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WCS2011: Fotos dos Cosplayers na Final do WCS desse ano!

O Humberto Coga é correspondente do JWave lá no Japão e ele esteve ontem na final do WCS (World Cosplay Summit) que deu o prêmio de novo para o Brasil, tornando o país que mais ganhou no maior concurso de cosplays do mundo.

Paralelo ao evento, muitas pessoas fazem cosplay do lado de fora do evento, participando de iniciativas como a Parada Cosplay que nasceu lá em Nagoya no WCS. Humberto não poupou esforço e tirou várias fotos dos cosplayers que estiveram presentes no evento.

Humberto também fez um stream do evento no sábado pra domingo em que os brasileiros podem ver de perto o que acontece antes da grande final do WCS no Japão.

Então fica uma pequena amostra do que rolou na final do WCS de 2011.

Galeria
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Agradecimentos a Humberto Coga e a Natalia Coga por representarem o JWave no WCS no Japão.

Pesquisa: Quais são as músicas mais “sexy” para os japoneses?

O site móvel da empresa de karaokê JOYSOUND realizou uma pesquisa para saber qual as músicas que tinham letras mais “sexy” na opinião dos japoneses.

Na opinião dos japoneses, a música mais sexy do momento é a “Black Cherry” do grupo Acid Black Cherry. Entre outros artistas que estão na lista de músicas mais sexy estão Koda Kumi, flumpool, AAA, Na Café, SID, ORANGE RANGE e AKB48.

Um dos leitores comentou: “Quando vi sexy, essa foi a única música q eu poderia pensar. Ou melhor… É totalmente erótica! “E” do ponto de vista de uma mulher, eu realmente posso simpatizar com letras assim. É uma música dolorosa”.

Veja o ranking das 10 músicas mais “sexy” do Japão (segundo o site Joysound):

1. Black Cherry – Acid Black Cherry
2. Eh? Ah Sou – papiyon (Choucho-P)
3. Ima Sugu Hoshii – Sugar Soul / Koda Kumi
4. Quville – flumpool
5. Kuchibiru Kara Romantica – AAA
6. Cutie Honey – Koda Kumi
7. Natsu Koi Natsu Game – An Cafe
8. Mitsuyubi – SID
9. Ikenai Taiyou – ORANGE RANGE
10. Kuchi Utsushi no Chocolate – AKB48 / French Kiss

Assista o clipe do Black Cherry – Acid Black Cherry

Fonte: Tokyohive e Barks

Walt Disney Records anuncia V-ROCK Disney no Japão


No dia 06 de agosto, a Walt Disney Records divulgou sobre o novo álbum japonês “V-ROCK Disney” que compila grandes sucessos da Disney em versões Visual Kei.

O álbum terá 11 músicas e artistas, como: Aoi, CASCADE,DASEIN, Kawamura Ryuuichi, NIGHTMARE, PENICILLIN e Plastic Tree, Entre os clássicos da Disney que estaram nesse álbum se destaca músicas de A bela e a fera, Fantasia e Branca de Neve e os Sete Anões.

O álbum chega às lojas japonesas no dia 14 de setembro.
Tracklist do álbum:

1. The Sorcerer’s Apprentice (‘Fantasia’) – NIGHTMARE
2. Friend Like Me (‘Aladdin’) – NIGHTMARE
3. Beauty and the Beast (‘A Bela e a Fera) – Kawamura Ryuuichi
4. Hawaiian Roller Coaster Ride (‘Lilo & Stitch’) – PENICILLIN
5. Chim Chim Cheree (‘Mary Poppins’) – Plastic Tree
6. This Is Halloween (‘O Estranho Mundo de Jack) – Sadie
7. Can You Feel the Love Tonight (‘O Rei Leão’) – Aoi
8. Supercalifraglisticexpialidocious (‘Mary Poppins’) – THE KIDDIE
9. When You Wish Upon a Star (‘Pinóquio’) – NINJAMAN JAPAN
10. Heigh-Ho (‘Branca de Neve e os sete anões’) – CASCADE
11. You’ll Be In My Heart (‘Tarzan’) – DASEIN

Fonte: Tokyohive

JWave #59 | Capitão América

[powerpress]

Bem vindo ao JWAVE…

Capitão América estreou nos cinemas brasileiros e o JWave chega num especial sobre o filme e o personagem da Marvel Comics. Esse é o último filme da Marvel Studios antes do grupo Vingadores que irá reunir todos os grandes heróis Marvel num único filme.

Juba, Call, Stunts e Diogo Prado (do MBB Anikenkai)  se reúnem parar falar de Capitão América e a importância do filme no universo Marvel nos cinemas.

Esse podcast está cheio de SPOILER, sendo feito para pessoas que já assistiram Capitão América nos cinemas ou quer saber se o filme vale a pena.

PARTICIPANTES

Juba

Calliban

Stunts

Diogo Prado

CORREIOS

Kuwabara cantando

Titanium Ranger em Gokaiger

http://www.youtube.com/watch?v=2ZJHo0xwMWM

TEMA

Capitão América nos quadrinhos

Capitão América: O Primeiro Vingador

Conclusão

E-MAILS E TWITTER

Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas Mande e-mails para jwavecast@jwave.com.br

Crítica | Hadashi no Gen

Hoje dia 6 de Agosto a explosão da Bomba Atômica na cidade japonesa de Hiroshima completa 66 anos Para lembrar este dia,conheçam o anime de Hadashi no Gen.

Hadashi no Gen(Gen,pés descalços) é um mangá que começou a ser publicado em 1973 e teve 10 volumes . A história é uma autobiografia do autor Keiji Nakazawa e mostra Gen Nakaoka,um garoto de Hiroshima que teve o Pai, o irmão menor e a irmã mortos durante a explosão. Agora ele está sozinho com sua mãe grávida e precisa dar um jeito de superar a tragédia e continuar vivendo da melhor maneira possível.

Hadashi no Gen já foi adaptado para diversos tipos de mídia  como série de Tv, livros e filmes Live-Action  mas a versão que quero abordar aqui é o anime de 1983.

O Anime é produzido pelo próprio Keiji Nakazawa e segue bem a história do mangá. O que  particularmente me impressionou mais na primeira vez que o assisti a muitos anos atrás é o nível de crueldade mostrado no anime. As cenas das pessoas literalmente derretendo durante a explosão são fortes e chocam.

Mas o atrativo do anime é que acabamos nos afeiçoando com o pequeno Gen que de uma hora pra outra virou o homem da família e precisa proteger sua Mãe e futura irmã.

Conforme a história avança Gen faz amizade com o pequeno Ryuta e uma bela amizade surge entre os dois ao ponto de se tratarem como irmãos.

Na parte técnica o anime cumpre bem seu papel e levando-se em conta o ano em que foi produzido está muito bem feito. Também quero citar a ótima dublagem japonesa. Os dubladores colocam uma emoção a mais nos personagens mostrando como essa história é importante para os Japoneses.

Ao assistir Hadashi no Gen é impossível não traçar um paralelo com Hotaru no Haka(Túmulo dos Vagalumes) já que ambas histórias tem crianças como protagonistas e tratam da luta pela sobrevivência durante a Guerra. Sem entrar no mérito de qual é melhor aconselho a,se possível assistir aos dois. Se vocês gostam de uma boa história com certeza vão gostar.

Mais do que uma história sobre os horrores da guerra ,Hadashi no Gen conta uma história de superação e amizade.  E nos ensina a dar valor às coisas simples da vida já que nunca sabemos como será o amanhã.

Pra quem quiser ir atrás do mangá a Editora Conrad está relançando toda a série por aqui e dessa vez na versão original completa . Vale a pena.

E pra quem quiser saber mais leia este post e escute um podcast com uma entrevista com o próprio Keiji Nakazawa

https://www.jwave.com.br/2009/09/nhk-world-podcast-entrevista-autor-de.html

Abaixo o trecho da explosão da Bomba. Mas aviso que tem as já citadas cenas fortes.

Podcast e fotos do Podcast in Boteco de 30/07


No dia 30 de julho rolou o Podcast in Boteco especial para o Juba do JWave no Rio de Janeiro. Passando o final de semana na cidade maravilhosa, o Podcast In Boteco é um encontro de podcasters que acontece todo mês por lá.

Pessoal do Paranerdia, Gamerboy, Fala Série, Chris e outros podcasts estiveram presentes no encontro.

ONerdMaster esteve no encontro e gravou a conversa de bar lançando como Drops do Podcast in Boteco.

Para ir no Podcast in Boteco é só acessar o site do encontro: http://www.podcastinboteco.com/

Se quiser saber quando acontece os eventos é só seguir no twitter: @Podcastinboteco

Galeria
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Cavaleiros do Zodíaco: Musical baseado na série encerra no Japão com sucesso

 Essa não é a primeira vez que Cavaleiros do Zodiaco é adaptado na forma de um musical, mas restava à dúvida se iria repetir o mesmo sucesso de 20 anos atrás. Tendo seu primeiro musical em 1991, Cavaleiros do Zodíaco voltou a ganhar os palcos japoneses em 2011 com o musical “Super Musical Saint Seiya” baseado no filme Cavaleiros do Zodiaco: O Santo Guerreiro (Saint Seiya: Jashin Erisu).

Esse filme conta a história da deusa da discórdia Éris que vem a Terra dentro de uma maça de ouro. Ela constrói seu santuário e encarna na jovem Eiri seqüestrando Saori Kido / Athena com objetivo de sugar seu cosmo. O filme é de 1987 e foi o primeiro de uma série de filmes derivados da série Cavaleiros do Zodíaco.

Sobre o musical, o comentário de quem assistiu é que o sucesso do mesmo se deve a mistura de um rock com ópera, além de trajes bem feitos e efeitos especiais bem trabalhados com espelhos no palco.

No elenco, o vocalista Kamakari Kenta (do grupo Cocoa Otoko) fez o papel do Seiya / Pegasus. O ator e cantor é conhecido por outros musicais, como de Prince of Tennis em que fez o Shishido Ryo e o de Air Gear em que fez Minami Ikki. No papel de Saori Kido / Athena foi interpretada pela atriz Tomita Maho, enquanto para o papel de Shiryu /Dragão foi interpretado pelo Uehara Makoto. O papel do Hyoga / Cisne foi interpretado pelo Abe Naoki, enquanto o do Shun / Andrômeda ficou com Shinotani Hijiri (o Kai Yuujiro em TeniMyu) e Hirose Yusuke (o Ieyasu Tokugawa em Sengoki Basara).

Do lado dos vilões, os Cavaleiros Fantasmas, o Jaga de Órion foi interpretado pelo ator Matsuzaki Yutada (do jdrama Buzzer Beat). O Fujiwara Yuuki (de TeniMyu) interpretou Kraisto de Cruzeiro do Sul, além de Saito Yasuka (de Tenimyu e Gogo Sentai Boukenger) fez Orfeu de Harpa, Ookawa Genki (também de TeniMyu) fez Maiya de Sagita e Hayashino Takeshi fez Yan de Escudo. Para o papel da vilã Eris / Eiri foi interpretado o papel da Yoshida Hitomi, além do ator Uehara Kenta no papel de Tatsumi.

O musical “Super Musical Saint Seiya” se apresentou no Space Zero durante os dias 28 a 31 de julho, podendo assistir por stream no site NicoNico Douga.

Fonte: JeFusion

Dream Concert: Concurso de música sul coreana agita Clube Esperia nessa sexta-feira

Divulgação

Os jovens que gostam da cultura oriental se reunirão durante a final da 9º edição do Dream Concert, concurso nacional de K-Pop, a música pop coreana, que será realizada no dia 5 de agosto, às 19h30, no Clube Esperia, em São Paulo. A entrada é gratuita, basta levar 1 kg de alimento não perecível.

Organizado pela ChungSaMo (CSM), associação da colônia coreana no Brasil, o concurso contará com a apresentação de 16 grupos de dança, que irão disputar o prêmio de R$ 10 mil, no palco do Clube Esperia, na Zona Norte.

O concurso vai usar algumas músicas do game Love Ritmo, que a patrocinadora do evento, a desenvolvedora de games coreana, Softnyx está lançando no país em agosto. O outro patrocinador é a LG.

A Softnyx escolheu o Brasil para lançar seu novo game, o MMO musical Love Ritmo. Gratuito, permite competições de dança online no PC, usando 56 músicas diferentes.

Além de grandes sucessos nacionais, estão disponíveis canções coreanas e japonesas, as chamadas KPOP e JPOP, respectivamente, que garantem uma maior mistura de ritmos.

Com belos gráficos e controles simples, em Love Ritmo, a música comanda tudo. O jogador pode desafiar os amigos em partidas de duplas ou grupos para mostrar suas habilidades na pista de dança montada no seu PC. Também é possível treinar em um modo solo.

Serviço:
9º Dream Concert
Data: 05 de Agosto de 2011 (Sexta-feira)
Horário: 19h30
Local: Clube Esperia – Av. Santos Dumont, 1313 – Santana – São Paulo/SP
Entrada franca com 1 kg de alimento não perecível
http://facebook.com/kpopcsm

Sobre o concurso
Os finalistas se qualificaram durante as eliminatórias realizadas em maio, entre cerca de 40 inscritos de 12 a 22 anos de todo o país. Pela primeira vez, foi permitida a participação de não-descendentes de coreanos na disputa, buscando aumentar ainda mais o alcance do evento entre os fãs de K-Pop.

Hoje, mais de 50 mil pessoas fazem parte da comunidade coreana no Brasil, que começou a se formar a partir de 1963, pelos refugiados da guerra que separou o país. A maior parte deles está no Bom Retiro, tradicional bairro da cidade de São Paulo.

Sobre a Softnyx
Fundada em 2001, a Softnyx Co., Ltd., (www.softnyxbrasil.com), empresa coreana que desenvolve e publica MMOs (jogos massivos online), tem em seu portifólio títulos como Gunbound, Wolf Team e Rakion. Iniciou suas operações globais em 2003 e atualmente tem 50 milhões de usuários cadastrados na América do Sul. Tornou-se um dos principais portais de jogos online nos Estados Unidos, e agora passa a concentrar esforços na América Latina, onde tem escritórios no Brasil, Peru, Bolívia, Argentina, Colômbia.

Crítica | Capitão América: O Primeiro Vingador


Em plena Segunda Guerra o jovem e franzino Steve Rogers(Chris Evans)é escolhido para ser a cobaia de um experimento que visa criar um exército de SuperSoldados à serviço dos EUA e assim ele se torna o Capitão América.
Ao mesmo tempo na Europa,Johann Schmidt o líder da Hydra,a divisão científica dos Nazistas está em busca do Cubo Cósmico um artifato místico de imenso poder que dizem ter pertencido ao próprio Odin e que poderia dar às forças do Hitler a vitória na guerra.

Sempre que minha expectativa com um filme fica muito alta tenho medo da decepção caso ele não a atinja. Mas Capitão América: O Primeiro Vingador mantém o ótimo nível das produções do Marvel Studios e arrisco a dizer que é (até agora) o melhor filme desse universo.
Como eu costumo falar: Você reconhece um bom filme quando simplesmente não percebe o tempo passar e as duas horas de filme passam em um piscar de olhos. E o melhor de tudo é que o filme não se torna corrido em momento algum. A história é bem amarrada. E não só a história do filme mas a história que vem sendo contada desde o primeiro Homem De Ferro.
Os efeitos especiais do filme estão fantástico mas gostaria de destacar o “emagrelocimento(Essa palavra nem existe)” do Evans para as cenas do Steve antes do soro do super soldado.É impressionante!Se não soubesse que era um truque teria achado que o ator realmente havia sido alimentado a pão e água para virar aquele filé de borboleta. Uma coisa que me deixava com medo ao olhar imagens do filme era a maquiagem do Caveira Vermelha.Achava a aparência muito falsa mas felizmente no filme ela está perfeita. Por falar no Caveira o Hugo Weaving está perfeito no papel do vilão passando bem a loucura do personagem.
E falando e atores o Chris Evans também calou a boca de muita gente que não acreditava que ele conseguiria dar a imponência que o sentinela da liberdade pede. Mas ele esteve perfeito.


Mas nem só dos dois antagonistas vive o filme. Temos um sempre competente Tommy Lee Jones que é daqueles atores que sempre vale a pena ver. O Dr Arnin Zola(Toby Jones) que rouba a cena algumas vezes(Aliás para os leitores dos quadrinhos: notem a primeira aparição dele). E já que no filme não dá pra usar os Invasores, o Comando Selvagem está lá pra quebrar o galho e isso eles fazem bem e eu particularmente adorei a caracterização do “Dum Dum” Dugan. Até o Bucky(Sebastian Stan), o personagem mais…digamos alterado em relação aso quadrinhos ficou bem feito. E o que mais gostei: não se aprofundaram no romance do Capitão com a “Mocinha” Peggy Carter vivida pela bela Hayley Atwell. Apesar de ter romance envolvido, o filme não fez disso seu carro chefe. E ao menos pra mim isso é um ponto positivo.
E claro que não poderia terminar esse post sem citar a maravilhosa trilha sonora do filme que é composta pelo Alan Silvestri.Tudo bem que ele tem minha gratidão eterna só por ter trabalhado em De volta para o futuro mas e Capitão América ele esteve acima da média. Todas as músicas são bem encaixadas mas vou ter de dizer que a música que mais gostei : Star Spangled Man na verdade foi composta por Alan Menken responsável por várias únicas de desenhos da Disney (olha a parceria Marvel/Disney aí). a música é tão empolgante que dá vontade de sair dançando por aí .(Ainda bem que eu senso crítico não me permite).

Capitão América pode até ter alguns pequenos defeitos(Eu por exemplo tiraria aquele início do filme. acho que sem ele o final seria mais impactante para os que não conhecem os quadrinhos) mas conseguiu adaptar muito bem um personagem com 70 anos de histórias . Nas duas horas de filme tem ação, humor tudo balanceado com uma história sólida.Ah e não posso esquecer os “Easter Eggs” escondidos para os fãs identificarem(Estou me segurando para não comentar u deles)E ao contrário de Thor que no fim é um filme de preparação para Vingadores, Capitão América se sustenta sozinho e ainda faz bem essa “ponte” para o filme do supergrupo que estréia em Maio.Parabéns ao Diretor Joe Johnston.
Agora com licença que vou ali me congelar um pouquinho para que Maio chegue logo. AVANTE VINGADORES!


http://www.youtube.com/watch?v=4t07Ael7OhE

JWave #58: Yu Yu Hakusho – parte 2

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Bem vindo ao JWAVE…

Ah, moleque! Finalmente trazemos para vocês a pedidíssima parte 2 de nosso especial sobre Yu Yu Hakusho, continuando a história de uma das melhores obras dos anos 90.

Juba, Call, Mavericko e Diogo Prado (do MBB Anikenkai)  se reúnem novamente para continuar falando deYu Yu Hakusho. O que será que vai acontecer dessa vez com Yusuke, Kuwabara, Hiei, Kurama e toda a turma?

Esta é a segunda parte do podcast. Se você ainda não ouviu a primeira parte, o JWave #50: Yu Yu Hakusho – parte 1, pare o mundo e ouça agora mesmo clicando aqui!

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Mave
Diogo Prado

CORREIOS
Hannah Minx versus Elvira, de André True Beliver – Hannah e Elira
Imagens dos jogos de Pense Bem e Sonic, de O_Adalba – 1 2 3 4 5
Imagens de Sonic CD e Sonic 3d Blast para Sega Saturn, de Guto Gerbase – 1 2

TEMA
Yu Yu Hakusho
A Dublagem de Yu Yu Hakusho
Uma homenagem a Nelly Amaral

E-MAILS E TWITTER
Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas Mande e-mails para jwavecast@jwave.com.br

K-POP: Música pop sul-coreana incentiva a venda de eletrônicos no Japão

Não é de hoje que companhias como LG e Samsung tem utilizado artistas coreanos para anunciar seus produtos no Japão. Em outros países, como Brasil, a empresa vem atuando de forma mais tímida, colocando clipes dos artistas nas lojas que vendem seus produtos.

No Japão, a explosão da música coreana entre os artistas mais vendidos em 2011, aliado a uma invasão dos artistas em séries, comerciais, ensaios, tem mudado a atitude dos consumidores japoneses.

“Eu costumava descartar produtos coreanos, mas agora eu não tenho nenhum problema com eles. Se a minha estrela favorita está anunciando uma TV sul-coreana, eu irei compra-lá. Eu quero me sentir mais perto deles, comprando os mesmos produtos que eles usam.” – Yuko Ishi, 53 anos

O resultado disso é que o telefone mais vendido do Japão no mês passado foi o Galaxy S II da Samsung, batendo candidatos pesados, como Iphone 4 (da Apple) e Aquos (da Sharp).

“A maioria dos clientes da Samsung no Japão são jovens entre 20 a 30 anos. O interesse deles por estrelas coreanas parece estar refletida nas compras de nossos produtos” – James Chung, porta-voz da Samsung em Seul.

Hoje, a Samsung está em terceiro lugar empatada com a Panasonic, em vendagem de celulares. Nunca, uma empresa sul-coreana havia conseguido passado da sexta posição no Japão, e agora com a influência da música coreana, ela obteve a terceira posição.

Mercado japonês
“O Japão é o mercado mais dificil do que qualquer outro, por causa da alta demanda dos seus clientes. Há certamente aqui, clientes que reconhecem a qualidade dos nossos produtos e o número está crescendo.” – Kyuhong Lee, presidente da LG no Japão.

As exportações sul-coreanas subiram 50%, nos primeiros seis meses desse ano pro Japão, gerando 17,75 bilhões de dólares, de acordo o Ministério da Economia do Conhecimento em Seul. Um crescimento acelerado e de 31% em relação ao ano passado.

O sucesso de artistas coreanos no Japão começou quando a NHK exibiu a série “Winter Sonata”, estrelada por Bae Joon Young, conhecido no Japão, por Yon-sama.

LG, artistas e anúncios na televisão japonesa
“Contratamos o grupo KARA porque elas são populares entre as mulheres jovens, a quem são dirigidas” – Donggun Kim, gerente geral da LG Japão

A LG contratou o grupo KARA para fazer propagandas dos amrtphones Optimus. O sucesso do grupo feminino no Japão chamou atenção de institutos, como a Oricon. O sucesso de KARA no mercado japonês atualmente só pode ser comparado a outros artistas estrangeiros: Led Zeppelin, The Beatles e Michael Jackson.

Lógico que o caminho que as empresas coreanas têm enfrentado para entrar no Japão não é fácil. Uma pesquisa realizada em dezembro revela que 52% dos japoneses consideram os produtos coreanos “baratos”, sendo 25% não confiam na qualidade dos mesmos, sendo o instituto de pesquisa My Voice Communications Inc.

O mercado japonês não é um mercado fácil para empresas estrangeiras, mas o sucesso das empresas coreanas aliadas a música coreana é realmente algo que chama atenção.

No Brasil
No mercado Brasil, empresas como LG vem fazendo manifestações a música coreana, apoiando eventos como Festival Coreano, além de exibir clipes de artistas coreanos em lojas de eletrônicos no Brasil.

Hoje, o consumidor que ir em lojas, como Casas Bahia, Ponto Frio, Fnac entre outras, o consumidor irá encontrar clipes do que tem de melhor do mercado pop sul-coreano. Hoje, clipes bem produzidos na Coréia são usados pra mostrar a qualidade desses televisões no país.

Infelizmente, o mercado brasileiro mesmo tendo programas que falam de música coreana, como “Leitura Dinâmica” (Rede TV), e mesmo dando ar de graça na MTV esporadicamente, ainda é muito pouco para atitudes mais ousadas por parte das empresas.

Vale frisar, que 3 grandes agências coreanas anunciaram que tem desejo de fazer shows no Brasil. Além disso, o canal coreano KBS fez um documentário pelo mundo, mostrando a força do K-POP no Brasil.

Se o que anda acontecendo hoje no Japão, pode acontecer no Brasil? Sim e não. O mercado brasileiro é totalmente diferente, sendo que empresas sul-coreanas vem crescendo sem focar na cultura do seu país no Brasil.

Graças a incentivos fiscais, como na fabricação de Tablets com redução de impostos, o Brasil tem atraído mais e mais investimentos. Outro fator é que a LG tem feito investimentos no país para se tornar líder em alguns segmentos, como linha branca que foram empregados 115 milhões de dólares numa projeção da empresa até 2014.

Para ler mais sobre o assunto, leia a matéria de Mariko Yasu e Maki Shiraki do Bloomberg  (em inglês) com informações da Coluna de Guilherme Barros do IG (sobre o mercado brasileiro) e do Japan Pop Cuiaba.

Anunciada a 2ºTemporada de Sekai Ichi Hatsukoi


A revista Ciel anunciou esse mês que foi aprovado a produção da segunda temporada de Sekai Ichi Hatsukoi, mais a produção de um outro animê da mesma autora, o Hybrid Child. Criados pela Nakamura Shungiku, a mesma autora de Junjou Romantica, Sekai Ichi Hatsukoi foi exibida em abril no Japão fazendo bastante sucesso por lá.

Hybrid Child é um mangá da autora que foi compilado num único volume em 2005 e presume-se que deve ser adaptado em OAD. Vale citar que na época do lançamento do animê de Sekai Ichi Hatsukoi também foi lançado um OAD da mesma série com o volume 5 do mangá. Esse trabalho da autora conta a história de um boneco chamado Hybrid Child que corresponde o carinho de seu dono.

O sucesso de Sekai Ichi Hatsukoi na televisão, vem de encontro ao sucesso do mangá que quando lançado vem conquistando boas posições entre os mais vendidos.

Fonte: Anime Blade