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Crítica | Magia ao Luar

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Trazendo todo glamour da década de 20, Magia ao Luar é uma boa surpresa no cinema. Talvez nem tanta surpresa assim, por ser um filme do Woody Allen, mas mesmo assim uma boa surpresa entre os filmes que se encontram no cinema.

No elenco, temos a lindíssima Emma Stone, junto com Colin Firth, Hamish Linklater, Marcia Gay Harden e tantos outros nomes.

Trazendo toda a magia de filme antigo, difícil não se apaixonar pela história sincera de Stanley (Colin Firth) e sua busca em descobrir a verdade sobre a clarividente, Sophie (Emma Stone).

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O Filme

Estamos em 1928, época que um ilusionista chinês, chamado Wei Ling Soo, faz uma grande turnê pela Europa, sendo aplaudido de pé pelo público por onde passa. Na verdade não existe chinês nenhum, estamos falando de Stanley, que é britânico e sem ascendência nenhuma asiática, disfarçando e se passando pela figura ilusionista do todo poderoso Wei Ling Soo.

A questão é que seu velho amigo de infância, Howard Burkan (Simon McBurney), pede para Stanley dar uma olhada numa família rica americana, chamada Os Catledges. Howard havia tentado desmascarar uma jovem clarividente que ganhou a paixão e aceitação da família americana. Sem sucesso, Howard pede para que Stanley desmascare a bela Sophie (Emma Stone), principalmente por sua fama.

Chegando na Riviera Francesa, Stanley logo é apresentado a Sophie que de alguma forma, acaba perplexa com o que sentia dele. Lembranças e visões de chineses, ricos, como trabalhos na Ásia eram algumas pistas que Sophie sentiu do Stanley, mas ele estava disposto a fugir dela.

A questão é que Stanley tem certeza que irá desmascarar Sophie, mas os dias vão passando e ele acaba ficando impaciente de não pegar nenhum erro dela. Não só isso, mas cada dia, Stanley começa a duvidar da sua própria crença, quando não percebe nenhuma falcatrua dela.

Indo para a casa da tia Vanessa (Eileen Atkins), Stanley acaba levando Sofie, apostando que pegaria ela no fraga. A questão é que tia Vanessa está disposta a saber se Sofie tem realmente poderes e empresta seu colar de perolas, acabando ouvindo toda sua história de amor na boca daquela garota.

Stanley fica perplexo ao ver a cena e começa a acreditar piamente que Sofie tem poderes. Seguido disso, temos um acidente da tia Vanessa, onde Stanley reza, coisa que nunca faria. Será que Sofie é tão poderosa a ponto de tantos questionamentos por parte do Stanley?

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Opinião

Fazia tempo que um filme não me conquistava com tamanha simplicidade e ao mesmo tempo, diria que charme. E o mais estranho é falar isso de uma produção do Woody Allen, que acaba sempre sendo uma surpresa, como Ponto Final – Match Point, ou Vicky Cristina Barcelona e até mesmo Para Roma com Amor.

Um ponto negativo esta na escolha do elenco, ou talvez na direção escolhida, por Sofie parecer uma garota muito a frente do seu tempo. Emma Stone tenta, mas sua personagem não parece ser uma garota da década de 20, porém se tratando de misticismo, dependendo da interpretação, acaba se tornando um bônus e não uma queixa da sua atuação.

Colin Firth está impressionante, roubando a cena o tempo todo. Seja na atuação de um ilusionista chinês ou no Stanley que é apático pela vida. Colin demonstra domínio total em seu personagem e acreditamos nele, desejando que ele encontre respostas para a sua busca.

Outra personagem que rouba a cena é a Tia Vanessa, interpretada por Eileen Atkins. Trazendo bom humor e sabedoria, Vanessa sabe como aconselhar Stanley e pautar os pensamento e angustias dele.

Magia ao luar é uma comédia romântica deliciosa de assistir, sendo descompromissada e se focando em contar uma boa história. Sofie e Stanley estão sendo testados o tempo todo e Woody Allen, mesmo se recorrendo a uma história que acaba sendo piegas nos dias atuais, ela te conquista a tal forma em que você torce que ambos fiquem juntos.

O filme recorre a viagens com belíssimos carros e mansões, conquistando e mostrando 1928 bem diferente do que você esperaria de outros filmes. As tomadas de carro são belíssimas, revelando personalidade dos personagens em seus carros.
Outro ponto forte é a trilha sonora do filme que grande parte é orquestrada. Ela dá o tom a obra e complementa ao filme, transformando ele em um filme clássico.

Magia ao luar tem qualidades e defeitos, mas sua simplicidade é o ponto forte em querer ver e rever esse filme tantas e tantas vezes.

Nota

nota

 

JWave #194 | Sailor Moon S – Parte 3

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Chega a terceira parte de Sailor Moon aqui no JWave junto com a equipe do SOS Sailor Moon .

Estamos falando da chegada de Haruka e a Michiru, respectivamente Sailor Uranos e Sailor Netuno.

Criado em 1992, Sailor Moon nasceu com animê em produção e é uma criação da Naoko Takeuchi, produzida para revista Nakayoshi, tendo uma versão de animê pela Toei Animation. Sua terceira fase estreou em 1994 com nome de “Sailor Moon S”.

Juba, Calliban, Haroldo Lima e Lê Bortot (do SOS Sailor Moon)se reúnem para falar da terceira fase de Sailor Moon.

Podcast realizado em parceria com site SOS Sailor Moon.

PARTICIPANTES




No JWave #194: Sailor Moon S – Parte 3
Naoko Takeuchi
Kunihiko Ikuhara
Katsuyuki Sumisawa
Megumi Sugihara
Shigeru Yanagawa
Sukehiro Tomita
Yoji Enokido
Sailor Moon
Sailor Moon R
Sailor Moon S
Sailor Moon S Movie: Hearts in Ice
Versão em mangá
Versão em animê
Inuyasha
Ranma ½
Gatchaman
Sayuki
Mospeada
Wedding Peach
Utena
Digimon Frontier
Power Stone
Kimagure Orange Road
Rahxephon
PreCure
Mahou Tsukai Tai
Rave Master
Agatha Christie no Meitantei Poirot to Marple

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Ouça também
JWave #168: Sailor Moon – Parte 1
JWave #177: Sailor Moon R – Parte 2

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JWave #193 | Será que?

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O JWave dessa semana falaremos do filme “Será que?” que é o novo filme do diretor Michael Dowse com Daniel Radcliffe e Zoe Kazan.

Assistimos o filme a convite da Diamond Films e achamos que uma comédia romântica canadense, merecia um espaço aqui no JWave.

Já achou que não poderia esquecer um amor? E se seu grande amor namorasse outra pessoa? Respeitaria e seria amigo ou será que faria as coisas diferentes? E é exatamente disso que falaremos essa semana.

Juba e Sasuke RK comentam tudo do novo filme do Daniel Radcliffe. E sim, existe vida depois de Harry Potter pro ator.

No JWave #193:Será que?
Daniel Radcliffe
Zoe Kazan
Megan Park
Adam Driver
Mackenzie Davis
Rafe Spall
Michael Dowse
Cigars and Toothpaste

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X-men – Primeira Classe – Blu-ray
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X-men Trilogia – 3 DVDs
Marvel Anime – X-men – A Série Completa – 2 DVDs
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Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray
Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray 3D + Blu-ray

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Review | Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution

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E chega a hora de testar a versão final do novo Naruto,então sem mais e vamos ao que interessa:

O que é?

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution é o quinto jogo da série Naruto Storm e ganhou o nome de “Revolution” por ter uma proposta de dar uma reviravolta no gameplay da franquia. Mas será que conseguiu? Ele realmente mudou muita coisa, mas nada muito dramático, além de trazer dois novos modos solos (Torneio Ninja e a Fuga Ninja). Ambos trazem histórias inéditas(algumas criadas apenas para o jogo e outras explicando coisa melhores, como no caso de Fuga Ninja).

Temos muito Fanservice que estava em falta na série ainda se comparado com o Naruto Hero de Playstation 2 e PSP. Um exemplo são os lindos especiais em dupla e a customização dos personagens.

Gráfico/Som

Aqui é o grande forte da série com gráfico e som de tirar o fôlego, principalmente o gráfico que melhor do qualquer filme ou animação do Naruto. O gráfico não mudou muito comparado com o último jogo, porém nem dá pra ficar mais que isso. Este é o jogo mais bonito de animê já feito. Outro grande ponto forte na parte gráfica são os especiais em duplas que são um show à parte.

A trilha sonora infelizmente não é a mesma da serie, porém combina perfeitamente com o jogo e cria um clima épico nas cenas de luta.

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Jogabilidade

Como já dito no meu preview do Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution. O jogo sofreu boas mudanças que refletiram num gameplay melhor, porém ainda não o suficiente para ser competitivo e continua com alguns exploits combo que chega a dar 100% de dano no inimigo. E estamos falando principalmente devido à mecânica do counter-attack, mas que exigem um bom conhecimento do jogo para serem efetivos então não chega a ser algo que diminuir a diversão dos jogadores mais casuais.

O modo torneio ninja é bem diferente do que estamos acostumados, pois aqui as lutas são em quatro personagens e baseado em orb, lembrando até um pouco jogos com Smash Bros e o novo Digimon All Star.

Parando pra pensar, o que depois de quase 10 jogos da série Naruto dá uma ótima variada(se bem que na versão de PSP já era de 4 players, mas sem mudança na jogabilidade). O único defeito que é não temos multiplayer neste modo.

E o Online? Está muito bom, com pouco lag ou quase nada, e agora temos como criar um lobby para oito pessoas. (O que eu sentia muita falta nos outros jogos)

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Outras Considerações

A versão física do jogo conta com uma pequena animação especial que tem 11 minutos de duração. A animação conta a vida caseira do Sasuke e do Itachi no maior estilo zuera, além de vir com um pacote de skin.

Falando em skin o jogo irá receber skins de biquíni para as meninas e de roupas estilo samurai. Vai rolar muito fanservice com as garotas de biquíni, isso eu garanto.

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Considerações Finais

Naruto realmente revolucionou (revolution) nesse novo jogo. Trouxe muitas novidades que dão um gás a série que se tornou anual praticamente. Além disso, fugiu do óbivo de atualizar rooster conforme o animê vai se desenvolvendo. Se você é fã do mangá/animê, o jogo vem com um pacote que está imperdível devido as cenas de anime especialmente criadas para o modo fuga ninja. Estas mesmo sendo curtas estão muito bem feitas e com um ótimo conteúdo, além de ser o jogo de Naruto mais completo até hoje para você reviver as lutas do animê(com uma qualidade gráfica melhor) e criar as suas próprias.

Nota

nota 3,5

 

3,5

Gostou?

Então corra para comprar o novo jogo Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution. Lembrando que o JWave tem uma parceria com Saraiva, então comprando no link abaixo, ganhamos uma pequena comissão do mesmo.

Naruto Shippuden – Ultimate Ninja Storm Revolution – X360

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Naruto Shippuden – Ultimate Ninja Storm Revolution – PS3

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Agradecemos a Namco Bandai por ter enviado o jogo para testarmos na sede do JWave.

Crítica | O Doador de Memórias

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Já imaginou viver numa sociedade perfeita? Numa sociedade que não se pode mentir, não se pode demonstrar amor, podemos até dizer que esse estranho mundo não tem nem ambição, porque tudo tem uma razão para existir.

Uma cidade sem memória

Nessa sociedade utópica, conhecemos Jonas (Brenton Thwaites) e seus amigos que estão se formando. A primeira pergunta que fazemos é que formação e como esta é escolhida, mas isso é respondido pela presença holográfica da Chefe Elder (Meryl Streep).

Num evento parecido com uma formatura, temos a Chefe Elder determinando o papel de cada um daquela sociedade. De piloto, jardineiro, enfermeiro, os jovens de 16 anos recebem suas atribuições, menos Jonas que sobra no palco, deixando todos perplexos.

A chefe Elder acaba revelando que Jonas não terá nenhum cargo normal, porque foi selecionado para se tornar o novo “Receptor de Memórias”. Mas o que seria isso? Para existir um receptor, deveria existir um emissor? E assim conhecemos aquele que empresta o nome para título do filme, o Doador de memórias (Jeff Bridges).
Jonas ao se tornar “Receptor”, ele ganha diferenciais que as pessoas daquela sociedade não tem. O primeiro deles é o poder de mentir e omitir o que sempre e demonstra e pensa.

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O Doador de Memórias

Jonas conhece “O Doador” e começa a ter acesso a memórias de outros tempos. O Doador explica para ele que nem sempre as memórias são boas, podendo mostrar erros da sociedade que viveu no passado.

Cada nova “aula”, Jonas descobre o porquê que a sociedade abriu mão de muitas coisas. E estamos falando de neve, cores, raiva e outras coisas que as lembranças que Jonas tem acesso e que de alguma forma, ele tenta compartilhar com seus amigos.

A Chefe Elder percebe que Jonas está demonstrando atitudes que não poderia ter e começa a pegar no pé dele e do “Doador”.
Ao mesmo tempo que outra trama se constrói sobre a “Receptora” que deu errado. Os mais velhos lembram da Rosemary, mas evitam falar da garota que deu errado no processo de aprendizagem com “Doador”. Será que o Jonas terá a mesma sina?

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Opinião

O que falta para o Jonas é entender o seu papel nessa sociedade. Ele não está sendo moldado para ser um salvador, porém o que deixa claro aqui, que seu cargo é mais do que ter acesso a tudo que deu errado, podendo aconselhar e intervir, caso essa sociedade caminhe para o mesmo rumo que as da sua lembrança.

Seguindo conceito do “mito da Caverna de Platão”, podemos dizer Jonas não só viu a luz e quis compartilhar com todos, mas também romper o sistema, algo meio 1984, trazendo a liberdade e a compreensão a todos ali presentes.

O filme te faz pensar sobre mil possibilidades da busca do Jonas em compreender aquele mundo. Jeff Bridges que lutou para a produção desse filme está de parabéns como um dos produtores em adaptar o livro de Lois Lowry. Talvez não seja o melhor filme para relaxar no cinema, mas será um filme que fará você e seus amigos ficarem horas e horas conversando sobre as possibilidades infinitas dele.

Nota

nota5
5 JWs

JWave Indica #3: O Cão Que Guarda As Estrelas

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O JWave dessa semana é sobre o mangá ” O Cão Que Guarda As Estrelas” de Takashi Murakami.

Grande sucesso por onde passa, a história te cativa sobre a história do cachorro e seu dono que são protagonistas da série.O sucesso foi tão grande que o filme foi adaptado em filme em 2011.

Juba e o Buga da publicação, da escolha de formato de publicação aqui no Brasil e da JBC.

PARTICIPANTES

TEMA

O Cão que Guarda as Estrelas
Takashi Murakami

LEIA TAMBÉM
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JMangá #15 – O Cão que Guarda as Estrelas

INDICAÇÃO – PARCERIA JBC E SARAIVA

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Um Nerd no Japão
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Crítica | The Maze Runner

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Dando a sensação que você está num jogo, The Maze Runner é um filme que te faz muitas perguntas, antes mesmo dos primeiros minutos iniciais do filme.

Adaptação do livro de mesmo nome do James Dashner, podemos dizer que The Maze Runner é daqueles filmes que promete ser uma das grandes sagas que veremos no cinema nos próximos anos. Posso até dizer, que vejo essa série ocupando a lacuna deixada por franquias adolescentes, como Harry Potter, Jogos Vorazes e Crepúsculo.

Sem memória

Imagine acordar em um elevador, com diversas caixas de mantimentos e totalmente sem memória. É essa a vida de Thomas, o mais novo morador da Clareira, um lugar que é um enorme labirinto.

Thomas não lembra nem de seu nome, porém os garotos ali explicam que há cada 30 dias, uma nova pessoa aparece nesse estranho elevador. Todos que aparecem pelo elevador,  não sabem nada e acabam lembrando do seu nome, pelo menos dois dias depois.

O que eles sabem? Que eles estão numa floresta em que parte dela tem enormes portas de pedra que dão de cara a um enorme labirinto. Esse labirinto se altera durante o dia, podendo assim prender os garotos, levando os morte.

O grupo formado só de garotos é dividido entre cada um com uma função, como os “corredores” que andam pelo labirinto mapeando o lugar para assim encontrar uma saída de lá.

Só que dessa vez é diferente, porque menos de 30 dias, uma garota aparece no elevador e dessa vez chamando por Thomas, antes de desmaiar.

Senão bastante a estranha garota, um dos garotos é picado e pega uma doença que normalmente leva a morte, e ao olhar Thomas, fala que ele é segredo de tudo.

Quem é o Thomas? Nem ele sabe, mas Thomas irá contrariar as leis do grupo, entrando no labirinto e descobrindo mais sobre esse estranho mundo em que se encontra.

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Opinião

Podemos definir que “The Maze Runner” seria um ótimo jogo para fãs de séries como “The Last of Us”, “The Uncharted” e “Tomb Raider”.

Apresentando um personagem que se constrói na frente do púbico, o filme repete a fórmula de sagas, como “Harry Potter”. E cada “resposta” te traz mais perguntas, como as estranhas criaturas do labirinto que ao serem derrotadas por Thomas, acaba deixando mais perguntas sobre quais são as “regras” daquele mundo.

Não conhecia a série do James Dashner, mas fiquei curioso principalmente pelas perguntas deixadas no fim do filme. Até porque, se parte da história pareceu ser um jogo de sobrevivência, como Jogos Vorazes, os próximos filmes prometem apresentar melhor o real mundo que todos ali vivem.

“The Maze Runner” já se tornou um sucesso comercial e todo sucesso tem continuação, por isso a sequência já está confirmada para o ano que vem.

Nota

nota5

5 JWs

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Crítica | Sin City – A Dama Fatal

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Fazem 9 anos que vimos Sin City no cinemas, e exatos 9 anos que ficamos na expectativa de uma continuação que nunca veio.

Depois de tanto tempo, muita coisa aconteceu e entre elas, mudanças no próprio estúdio que produziu o primeiro filme (Miramax, que era da Disney e hoje pertence Filmyard Holdings). Outra mudança é o seu criador, Frank Miller que havia sido co-diretor de Sin City, e havia dirigido The Spirit, agora voltando como co-diretor dessa produção.

É verdade que Robert Rodriguez tentou diversas vezes continuar Sin City e muitos problemas aconteceram, o que fez com que cada vez mais duvidássemos dessa continuação.

Agora tivemos a chance de assistir o que o diretor tanto almejava e Sin City – A Dama Fatal continua a história exatamente de onde parou. Lógico que houve melhorias visuais, mudanças de elenco, erros e acertos, mas no fim das contas, a cidade do pecado está de volta.

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Além da Dama Fatal

Antes de mais nada, Sin City se constrói em cima de 3 histórias, sendo que duas delas, divididas em dois capítulos, totalizando 5 atos do filme. Para quem assistiu o primeiro filme, a regra continua a mesma, em que os personagens se cruzam e as histórias se unificam em algo maior, mas que cada ato, um personagem assume sua posição de protagonista.

“Just Another Saturday Night” (Parte 1 e 2)

O filme abre com Marv (interpretado por Mickey Rourke) em um dia normal. Seja levar uma surra ou dar uma surra em alguém, Marv sempre descansa no salão Kadie, assistindo as apresentações da Callahan (Jessica Alba) no palco.

O foco nessa primeira história é num grupo de garotos que chamam Marv de “Bernini Boy” o que deixa intrigado em como descobriram sua origem. Numa perseguição, apenas dois garotos sobrevivem, e ele acaba descobrindo no final que “Bernini Boy” era a marca do casaco que ele estava usando. O mais irônico disso tudo é que ele não se lembra de onde conseguiu o casaco, abrindo assim o início do filme.

“The Long Bad Night“(Parte 1 e 2)

Somos apresentados ao Johnny (Joseph Gordon Levitt), um garoto novo que chega a Sin City com malandragem e sonho de conquista. Johnny definitivamente tem sorte no jogo, e ele está disposto a sair com a mala recheada do Kadie.

Johnny ao entrar no Kadie, torna Marcie (Julia Garner) em seu amuleto da sorte. O desafio do Johnny não era só nas máquinas de caça-níquel, mas desafiar o todo poderoso senador Roark (Powers Boothe).

É numa mesa de pôquer que Johnny vence sem grande dificuldade o senador, mas isso faria que o jovem não tivesse uma noite tranqüila.

“A Dame to Kill for”

A grande cereja do filme está no terceiro ato e vale uma nota aqui que se passa cronologicamente anos antes do “The Fat Kills Big” do primeiro Sin City. O foco aqui está no Dwight McCarthy (Josh Brolin substituindo Clive Owen do primeiro filme) e em seu trabalho como detetive particular.

A história começa exatamente com Dwight tirando fotos comprometedoras de um empresário (Ray Liotta) e sua amante. Seja pecado ou não, esse é o serviço do Dwight e ele faz sem pestanejar.

O que nos faz ficar intrigados é com a ligação da sua ex-amante, a belíssima Ava Lord (Eva Green). Ava havia deixado Dwight para se casar com um homem rico, mas parecia que as coisas não estavam boas, e ela queria se encontrar com detetive no Kadie.

O ato traz muitas reviravoltas e Ava Lord definitivamente rouba a cena, seja por sua beleza, atuação e frieza.

“Nancy’s Last Dance”

Se o filme já não tinha apresentado sua melhor história, agora temos a continuação de “That Yellow Bastard” do primeiro filme em seu quinto ato.

Aqui somos apresentados a Nancy Callahan que depois de quatro anos da morte de John Hartigan (Bruce Willis), tanta lidar com a perda se entregando a bebida e provavelmente a loucura.

Callahan deseja a morte de um homem, o senador Roark, mas nunca teve coragem de cumprir isso. Ela é apenas uma moça bonita era o que diziam, mas isso estava para acabar. Callahan quebra o espelho com sua testa, pegando os pedaços de vidro, cortando seu rosto. , tentando tirar o estigma de ser só bonita e frágil. Renascida e com diversas marcas em seu rosto, Callahan tem a ajuda de Marv na sua caçada contra Roark.

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Opinião

Sin City – A Dama Fatal é uma evolução natural do primeiro filme. Mesmo que ambos se cruzem pelo espaço e tempo, o novo filme é mais ágil, bonito e tem um desenrolar melhor resolvido.

Se o primeiro pegou a todos de surpresa ao trazer a altíssima fidelidade dos quadrinhos ao ter textos literalmente transcritos das HQs para o filme, aqui temos novidades como introdução com atores sendo apresentados como personagens da HQ. Isso sem contar com o efeito 3D que casou com a tecnologia empregada pelo filme.

O novo Sin City tem um elenco de peso, que passa pelos “veteranos”, Mickey Rourke, Jessica Alba, Bruce Willis, como também novos personagens, interpretados por Joseph Gordon-Levitt, Eva Green, Ray Liotta, Cristopher Lloyd, Julia Garner e Lady Gaga.

Sobre as mudanças de elenco, existem personagens que a troca passa despercebida, como Devon Aoki que acabou sendo substituída pela Jamie Chung no papel de Miho. Em compensação, Josh Brolin substituindo Clive Owen faz diferença e se nota isso, quando se assiste ao primeiro filme.

Mas nem tudo são as mil maravilhas, aqui se repete o mesmo mal do primeiro filme em exagerar no tempo, tornando o filme arrastado. O auge do Sin City – A Dama Fatal está no ato que empresta a título do filme, não que os outros sejam ruins, mas são tantas histórias que acabam cansado.

Sobre a divisão dos atos em partes, a solução acaba se tornando um combate entre as histórias e sobra para personagens. Nancy Callahan que estava incrível no primeiro filme, não repete o mesmo feito no segundo filme, até mesmo se banalizando. Agora se tivermos que escolher quem rouba a cena, pode ter certeza que foi Dwight McCarthy e Ava Lord que de longe é a melhor história do filme.

Nota

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Crítica | Será que?

JWave Cine Capa  Post Será que
“Será que?” é uma ótima surpresa que chega aos cinemas nessa semana. Tendo como um dos protagonistas, Daniel Radcliffe (da série Harry Potter), o filme te fascina pela simplicidade e ótimo texto trazendo boas tiradas entre o personagem de Daniel Radcliffe e da Zoe Kazan.

A pergunta “Será que?” é ecoada no filme todo, em que um cara apaixonado por uma garota que tem namorado, mas que rola uma tensão, quando os dois estão juntos. Só nisso, poderíamos dizer que resumimos o filme, mas as boas tiradas de Wallace e Chantry fazem toda a diferença, tornando esse filme muito mais do que ele é vendido.

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Traições, Depressão e Recomeço

Wallace (Daniel Radcliffe) é uma pessoa amargurada pelo fim de um relacionamento. Sempre subindo de madrugada no topo de sua casa, refletindo e ouvindo recado dela, Wallace decide mudar, deletando recado da ex-namorada e indo numa festa de seu melhor amigo, Allan (Adam Driver).

Só que Wallace não está acostumado com festas, principalmente porque passou recluso durante um ano em casa. Ai ele decide fazer uma poesia com imãs na geladeira, sendo pego pela Chantry (Zoe Kazan), o que acaba gerando a melhor conversa dele na noite.

Wallace se fascina por Chantry e mesmo que ela tenha ido embora sem falar nada, ele acaba encontrando ela na saída e levando a para casa. No caminho, ela passa o telefone, mas do céu ao inferno, Chantry fala que o namorado a está esperando, que faz o mundo do Wallace ruir de novo.
Será que dá pra ser amigos? É ai que a pergunta se forma, porque Chantry é prima do Allan, o que significa que ela não será apenas uma garota que Wallace conheceu numa festa, mas que em algum momento eles irão se reencontrar.

Numa sessão de “A Princesa Encantada”, os dois acabam se esbarrando sozinhos, isso faz com que Wallace e Chantry fiquem amigos. Saindo para comer, o dialogo deles acaba meio tenso sobre Elvis, e Chantry é apresentada ao sanduiche Ouro de tolo, que foi um dos responsáveis por engordar o rei do rock.

A partir dai, Wallace e Chantry se tornam melhores amigos, sempre saindo para passear, e curtir momentos juntos. Seja trocando confidencias ou falando de qualquer assunto, fica claro que Wallace e Chantry se gostam, o que faz que Allan sempre tente dar um empurrão ao amigo.

Acaba que Chantry chamando Wallace para jantar em casa e conhecer Ben (Rafe Spall), namorado dela, e Dalia (Megan Park), irmã dela. Um dos momentos altos dessa noite é Ben deixando claro que Wallace pode ser amigo da Chantry desde que não a deseje sexual, seguido de um acidente que faz com que Wallace derrube o cara do segundo andar. Isso faz com que todos vão pro hospital, fazendo Wallace e Chantry encontrarem a ex namorada dele.

A partir dai, a trama se desenrola na chance de Ben trabalhar em outro país, de Chantry fugir de uma proposta de trabalho na Ásia, sem contar no próprio Wallace em querer ser feliz consigo mesmo.

Será que Wallace ficará junto com Chantry?

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Opinião

Não vi muitos filmes do Daniel Radcliffe, depois da saga Harry Potter, mas a interpretação solta dele com a Zoe Kazan é deliciosa de se ver. Sintonia, o texto flui com os dois, dando a sensação de improviso.

Dirigido por Michael Dowse, o filme é baseado em “Cigars and Toothpaste” e por ser passar em Toronto, trazendo textos explosivos o tempo todo, talvez te remeta a Scott Pilgrim, justamente pela relação do casal protagonista.

“Será que?“ é do tipo de filme que você sai feliz do cinema por uma história de amor que talvez mais piegas que seja, cumpre o que foi prometido.

Wallace e Chantry te fascinam e fazem você querer voltar ao cinema, desejando mais e mais diálogos dos dois. Alias, não só eles, porque Allan rouba a cena sendo nonsense o tempo todo, a Dalia desejando o melhor amigo da irmã, e o próprio Ben, constrói um universo carismático de personagens, fazendo você se sentir totalmente transportado em cena.

Nota

nota5

 

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Crítica | Lucy

JWave Cine Lucy Capa Post
Quando falamos de Luc Besson, estamos falando de Quinto Elemento, Wasabi e tantos outros filmes que trazem o que diretor e roteirista têm de melhor.
E não bastando só isso, temos a belíssima Scarlett Johansson como protagonista. Com um trailer de tirar o fôlego e que mostrou para toda poderosa Marvel Studios, que já passou da hora da Viúva Negra ser promovida e ganhar um filme solo.

Agora pensando nisso tudo, e conhecendo o tipo de filme que Luc Besson faz, Lucy tem tudo que torna um filme digno dele?

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Chegando aos 100%

Lucy é um filme que corre e não tem tempo para reflexão, sendo rápido no gatilho, utilizando como pano de fundo a cidade de Taipé, em Taiwan. Nela que conhecemos um casal exótico que está num dilema numa entrega enigmática para Sr. Jang.

O que acaba acontecendo é que Lucy é enganada pelo parceiro e acaba sendo presa a maleta. Sem alternativas, ela vai para o “abate”, o melhor dizendo, entregar a maleta ao Sr. Jang. Assim, ela entra no prédio e tentar se livrar daquilo o mais rápido possível.

Só que não é tão fácil assim, porque ao entrar no prédio e falando com quem gostaria de falar, ela é presa e interrogada pelos subordinados, do Sr. Jang. E mesmo não sabendo nada, ela leva uma surra, acordando com uma marca de uma possível cicatriz que fizeram nela, enquanto estava apagada.

Acordada e confusa, Lucy descobre que está junta de outros 3 homens que foram interceptados e sofreram a mesma cirurgia. Todos ali estão como transportador, em que levarão uma droga poderosa em seus corpos para diferentes países e depois estão livres.

Não adianta fugir, porque Sr. Jang conhece bem a todos, e ameaça matar parentes e amigos, caso a droga não for entregue.

Só que em um cativeiro, Lucy apanha e os chutes em seu estômago fazem com que a embalagem da droga seja danificada, vazando para dentro do seu corpo. Sendo uma droga nova, chamada de CPH4. Essa droga em grandes quantidades deveria matá-la, porém ela começa a utilizar mais de suas capacidades mentais, o que faz com que ela ganhe telepatia e telecinese.

Paralelo a isso, somos apresentados ao professor Norman que sempre fala nas suas pesquisas sobre o cérebro humano. Suas explicações vão de encontro a transformação que Lucy está sofrendo.

A fuga do cativeiro, seguida de uma visita ao hospital, em que Lucy consegue um médico para extrair a droga de seu corpo. Ela finalmente volta para casa e começa a pesquisar mais e mais sobre sua mutação, fazendo com que ela encontre as pesquisas do professor Morgan. E estando com um poder em constante crescimento, Lucy sabe que logo chegará em 100% da capacidade do seu cérebro e precisa da ajuda do professor, mas isso não será fácil.

Sr. Jang sabendo que ela fugiu e que está atrás dos outros três, tentará impedir para conseguir a droga de volta, o que fará uma perseguição sem limites.

Lucy

Opinião

Contar mais que isso seria uma grande maldade do filme que divide opiniões. Lucy é um filme típico de “Sessão da Tarde” trazendo leveza, humor em um filme de ação e adrenalina, de autodescoberta da protagonista.

Lucy deixa claro desde o início que precisa resolver tudo antes de chegar aos 100%. Desde sua transformação, ela sabe que virou uma bomba e que precisa completar sua jornada, antes que exploda.

Lógico que a graça do filme, além de cenas de ação sem noção, justamente é entender no que a Lucy está se tornando. Sua compreensão de mundo vai crescendo de tal maneira, que Lucy se torna o “Neo” de sua história.

A chave da busca da Lucy está com professor Morgan, mas isso não vai impedir dos perigos da máfia coreana com Sr. Jang.

Lucy nos surpreende por sua beleza estética, trazendo efeitos lindíssimos, revelando que a protagonista questiona a maioria das leis da natureza. E isso é provado pela protagonista, ao definir que todas as regras do mundo estão erradas, e que a única lei é a do Espaço-Tempo.

Scarlett Johansson nos surpreende no começo do filme com uma personagem atrapalhada, metida e totalmente diferente dos personagens que ela interpreta. Sua transformação é justificado, porém Scarlett Johansson não inova, se transformando numa personagem digna de filme de ação.

O filme tem suas influências, que vão de Akira, Watchmen, Doctor Who, mas isso não nos surpreende, porque Quinto Elemento já foi assim.

O que conta contra ao filme é sua rapidez, fugindo dos tradicionais 90 minutos ou 120 minutos do cinema atual, Lucy dá a sensação que você está vendo um curta, por acabar tão rápido. Não que isso seja um defeito, mas foge do padrão atual, o que faz você questionar: Já acabou?

Nota

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JWave participa do “O Chá dos Cinco”

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O JWave participa dessa semana do O Chá dos Cinco, um podcast bem diferente com notícias bem diferente do que se vê por aí. E logicamente é uma honra participar e divulgar aqui no JWave para a galera conhecer O Chá dos Cinco.

Então pegue sua xícara, porque está na hora do chá.

(Texto do site O Chá dos Cinco)

Boa tarde!

Aqui é Simão – o Garçom – e, às cinco badaladas do Big Ben, está servido “O Chá dos Cinco” de 5a. feira… numa 3a. feira, muito atrasado devido a essa dupla de sacoleiros do Seu Mota e Juliano Lopes! Enquanto eles tentam fugir da polícia na alfândega, o oniomaníaco Igor Gudima (Os Comentadores) em conjunto com o adquirente Juba (JWave) se unem a consumista Morena Moraes (Pussycast) e invadem essa casa de chá comprando tudo que passa pela frente … ah, mas é hoje que sai meus 10%!

E olha só,no PRÊMIO INCLUSIVO do Cd5 #045 temos (rufem os tambores, as panelas, tanto faz) aRosemeri Barcelos, que receberá um cartão de crédito pré-pago com uma dívida de 1000 reais, e a chance de participar de uma mesa de chá por aqui. E claro, de pagar meus 10%! Tá esperando o que? Traga mais 5 amigos para escutar o Chá dos Cinco e em breve pode ser você, criatura, a vir aqui participar com a gente!

Review | O Cão que Guarda as Estrelas

Vitrine JManga 15

Bem vindos a mais uma JMangá! T_T

E nesta edição falarei do mais novo mangá da Editora JBC voltado para as livrarias, estou falando de O Cão que Guarda as Estrelas, mangá de volume “único” com acabamento especial. Digo “único” pois existe uma “continuação” da historia chamado Zoku Hoshi Mamoru Inu, a qual espero que seja lançada também. Mas chega de conversa e vamos ao que interessa. Agradeço a Editora JBC que gentilmente cedeu o mangá para esse review.

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O Cão que Guarda as Estrelas conta a história do cãozinho Happy desde os seus primeiros dias ao ser adotado pela família da pequena Miku que o resgatou ao ser abandonado em um caixa de papelão. E assim somos apresentados aos membros da família: o Papai, a Mamãe e a Miku.

Quote 1

Após a apresentação da família temos uma passagem de tempo e com isso, tudo muda. A Miku cresce e fica rebelde, o Papai perde o emprego e passa mais tempo em casa e a Mamãe…a Mamãe pede divorcio. Ao pedir o divorcio e a divisão dos bens, o Papai fica apenas com algumas quinquilharias, com o carro e com o Happy. E com isso, o Papai decide voltar a morar na sua terra natal, ao sul do Japão. E assim começa a aventura do Happy pelo Japão.

Quote 3

No inicio da viagem, o Papai está comprando comida numa lojinha de conveniência e vê um garoto sujo tentando roubar um pão. Papai o impede e compra o pão para o garoto e assim ele passa a participar dessa viagem. Um belo dia, o Papai para numa praia para pescar e se divertir a beira mar. No fim do dia, ele diz que deixará o garoto aonde ele quiser porem ao acordar…o garoto fugiu com a carteira do Papai.

Quote 2

E assim chegamos ao ato final do história e é aqui que paramos pois não quero estragar o final para vocês. Como vocês podem ver, é uma história extremamente simples mas muito cativante. Ainda mais para quem tem ou teve um cachorro em algum momento de sua vida. O fato das pessoas não terem nomes deixa a história muito impessoal. O “Papai” e a “Mamãe” pode ser qualquer pessoa e isso que deixa a história muito emocionante pois é muito fácil de se identificar. Não vou negar, eu chorei nas duas vezes que li o mangá. A ultima inclusive eu estava dentro do ônibus.

Algumas pessoas podem dizer que o mangá está muito caro… R$23,90 para um titulo de volume “único”, voltado para livraria, com papel diferenciado e capa com orelhas, acho que é um valor muito aceitável. Sem contar que ao terminar de ler a história, você nem vai lembrar do quanto pagou de tão satisfeito que você estará.

O Cão que Guarda as Estrelas é um mangá que facilmente está no meu Top 10 de mangás.