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JWave #54 | Sonic The Hedgehog – parte 2

Bem vindo ao JWAVE…

Continuando o aniversário do mascote da Sega, o JWave lança a segunda parte do especial comemorativo do ouriço que completou 20 anos em 2011.

Juba, Calliban e Marvin se reúnem mais uma vez, para analisar jogos e desenhos do Sonic. Vale lembrar que o especial do ouriço ainda não acabou e vai ter parte 3.
E o que a Sega fez com ouriço na geração 128 bits? Você vai descobrir agora…

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Marvin

TEMA
TecToy
Jogos
Sonic Crackers (cancelado)
Knuckes´Chaotix
Sonic 3D Blast
Sonic X-treme (cancelado)
Sonic R
Sonic Adventure
Sonic Adventure 2
Sonic Heroes
Shadow the Hedgehog
Sonic Riders
Sonic Advance
Sonic Advance 2
Sonic Advance 3
Desenhos
Adventures of Sonic the Hedgehog
Sonic the Hedgehog
Sonic the Hedgehog OVA / Filme (nos EUA)
Sonic Underground
Sonic X

VÍDEO
Sonic Crackers (cancelado)
http://www.youtube.com/watch?v=czbs2inzdGg&feature=related
Knuckes´Chaotix
http://www.youtube.com/watch?v=tWeSt1-QyT4&feature=related
Sonic 3D Blast
http://www.youtube.com/watch?v=Glw96hfEY-4
Sonic X-treme (cancelado)
http://www.youtube.com/watch?v=VW_Pd-PTAtM
Sonic R
http://www.youtube.com/watch?v=6s3dP8GUFSw
Sonic Adventure
http://www.youtube.com/watch?v=qnNTj0zwMFU
Sonic Adventure 2
http://www.youtube.com/watch?v=9t80cI9IuHo
Sonic Heroes
http://www.youtube.com/watch?v=Y35HSqpY6rU
Shadow the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=OV5dJoavlOs
Sonic Riders
http://www.youtube.com/watch?v=R1Nya8YkIm0
Sonic Advance
http://www.youtube.com/watch?v=64fIlOVv510
Sonic Advance 2
http://www.youtube.com/watch?v=6mlp7mZTVGs
Sonic Advance 3
http://www.youtube.com/watch?v=tfdpIHiFNcU&feature=related
Adventures of Sonic the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=UCaWI8_3VLU
Sonic the Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=G4jd0UWGPgY&feature=related
Sonic the Hedgehog OVA / Filme (nos EUA)
http://www.youtube.com/watch?v=jyJOJRNISwI
Sonic Underground
http://www.youtube.com/watch?v=j3a8MNTAzUM&hd=1
Sonic X Abertura Americana
http://www.youtube.com/watch?v=lOQS0EaQ65M&hd=1
Sonic X Aberturas e encerramentos japoneses
http://www.youtube.com/watch?v=Cc5qlWQO92c&feature=related

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JWave #53 | A Garota Rosa Choque

Bem vindo ao JWAVE…

Você pediram e mais um clássico da Sessão da Tarde está de volta com A Garota Rosa Choque.

Juba, Calliban se reúnem com a dupla da lambada: Stunts e Camis Barbieri (Séries em séries e Seriadores Anônimos) para conversar desse clássico do John Hugues.

E por onde anda a Molly Ringwald?

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Stunts
Camis Barbieri

CORREIOS
Senna ganhando o troféu do Sonic (enviado por Rafael Portillo)
Entrevista da Ação Magazine

TEMA
Clássicos do John Hugues
A Garota Rosa Choque
Curiosidades de produção
Considerações finais

VÍDEO
Trailer do filme
http://www.youtube.com/watch?v=tcSMDqXT52s

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Skull também em Power Rangers Samurai!

Parece o Bulk não será o único personagem da primeira temporada dos Rangers a dar as caras em Power Rangers Samurai, a mais recente temporada da franquia em exibição nos Estados Unidos. Seu companheiro magro Skull também dará o ar de sua graça, ao menos como ator convidado em alguns episódios.

Quem deu a notícia foi o ator Jason David Frank, o famoso “Tommy” da franquia PR, durante um evento chamado Anime Oasis, como postado pelo blog “Orends: Range”:

Fonte – Orends: Range

JWave entrevista a equipe da Ação Magazine

No Japão, os quadrinhos são publicados em grandes antologias em que títulos de sucesso acabam ganhando animações de sucesso no mundo todo. Trazendo o mesmo espírito, temos a antologia Ação Magazine que reúne artistas brasileiros trazendo o melhor dos quadrinhos utilizando a temática mangá.

Criada por Alexandre Lancaster e trazendo na equipe nomes, como Fabio Satoshi Sakuda, a Ação Magazine é uma nova forma de ler quadrinhos no Brasil.

Entrevistamos Fabio Sakuda, assessor editorial para falar da revista e revelar algumas novidades da publicação. Lembrando que tanto Fabio, como Alexandre serão convidados a falar da Ação Magazine no podcast JWavecast em breve.

O que é a Ação Magazine? É a primeira de seu tipo no Brasil?

Equipe Ação Magazine: A Ação Magazine é uma antologia periódica de quadrinhos, uma revista de variedades para jovens, um ninho para novos talentos no Brasil. Já tivemos algumas experiências parecidas, nem sempre ligadas ao mangá, mas se observarmos de forma mais abrangente, o Brasil sempre foi um país de antologias; almanaques de quadrinhos sempre foram mais tradicionais e garantidos. Talvez porque aqui, o público sempre gostou de uma variedade maior – o fato é que o Brasileiro gosta de volume, isso faz diferença.

Como nasceu a idéia de publicar uma antologia de mangas produzidos no Brasil?

O Alexandre tentou implementar isso já faz muito tempo atrás. O molde japonês já foi muito bem sucedido e é o que mais se adequaria às necessidades do mercado brasileiro. Viabilizar isso é que foi um grande trabalho. Mas temos grandes talentos no Brasil, podemos criar histórias e franquias tão boas quanto as americanas e japonesas. Temos terreno para um mercado criativo muito grande no Brasil, os outros países já perceberam esse potencial, faltava algo para nós mesmos ficarmos certos disso.

No Japão, revistas como Shonen Jump e Shonen Magazine criaram franquias conhecidas mundialmente graças aos esforços dos editores em potencializar obras em conjunto com os autores. Na Ação Magazine haveria esse tipo de relação editor-autor?

Com certeza. O segredo para uma antologia dessas funcionar está mais no editor do que nos autores. Um bom editor vai trazer o melhor dos autores ao mesmo tempo em que trabalha uma unidade entre todos os títulos. Eu pessoalmente busco respeitar bastante a criatividade de cada um, mas sempre priorizando o leitor ao invés de experimentalismos artísticos. Talvez um dia haja espaço para coisas mais alternativas, mas o momento é o de criar títulos de grande apelo.

Qual o público alvo das Ação Magazine?

A Ação Magazine é uma revista juvenil, para garotos em fase escolar, mas tentamos ser abrangentes dentro desse segmento. Quem sabe com o tempo não fazemos mais revistas, cada uma para o seu público específico? Gostaria muito que a Ação fosse um sucesso para que uma idéia que tivemos de uma revista feminina pudesse se concretizar.

Qual será o formato de leitura, o ocidental ou o oriental?

O sentido de leitura deve ser o ocidental, atendendo um público maior de forma mais simples e natural possível.

Vamos falar de logística. Qual será a freqüência de publicação da antologia?

A revista pretende sair mensalmente, mantendo sempre a edição anterior por mais quinze dias em bancas. Em vendas diretas e livrarias, elas ficarão até por mais tempo.

Como será sua distribuição? Atingirá apenas São Paulo e Rio de Janeiro? Aceitará assinaturas?

Estamos acertando isso para que atinja o maior número de leitores possíveis nas bancas, mas além disso, vamos trabalhar muito para que as vendas online cresçam. Um sistema de assinaturas também deve ser implementado. E uma grande idéia que temos é a de atender cada leitor de Ação que tivermos, com a criação de pontos de venda especiais apontados pelos próprios leitores, fazendo com que a revista chegue a qualquer lugar em que o correio chegue, independente de haver uma banca ou livraria, ou dela ser filiada a algum grupo de distribuição.

Os mercados americanos e asiáticos já se adaptaram quadrinhos para aparelhos moveis como tablet e celulares. A Ação Magazine pensa em lançar algo parecido para o publico brasileiro?

Isso faz parte dos nossos planos e eu pessoalmente tenho um grande interesse nisso. Já estudamos um modelo para o sistema iOS.

Falemos de quadrinhos. Qual estilo de histórias que a Ação Magazine vai priorizar em seu lançamento?

Queremos histórias que falem com o público, que sejam divertidas. Nós temos uma diversidade boa para a quantidade de histórias, que infelizmente não é tão grande ainda. Espero que o tempo e a aceitação do público possibilite experiências maiores, quantidade maior de histórias e até mesmo a viabilização de outras revistas. Isso seria o ideal.

Existirão títulos de humor caricato, comum a essas revistas no Japão?

Isso foi uma grande dor de cabeça para a criação da grade… Nós temos em mente que um bom título de humor faria a diferença, mas não encontramos ele ainda. Fizemos algumas tentativas e dentro delas, tivemos alguns bons artistas, que pretendemos um dia ainda poder trabalhar juntos. Mas por enquanto, ainda estamos pensando. Ainda existe a possibilidade de isso ser preenchido por tirinhas, 4koma, alguma coisa curta.

Além dos tradicionais títulos no estilo Shonen, também existirão títulos mais sérios e de temática adulta?

Por enquanto não. Nosso público é o jovem, dentro do que é possível, os nossos títulos tem seus momentos mais dramáticos e sérios, Jairo tem uma carga dramática mais forte, Tunado chega a ser bem técnico… Como disse antes, a revista é juvenil, mas estudamos a melhor forma para que ainda tenha apelo aos leitores mais velhos, até mesmo aos pais dos leitores.

No Brasil, temos artistas razoavelmente bem sucedidos lá fora, mas no estilo Comics. Esse tipo de trabalho poderá fazer parte da coletânea, ou apenas as obras de inspiração japonesa serão aceitas num primeiro momento?

Pessoalmente, eu não tenho problemas quanto a isso. Não que isso signifique que teremos um genérico de Batman ou X-Men na Ação, mas dentro do que a revista é, se um autor tiver um bom trabalho, isso está acima de tudo. Mas dependeria de momento, claro, é muito mais delicado tratar esse tipo de mistura. Mas se a proposta de uma magazine é a de dar a chance ao leitor de experimentar coisas diferentes, seria ótimo se tivessemos êxito nisso.

Tradicionalmente a industria americana, européia, e mais recentemente a japonesa, adotam equipes de produção por título, ao invés de um único autor. A Ação Magazine pretende fazer casamento de talentos, no sentido de unir bons escritores com bons desenhistas, ou está se focando apenas em “artistas completos”?

Isso ajuda muito, porque títulos autorais muitas vezes podem esbarrar no problema do talento do autor. Artistas completos são cada vez mais raros e os que podem fazer tudo isso em tempo pra entrar numa revista periódica é ainda menor. Na Ação Magazine, temos só duas séries assim, Expresso e Madenka, o que é um bom número, já que temos seis títulos.

Vocês estão aceitando novos autores? Como as pessoas podem entrar em contato com vocês para apresentar idéias e trabalhos?

Claro, estamos sempre de olho em novos talentos. Não estamos avaliando ninguém até o lançamento da revista, mas os novatos de hoje podem ter uma chance mais cedo do que imaginam.

Quando a antologia será efetivamente lançada? E qual o preço ela será comercializada?

Nós fechamos com o Festival do Japão, em São Paulo, e teremos o pré-lançamento oficial da Ação Magazine no evento, dias 15, 16 e 17 de Julho. Teremos um stand que deve ativar as emoções dos fãs de mangas.

Quais os títulos da Ação Magazine? E quais são os títulos principais do título?

Nós temos na grade inicial da revista: Expresso, uma aventura steampunk mesclando mistérios científicos, ação e um pouco de aventura histórica; Tunado, trazendo corridas de carro e velocidade, num ambiente bem próximo do nosso; Jairo, que conta a jornada de um garoto imerso em problemas pessoais e que encontra no boxe um lugar pra descarregar sua raiva, e um motivo para ir adiante; Arcabuz, que é o nome dado ao tipo de arma de fogo que os nossos heróis usam… é uma tradição de capa e espada, os mosqueteiros também tem um nome ligado a uma arma de fogo, mas são lembrados por duelos de espadas; e essa história é cravada na exploração do Brasil colonial.

Pela resposta de público, temos Madenka e Rapsódia como os mais populares, mas nada impede que os outros títulos tomem a frente com o tempo. Madenka é o nome do nosso herói de uma aventura cheia de monstros e misticismo, num clima de game, sempre cheio de ação. Rapsódia é a nossa aventura medieval, num cenário repleto de magia e desafios, onde um tempo de paz é só um suspiro antes de um novo conflito.

Na primeira edição, teremos três histórias, Madenka, Jairo e Tunado, todas com mais que o dobro de páginas do que o normal. Na próxima, estréiam Rapsódia e Expresso, lembrando que as três primeiras continuam com capítulos de 19 páginas. E por último, Arcabuz entra na terceira edição, fechando a grade inicial.

Como será o lançamento da revista no Festival do Japão?

Esse ainda será um pré-lançamento, a revista só vai pras bancas em setembro. Mas quem for, terá a chance de a ter em primeira mão. Nós pretendemos interagir muito com o público. Um dos principais atrativos será o Motikomi, onde os editores, eu e o Alexandre, iremos avaliar o material de quem quer entrar para a Ação. Só precisa levar uma história pronta, no mínimo o roteiro em forma de name (o rascunho de páginas onde se define a narrativa) e algum material finalizado de arte, de preferência das próprias páginas. Mas além disso, os artistas estarão lá pra conversar, dar dicas, autografar. Teremos reproduções de originais da Ação, esperamos que os leitores venham visitar e conhecer mais a gente lá no evento.

Nas antologias japonesas, como Shonen Jump, os leitores respondem uma pesquisa que medem a popularidade dos títulos publicados. Títulos com baixa populariedade acabam sendo cancelados ou alterados para recuperar o público. Esse tipo de ferramenta será utilizada pela Ação Magazine? Como ela irá alterar as histórias durante sua publicação?

Sim, desde o começo, nós sempre quisemos que o leitor fizesse parte da revista em todo o processo, inclusive no editorial, fazendo a grade que mais lhe agrada. Isso ainda é muito complicado, mas até o lançamento, vamos dar os detalhes. Claro, haverá um tempo para que cada história se firme antes de ser rankeada, até na Jump os títulos novos tem um período sem ser julgados até o momento em que são postas sob julgamento.

Existe a intenção de lançar títulos da Ação Magazine em volumes próprios, similar ao que acontece no mercado japonês?

Ah, claro, vamos lançar as séries posteriormente em volumes fechados para colecionar. Mas ainda deve levar uns bons meses pra isso.

Além de histórias, a Ação Magazine produzirá outro tipo de conteúdo?

Teremos matérias e reviews, algum material de complemento para cada uma das histórias. Nosso sonho é que a Ação seja vista como um ponto de referência para os jovens, trazendo sempre coisas novas, experiências diferentes, junto de grandes histórias.

No Brasil tivemos vários tentativas de quadrinhos nacional reproduzindo o estilo mangá, sendo os mais consagrados: Holy Avenger e Turma da Mônica Jovem. Qual é o diferencial da Ação Magazine em relação aos outros títulos produzidos no Brasil?

A Ação Magazine pretende ir numa direção diferente, tanto pela diversidade do material quanto pelos assuntos. Esperamos herdar pelo menos o sucesso de cada um desses títulos que esteve ou está ai e trazer mais, agregar algo novo para os leitores. Nós queremos que com isso, mais e mais títulos de quadrinhos nacionais surjam, não só de mangá, mas de tudo que o leitor estiver disposto a ler. Ninguém tem a perder com esse crescimento e espero que isso faça mais e mais talentos aparecerem no Brasil.

Obrigado pela entrevista e deixem um recado para os leitores do JWave.

Quero agradecer ao JWave o espaço, e aos leitores pelo carinho e resposta que tivemos. E também pela paciência, por ter esperado tanto até conseguirmos chegar até aqui.

Esperamos todos no Festival do Japão, dia 15, 16 e 17, e daqui pra frente, sempre perto de cada um de vocês, onde quer que estejam. Se quiserem continuar nos acompanhando, siga no www.twitter.com/acaomagazine ou pelo site www.acaomagazine.com e fique atento que iremos postar novidades sempre que possível.

Agradecemos a equipe da Ação Magazine pela atenção especial.

JWave #52 | Sonic The Hedgehog – parte 1

Bem vindo ao JWAVE…

No dia 23 de junho, o Sonic The Hedgehog faz 20 anos que foi lançado e para comemorar esse aniversário, o mascote da Sega ganha um especial no JWavecast.
Juba, Calliban, Marvin se reúnem na primeira parte do especial do Sonic em que vai ser discutido os jogos clássicos do ouriço. De Sonic 1 a Sonic & Knuckles, essa primeira parte abordará também como foi o processo de criação do Sonic e como foi a guerra dos consoles.

Você era do lado da Sega ou da Nintendo? Venha comemorar com a gente os 20 anos do Sonic The Hedgehog.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Marvin

TEMA
A história da Sega
A guerra dos consoles
A criação do Sonic
Sonic The Hedgehog
Sonic The Hedgehog 2
Sonic The Hedgehog 3
Sonic CD
Sonic & Knuckles
Sonic no Master System

VÍDEO
Sonic The Hedgehog
http://www.youtube.com/watch?v=ntr31RHoOzw
Sonic The Hedgehog 2
http://www.youtube.com/watch?v=IMDQtpw-_CY
Sonic The Hedgehog 3
http://www.youtube.com/watch?v=w61b5pW8RUU
Sonic CD
http://www.youtube.com/watch?v=M5LN6p_UvJ4
Sonic & Knuckles
http://www.youtube.com/watch?v=F_D2pHia3Vg&feature=related
The History of Sonic the Hedgehog Part 1
http://www.youtube.com/watch?v=pvefA3MpwRk
Sonic the Hedgehog GameTap Retrospective Pt. 1/4
http://www.youtube.com/watch?v=6D9h-4vQUHM
Sega Mega Drive 60Hz – 50Hz -Versão japonesa X europeia
http://www.youtube.com/watch?v=_LeddVRGlPA&feature=related

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Aoyama Thelma na capa da “Nail Max”

A cantora pop Aoyama Thelma está na capa de junho da revista “Nail Max”, num ensaio elegante para a revista.

Recentemente, a cantora gravou “Without U” com o grupo coreano 4minute sendo lançado no dia 25 de maio.Thelma é artista da gravadora Universal Music Japan.

Galeria
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Fonte: Tokyohive e Zazhimi

Restaurante do One Piece é inaugurado na Universal Studios Japan


No dia 13 de junho foi anunciado que o parque da Universal ganhará o Sanji’s Pirate Restaurant fazendo parte do evento “ONE PIECE Premier Summer”.

O restaurante foi aberto na área São Francisco do parque e este será aberto 3 vezes ao dia, permanecendo aberto 80 minutos de cada vez. Nele, você encontrara um cardápio que reúne sobremesas que o Sanji faz para a Nami, como também pratos em que o chapéu do Luffy estará presente (sendo na forma de pão ou arroz com açafrão). Para os fãs de One Piece, os personagens da série também darão as caras no restaurante.

O evento “ONE PIECE Premier Summer” começa no dia 7 de julho e ficará no parque até 4 de setembro. No parque terá atrações temáticas, como: ONE PIECE Adventure Rally onde as pessoas terão que encontrar ferramentas para uma Caça ao Tesouro.

Galeria
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Fonte: Tokyohive e Oricon

JWave #51 | E3 2011

Bem vindo ao JWAVE…

Chegamos o JWavecast #51que é sobre a maior conferência de games do mundo, a E3 (Electronic Entertainment Expo). O evento acontece todos os anos em Los Angeles e é quando as maiores produtoras de jogos anunciam suas novidades pra 2011 e 2012.

Juba, Calliban, Marvin e Diogo Prado (do MBB Anikenkai) se reúnem numa conversa de bar para analisar cada conferência que aconteceu na E3 e sobre seus anúncios. Tivemos grandes jogos adaptados para o Kinect, o anúncio do novo portátil da Sony e o novo console de mesa da Nintendo.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Marvin
Diogo Prado

CORREIOS
Participação do Juba no Rapaduracast 237 sobre X-Men First Class
Fanzine do NerdMaster de Yu Yu Hakusho
Superstar K 3 – Se torne um cantor de K-POP na Coréia
Ilustração da ouvinte Daamile do Juba e do Calliban gravando JWavecast

TEMA
Conferência da Microsoft
Conferência da Sony
Conferência da Nintendo

VIDEO
Conferência da Microsoft
http://www.youtube.com/watch?v=IMn255pvP0c
Conferência da Sony
http://www.youtube.com/watch?v=62FBv1e96qY
Conferência da Nintendo
http://www.youtube.com/watch?v=kGJ7Hnry_D8&feature=relmfu
Trailer do Playstation Vita
http://www.youtube.com/watch?v=Ni–QnZkRnw
Trailer do Nintendo Wii U
http://www.youtube.com/watch?v=4e3qaPg_keg&feature=related
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JWave participa do Rapaduracast Duplex sobre X-men First Class

Você que está acostumando com o JWavecast, não deixe de ouvir o podcast Rapaduracast, do portal Cinema com Rapadura, que voltou a nos receber essa semana, para falar de X-Men First Class.

Para quem é fã do Rapaduracast e está conhecendo o JWave, seja bem vindo ao podcasts de cultura pop, nerd e japonesa.

Essa semana comemoramos 50 podcasts e fizemos um especial de Yu Yu Hakusho, um dos animes célebres da Rede Manchete. Nosso podcast fala de filmes da Sessão da Tarde, animações, filmes que estão no cinema, séries, jogos e tudo que a cultura pop e nerd tem a oferecer.

Essa é a segunda vez que participamos do Rapaduracast, sendo que a primeira vez foi com um especial sobre o mestre da animação japonesa, Hayao Miyazaki.

Como fizemos na primeira vez, iremos selecionar os programas que o pessoal do Rapaduracast poderá gostar aqui do JWave.

JWave #50: Yu Yu Hakusho – parte 1
JWave #48: Gremlins – Parte 1
JWave #46: Thor
JWave #42: O Guia do Mochileiro das Galáxias
JWave #40: Dragon Ball – parte 1
JWave #33: Manequim
JWave #18: Elvira
JWave #11: Super Mario Bros – parte 1
JWave #9.99: Evangelion – Parte 1
JWave #6: Power Rangers – Parte 2

Para todos os rapadurianos que estão conhecendo o JWave, sejam bem vindos e que apreciem um pouco da nossa Cultura Pop, Nerd e Japonesa.

JWave #50 | Yu Yu Hakusho – parte 1

Bem vindo ao JWAVE…

Chegamos no no JWavecast 50 e para comemorar essas 50 edições, a equipe do JWave decidiu visitar o anime Yu Yu Hakusho.

Juba, Calliban, Mave e Diogo Prado (do MBB Anikenkai) se reúnem para conversar sobre o começo de Yu Yu Hakusho. Uma das grandes obras do Yoshihiro Togashi que estreou no Brasil na extinta Rede Manchete, sendo um grande sucesso por aqui, principalmente sendo lembrado por sua dublagem única.

Essa é a primeira parte desse especial que começa com a comemoração de 50 edições do JWavecast.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Mave
Diogo Prado

TEMA
Yu Yu Hakusho
Yu Yu Hakusho no Brasil
Yu Yu Hakushi no Japão
Yoshihiro Togashi
Conclusão

VIDEO
Abertura de Yu Yu Hakusho
http://www.youtube.com/watch?v=ohM2213O5Lg&hd=1
Primeiro encerramento de Yu Yu Hakusho
http://www.youtube.com/watch?v=AF07lnItyq0&hd=1
Pérolas de Yu Yu Hakusho
http://www.youtube.com/watch?v=wiIDa6-XXxM&feature=related

IMAGEM
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Crítica | X-Men: Primeira Classe

Antes de falar desse novo filme, temos que lembrar que esse é o quinto filme da franquia X-Men produzida pela Fox. Bom ou ruim, X-Men foi quem reiniciou uma era de filmes de super-heróis e que deu pontapé inicial pra que filmes como Homem Aranha e Batman Begins fossem produzidos na primeira década de 2000.

Verdade seja dita, X-Men não foi uma franquia que manteve a qualidade em seus filmes, mesmo tendo a excelente continuação X-Men 2 (de 2003), teve alguns percalços como o questionável X-Men: O Confronto Final (de 2006). Paralelo a isso, também teve inicio da franquia X-Men Origens com Wolverine (de 2009) que teve bom desempenho nos cinemas, mas está longe de ser um bom filme.

Por que X-Men: Primeira Classe acertaria nos cinemas? Para responder essa pergunta, temos que citar dois nomes de peso na produção desse filme que é o Matthew Vaughn que havia feito o excelente Kick-Ass: Quebrando Tudo e o retorno de Bryan Singer a franquia, se tornando produtor-executivo e também co-autor do roteiro do filme.

No elenco, a maioria são rostos desconhecidos, mas mesmo assim, temos nomes como James McAvoy (O Procurado) trazendo um Charles Xavier jovem e longe de ser o compenetrado Professor X e Michael Fassbender (Bastardos Inglórios) que trás um Eric Magnus Lehnsherr em busca de vingança e que tende a se tornar o poderoso Magneto. Na parte dos vilões, temos Kevin Bacon que rouba a cena como Sebastian Shaw, um vilão clássico dos quadrinhos que trás uma versão realista e sessentista do Clube do Inferno.

O Filme

Somos apresentados ao pequeno Eric Magnus Lehsherr sendo separado de seus pais num campo de concentração. Ele é apresentado ao tirano Sebastian Shaw que usa métodos nada convencionais dos alemãs para despertar o poder do Eric.

Paralelo a isso, vemos Charles Xavier descobrindo uma estranha visitante, a Raven Darkholme que não tendo lar, acaba roubando comida na casa dele. Mesmo ambos sendo crianças, Charles fala para Raven confiar nele, revelando sua verdadeira forma.

Uns bons anos se passam, Charles se tornou um gênio na faculdade, mas nem por isso, ele não se esquiva das festas universitárias. Descobrimos um Charles Xavier que é realmente um gênio, mas nem por isso, ele se tornou compenetrado, sempre cantando as garotas mais interessantes que ele vê nas festas.

Somos apresentados ao adulto Eric Magnus cheio de vingança, percorrendo o mundo atrás do seu criador, o Sebastian Shaw.

Também conhecemos a agente Moira Mactaggert que acaba indo parar num lugar que mistura a idéia de Host com prostituição, aonde as melhores garotas são escolhidas pela Emma Frost e andam apenas de peças intimas por lá.

Moira acaba descobrindo que políticos, empresários e pessoas influentes na América freqüentam o lugar. Indo atrás da Emma Frost, Moira acaba descobrindo sobre os mutantes e também que decisões importantes do governo americano estão sendo tomadas pelo Sebastian Shaw que ameaça os freqüentadores da casa.

Para conseguir apoio do governo americano, Moira acaba descobrindo Charles Xavier e o trás numa tentativa de conseguir continuar suas investigações. O plano acaba dando errado com o governo americano pedindo pra prender Charles e a Raven.

Daqui pra frente, vemos a verdadeira origem dos X-Men, trazendo a origem do Cérebro, do Pássaro Negro e até descobrindo como e quando a Mansão do Xavier se torna o abrigo dos X-Men.

Conclusão
O filme trás aquele clima dos anos 60 misturado com piadas atuais, parecendo realmente uma mistura de idéias do Bryan Synger com Matthew Vaughn.

Para quem é fã de quadrinhos, provavelmente vai identificar diversos personagens dos quadrinhos que foram reinventados e inseridos nesse universo. Quando Matthew Vaughn falou que esse X-Men seria igual Batman Begins, ele cumpriu o que dizia. Ele trouxe tantos personagens do universo Marvel em uma realidade próxima a nossa, similar ao que o Nolan fez ao Batman. Antes que alguém reclame dessa comparação, o tratamento dado pelos dois foi o mesmo, mas a densidade executada pelo Nolan é o que torna Batman tão único nas telas.

O filme se passa em 1962 e mostra uma realidade alternativa, aonde influências mutantes culminaram a Crise dos Mísseis de Cuba durante a Guerra Fria. Particularmente falando, eu gosto de histórias alternativas nos quadrinhos e no cinema, e como os fatos dessa realidade alternativa culmina, realmente chama atenção.

O ator James McAvoy está impecável como Charles Xavier, trazendo inclusive gestos (como colocar a mão na cabeça) que o personagem faz nos quadrinhos. O próprio Michael Fassbender também trouxe um Magneto bem mais interessante nas telas, que impressiona e não lembra nada o do Ian McKellen.

X-Men: Primeira Classe tem a proposta de ser um pontapé inicial para uma nova trilogia dos X-Men nos cinemas e ela cumpre seu papel. Trazendo uma história emocionante focada mais em seus personagens, além de utilizar de forma sábia o contexto histórico dos anos 60.

Numa conclusão sobre esse filme, gostaria de ver mais filmes dessa formação dos X-Men nos cinemas. Matthew Vaughn trouxe um filme tão cativante que eu não gostaria que ele culminasse na trilogia “clássica” dos X-Men que teve inicio em 2000.

X-Men: Primeira Classe é o melhor filme produzido da franquia até hoje, e se continuar assim, quem sabe ele seja interpretado como um reboot pra franquia. Um reboot tão original e bem utilizado, que deveria nascer sem amarras aos filmes anteriores da série.

Galeria
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Agradecimentos ao Renato Siqueira pela Cabine de Imprensa do X-men realizada no dia 27 de maio.

JWave #49 | Gremlins – Parte 2

Bem vindo ao JWAVE…

Essa é a segunda parte do nosso especial Gremlins, e dessa vez estamos falando do clássico da Sessão da Tarde.

Juba, Calliban, Mave e Ronnie Pedra se reúnem mais uma vez para falar do segundo filme dos Gremlins lançado em 1989. Dessa vez não estamos mais em Kingston Falls, mas em Nova York e uma nova geração de Gremlins vem por aí.

Essa é a segunda parte desse especial dirigido pelo Joe Dante.

PARTICIPANTES
Juba
Calliban
Mave
Ronnie Pedra

TEMA
Processo de criação de uma continuação de sucesso
O filme de 1990
Curiosidades de Produção e Roteiro
Conclusão

VIDEO
Trailer Gremlins 2
http://www.youtube.com/watch?v=zaNIwSzz6iE&hd=1

IMAGEM
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