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Crítica | Ima Ai ni Yukimasu

Sabe aquelas histórias de amor de cidade de interior? Aonde as crenças populares ainda existem. Pode ser assim que se define a linda história de amor de “Ima Ai ni Yukimasu”.

Baseada no livro que foi um grande best seller e que virou um filme de bastante repercussão em 2004. Infelizmente ou felizmente, está sendo produzido um remake americano, que terá a atrás Jennifer Gardner (seriado Alias e filmes De repente 30 e Elektra) em 2009. A série foi produzida apenas no ano seguinte do filme em 2005, e é considerada a melhor produção das três, sendo esta que iremos contar.

A série

Yuuji é um garoto de 6 anos de idade, que perdeu sua mãe há um ano atrás. Ele ainda sente muita falta dela, sendo que ele mata saudades dela, lendo um livro escrito por ela mesmo há um ano atrás. Acreditando firmemente no livro, ele crê que ela irá voltar na estação das chuvas (em junho).

Um dia, quando começa a estação das chuvas, Yuuji corre desesperadamente para o lugar aonde ele brincava com sua mãe no centro da floresta. Um túnel abandonado, ele e seu pai, Takumi, eles vêem uma mulher em volta de uma luz. Chegando perto dela, Yuuji percebe que sua mãe cumpriu a promessa, ela estava de volta a vida. Porém, ela tinha um problema, havia perdido a memória.
Amnésia

A série invés de abordar a volta dos mortos, da personagem Mio Aoi, optou-se por seguir o caminho de uma mãe que perdeu a memória. Em “Ima Ai ni Yukimasu” foi considerado relativamente “normal” a volta dela, aonde Takumi e Yuuji não medem esforços para fazer ela se lembrar deles.

Vendo uma casa bagunçada, Mio assume a função de dona de casa, trazendo a qualidade ao lar novamente. Takumi apenas a proibiu de ir a cidade, por achar que as pessoas não entenderiam como ela está “viva”.
Assim, começa o dia-a-dia da família “Aoi”, aonde a cada dia, Mio se sente mais em casa, mesmo não conseguindo lembrar de nada. Takumi vai contando aos poucos sobre o romance na juventude entre eles, levando a série a época do ensino médio.
Um dos méritos dessa série foi trabalhar muitos bem os personagens numa cidade de interior. Usando e abusando desse recurso, o elenco se interage muito bem na cidade pequena aonde todos se conhecem.
6 semanas

Uma das principais preocupações do Takumi, logo no começo da série, é sobre a última pagina do livro que sua esposa escreveu que Yuuji ignorou. Nela está escrito que ela voltaria para “casa” depois das seis semanas da estação das chuvas. Ele não fazia idéia, como Yuuji reagiria ao saber que sua mãe “morreria” de novo.

A própria Mio não sabe que pode “morrer” daqui seis semanas, o que começamos a achar que a decisão do Takumi é totalmente egoísta. Além disso, ela também não sabe que voltou dos “mortos”, achando apenas que perdeu a memória.

Cidade pequena

A novela tendo como cenário de fundo uma cidade pequena, acaba separando essa cidade em alguns pontos estratégicos, como: a casa que eles moram na floresta, a clinica que Takumi se cuida, a biblioteca em que ele trabalha, a escola que o Yuuji estuda e a casa da mãe da Mio, aonde também há o curso de jardinagem dado por ela.

Na casa, Takumi, Yuuji e Mio passam a conviver como uma família novamente. Mio se apega muito facilmente a Yuuji, no entanto ainda não aceita Takumi como marido, assim sendo verdadeiros estranhos na casa. Todos os dias, bem cedo, Takumi e Yuuji vão para a cidade, enquanto Mio assume os deveres da casa. Eles são muito amigos dos vizinhos Asuka e Shunsuke Kikuchi que tem uma loja de doces próxima dali.

Takumi tem uma doença rara que toda vez que fica estressado, a imagem se embaralha e ele desmaia. Além disso, qualquer meio de transporte muito rápido, ele se sente mal, assim tendo que tratar com a medica da cidade. Sendo medica e conselheira do Takumi, Naomi Hongo, é a primeira a saber do retorno da Mio e aconselha quais são medidas que Takumi deve ter para reconquistar sua antiga esposa.

Takumi trabalha numa biblioteca móvel na cidade, dividindo expediente com a Mariko Nagase e Hideo Imai. Mariko foi a melhor amiga de Mio no colégio, e hoje esconde um amor platônico por Takumi. Com a morte de Mio, ela pensa que pode corresponder com Takumi e ajudar a criar o Yuuji em tudo que for necessário. Além deles, Takumi deve seu emprego ao chefe Hachiro Suzuki, já que ele trabalha menos horas por causa de sua doença e por ter que criar Yuuki sozinho agora.

Na escola do Yuuki, a professora Saori Miura trata ele de uma maneira especial, já que ele perdeu a mãe recentemente, sendo quase uma segunda mãe. A melhor amiga de Yuuki é a Rena Saito, ao que tudo indica, eles devem repetir a mesma história de amor de Takumi e Mio.

Quem acompanha de longe o crescimento do Yuuji é a Ryoko Enokida, mãe da Mio. Pedindo para Takumi se mudar para casa dela e recebendo um não como resposta, Ryoko se afasta dos dois, para dar tempo de esquecerem de sua filha. Ela dá aulas sobre flores, sendo justamente isso que a fez agüentar a dura morte de sua filha. Em casa, Takao divide as frustrações com Ryoko, sobre a criação solitária do Yuuji nas mãos do Takumi.

Assim se resume a vida da cidade mostrada na série. Tendo personagens muito cativantes, todos eles ajudam diretamente ou indiretamente na criação de Yuuji. Por isso, Takumi preferiu esconder de todos o retorno de sua esposa, já que eles não entenderiam como ela pode voltar dos mortos por apenas 6 semanas.

Relembrando os tempos de colégio (Takumi X Mio)

Um dos segredos da série cativar o telespectador é colocar a personagem Mio, no lugar do telespectador e pedir para Takumi para que lhe conte como foi que os dois se conheceram.

Num flashback que sempre está presente nos episódios da série, Takumi relembra os tempos de colégio, quando os dois estavam na mesma sala. Nunca sendo francos um com o outro, acabou sendo no último dia do ensino fundamental que os dois perceberam que havia algo a mais que simples amizade. Takumi acaba mudando de cidade, mas mesmo assim não esquecendo Mio, sempre ligando, apenas pra ouvir a voz dela no telefone.
Um dia, eles marcam de se encontrar na cidade, com a desculpa de que Mio iria devolver uma caneta do Takumi da época que estudavam juntos. Não é nesse encontro que os dois se declaram, mas é a partir daí que fica óbvio que os dois realmente gostavam um do outro. Vale nota que essa história paralela, dá pistas sobre a “perda” de memória da Mio, por isso preste bastante atenção nesse primeiro e único amor dos dois.
Uma forma inusitada de contar episódios…

Yuuji sempre coloca um amuleto na janela de sua casa, assim em cada episódios vemos um novo amuleto ao lado do outro na janela. Esses amuletos são colocados a pedido de chuva, sendo assim que Yuuji demonstra que não quer q sua mãe vá embora.

Trilha sonora: Orange Range

A banda bastante famosa no meio de anime e manga, por causa de Bleach e Naruto também está presente nessa produção. A musica tema “Kizuna” foi produzida pela banda, tendo uma letra riquíssima, talvez sendo um dos melhores trabalhos do Orange Range.
Elenco
A protagonista da série, a Mio Aoi foi interpretada pela belíssima atriz Mimura. Dando um show em interpretação, Mimura tem poucos trabalhos de destaque na mídia japonesa, como as excelentes séries Rikon Bengoshi e Fire Boys.

O personagem Takumi Aoi foi interpretado pelo astro Hiroki Narimiya. Estrelando diversas séries de sucesso, como: Gokusen, Trick3, Stand Up! e Orange Days. No cinema, ele participou em Azumi, Nana 1 e 2, Kagen no Tsuki e Sakuran.

O Yuuji Aoi, filho do casal, foi interpretado pelo Takei Akashi, atualmente com 10 anos de idade. Uma curiosidade que ele é o único ator que atuou também na versão cinematográfica de Ima Ai no Yukimasu. O dorama mais recente dele foi a comédia Enka no Joou que conta a historia de uma cantora de música enka solteira de 39 anos, que tem azar no amor e no dinheiro.

Shoko Nakagawa , a queridinha do Japão

Você nunca ouviu falar dela antes? Shokotan, como ela é chamada pelos fãs, virou uma verdadeira febre no Japão. Estampando em diversas capas de revista, Shoko Nakagawa não é uma cantora, ou uma atriz, ou dubladora, mas um tarento (forma que os japoneses batizam um artista que tem diversas habilidades).

Ela se tornou um “idol” para os japoneses, sendo também responsável pela criação de de gírias próprias e marcar altos índices de acesso em seu blog, Shokotan Blog. Para se ter uma idéia, em fevereiro de 2008, seu blog marcou mais de um bilhão de acessos, sendo que ela tem uma média de 1.800.000 mil de acessos diários.

Antes dessa explosão em torno dela, quem imaginaria que ela é uma típica otaku e que o grande sonho dela era se tornar uma mangaka. Outra paixão dela é a de fazer cosplays, sendo também bem conhecida pela mídia por causa desse seu hobbie.

Perfil

Shoko Nakawa nasceu no dia 5 de maio de 1985 em Tokyo, no Japão. Ela é filha de Katsuhiko Nakagawa, um grande artista que fez a história da jmusic nos anos 80.

Ela é agenciada pela Watanabe Entertaiment, um dos escritórios mais famosos do Japão, localizado na luxuosa região de Shibuya.
No inicio de carreira,

Personalidade

Sendo uma otaku de carteirinha, uma das grandes paixões dela é o gênero Super Sentai. Sua personagem favorita é a Yuuri do Super Sentai, Mirai Sentai Timeranger (Esquadrão do Futuro Timeranger, adaptado no ocidente como Power Rangers Força do Tempo). O vicio de Shoko foi tanto, que ela esteve presente em todas apresentações do grupo no Kōrakuen Fairground, uma das atrações do Tokyo Dome.

Shoko sempre quis ser uma ranger rosa, mas falhou nas quatro audições para Super Sentai, sempre pelo mesmo motivo “ela não tem uma boa habilidade atlética”. Quando era criança ela apareceu em dos episódios de Chikyuu Sentai Fiveman e fez uma participação especial no episódio 38 de Tokusou Sentai Dekaranger.

O homem ideal para Shoko é o ator Shigeki Hosokawa, ator protagonista da série Kamen Rider Hibiki. Ela é fã também de Metal Heroes (Jaspion, Jiban, Jiraya, etc) e das séries Kamen Rider da Era Heisei (Kuuga, 555, Hibiki, Den-O e etc).
Paixão por gatos

Adorando bichos de estimação, Shoko é do tipo de garota que não consegue ver um gato abandonado. Atualmente na casa dela tem 3 gatos, sendo que ela cuida mais 7 gatos, os deixando em Pets.

Apaixonada por mangás e animes, ela batizou a maioria dos seus gatos com referências a séries que ela gosta. Para se ter uma idéia, eles são Chibita (também chamado de Nekomura, do mangá Kyō no Nekomura-san), Mami (da série Magical Angel Creamy Mami, ela também costuma chama-lá de Mamitasu ou mmts), Luna (da série Sailor Moon), Raijiro (do animê Baki the Grappler ) e suas novas crias são Kung Fu Panda, Jojo, e Milk Bun.

De todos, o que ela mais gosta é a Mami, sendo com ela que Shoko sempre aparece nas fotos de seu blog. E olha que a própria Mami tem sua legião de fãs, que Shoko batizou de “Mamitasu fans”.

Quando Shoko fez cosplay de Sailor Moon, ela usou o gato Luna (que é macho) para a sessão de fotos dela.

GReeeeN


GReeeeN tem um diferencial, seus rostos sempre ficaram escondidos dos holofotes da mídia japonesa, porque decidiram preservar sua outra profissão. Formados dentistas, a banda foi um hobbie que se tornou uma segunda profissão com seu debut em 2007, mesmo assim, eles não querem deixar de atuar na profissão que se formaram e que gostam de fazer. Por isso, preferem que sua identidade não seja revelada e mesmo gravando um show na televisão, seus rostos foram censurados pra preservar a identidade dos membros.

O grupo que se tornou um dos grandes destaques musicais em 2008, com a música Kiseki, para o dorama ROOKIES, se tornou a mais cantada em karaokês no Japão, como também a com maior destaque na versão mais atual do jogo Taiko no Tatsujin.
Quem é Quem

Hide
Nasceu em 3 de abril de 1980 em Takatsuki, na prefeitura de Osaka. Dentista. Tipo sanguíneo A.

Navi
Nasceu em 30 de abril de 1980 em Sendai, na prefeitura de Miyagi. Trabalha na prefeitura de Chiba. Tipo sanguíneo O.

92
Nasceu em 21 de março de 1982 na prefeitura de Okinawa. Dentista. Tipo sanguine A

Soh
Nasceu em 2 de fevereiro de 1981 na prefeitura de Saga. Freqüentando a faculdade. Tipo sanguíneo A.
Começo de carreira

Tudo começou em Kooriyama, em 2002, quando Hide, Navi e Jin (irmão de Hide) formaram o grupo GReeeN, onde cada membro era um “e” do nome. Jin tinha outra banda chamada Pay Money To my Pain que apoiou a criação da banda.

Dois anos depois, a banda ganha dois novos membros, 92 e Soh, e Jin tornando produtor do grupo. Outra mudança foi a inclusão de mais um “e” agora se chamando GReeeeN.

Em 2006, o GReeeeN acabou gravando seu primeiro álbum, com mesmo nome do grupo, colocando pra vender numa loja de CDs da cidade. Fizeram uma tiragem de apenas 50 cópias.

A banda no mês seguinte, teve sua demo analisada pela EDWARD Ltda de Sendai, tornando-se novo membro do selo pertencente a Universal Music, a Nayutawave Records.

O debut

Em 24 de janeiro, acontecia o grande debut do grupo, com o lançamento de seu primeiro single, Michi. O sucesso veio em números, vendendo 3.904 cópias na semana de lançamento, tornando GReeeeN o 39º artista mais vendido, segundo a Oricon.

Porém, os resultados não foram tão bons no lançamento do seu segundo single, o High G.K Low, que teve um desempenho bem pífio ao vender apenas 976 cópias na primeira semana, jogando GReeeeN na 97º posição.

A sorte viria em 16 de maio, com o lançamento de Ai no Uta, terceiro single do grupo, vendendo 12.956 cópias, conquistando nada menos que a 2º posição de single mais vendido da semana. Um número nada mal, para uma banda que teve seu debut em janeiro do mesmo ano. Pra se ter uma idéia, Ai no Uta vendeu num total 255.957 cópias ao todo.

A, Domo. Hajimemashite. – O primeiro álbum do GReeeeN

Em 28 de junho, veio o primeiro álbum do GReeeeN, chamado A, Domo. Hajimemashite, que vendeu os impressionantes 130.361 cópias na semana de lançamento Ficando na segunda posição, o álbum vendeu ao todo os impressionantes 560.386 cópias.

Kiseki – o número 1 da Oricon

O sétimo single do GReeeeN, veio em 28 de maio de 2008, se tornando o mais famosos de todos os tempos. A música foi usada no dorama ROOKIES, baseado no shounen manga de sucesso da Weekly Shonen Jump.

Como já foi comentado, o dorama foi um grande sucesso da televisão japonesa, e a música se tornou uma das músicas mais populares de 2008.Vendendo 186.097 cópias na primeira semana, o single Kiseki levou GReeeeN a primeira posição da Oricon.

A música se tornou destaque da máquina Taiko no Tatsujin, junto com a música Prisoner of Love, da cantora Utada Hikaru, usada como tema do dorama Last Friends, outro grande destaque de 2008.

Kiseki ainda se tornou o quarto single mais vendido de 2008, como também a música mais tocada nos karaokês.

Entre outros méritos da Kiseki foi também ficar em 1° lugar no top semanal do Chakuuta ranking.

Kiseki ficou em 1º lugar na Oricon durante seis semanas seguidas, tendo acumulado num total de 530.196 cópias vendidas sendo o primeiro grande sucesso do grupo GReeeeN.

A, Domo. Ohisashiburi Desu – O segundo álbum

Um mês depois de Kiseki, veio o segundo álbum do grupo gravado em estúdio, o A, Domo. Ohisashiburi Desu. Vindo com alguns sucessos como Hito, BE FREE, Tabidachi, além do próprio Kiseki, o álbum vendeu 377.070 cópias em sua semana de lançamento. Conquistando o 1º lugar da Oricon, o álbum ficou entre os mais vendidos durante 3 semanas consecutivas, vendendo num total 873.289 cópias.

Tobira

Lançado em 3 de dezembro, o oitavo single do grupo repetiu o sucesso, obtendo 42.394 cópias vendidas. Lançamento fechou o ano de 2008 que com certeza foi o ano mais importante do grupo.

Tobira veio como música tema Kimi omoi para o dorama Nanase Futatabi, que havia estreado na NHK.

Ayumi

O primeiro single de 2009, veio em 28 de janeiro com 71.846 cópias vendidas em sua semana de lançamento. Ficando na segunda posição da Oricon, Ayumi ficou no top 10 de músicas mais tocadas de janeiro e fevereiro no Japão.

Setsuna

Na minha opinião, um dos melhores trabalhos do grupo, Setsuna veio em 11 de março, com 63.429 cópias vendidas em sua primeira semana. Ficando em quarto lugar na Oricon, o décimo single do grupo vendeu 95.313 cópias.

BAReeeeeeeeeeN

Paralelo a fama com o grupo GReeeeN, os membros se uniram com alguns membros do grupo BACK ON e o produtor Jin (irmão de Hide e ex membro da banda Pay money to my pain), gerando o novo grupo BAReeeeeeeeeeN.
Shio , Kosho

O terceiro álbum do grupo, vem em 10 de junho, aproveitando o embalo do filme baseado no dorama ROOKIES, chamado “ROOKIES -Sotsugyou-” que estreou no Japão no dia 30 de maio.
O álbum está sendo lançado em dois modelos, batizados de A e B. No modelo A, virá com um dvd com 4 videoclipes, enquanto o modelo B virá com a música Kiseki, grande sucesso de 2008 e tema do dorama ROOKIES.

Ainda para promover o filme, o décimo primeiro single, o Haruka está sendo relançado com uma capa que remete ao ROOKIES.

Em 2009, GReeeeN repetiu sucesso do ano anterior, e parte disso ainda são reflexos da canção Kiseki e do dorama ROOKIES que continuam em moda no Japão. Porém, a banda anunciou recentemente que está se separando porque preferem levar a carreira que eles se formaram a sério e não a carreira de cantores. Uma pena pro mercado pop japonês.

Festa de lançamento do jogo New Super Mario Bros em São Paulo

A Latamel, responsavel pelos lançamentos da Nintendo aqui na América Latina, está organizando uma festa no domingo em São Paulo.

Portanto pessoal que não tiver fazendo nada no feriado em São Paulo, venha no lançamento desse jogo que trás os conceitos clássicos de Super Mario Bros. Participando do evento, você ganha um chaveiro exclusivo do Mario com Yoshi.

NOVIDADE: Temos também uma novidade, ligue para o telefone (11) 2847-4793 e fale que você é amigo da Mariana e ganhe uma camiseta e um bone da BIG N. Isso mesmo, brindes especiais que vão ser repassados às 13:00 hs.

Vai ficar de fora dessa? Vamos domingo participar dessa grande festa.

JWave #1 | Adaptações de mangá em Live-action

[powerpress]

jwave1

Olá, pessoal que frequenta o blog J-Wave, hoje estamos lançando o primeiro episódio do podcast do J-Wave. Eu, Calliban e Leo-Kusanagi (do blog Mithril) estamos reunidos para conversar sobre adaptações feitas pelos americanos e pelos japoneses dos mangás.

Vamos conversar desde as adaptações recentes de Gantz e Patrulha Estelar, como também falar de algumas adaptações bem sucedidas e outras nem tanto. Também daremos nossa opinião sobre Dragon Ball Evolution.

O formato do podcast será quinzenal.

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Temas abordados
A produção dos filmes Gantz e Patrulha Estelar
Dragon Ball Evolution
20th Century Boys
Crows Zero I e II
Nana
Beck
Paprika
Speed Racer

Tempo de duração: 70 min

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Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas para jwavecast@gmail.com

Kikaider no Halloween Havaiano

Bela forma de se comemorar o Halloween por lá em? Dica do amigo Lagarto.

Top 5 de Celebridades japonesas que são perigosas de se buscar na internet

No dia 26 de outubro, a empresa de anti vírus McAfee divulgou nomes das celebridades japonesas que podem ser perigosas ao pesquisar sobre elas na internet. Ao procurar por esses artistas, o usuário pode ter o azar de encontrar ameaças da rede, como: spyware, spam, adware, vírus entre outros malware. A McAfee também aconselha que os usuários não baixem imagens desses artistas de sites desconhecidos.

Top 5
1. Sato Eriko
2. Kyono Kotomi, Yonekura Ryoko
3. Aizawa Hitomi, Inoue Waka, Erika Sawajiri, Fukuyama Masaharu, Matsuura Aya
4. Aragaki Yui, Ueto Aya, Kanno Miho, Hoshino Aki, Yada Akiko
5. Ogura Yuko, Kawamura Yukie, Hasegawa Kyoko, Yamamoto Azusa

Todo ano a McAfee divulga a lista de celebridades que são perigosas de se procurar na internet em idioma ingles. Este ano é a primeira vez que a a empresa faz algo parecido para o idioma japonês. O top 5 de pessoas procuradas na internet aparecem em gravura, dramas e comerciais. Todas elas são mulheres, com exceção Fukuyama Masaharu.

A relação de sites questionáveis entre os resultados de pesquisa no Japão é baixa. Para se ter uma idéia, a Eriko Sato que está em primeiro lugar no ranking, mostra um perigo de 1,8%. Para se ter uma idéia, na versão americana do top, a atriz Jessica Biel está na primeira posição sendo que o perigo é de 20% (o que seria de 1 a 5 sites teria algum conteúdo que possa gerar mal na sua máquina). Mesmo assim, o gerente japonês da McAfee diz que mesmo sendo um alerta pequeno, os usuários não devem abrir sua guarda para sites mal intencionados.

Fonte: Japan Now

Taiko no Tatsujin

Com certeza, você já deve ter visto um amigo seu jogando no seu PSP ou no seu DS, ou mesmo ter visto algum anime, dorama, ou filme aonde as pessoas jogaram esse “estranho” jogo.
Batizado no ocidente de Taiko: Drum Master, o jogo produzido pela Namco virou uma grande sensação por utilizar uma arte milenar japonesa, de forma tão “pop”.

Para quem não sabe, em japonês, Taiko significa Grande Tambor com a união dos kanjis Tai (grande) e ko (tambor). No caso de Taiko no Tatsujin, ele já rendeu mais de 11 edições diferentes desde em sua estréia em 2001.

O sucesso do Taiko no Tatsujin fez a Namco até desenvolver um projeto paralelo, lançado para Nintendo, que foi o Donkey Konga, aonde o controle foi adaptado para bongos, você batia do lado direito e esquerdo e também batia palmas. Infelizmente, esse “spin off” só durou três edições se encerrando com o jogo Donkey Konga 3, depois disso foram produzidos outros jogos usando o bango como Donkey Kong Jungle Beat.
TaTaCon – O controle do Taiko no Tatsujin

A grande graça do jogo é no controle, tanto nos Arcade, como nas suas versões caseiras. Você usa um tambor estilo japonês, com duas plaquetas, batendo do lado direito e do lado esquerdo, de acordo com as os comandos da música no jogo.

O controle, adaptado para Playstation 2 e Wii, são encaixados no videogame como um controle normal. No caso do Wii, o TaTaCon é encaixado no Wii Remote, na mesma saída aonde é encaixado o nunchak e o classic control. No Nintendo DS, as plaquetas foram substituídas por duas canetas que você bate na tela touch. A versão mais sem graça fica para o PSP, aonde adaptaram para os botões tradicionais, perdendo a graça do jogo.
Jmusic, Anime, Dorama e muito mais

Um dos motivos do jogo ter caído no gosto do jogador japonês, foi justamente além da diversão de tocar taiko, é a seleção de músicas que cada nova versão ganha.

Na parte de animês os clássicos, como Ai wo torimodose! Tema de Hokuto no Ken até canções recentes como Hare Hare Yukai de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu. Isso sem esquecer Doraemon, Pokemon, Touch que também marcam presença na série.

Em jpop, dependendo da edição, podemos encontrar Sakuranbo da Ai Otsuka, WON´T BE LONG! Da Koda Kumi e Exile entre outros sucessos do mercado fonográfico japonês.

Além de trazer temas de animes, alguns doramas também tem sua vez em alguns jogos da série.
Outro gênero sempre presente são os temas de jogos da própria Namco, como Brave Sword, Braver Soul de Soulcalibur II e Ridge Racer. Isso sem contar canções clássicas, além de canções originais feitas pela própria Namco.

Vale frisar o mais popular dos gêneros são os animes, tanto que já até ganhou jogo só disso, para Playstation 2, batizado de Taiko no Tatsujin: Tobikkiri! ANIME SUPESHARU.
Taiko: Drum Master o jogo chega aos EUA

Em 2005, a Namco levou a sua franquia para a América, a batizando de Taiko: Drum Master. Para a versão americana, sai a jmusic, sai as músicas de anime, e entra as músicas pop ocidentais.
Trazendo Toxic de Britney Spears, ABC de Jackson Five, Material Girl de Madonna, esses são alguns exemplos da lista de músicas da versão americana. De animes, veio “Rock the Dragon” do tema americano de Dragon Ball Z.

Mesmo trazendo uma seleção interessante e o controle TaTaCon, o jogo não emplacou, sendo o único produzido no ocidente.
Don e Katsu – Os mascotes de Taiko no Tatsujin

Os mascotes do jogo receberam o nome Don e Katsu, graças ao som produzido quando você toca taiko. Ironicamente, os nomes deles também fazem um trocadilho com a culinária japonesa, pois Katsudon é um prato com carne de porco de lá.

Taiko no Tatsujin no Brasil

E não é que o fliperama de Taiko no Tatsujin está no Brasil? O parque de diversões Hot Zone, importou Taiko no Tatsujin os colocando-nos mais balados shoppings do Brasil. No Rio de Janeiro, podemos encontrar Taiko no Tatsujin 3, no BarraShopping, enquanto em São Paulo, podemos encontrar no Morumbi Shopping. Completamente diferente de jogar da versão caseira, se você tiver nessas duas cidades, não perca a chance única que é jogar Taiko no Tatsujin.
Taiko na cultura pop

O sucesso do jogo pode ser medido na participação sempre que presente em animes, doramas e até filmes estrangeiros.
O jogo aparece na despedida da orquestra do dorama Nodame Cantabile, como também aparece na sua versão anime no episódio 13.
O filme Wasabi com o Jean Reno, Taiko no Tatsujin também bate carteira em cena. Nesse caso, o que rouba a cena no filme é Jean Reno em Tóquio dançando Dance Dance Revolution.
No anime Lucky Star, aparece no episódio 2, as garotas jogando Taiko no Tatsujin, irônicamente, a música escolhida é Hare Hare Yukai do animê The Melancholy of Haruhi Suzumiya.
Outro filme que o Taiko marcou presença foi Encontros e Desencontros lançado em 2003, da Sofia Coppola. Tendo no elenco Bill Murray e Scarlett Johansson, o filme se passa em Tóquio e mostra um relacionamento entre os dois ligado a carência por uma terra estranha.

Viagem no Japão

Viajei para o Japão em dezembro e joguei principalmente a edição 12 que tem músicas como Kiseki do grupo GReeeeN do dorama ROOKIES e Prisoner of love da Utada Hikaru, tema do dorama Last Friends. Ficando 3 meses no Japão, jogava Taiko no Tatsujin sempre quando encontrava uma loja de fliperamas, sendo em Tokyo, Nagasaki ou Nagoya, quem acompanhou minha viagem, sabe o quanto Taiko no Tatsujin aparecia na viagem.
Jogos Lançados

Arcade

Taiko no Tatsujin (Fevereiro 2001)
Taiko no Tatsujin 2 (Agosto 2001)
Taiko no Tatsujin 3 (Março 2002)
Taiko no Tatsujin 4 (Dezembro 2002)
Taiko no Tatsujin 5 (Outubro 2003)
Taiko no Tatsujin 6 (Setembro 2004)
Taiko no Tatsujin 7 (Setembro 2005)
Taiko no Tatsujin 8 (Março 2006)
Taiko no Tatsujin 9 (Dezembro 2006)
Taiko no Tatsujin 10 (Setembro 2007)
Taiko no Tatsujin 11 (Março 2008)
Taiko no Tatsujin 11 Asian Version (Abril 2008)
Taiko no Tatsujin 12 (2008)

Nintendo DS

Taiko no Tatsujin DS: Touch de Dokodon (26 Julho 2007)
Meccha! Taiko no Tatsujin DS: 7tsu no Shima no Daibouken (24 Abril 2008)

Playstation 2

Taiko no Tatsujin: TATAKON de DODON ga DON (24 Outubro 2002)
Taiko no Tatsujin: DOKI! Shinkyoku Darake no Haru Matsuri (27 Março 2003)
Taiko no Tatsujin: Appare Sandaime (30 Outubro 2003)
Taiko no Tatsujin: Waku Waku ANIME Matsuri (18 Dezembro 2003)
Taiko no Tatsujin: Atsumare! Matsuri da!! Yondaime (22 Julho 2004)
Taiko no Tatsujin: GO! GO! Godaime (09 Dezembro 2004)
Taiko no Tatsujin: TAIKO DRUM MASTER (17 Março 2005)
Taiko no Tatsujin: Tobikkiri! ANIME SUPESHARU (04 Agosto 2005)
Taiko no Tatsujin: Wai Wai HAPPI- Rokudaime (08 Dezembro 2005)
Taiko no Tatsujin: DON-KA! to Oomori Nanadaime (07 Dezembro 2006)

PlayStation Portable

Taiko no Tatsujin: Po-taburu (04 Agosto 2005)
Taiko no Tatsujin: Po-taburu 2 (07 Setembro 2006)

Advanced Pico Beena

Taiko no Tatsujin (2005)

Telefone celular

Taiko no Tatsujin Mobile

Super Dínamo – Antes do Super Dínamo, Super Dínamo tornou o símbolo de uma geração

Exibido na Rede Tupi e na Rede Record, Super Dínamo veio a uma época, aonde o brasileiro desconhecia costumes do Japão. Trazendo costumes que podiam ser interpretados como bárbaros, por exemplo, comer peixe cru, Super Dínamo fez historia na tv brasileira.

Criado por Fujiko Fujio, pseudônimo da dupla, Hiroshi Fujimoto e Abiko Motoo, famosos no mundo inteiro por Doraemon. Super Dínamo foi publicado na Shonen Sunday de 1967 a 1968. A mesma publicação ficou famosa anos depois por Metantei Conan, MAJOR e 20th Century Boys.

Em 1969, o manga foi adaptado pela dupla, em seu próprio estúdio, a Studio Zero, com a TMS (Tokyo Movie Shinsha). Tendo episódios com duração 12 minutos, num total de 90 episódios, sendo bastante fiel a obra original.

A história

Exibido no Brasil, em 1976 a 1978, Super Dínamo veio pela Transglobal, e ganhou versão dublada na Cinecastro.

Mitsuo Suwa é o Super Dínamo, um super herói que ganhou super poderes do poderoso Super Homem. Sendo um garoto normal, Mitsuo adora ler gibis, jogar baseball e odeia ir à aula, sendo que sempre que existe um perigo, ele se transforma em Super Dínamo.

Quando você se torna um Super Dínamo, você recebe um Kit Dínamo, com capacete, capa e comunicador e um robô-cópia. Você também tem que jurar nunca revelar sua identidade e cumprir sua missão, já que Super Homem irá conferir constantemente se você foi digno ou não de sua confiança.

Assim, Mitsuo se torna o Dínamo nº 1 (Paaman 1 no original) que logo ganha o parceiro Dínamo nº 2 (Paaman 2), que é um chimpanzé, chamado Bobby, sempre disposto ajudar. Vale lembrar que o robô-cópia é o sonho de qualquer criança até hoje, onde apenas encostar no nariz dele, ele cópia a sua imagem e fica no seu lugar, enquanto você fica livre. Não pense que Mitsuo já não o usou pra não ir à escola.

Vale lembrar que as criações do Fujiko Fujio são repletas de criticas sócias, e os personagens têm defeitos e qualidades, o que não significa que seja um duelo entre o bem e o mal.

Por exemplo, quando Mitsuo viaja com sua família para uma ilha, descobre que todos estão lá porque terem achado ouro. Investigando ele encontra um monstro que era ninguém menos que os habitantes da ilha fantasiados. Dínamo nº1 descobre que os habitantes fizeram isso, porque a ilha não tinha muito turismo, e eles estavam passando por problemas financeiros. Dando uma ajuda, ele se veste de monstro e vai embora pro espaço, se encontrando com Dínamo nº 2 que bate nele, sem saber que era seu parceiro.

Os outros Super Dínamos

A Super Dínamo nº3 (Paaman 3) é uma garota misteriosa, que usa o codinome Parko (Paako no original). Sumire Hoshino nunca revelou sua identidade para ninguém, nem mesmo para os outros membros do Super Dínamo. Famosa e reconhecida em todos os lugares, a fuga de Sumire era se transformar em heroína. Nos últimos capítulos, ela se apaixona por Mitsuo e revela sua identidade no último capítulo da série.

Com certeza um dos Super Dínamos que toda criançada desejava ser era o Super Dínamo nº4 (Paaman 4). Ele conseguiu uma coisa que nenhum outro super-herói conseguiu, que é receber dinheiro pelos seus serviços heróicos. O Houzen Ouyama que era chamado de Paayan pelos Super Dínamos é um garoto que vive em Osaka e mesmo seguindo as instruções do Super Homem, ele seguia sua própria crença.

Um dos Super Dínamos mais estranhos que completa a equipe é o bebê Kouchi Yamada. Vendo o Mitsuo tirar a máscara de Dínamo nº1, Super Homem deu os poderes de Super Dínamo nº 5, também chamado de Paabou. O bebê herói, acabou sendo ignorado na continuação do manga nos anos 80.

A segunda versão de Super Dínamo

Nos anos 80, após o sucesso de sua maior criação, Doraemon, Fujiko Fujio trouxe uma nova versão do Super Dínamo, esta inédita no Brasil. Lembrando que a versão original foi em preto e branco, a nova versão colorida veio junto com uma nova série de mangas publicado pela CoroCoro Comic em 1983 a 1986.

Mesmo permanecendo inédita no país, muita gente deve se lembrar dos jogos do Paaman que saíram para Nes no Japão.

Super Dínamo voltou ainda em dois filmes produzidos pela TOHO, em 2003 e 2004. Os filmes foram a última versão dos personagens lançados até hoje, seguido do relançamento dos mangas dá serie original.

Super Dínamo X Doraemon

O engraçado dessa história toda, com certeza foi que Super Dínamo não tem o destaque merecido, por ser sombra de uma criação do mesmo autor, o gato Doraemon.

Ironicamente, o Brasil foi o único país, aonde Doraemon foi um fracasso, tendo apenas 15 episódios dublados e exibidos no Clube da Criança apresentado pela Angélica na época, na extinta Rede Manchete. Enquanto Super Dínamo teve todos os 90 episódios da primeira série, exibidos por aqui na TV Tupi e na Rede Record.

Os personagens Mitsuo e Nobita têm características muito parecidas entre si. Preguiçoso, um teve a ajuda do Super Homem, enquanto outro teve ajuda do gato do futuro, Doraemon.

Comenta-se que muitos episódios foram perdidos, mas a série pode ser assistida em sites como Youtube. Infelizmente não existe nenhum projeto pra o relançamento dessa série em DVD no Brasil.

Versão Brasileira

Dublado na Cinecastro, no Rio de Janeiro, a versão brasileira de Super Dínamo reuniu um elenco de estrelas, para esta versão bastante fiel ao texto original.

Mitsuo ganhou a voz de Glória Ladany, atriz e dubladora, que fez papeis inesquecíveis como a Zilda Philips, em Família Dinossauro. Outros personagens conhecidos, foi a Bié Buscapé, do desenho Zé Buscapé, Madame Riso em She-ra, Sra. Brill em Mary Poppins, Srta. Daisy em Conduzindo Miss Daisy e Sra. Bucket em A fantástica fábrica de chocolate entre outros.

A segunda voz do personagem ficou a cargo de Sônia de Moraes, que fez personagens icônicos como Olivia Palito, Mulher Gato na série do Batman dos anos 60, Sra. Ashworth em Cavalo de Fogo e Martha Kent em Lois e Clark: As novas aventuras de superman.

A voz da Sumire/ Super Dínamo nº 3 ficou a cargo de Neusa Tavares e Cordélia Santos. Neusa Tavares fez entre as dublagens a personagem Josie em Josie as gatinhas, Princesa Safire em A princesa e o cavaleiro, Mulher Aranha, 2º voz da Jacklyn Smith das As Panteras e a vilã Diabolyn em Cavalo do Fogo. Cordélia Santos fez a segunda voz do personagem Ching em A Princesa e o Cavaleiro e também fez a segunda voz da irmã do Mitsuo, Ganko em Super Dínamo.

O ator Francisco Milani fez duas vozes no Super Dínamo, o Super Dínamo nº4 e Sr. Suwa, pai do Mitsuo. Um dos personagens mais conhecidos na dublagem, Francisco dublou Tom Selleck da série Magnum. Sendo conhecido mais com suas atuações do que pelas dublagens, um dos seus personagens mais lembrados é o Seu Saraiva e bordão “Pergunta idiota, tolerância zero!” no Zorra Total. Vocês também devem lembrar-se dele, como chefe bravo da jornalista Zelda em Armação Ilimitada. Também interpretou o Pedro Pedreira, na Escolinha do Professor Raimundo. O ator faleceu em 13 de agosto de 2005.

A atriz e dubladora Ana Ariel deu a voz Sra. Suwa, mãe do Mitsuo. Fez papéis como Bina, na versão original de Cabocla, a Santinha em Saramandaia, Lalá em A Moreninha entre outros papéis consagrados.

Super Dínamo foi um anime que encantou gerações e está até hoje presente na memória dos brasileiros.

Relembrando: Jovem Nerd na Fest Comix

Em 2007, eu fui convidado pelo Junior Fonseca (Animepro, revista Neo Tokyo, editora Newpop), a trabalhar na 13º edição da Fest Comix. Esse foi meu primeiro trabalho nesse que se tornou o maior evento de quadrinhos da América Latina.

Eu já tinha trabalhado anteriormente em eventos de animê e mangá, mas foi com a Fest Comix que tive contato pela primeira vez que tive livre escolha de escolher nomes pra palestras da Arena Comix.

Nessa época eu já ouvia Nerdcast e surgiu a idéia de trazer eles pra São Paulo. Pensei que nem ia rolar sinceramente, mas mandei um e-mail pra o Alottoni e acabei recebendo uma resposta positiva que rolaria uma palestra deles. Para quem lembra, o Jovem Nerd morava no Rio de Janeiro, enquanto o Azaghal em São Lourenço, e marcamos que eles viriam na sexta feira 2 de novembro, portanto feriado de Finados.
O portal Jovem Nerd fez uma cobertura bem bacana, como também convocou todos os nerds a virem a São Paulo para a palestra deles. Nessa época, ainda não era normal as palestras deles, como ninguém sabia quem era a Portuguesa, entre outras curiosidades do tipo.

Lembro na sexta feira de manhã, que meu celular tocou, e era o próprio Jovem Nerd me dizendo que já estava montando seu stand no evento. Eu ainda estava em casa, que as palestras só começavam mais tarde, ai a Arena Comix acaba se encontrando mais tarde.
O dia começou com uma palestra super legal do Conselho Jedi São Paulo, e em seguida veio a megaboga palestra do Jovem Nerd. Quando começou entrar gente na sala, não acreditávamos que ia lotar tanto, obrigando a gente arregaçar as mangas e correr atrás de cadeiras pra o auditório. Foram muitas cadeiras e mesmo assim ficou muita gente de pé lá dentro, sendo com certeza um dos pontos positivos de eu ter voltado a ajudar nos eventos seguintes.
Eu pedi pro Jovem Nerd gritar no microfone do evento, o seu Lambda Lambda, fazendo todo mundo parar e olhar pra ele. Foi uma divulgação bem interessante e não esperava esse sucesso que acabou acontecendo tempos depois com eles.
Na edição seguinte, lógico que queríamos o Jovem Nerd de novo, porém não consegui haver um acordo entre os dois lados, pra que a dupla retornasse ao evento. Em troca disso, Azaghal acabou pedindo pra anotar dois colaboradores do Jovem Nerd, o Vinicius “Schias” e o Tiago “Mad Max” que acabaram se tornando grandes amigos dali pra frente. Tivemos uma cobertura toda especial da Fest Comix pelo portal Jovem Nerd. Sobre amizade? É só perceber que participo do Dimensão Nerd e do Alternativando, podcast produzido por eles.
Agradeço ao Jovem Nerd, ao Azaghal, a Sra. Jovem Nerd e a Portuguesa por essa chance de conhecer vocês pessoalmente e pelo sucesso da palestra.

Lembro que quando fui cumprimentar eles, a voz da Portuguesa me deixou em dúvida e perguntei, ela disse que era, porém não esperava que fosse revelado em público na palestra.

Obrigado e desejo sucesso a vocês. Até porque, hoje é sexta, dia de Nerdcast.

Séries americanas caem ao gosto dos japoneses e incomoda a televisão local

Os japoneses estão ficando viciados em séries produzidas pelas televisão americana. Séries como “24 horas”, “Alias”, “Lost”, “Heroes”, “Bones”, “The Closer” e “Prison Break” estão ganhando cada vez mais espaço nas prateleiras das locadoras japonesas, a principal forma dos espectadores japoneses tem acesso a essas produções.
Esta é uma má notícia para a industria da televisão japonesa, que tem sofrido desde quando a crise teve inicio no ano passado. As empresas japonesas repensando seus orçamentos, estão cortando custos o que está afetando a maioria das produções desse ano e do ano que vem. Para ter uma noção de como é grave esse dado, a Toyota reduziu seus patrocínios no ano passado em 30%.

Mas o maior problema que a mídia japonesa enfrenta é a produção de má qualidade e “muitos programas de televisão vulgares e nocivos”, diz Sahiko Sugaya, presidente da TV Tokyo. Os telespectadores japoneses são atraídos por séries americanos, por ter tramas incomuns e produções em larga escala, diz Misako Wakai que lida com séries estrangeiras para a SKY Perfect JSAT Corporation. As séries americanas além disso, dá a escolha do público escolher se prefere dublado ou com legendas em japonês, com a tecnologia da televisão digital da SKY Perfect JSAT.

“Certamente, 24 horas foi o “boom” do momento”, diz a Sra. Wakai. Uma coisa que chama atenção é que os japoneses se interessaram pelas séries americanas, porque a maioria dos personagens principais tem profissões bem especificas, como um agente da CTU (Counter Terrorism Unit) em 24 horas e uma antropóloga forense em “Bones”, enquanto os dramas da televisão japonesa normalmente estudantes universitários ou assalariados. Eles realmente tem algo interessante que os japoneses não tem , diz Wakai.

A greve dos roteiristas em Hollywood em 2007 e 2008 foi outro fator determinante para o sucesso de séries americanas no Japão, diz Takeo Itami, um oficial de relações publicas da Geo Corporation, que opera uma grande locadora de DVD. “O [vácuo] dos filmes foi preenchido pelas séries americanas”, diz ele.
“Eu estou tão viciado”, diz Toshihiko Tsunenaga, estudante de medicina e grande fã de Jack Bauer, personagem protagonista de 24 horas.

Fonte: Global News Blog e Japan Now

Dorama X Novela: As novelas mexicanas X Os doramas coreanos

Continuando a série de matérias sobre doramas e novelas, vamos agora de encontro aos rivais comerciais dos doramas japoneses e das novelas brasileiras. Ambas as produções tem seus mercados de exportação, tendo concorrentes diretos de seus produtos, sendo muito semelhantes em seus mercados.

Vale mencionar que as produções mexicanas estiveram em muitos países, atravessando a América Latina, Europa e Ásia, sendo que em muitos casos, suas produções estejam em muitos países que também exibem produções brasileiras.

Sendo produções bem diferentes, o Brasil tem um histórico de novelas mexicanas, pelo sucesso delas no país, com iniciativas como o antigo acordo entre a Televisa com SBT. Muitas novelas vieram ao país e depois acabaram ganhando remake pela emissora, coisa que a Televisa tem repetido com a Rede Record.

Uma coisa bastante interessante que é quando a novela é boa, ela ganha diferentes versões dela e são exibidas no país. Um exemplo é a Topázio da Venezuela, que acabou ganhando remake mexicano como Esmeralda e depois ganhando um remake brasileiro pelo SBT. Atualmente, temos o caso de Betty, a feia que teve seu remake mexicano A feia mais bela e o remake americano Uggly Betty, por fim o remake brasileiro Bela, a feia.

No Japão, semelhante aqui, também exibido produções coreanas por lá. Muitos doramas coreanos acabam ganhando remake no país, como The Devil que acabou ganhando remake ano passado no Japão com o nome Maou. Outra novela coreana que ganhou remake no Japão por sua populariedade foi Hotelier que além de remake, teve participação especial do elenco original na produção.

Mas se engana que seja algo que atravessa décadas como no Ocidente, foi com Winter Sonata em 2002 que os doramas coreanos conseguiram sua popularidade com os japoneses. Uma populariedade que hoje retorna, com a exibição do animê Fuyu no Sonata, baseado na mesma obra que originou o dorama.

O sucesso dos doramas coreanos no Japão e em toda Ásia é algo real e de crescente sucesso. Um sucesso que tem atravessado o Oriente, chegando nos EUA, em DVD para comercialização e locação pela Blockbuster e Netflix.
Porém se engana que as produções coreanas têm apenas esse contato com o Japão. Muitas de suas séries são produzidas a partir de mangás, sendo adaptações semelhantes aos dos doramas japoneses.
As produções coreanas hoje não enfrentam mais resistência de ser uma produção asiática. Os doramas coreanos estão chegando a países árabes sobre argumentação que são produções que não focam em temas polêmicos, como não tem personagens que são ainda tabus nesses países.

Um dado bastante curioso sobre os dois países é em especial o que aconteceu nas Filipinas nos últimos anos. Um país que se acostumou a fazer remake de produções da Televisa, trocou do dia pra noite pra produções coreanas.
Uma produção que atravessou essa transição foi à curiosa Zaido, produzida sob licença da Toei. A idéia original da série é que seria um “remake” do tokusatsu Sheider (exibido no Brasil pela Rede Globo), porém a empresa japonesa não teria gostado nada disso, adaptado pra “herdeiros” do Sheider. A produção mesmo se inspirando numa temática japonesa e sendo bastante fiel no visual, trouxe a experiência e um repertório de fazer novelas mexicanas, tornando um verdadeiro “Frankstein”. Talvez algo que nós brasileiros não teríamos estranhado tanto, vide a produção Caminhos do Coração que seguiu um rumo parecido ao misturar quadrinhos com a narrativa das novelas brasileiras.

Sobre as produções das Filipinas voltaremos a falar delas mais tarde, quando falaremos mais detalhadamente sobre as produções de lá.

México
Falar de novela mexicana é falar de Televisa, assim que conhecemos a teledramaturgia produzida por lá. Deixando de lado o rótulo que toda novela é produzida pela Televisa, que é a maior produtora e exportadora por lá, temos também a TV Azteca e a Argos Comunicación.
As novelas no país inicialmente eram uma ferramenta do governo para distrair os cidadãos de um regime autoritário. As coisas mudaram com u sucesso comercial de Los Ricos Tambien Lloran de 1979, que se tornou um enorme sucesso na Rússia. O sucesso das produções fez que a Televisa , nos anos 90,alegasse que as novelas fossem o principal produto de exportação do país. Paralelamente, o governo mexicano acabou afrouxando o controle sobre a televisão, principalmente nas novelas produzidas pela Argos Comunicación que tinha temas como corrupção política, imigração, pobreza e tráfico de drogas.
Atualmente, as produções mexicanas também entraram no ciclo de remakes, baseado em novelas de sucesso produzidas na América Latina. Em 2006, tivemos “La Fea Más Bella” que foi baseada no sucesso colombiano Yo soy Betty, La Fea de 1999.No ano seguinte, tivemos “Lola Érase una vez” que é remake da argentina Floricienta (que no Brasil foi adaptado como Floribella) de 2005.

As novelas mexicanas são separadas em sete sub gêneros: Melodrama que trabalha entre classes (Ex: Maria del Barrio), Romance Histórico, Drama Adolescente, História de Banda Pop (Ex: Rebeldes), Policial, Comédia Romântica (La Fea Mas Bella) e Sobrenatural.
Coréia
A teledramaturgia coreana semelhante à japonesa pode ser comparada a mini séries ocidentais. Tendo em media de 16 a 100 episódios (raramente passa de 200 episódios), com uma duração de uma hora, as produções se dividem em dois gêneros.

As produções coreanas que se aproximam as novelas abordam temas como: conflitos, relações extra-conjugais e triângulos amorosos. Outro gênero de dorama são os históricos que são chamados por lá de sa geuk.
A televisão coreana como um tudo, acaba sendo semelhante a outros países asiáticos como Japão, China e Taiwan. Os doramas mais populares da Coréia são Sae Jang Geum e Jumong.
Um dos doramas populares fora do país é Full House, com o ator e cantor Rain. Recentemente, o ator conseguiu êxito de entrar no cinema hollywoodiano ao estrear em Speed Racer.

Voltaremos a falar das produções dos dois países no futuro, sendo apenas uma introdução as duas indústrias de teledramaturgia que tem semelhanças não só na forma de fazer esse tipo de produção como nos países em que trabalha.