A ATLUS chegou com tudo na gamescom, trazendo novidades quentíssimas sobre Metaphor: ReFantazio, aquele RPG que já está fazendo todo mundo marcar o calendário. Durante a transmissão do Xbox @ Gamescom Livestream, tivemos a chance de ver um trailer novinho em folha e uma entrevista superinteressante com os dubladores dos personagens principais.
Trailer “Travel Beyond Fantasy”: A Jornada Começa
O grande destaque da apresentação foi o trailer “Travel Beyond Fantasy”, apresentado pelo próprio Katsura Hashino, diretor do Studio Zero. No vídeo, a gente acompanha o protagonista de Metaphor: ReFantazio em uma jornada épica rumo ao Royal Tournament. Ele precisa conquistar o apoio do povo do United Kingdom of Euchronia para ter a chance de se tornar o novo Rei e sentar no tão desejado Trono.
O trailer nos leva por vários cenários do jogo, dando um gostinho da campanha que o protagonista vai enfrentar. A cada passo, a expectativa só aumenta para explorar esse mundo de fantasia medieval que a ATLUS está preparando com tanto cuidado.
Dubladores em Ação
Além do trailer, rolou uma entrevista com Stewart Clarke e Kristin Atherton, as vozes inglesas dos personagens Strohl e Hulkenberg. Eles abriram o jogo sobre como foi se preparar para esses papéis e a experiência de mergulhar no universo mágico de Metaphor: ReFantazio.
Os atores falaram sobre os desafios de trazer autenticidade aos personagens em um ambiente tão rico e complexo. A conversa foi um prato cheio para quem curte saber mais sobre o processo criativo por trás dos jogos, especialmente em como a dublagem pode dar vida e profundidade às histórias.
Lançamento em Outubro
Metaphor: ReFantazio chega no dia 11 de outubro de 2024 e estará disponível para Xbox Series X|S, Windows, PlayStation 5, PlayStation 4 e Steam. Com uma narrativa que promete ser tão envolvente quanto os visuais, esse RPG já está na lista de desejos de muita gente.
Se você ainda não viu o trailer ou a entrevista, corre lá pra se preparar, porque esse jogo promete ser uma aventura e tanto!
Se você é daqueles que não consegue esperar por uma nova expansão de World of Warcraft, boas notícias: a jornada por “The War Within” já começou para quem garantiu a Epic Edition! A Blizzard liberou o acesso antecipado no dia 23 de agosto de 2024, então já dá para mergulhar fundo nessa nova aventura antes do lançamento oficial no dia 26.
Khaz Algar
Chegou a hora de explorar Khaz Algar, uma ilha misteriosa na costa oeste de Pandária. A cidade de Dornogal vai ser o novo hub dos aventureiros, mas o que realmente chama a atenção são as áreas subterrâneas. Prepare-se para encarar a forja de lava do Fosso Ressonante, se perder na Catedral do Abismo e enfrentar os nerubianos em Azj-Kahet. O mapa é enorme, cheio de detalhes e com aquele ar de “tem muita coisa pra descobrir aqui”.
Talentos Heroícos
Com “The War Within”, a personalização de classes deu um salto com os Talentos Heroicos. Esses talentos são inspirados em figuras lendárias do universo de Warcraft, como o Patrulheiro Sombrio e o Clarividente. Isso significa que dá pra ajustar sua classe de acordo com o seu estilo de jogo, deixando o personagem ainda mais afiado para enfrentar os desafios que vêm por aí.
Imersões
As Imersões são a nova forma de vivenciar aventuras em Azeroth. Esse conteúdo é dinâmico e pode ser jogado por grupos de 1 a 5 pessoas, sem aquele compromisso de passar horas em uma única missão. Além disso, as recompensas são bacanas, com uma nova trilha no Grande Cofre que vai te fazer querer participar de todas as Imersões disponíveis.
Bandos de Guerra
Se você é daqueles que joga com várias contas, os Bandos de Guerra vão simplificar muito a sua vida. Esse recurso faz uma reorganização total do gerenciamento de personagens, trazendo um banco para toda a conta, conquistas e reputações compartilhadas, e uma nova interface de seleção de personagem. Agora, trocar de personagem ou revisar suas conquistas ficou muito mais fácil e intuitivo.
Pilotagem Aérea
Quem curtiu a dragonaria em Dragonflight vai gostar ainda mais da Pilotagem Aérea em “The War Within”. Agora, várias montarias podem ser usadas com essa mecânica, e a Blizzard já prometeu mais opções ao longo da expansão. O sistema de voo clássico, agora chamado de voo estável, continua lá, mas a Pilotagem Aérea é onde a diversão está.
“The War Within” chegou para movimentar Azeroth de novo. Se você já garantiu sua Epic Edition, é hora de se equipar e explorar tudo o que essa nova expansão tem para oferecer. O acesso antecipado já começou, então não perca tempo e vá logo conferir o que espera por você nas profundezas de Khaz Algar!
Quem cresceu nos anos 90, com certeza tem um carinho especial por Mighty Morphin Power Rangers. Seja pela série de TV, seja pelos quadrinhos que expandiram esse universo de maneiras incríveis, a verdade é que a gente viu esses heróis evoluírem e se transformarem ao longo dos anos. Mas tudo que é bom chega ao fim, e depois de oito anos e mais de 100 edições, a saga da BOOM! Studios se despediu com Mighty Morphin Power Rangers: Darkest Hour #1.
Numa matéria especial da IGN, a roteirista Melissa Flores, que esteve à frente dessa reta final, falou sobre o impacto desses quadrinhos e o que os tornava tão especiais. “O Kyle Higgins, que começou essa nossa jornada, sempre dizia que ele não estava contando Power Rangers como era, mas como ele lembrava de como aquilo o fazia sentir”, ela comentou. E é bem isso. Esses quadrinhos deram uma nova vida aos personagens que amamos, aprofundando suas histórias e explorando o que significa ser um Ranger. Além disso, vimos o surgimento de novos personagens, como Lord Drakkon e a Ranger Slayer, que conquistaram nossos corações.
Darkest Hour
Antes de mergulhar em Power Rangers Prime, Flores teve a missão de concluir a saga de Mighty Morphin Power Rangers com “Darkest Hour”. E a Rita Repulsa alcançou novos patamares de poder, transformando-se na temível Mistress Vile. Durante a história, Mistress Vile traz uma ameaça ainda maior ao nosso universo: Dark Specter, que rasga o Morphin Grid, colocando todo o mundo em perigo. E aí, nossos heróis enfrentam uma batalha gigantesca para salvar o Morphin Grid e garantir que a Terra ainda tenha seus defensores.
Flores explicou que o objetivo era honrar cada arco anterior e criar uma história que falasse sobre a resiliência dos Rangers. “A ideia, especialmente depois da pandemia, é que o mundo pode nunca mais ser o mesmo, mas os Power Rangers não vão mudar. Eles sempre serão quem são, sempre vão lutar, sempre vão lutar como equipe e sempre vão proteger o mundo, mesmo quando tudo parece perdido.”
Power Rangers Prime
Mas calma, porque isso não é o fim da franquia. Pelo contrário, a BOOM! Studios não só continua com os Power Rangers, mas está dando uma nova cara a tudo. Chegou a vez de Power Rangers Prime, um reboot completo que promete reinventar toda a franquia.
Com Melissa Flores na escrita e Michael Yg, de Iron Fist, nos desenhos, Power Rangers Prime é uma nova porta de entrada para a série. O conceito lembra o que a Marvel fez com seu Universo Ultimate, trazendo uma pegada moderna e ousada para os heróis que a gente já conhece. A ideia é apresentar os Power Rangers de uma forma completamente nova, mas sem esquecer das raízes que nos fizeram amar essa equipe.
Mas o que foi o Universo Ultimate da Marvel?
Lançada em 2000, como parte do selo “Ultimate Marvel” esse selo foi uma tentativa de reiniciar e modernizar as histórias clássicas da Marvel, oferecendo uma nova perspectiva para heróis icônicos como o Homem-Aranha, os X-Men, o Quarteto Fantástico e os Vingadores (chamados de “Os Supremos” na linha Ultimate).
O objetivo era atrair novos leitores que poderiam se sentir intimidados pela longa e complexa continuidade do universo tradicional da Marvel. Com enredos mais contemporâneos e personagens redesenhados, a linha Ultimate reimaginou as origens e aventuras desses heróis, oferecendo uma narrativa mais ágil e adaptada aos tempos modernos.
Entre os títulos mais populares dessa linha estão “Ultimate Spider-Man”, que deu uma nova vida ao personagem Peter Parker, e “The Ultimates”, uma versão mais realista e sombria dos Vingadores. A linha Ultimate teve um impacto significativo no Universo Cinematográfico da Marvel, influenciando diretamente o tom e o estilo das adaptações para o cinema.
Apesar do sucesso inicial, a linha Ultimate acabou sendo descontinuada em 2015, com o fim de seu universo e a integração de alguns personagens ao universo principal da Marvel durante o evento “Guerras Secretas”. A série é lembrada por sua abordagem inovadora e por ter deixado uma marca duradoura na forma como os heróis da Marvel são retratados até hoje.
Este ano, o termo Ultimate voltou a ser utilizado em um novo universo da Marvel que traz os personagens com origens e consequências totalmente diferentes do universo tradicional. Sendo o que mais se destaca, o Homem-Aranha que tem uma família e se torna herói já adulto. Pelas declarações da Melissa, ela se refere mais ao conceito do Ultimate de 2000, do que esta versão criada recentemente pela Marvel.
O Futuro dos Rangers
Power Rangers Prime vem para marcar um novo capítulo na história dos Rangers, respeitando o legado de Mighty Morphin Power Rangers e, ao mesmo tempo, explorando novas possibilidades. Se você é fã de longa data ou está chegando agora, essa nova fase promete manter vivo o espírito dos Power Rangers que é sempre lutar pelo bem, em equipe, mesmo quando o mundo parece estar desmoronando.
Reboot nos quadrinhos normalmente são feitos para renovar público, sendo estratégias bastante normais por editoras como a Marvel e a DC Comics. No Brasil, revista da Turma da Mônica Jovem é um exemplo de reboot feito de tempos em tempos, apostando na renovação do público.
A aposta de Power Rangers Prime ao que tudo indica, segue esta proposta em renovar seu público.
No Brasil
Os quadrinhos de Power Rangers seguem sendo publicados no país pela IndieVisivel Press, tendo alguns crossovers publicados pela Pipoca e Nanquim.
Nesta quarta-feira, 28 de agosto, o Espaço de Cinema Augusta, em São Paulo, vai ser palco da pré-estreia de “ZÉ”, o novo filme do diretor mineiro Rafael Conde. Se você curte cinema nacional e tem interesse em histórias marcantes, essa é uma ótima oportunidade. Além de assistir ao filme antes de todo mundo, o público ainda vai poder bater um papo com o próprio Rafael Conde e com Samarone Lima, autor do livro que inspirou o longa.
Uma História Real que Ecoa
“ZÉ” não é só mais um filme sobre a ditadura militar. Ele traz à tona a trajetória de José Carlos Novais da Mata Machado, um jovem líder estudantil que trocou o conforto de uma vida segura pela luta contra a repressão militar no Brasil. A história é baseada no livro “Zé”, escrito por Samarone Lima, que fez um trabalho pesado de pesquisa em arquivos da repressão e conversas com quem viveu aquele período. A estreia oficial do filme nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de agosto, mas quem for à pré-estreia vai ter o gostinho de ser um dos primeiros a conferir essa história nas telonas.
Do Livro às Telas
foto_divulgação Zé
Caio Horowicz, que já deu as caras em “Califórnia” e “A Batalha da Rua Maria Antônia”, é quem dá vida a Zé no filme. E ele não está sozinho. O elenco ainda conta com Eduarda Fernandes, Samantha Jones, Rafael Protzner, Yara de Novaes e Gustavo Werneck. Mas o que diferencia “ZÉ” de outras produções sobre a ditadura é a abordagem mais íntima. Ao invés de focar na violência explícita, o filme mergulha nos dilemas pessoais e éticos dos personagens, mostrando o impacto do regime na vida daqueles que ousaram resistir.
Rafael Conde não é novato quando o assunto é explorar temas complexos no cinema. Com mais de 20 anos de carreira e passagens por festivais como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e o Festival Internacional do Rio, ele traz para “ZÉ” a mesma sensibilidade que marcou seus trabalhos anteriores, como “Fronteira” e “Samba-Canção”. A diferença é que agora, o diretor está revisitando uma história que tem tudo a ver com o momento atual do Brasil, onde as memórias da ditadura ainda geram debates acalorados. Para Conde, filmes como “ZÉ” são importantes exatamente por isso: para lembrar às novas gerações o que significou viver sob o regime de censura e repressão.
Data da Pré-estreia
Um filme que vai além da simples reconstituição histórica, que toca em questões humanas e ainda trocar uma ideia com o diretor e o autor do livro, a pré-estreia de “ZÉ” no Espaço de Cinema Augusta será nesta quarta-feira, 28 de agosto.
O cineasta brasileiro Sérgio Tréfaut, que desde 1975 tem chamado a Europa de lar, volta ao Brasil com uma retrospectiva completa de sua carreira. Batizada de “Regresso ao Brasil”, a mostra acontece no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro, entre 11 de setembro e 11 de outubro. Tréfaut, nascido em São Paulo, é filho de pai português e mãe francesa, e construiu uma trajetória sólida e impactante tanto em ficção quanto em documentário.
O Que Esperar da Mostra
A mostra é gratuita e vai rolar com 11 sessões de filmes, todas seguidas de debates com grandes nomes do cinema nacional, tipo Lucia Murat, Helena Solberg e Amir Labaki. E não é só isso: os filmes serão apresentados pelo próprio Tréfaut, então você já pode esperar conversas intensas e insights profundos sobre o que rola por trás das câmeras.
Os Filmes de Tréfaut
Entre os filmes que você vai poder conferir, tem “Outro País” (1999), que mergulha na Revolução dos Cravos em Portugal, “Fleurette” (2002), que toca nas feridas das relações familiares, e “Lisboetas” (2004), um retrato direto e sem filtros sobre os imigrantes em Portugal. E claro, o mais recente trabalho de Tréfaut, “A Noiva” (2022), que trata das complexas histórias das noivas do Estado Islâmico, também tá na programação.
Quem é Sérgio Tréfaut?
Tréfaut não seguiu o caminho tradicional das escolas de cinema, mas sua formação em filosofia pela Sorbonne e o tempo como jornalista em Lisboa moldaram sua abordagem única no cinema. Seus filmes são conhecidos por capturar a essência de comunidades ao redor do mundo, desde os campos de extermínio nazistas até os jardins do Palácio do Catete no Rio. Esse olhar amplo e crítico já rendeu a ele prêmios em festivais em Moscou, São Francisco, Sevilha, entre outros.
Informações e Programação
A mostra “Regresso ao Brasil” rola no Centro Cultural da Justiça Federal, de 11 de setembro a 11 de outubro, com entrada gratuita. Pra ficar por dentro de todos os detalhes e não perder nenhum filme, dá uma olhada no site oficial.
REGRESSO AO BRASIL
Centro Cultural da Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro)
OUTRO PAÍS (1999, 70’, documentário). Debate com Amir Labaki
Com: Sebastião Salgado, Glauber Rocha, Robert Kramer, Thomas Harlan, Pea Holmquist, Guy Le Querrec, Dominique Issermann
A Revolução Portuguesa (1974-75) vista por alguns dos maiores fotógrafos e cineastas internacionais que testemunharam o evento. Quais eram os seus sonhos e expectativas? O que ficou do sonho da revolução? Um documentário que revela arquivos históricos excepcionais.
FLEURETTE (2002, 80’, documentário). Debate com Helena Solberg
Uma história de família invulgar. Será que conhecemos as pessoas que nos são próximas? Será que queremos conhecê-las? Sérgio tenta compreender o passado de sua mãe, Fleurette, de 79 anos. Apesar da sua resistência inicial, pouco a pouco, Fleurette vai revelando quase uma outra vida, onde o amor esteve intimamente relacionado com a política – da França ocupada e da Alemanha nazista até à ditadura brasileira e à Revolução dos Cravos.
18/09
RAIVA (2017, 85’, ficção). Debate com Karen Harley
Com Isabel Ruth, Leonor Silveira, Hugo Bentes, Diogo Dória, Catarina Wallenstein
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, marcados pelo vento, pela miséria e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio sucedem-se numa única noite. Por quê? Raiva é um conto negro sobre o abuso e a revolta.
TREBLINKA (2016, 61’, ficção, ensaio). Debate com Sandra Kogut
Com Kirill Kashlikov, Isabel Ruth
Filmado entre a Rússia, a Ucrânia e a Polônia. Um trem-fantasma a caminho dos campos de extermínio. As vozes dos sobreviventes relatam o que não é possível mostrar. “Houve um tempo em que sonhei que este passado de horror nunca mais voltaria. Estava enganada. O passado está sempre aqui. É como se ainda hoje todos os trens me levassem para Auschwitz, Dachau, Treblinka.”
25/09
LISBOETAS (2004, 100’, documentário). Debate com Consuelo Lins
Um documentário musical sobre a onda de imigração que mudou Portugal no virar do século. Falado em 14 idiomas, Lisboetas é uma janela aberta para novas realidades: modos de vida, mercados de trabalho, direitos, cultos religiosos, identidades da imigração. Uma viagem a uma Lisboa desconhecida. Este filme foi o primeiro documentário a estrear em salas de cinema em Portugal e esteve mais de três meses em cartaz.
VIAGEM A PORTUGAL (2011, 75’, ficção). Debate com Edgar Moura
Com Maria de Medeiros, Isabel Ruth, Makena Diop, Rebeca Close
24 horas num aeroporto português. Entre todos os passageiros do seu avião, Maria, uma jovem ucraniana, é a única a ser detida pela polícia. A situação transforma-se num pesadelo quando a polícia percebe que o homem que a espera é senegalês. Imigração ilegal? Tráfico humano? Tudo é possível. Inspirado em um caso real, Viagem a Portugal é um retrato kafkiano da experiência da imigração.
02/10
A CIDADE DOS MORTOS (2009, 62’, documentário). Debate com Beth Formaggini
Some 1/2 million people inhabit the massive, 7km long cemetery that borders the easter side of Cairo. They form a complete civilization living on top of, within, and around the graves of their ancestors.
A Cidade dos Mortos, no Cairo, é a maior necrópole do mundo. Um milhão de pessoas vivem dentro dos cemitérios, onde há de tudo: padarias, cafés, escolas, teatros de fantoche. A Cidade dos Mortos é gigante mas funciona como uma pequena aldeia, onde as mães procuram o melhor partido para as suas filhas, os rapazes correm atrás das garotas e os vizinhos brigam todos os dias.
WAITING FOR PARADISE (2009, 14’, curta-metragem).
Todas as semanas celebram-se casamentos na Cidade dos Mortos. São festas que duram vários dias, sempre dentro do cemitério. Começam de manhã, no momento em que se prepara o colchão dos noivos. Dias mais tarde o processo culmina numa festa com músicos, regada a álcool, haxixe e dinheiro voando entre os túmulos. Exibido na mesma sessão que A Cidade dos Mortos.
ALENTEJO, ALENTEJO (2013, 98’, documentário). Debate com Quito Pedrosa
Com Grupos Corais do Alentejo
Este filme contribuiu para que o Cante Alentejano fosse declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO. No Sul de Portugal, dezenas de grupos corais amadores reúnem-se para entoar antigos cantos polifônicos. Nascido nas tabernas e nos campos, o Cante transmitiu-se ao longo de várias gerações. Alentejo, Alentejo é uma viagem musical e apaixonada pelos seus intérpretes.
09/10
PARAÍSO (2021, 85’, documentário). Debate com Ana Rieper
Um grupo de cantores amadores reúne-se todos os dias nos jardins do Palácio do Catete, antiga sede da Presidência do Brasil. Ao cair da tarde, homens e mulheres quase centenários revelam o sentido da vida através de antigas canções de amor. As filmagens deste documentário foram subitamente interrompidas pela pandemia e o filme se transformou numa homenagem a uma geração dizimada.
Com Maria de Medeiros, Pedro Fradique e a voz de Luís Miguel Cintra
Fábula musical inspirada no Banquete de Platão. Num monólogo sem pudor, o jovem aristocrata Alcibíades confessa as suas estratégias para conquistar o filósofo Sócrates – certo de que o saber pode ser transmitido por contato físico.
11/11
A NOIVA (2022, 81’, ficção). Debate com Lucia Murat
Com Joana Bernardo, Hugo Bentes, Lola Dueñas
Uma adolescente europeia foge de casa para casar com um guerrilheiro do Daesh. Torna-se uma noiva da Jihad. Três anos mais tarde a sua vida mudou dramaticamente. Vive num campo de prisioneiros no Iraque. É mãe de dois filhos e está grávida outra vez. Mas agora é uma viúva de 20 anos e será brevemente julgada pelos tribunais iraquianos. Quem é esta adolescente, após três anos de guerra e de lavagem cerebral?
Em uma das atuações mais marcantes da carreira de Nicolas Cage, Longlegs: Vínculo Mortal é a grande pedida do cinema de terror este ano.
Há filmes em que quanto menos a gente souber antes de vê-los, melhor, e Longlegs: Vínculo Mortalé certamente um deles. Isso é tão evidente que fica muito difícil produzir uma crítica sem entrar em muitos detalhes, especialmente para algo que me fez sair do cinema bastante surpreso com o que vi. Mesmo assim, o esforço valerá a pena se te convencer a sair de casa para conferir a mais nova produção de Oz Perkins.
Caso não tenha visto nenhum dos trailers e está embarcando de cara neste texto, fique tranquilo/a que farei o possível para revelar o mínimo possível sobre a trama, a fim de deixar que o filme fale por si só em sua sessão. O suficiente é dizer que Longlegs conta com uma das atuações mais marcantes de Nicolas Cage na tela grande, quem vem aproveitando uma grande fase, por assim dizer, de sua carreira, claramente se divertindo muito no papel do personagem que dá nome à obra.
Cuidado ao olhar para o abismo, ele vai acabar piscando de volta
Maika Monroe dá vida a uma agente do FBI chamada para auxiliar na investigação de misteriosos e hediondos crimes, todos interligados pela presença enigmática de um vilão até então não identificado, no decorrer de décadas. Não demora para a protagonista se adentrar até que demais em seu novo caso, levando-a a enfrentar os demônios em sua bagunçada mente. Nisso, a atriz entrega uma atuação incrível, dando a entender, de primeira, que se trata de uma mulher perturbada.
Por reviravoltas e muita tensão, transmitidas por meio de uma trilha sonora e silêncio pontuais, o filme traz uma história sem grandes surpresas, onde a atmosfera criada por tais artifícios e pelas excelentes atuações é que fazem dele algo especial. Mesmo podendo ver alguns aspectos da trama chegando, o modo com o qual Longlegs os transmitem é que provém a diferença dele quando comparado a outros filmes com pegada similar.
Participe da investigação, mas cuidado para não ser engolido por ela
Em seus 101 minutos de duração, ele nos leva em uma verdadeira jornada ao desconhecido, oferecendo os elementos para construir a narrativa e algumas pitadas de detalhes que os mais atentos irão devorar, agindo como pistas do rico pano de fundo dos acontecimentos do longa que nem sempre são necessariamente mostrados na luz da projeção, premiando aqueles que os percebem com algo a mais.
Dito isso, caso você não se ligue nesses elementos, não se sinta mal, porque o que o filme compartilha é mais que suficiente para agradar e muito aos adoradores do terror menos literal, mais ligado ao aspecto investigativo. Algo como a premiada série True Detective fez muito bem em sua primeira e quarta temporadas.
O que temos aqui é um filme muito bem construído por Perkins, algo que borra a linha entre o terror e o thriller, sem deixar de colocar todos na ponta dos dedos, esperando o próximo susto provido pela incrível edição, ou o horror criado pela nossa imaginação com as tenebrosas sugestões no decorrer dele.
Voltando à ideia do início do texto, a melhor maneira de se aproveitar Longlegs: Vínculo Mortal é chegar nele sabendo o mínimo possível do que se trata. Espero que o pouco que foi compartilhado aqui seja suficiente para levar você a curti-lo, seja no cinema ou em um streaming da vida depois de sair de cartaz. O mais importante é não deixar para trás esta que é uma das grandes pedidas do cinema do terror em 2024!
NOTA: 4,5
Direção: Oz Perkins
Roteiro: Oz Perkins
Produção: Dan Kagan, Brian Kavanaugh-Jones, Nicolas Cage, David Caplan e Chris Ferguson
Elenco: Maika Monroe, Nicolas Cage, Blair Underwood, Alicia Witt, Michelle Choi-Lee e Dakota Daulby
A Yellow Brick Games revelou, no Xbox Showcase da gamescom, um novo trailer de gameplay de Eternal Strands. Com a narração do veterano Mike Laidlaw, o vídeo mergulha os jogadores no mundo fascinante e desafiador deste jogo de ação e aventura. A previsão é que o título chegue para PC, Xbox Series e PlayStation 5 no início de 2025.
Ação e Exploração em um Mundo Dinâmico
O trailer oferece uma visão detalhada das mecânicas do jogo e do ambiente expansivo do Enclave. Os jogadores poderão explorar um mundo onde tudo é interativo e a criatividade é a chave. Desde a geada intensa em Glintwood Hollow até o calor escaldante de Upper Dynevron, o clima afeta diretamente a jogabilidade. A capacidade de escalar e interagir com praticamente tudo no ambiente será crucial para superar os desafios.
Um dos grandes atrativos é a batalha contra os Épicos, chefes gigantescos com habilidades únicas. O Épico Ark da Terra Assolada, por exemplo, é um adversário poderoso que permite a extração de fios para desbloquear novas habilidades mágicas. Esses chefes se movem entre os mapas, conectados por um acampamento central onde os jogadores podem forjar equipamentos e aprimorar suas habilidades.
Jeff Skalski, Produtor Executivo da Yellow Brick Games, ressalta a flexibilidade do jogo: “Os jogadores terão liberdade total para enfrentar os desafios da forma que preferirem. A Parede de Gelo, por exemplo, pode ser usada para congelar inimigos, criar escudos ou abrir novos caminhos em ambientes hostis.”
Conheça o Bando de Tecelões
O trailer também apresenta o Bando de Tecelões, os personagens que acompanharão Brynn na jornada. Dublados por um elenco notável, esses aliados são:
Brynn, o Ponto – Mei Mac
Oria, a Mentora – Pandora Colin
Dahm, o Feiticeiro – Alex Jordan
Sola, a Ferreira – Luyanada Unati Lewis-Nyawo
Sevastyan, o Aprendiz de Ferreiro – Kris W. Laudrum
Laen, o Sábio – Robyn Holdaway
Casmyn, a Quartel-mestre – Rebeccca Hanssen
Esses personagens são mais do que simples acompanhantes; eles ajudam a personalizar o equipamento de Brynn e oferecem suporte durante a jornada pelo Enclave.
Magia e Interatividade no Enclave
Eternal Strands se destaca pelo seu sistema de física avançado, que permite manipular o ambiente de maneira inovadora. A magia desempenha um papel central, permitindo que os jogadores alterem o clima e o terreno para ganhar vantagem nas batalhas. É possível congelar áreas, provocar incêndios e muito mais, tornando cada interação única.
A exploração do mundo promete ser rica e envolvente, com a possibilidade de escalar superfícies e descobrir segredos escondidos. Cada escolha e interação pode revelar novos caminhos e desafios, mantendo a experiência sempre fresca e empolgante.
Com lançamento previsto para o início de 2025, Eternal Strands está se destacando como um dos títulos mais aguardados do próximo ano. Com um mundo expansivo e dinâmico, uma jogabilidade inovadora e uma história envolvente, o jogo promete entregar uma experiência que vai atrair tanto veteranos quanto novos jogadores.
Na última gamescom 2024, durante a Xbox Broadcast, a SQUARE ENIX revelou um trailer inédito de LIFE IS STRANGE: DOUBLE EXPOSURE. O novo vídeo mergulha mais fundo nos poderes de Max Caulfield e o mistério envolvente que guia o jogo. O destaque vai para o retorno do poder de alternar entre linhas do tempo e a introdução da habilidade Pulse, que promete trazer novas camadas ao enredo.
Pulse: O Novo Poder de Max
Max não é mais a mesma. Agora, além de sua habilidade clássica de viajar entre linhas do tempo, ela conta com o Pulse. Esse novo poder permite que ela veja e ouça o que acontece em uma linha do tempo paralela antes de fazer qualquer alteração. É uma adição fundamental para desvendar os segredos e superar os desafios que surgem nas duas realidades simultâneas.
O Enredo
Max, a fotógrafa da Universidade Caledon, se vê em uma situação desesperadora ao descobrir a morte de sua amiga Safi. Ao tentar retroceder no tempo para salvá-la, Max acaba abrindo um portal para uma linha do tempo alternativa onde Safi ainda está viva, mas em perigo. Agora, Max precisa usar seus novos poderes para prevenir o mesmo crime que ameaça ambas as realidades. Um enigma complexo que exige não apenas habilidades, mas também uma mente afiada.
Lançamento e Edições
LIFE IS STRANGE: DOUBLE EXPOSURE chega no dia 29 de outubro de 2024 para Xbox Series X|S, PlayStation 5 e PC via Steam e Windows Store. A versão para Nintendo Switch virá um pouco mais tarde. O jogo será disponibilizado em três edições: Standard, Deluxe e Ultimate. Para detalhes sobre cada uma, dê uma conferida no site oficial.
A Striking Distance Studios, em parceria com a KRAFTON, Inc., acaba de levantar o véu sobre seu mais novo projeto, um título que promete sacudir o gênero roguelike: [REDACTED]. Marcado para o dia 31 de outubro, o jogo chega para Xbox Series X|S, PlayStation 5 e PC, oferecendo uma imersão total em um universo de ficção científica inspirado no mundo de The Callisto Protocol.
A Prisão Ferro Negro
Neste novo jogo, você vai se perder – e se encontrar – na Prisão Ferro Negro, uma instalação de correção de alta tecnologia na lua gelada de Júpiter, Calisto. O local é um verdadeiro caos: presos infectados e em mutação, sistemas de segurança quebrados e uma corrida frenética pela sobrevivência. Como um simples segurança, seu objetivo é escapar na última cápsula de fuga, e para isso, você vai contar com um arsenal de armas, vestes e armaduras. A sobrevivência exige muito mais do que sorte; é preciso estratégia e uma boa dose de coragem.
Lute, Morrer, e Tente Novamente
Se você curte o conceito de “tentar até não poder mais”, vai encontrar no [REDACTED] um verdadeiro playground. O jogo se inspira na fórmula clássica dos roguelikes, mas leva a experiência a um nível mais alto. Prepare-se para morrer e ressurgir, cada vez mais forte e mais esperto. A rejogabilidade é garantida, com uma infinidade de estratégias, progressões baseadas em mortes e uma série de atualizações para manter a adrenalina lá em cima. Cada tentativa oferece uma nova perspectiva, um novo desafio.
Ação e Sobrevivência
A Prisão Ferro Negro não é para os fracos. Armas de fogo, combate corpo a corpo e aprimoramentos são suas ferramentas de sobrevivência. A jogabilidade é intuitiva, mas dominar cada aspecto dela é um desafio em si. Entre ondas de inimigos e outros sobreviventes, você precisa se preparar para a ação constante e para cada nova surpresa que a prisão tem a oferecer.
A Última Morte
Prepare-se para encarar o seu último cadáver. No [REDACTED], morrer é apenas o começo. Ao enfrentar seu cadáver, você ganha acesso a experimentos de alta qualidade da sessão anterior. A pegadinha é que o cadáver terá as mesmas armas e habilidades que você tinha antes de morrer. A dificuldade aumenta com cada tentativa, tornando cada enfrentamento uma verdadeira batalha de titãs.
Não perca tempo, e dê uma olhada no trailer de revelação de [REDACTED] para um gostinho do que vem por aí. Fique atento às redes sociais (Facebook, e ao site oficial para mais detalhes e atualizações. Se você é fã de desafios intensos e jogos que desafiam a sua paciência e estratégia, o Halloween deste ano promete ser memorável.
Hoje, dia 22 de agosto, marca a chegada de O Corvo aos cinemas de todo o Brasil. Estrelado por Bill Skarsgård e FKA twigs, o filme é uma nova adaptação das histórias em quadrinhos criadas por James O’Barr, um marco na cultura gótica que influenciou gerações. Com exibições em mais de 150 salas pelo país, o longa é distribuído pela Imagem Filmes em parceria com a California Filmes.
A equipe do JWave já assistiu o filme e você pode ler a nossa crítica.
A História de Eric Draven
A trama segue Eric Draven (Bill Skarsgård) e Shelly Webster (FKA twigs), um casal de almas gêmeas marcado por um passado sombrio. Brutalmente assassinados, Eric é trazido de volta em uma busca implacável por vingança e pela chance de salvar seu amor verdadeiro. Essa jornada sombria entre vida e morte é dirigida por Rupert Sanders, conhecido por “Branca de Neve e o Caçador” e “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”.
A Visão do Diretor
Para Rupert Sanders, O Corvo é mais que uma simples história de vingança; é uma reflexão sobre perda, dor e o que somos capazes de fazer em nome do amor. “O Corvo é o anti-herói original. Sua história é sobre perdas trágicas e como lidamos com a dor. Trabalhar com Bill Skarsgård, que traz camadas de emoção complexa ao personagem, e com FKA twigs, cuja presença é sentida mesmo em sua ausência, foi uma experiência enriquecedora”, comenta Sanders.
Elenco e Trilha Sonora
Além dos protagonistas Skarsgård e FKA twigs, o elenco conta com nomes como Danny Huston, Jordan Bolger, Laura Birn e David Bowles. A trilha sonora, que complementa o clima sombrio do filme, reúne artistas renomados como Enya, Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott. Volker Bertelmann, vencedor do Oscar pela trilha de “Nada de Novo no Front”, assina a música do filme, enquanto Robin Brown é responsável pelo design de produção.
FKA twigs: A Estreia no Cinema
O Corvo marca a estreia de FKA twigs como atriz no cinema. Conhecida por sua música e produções visuais únicas, a artista encontrou em Shelly Webster um papel que ressoou profundamente com ela. “Eu queria interpretar Shelly porque ela parecia uma versão ampliada de mim mesma”, afirmou. Sua atuação ao lado de Skarsgård traz uma dimensão delicada e sombria ao romance do casal.
O Corvo chega hoje às telonas, prometendo uma experiência intensa e visceral para os fãs de histórias góticas e tramas de vingança. Se você é um daqueles que acredita que o amor verdadeiro nunca morre, este filme é para você.
O esporte sempre teve o poder de transformar vidas, mas o que acontece quando essa força se encontra com histórias de superação que vão muito além das medalhas? É isso que “Da Inclusão ao Pódio” quer mostrar. A série, que estreia dia 26 de agosto no sportv 2, mergulha de cabeça no universo dos atletas paralímpicos brasileiros, revelando as lutas, conquistas e, claro, as vitórias que fazem do Movimento Paralímpico algo tão único.
Mergulhando no Universo Paralímpico
Sob a direção de André Bushatsky, “Da Inclusão ao Pódio” não é apenas mais uma série documental. Com quatro episódios de 20 minutos, ela vai além dos momentos de glória para explorar o que realmente move esses atletas. Desde a infância até o alto rendimento, cada história é um exemplo de como o esporte pode ser uma ferramenta poderosa de inclusão e transformação. E não é só sobre o esporte – a série também toca em temas essenciais como representatividade e a importância de referências positivas para as próximas gerações.
Histórias que Inspiram e Transformam
A série apresenta nomes que fazem a diferença, como Carol Santiago, recordista mundial nos 50m livre de natação, e Alessandra Oliveira, medalhista de ouro nos Jogos Parapan-americanos de Santiago 2023. Também acompanhamos a ascensão de Gabriel Lucas Costa, jovem talento do parabadminton, e os relatos de Willians Silva de Araujo no judô. Essas histórias vão além das conquistas esportivas, mostrando a resiliência e a garra que definem o Movimento Paralímpico.
Esporte Como Ferramenta de Inclusão
Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e bicampeão paralímpico no futebol de cegos, reforça a importância da série. “Acreditamos que, com a série no sportv e na Globoplay, vamos atingir um público mais jovem, inspirando crianças e adolescentes a se envolverem com o esporte paralímpico”, diz ele. A série não só apresenta o esporte em si, mas também discute como ele pode ser um catalisador para a inclusão social.
Quebrando Barreiras, Um Episódio de Cada Vez
Cada episódio de “Da Inclusão ao Pódio” tem seu próprio foco, trazendo uma visão completa do esporte paralímpico no Brasil. O primeiro, intitulado “Tirem as Crianças de Casa”, trata da importância de incentivar crianças com deficiência a participar ativamente da sociedade, desafiando preconceitos e promovendo sua inclusão. Como comenta o diretor André Bushatsky, essa é uma conversa que precisa acontecer para que possamos, de uma vez por todas, deixar para trás os estigmas que ainda cercam o tema.
Além das Medalhas: O Que Rola nos Bastidores
“Da Inclusão ao Pódio” também te leva para além das competições, mostrando os bastidores do esporte paralímpico e as batalhas que esses atletas enfrentam para se manterem no topo. A série aborda questões como o mercado de trabalho para pessoas com deficiência e as políticas de inclusão que sustentam o Movimento Paralímpico no Brasil, sempre com um olhar sensível e comprometido.
Um Projeto que Faz a Diferença
Produzida pela Bushatsky Filmes e patrocinada pela Toyota, através da Lei do Audiovisual, a série mostra como o esporte pode ser uma ferramenta de inclusão social poderosa. “Apoiar projetos como este demonstra como o esporte pode promover a igualdade de oportunidades e inspirar a sociedade a valorizar a diversidade”, afirma Otacílio do Nascimento, gerente de comunicação corporativa da Toyota.
Onde e Quando Assistir
Se você curtiu a ideia, anota aí: os dois primeiros episódios de “Da Inclusão ao Pódio” vão ao ar no dia 26 de agosto, às 21h30, no sportv 2. Os dois últimos episódios serão exibidos no dia seguinte, 27 de agosto, no mesmo horário. E se perder na TV, relaxa, porque os episódios vão estar disponíveis na Globoplay logo depois da transmissão.
Core Keeper, o sandbox indie que conquistou uma legião de fãs, finalmente chega à versão 1.0 no dia 27 de agosto de 2023, marcando sua estreia não só no PC, mas também no PS5 e Xbox Series. Para esquentar os motores, o jogo está com acesso gratuito no Steam de 22 a 26 de agosto, garantindo aquele gostinho antes do lançamento oficial.
O Que Tem de Novo na Versão 1.0?
Depois de dois anos de muito trabalho e suor da Pugstorm, Core Keeper está trazendo uma enxurrada de conteúdos fresquinhos. Se você achava que já tinha visto de tudo nesse universo subterrâneo, prepare-se para ser surpreendido:
Novas Armas e Equipamentos: Porque ninguém quer encarar chefões só com uma picareta velha, né?
Novo Bioma: Mais terreno para explorar, mais segredos para desvendar.
Novos Chefes: Acha que é bom de combate? Esses novos monstros vão testar seu limite.
Novo PVP: Está na hora de mostrar quem manda, enfrentando outros jogadores em batalhas de tirar o fôlego.
Novo Sistema de Geração de Mundos: Cada partida, uma nova história.
Novas Classes e Habilidades: Hora de repensar a build do seu personagem, porque agora a coisa ficou séria.
Novos Pets e Itens Decorativos: Quem não ama um mascote fofo e uma base estilosa?
Aventura e Sobrevivência Sob a Terra
Core Keeper é mais do que minerar pedras e construir bases. É sobre se perder em um mundo subterrâneo cheio de possibilidades e perigos. O mundo é gerado proceduralmente, o que significa que cada vez que você desce à caverna, tem algo novo esperando para ser descoberto.
Explorar, minerar e construir não é só uma questão de sobrevivência, é o que te mantém avançando. Com recursos preciosos à sua disposição, você vai energizar o Núcleo, expandir sua base, e desbloquear novas tecnologias. Quer se destacar? Personalize sua base com estilo e crie os melhores equipamentos, porque aqui, quem fica parado é pedra.
Comida Caseira e Sobrevivência
Nem só de exploração vive um aventureiro. Em Core Keeper, você pode cultivar e cozinhar, descobrindo receitas que fazem muito mais do que matar a fome. Os ingredientes certos podem dar aquele bônus que faz toda a diferença em uma batalha difícil. Então, abra espaço para um pouco de jardinagem e experimente combinar os ingredientes para ver o que sai.
Jogue com a Galera e Explore Sem Fim
Core Keeper tem tudo para ser uma experiência social inesquecível. Com suporte para até 8 jogadores online, você pode convidar os amigos para explorar, lutar e construir juntos. Cada caverna, cada missão, tudo pode ser feito em equipe.
E se você acha que já viu de tudo, lembre-se: o mundo é gerado proceduralmente, então sempre tem algo novo para descobrir. A rejogabilidade é infinita, e o jogo sempre encontra uma forma de te surpreender.
O Reconhecimento que Core Keeper Merece
Com mais de um milhão de cópias vendidas, Core Keeper não é mais apenas um queridinho indie. Ele levou para casa prêmios como “Melhor Jogo Social de 2022” no TIGA Games Industry Awards e “Melhor Estreia de 2023” no Swedish Games Awards. Isso não é pouca coisa.
Última Chance para Conferir Gratuitamente
Se você ainda não se aventurou pelo mundo de Core Keeper, essa é a hora. Até 26 de agosto, o jogo está disponível gratuitamente no Steam. Então, prepara o pickaxe e o inventário, porque o subterrâneo te espera. E com a versão 1.0, o que já era bom ficou ainda melhor.