O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe, entre 30 de junho e 2 de agosto, a segunda edição da mostra Mestras do Macabro, dedicada ao trabalho de mulheres que ajudaram a transformar o cinema de horror nas últimas décadas. Com entrada gratuita, a programação reúne 38 produções nacionais e internacionais, entre longas e curtas-metragens, além de debates, cursos e encontros com convidadas.
Após o sucesso da primeira edição, a mostra retorna ampliando o espaço para diretoras, roteiristas, montadoras, fotógrafas e artistas que desafiaram convenções de um gênero historicamente associado a nomes masculinos. A seleção, assinada pela pesquisadora Beatriz Saldanha, percorre diferentes vertentes do horror contemporâneo, do cinema experimental às produções independentes e obras que alcançaram o circuito comercial.
Horror sob novas perspectivas
Entre os destaques da programação estão homenagens à videomaker norte-americana Cecelia Condit, referência do horror experimental, à cineasta francesa Marina de Van e à atriz brasileira Gilda Nomacce, presença marcante em produções nacionais do gênero.
A curadoria propõe uma leitura do horror como espaço de experimentação estética e política, explorando temas ligados ao corpo, identidade, gênero e transformação social. Segundo Beatriz Saldanha, a mostra busca ampliar a visibilidade de cineastas que tiveram papel fundamental na construção do gênero, mas que muitas vezes permanecem fora das discussões mais populares sobre cinema de horror.
Debates, masterclass e acessibilidade
Além das exibições, a programação inclui atividades formativas e encontros com o público. Entre eles estão a masterclass “Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror”, ministrada por Gilda Nomacce, o curso “A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror”, conduzido pela curadora da mostra, e debates dedicados ao horror experimental produzido por mulheres.
Sessões comentadas de produções brasileiras também fazem parte da programação, incluindo bate-papos com realizadoras e recursos de acessibilidade para ampliar o acesso às obras.
Ao reunir diferentes gerações e estilos de cineastas, a mostra reforça a presença feminina em um dos gêneros mais criativos e provocativos do audiovisual contemporâneo, transformando o CCBB Brasília em um dos principais pontos de encontro para fãs de horror e interessados em descobrir novas perspectivas do cinema mundial.
Perfeito. Para matéria, normalmente eu colocaria apenas o cabeçalho e deixaria a programação integral abaixo, sem resumir:
PROGRAMAÇÃO
30 de junho
- 19h – Hollywood 90028 (87 min | 18 anos)
1º de julho
- 19h – Garota Sombria Caminha Pela Noite (101 min | 18 anos)
2 de julho
- 19h – Mary Mórbida (103 min | 18 anos)
3 de julho
- 19h – Love Kills (97 min | 16 anos) – Sessão com recursos de acessibilidade via aplicativo
- Após a sessão: bate-papo com a diretora Luiza Shelling Tubaldini
4 de julho
- 19h – Evolução (81 min | 18 anos)
5 de julho
- 19h – Censora (84 min | 16 anos)
[…]
ATIVIDADES PARALELAS
- 3 de julho – Bate-papo com Luiza Shelling Tubaldini após a exibição de Love Kills.
- 8 de julho – Debate Horror experimental feito por mulheres com Juliana Gusman e mediação de Julia Maass.
- 25 de julho – Masterclass Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror, com Gilda Nomacce.
- 30 e 31 de julho – Minicurso A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror, com Beatriz Saldanha.
- 2 de agosto – Sessão de encerramento com pré-estreia de Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar.
ACESSIBILIDADE
- Love Kills (3 de julho) – legenda descritiva, Libras e audiodescrição.
- Criaturas 3 (11 e 30 de julho) – legenda descritiva.
- Virtuosas (2 de agosto) – legenda descritiva, Libras e audiodescrição.
Os recursos são disponibilizados pelo aplicativo MLoad, disponível para Android e iOS.
SERVIÇO
Mostra Mestras do Macabro (2ª edição) – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo
CCBB Brasília – SCES Trecho 2, Brasília (DF)
De 30 de junho a 2 de agosto de 2026
Entrada gratuita, com retirada de ingressos pelo site do CCBB ou na bilheteria física a partir das 9h do dia da sessão.
(61) 3108-7600
Mas, se você vai publicar a programação completa (todos os dias), eu simplesmente colaria exatamente como veio do release após o subtítulo “Programação Completa”, sem reformatar nem resumir. Isso costuma funcionar melhor para o leitor consultar datas e horários.

