O Canal EBA! trouxe em julho o filme “O Sinal” , uma produção de terror dos EUA.
O filme aborda um misterioso sinal é transmitido por rádio, celular e televisão fazendo com que todos que o ouçam desenvolvam comportamentos suicidas ou assassinos. O sinal invade a mente de pessoas comuns que vivem suas vidas normalmente e repentinamente são compelidas a matar ou morrer. Numa explosão que mistura situações críticas, a história se desenrola numa questão de matar ou morrer. O filme é uma verdadeira experiência original e de muito suspense.
Assista ao filme abaixo:
Filme com restrição de idade, portanto clique “Assistir no YouTube” para assistir na plataforma.
Filme – O Sinal chega em julho no Canal EBA!
O SINAL
EUA | 2007 | 103 min. | Terror | 18 anos
Título Original: The Signal
Direção: David Bruckner, Dan Bush, Jacob Gentry
Roteiro: David Bruckner, Dan Bush, Jacob Gentry
Elenco: Anessa Ramsey, Justin Welborn, Scott Poythress
Novo streaming no YouTube, Canal EBA! que traz semanalmente diversos filmes 100% gratuitos, selecionou para essa semana duas novas produções de aventura e fantasia para animar as férias da garotada, além de um filme e ação policial e claro, para os fãs de terror, um suspense que vai dar bons sustos, todos na versão dublada.
Os anos de 1990 foram marcados pela década dos mascotes. Se de um lado tinha Sonic e Mario brigando para quem era o melhor, tínhamos Klonoa, Crash Bandicoot, Rayman entre outros personagens abraçando Playstation para chamar de seu.
Passadas duas décadas desde então, Klonoa comemora 25 anos e a Bandai Namco trouxe de volta os dois jogos da série para as plataformas atuais. Remasterizado, os jogos voltaram com algumas adições, porém mantendo sua essência e suas características de Playstation 1 (ou seria Wii aqui?) e Playstation 2.
Mas você lembra do Klonoa? Jogou ele no Playstation ou a sua versão de Wii? E como é reencontrar o personagem depois de tantos anos?
O que mudou nessa coletânea?
Klonoa Phantasy Reverie Series tem uma cara de jogo antigo, não dá pra negar. Trazendo Klonoa: Door to Phantomile (Playstation 1) e Klonoa 2: Lunatea’s Veil (Playstation 2), a coletânea é bem direto ao ponto, relembrando e muito a sensação de estar jogando um jogo antigo.
Trazendo save que nos traz lembrança do Memory Card do Playstation, Klonoa Phantasy Reverie Series se propôs em trazer gráficos mais bonitos que no original, porém mantendo toda a cara de jogo antigo.
Vale lembrar aqui que Klonoa: Door to Phantomile acabou ganhando uma versão em 2008 para o Wii e está é a que foi utilizada aqui, não a versão de Playstation de 1997.
E a parte ruim é que é só isso. Se você estava esperando itens dentro do jogo, terá que desembolsar no DLC para ter roupas/bonés diferente, mas não temos entrevistas, museu e nada assim dentro dos dois jogos.
Klonoa: Door to Phantomile
A versão de Playstation 1A versão de Wii
Voltamos em 1997, quando Klonoa: Door to Phantomile foi lançado, trazendo o clássico side-scrolling 2.5D. Bonito na época, o jogo trouxe uma mecânica repleta de inspirações do 2D, agora utilizando o 2.5D.
Para quem não lembra, Klonoa é um personagem felino que tem um idioma próprio que lembra bastante onomatopeias japonesas. Ele descobre um anel na floresta, conhecendo Huepow, utilizando como arma nas suas aventuras.
A aventura se passa em Phantomile e aqui já percebemos que muito do que torna Klonoa único, como utilizar o anel para pegar o inimigo para alcançar plataformas mais altas ou pegar itens em lugares distantes. Talvez esse seja o grande charme deste jogo, sendo o que me faz gostar tanto do personagem.
KLONOA Phantasy Reverie Series
Trazendo um modo história que talvez possa soar enfadonho, por ter envelhecido mal, Klonoa: Door to Phantomile atualizou algumas coisas, como acelerar essas cenas. Mas assumo que gera estranheza assim que termina uma fase é esperar a animação dentro do mapa do jogo.
Independente disso, uma das sacadas do Klonoa, está em pegar todos os cristais da fase, como em completar o quebra-cabeça. Assim, você terá que explorar bastante o jogo para conseguir chegar no 100% delas.
Ressalto aqui que as fases são muito agradáveis de jogar, sendo um dos pontos altos aqui. Então se peca no modo história, mas se ganha bastante com sua jogabilidade bem fluida e que se responde muito bem aqui no controle.
Sempre temos chefes no mapa e aqui temos que encontrar o ponto fraco deles. É um clássico do jogo de plataforma e aqui não é diferente. Gosto bastante dos desafios em forma de chefe aqui presente.
Klonoa 2: Lunatea’s Veil
KLONOA Phantasy Reverie Series
Produzido em 2001 para Playstation 2, Klonoa 2: Lunatea’s Veil aumenta os desafios, trazendo mais personagens e aumentando a dificuldade do jogo.
Aqui, temos o Klonoa que é conhecido pelo povo de Lunatea como o “Viajante dos Sonhos” que segundo a “lenda” é aquele que é convocado para salvar mundos dos sonhos.
Desta vez, Klonoa não está “sozinho”, estando acompanhado por Lolo, uma sacerdotisa em treinamento. Solicitada pela Alta Sacerdotisa da Deusa Claire para ajudar Klonoa, Lolo sempre aparece no jogo, indicando o caminho e dando palpites. No jogo, ela fornece a energia do anel de Klonoa. Klonoa também é acompanhado pela criatura parecida com um cachorro Popka, que atua como o ajudante rude, mas carismático de Lolo.
Particularmente, eu gosto muito mais deste jogo do que o original. Trazendo diversos tipos de jogabilidade que lembram outros jogos de plataforma, Klonoa 2: Lunatea’s Veil parece “mais do primeiro jogo”, mas apresenta características que lembram de Donkey Kong Country a Sonic Adventure.
Além disso, tudo flui melhor como mapa e a jogabilidade em si, tornando Klonoa 2: Lunatea’s Veil o melhor entre os dois jogos. Aqui, você terá que utilizar inimigos em tela no outro lado da fase, então o desafio é muito maior que no jogo original, vale nota.
Por mais que devemos sempre começar pelo primeiro jogo, já aviso que a cereja desta coletânea está aqui neste jogo.
Vale a pena?
Gostando do personagem, sinceramente vale a pena em jogar novamente um jogo clássico, ao mesmo tempo apresentar para uma nova geração.
Só que Klonoa Phantasy Reverie Series não é pra todo mundo. Sendo jogos do Playstation 1 e do Playstation 2, ambos acabaram envelhecendo, se tornando distantes dos jogos atuais. É verdade que ambos são bem divertidos, porém você precisa estar aberto a jogar jogos que tem uma narrativa antiga.
Eu sei que eu estou me divertindo ao jogar esta coletânea, porém também sei que não sou tão jovem quanto um jogador mais novo que esteja tendo contato com o personagem pela primeira vez. Então coloco isso em mente antes de sugerir se vale ou não a pena.
Se você é fã de jogos de plataforma, Klonoa merece a sua atenção. São dois jogos tão bons quanto, jogos de Super Mario World, Donkey Kong Country e Crash Bandicoot. O jogo não está com extras recheados, porém valem horas de jogatina.
Por terem muitos desafios para platinar, Klonoa Phantasy Reverie Series tem um alto índice de replay, o que é uma diversão garantida. Recomendo com certas ressalvas, mas que merece a sua atenção entre os lançamentos do mês de julho.
Klonoa Phantasy Reverie Series
Desenvolvimento da remasterização: Monkey Craft
Distribuição: Bandai Namco Entertainment Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S Lançamento: 08 de Julho de 2022
Divulgação - Festival do Japão - Foto de Marcel Uyeta.
Divulgação/ Imagem da capa da matéria – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.
Quando falamos do maior evento cultural japonês no Brasil, não existe outro que o Festival do Japão, organizado pelo Kenren na cidade de São Paulo. E o evento está de volta e começa amanhã, sendo realizado nos dias 15 , 16 e 17 de julho de 2022.
O evento será realizado no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, lugar que acontece os maiores eventos da cidade, como Comic Con Experience. Neste retorno, o evento seguirá todos os protocolos determinados pelas autoridades e contando com a orientação de um conselho formado por especialistas.
O 23º Festival do Japão vai oferecer shows musicais, atrações culturais, danças típicas, culinária regional tradicional das províncias japonesas, exposições culturais, workshops, ikebana, cerimônia do chá e atividades gratuitas para as crianças, jovens, adultos e idosos, com toda segurança, conforto e qualidade.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta
Sobre o KENREN
Conhecido como KENREN , a Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, realiza o Festival do Japão desde 1998. E o evento chega à sua 23ª edição , mantendo o objetivo de preservar e divulgar a cultura japonesa e transmitir as tradições para as novas gerações, representando as 47 províncias que compõem o Japão.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.
Tema deste ano
Neste ano, trazendo “Do Sonho à Realidade”, simbolizando a superação de todas as dificuldades e obstáculos, nestes dois anos de pandemia da Covid-19.
“Devido a pandemia, há dois anos não realizamos o Festival do Japão, e analisando as participações dos visitantes em outros eventos ocorridos recentemente, com clara demonstração de retomada de eventos, acreditamos que teremos um público superior a 100 mil visitantes nos três dias do 23º Festival do Japão, trazendo benefícios aos nossos patrocinadores e à comunidade”.
Resume o presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, Toshio Ichikawa.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Keiny Andrade.
Comida regional de 47 províncias do Japão
Um dos pilares do Festival do Japão está no auxilia na manutenção das 47 associações de províncias (kenjinkais) e de 07 entidades beneficentes da comunidade nipo-brasileira. O evento não tem fins lucrativos, sendo organizado por mais de 15.000 voluntários.
Assim um dos destaques principais, senão o principal da feira é a Praça de Gastronomia, trazendo 44 estandes representando a culinária típica de cada região do Japão, com receitas familiares, muitas vezes desconhecidas até pelos restaurantes japoneses.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.
Ingressos e mudanças em 2022
Novidades para 2022 são as promoções, com desconto para entrada na sexta-feira (15/07), entrada após às 14 horas; passaporte (ingresso válido para os 3 dias do evento) e os combos família, para 3 e 5 adultos com valor promocional, recomendados para famílias e grupos de amigos.
“Tudo indica que o evento será um sucesso, para a alegria de todos. Neste ano o Festival disponibilizará a venda de ingressos antecipados pela Internet, com desconto, o que facilitará muito, evitando as longas filas para aquisição de ingressos nas bilheterias. Ainda há ingressos combos para famílias, que também são vantajosos, pela sua economia e praticidade. Convidamos a todos, e principalmente a você que ainda não conhece o Festival do Japão, o maior evento cultural japonês fora do Japão, a visitar o nosso evento”,
Convida o presidente da comissão organizadora do 23º Festival do Japão, sr. José Taniguti.
O Festival do Japão oferece entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos, e meia-entrada para estudantes, professores da rede pública e homens entre 60 a 65 anos, com acesso permitido somente com apresentação de documento de comprovação original.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.
#FJTAON – Novo espaço para jovens
O evento propõe um modelo inovador, que vai unir o Festival do Japão tradicional ao virtual, no espaço #FJTAON. Esta será uma área dedicada aos jovens, dedicada aos games, com muita interação e interatividade, propondo uma imersão na cultura japonesa e na cultura digital, com o objetivo de estabelecer uma interação direta entre o #FJTAON e o AKIBASPACE, principais atrações do Festival do Japão para o público jovem.
O #FJTAON trará uma cenografia especial, com espaços instagramáveis; prevendo também área para challenges (desafios) e brincadeiras interativas, sorteio de brindes e campeonatos; instalação de arcade games clássicos para o público; e atividades que reúnam os jovens e famílias, mantendo a premissa de falar com os jovens. Além disso, o espaço promoverá desafios interativos e diversas atividades ligadas ao tema da sustentabilidade, envolvendo e atraindo o público para refletir sobre questões como meio-ambiente, reciclagem, propósito social, upcycling e mobilidade.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Rafael Salvador.
Patrocínios e Apoios
O Festival do Japão conta com o patrocínio master do Bradesco, apoio cultural da GL Events / São Paulo Expo e Fundação Kunito Miyasaka, e patrocínio do Hospital Japonês Santa Cruz, Hospital Nipo-Brasileiro, Honda Automóveis do Brasil, Nissan Automóveis do Brasil, Hirota Food Supermercados, Comgas, Sakura Nakaya Alimentos, Yokogawa, NTT e Panasonic. Dentre os apoiadores, destaque para Yamaha do Brasil, Alfa Alimentos, Hinomoto, Hisamitsu do Brasil, Nachi, Sompo Seguros, Kikkoman, Sansuy e Tecfogões.
O evento tem colaboração oficial do governo do Japão, através do Consulado Geral do Japão em São Paulo, Jetro (Japan External Trade Organization), JICA (Japan International Cooperation Agency), Fundação Japão, MAFF (Ministry of Agriculture, Forestry and Fisheries), Ministério do Meio-Ambiente e Japan House São Paulo, além do apoio do Ministério da Cidadania, Prefeitura do município de São Paulo, São Paulo Turismo, CET, Polícia Militar, Secretaria da Cultura e da Economia Criativa do Estado de São Paulo e PROAC.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.
Mas o que tem no Festival do Japão?
O Festival do Japão trará culinárias típicas regionais representando as 47 províncias do Japão, além disso o evento trará oficinas, workshops, além de exposições de ikebana, cerimônia do chá, música, shows, teatro, bon odori, danças folclóricas, taiko, artes marciais e workshops das principais escolas Área das Crianças, Área da Terceira Idade, Miss Nikkey Brasil, Akiba Cosplay Summit e #FJTAON.
23º Festival do Japão – Do Sonho à Realidade
Data: 15, 16 e 17 de julho de 2022
15/07 sexta – 11 às 21 horas
16/07 sábado – 09 às 21 horas
17/07 domingo – 09 às 18 horas
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Estande da Panini Comics com 3 displays do jogo One Piece Odyssey
No Anime Friends e no Big Festival, a Bandai Namco trouxe a demonstração do novo jogo do One Piece para os fãs brasileiros. Jogamos a versão que estava no estande da editora Panini Comics.
Vale aqui uma nota antes de falarmos do jogo é que quando jogamos, One Piece Odyssey estava em inglês. Descobrimos depois que o jogo esteve jogável no idioma português brasileiro, mas devido a isso, não podemos julgar a versão traduzida.
Uma história original
Um dos destaques dado ao jogo é que é uma história criada pelo criador da série, Eiichiro Oda. Por mais que não seja a primeira vez que ele produz uma história original para consoles, acaba agregando e muito a cânone da série ao saber que o autor sempre se preocupou com universo de seus personagens e que tenha criado essa história original.
Mundo aberto com RPG ao estilo clássico japonês
Não jogamos tanto tempo assim para analisar um jogo tão grande como será One Piece Odyssey, porém o que pudemos perceber é que a ilha que estávamos era bem grande para ser explorada. O bacana do cenário é que diversas vezes precisamos das habilidades do Luffy para ir em áreas de difícil acesso, assim usando o braço dele como um gancho.
No trecho que jogamos, estava controlando Luffy e pedia para resgatarmos a Nami. Assim íamos até outro trecho demarcado para enfrentar os inimigos. Similar aos JRPGs clássicos, enquanto se caminha na floresta da ilha, você pode acabar entrando num conflito clássico. Lembrando bastante Final Fantasy e Pokémon.
Utilizando sua equipe, você pode escolher o inimigo que irá atacar e escolher formas para isso. Jogando com direcional para escolher o personagem e um menu personalizado para cada personagem, One Piece Odyssey traz uma experiência rápida e fácil de jogar.
Não sei se era devido a muitos jogadores terem passado pela demonstração, mas o Luffy estava absurdamente mais forte que os demais membros da equipe. Lembrando que seguindo a premissa clássica de um JRPG, todos os personagens ganham pontos da batalha, evoluindo de nível.
Diversão
Se você é fã do animê e do mangá, One Piece Odyssey traz todo o humor entre os personagens, o que acaba expandindo a experiência para o jogador.
Por mais que seja um jogo muito bom de se jogar, considero aqui o ponto forte em interagir com os personagens que você conhece.
Trazendo missões, puzzles, exploração e muitas batalhas, One Piece Odyssey mesmo que numa demonstração, trouxe uma experiência bem completa do jogo.
Sabendo que o jogo será lançado com legendas em português, acaba tornando o jogo ainda mais inclusivo para os brasileiros. Não sabemos se o jogo terá dublagem, mas tendo o animê dublado na Netflix e na HBO Max, seria um ótimo bônus se a Bandai Namco anunciasse dublagem do jogo. Porém, ainda não se foi falado nada e acreditamos ser bem difícil o jogo ganhar esse tratamento por aqui.
Agradecemos a Bandai Namco pela experiência, mas fica o alerta que nos foi informado que não devíamos inserir fotos da demonstração em nossa matéria. Assim optamos escolher apenas fotos do local aonde foi feito a demonstração e não das televisões que estavam ligadas ao jogo.
Sobre One Piece
O Animê One Piece é produzido pela Toei Animation e baseado no mangá mais vendido de todos os tempos. Criado por Eiichiro Oda, a série One Piece apareceu pela primeira vez na TV japonesa em Outubro de 1999.
Tendo mais de mil episódios, One Piece segue Monkey. D. Luffy e seu Bando dos Chapéu de Palha na épica jornada para encontrar o lendário tesouro do antigo Rei dos Piratas, Gol D. Roger.
One Piece engloba 15 longas-metragens, incluindo o vindouro “One Piece Film Red”, home vídeos, videogames e um catálogo cada vez maior de mercadorias licenciadas que inclui: acessórios, brinquedos, jogos, novidades, mobília, utensílios domésticos, roupas e mais.
One Piece Odyssey será lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, e PC.
Agradecimentos ao Anime Friends e a Bandai Namco pela oportunidade de jogar o novo jogo do personagem.
Kauan Okamoto é cantor de JPOP que faz sucesso no Brasil e no Japão. O cantor fez sucesso ao misturar japonês e português em uma balada romântica, apareceu no Raul Gil, já esteve no Rio de Janeiro no Rio Matsuri e agora retorna ao Brasil no Festival do Japão.
Mas quem é Kauan Okamoto
Nascido em Toyohashi, província de Aichi, Kauan Okamoto é de 24 de maio de 1996. Sim, ele é filho de brasileiros do Japão e fluente em português, japonês e inglês. Por causa disso, o cantor não se limitou só ao Japão, produzindo música que alcançou a América do Sul.
O cantor começou a compor suas próprias músicas com 18 anos de idade, também desenvolvendo talentos como coreografia.
Iniciou sua carreira em setembro de 2018, fazendo sucesso instântaneo. O sucesso fez com que o cantor também viesse ao Brasil, participando de programas como o do apresentador Raul Gil.
Agora é a chance de assistir o show dele em São Paulo no Festival do Japão. O show será no concurso Miss Nikkey. No dia seguinte, o cantor fará show no Anime Friends Tour Rio de Janeiro.
23º Festival do Japão – Do Sonho à Realidade Data: 15, 16 e 17 de julho de 2022
15/07 sexta – 11 às 21 horas
16/07 sábado – 09 às 21 horas
17/07 domingo – 09 às 18 horas
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Essa semana tivemos o retorno do Anime Friends, depois de dois anos de pandemia e com o evento percebemos que muita coisa mudou. Não temos mais programas infantis na televisão aberta, temos pouquíssima coisa na tv à cabo, um mercado de mangás morno e focado no colecionador, além de uma guerra de streaming em que apenas um serviço se manifesta no Anime Friends.
Pensando nas mudanças do público, renovação e mais de 20 anos de eventos de animê e mangá, fico me perguntando se o público atual ainda tem algum interesse em Cavaleiros do Zodíaco clássico ou se as palavras “ Rede Manchete” traz algum significado.
Assim, Anime Friends em 2022 continua sendo um espaço de encontro de amigos presencialmente (algo tão raro nos últimos dois anos). Mas num momento que temos mangás na faixa de 30 reais, enquanto mangás de acabamento de luxo em torno de 70 a 100 reais, como o mangá está posicionado no mundo dos jovens hoje em dia. Por esse preço tão exorbitante, o mangá se tornou um produto de luxo e talvez o que torna mais acessível aos jovens seja assistir animês no Crunchyroll, depois que esta se fundiu com a Funimation, trazendo todos os catálogos de animê num único lugar.
Voltando ao evento, tivemos 3 dias de painéis, artistas do Japão e da Coreia do Sul, editoras, lojas e muitos shows. O Anime Friends deste ano lembrou bastante os da antiga gerência, porém trazendo uma praça de alimentação atraente e com isso um preço talvez não tão interessante para o público.
19 anos de Anime Friends
Anime Friends em 2003
Antes de entrarmos no Anime Friends 2022, temos que comentar a revolução que foi o evento aqui no Brasil. E falo isso, devido ao artista que veio este ano e estava lá em 2003, que foi Hiroshi Watari (acompanhado do Hironobu Kageyama e Akira Kushida).
Em 2003, não havia cantores e atores no Brasil para eventos de animê e mangá. Naquela época só existia Mangacon (que já havia acabado) e o Animecon, sem contar os encontros da Abrademi e da Neo Animation (este na Vergueiro uma vez por mês).
Hiroshi Watari, Hironobu Kageyama e Akira Kushida andando entre o público no Anime Friends 2003
A vinda de artistas japoneses, consagrou o Anime Friends, tornando este único e um exemplo a ser seguido para todo o país. A antiga empresa do Anime Friends até tentou replicar esse sucesso em todo o país, encontrando desafios. O mesmo vale para Anime Dreams e outros eventos em São Paulo, sendo estes lembrados pelos seus defeitos e não pelos seus méritos.
Entre acertos e erros, Anime Friends foi um lugar para agregar fãs, trazendo até nerds bem distantes da cultura otaku. O evento teve vários locais para chamar de casa, mas acabou encontrando seu auge em 2017 na Santo Amaro, quando tivemos grupos Do As Infinity, T.M.Revolution entre outros.
Hironobu Kageyama no Anime Friends 2003Akira Kushida no Anime Friends com Jiraya ao fundo
Acontece que naquele ano houve uma ruptura com a venda do evento para o grupo Maru Division, o que atualizou diversos pontos do evento, mas ao mesmo tempo se perdeu tantos outros. Anime Friends voltou a ser a casa de animê, mas perdeu em palcos, preferindo palestras e atrações inéditas, como Ultraman e Hatsune Miku.
Nessa mudança de empresas, tivemos atores de tokusatsu vindo ao Brasil, equipe do Mais Geek ajudando no evento, mas parecia que o Anime Friends ainda não era o evento de outrora.
Assim tivemos pandemia e o Anime Friends voltou em 2022 no mesmo local das últimas edições e com uma cara de volta às origens. Mas será que isso é bom? Ou foi ruim?
Um reencontro e uma reinvenção
Andando pelo evento no Anime Friends 2022
Anime Friends trouxe o desafio de se reconectar ao público, depois de dois anos. Acho admirável a tentativa deles com as lives feitas no Japão em 2020, porém só em 2021 que eles se reencontraram e criaram uma identidade para a empresa no ambiente virtual.
Só que aqui vem a primeira crítica a organização do evento. Tendo 2 anos de pandemia, o evento não se esforçou em oferecer uma opção nas redes sociais durante o evento. Enquanto outros eventos criaram atividades online para o público que não está presente ali, o Anime Friends se focou no presencial, limitando a atualizações dos apresentadores nas redes sociais da empresa. Essa falta de comunicação com o público poderia mudar com entrevistas exclusivas de seus artistas nos canais oficiais e ser um convite ao público que ainda não tinha o ingresso para comparecer ao evento.
Como se manter relevante com tantos eventos acontecendo ao mesmo tempo?
Numa retomada com tantos eventos ao mesmo tempo. Anime Friends em São Paulo acabou trombando com a Bienal do Livro (ali perto no Expo Center Norte), Tanabata Matsuri na Liberdade, K-Expo no Bom Retiro e o BIG Festival no São Paulo Expo. Lembrando que destes, dois eventos são gratuitos, então é um desafio ainda maior se destacar diante deles.
E aqui temos que reconhecer que o evento se focou no talento nacional, trazendo uma divulgação para bandas brasileiras que nunca havia sido visto antes. Você pode dizer que pode ter sido devido a limitações da pandemia, mas mesmo assim é bem louvável a dar essa divulgação a eles, assim trazendo seus respectivos públicos.
Foco no talento nacional
Se no passado, grupos como Pato Fu, Angra, ou Massacration estiveram no palco do Anime Friends, aqui se focou em bandas de cover condizentes com o público do evento.
Então temos que ser sinceros que este ano, o evento deu total destaque as bandas nacionais e esse foi um ponto muito positivo para a organização.
Quem ganha com isso? O evento, a banda e o público, ao ter essa troca que tornou o palco do Anime Friends tão especial nesses três dias.
Artists’ Valley
Gostaria de trazer elogios aqui, mas o que é o coração de alguns eventos como CCXP, aqui no Anime Friends sinceramente não foi tão bom como esperado. Não pelos artistas, mas pelo espaço que deixaram eles ali.
Infelizmente optando por um espaço estreito e apertado, Artists’ Valley do Anime Friends foi aquém. Talvez não calculando o sucesso do público ali, mas estava bastante apertado do lado externo do Artists’ Valley, ficando apenas mais sossegado no corredor dentro desta área. Isso acaba estragando a experiência de dar atenção aos artistas nacionais independentes.
O ponto positivo é que esta área era a que tinha produtos mais acessíveis, então se você conseguiu andar com calma ali, provavelmente encontrou produtos bem interessantes para levar para casa.
O espaço estava muito bonito e sinceramente torço que Artists’ Valley aumente cada vez mais o seu espaço dentro da feira.
Crunchyroll, Piticas e Genshin Impact
Não podemos deixar de citar a sinergia que Crunchyroll e a Piticas fizeram esse ano. Montando um stand com loja, museu do Crunchyroll, espaço para produção de conteúdo, além de divulgação de animês da temporada, este de longe foi o maior acerto dentro do evento.
Piticas ainda aproveitou a data para trazer os lançamentos das coleções de One Piece, Jujutsu Kaisen, mostrando porque se tornou tão relevante com o público.
Outro estande belíssimo era o de Genshin Impact, fazendo enormes filas para tirar foto no cenário, além de longe ter sido a IP com mais cosplayers do evento. Se em 2000 era normal ter cosplayers de The King of Fighters, hoje em dia é Genshin Impact.
Capas de mangás gigantes da Editora JBC
NewPOP, Panini Comics, Editora JBC e Pipoca e Nanquim
Evento de animê é lugar de comprar mangá? Sim e isso continua, ao o evento trazendo as editoras mais relevantes do país.
Estande da NewPOP e sua “filas” para comprar seus títulos favoritos
A NewPOP tinha um estande bem bonito e até maior do que a quantidade de títulos lá dentro. Trazendo mangá, webtoon, lightnovel, livros, copos, camisetas e bonés, a NewPOP era de longe a melhor editora dentro do Anime Friends. O único erro aqui foi o ritmo do caixa, tendo filas intermináveis e que me fez ficar uma hora na fila para conseguir comprar os títulos da editora.
Se a NewPOP tinha esse lado caótico, a Editora JBC optou em montar um espaço mais para os fãs de Instagram ao trazer a moto do Akira e diversas capas de mangá gigante para tirar fotos. Acabaram trazendo um espaço pequeno com depósito para compras. Pela Editora JBC ter sido adquirido pela Companhia das Letras, não dava pra ignorar o destaque dado ao Heartstopper dentro da editora (e totalmente merecido pelo sucesso da série da Netflix!).
Parte do Estande da Panini Comics
A grande decepção aqui foi a Panini Comics, trazendo um estande com poucos títulos e pouquíssimos descontos. Não sendo à toa que era o estande mais fácil de entrar (e de sair!). Nem o desconto de 25% no último dia, chamou a minha atenção de comprar algo ali, mesmo sendo a editora com maior gama de títulos hoje em dia. A única coisa boa foi eles terem trazido a demo do One Piece Odyssey numa parceria com a Bandai Namco.
Já o Pipoca e Nanquim trouxe um espaço menor, porém repleto de títulos de todas as linhas deles. Além disso, fizeram parceria com As Baratas, sendo um local para comprar quadrinhos e camisetas.
Num parecer geral, por mais que a NewPOP e a JBC acertaram bastante este ano, bateu a sensação que estamos numa transição de público e que talvez as editoras percam protagonismo nos próximos anos.
Talvez as editoras oficialmente já tenham perdido o seu papel de protagonismo, ao perceber que o bate papo de editoras deixou de ser uma das atrações do último dia do evento. E considerando a alta do preço dos mangás, faz sentido.
Grandes destaques do Espaço Tokusatsu
Tokusatsu, Cosplay, Games e KPOP
Uma coisa que o Anime Friends consolidou e evoluiu nesses 20 anos com certeza foram as áreas dedicadas à cultura otaku. Se em 2003 tínhamos salas de aula passando VHS e DVD, hoje em dia se tornou um espaço para encontrar amigos.
Tokusatsu, por exemplo, se profissionalizou com capacetes próximos das armaduras originais. Além disso, trouxe produtos raríssimos e um fliperama.
Cosplay se profissionalizou, trazendo um pequeno estúdio ali no espaço do Anime Friends. Foi uma evolução que se mantém e continua sendo bem vindo, porque os cosplayers fazem parte de um evento de animê e mangá.
Games também se mantém com uma área para se jogar nos melhores consoles do mercado hoje em dia.
O palco KPOP estava bastante cheio, trazendo dança e informação. Mesmo sendo fã de música coreana, assumo que me sinto desconectado, mas reconheço seu sucesso com o público.
Antigamente o evento tinha um espaço dedicado a fãs de boy band de JPOP que não estava mais presente este ano, além de outro espaço dedicado a animês e mangás Boys Love. Considerando sucesso da NewPOP na linha Pride, lamento que este não esteja mais representado numa área dentro do evento.
Palco Ultra exibindo animês da Crunchyroll
Palco Ultra
Trazendo exibições de animês, palestras, o palco Ultra não trouxe Ultraman este ano, porém tentou manter a mesma qualidade.
Fazendo uma parceria com Crunchyroll ao exibir animês, o palco Ultra lembrou um pouco como eram os eventos de animê de outrora. O que foi um pouco decepcionante foi o tamanho da tela pequena, ficando aquém do potencial ali plantado.
Agora quando o assunto era palestra, o palco Ultra realmente se tornou “Ultra”, dando voz aos artistas que ali passaram.
Shows Nacionais e Internacionais
Como comentei antes, o grande destaque do Anime Friends foram os shows deste ano. E Anime Friends sempre foi reconhecido por artistas que passaram em seus palcos.
Esse ano, tivemos internacionalmente: a cantora Matsuko Mawatari (de Yu Yu Hakusho), Baby Beard, ONE N’ ONLY e I DON’T LIKE MONDAYS. No mercado nacional, tivemos destaque com Yuyu 20 com cantores das versões em português de Yu Yu Hakusho, Danger 3 com foco em Cavaleiros do Zodíaco e a Gaijin Sentai.
DANGER3 com especial Cavaleiros do Zodíaco
Quando olhamos para as outras atrações nacionais, não podemos deixar de falar do Diogo Miyahara, Nordex, Banda Elísios, Banda Mr. Geek, Banda Okami, EVE, Paradyzo entre tantos outros. Você percebe um respeito entre os artistas nacionais e uma solidariedade quando citavam a ausência da Banda Wasabi. E esse espírito de amizade e respeito é algo admirável que torço continuar encontrando dentro do Anime Friends.
E numa época que estamos saindo de uma pandemia, ONE N’ ONLY nasceu como uma sensação do Tik Tok. Considero o maior acerto do Anime Friends ao trazer o grupo de jpop com a música em português L.O.C.A e depois fazendo cover de músicas brasileiras no Tik Tok. O grupo fala muito bem português e os destaques foram as covers de Dynamite do BTS e Chala-head-chala do Hironobu Kageyama (tema do Dragon Ball Z).
Em contrapartida, assumo que Danger3 com Ricardo Cruz é um acerto enorme quando o assunto é Cavaleiros do Zodíaco. Mas lembra quando falei mais cedo da renovação do público? Me pergunto qual é o peso que os Cavaleiros do Zodíaco tem nessa geração? Depois de Cavaleiros do Zodíaco Ômega, Cavaleiros do Zodíaco em CG no cinema e essa série “remake” que era da Netflix, meio que floparam no rolê. Temos um público que prestigia a série clássica num mesmo empenho que fãs de Star Wars ignoram tudo que não seja a saga original (com raras exceções como The Mandalorian). Será que é tão importante assim o legado de Cavaleiros do Zodíaco assim num evento? Em mangá eu sei, por causa do lançamento da Editora JBC, mas no restante me pergunto se existe o mesmo peso. Só posso torcer que o filme em live action tenha mais sorte em reapresentar a história do Kurumada para novos fãs.
Assim quando a banda Okami subiu ao palco cantando sucessos como Pokémon, depois indo para Sword Art Online e animês mais atuais, não me surpreendeu quando um dos vocalistas falou que cantariam a música do animê que mudou a forma de vermos animê. Você pensou que era Cavaleiros do Zodíaco? Não, eles encerraram o show com a abertura de Kimetsu No Yaiba / Demon Slayer. E é exatamente esse animê que os jovens se conectam, não sendo mais o Seiya e os outros.
Definitivamente estamos velhos e uma nova geração está aí, em que Naruto já considero artigo de museu. E se Naruto é velho, o que pensar de Dragon Ball, Hokuto no Ken e Mazinger Z?
Entre acertos e erros
O Anime Friends parece ter se encontrado numa mistura entre nova e velha geração. Está longe do ideal, porque o evento ainda parece olhar mais no retrovisor do que para frente e me preocupo se quanto mais envelhecemos, essa renovação deixe de existir.
Vi as polêmicas em torno do concurso de Cosplay e críticas em especial da falta de improviso da apresentadora. Só que sendo bem franco, prefiro me abster por estar opinando em torno de opiniões de outras pessoas. E acho que essa história ainda vai render muito, então é melhor acompanhar os próximos capítulos.
Devo aqui parabenizar a apresentadora Bruna Tavares que se saiu muito bem no palco principal. Ex-Loading, a apresentadora amadureceu, se tornando uma enorme promessa para os próximos anos. Torço que o bom desempenho dela no palco inspire uma renovação, passando a tocha para uma nova geração de apresentadores do Anime Friends.
ONE N’ ONLY no palco principal
Em relação ao palco, assumo que desde a nova gestão do Anime Friends, este ano eles acertaram bastante. Logicamente seria covardia comparar com o palco do evento lá em 2018 em Santo Amaro, mas não dá pra ignorar a evolução neste ponto.
Um fato que me incomoda bastante é a animação do telão dos shows que normalmente é o nome da banda. Com raras exceções, esse tipo de recurso foi utilizado nas últimas edições e é bem chatinho. E fica ainda mais complicado, quando um artista internacional se apresenta, igual ONE N’ ONLY e o telão simplesmente para de funcionar durante o show.
Entre os pontos positivos, temos a sala de imprensa para coletivas. Trazendo horários para os jornalistas, a organização ajudou a imprensa a produzir material com as atrações. Porém, preciso citar aqui, que outros eventos normalmente tem espaço para podermos produzir material no evento. Sinto que o evento caminha para isso, mas ainda não temos.
Como comentei mais cedo, acho que o Anime Friends ainda não se encontrou em seus canais de comunicação, durante o evento. Então torço que o evento produza material de alta qualidade com sua equipe, da mesma maneira que vemos organizações de outros eventos produzindo esse tipo de material dentro de suas redes.
Outro fato que não posso deixar de comentar aqui é que o Anime Friends não tinha bancos ou lugares para descansar. Deixando o público sentar no chão, o Anime Friends acaba não se tornando nada atrativo para um público mais velho que acompanha seus filhos dentro do evento. Por mais que a renovação de público seja muito importante, temos que considerar que duas décadas se passaram e existe uma parcela que não tem mais a mesma energia e que talvez espaços para descansar, deveriam ganhar atenção num evento futuro.
Se os serviços de streaming estão trazendo animês, nada mais justo que Netflix e a HBO Max olhem para Anime Friends da mesma forma que a Crunchyroll. Isso sem contar a Globoplay que fez um enorme alarde sobre a estreia de Dragon Ball em seu catálogo.
Em tempo que a Bienal do Livro bateu todo os recordes com vendas de livros por consumidor, se sabe que foi distribuído voucher para incentivar a compra de livros dentro do evento. Será que algo assim não deveria ser costurado com as editoras para incentivar público de todas as classes sociais a consumir e comprar algum título dentro do Anime Friends? Devemos sempre aprender com acertos e erros, principalmente de eventos vizinhos.
Ano que vem o Anime Friends estará comemorando 20 anos de existência. O evento mudou a forma que enxergamos os eventos de animê e mangá. Se antes do Anime Friends não existia nada além de sala de exibição de VHS de Fansub, hoje temos artistas internacionais e exibições oficiais. E pensando nessa influência que o Anime Friends causou, torço que o evento continue sendo relevante e continue se renovando para as próximas gerações.
No Anime Friends em 2003No Anime Friends em 2022
Gostaria de agradecer a Maru Division por ter nos credenciado como imprensa. Obrigado e espero continuar cobrindo o evento nos próximos anos.
Anime Friends voltou oficialmente com a 19ª edição do Anime Friends, retomando o título de maior evento de cultura pop oriental da América Latina. A nova edição começou nesta sexta-feira no Anhembi, zona norte da Capital Paulista. Lembrando que se você não comprou ingresso ainda, o evento ainda há ingressos disponíveis.
Atrações deste ano!
A cantora japonesa Matsuko Mawatari escolheu encerrar sua carreira, depois de décadas emprestando a voz para embalar animes, como a abertura da série Yu Yu Hakusho. A cantora fará seus últimos shows para o público brasileiro, com quem tem uma conexão especial.
Além dela, artistas que ascenderam durante a pandemia e dominam as redes sociais, como o brasileiro MHRap e o grupo japonês One ‘n Only, que se apresentam pela primeira vez no Anime Friends.
Os dubladores Guilherme Briggs e Wendell Bezerra também são presença garantida no Anime Friends.
One ‘n Only
Muitas atrações em 2022
Haverá espaços temáticos instagramáveis, exposição da obra de artistas locais no Artist’s Alley, concursos de cosplay, canto e dança, conversas com profissionais que atuam nos bastidores da produção da cultura pop oriental e a exposição de obras inéditas das editoras especializadas em mangá. Confira agora os destaques da programação para cada dia de Anime Friends! A lista completa está disponível no site.
SÁBADO
No Palco Principal se apresentam Diogo Miyahara, Banda Elíseos, Senpai Old School, MHRap com Sidney Scaccio, especial YuYu20, Matsuko Mawatari e I Don’t Like Mondays. No Palco Anime, acontecem os painéis sobre animes musiciais, obras asiáticas de fora do Japão; os especiais das editoras JBC, New Pop e Crunchyroll; a palestra da autora coreana A1; e o desfile de Cosplay da CWM. O dia no Auditório Ultra começa com exibição de animes, segue com o especial de dublagem One Piece; especial de dublagem e exibição de The Rising Of The Shield Hero; bate-papo com Guilherme Briggs, Kaida Yuji, Takumi Tsutsui e Hiroshi Watari. Na Arena K-Pop, estão programadas gincanas, Random Play Dance e a DJ Desi Nunes.
DOMINGO
No último dia de Anime Friends (já bateu saudade daquilo que a gente ainda não viveu?), se apresentam no palco Principal os grupos Eve e Paradyzo, Banda Mr. Geek, Gaijin Sentai, Danger 3, One N’ Only e Babybeard. O Palco Anime recebe os painéis sobre mangás e games, linha do tempo das comédias românticas e YuYu20 com Matsuko Mawatari; o especial de dublagem de yuYu Hakusho; as palestras da Editora Pipoca & Nanquim e da autora A1; e desfile de cosplay. Enquanto isso, no Auditório Ultra, acontecem exibição de animes; especiais de dublagem de Attack on Titan e Jujutsu Kaisen; e bate-papo com Kaida Yuji, Takumi Tsutsui e Hiroshi Watari. E na Arena K-Pop, além da gincana, Random Play Dance e a DJ Desi Nunes, acontecem o encontro com Eve e Paradyzo, wokshop de dança e o concurso Maru Dance Challenge.
SÃO PAULO
Anime Friends 2022
Quando: 8, 9 e 10 de julho
Sexta: das 11h às 22h | Sábado: das 10h às 22h | Domingo: das 10h às 21h
Como chegar: transporte gratuito entre o evento e a estação Portuguesa-Tietê, com ponto de encontro na Rua Voluntários da Pátria, 547. Sexta das 9h às 23h; sábado e domingo das 8h às 23h.
A primeira plataforma de distribuição e revenda de jogos para PC do mundo, a Robot Cache, acaba de chegar ao Brasil. Trazendo títulos de sucessos, os famosos “AAA” e de desenvolvedoras independentes, a Robot Cache estreia no Brasil com Ghostwire: Tokyo, The Elder Scrolls V: Skyrim, DOOM, Metro Light Redux e Wastelands 3, entre muitos outros.
A lista de títulos é bem vasta e traz jogos da Bethesda, THQ Nordic, Paradox, entre muitas outras.
Fica esperto que para acessar o serviço, você deverá entrar no site oficial www.robotcache.com.
Qual a história da Robot Cache?
Capitaneada por veteranos de empresas como Activision Blizzard, Atari Inc. e Warner Bros Interactive, a Robot Cache traz acesso e empoderamento sem precedentes aos jogadores ao oferecer uma plataforma onde clientes podem não apenas comprar e jogar, mas também listar seus próprios games para venda, recebendo 25% de retorno sobre o rendimento da operação.
A loja com design exclusivo possui uma opção que – sob autorização do usuário – permite que jogadores usem o tempo ocioso de seus PCs para obter a moeda digital da Robot Cache (“IRON”), que pode ser utilizada na compra de novos jogos. A Robot Cache também conta com uma plataforma totalmente gamificada com desafios que recompensam jogadores com ainda mais IRON ao serem concluídos.
“Desde o início nossa visão tem sido a de transformar a maneira que pessoas adquirem jogos. Permitir que nossos fãs comprem, joguem e coloquem seus games à venda quando acharem melhor faz com que possam adquirir ainda mais jogos. Um título em sua biblioteca de jogos não precisa ficar lá parado acumulando poeira digital. Estamos muito empolgados em servir os jogadores de PC brasileiros. O modelo econômico da Robot Cache beneficiará criadores e gamers em toda essa grande nação.”
diz Lee Jacobson, Co-Fundador e CEO da Robot Cache.
“Nós realmente queríamos criar um modelo que traz vantagens tanto para jogadores quanto desenvolvedores. A Robot Cache nunca recebe mais do que 5% de taxa, então um lucro muito maior acaba retornando aos jogadores (25%) e criadores, muitos dos que já sofreram por anos com taxas de distribuição mais altas. Nós queremos que criadores de jogos possam lucrar mais, podendo assim dedicar esta receita adicional em projetos ainda maiores.”
diz Lee Jacobson, Co-Fundador e CEO da Robot Cache.
“Além disso, jogadores podem usar seus PCs para contribuir com uma rede global descentralizada, permitindo que – sob autorização do usuário – recebam IRON, que pode ser usado para comprar mais jogos. Em média, jogadores recebem entre $10 ~ $40 dólares em um mês, o que é um valor consideravelmente alto para países em que jogos são vendidos por preços mais baixos fora dos Estados Unidos e Europa. Nós tivemos respostas muito positivas de usuários do mundo todo que adquiriram jogos desta forma. Esta opção estará disponível para os jogadores brasileiros imediatamente.”
diz Lee Jacobson, Co-Fundador e CEO da Robot Cache.
Presentes para o público brasileiro
Para o lançamento no Brasil, a Robot Cache como forma de agradecimento os usuários existentes e jogadores brasileiros que colaboraram nos testes beta da plataforma, usuários novos ou pré-existentes da Robot Cache podem efetuar o login ou cadastrar uma nova conta na RobotCache.com para resgatar gratuitamente o jogo Epistory – Typing Chronicles, adicionando-o em suas bibliotecas. Publicado pela Plug in Digital, Epistory– Typing Chronicles é uma aventura protagonizada por um escritor com falta de inspiração que pede ajuda à sua musa para escrever um novo livro. O game mergulha os jogadores em um atmosférico mundo repleto de ação e aventura, com a particularidade de ter seus movimentos e ações controlados apenas com o uso do teclado.
O título ficará disponível gratuitamente pelo período de 08 a 15 de Julho, e pode ser baixado diretamente pela loja da Robot Cache.
Também a partir de hoje – e por tempo limitado – jogadores brasileiros que se inscreverem e receberem IRON via Robot Cache serão recompensados com um pacote de itens como boosters que aumentam a velocidade de aquisição de IRON, além de itens digitais raros como badges e skins no “Evento VIP”. Saiba mais sobre nosso programa VIP aqui: https://wp.robotcache.com/vip-event/
Cadastre seu jogo na Robot Cache
Desenvolvedores que tiverem interesse em apresentar seus jogos para distribuição na plataforma Robot Cache podem criar uma conta gratuita – por tempo limitado – de publisher no link a seguir: https://partner.robotcache.com/
Lembra do Klonoa? O personagem está de volta com dois jogos clássicos remasterizados na coletânea Klonoa Phantasy Reverie Series para as plataformas PlayStation 5, PlayStation4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC via STEAM.
Comemorando 25 anos, Klonoa estrelou os jogos Klonoa: Door to Phantomile e Klonoa 2: Lunatea’s Veil que trazem o estilo clássico de rolagem lateral. Agora ambos os jogos ganharam gráficos refinados, níveis ajustáveis de dificuldade e um modo cooperativo para 2 jogadores.
O DLC “Special Bundle”
Um jogo da Bandai Namco não é um jogo da Bandai Namco sem conversar com o universo tão rico da empresa. Assim o jogo traz o seguintes itens em seu DLC “Special Bundle”:
Digital Artbook e Trailha Sonora Máscara Joka (Joka, de Klonoa: Door to Phantomile) Máscara Tat Chapéu de PAC-MAN Máscara de Don-Chan (Taiko no Tatsujin) Chapéu do Príncipe Katamari (Katamari Damacy)
Demonstração gratuita disponível
Quer testar o jogo antes de comprar? Então se prepara que o jogo tem uma demonstração gratuita liberada para as plataformas PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.
Esta demo conta com os níveis 1-1 e 1-2, além da luta contra chefão, para Klonoa: Door to Phantomile, e também traz o primeiro nível do game Klonoa 2: Lunatea’s Veil.
Lembrando que Klonoa Phantasy Reverie Series já está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC via STEAM, e Nintendo Switch.
Quarto filme do Thor, Marvel Studios trouxe de volta Taika Waititi depois da reinvenção do herói em Thor: Ragnarok.
Trazendo humor característico e com moldes de fechamento de uma saga, Thor: Amor e Trovão vem para retomar a relação entre Thor e Jane Foster. Além disso, aqui também é o retorno do personagem desde Vingadores: Ultimato, retomando universo MCU do ponto de vista do Thor.
Aviso que o texto tem um pouco de “spoilers” para explicar o enredo do filme.
Precisa assistir outros filmes para entender Thor: Amor e Trovão?
Por ser uma aventura descompromissada, o novo filme funciona muito bem como uma aventura isolada. Logicamente que se você tiver assistido tudo do MCU, vai entender as entrelinhas, porém o filme anda bem sozinho.
A história de Gorr, o carniceiro dos Deuses
Antes dos créditos da Marvel Studios, temos contato com a origem de Gorr. Perdendo a sua filha, o personagem acaba interagindo com uma divindade que sempre rezou para ela, mas foi tratado com deboche.
Assim, encontrando a espada que lhe dá eternidade para matar deuses, ele acaba se tornando Gorr, O Carniceiro dos Deuses.
Christian Bale está muito bem como Gorr, com certeza reforçando mais um vilão poderoso do universo do Thor.
Thor e Guardiões da Galáxia
Como esperado, o novo filme precisou correr para compensar esses últimos 3 anos desde sua última aparição, assim Thor: Amor e Trovão deixa implícito que houveram muitas “Aventuras Clássicas” entre Thor e os guardiões nesse período.
Se um dia veremos essas aventuras? Não sabemos, mas podemos ver uma pequena amostra ao revelar que foi no meio de tudo isso que Thor emagreceu, mudou de visual e acabou por fim se separando dos Guardiões da Galáxia para seguir seu próprio caminho.
Thor está passando por uma crise, relembrando várias aventuras, amores antigos e lidando com uma busca de paz interior.
O retorno da Jane Foster
A personagem Jane Foster (Natalie Portman) está de volta, mas desta vez muito doente. Com câncer, ela começa o filme em tratamento e sendo informada que não está fazendo efeito, sendo que ela está no último estágio. Assim, numa das sessões, temos a personagem Darcy Lewis (Kat Dennings) fazendo participação especial. A última vez que vimos a personagem foi em Wandavision e agora ela está ali sendo a única pessoa que sabe que Jane está com câncer.
Jane não desistiu da vida, mas percebendo que a ciência não irá ajudar, ela decide investigar uma forma mágica de trazer melhoras em sua saúde. E aí que temos seu vínculo com a “Poderosa Thor” sendo desenvolvido em tela.
A personagem acaba indo para Nova Asgard a um chamado misterioso que ela pressente que precisa estar lá.
Thor e Jane
Uma das coisas mais bacanas do novo filme é a relação dos dois personagens. Ao Thor voltar a Nova Asgard, ele acaba descobrindo que o local tem uma nova heroína, a “Poderosa Thor”.
Como uma boa comédia romântica, Thor e Jane tentam disfarçar que ainda sentem algo um pelo outro e diferente dos dois primeiros filmes, a Jane abraçou a zoeira.
A aventura continua
Thor: Amor e Trovão mesmo que sendo uma aventura bastante curta, acabou sendo uma história bem completa.
A quantidade de participações especiais é extremamente alta como a Sif (Jaimie Alexander), além dos atores Matt Damon, Sam Neill e Luke Hemsworth reprisando suas participações lá de Ragnarok e até Melissa McCarthy aparece aqui abraçando a zoeira.
Então são tantas participações especiais que se você piscar o olho, acaba perdendo. Logicamente não podemos deixar de citar Russell Crowe interpretando Zeus. Sua participação na história é fundamental para o arco do Thor e da Jane em derrotar Gorr, o carniceiro dos Deuses.
Tem cena pós-créditos:
O filme tem duas cenas, uma no meio dos créditos e outra no final. E aqui temos que dar spoiler para explicar elas.
Na primeira cena, temos Zeus convocando Hércules para lutar com Thor. Nessa rápida cena, temos o ator Brett Goldstein interpretando Hércules.
Na segunda cena, Jane aparece em Valhalla, sendo recebida por Heimdall (Idris Elba). Podendo ser uma despedida da personagem ou não.
Opinião
Thor: Amor e Trovão é um filme coeso, divertido que continua muito do que foi pregado ali no Thor: Ragnarok. Mesmo trazendo vilões sérios, não muda o tom de zoeira que o personagem ganhou nas últimas produções.
Em termos de trilha sonora, Thor: Amor e Trovão tem rock de primeira e deu saudade as trilhas sonoras dos filmes do Homem de Ferro. Com certeza você irá vibrar em muitas cenas do filme com a trilha sonora do filme.
Devo dizer que Thor: Ragnarok sinceramente ainda é melhor que Thor: Amor e Trovão, mas sinceramente não muda que ambos os filmes são muito “ame ou odeie”. Então imagino que teremos uma grande parcela do público que irá odiar o novo filme, como também terá aqueles que iram amar o novo filme.
Por ter gostado da evolução do Thor, torço muito para o embate entre ele e Hércules, mas não sei se isso será feito num filme do próprio Thor.
Independente disso, se você gosta de um filme divertido e leve, acredito que Thor: Amor e Trovão é para você.
Thor: Amor e Trovão
Diretor: Taika Waititi Roteiristas: Taika Waititi, Jennifer Kaytin Robinson Baseado em Thorde Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby Elenco Chris Hemsworth, Christian Bale, Tessa Thompson, Jaimie Alexander, Taika Waititi, Russell Crowe e Natalie Portman
Curte animê, mangá, quadrinhos e filmes? O maior evento de cultura pop japonesa da América Latina, o Anime Friends, acontece neste final de semana em São Paulo e na semana que vem no Rio de Janeiro. Mas o melhor que isso é que a casa dos animês, streaming Crunchyroll, fechou parceria com a Piticas e está será a sua loja oficial no evento.
Conhece a Crunchyroll?
A empresa é uma joint-venture operada independentemente, composta pela empresa estadunidense Sony Pictures Entertainment e pela japonesa Aniplex. Quando o assunto é assistir animês, Crunchyroll é o streaming oficial para isso.
A novidade deste ano é que a Piticas será a loja oficial da Crunchyroll no Anime Friends, prometendo diversas surpresas e mimos por lá.
Na quinta-feira do dia 30 junho, a organização do Festival do Japão nos convidou para a Coletiva de Imprensa com as novidades deste ano.
O evento depois de dois anos de pandemia, sofreu mudanças e por isso organizou essa coletiva para explicar o que implicaria para o público este ano.
Local da coletiva
Uma das coisas que chamou a minha atenção é que a coletiva aconteceu na Associação Cultural e Assistencial Mie Kenjin do Brasil. Local com diversos cursos e aonde realizava o antigo curso de História do Japão antes deste ficar online, o local é do lado do metrô.
Fomos bem recebemos pela organização que separou um kit imprensa com a programação, atividades, pendrive, pôster entre outros do Festival do Japão.
As mudanças para edição de 2022
Até o Ultraman merece seu destaque no Festival do Japão
Abrindo a coletiva, Erika Yamauti apresentou todos os presentes na mesa e abriu para perguntas dos jornalistas.
O Sr. José Taniguti, presidente da comissão da organização do evento, explicou que o evento ficou paralisado dois anos e que que devido a evolução da saúde na cidade de São Paulo, a organização optou produzir a edição deste ano.
O Sr. Toshio Ishikawa, presidente do Kenren, comentou que para o evento acontecer, precisa ter apoio do público. Por isso, seguindo todos os protocolos de segurança, o público deverá utilizar máscara em todo o evento, menos na área de alimentação.
Também foi comentado que devido ao sucesso de outros eventos menores no Estado de São Paulo, havia chegado a hora de retornar com Festival do Japão.
#FJTAON – Evento Presencial e Online
Entre as mudanças apreendidas com a pandemia era em se conectar com o mundo inteiro. Assim, a preocupação da organização era produzir material para aqueles que não conseguem estar presencialmente no Festival do Japão. Devido a isso, nasceu o #FJTAON que estreia nesta edição.
Teremos um espaço para mais de 100 influenciadores que estarão divulgando o Festival do Japão. Essa troca de estar no evento e produzir material lá, será um dos pilares do #FJTAON deste ano.
O evento pretende aprender com a experiência deste ano e aprimorar nos próximos anos.
Conversando com a Erika Yamauti, também nos foi falado que a área terá games e que junto com Akiba Space, irá conversar com os jovens que gostam da cultura pop japonesa.
Festival do Japão e seu tamanho este ano
Em um momento da coletiva, o Sr. Toshio Ishikawa junto do Sr. José Taniguti comentaram que o evento será menor em relação a edição de 2019. Devido a pandemia, o evento está voltando aos poucos, por isso ele foi desenhado para ocupar um espaço um pouco menor do que talvez você lembre da última edição.
Porém, o evento trará tudo que torna Festival do Japão a maior experiência japonesa fora do país asiático. Assim, mesmo que um pouco menor, continuará sendo o maior festival de cultura japonesa aqui do Brasil.
A importância do Festival do Japão para outros eventos do Brasil
Se existe uma coisa que era unânime na coletiva de imprensa era que o Festival do Japão é um modelo de sucesso para outros eventos de cultura japonesa em todo território brasileiro. Assim, a volta do evento é fundamental para garantir a continuidade de outros eventos, além de servir de escola devido ao sucesso que o evento sempre obteve no Estado de São Paulo.
Particularmente, torço pelo sucesso e manutenção do Festival do Japão, principalmente porque o evento faz falta. Porém, não devemos esquecer que parte do sucesso dele é primordial para existência das associações das províncias do Japão aqui no Brasil. Assim, quando consumir alguma comida dentro do evento, lembre-se que este dinheiro irá para aquela associação e a ajudará a continuar a sua existência no país.
Nos vemos semana que vem no evento e parabéns a organização do evento por sua coletiva de imprensa.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Rafael Salvador.
23º Festival do Japão – Do Sonho à Realidade
Data: 15, 16 e 17 de julho de 2022
15/07 sexta – 11 às 21 horas
16/07 sábado – 09 às 21 horas
17/07 domingo – 09 às 18 horas
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center