O Brasil encara o Japão nesta segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Muito conhecido pelos brasileiros por sua influência na cultura pop, gastronomia e tecnologia, o país asiático também reúne histórias curiosas que ajudam a entender um pouco mais sobre a Terra do Sol Nascente.
Enquanto a bola não rola, confira quatro curiosidades sobre o primeiro adversário da Seleção Brasileira no mata-mata.
O Monte Fuji é um vulcão ativo
Um dos maiores cartões-postais do Japão, o Monte Fuji não é apenas uma bela paisagem presente em animes, filmes e fotografias. Com 3.776 metros de altura, ele também é um vulcão ativo.
Sua última erupção ocorreu em 1707, cobrindo cidades próximas com cinzas e causando impactos em diversas regiões do país. Mesmo sem atividades recentes, o Fuji continua sendo monitorado constantemente pelas autoridades japonesas.
O Japão possui climas completamente diferentes
Apesar da imagem de invernos rigorosos e neve abundante, o clima japonês varia bastante dependendo da região.
No extremo norte, a ilha de Hokkaido costuma registrar temperaturas negativas intensas e fortes nevascas durante o inverno. Já Okinawa, localizada no sul do arquipélago, possui clima subtropical, praias paradisíacas e temperaturas elevadas durante praticamente todo o ano.
Ao todo, o Japão é formado por mais de 6,8 mil ilhas distribuídas ao longo de quase 3 mil quilômetros.
O navio que trouxe os primeiros japoneses ao Brasil era russo
A imigração japonesa no Brasil começou oficialmente em 1908, quando o navio Kasato Maru desembarcou no Porto de Santos trazendo 781 imigrantes.
O que pouca gente sabe é que a embarcação originalmente era russa. Batizado inicialmente de Kazan, o navio foi utilizado durante a Guerra Russo-Japonesa antes de ser incorporado pelo Japão.
Hoje, o Brasil abriga a maior comunidade de descendentes japoneses fora do Japão.
Zico é tratado como uma lenda no Japão
Se existe um brasileiro reverenciado pelos japoneses quando o assunto é futebol, esse nome é Zico.
O ex-camisa 10 do Flamengo chegou ao país em 1991 para defender o Kashima Antlers e se tornou peça fundamental no desenvolvimento do futebol profissional japonês.
Além de atuar como jogador, Zico também comandou a seleção japonesa entre 2002 e 2006, conquistando a Copa da Ásia de 2004. Seu legado é tão grande que o brasileiro ganhou uma estátua em frente ao estádio do Kashima Antlers e até hoje é chamado de “Deus do Futebol” por muitos torcedores locais.

