InícioGames“Crisálida” chega ao Steam e transforma luto em experiência interativa com foco...

“Crisálida” chega ao Steam e transforma luto em experiência interativa com foco em acessibilidade

Jogo brasileiro aposta em narrativa sensível e destina parte da renda para iniciativas inclusivas

O jogo brasileiro Crisálida já está disponível no Steam, trazendo uma proposta narrativa focada em temas como luto, memória e autoconhecimento. Desenvolvido pela Flameseed Productions, o título também se destaca pelo compromisso com acessibilidade, destinando parte da renda à AbleGamers Brasil.

Narrativa íntima e escolhas do jogador

Em Crisálida, o jogador acompanha Íris, uma mulher lidando com uma perda pessoal durante o isolamento de uma pandemia. A progressão acontece por meio da exploração de objetos e memórias, com estrutura de visual novel combinada a elementos de point-and-click.

O roteiro, assinado por Laís Faccin, aposta em storytelling ambiental e múltiplos finais, incentivando revisitas para explorar diferentes caminhos narrativos.

Acessibilidade como parte do projeto

Mais do que temática, a acessibilidade está integrada ao desenvolvimento. Parte da receita será revertida para a AbleGamers Brasil, que atua na inclusão de pessoas com deficiência por meio dos jogos. A equipe também conta com profissionais formados pelo programa Accessible Player Experiences (APX), voltado à criação de experiências mais inclusivas.

Produção e lançamento

O projeto marca a estreia da Flameseed Productions e foi desenvolvido por uma equipe majoritariamente feminina, com artes pintadas à mão pela artista MenyeB e trilha sonora com voz de Thais Durães. Crisálida já está disponível por R$ 9,99 no Steam, enquanto o bundle Iris’ Breath, que inclui trilha sonora e artbook, será lançado em 28 de abril por R$ 24,99, com preço promocional de R$ 14,99 no período inicial.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

Leia também