias.

Onde assistir

Pray Speak What Has Happened está disponível na Netflix, com episódios lançados semanalmente aos domingos.

Heroí ou Quase Isso | Oizumi Yo, Miyazaki Aoi e Dean Fujioka estrelam novo dorama da Netflix

O dorama japonês Heroí ou Quase Isso (Just a Bit Espers) estreia nesta quarta-feira, 22 de outubro, na Netflix, prometendo conquistar fãs de drama, humor e fantasia. Produzido pela TV Asahi, o seriado apresenta episódios semanais de 54 minutos, totalizando 10 capítulos.

Bunta (Oizumi Yo) é um salaryman que perdeu tudo: emprego, família e economias. Vivendo em internet cafés, ele recebe um convite inesperado para uma entrevista na misteriosa empresa Nonamare. Contra todas as expectativas, Bunta é aprovado e assume a função de leve esper, com a missão de salvar o mundo.

Sua vida cotidiana se transforma ainda mais ao dividir a casa da empresa com uma esposa excêntrica e lidar com a regra enigmática de que “não deve se apaixonar por ninguém”. O dorama mistura situações absurdas, drama pessoal e comédia leve, criando uma narrativa envolvente e única.

Elenco principal

  • Oizumi Yo (Bunta): Ator e personalidade da TV de Hokkaido, membro do grupo teatral TEAM-NACS. Atuou em filmes, séries e dublagens, incluindo Professor Layton.
  • Miyazaki Aoi (Shiki): Atriz reconhecida por Nana e Virgin Snow, iniciou sua carreira aos quatro anos. Além de atuação, se destacou na música e na cultura pop japonesa.
  • Dean Fujioka (Osuke): Multitalentoso, cantor de Yuri On Ice e ator, fluente em inglês, japonês e mandarim, com carreira sólida no Japão e internacionalmente.
  • Kitamura Takumi (Ichimatsu): Líder da banda DISH//, ator desde a infância, trabalha com grandes nomes do cinema japonês contemporâneo.
  • Okada Masaki (Kizashi): Atuou em filmes, dramas históricos e séries live-action como Gintama, acumulando prêmios e reconhecimento crítico.

Por que assistir Heroí ou Quase Isso

O dorama oferece uma combinação de drama humano, fantasia leve e comédia sutil, explorando temas como fracasso, reinício e pequenas conquistas da vida. A química entre Bunta e os demais personagens, somada à narrativa com regras misteriosas da Nonamare, cria momentos inesperados que prendem a atenção do público.

Com episódios semanais na Netflix, os fãs podem acompanhar a evolução de cada personagem, mergulhando na vida de Bunta e nos dilemas de um mundo onde salvar o planeta exige mais que coragem: exige equilíbrio entre dever e emoção.

Ficha Técnica

Heroí ou Quase Isso (Just a Bit Espers)

Título original: Just a Bit Espers
Título em português: Heroí ou Quase Isso
Tipo: Drama / Dorama
Formato: Série padrão
País: Japão
Episódios: 10
Duração: 54 minutos cada
Exibição original: TV Asahi
Estreia: 21 de outubro de 2025 (terça-feira)
Disponível na Netflix: Sim, episódios semanais

Chosen Home | Oikawa Mitsuhiro, Tegoshi Yuya e Shiratori Tamaki estrelam o novo dorama BL na Netflix

O jdrama BL “Chosen Home (Crônicas de um Lar)” estreou na Netflix Brasil esta semana, trazendo uma história de romance adulto, comédia e drama familiar. A série japonesa tem 10 episódios de 60 minutos e é exibida aos domingos pela NTV.

O enredo acompanha Hatano Genichi (Oikawa Mitsuhiro), um homem de 50 anos, que se apaixona por Sakuta Saku (Tegoshi Yuya), professor de ensino fundamental 12 anos mais jovem. Genichi propõe um passo ousado: comprar uma casa juntos, tornando a separação complicada. A situação se torna ainda mais inusitada com a chegada de Kusunoki Hotaru (Shiratori Tamaki), uma adolescente de 15 anos que exige: “Vou comprá-los. Por 30 milhões de ienes. Até me formar, finjam ser meus pais.”

Elenco de Chosen Home

O BL japonês de 2025 reúne atores que já conquistaram fãs de doramas e cultura pop japonesa. Oikawa Mitsuhiro, interpretando Genichi, é músico, compositor e ator com carreira premiada. Ele participou de séries como AIBOU e Grand Maison Tokyo e é fã declarado de Gundam e Kamen Rider, tendo interpretado seu personagem favorito em Super Hero Taisen GP: Kamen Rider 3.

Tegoshi Yuya, como Saku, é ex-integrante da boy band japonesa NEWS, cantor, ator e Youtuber. Sua interpretação traz carisma, tensão emocional e química intensa com Genichi, tornando o romance adulto realista e envolvente.

A jovem Shiratori Tamaki, no papel de Kusunoki Hotaru, equilibra a narrativa com humor e momentos fofos, criando uma dinâmica inesperada que envolve os protagonistas adultos. O elenco de apoio inclui Tanaka Naoki (Okabe Seiji), Shibuya Nagisa (Momose Madoka) e Sakai Maki (Inokashira Kyoko), que enriquecem a história com subtramas de amizade, família e cotidiano japonês.

Por que fãs de BL e doramas japoneses vão adorar

“Chosen Home” não se limita a mostrar o romance entre dois homens: explora intimidade, inseguranças e momentos cotidianos com humor e emoção. A química entre Oikawa Mitsuhiro e Tegoshi Yuya é o ponto central, enquanto Kusunoki Hotaru adiciona leveza e situações inusitadas, criando uma narrativa que desafia padrões tradicionais de família e relacionamento.

Onde assistir e detalhes da série

Título: Chosen Home (Crônicas de um Lar)

Formato: Série padrão, 10 episódios de 60 min

País: Japão

Exibição: NTV, domingos

Streaming: Netflix Brasil

Elenco principal: Oikawa Mitsuhiro, Tegoshi Yuya, Shiratori Tamaki

Elenco de apoio: Tanaka Naoki, Shibuya Nagisa, Sakai Maki

Para fãs de BL, “Chosen Home” é uma mistura envolvente de romance adulto, drama familiar e momentos cômicos, com protagonistas carismáticos e um enredo que promete emocionar e divertir na Netflix.

My Hero Academia | Segunda temporada estreia na HBO Max e no [adult swim]

O universo de My Hero Academia retorna com força total na HBO Max e no canal [adult swim]. A segunda temporada chega para ampliar a jornada de Izuku Midoriya, enquanto novos episódios de animes como Spy X Family, Black Clover e a estreia das duas temporadas de Dan Da Dan completam o cardápio de aventuras para os fãs.

My Hero Academia Segunda Temporada

Em um mundo onde 80% da população possui superpoderes, Izuku Midoriya nasceu sem nenhum Dom especial, mas nunca deixou de sonhar em se tornar um herói. Determinado, ele entra na academia de heróis mais prestigiada e enfrenta desafios que testam sua coragem, inteligência e habilidades.

  • 1ª parte da segunda temporada: estreia em 11 de novembro
  • Episódios finais: 18 de novembro
  • Primeira temporada completa: já disponível na HBO Max

A segunda temporada mostra Izuku e seus colegas enfrentando vilões cada vez mais perigosos, enquanto desenvolvem suas habilidades e fortalecem laços de amizade. Para quem busca anime de ação, superpoderes e heróis, esta é a temporada imperdível.

Outras Estreias de Animes na HBO Max e [adult swim]

Embora o destaque seja My Hero Academia, o final do ano traz ainda outras estreias para maratonar:

Dan Da Dan

A história de Momo Ayase e Okarun mistura mistério, poderes sobrenaturais e alienígenas.

  • 1ª temporada: 21 de outubro
  • 1ª parte da 2ª temporada: 28 de outubro
  • Episódios finais da 2ª temporada: 4 de novembro

Spy X Family – Segunda Temporada Já Disponível

O agente Twilight, sua filha telepática Anya e a assassina Yor seguem aventuras que misturam ação, humor e espionagem.

Black Clover – Terceira e Quarta Temporadas

Asta e Yuno continuam sua busca para se tornar o próximo Rei dos Magos.

  • 1ª parte da terceira temporada: 25 de novembro
  • Quarta temporada completa: 9 de dezembro

Por Que Assistir My Hero Academia na HBO Max

Com episódios disponíveis na HBO Max e no [adult swim], My Hero Academia garante uma experiência completa para fãs de anime shonen, superpoderes, ação e heróis. A plataforma oferece episódios em streaming para assistir onde e quando quiser, tornando o final de ano perfeito para maratonas.

PUBG MOBILE se une a Dying Light: The Beast em colaboração cheia de zumbis e ação

PUBG MOBILE, um dos maiores nomes do mobile gaming, acaba de anunciar sua primeira colaboração oficial com Dying Light: The Beast, o novo jogo de terror de sobrevivência da Techland. Até 4 de novembro, jogadores podem enfrentar Mordedores, Virais e Carregadores em Castor Woods, espalhados pelos mapas de Livik e Erangel, em partidas cheias de tensão e estratégia.

Cada zumbi traz um desafio distinto: os Mordedores atacam em bando, os Virais são rápidos e imprevisíveis, e os Carregadores, mais resistentes, possuem ataques poderosos capazes de derrubar e arremessar jogadores. Ao eliminar todos dentro do edifício de Castor Woods, o andar superior se torna uma zona segura, liberando itens exclusivos como taco de beisebol e a Seringa com Amplificador de Genoma Sintético. A seringa transforma o jogador no Modo Fera, aumentando mobilidade, reduzindo dano recebido e desbloqueando o Ataque Esmagador.

Expansão para Metro Royale e Mundo das Maravilhas

No Modo Metro Royale, a colaboração mantém a essência do gameplay temático, com a diferença de que a seringa se torna vendível ao concluir a partida com sucesso. Já no Modo Mundo das Maravilhas, ativo de 20 de outubro a 20 de dezembro, cinco tipos de zumbis — incluindo Carregadores, Virais e três variantes de Mordedores — aparecem em um mapa temático da colaboração. A atualização segue o lançamento do Mundo das Maravilhas 1.0, que expandiu ferramentas de criação e deu aos jogadores mais liberdade para desenvolver conteúdos únicos.

Eventos e recompensas exclusivas

Durante o período da colaboração, jogadores de PUBG MOBILE podem participar de um evento especial até 4 de novembro. Cumprindo missões, é possível desbloquear itens como avatar, moldura e conjunto inspirado em Kyle Crane, protagonista de Dying Light: The Beast.

No outro lado da colaboração, Dying Light: The Beast também recebe um evento temático, com missão secundária e atividades no mundo aberto. Concluir a missão garante recompensas exclusivas, incluindo conjunto de Kyle Crane, pintura para veículo, taco de beisebol, frigideira e pingente com a marca da parceria.

Comentários da Techland e Tencent Games

Tymon Smektała, Diretor da franquia Dying Light, afirma:

“Trabalhar com PUBG MOBILE foi um prazer, reunindo duas franquias icônicas de sobrevivência. Os jogadores poderão experimentar uma nova missão secundária com temas de lançamentos aéreos ainda este mês.”

Vincent Wang, Head de Publicações de PUBG MOBILE na Tencent Games, completa:

“Essa colaboração dá ao PUBG MOBILE a chance de trazer novas experiências e inimigos ao campo de batalha. Enfrentar zumbis, usar o poder da Fera e explorar a criatividade no Mundo das Maravilhas oferece novidades empolgantes para os jogadores, especialmente com o Halloween chegando.”

Disponibilidade

A colaboração está disponível até 4 de novembro nos modos temáticos e Metro Royale. O Modo Mundo das Maravilhas permanece jogável de 20 de outubro a 20 de dezembro. PUBG MOBILE está disponível gratuitamente na App Store e no Google Play Store, com todos os itens exclusivos da colaboração liberados durante o evento.