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Bakuman é confirmado pela JBC no WCS 2011!

 Durante a 14º edição do Festival do Japão, acontecia a final da etapa brasileira do WCS (World Cosplay Summit) que é organizado pela Editora JBC. Durante as apresentações dos finalistas, a editora confirmou os boatos da semana, oficializando Bakuman como novo título da editora.

Bakuman será lançado em agosto pela editora e deverá seguir o padrão de outros títulos e custar R$10,90. Vale lembrar que outros títulos da editora já foram anunciados da mesma forma no WCS em anos anteriores.

JWave #56 | O Pequeno Nemo

[powerpress]

Bem vindo ao JWAVE…

No podcast dessa semana, apresentaremos (ou recordaremos) de O Pequeno Nemo, criação máxima de Winsor McCay.

Juba, Call, Ronnie e Daigo se reunem para discutir os méritos desta belissima animação nipo-estadunidense de 1988, das consagradas tirinhas e também de um dos pais da animação, que inspirou gente como Walt Disney, Max Fleischer, Alan Morre, Neil Gaiman, Bill Watterson, Osamu Tezuka e muitos outros.

Você é fã de animação? Já imaginou George Lucas e Hayao Miyazaki num mesmo projeto? Quer saber o que aconteceria se as mentes da Shinsha, Lucas Arts, Disney, Pixar e Ghibli fossem chamadas para um mesmo projeto? Então ouça o podcast dessa semana.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Daigo (Um Abraço!)
Ronnie Pedra

CORREIOS
Sobre a Parceria com a JBC
Novidades que estão por vir

TEMA
Winsonr McCay
Filme O Pequeno Nemo no Reino dos Sonhos
Os Quadrinhos do Pequeno Nemo
Prodção de O Pequeno Nemo no Reino dos Sonhos
Conclusão

LINKS
Tirinhas do Pequeno Nemo em Domínio Público

VÍDEO
Jogo Little Nemo: The Dream Master para NES

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Documentário “K-POP: Making the World Dance” da KBS é licenciado para o Brasil

Lembra daquele documentário sobre o sucesso do K-POP no mundo que teve um bloco todo dedicado ao Brasil? O JWave acompanhou a produção da KBS desse documentário e avisa que este stá licenciado para exibição local e está sendo traduzido para o idioma português.

A exibição do documentário será por transmissão online no portal K-DRAMA. O site K-DRAMA exibe séries, shows, novelas e filmes coreanos, além de ser o primeiro site a ter esse tipo de conteúdo autorizado no Brasil. O documentário “K-POP: Making the World Dance” está em tradução e deve ser lançado em breve por lá.

Vale aqui lembrar que o documentário legendado em português só poderá ser assistido em território nacional. Quando o documentário for lançado por lá, voltaremos a falar deste por aqui.

JWave #55 | Nihonjin no Shiranai Nihongo

[powerpress]

Bem vindo ao JWAVE…

Essa semana num podcast diferente e nostálgico para quem estava com saudades de reviews sobre séries japonesas, dorama.

Juba e Daigo estão reunidos para falar da série Nihonjin no Shiranai Nihongo que é uma série que fala sobre uma professora nada normal que dá aula de japonês para estrangeiros.

Você estuda japonês? Tem curiosidade? Então vem ouvir o podcast dessa série.

PARTICIPANTES
Juba
Daigo
Calliban (participação especial)

CORREIOS
Explicação sobre o hiato

TEMA
Curiosidades da série
A série
Conclusão

VÍDEO
Aula de Jikoshoukai na série
http://www.youtube.com/watch?v=Ctok8m-sIP0

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SenpuuCast 54: Os Piratas do Espaço Gokaiger

Depois do Juba falar tanto de Gokaiger nos correios do JWave, essa semana ele apareceu no podcast de tokusatsu, Senpuucast, para falar da série.

Então se você não sabe o que é Gokaiger, mas que conhecer ou entender melhor a mitologia da série dê uma passada no Senpuu.

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Para baixar o podcast acesse: http://senpuu.com.br/2011/07/senpuucast-54-os-piratas-do-espaco-gokaiger

Os piratas chegaram ao Senpuu!

E não é para saquear todos os nossos bens de valor, mas sim para trazer com eles todos as séries de Super Sentai existentes!

Fire, Mozenjaa, Luiz Gustavo e Juba-Kun falam sobre as primeiras impressões de Kaizoku Sentai Gokaiger.

Entenda como uma única produção consegue reunir tantos heróis de forma agradável, divertida e sem confusões. Além disso, fique por dentro de todos os detalhes dos novos membros do Sentai e saiba da aparição dos nossos queridos antigos personagens.

Siga essa discussão e lembre-se de que ela vai até o episódio 18 deste tokusatsu, por isso, cuidado com spoilers!

Duração: 75 minutos

Assista o documentário da KBS sobre K-POP no mundo e no Brasil

No final do mês de maio, os brasileiros mostraram o poder do K-POP com o 6º Festival Cultural Coreano(no Bom Retiro) e seguido do Encontro de K-POP (no Parque da Luz. Tendo projeção internacional em mais de 40 países, o sucesso do K-POP no país vem atraindo atenção de empresas coreanos, como o canal KBS.

Assim, o JWave acompanhou nas última semanas, a produção desse documentário, inclusive cedendo espaço para algumas filmagens para o mesmo. Assim, o documentário que mostra o poder do K-POP no mundo, tem dois blocos sobre o Brasil.

Aqui no Brasil, a KBS filmou o Parque da Luz, aonde grupos covers demonstraram ao público a música coreana, atraindo curiosos. Também tivemos uma balada do DJ Masa que mostrou seus mashups no documentário. O editor de cultura do Leitura Dinâmica (da Rede TV), o Maurício Varnum, também foi entrevistado pelo canal KBS, além de convidar a emissora coreana a visitar os estúdios da Rede TV.

A casa de um dos membros do JWave, o Giuliano Peccilli, acabou também sendo utilizada para a gravação da entrevista do DJ Masa. O canal KBS filmou diversas tomadas lá, não se limitando a entrevista.

O documentário “K-pop: Making the World Dance“ foi exibido na KBS no dia 26 de junho de manhã no Brasil. Sendo um documentário que o JWave também ajudou e colaborou, estamos colocando algumas fotos durante a entrevista do DJ Masa.

O sucesso desse documentário do K-POP, provavelmente deve reforçar a intenção de agências coreanas de trazerem os artistas da música coreana no Brasil. Atualmente, 3 agências anunciaram que tem a intenção de fazer shows no Brasil e também na América do Sul.

“K-pop: Making the World Dance“ – Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=4cTxunW21aA&feature=player_embedded
“K-pop: Making the World Dance“ – Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=uyRyl_ZT3Qg&feature=related
“K-pop: Making the World Dance“ – Parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=RA7yryXyZZg&feature=related
“K-pop: Making the World Dance“ – Parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=g1iyMoCIcj8&feature=related

Com informações do Allkpop

Crítica | Transformers O Lado Oculto Da Lua


A guerra em Cybertron vive seus momentos decisivos e uma nave levando o Sentinel Prime e que seria a última esperança de vitória dos Autobots é abatida e perdida no espaço.Final dos anos 50 na Terra é detectado um impacto no lado oculto da Lua. Para descobrir a razão, EUA e União Soviética dão início à corrida espacial.Em 1969 finalmente uma missão, a Apollo 11 chega ao solo Lunar.Em meio aos eventos que todos conhecem (Bandeira fincada,Pequeno passo para o Homem e blábláblá) os Astronautas vão cumprar o verdadeiro objetivo que os levaram lá e descobrem que o tal impacto foi causado por uma nave alienígena e coletam uma amostra.No presente Sam(Shia Labeouf) tenta se ajustar à vida com sua nova namorada Carly (Rose Huntington-Whiteley) e arranjar um emprego. Quando Optimus descobre que os humanos esconderam deliberadamente informações deles em relação à nave,ele parte para a Lua para despertar o Sentinel Prime que, novamente pode ser a diferença entre a vitória ou a derrota na nova guerra que se aproxima.

Estive pensando em como começar esse post e acho que a melhor forma seria ao melhor estilo série dos anos 60 do Batman : POW! BUM! E mais um monte de onomatopéias no volume máximo.Sério: o filme até começa com uma trama interessante ao fazer a queda da nave Cybertron ser o gatilho para que a corrida espacial dos anos 60 ocorresse. Mas quando a ação começa é praticamente ininterrupta até o final e só o clímax do filme tem mais de meia hora de explosões e robôs se arrebentando por todos os lados.Isso nem de longe é um problema já que esse é um típico filme para se desligar o cérebro e curtir a pancadaria. O problema mesmo é que o filme é muito corrido e em muitos momentos você chega até a ficar perdido. Se em Transformers 2 o pessoal reclamou que tinha muito robô Michael Bay resolveu o problema. Ou quase… porque sim! temos vários robôs no filme mas temos um número ainda maior de humanos. E a profusão de personagens faz com que ninguém nem note quando eles simplesmente somem da história.

E eis o ponto que mais me incomodou no filme: Tanto Autobots quanto Decepticons foram literalmente jogados pra escanteio em grande parte do filme.Preferiram focar mais nos humanos dessa vez a ponto de muitas vezes você ser levado a acompanhar a alguma peripércia dos “poderosos” humanos que chegam até a voar(???) e voltar para a luta de robôs apenas para ver seu desfecho. Até um vilãozinho humano arranjaram . O pior é que ele não convence ninguém(E eu não posso falar quem é pois pode ser considerado Spoiler) .Não sei vocês mas quando me proponho a assistir a um filme dos Transformers não quero ver roteiro,não quero ver draminhas pessoais e principalmente não quero ver romance(aliás isso eu não quero ver em nenhum filme) o que eu quero mesmo é ver robôs se decepando e se destruindo como se não houvesse Amanhã(ou uma continuação)À essa altura todos já devem saber que a Megan Fox ficou de birrinha e foi cortada do filme mas uma coisa que nunca imaginei que diria acontece: ela não fez falta. Rose,a nova Bonitosa do elenco não faz feio(muito pelo contrário) e achei ela até mais bonita(E simpática) que a Srta. Fox.

E falando em elenco, o Shia Lebeouf pelo jeito não via a hora de as câmeras serem desligadas e se livrar da franquia. O rapaz esteve durante o filme todo com uma má vontade que quase dava pra ver.Não á toa ele já falou que não retorna para um possível quarto filme.Espero que caso ocorra mesmo um outro filme(pouco provável devido ao final desse) e a saída do Lebeouf se confirme,que voltem a atenção para os robôs. Quem sabe um prequel mostrando Cybertron antes da destruição.Mas nesse momento vocês devem estar achando que odiei o filme já que só falei mal dele até aqui não?Errado.Dando um desconto para esses pontos fracos(lembre-se que o cérebro deve estar desligado)o filme é um bom pipocão. As cenas de ação com robôs,quando acontecem,são de perder o fôlego.Os efeitos,como é de praxe da franquia estão fenomenais. E pelo que li por aí o 3D do filme também é um dos melhores até aqui.Eu até fiquei com vontade dessa vez em dar chance à essa modinha mas nos horários que eu podia ir só tinha dublado. E entre 3D e o áudio original óbvio que vou sempre optar pelo original.Áudio aliás que traz Leonard Nimoy emprestando sua voz ao Sentinel Prime.

Achei o filme longo demais quase 2:30 é um pouco exagerado.Se tirassem as cenas em câmera lenta(Que pra quem costuma ler o que eu escrevo sabe que não gosto) dava pra economizar uns 30 minutos facilmente.
Enfim, achei Transformers 3 o mais fraco da trilogia.Ao menos foi o que menos empolgou mas mesmo assim vale a assistida. E pra quem não tem problema com dublagem vão ver a versão 3D e divirtam-se com a vertigem explosiva que só Michael Bay traz pra você .Ganha uma nota 6 só para não ser reprovado.

http://www.youtube.com/watch?v=Z-J6Co8pIX4

JWave #54 | Sonic The Hedgehog – parte 2

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Bem vindo ao JWAVE…

Continuando o aniversário do mascote da Sega, o JWave lança a segunda parte do especial comemorativo do ouriço que completou 20 anos em 2011.

Juba, Calliban e Marvin se reúnem mais uma vez, para analisar jogos e desenhos do Sonic. Vale lembrar que o especial do ouriço ainda não acabou e vai ter parte 3.
E o que a Sega fez com ouriço na geração 128 bits? Você vai descobrir agora…

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Marvin

TEMA
TecToy
Jogos
Sonic Crackers (cancelado)
Knuckes´Chaotix
Sonic 3D Blast
Sonic X-treme (cancelado)
Sonic R
Sonic Adventure
Sonic Adventure 2
Sonic Heroes
Shadow the Hedgehog
Sonic Riders
Sonic Advance
Sonic Advance 2
Sonic Advance 3
Desenhos
Adventures of Sonic the Hedgehog
Sonic the Hedgehog
Sonic the Hedgehog OVA / Filme (nos EUA)
Sonic Underground
Sonic X

VÍDEO
Sonic Crackers (cancelado)
http://www.youtube.com/watch?v=czbs2inzdGg&feature=related
Knuckes´Chaotix
http://www.youtube.com/watch?v=tWeSt1-QyT4&feature=related
Sonic 3D Blast
http://www.youtube.com/watch?v=Glw96hfEY-4
Sonic X-treme (cancelado)
http://www.youtube.com/watch?v=VW_Pd-PTAtM
Sonic R
http://www.youtube.com/watch?v=6s3dP8GUFSw
Sonic Adventure
http://www.youtube.com/watch?v=qnNTj0zwMFU
Sonic Adventure 2
http://www.youtube.com/watch?v=9t80cI9IuHo
Sonic Heroes
http://www.youtube.com/watch?v=Y35HSqpY6rU
Shadow the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=OV5dJoavlOs
Sonic Riders
http://www.youtube.com/watch?v=R1Nya8YkIm0
Sonic Advance
http://www.youtube.com/watch?v=64fIlOVv510
Sonic Advance 2
http://www.youtube.com/watch?v=6mlp7mZTVGs
Sonic Advance 3
http://www.youtube.com/watch?v=tfdpIHiFNcU&feature=related
Adventures of Sonic the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=UCaWI8_3VLU
Sonic the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=G4jd0UWGPgY&feature=related
Sonic the Hedgehog OVA / Filme (nos EUA)
http://www.youtube.com/watch?v=jyJOJRNISwI
Sonic Underground
http://www.youtube.com/watch?v=j3a8MNTAzUM&hd=1
Sonic X Abertura Americana
http://www.youtube.com/watch?v=lOQS0EaQ65M&hd=1
Sonic X Aberturas e encerramentos japoneses
http://www.youtube.com/watch?v=Cc5qlWQO92c&feature=related

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JWave #53 | A Garota Rosa Choque

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Bem vindo ao JWAVE…

Você pediram e mais um clássico da Sessão da Tarde está de volta com A Garota Rosa Choque.

Juba, Calliban se reúnem com a dupla da lambada: Stunts e Camis Barbieri (Séries em séries e Seriadores Anônimos) para conversar desse clássico do John Hugues.

E por onde anda a Molly Ringwald?

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Stunts
Camis Barbieri

CORREIOS
Senna ganhando o troféu do Sonic (enviado por Rafael Portillo)
Entrevista da Ação Magazine

TEMA
Clássicos do John Hugues
A Garota Rosa Choque
Curiosidades de produção
Considerações finais

VÍDEO
Trailer do filme
http://www.youtube.com/watch?v=tcSMDqXT52s

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Skull também em Power Rangers Samurai!

Parece o Bulk não será o único personagem da primeira temporada dos Rangers a dar as caras em Power Rangers Samurai, a mais recente temporada da franquia em exibição nos Estados Unidos. Seu companheiro magro Skull também dará o ar de sua graça, ao menos como ator convidado em alguns episódios.

Quem deu a notícia foi o ator Jason David Frank, o famoso “Tommy” da franquia PR, durante um evento chamado Anime Oasis, como postado pelo blog “Orends: Range”:

Fonte – Orends: Range

JWave entrevista a equipe da Ação Magazine

No Japão, os quadrinhos são publicados em grandes antologias em que títulos de sucesso acabam ganhando animações de sucesso no mundo todo. Trazendo o mesmo espírito, temos a antologia Ação Magazine que reúne artistas brasileiros trazendo o melhor dos quadrinhos utilizando a temática mangá.

Criada por Alexandre Lancaster e trazendo na equipe nomes, como Fabio Satoshi Sakuda, a Ação Magazine é uma nova forma de ler quadrinhos no Brasil.

Entrevistamos Fabio Sakuda, assessor editorial para falar da revista e revelar algumas novidades da publicação. Lembrando que tanto Fabio, como Alexandre serão convidados a falar da Ação Magazine no podcast JWavecast em breve.

O que é a Ação Magazine? É a primeira de seu tipo no Brasil?

Equipe Ação Magazine: A Ação Magazine é uma antologia periódica de quadrinhos, uma revista de variedades para jovens, um ninho para novos talentos no Brasil. Já tivemos algumas experiências parecidas, nem sempre ligadas ao mangá, mas se observarmos de forma mais abrangente, o Brasil sempre foi um país de antologias; almanaques de quadrinhos sempre foram mais tradicionais e garantidos. Talvez porque aqui, o público sempre gostou de uma variedade maior – o fato é que o Brasileiro gosta de volume, isso faz diferença.

Como nasceu a idéia de publicar uma antologia de mangas produzidos no Brasil?

O Alexandre tentou implementar isso já faz muito tempo atrás. O molde japonês já foi muito bem sucedido e é o que mais se adequaria às necessidades do mercado brasileiro. Viabilizar isso é que foi um grande trabalho. Mas temos grandes talentos no Brasil, podemos criar histórias e franquias tão boas quanto as americanas e japonesas. Temos terreno para um mercado criativo muito grande no Brasil, os outros países já perceberam esse potencial, faltava algo para nós mesmos ficarmos certos disso.

No Japão, revistas como Shonen Jump e Shonen Magazine criaram franquias conhecidas mundialmente graças aos esforços dos editores em potencializar obras em conjunto com os autores. Na Ação Magazine haveria esse tipo de relação editor-autor?

Com certeza. O segredo para uma antologia dessas funcionar está mais no editor do que nos autores. Um bom editor vai trazer o melhor dos autores ao mesmo tempo em que trabalha uma unidade entre todos os títulos. Eu pessoalmente busco respeitar bastante a criatividade de cada um, mas sempre priorizando o leitor ao invés de experimentalismos artísticos. Talvez um dia haja espaço para coisas mais alternativas, mas o momento é o de criar títulos de grande apelo.

Qual o público alvo das Ação Magazine?

A Ação Magazine é uma revista juvenil, para garotos em fase escolar, mas tentamos ser abrangentes dentro desse segmento. Quem sabe com o tempo não fazemos mais revistas, cada uma para o seu público específico? Gostaria muito que a Ação fosse um sucesso para que uma idéia que tivemos de uma revista feminina pudesse se concretizar.

Qual será o formato de leitura, o ocidental ou o oriental?

O sentido de leitura deve ser o ocidental, atendendo um público maior de forma mais simples e natural possível.

Vamos falar de logística. Qual será a freqüência de publicação da antologia?

A revista pretende sair mensalmente, mantendo sempre a edição anterior por mais quinze dias em bancas. Em vendas diretas e livrarias, elas ficarão até por mais tempo.

Como será sua distribuição? Atingirá apenas São Paulo e Rio de Janeiro? Aceitará assinaturas?

Estamos acertando isso para que atinja o maior número de leitores possíveis nas bancas, mas além disso, vamos trabalhar muito para que as vendas online cresçam. Um sistema de assinaturas também deve ser implementado. E uma grande idéia que temos é a de atender cada leitor de Ação que tivermos, com a criação de pontos de venda especiais apontados pelos próprios leitores, fazendo com que a revista chegue a qualquer lugar em que o correio chegue, independente de haver uma banca ou livraria, ou dela ser filiada a algum grupo de distribuição.

Os mercados americanos e asiáticos já se adaptaram quadrinhos para aparelhos moveis como tablet e celulares. A Ação Magazine pensa em lançar algo parecido para o publico brasileiro?

Isso faz parte dos nossos planos e eu pessoalmente tenho um grande interesse nisso. Já estudamos um modelo para o sistema iOS.

Falemos de quadrinhos. Qual estilo de histórias que a Ação Magazine vai priorizar em seu lançamento?

Queremos histórias que falem com o público, que sejam divertidas. Nós temos uma diversidade boa para a quantidade de histórias, que infelizmente não é tão grande ainda. Espero que o tempo e a aceitação do público possibilite experiências maiores, quantidade maior de histórias e até mesmo a viabilização de outras revistas. Isso seria o ideal.

Existirão títulos de humor caricato, comum a essas revistas no Japão?

Isso foi uma grande dor de cabeça para a criação da grade… Nós temos em mente que um bom título de humor faria a diferença, mas não encontramos ele ainda. Fizemos algumas tentativas e dentro delas, tivemos alguns bons artistas, que pretendemos um dia ainda poder trabalhar juntos. Mas por enquanto, ainda estamos pensando. Ainda existe a possibilidade de isso ser preenchido por tirinhas, 4koma, alguma coisa curta.

Além dos tradicionais títulos no estilo Shonen, também existirão títulos mais sérios e de temática adulta?

Por enquanto não. Nosso público é o jovem, dentro do que é possível, os nossos títulos tem seus momentos mais dramáticos e sérios, Jairo tem uma carga dramática mais forte, Tunado chega a ser bem técnico… Como disse antes, a revista é juvenil, mas estudamos a melhor forma para que ainda tenha apelo aos leitores mais velhos, até mesmo aos pais dos leitores.

No Brasil, temos artistas razoavelmente bem sucedidos lá fora, mas no estilo Comics. Esse tipo de trabalho poderá fazer parte da coletânea, ou apenas as obras de inspiração japonesa serão aceitas num primeiro momento?

Pessoalmente, eu não tenho problemas quanto a isso. Não que isso signifique que teremos um genérico de Batman ou X-Men na Ação, mas dentro do que a revista é, se um autor tiver um bom trabalho, isso está acima de tudo. Mas dependeria de momento, claro, é muito mais delicado tratar esse tipo de mistura. Mas se a proposta de uma magazine é a de dar a chance ao leitor de experimentar coisas diferentes, seria ótimo se tivessemos êxito nisso.

Tradicionalmente a industria americana, européia, e mais recentemente a japonesa, adotam equipes de produção por título, ao invés de um único autor. A Ação Magazine pretende fazer casamento de talentos, no sentido de unir bons escritores com bons desenhistas, ou está se focando apenas em “artistas completos”?

Isso ajuda muito, porque títulos autorais muitas vezes podem esbarrar no problema do talento do autor. Artistas completos são cada vez mais raros e os que podem fazer tudo isso em tempo pra entrar numa revista periódica é ainda menor. Na Ação Magazine, temos só duas séries assim, Expresso e Madenka, o que é um bom número, já que temos seis títulos.

Vocês estão aceitando novos autores? Como as pessoas podem entrar em contato com vocês para apresentar idéias e trabalhos?

Claro, estamos sempre de olho em novos talentos. Não estamos avaliando ninguém até o lançamento da revista, mas os novatos de hoje podem ter uma chance mais cedo do que imaginam.

Quando a antologia será efetivamente lançada? E qual o preço ela será comercializada?

Nós fechamos com o Festival do Japão, em São Paulo, e teremos o pré-lançamento oficial da Ação Magazine no evento, dias 15, 16 e 17 de Julho. Teremos um stand que deve ativar as emoções dos fãs de mangas.

Quais os títulos da Ação Magazine? E quais são os títulos principais do título?

Nós temos na grade inicial da revista: Expresso, uma aventura steampunk mesclando mistérios científicos, ação e um pouco de aventura histórica; Tunado, trazendo corridas de carro e velocidade, num ambiente bem próximo do nosso; Jairo, que conta a jornada de um garoto imerso em problemas pessoais e que encontra no boxe um lugar pra descarregar sua raiva, e um motivo para ir adiante; Arcabuz, que é o nome dado ao tipo de arma de fogo que os nossos heróis usam… é uma tradição de capa e espada, os mosqueteiros também tem um nome ligado a uma arma de fogo, mas são lembrados por duelos de espadas; e essa história é cravada na exploração do Brasil colonial.

Pela resposta de público, temos Madenka e Rapsódia como os mais populares, mas nada impede que os outros títulos tomem a frente com o tempo. Madenka é o nome do nosso herói de uma aventura cheia de monstros e misticismo, num clima de game, sempre cheio de ação. Rapsódia é a nossa aventura medieval, num cenário repleto de magia e desafios, onde um tempo de paz é só um suspiro antes de um novo conflito.

Na primeira edição, teremos três histórias, Madenka, Jairo e Tunado, todas com mais que o dobro de páginas do que o normal. Na próxima, estréiam Rapsódia e Expresso, lembrando que as três primeiras continuam com capítulos de 19 páginas. E por último, Arcabuz entra na terceira edição, fechando a grade inicial.

Como será o lançamento da revista no Festival do Japão?

Esse ainda será um pré-lançamento, a revista só vai pras bancas em setembro. Mas quem for, terá a chance de a ter em primeira mão. Nós pretendemos interagir muito com o público. Um dos principais atrativos será o Motikomi, onde os editores, eu e o Alexandre, iremos avaliar o material de quem quer entrar para a Ação. Só precisa levar uma história pronta, no mínimo o roteiro em forma de name (o rascunho de páginas onde se define a narrativa) e algum material finalizado de arte, de preferência das próprias páginas. Mas além disso, os artistas estarão lá pra conversar, dar dicas, autografar. Teremos reproduções de originais da Ação, esperamos que os leitores venham visitar e conhecer mais a gente lá no evento.

Nas antologias japonesas, como Shonen Jump, os leitores respondem uma pesquisa que medem a popularidade dos títulos publicados. Títulos com baixa populariedade acabam sendo cancelados ou alterados para recuperar o público. Esse tipo de ferramenta será utilizada pela Ação Magazine? Como ela irá alterar as histórias durante sua publicação?

Sim, desde o começo, nós sempre quisemos que o leitor fizesse parte da revista em todo o processo, inclusive no editorial, fazendo a grade que mais lhe agrada. Isso ainda é muito complicado, mas até o lançamento, vamos dar os detalhes. Claro, haverá um tempo para que cada história se firme antes de ser rankeada, até na Jump os títulos novos tem um período sem ser julgados até o momento em que são postas sob julgamento.

Existe a intenção de lançar títulos da Ação Magazine em volumes próprios, similar ao que acontece no mercado japonês?

Ah, claro, vamos lançar as séries posteriormente em volumes fechados para colecionar. Mas ainda deve levar uns bons meses pra isso.

Além de histórias, a Ação Magazine produzirá outro tipo de conteúdo?

Teremos matérias e reviews, algum material de complemento para cada uma das histórias. Nosso sonho é que a Ação seja vista como um ponto de referência para os jovens, trazendo sempre coisas novas, experiências diferentes, junto de grandes histórias.

No Brasil tivemos vários tentativas de quadrinhos nacional reproduzindo o estilo mangá, sendo os mais consagrados: Holy Avenger e Turma da Mônica Jovem. Qual é o diferencial da Ação Magazine em relação aos outros títulos produzidos no Brasil?

A Ação Magazine pretende ir numa direção diferente, tanto pela diversidade do material quanto pelos assuntos. Esperamos herdar pelo menos o sucesso de cada um desses títulos que esteve ou está ai e trazer mais, agregar algo novo para os leitores. Nós queremos que com isso, mais e mais títulos de quadrinhos nacionais surjam, não só de mangá, mas de tudo que o leitor estiver disposto a ler. Ninguém tem a perder com esse crescimento e espero que isso faça mais e mais talentos aparecerem no Brasil.

Obrigado pela entrevista e deixem um recado para os leitores do JWave.

Quero agradecer ao JWave o espaço, e aos leitores pelo carinho e resposta que tivemos. E também pela paciência, por ter esperado tanto até conseguirmos chegar até aqui.

Esperamos todos no Festival do Japão, dia 15, 16 e 17, e daqui pra frente, sempre perto de cada um de vocês, onde quer que estejam. Se quiserem continuar nos acompanhando, siga no www.twitter.com/acaomagazine ou pelo site www.acaomagazine.com e fique atento que iremos postar novidades sempre que possível.

Agradecemos a equipe da Ação Magazine pela atenção especial.

JWave #52 | Sonic The Hedgehog – parte 1

[powerpress]

Bem vindo ao JWAVE…

No dia 23 de junho, o Sonic The Hedgehog faz 20 anos que foi lançado e para comemorar esse aniversário, o mascote da Sega ganha um especial no JWavecast.
Juba, Calliban, Marvin se reúnem na primeira parte do especial do Sonic em que vai ser discutido os jogos clássicos do ouriço. De Sonic 1 a Sonic & Knuckles, essa primeira parte abordará também como foi o processo de criação do Sonic e como foi a guerra dos consoles.

Você era do lado da Sega ou da Nintendo? Venha comemorar com a gente os 20 anos do Sonic The Hedgehog.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Marvin

TEMA
A história da Sega
A guerra dos consoles
A criação do Sonic
Sonic The Hedgehog
Sonic The Hedgehog 2
Sonic The Hedgehog 3
Sonic CD
Sonic & Knuckles
Sonic no Master System

VÍDEO
Sonic The Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=ntr31RHoOzw
Sonic The Hedgehog 2
http://www.youtube.com/watch?v=IMDQtpw-_CY
Sonic The Hedgehog 3
http://www.youtube.com/watch?v=w61b5pW8RUU
Sonic CD
http://www.youtube.com/watch?v=M5LN6p_UvJ4
Sonic & Knuckles
http://www.youtube.com/watch?v=F_D2pHia3Vg&feature=related
The History of Sonic the Hedgehog Part 1
http://www.youtube.com/watch?v=pvefA3MpwRk
Sonic the Hedgehog GameTap Retrospective Pt. 1/4
http://www.youtube.com/watch?v=6D9h-4vQUHM
Sega Mega Drive 60Hz – 50Hz -Versão japonesa X europeia
http://www.youtube.com/watch?v=_LeddVRGlPA&feature=related

E-MAILS E TWITTER
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