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Review | Fullmetal Alchemist (reedição) #1

JMangá POST 2016 92

Eles só queriam rever a mãe. Mas era de se esperar que um poder tão magnífico tivesse um efeito colateral proporcional… Duas crianças que tiveram a inocência arrancada e agora lutam para reaver aquilo que perderam.

Senhoras e senhores, tenho o prazer de reforçar que Fullmetal Alchemist está novamente em nossas bancas e, desta vez, numa edição bem bacana. Convido todos a voltarem comigo ao mundo da alquimia e da troca equivalente.

Relembrando o começo da jornada

Dois irmãos chegam a uma cidade remota, levados por rumores de que poderiam encontrar aquilo que procuram. Eles são Edward Elric, um baixinho invocado, e Alphonse Elric, que traja uma armadura imponente. Ambos são alquimistas até que famosos, apesar de serem bem jovens.

Os moradores do local seguem a religião do Deus Sol Leto, difundida no local por Pai Cornello, que supostamente possui poderes divinos. Os irmãos se interessam por tal poder e, no calor do momento, acabam revelando suas identidades e confirmam sua popularidade. Além disso, Edward é ninguém menos do que o Alquimista de Aço, um Alquimista Federal e isso já é o suficiente para chamar a atenção indevidamente.

Rose, uma menina sofrida que não tem família e perdeu o noivo em um acidente há pouco tempo, tenta convencer Ed sobre os benefícios de ter uma religião e seguir os preceitos do Pai Cornello. Ed, por sua vez, reforça não ter apreço por nenhuma religião, pois sua condição como cientista não permite. Entretanto, instigado pelos boatos sobre o poder misterioso do sacerdote, resolve ver mais de perto.

Eles descobrem que o profeta não só é um charlatão, como também está usando o poder da Pedra Filosofal, a ferramenta perfeita para se realizar a alquimia pagando um preço ínfimo. No meio da luta, Rose descobre o real motivo da incredulidade de Ed diante da religião: ele e o irmão tentaram reviver a mãe morta através da alquimia e o resultado foi desastroso. Ed perdeu perna esquerda e Al o corpo todo. Sacrificando a mão direita, Ed conseguiu trazer pelo menos a alma do irmão e fixá-la na armadura, dando a ele um corpo provisório.

Pai Cornello não se compadece da história dos irmãos e se joga na luta, com direito a quimera e tudo. O único problema é que ele começa a ter reações estranhas de tanto usar a Pedra e os meninos descobrem que o artefato não é verdadeiro. Aproveitando-se da confusão do oponente, Ed vence a batalha e acaba por deixar Rose horrorizada com a verdade sobre os irmãos e pesarosa por ainda acreditar que Pai Cornello trará seu amado de volta à vida. Lamentando que a garota ainda precise se amparar em uma tábua de salvação bichada, os irmãos seguem viagem, em busca de um meio de recuperar seus corpos por inteiro e fazer as pazes com suas consciências.

Uma reedição feita com carinho

Fullmetal Alchemist é um dos mangás favoritos de quase todo mundo (inclusive meu) e, devido a isso, um pedido constante desde que a JBC começou a reeditar títulos publicados há algum tempo.

Quando finalmente este momento chegou, nada mais justo do que fazer uma edição bacana e cheia de detalhes importantes: o formato maior valorizou a arte, bem como o papel off-set, que tem maior durabilidade (e não, não vi transparência).

Além disso, como a tecnologia evoluiu bastante, as imagens não estão todas chapadas em preto, permitindo que os detalhes dos desenhos sejam vistos. Aquelas caixas brancas horrorosas que serviam para tampar o idioma original não existem mais e isso, na minha opinião, foi um avanço considerável.

Caixas brancas no more!!! \o/
Caixas brancas no more!!! \o/

Alguns diálogos foram revistos mas fiquem tranquilos, pois o Ed continua esquentadinho, o Al educado e o Coronel Mustang ge-ni-al. Alguns puristas podem reclamar um pouco, mas os pecados capitais continuam com seus nomes traduzidos para o português, não que isso não seja uma das formas de se adaptar os personagens.

Sabemos que a primeira edição foi traduzida pela Karen Kazumi Hayashida a partir dos volumes 3 e 4 (equivalentes ao segundo japonês), então estamos na expectativa para saber se ela será creditada a partir do volume 2, já que este primeiro teve a tradução assinada pelo veterano Luiz Kobayashi.

A capa ficou linda e os assinantes foram presenteados com uma sobrecapa (que também pode ser um pôster) maravilhosa, com uma imagem incrível dos irmãos Elric.

Frente da sobrecapa
Frente da sobrecapa
Verso da sobrecapa
Verso da sobrecapa

Minha única ressalva seria a falta das orelhas; já que é uma reedição, poderia ter vindo com orelhas, mas nem tudo é sempre do jeito que sonhamos. De qualquer forma, a edição ficou linda e espero que os demais volumes mantenham a qualidade do primeiro.

Mangá bom de verdade

Fullmetal Alchemist é o shonen por excelência. Os protagonistas passam por um verdadeiro inferno para obter alguma habilidade, que os salva nos momentos de necessidade, ao mesmo tempo que os afunda mais e mais na maldição.

Eles mal entraram na adolescência e já tem mais bagagem que adultos feitos. Ed só pensa em trazer Al de volta a recíproca também é verdadeira: para o caçula, o irmão mais velho precisa recuperar seus membros. Durante seu caminho, eles ainda vão ver muita coisa, fazer amigos, aliados e perder cada vez mais sua inocência, até que consigam conquistar o que almejam… se a Lei da Troca Equivalente permitir.

Roy Mustang para animar seu dia! ;)
Roy Mustang para animar seu dia! 😉

Agradecemos ao pessoal da JBC que, gentilmente, nos mandou o exemplar para análise (e com sobrecapa!!! Kyaaahhhhh).

Abrindo a nova edição!

A Editora JBC mandou para sede do JWave a primeira edição de FullMetal Alchemist! #editorajbc #fullmetalalchemist #manga #

Um vídeo publicado por Giuliano Peccilli ジュリアノ ヘーチーリ (@juba_kun) em

JWave #317 | Samurai Flamenco

JWave Capa 317 Post
[powerpress]

O JWave dessa semana é sobre Samurai Flamenco.

O que Flamenco e Samurai tem em comum? Nada, mas gerou essa série exibida no Brasil pelos serviços de streaming, Netflix e Crunchyroll.

Juba e Nerdmaster (Paranerdia) se juntam pra falar de Samurai Flamenco. Logicamente que o Calliban está de volta e nesse cast no bloco correios.

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Vivendo no Japão #21: Balada LGBT no Japão

Olá pessoal, estou aqui essa semana para compartilhar uma nova experiência. Quem me conhece bem, sabe que vida noturna não é muito a minha praia (ou pelo menos não o tipo de vida noturna que a maioria das pessoas pensa: baladas, bares, etc). Porém, devido à insistência de amigos, no último ano eu fui algumas poucas vezes em baladas e bares aqui no Japão, na maioria das vezes para confirmar o que eu já sabia: não é minha praia. 13576807_580048395501059_6852399268487675801_o Pra começar, devo chamar atenção para o fato de que tanto balada quanto “diversão LGBT”, são conceitos à primeira vista muito distantes do contexto japonês. Em minha pouca experiência até agora notei que o público que frequenta baladas aqui é muito específico, composto por residentes estrangeiros ou japoneses com uma tendência à ocidentalização. Isso fica bem claro na música, que é em sua maioria esmagadora rap e eletrônica estrangeira (geralmente em língua inglesa). Como não sou muito fã de bebidas alcoólicas (um dos principais “atrativos” da vida noturna), a única coisa que poderia atrair minha atenção é a música, e é justamente ela que me frustra. Com tantas artistas pop lançando álbuns completos que renderiam 1 ano inteiro de pista de dança, eu não consigo entender porque os DJs tocam tantos raps desconhecidos e quando finalmente escolhem um pop top das paradas, usam uma versão remixada que tira o ritmo, apaga a maior parte para repetir um único trecho, ou colocam uma batida eletrônica repetitiva no lugar do refrão. Para alguém como eu, que passa a maior parte do tempo escutando música, isso é frustrante. Depois de muito reclamar sobre isso para diversos amigos, ouvi sempre a mesma resposta: “Amigo, você precisa ir numa balada gay. Lá vai tocar o tipo de música que você gosta.” Guardei essa informação com 60% de desconfiança e 40% de esperança. No ano passado um amigo me convidou para ir num bar na “área gay” de Fukuoka (uma rua que reúne praticamente todos os bares voltados para o público gay da cidade). Quando falo bar, é necessário deixar claro que não é uma balada, é realmente um bar, onde você senta em uma mesa com seus amigos ou ao balcão, geralmente há um karaokê onde a galera canta (aí sim) músicas pop (e jpop: Koda, Ayu, Namie! seria meu sonho?) e devido ao espaço consideravelmente reduzido, desconhecidos interagem entre si, possibilitando conhecer novas pessoas e exercitar aquela paquera marota (já que na sociedade japonesa, as chances de uma paquera homossexual são absolutamente reduzidas pela discrição das pessoas e pela dificuldade de usar o “gaydar”). Apesar de ter achado essa experiência mais divertida que as baladas, ainda assim não foi nada que me fizesse querer virar um frequentador assíduo, especialmente porque eu dificilmente fico naquele estado de solteiro “disponível para paqueras”. Ainda me restava, porém, a vontade de ir em uma BALADA LGBT (intensificada pelo vício em vídeos da Silvetty Montila e outras drags). File_000 (1) Pensei em ir quando viajei para Tokyo, mas faltou tempo e coragem. Posteriormente, no início deste ano, recebi de um amigo um panfleto de uma festa LGBT em uma balada aqui em Fukuoka. Porém era muito próximo à data de alguns trabalhos e não pude ir. Então, no início de Julho veio a segunda oportunidade, outra festa LGBT em outra balada de Fukuoka. Juntei meus amigos, botei a coleira no namorado e lá fomos nós. A primeira sensação, já à porta do local foi de acolhimento. A parede invisível que é colocada entre mim e meu namorado na vida diária desaparece e há uma sensação muito grande de liberdade, quase como àquela de sair do armário. As pessoas são simpáticas e tentam fazer amizade, de um jeito menos invasivo do que ocorre nos bares gays, por exemplo. Quando à música, ainda continuei frustrado, durante a maior parte do tempo os djs se resumiam aos mesmo raps e putz-putz desconhecidos (ou talvez conhecidos apenas nesse meio das baladas, vai saber). Porém, quando a DJ lésbica assumiu o comando, vez ou outra, uma boa música pop vinha para alegrar o coração e provar mais uma das minhas teorias, minha impossibilidade de dançar em balada não é timidez, é falta de músicas boas pra dançar, eu simplesmente não tenho vontade de dançar algo que eu não conheça ou não me sinta envolvido pelo ritmo. Para completar tivemos shows de drag queens japonesas e estrangeiras, que dublaram músicas pop e de musicais, e perto do final da noite tivemos um sorteio de um kit de brinquedos eróticos. Curiosamente o número sorteado foi 24, e pra minha surpresa era o meu número (vale dizer que esse número tem me dado sorte, tendo sido também o número da minha inscrição no mestrado). Se quiserem saber mais sobre diversão LGBT, ou sobre a vida LGBT em geral aqui no Japão, comente aqui embaixo com sugestões de tema e dúvidas. Até a próxima postagem! PS. Desta vez eu preciso falar de duas obsessões atuais Harry Potter and The Cursed Child, o livro script da peça que está sendo encenada em Londres e que dá continuidade à história de Harry Potter. Eu recebi dois dias depois do lançamento, e não dormi aquele dia enquanto não terminei a leitura. O livro não tem a complexidade e profundidade da obra original da JK Rowling, mas apela para os sentimentos nostálgicos dos leitores, e tem sim um enredo intrigante que te faz devorar a história para saber o seu desfecho. E acima de tudo, tenho que dizer que Scorpius Malfoy se tornou um dos meus personagens prediletos de toda a série Harry Potter. Além do bromance dele com Albus (que me faz pensar que faltou ousadia da equipe para realizar realmente um casal gay de protagonistas), a personalidade dele é simplesmente muito difícil de não se apegar, pois ele demonstra uma bondade e pureza genuínos, sem moralismos ou hipocrisia, especialmente se contrastado com a personalidade meio rebelde sem causa do Albus, que é uma cópia do pai em sua fase aborrecente.13876540_1161001387294816_8759887430845912167_nMinha segunda obsessão é… Stranger Things. Depois de ver quase toda a minha timeline do facebook, além de alguns youtubers queridos elogiando a série, eu fiquei muito curioso. Mas foi o comercial estrelado pela Xuxa que me fez pegar o tablet e dar play no episódio 1. Como todo mundo já falou eu acho que eu descrever a série seria chover no molhado. Então vou só me contentar em dizer o quão impressionado eu fiquei em ver uma série voltada para o publico adulto, mas que também pode ser assistida por mais novos que riem na cara do perigo (pelo clima de terror moderado), em outras palavras, “Olha só, eles conseguem fazer uma série interessantíssima, que te prende do começo ao fim, que alcança um sucesso imediato, sem precisar colocar nenhuma cena de sexo!” Stranger Things é um prato cheio pros que cresceram nos anos 80 e 90 rodeados por cultura pop, e claro, pode ser facilmente apreciado por mais velhos ou mais novos que tenham tido acesso a essa cultura. Mas é o público nerd que vai ao delírio com a turma de “Goonies” jogando D&D explicando partes essenciais do plot usando um tabuleiro de TRPG.

Review | Hansel e Gretel #1

JQuadrinhos POST 2016 26

Um casal de irmãos é abandonado quando crianças à própria sorte e escapam de um destino cruel por um triz. Agora, eles seguem em uma jornada em busca do pai que os abandonou e precisam de algumas respostas.

Essa é a premissa básica do aguardadíssimo Hansel e Gretel, obra nacional em formato mangá lançada pela New Pop como um dos destaques do Anime Friends 2016, com roteiro de Douglas MCT e arte de Rafi de Sousa. Claro que o JWave não deixou de conferir e agora vamos compartilhar um pouquinho da história com vocês!

Capa de Hansel e Gretel
Capa de Hansel e Gretel

A história

Foi um longo caminho, mas finalmente o objetivo está prestes a ser cumprido. Duas crianças chegam à metrópole de Echtra, procurando uma pessoa e algumas respostas. Os irmãos são Hansel e Gretel, que não só querem encontrar o pai que os abandonou quando pequenos, como também entender o porquê de tal ato desumano com duas crianças relativamente indefesas.

Logo na chegada ao seu primeiro destino eles percebem que não será nada fácil: se envolvem em uma baita confusão e, apesar de levarem a melhor não conseguem nada além de chamar a atenção no mau sentido, tanto pela bagunça quanto por sua aparência que os destaca dos demais: eles têm a pele alva como a dos coelhos da neve.

Gretel mostrando para Robin Locksley que faz jus ao apelido de coelho
Gretel mostrando para Robin Locksley que faz jus ao apelido de coelho

Seguindo em frente com sua busca, encontram um aliado poderoso no Gato de Botas, um espadachim que se comunica de forma peculiar e que jura proteger os irmãos com a vida, mesmo não revelando o porquê.

Após encontrar pistas valiosas com a dançarina (e taverneira) Cachinhos Dourados e com o velho artesão Gepeto, os irmãos percebem que o pai era uma pessoa deveras importante, que armou alguma situação que o fez deixar a cidade. Agora, além de terem mais lugares para vasculhar, terão que enfrentar a gangue dos mercenários (na qual um dos membros é ninguém menos do que Robin Locksley), além de mais duas ameaças distintas: um flautista misterioso que levanta os mortos e o descendente de Pan, que não está para brincadeira. A pergunta é: eles estão preparados para tudo o que essa jornada irá lhes trazer?

A produção

Como todo mundo que acompanha a New Pop desde o princípio sabe, Hansel e Gretel já era para ter saído em 2009/10. O problema é que o roteirista passou por algumas dificuldades, como uma perda pessoal e a saída do primeiro parceiro do projeto, que era a pessoa responsável pela arte.

Depois de muito buscar, Douglas encontrou em Rafi a parceira perfeita para dar vida aos personagens e, finalmente, a história ganhou forma e chegou às nossas mãos.

Durante toda a edição, Douglas e Rafi nos brindam com pequenos drops dos bastidores da produção, inclusive suas referências pessoais. O prefácio ficou por conta da linda Cris Eiko (Quadrinhos A2, Penadinho – Vida) e devo dizer que ela foi muito assertiva no que nos adianta sobre Hansel e Gretel.

Prefácio de Cris Eiko para Hansel e Gretel
Prefácio de Cris Eiko para Hansel e Gretel

Além dos drops, ao final da edição os autores nos mostram os rascunhos iniciais e contam um pouco mais sobre o conceito dos personagens. O conjunto total mostra que, mesmo que tenha demorando um pouco, valeu muito a pena: o resultado ficou incrível.

Opinião

Mesmo sendo um pouco repetitiva, acho legal frisar que a edição ficou excepcional. A arte rica em detalhes da Rafi casou perfeitamente com o clima da história, que já neste primeiro volume me deixou ansiosa (ou devo dizer, desesperada) para ler os próximos.

É possível reconhecer os gostos pessoais dos envolvidos no projeto, que são parecidos com os meus: na obra, há incontáveis referências e algumas homenagens a grandes artistas como Hiromu Arakawa (FMA), Yoshihiro Togashi (Yu Tu Hakusho), Eiichiro Oda (One Piece) e até mesmo ao mestre e inspiração de muitos autores: Akira Toriyama (Dragon Ball).

Com personagens carismáticos e bem construídos (flautista = amor eterno) e uma trama que remete a vários contos de fada que embalam nossos sonhos desde crianças (mesmo que, nesse caso, tenham uma pegada mais “Fábulas” para meu total delírio), Hansel e Gretel é um deleite para nossos olhos e um excelente exemplo do quão talentosos são os artistas nacionais. Convido todos vocês a deixarem o ceticismo que envolve uma obra anunciada há alguns anos de lado e se deliciar com a magia presente nessas páginas. E que venham os próximos volumes.

Flautista!!! Kyahhhh!!! *o*
Flautista!!! Kyahhhh!!! *o*

Agradecemos ao pessoal da New Pop que nos cedeu o exemplar para análise e convido os leitores para um pequeno desafio: quantas referências de personagens vocês encontraram na obra? Conta pra gente nos comentários! 😉

Review | Ajin #1

novo JMangá POST 2016 91

Em um momento, você está socializando com seus colegas de escola enquanto pensa no futuro. No outro, você morre e ressuscita quase ao mesmo tempo e precisa fugir se quiser continuar livre. Essa é a história de Kei Nagai, protagonista de Ajin, que ganhou o Netflix com sua versão em anime e agora chega às bancas brasileiras em uma edição super caprichada da Panini. O JWave devorou o mangá e agora conta para vocês um pouco da obra que tem argumento de Tsuina Miura, arte de Gamon Sakurai e 8 volumes até agora.

A história
Kei Nagai é um colegial com grandes ambições. Ele irá prestar o vestibular para medicina e acha um saco ter que interagir com os colegas de classe, que não respeitam muito sua dedicação excessiva aos estudos.

Em um dia de aula como qualquer outro, um professor aborda o assunto “Ajin”, que seria uma espécie de humano imortal. O primeiro apareceu há 17 anos e, imediatamente, conforme outras aparições começaram a acontecer, os humanos fizeram desses seres cobaias para estudos, chegando em alguns casos a oferecer recompensa pela sua captura.

Nagai parece se compadecer do destino de tais criaturas, mas não se aprofunda muito mais do que o necessário na discussão de sala. Ao saírem da aula, fica distraído com reminiscências esquisitas de sua infância e é atropelado por um caminhão, morrendo na hora.

Enquanto motorista e colegas de sala se desesperavam com tal cena de horror, Nagai se levanta, reconstitui as partes perdidas e fica diante das testemunhas de sua morte, sem saber como fez isso e o que realmente aconteceu.

Com a comoção que se formou devido à sua ressurreição, Nagai finalmente junta um mais um e percebe que, mesmo sem saber como e porquê, ele é um Ajin. Agora, ele precisará fugir dos humanos se quiser permanecer livre, além de aprender a lidar com o estranho poder que descobriu no momento em que perdeu a vida.

Quem será o ser misterioso das lembranças do protagonista?
Quem será o ser misterioso das lembranças do protagonista?

Outras mídias
Além do anime com 16 capítulos, Ajin também foi adaptado para um filme de animação cuja primeira parte, “Shodô”, foi lançada em 2015. As duas últimas partes, “Shototsu” e “Shogeki”, estão previstas para lançamento ainda em 2016.

Para 2016 também está previsto um segundo OVA e a segunda temporada do anime, ambos para outubro.

A edição brasileira
A Panini fez um trabalho lindo demais com Ajin. A edição é semelhante às de One Punch Man e Vagabond, com orelhas e papel off-set. O título do mangá e a imagem estão em hot stamp, dando um efeito incrível contrastando com o fundo escuro da capa. A única coisa que acredito que pode incomodar algumas pessoas seria a leve ondulação que fica após a primeira leitura, mas é tão leve que não creio que seja realmente um problema.

Capa da edição brasileira de Ajin, com direito a orelha e hot stamp!
Capa da edição brasileira de Ajin, com direito a orelha e hot stamp!

O primeiro capítulo tem algumas páginas coloridas no mesmo papel do restante da publicação e o glossário de praxe das edições da Panini.

Páginas coloridas da edição brasileira de Ajin
Páginas coloridas da edição brasileira de Ajin

A tradução ficou por conta de Jae HW e a edição compartilhada entre a Beth Kodama e Bruno Zago.

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Opinião
Assim como em Shingeki no Kyojin, temos um protagonista que a princípio é um tapado metido que desconhece o poder que dorme dentro de si. A diferença é exatamente como cada um lida com a descoberta: enquanto Eren parece querer ajudar a todos, Kei mal tem tempo para discernir possíveis inimigos ou aliados.

Para se safar da perseguição, ele reata laços de amizade há muito deixados de lado por uma mistura de interesses próprios e de sua família, com quem ele realmente não pode contar. Sua perturbação é visível, pois além de precisar se concentrar em manter-se sempre vários passos a frente de seus perseguidores, ele ainda tem que aprender a lidar com sua nova realidade, ponderar se deve ou não se aproximar de determinadas pessoas e pior: decidir se irá matá-las para se proteger.

O tom sombrio é uma constante e existem muitos personagens que têm potencial para ser explorado, como os membros do comitê de gerenciamento de Ajins, o amigo de infância Kai e até mesmo a irmã caçula mala, Eriko.

De qualquer forma, é um ótimo título e veio com um bom timing, considerando o sucesso do anime no Netflix. Vale muito a pena dar uma conferida nesta edição.

Review | Noragami #1

JMangá POST 2016 90

Pegue Soul Eater e Yu Yu Hakusho, jogue no liquidificador, bata bem e reserve. Acrescente pitadas generosas de Nura e Kekkaishi, lasquinhas de Inu-Yasha e de Natsume Yuujinchou e algumas colheres de essência de shonen com traço bonito. Misture tudo até obter uma massa homogênea e arremate com um protagonista folgado, mas que não desaponta na hora do vamos ver, não deixando de acrescentar uma mocinha carismática que consiga colocar o protagonista na linha.

O resultado dessa receita maluca é um dos mangás mais legais dentre os lançados pela Panini em julho; Noragami. Ele foi um dos destaques do Anime Friends e chega às bancas para os fãs de aventura sobrenatural e é a estrela desse JMangá.

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A história
Em um dia normal de aula, uma garota alvo de bullying da pesada chora sozinha no banheiro. Em meio à sua tristeza, repara em um número de telefone, cujo dono promete resolver seus problemas. Como ela acredita não ter nada a perder, resolve ligar e, em sua frente, aparece um garoto da sua idade que se apresenta como Yato, o Delivery God (?!).

Yato e sua parceira Tomone (que aparece na sequência) explicam que ele é um Kami, uma entidade que vive no “Limiar”. Como a garota consegue ver alguns nuances desta outra dimensão, ela foi capaz de enxergar o telefone e, assim, pedir ajuda.

Após pagar pelo serviço com uma oferenda de cinco ienes, Yato ajuda a garota, mas não sem fazer com que Tomone, sua parceira, finalmente perca a paciência e desfaça o contrato de servidão com ele.

Enquanto Yato se lamenta por ter perdido sua Shinki e adiado seu plano de conseguir um templo com milhões de adoradores (enquanto ainda procura o gatinho perdido do seu cliente seguinte), a doce Hiyori está dando um passeio com as amigas após a aula. Enquanto sonha acordada com seu ídolo, a estudante se dá conta não apenas da presença de Yato, mas do fato de que ele está prestes a ser atropelado por tentar salvar o gato.

Sem pensar duas vezes, Hiyori se joga na frente do caminhão para tentar salvá-lo e enquanto dá bronca em Yato, este chama sua atenção para o fato de que seu espírito está separado do corpo, no melhor estilo Yu Yu Hakusho.

Apesar de não ter morrido, Hiyori terá que conviver com esta estranha habilidade enquanto aprende a lidar com o ego de Yato, que parece maior do que o mundo. Aos poucos, ela perceberá que ser uma habitante do limiar não é tão ruim assim, pelo contrário; ficará feliz em ajudar Yato enquanto busca uma solução para seu probleminha espiritual.

Outras mídias
Noragami já conta com 17 volumes no Japão e é publicado em capítulos na Monthly Shonen Magazine. Além do mangá, a trama ganhou um anime de 12 episódios pelo estúdio Bones em 2014 seguido de 2 OVA’s.

Uma segunda temporada do anime intitulada “Noragami Aragoto” saiu em 2015 e foi finalizada com 13 episódios.

A edição brasileira

Capa e parte da frente do marca páginas
Capa e parte da frente do marca páginas

A versão nacional de Noragami vem com páginas no papel jornal; apesar de não vir com nenhuma página colorida, traz de brinde um marca-páginas frente e verso muito lindo (especialmente o lado que traz o fundo branco).

Verso do marca páginas
Verso do marca páginas

O glossário enriqueceu bastante a obra, explorando e explicando bem o lado xintoísta do mangá. Uma edição caprichada assinada em conjunto por Beth Kodama e Camila Cysneiros, com tradução de Luciane Yasawa.

Opinião
Apesar de dar a impressão de ser uma mistura de outras obras com a temática “sobrenatural”, Noragami tem seu mérito.

Com um começo um pouco confuso, a obra evolui rapidamente e ganha sua própria forma. Os personagens têm potencial para melhorar cada vez mais e mesmo no primeiro volume já é possível notar as nuances no traço da autora, que se esforça para seguir em frente.

Contra-capa da edição brasileira de Noragami
Contra-capa da edição brasileira de Noragami

Os cânticos entoados por Yato para firmar ou desfazer o contrato com a entidade que se torna a shinki são muito bonitos e devo admitir que meu coração bateu mais forte nas vezes em que ele disse “que os ventos soprem a seu favor”. Quero saber mais sobre esse kami folgado e ver como ele e Hiyori trabalharão juntos, crescendo em vários aspectos. Entendo que o mangá precisa ser bimestral, mas mal posso esperar para ler o próximo!

Review | The Wedding Eve

JMangá POST 2016 89

Nos fazendo sofrer a cada ida à banca, a Panini se faz presente mais uma vez e nos traz “The Wedding Eve”, uma coletânea de contos em volume único, daquelas que pegam bem no âmago e te deixam com vontade de reler várias vezes. Convido vocês a pensar um pouco na beleza que há nas pequenas coisas, viajando comigo nessa resenha. Vamos lá?

A Véspera do Casamento

Amanhã ela irá se casar. Hoje, vai passar o dia revendo os preparativos, experimentando o vestido pela enésima vez, relembrando o passado… tudo isso ao lado de uma das pessoas que mais ama.

Esses momentos preciosos que antecedem o dia de seu matrimônio ficarão gravados em sua memória e farão com que finalmente consiga seguir em frente.

Reencontro em Azusa nº2

Azusa é uma garotinha de sete anos. Sozinha em casa com seu pai, que só vê uma vez por ano, ela aproveita o dia para mostrar a ele o tempo passou enquanto crescia longe dele, mas sem diminuir o amor que sentem um pelo outro.

Ele, por sua vez, admira-se ao ver que a filha já está uma mocinha, falando e agindo como a mãe. Apesar de querer ficar com elas, ele sabe que logo precisará partir, mas não sem antes demonstrar o quanto se importa.

Azusa nº2, meu conto favorito <3
Azusa nº2, meu conto favorito <3

Irmãos Monocromáticos

Após saírem da cerimônia fúnebre de uma amiga de escola, os gêmeos Rokurou e Shirou vão à um bar para colocar em dia a conversa que já não costumam partilhar há 10 anos.

A morte de Yukiko, o primeiro amor de ambos, serve como impulso para que eles finalmente sejam sinceros consigo mesmos enquanto ainda há tempo.

O Espantalho que Sonha
Neste conto em duas partes, os protagonistas são um casal de irmãos naturais do Kansas. O rapaz, mais velho, deixou a cidade para morar em Nova Iorque há 10 anos e voltou apenas para o casamento da caçula, que nunca quis deixar suas raízes.

De volta ao local onde passou sua infância, ele começa a relembrar fatos que julgava já ter deixado para trás, como o instinto super protetor para com a irmã e a existência de um velho espantalho, a quem a caçula teimava em chamar de mamãe até depois de adulta. As pequenas coisas que vêm à tona durante a estadia no local fazem com que ele repense sobre o que fez de sua vida até aquele momento.

O Pequeno Jardim de Outubro
Um corvo que amava observar as pessoas, um escritor rabugento e alcoólatra e uma colegial insistente e cheia de vida. Estes três personagens têm suas vidas entrelaçadas de forma inusitada, em um conto que narra os desdobramentos da falta de inspiração somados à vontade de evoluir como profissional e como pessoa.

E então…
O último conto da coletânea revisita os personagens do primeiro. Um deles adota um gato, que nos ajuda a descobrir o que aconteceu depois daquela véspera de casamento.

A edição brasileira
A Panini fez um belíssimo trabalho em Wedding Eve, com uma edição semelhante às de One Punch Man e Vagabond. O papel off-set realçou o belo traço da autora e trouxe durabilidade ao volume.

Capa com orelha da edição nacional
Capa com orelha da edição nacional

A tradução ficou a cargo de um novo nome, Luciane Yasawa, e a edição foi dividida entre Beth Kodama e Camila Cysneiros.

Opinião
Fazia tempo que eu não me empolgava com uma coletânea de contos. Edições únicas são bacanas exatamente porque passam sua mensagem de uma vez e Wedding Eve, longe de apenas transmitir uma mensagem, nos transporta a diferentes universos, onde residem pessoas comuns como nós, mas que estão vivendo algum momento decisivo.

Personagens dos contos na contra-capa
Personagens dos contos na contra-capa

Entendo que os verdadeiros personagens principais da coletânea são os relacionamentos, que devem ser protegidos independente das questões ligadas ao tempo e espaço: o amor entre irmãos e entre pai e filha; a relação entre observador e observado; a reflexão dos personagens após uma mudança em suas vidas, tão comuns e constantes até ali; tudo isso contribui para que Wedding Eve seja um dos melhores lançamentos do ano e que, além de cumprir com louvor a função de entreter, nos emociona.

Não deixem de conferir.

 

Checklist da Editora JBC desse mês de agosto!

A Editora JBC nos enviou a lista com principais lançamentos desse mês de agosto.

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UQ HOLDER #03
Touta e Kuroumaru conseguem passar no rigoroso teste da UQ Holder em apenas um mês e meio. Agora, membros oficiais da organização, eles vão à favela da capital em sua primeira missão. Assim que chegam lá, logo são atacados por um mercenário contratado para expulsar os moradores da favela, mas a Karin mostra toda a sua habilidade e derrota o inimigo de forma absoluta! Contudo, a ameaça continua: alguém parece ter ateado fogo por toda a favela a fim de pulverizá-la, e como se não bastasse, três novos inimigos ainda mais formidáveis que o primeiro surgem diante da UQHolder!

Lançamento: 10/08
Preço: R$ 14,90
Qtde de páginas: 190

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Knights Of Sidonia # 05
Em três horas, Sidonia será destruída?! Com a mais nova invenção da kabi artificial, a guerra contra os Gaunas parecia finalmente acabar com a vitória da humanidade. Mas foi justo nesse momento que surge a maior ameaça de todas, literalmente: um asteroide muito maior que a nave Mass Union dos Gaunas está em rota de colisão com Sidonia! Os responsáveis pelo cálculo da rota do asteroide afirmam que a colisão é inevitável.Será que a tropa de guardiões conseguirá dar um jeito nessa ameaça gigantesca?

Lançamento: 12/08
Preço: R$ 17,50
Qtde de páginas: 176 + 08 coloridas

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The Seven Deadly Sins #17
Privada de sua memória, Diane se depara com os Dez Mandamentos. Mas quem aparece para resgatá-la dessa situação desesperadora é a supostamente falecida Matrona! Que comece a tensa luta dos Dez Mandamentos vs. Presa da Terra!! Enquanto isso, para obterem o poder para enfrentar os Dez Mandamentos, os Pecados Capitais se dirigem à terra sagrada dos Druidas, os sábios da floresta! E os sábios impõem um calvário feroz, de mutilação da alma, ao Meliodas! Conseguirá ele superar a provação e se fortalecer para enfrentar os demônios?!

Lançamento: 12/08
Preço: R$ 13,90
Qtde de páginas: 200

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AnoHana #02
No dia seguinte ao que Menma mostrou o “infinito” em fogos de artifício, Jintan retorna ao esconderijo secreto. Quem estava lá era Tsuruko, que diz para Jintan que há algo que só ele seria capaz de mudar. Quando Jintan, seguindo instruções da amiga, provoca Yukiatsu falando da Menma, a reação do garoto é algo totalmente inesperado!

Lançamento: 16/08
Preço: R$ 14,90
Qtde de páginas: 192

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FullMetal Alchemist #02
O Coronel Mustang apresenta Ed e Al a um alquimista especializado na transmutação de quimeras falantes, e os garotos aproveitam para se enfurnarem na biblioteca dele em busca de alguma forma de recuperar os seus corpos. Apenas a pequena Nina, adorável filha do anfitrião, consegue tirá-los do estudo para alguns breves momentos de diversão. Mas os momentos de alegria duram pouco, e os irmãos Elric descobrem uma verdade fria entre as pesquisas do mestre das quimeras.

Lançamento: 19/08
Nº: #02
Preço: R$ 16,90
Qtde de páginas: 192

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TerraFormars # 13
No auge da ira e da tristeza, Akari Hizamaru desperta!! Manifestando um poder até então oculto, Akari parte para cima da nave Kuzuryu. Mas a situação de total desvantagem não muda e, quando o inimigo estava prestes a alcançar a vitória, acontece algo que ninguém poderia prever…! A forte determinação de enfrentar o mal e o espírito herdado de seus antecessores trazem um fio de luz que ilumina os horizontes de Marte, aqui e agora!!

Lançamento: 19/08
Preço: R$ 15,90
Qtde de páginas: 208

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Blade #05
Agora que a Ittou-ryu será incorporada pelo xogunato, Anotsu quer mais do que nunca reunir forças. E foi justamente isso que o levou até Kaga a convite do mestre de um grande dojo local que se mostrou simpático ao ideal dele. Então, o mestre da Shingyoutou-ryu propõe uma única condição para a união à Ittou-ryu: que Anotsu Kagehisa se case com a sua filha, a única herdeira do dojo! Qual será a relação da herdeira com o pai e o estilo? Ao mesmo tempo, parece que Manji finalmente conseguiu se recuperar da última batalha mortal, e não vê a hora de sair voando atrás de Rin, que já está na estrada…!

Lançamento: 25/08
Preço: R$ 39,90
Qtde de páginas: 440

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Gangsta #06
Os caçadores Erica e Mikhail continuam aumentando a pilha de twilight mortos.Mesmo sabendo que pode ser alvo deles, quem vai agir desta vez é o Delico, que não consegue aceitar o fato da irmã ter se tornado uma caçadora! Que futuro está reservado para os irmãos twilights separados na infância?Qual é a real intenção dos Esminets, que também são uma ameaça aos twilights…?!

Lançamento: 12/08
Nº: #06
Preço: R$ 14,90
Qtde de páginas: 209

Agradecemos a JBC por enviar a lista com seus principais lançamentos em agosto.

JWave #316 | Sasuke RK no Japão

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O JWave dessa semana volta as origens e depois de 6 anos, o JWave volta as origens e faz um podcast especial de uma hora sobre viagem no Japão.

Em 2009 o JWavecast foi lançado depois da viagem do Juba ao Japão, o que saiu o JWave #005 de Juba no Japão, agora com Sasuke RK indo pra lá, o JWave produziu o especial nos mesmos moldes.

Também temos a volta do Calliban e Pokémon Go nos correios!

Juba, Calliban e Sasuke RK comentam tudo sobre o Japão.

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JWave #5: Juba no Japão

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JWave #315 | Creed – Nascido para lutar

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O JWave viaja ao universo de Rocky com Creed – Nascido para Lutar.

Existem franquias que ganham reboots, outras que se renovam. Creed é uma derivação do Rocky, ao mesmo tempo que renova os filmes de boxe.

Juba, Dash e Dennis Himura (do Republika Pop), Dash falam tudo da franquia e do novo filme.

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JWave visita Tanabata Matsuri

O JWave esteve no bairro da liberdade para apresentar um dos festivais mais tradicionais do Japão… O Tanabata Matsuri, ou como também é conhecido no Brasil… O Festival das Estrelas.

JWave #314 | O que esperar do Nintendo NX?

JWave Capa 314 Post
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O JWave dessa semana será sobre as primeiras informações do Nintendo NX.

Físico ou Portátil? Os dois? Divulgado durante a semana que é um console que pode ser levado por aí ou ser jogado numa televisão, o JWave decidiu investigar e comentar o que achamos dele.

Juba e Sasuke RK comentam tudo do Nintendo NX.

Participantes


Imagens do que seria Nintendo NX

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