Essa semana participamos do PodPipoca sobre Gantz e estamos aqui divulgando.
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Primeiro podcast com uma bando de convidados especiais: @rodrigodesalles e @Lilith_li do Machinacast, @macgaren do Clímaxcast, @juba_kun do Jwave e @vaninilima da casa mesmo =D
Nessa batalha quem vai chegar até o fim com vida? Façam suas apostas!
Uma grande equipe via Skype (desculpem alguns problemas de áudio). E o podcast tem SPOILERS, SPOILERS e SPOILERS!!!!
O filme OOO, Den-O, All Riders: Let’s Go Kamen Rider está em exibição nos cinemas japoneses comemorando os 40 anos das séries Kamen Rider. A música-tema é uma versão moderna de Let’s Go!! Rider Kick (tema da série original, de 1971) chamada Let’s Go RiderKick 2011 e interpretada por um grupo idol formado especificamente para esse fim e já mencionado aqui no JWave, as Kamen Rider GIRLS.
E elas já chegaram causando controvérsia. Há quem julgue uma ofensa que um tema tão clássico tenha sigo gravado por idols que surgiram, digamos, “do nada” e cantam com vozes afinadas por algum Auto Tunes da vida (coisa que não é restrita ao universo das idols, vale ressaltar).
O single de Let’s Go RiderKick 2011 foi lançado no último dia 20. A edição especial acompanha um DVD com o PV (clipe) da música. O vídeo você confere no link abaixo:
Apesar de ser um tanto pesada para carregar, decidi colocar no post essa versão hospedada no Youku.
Pessoalmente, achei a música bastante satisfatória e consigo curtir numa boa. As moças são bonitas mas, salvo por uma ou duas, um tanto inexpressivas, por isso não vejo uma carreira muito longa para as Kamen Rider GIRLS. Enfim, não está mal, mas poderia ser melhor para uma comemoração de 40 anos.
E vocês, o que acham? Deixem sua opinião nos comentários!
É o Dia de Thor (Chris Hemsworth) ser coroado Rei de Asgard. Mas quando ele faz uma besteira que pode ameaçar a trégua com os terríveis Gigantes do Gelo o grande Deus Odin(Anthony Hopkins) o bane para Midgard ( a Terra) para aprender a ser menos egoísta.Ao mesmo tempo, seu irmão Loki (Tom Hiddleston) coloca em ação um plano para assumir o trono de Asgard.
Primeiro devo dizer que apesar de leitor da Marvel a muitos anos nunca gostei do Thor como personagem. Então não sou um conhecedor de sua mitologia como as dos demais heróis da Editora.Dito isso posso falar que Thor,o Filme é sensacional. Ok tem algumas falhas mas todas em relação ao roteiro que é corrido demais. Não que eu esperasse uma obra prima visto que o responsável pelo roteiro de Thor é o J.M Straczynski, um dos responsáveis por acabar com os quadrinhos do Homem-Aranha e por consequência por meu afastamento dos quadrinhos Marvel.Outro ponto negativo é que, ao perder muito tempo com o draminha romântico entre Thor e Jane Foster(Natalie Portman) ,deixaram as cenas de ação e de porradaria espremidas e com sensação de que foram resolvidas muito fácil.O próprio embate final entre Thor e Loki sofre desse mal.E se eu fosse um chato que acha defeito em tudo, podia reclamar da cena onde uma interferência tira do ar todos os computadores e satélites da SHIELD e mesmo assim Jane consegue usar seu celular.Mas vamos relevar isso.
E agora vamos aos pontos positivos :Todo o resto do filme.A começar pelo ponto que tem sido mais alvo de críticas por aí: Asgard. Não vi nada de errado com a cidade dos deuses. Seu visual está sensacional assim como as armaduras que muitos disseram que estavam muito carnavalescas.Além de terem ficado muito bonitas ainda funcionarão bem quando o Thor for colocado lado a lado com os outros membros dos Vingadores.E convenhamos: quem já pegou ao menos uma vez uma história clássica do Thor sabe como os personagens nos quadrinhos também era cheios de “alegoria”Mas não é só isso que o filme tem: os efeitos especiais estão perfeitos. Até o Destruidor que em alguns trailers parecia meio deslocado no filme ficou muito bem feito.O visual dos Gigantes do Gelo,assim como o próprio Jotunheim(O “mundo” onde eles habitam) também está sensacional.Também vale comentário os 4 guerreiros; Volstagg,Fandral,Hogun e Sif.Todos bem fiéis à HQ. em especial o Volstagg o gordo bonachão ficou muito bem interpretado pelo Ray Stevenson(O Justiceiro de Zona de Guerra).Por falar em atores,logo que vi que o escolhido para interpretar Loki era o Tom Hiddleston fiquei com um pé atrás. Achei ele com uma cara de bom moço que não serviria para interpretar o Deus da trapaça no filme do Thor, e muito menos nos Vingadores.Mas felizmente queimei a língua.Ele não só me convenceu como Loki como também que vai dar trabalho para os heróis nos Vingadores(Partindo do pressuposto que o Roteiro do filme do Super Grupo vai seguir o das 1ªs histórias dos quadrinhos) .Mas Nem só de Loki vive “Thor”! Todos os atores fazem seu papel muito bem. Anthony Hopkins está sensacional como Odin,se bem que falar bem do Sr. Hopkins é chover no molhado.Chris Hemsworth convence como Thor: O cara é enorme! Olhando-o perto dos outros atores ninguém duvida que ele é um deus.Isso sem mencionar a sempre linda e talentosa Natalie Portman.Também gostei da parte sonora: Em Asgard a música é calma e imponente. Na Terra passa pra um clima mais aventuresco. e prestem atenção nos efeitos sonoros (não só músicas). Pegue por exemplo na cena onde o Thor coloca o Mjolnir no chão quando vai falar com o Odin.Acho que o diretor Kenneth Branagh fez um ótimo trabalho coordenando todas as “frentes”
Não dá pra negar que todas as atenções dos fãs estão voltados para o futuro: O filme dos Vingadores do ano que vem e como vem acontecendo nos filmes da Marvel Studios(Os dois Homem de Ferro e o Incrível Hulk) as referências ao Universo Marvel estão por todo o filme.Desde a citação ao Dr. Banner à menção ao nome do Tony Stark a ligação entre os filmes é feita pelo Agente Coulson(Clark Gregg) da SHIELD (Lembram da cena pós crédito de Homem de Ferro 2?).E como não mencionar a ponta do Gavião Arqueiro no filme? Tá certo que o personagem praticamente não faz nada mas dá pra ter uma idéia do que esperar do visual do personagem interpretado por Jeremy Renner.Também há “Easter Eggs” para os fãs de quadrinhos reconhecerem, como a citação à Donald Blake que é a forma humana de Thor . E claro que também temos uma cena pós crédito aqui que liga ao filme do Capitão América e aos Vingadores. Então não saiam do Cinema até o fim!!Há mais um comentário que eu gostaria de fazer mas como ele implica em spoiler sobre a cena pós créditos é melhor me calar.
No fim,Thor não é tão bom quanto o primeiro Homem de Ferro mas está lado a lado com Homem de Ferro 2 e o Incrível Hulk e a Marvel vai muito bem nos cinemas. Agora é só esperar o Capitão América em Julho . E que venham os Vingadores!!
O Mainichi Daily News publicou a imagem de uma pintura japonesa do século 19 que parece “prever” a construção da Tokyo Sky Tree.
A pintura em estilo ukiyo-e, intitulada “Touto Mitsumata no Zu” ou “Vista da Área Mitsumata de Touto (antigo nome de Tóquio), é trabalho do artista Kuniyoshi Utagawa.
Detalhe da pintura com a torre real ao lado
Ukiyo-e (浮世絵, “retratos do mundo flutuante”) são pinturas coloridas em blocos de madeira muito comuns no final do período Edo (1603–1868). Mostravam principalmente paisagens e retratavam a vida cotidiana, aparentemente com alguma liberdade criativa do artista, como a imagem acima sugere.
A Tokyo Sky Tree, já mencionada pelo Juba aqui no JWave, será a estrutura artificial mais alta do Japão, “substituindo” a famosa Torre de Tóquio como símbolo da capital japonesa e antena de radiodifusão, já que os 333m a primeira não são suficientes para as transmissões de TV digital do arquipélago.
Com conclusão prevista para o final deste ano, a Tokyo Sky Tree na verdade já ultrapassou a Torre de Tóquio, pois já está com mais de 400m (a altura final prevista é de 634m).
E vocês, leitores do JWave, o que acham? É tudo uma grande coincidência ou o artista misteriosamente já previa a construção no “novo símbolo de Tóquio”?
Bem vindo ao JWAVE… Presente no JWave desde o primeiro podcast, o filme de Yatterman ganha podcast próprio depois de ser citado também no podcast de Tatsunoko.
Juba, Call, Diogo (do MBB Anikenkai) e Sasuke falam desse filme do Takashi Miike que é adaptação de uma animação clássica da Tatsunoko.
Comparamos com outras adaptações de animações pra telonas como Speed Racer e Dragon Ball Evolution. Sabe o quem é a Doronjo? Descubra como uma vilã incentivou a gente fazer esse podcast. PARTICIPANTES Juba Calliban Diogo Sasuke
CORREIOS Carteira de motorista do personagem de Sem licença para dirigir (via ONerdMaster)
TEMA Tatsunoko Yatterman – a animação Yatterman – o live action de 2009 Conclusão IMAGEM [galeria]
VIDEO Trailer do filme de Yatterman http://www.youtube.com/watch?v=V4RNAu1wn6I&feature=related Abertura do desenho de 1977 http://www.youtube.com/watch?v=DK5Ap_BC1f8 Abertura do remake de 2008 http://www.youtube.com/watch?v=9esap6r-1Y8&feature=related
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O novo jogo da Atlus feito pela Persona Team está chegando no Ocidente e para esse lançamento, a produtora está tomando diversas precauções. O jogo está ganhando um processo de adaptação invejável, aonde até as animações foram refeitas para “bater” com a dublagem americana.
Capa alternativa
A Atlus promete que o público ocidental terá o mesmo conteúdo da versão japonesa, porém a empresa decidiu lançar duas capas diferentes para Xbox360 e também duas capas para Playstation 3. As capas alternativas não passam de um “zoom” mais comportado das personagens, e foram feitas para algumas lojas e também para jogadores “mais sensíveis”.
O filme que promete mostrar 199 heróis de todos os Super Sentai lutando juntos tem estreia prevista para 11 de junho nos cinemas do Japão. Alguns trailers já haviam sido divulgados, mas basicamente mostravam cenas da Legend War, do 1º capítulo de Gokaiger.
Agora foi lançado um trailer que mostra cenas mais interessantes, inclusive um take com fotos dos atores que farão participação especial, como já mencionamos no JWave.
Não sabemos quanto tempo esse trailer vai durar no YouTube antes que a Toei mande apagar, mas no site oficial ele também pode ser assistido (só que é um pouco mais pesado)
A família Lambert acaba de se mudar para uma casa nova e tudo parece ir bem até Dalton Lambert,o filho mais velho do casal sofrer um acidente e entrar numa espécie de coma.
Logo, coisas estranhas começam a acontecer; Sombras e sons se manifestam na casa dos Lambert. Seria a casa mal-assombrada ou teria algo mais por trás das aparições?
Dizem que a expectativa pode comprometer o total apreciamento de um filme. Acredito que seja isso que me fez achar “Sobrenatural” um filme mediano.E olha que eu gosto do assunto.
Tudo que ouvi/li sobre o filme prometia altas doses de sustos,daqueles de gelar a espinha. Não foi isso que encontrei. as como diria nosso velho amigo Jack o Etripador: Vamos por partes!
Leigh Whannel e James Wan, a dupla responsável por criar Jogos Mortais e que esteve envolvida nos três primeiros filmes da série(não por coincidência os melhores) repetem a parceria em Sobrenatural onde Wan também assume a cadeira de diretor e no início até que se saem bem.
Podemos dividir o filme em duas partes: Na primeira,quando os fenômenos ocorrem até dá pra ter uns calafrios e uns sustos com sombras bem utilizadas, mas tudo se perde depois que acontece a reviravolta na parte final do filme. Claro que não vou contar aqui mas pelo menos pra mim, a partir de então os sustos acabam e o filme se torna chato e continua assim até praticamente o final quando,aos 47 do segundo tempo recupera o fôlego e termina bem.
No elenco quem se destaca é a Rose Byrne(a Dra. Moira MacTaggert do vindouro : X-Men First Class) que interpreta Renai Lambert, a Mãe do pequeno Dalton e a que mais sofre com os espíritos. Em contra partida,Patrick Wilson(O Coruja de Watchmen) está meio que no piloto automático. Seu Josh não passa nenhuma seriedade mesmo quando os fantasmas começam a afetá-lo também.
Ainda sobre o elenco: Leigh Whannel,assim como em Jogos Mortais, deu um jeito de se colocar na história e interpreta um dos Investigadores Paranormais chamados para tentar ajudar a família. Uma de suas cenas inclusive é praticamente idêntica a uma de Jogos Mortais.Homenagem ou eu que estou vendo demais?
Como eu disse mais atrás, eu gosto desse mundo “paranormal” .Histórias de Fantasmas, Assombrações,Poltergeists me atraem e ao menos nesse quesito, o filme se sai bem.
O filme já tem um clima meio escuro e quando os fantasmas começam a se manifestar isso só melhora. Todos os efeitos de luz, câmera ajudam com o clima para que os sustos com vultos ocorram na hora certa. Meu preferido é o espírito do garoto sorridente que aparece correndo pela casa.
Todos que acompanham casos de casas mal-assombradas sabem que os sons são muito importante para a atmosfera. E eis o segundo ponto onde Sobrenatural ganha nota 10.Tanto os efeitos sonoros como a própria trilha te deixam imerso no filme e pronto pra pular da cadeira a qualquer instante. Falando em trilha, a música principal do filme é assustadora.Parabéns para o compositor Joseph Bishara que inclusive tem seu momento na tela já que interpreta o Demônio Vermelho(Aquele da segunda imagem do post).
No geral, o filme tem uma história comum para o gênero do filme.A “reviravolta” final faz o filme perder alguns pontos.Mas claro que o fato de eu estar acostumado com histórias de fantasmas pode ter me tornado imune aos “sustos” do filme. Vá assistir e depois me diga se funcionou para você.
Revivendo mais uma vez os clássicos filmes dos anos 80, nessa semana falaremos de um dos favoritos da sessão da tarde, Sem Licença para Dirigir. Você é jovem de mais para se lembrar? Não tem problema! Pense nesse podcast como um curso prático para tirar sua carteira de motorista!
Juba, Call, Mave e Stunts irão falar de uma turminha muito louca se metendo em mil e uma confusões enquanto tentam curtir a noite com uma gata pra lá de alcoolizada! Tudo isso com bastante humor e sacaneando a nostalgia.
Sem Licença para Dirigir é um filme de 1988 dirigido por Greg Beeman, protagonizado por Corey Haim e Corey Feldman, que passou a exaustão na sessão da tarde.
CORREIOS Retorno de Rurouni Kenshin em animação no Japão. Continue ajudando o JWave e indique o JWavecast para 10 amigos. O retorno do JWave Pocket? Se você tem interesse de participar, mande áudios e diga se você manja de edição para jwavecast@jwave.com.br Mestre Kame cantando abertura de Kamen Rider Black, por Sérgio Sampaio
TEMA Sessão da Tarde Sem Licença para Dirigir
VIDEO Sem Licença para Dirigir, Trailer Americano
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O post a seguir NÃO contém Spoilers ! Leia sem pânico.
10 anos após o último ataque de GhostFace, Sidney (a ainda linda Neve Campbell) volta à Woodsboro para promover seu recém lançado livro. A pequena cidade está mudada: Dewey (David Arquette) agora é xerife e Gale (Courterney Cox) é uma escritora decadente. Mas algumas coisas nunca mudam: Em meio ao aniversário do “Massacre de Woodsboro” e estréia do 7º Stab (a franquia de filmes que surgiu na trilogia original baseada no livro da Gale sobre as mortes do 1º Pânico) GhostFace volta a promover um banho de sangue. Mas o que o assassino pretende e o mais importante: quem é ele dessa vez?
Falar que Pânico reinventou os filmes slashers é usar frase feita, mas no caso não há como fugir dela. Quando o primeiro filme foi lançado, lá no longínquo 1996, o gênero estava agonizando há algum tempo. O que saía eram coisas esquecíveis, como Jason Vai Para o Inferno (1993), Halloween 6 (1995) e similares. Foi quando Wes Craven, criador de nada menos que A Hora do Pesadelo resolveu revitalizar o gênero e nos trouxe Pânico. O novo filme logo chamou a atenção por, diferente da esmagadora maioria de Slashers que veio antes, desenvolver os personagens a ponto de fazermos nos importar com eles e sentir suas (quase sempre inevitáveis) mortes.
Outro ponto diferencial e o que mais me atraiu à Pânico foi o próprio assassino. Diferente de Jason, Michael Myers e outros, Ghostface era um simples humano (ok, humano doido). Não tinha nada de sobrenatural. Não alcançava suas vítimas apenas caminhando, não tinha força sobre-humana. Ele corria, tropeçava, apanhava ou seja: dava duro pelo direito de esfolar suas vítimas. Vejo gente falando que o Ghostface é galhofa exatamente por essa característica mais realística dele. Mas queria ver se um cara mascarado vindo pra cima de você mesmo tropeçando e caindo ia achar engraçado. Acho que o primeiro Todo Mundo em Pânico colaborou pra essa aura de palhaço que se formou em torno do Ghostface.
Tudo bem que eu goste do Jason e sua habilidade de cortar uma pessoa ao meio com seu facão enferrujado mas o estilo frenético do Ghostface também é legal. Outra coisa que sempre gostei em Pânico é que o Assassino era desconhecido. Qualquer uma das vítimas poderia também ser o assassino. E essa aura de mistério sempre me atraiu. Em Pânico 4 eles souberam jogar as suspeitas sobre vários personagens. Tanto que eu não consegui descobrir quem era o GhostFace até a máscara ser tirada. E gostei do resultado.
Wes Craven decidiu inovar e brincar com os Clichês do Gênero. Quem nunca se incomodou com a falta de interesse pelas notícias que os personagens de Sexta-Feira 13 tinham? Eles nem se preocupavam com o fato do lugar onde eles iriam acampar haver sido palco de um massacre na noite anterior. Na série Pânico isso não acontece. Os próprios personagens eram fãs de filmes de terror e sempre faziam questão de listar as “regras” do gênero. O que rendia homenagens bacanas a outros filmes como quando os personagens se reúnem para assistir Halloween, e as famosas perguntas que Ghostface fazia por telefone aos futuros habitantes do necrotério.
Agora vamos falar do filme novo que é o que importa.Mantendo a tradição, Pânico 4 vem para mexer nos clichês que o Gênero adquiriu nesses 10 anos(arredondando) que separam Pânicos 3 e 4. Já li em alguns lugares dizendo que fizeram “homenagens”, mas para mim estão mais para críticas. Em certo momento, por exemplo, uma personagem diz que “Jogos Mortais perdeu a graça porque virou apenas uma desculpa para banho de sangue sem sentido” E quem pode discordar disso? A própria franquia é parodiada dentro do filme na já citada estréia de Stab 7, mas o enredo do filme se foca na modinha atual: os remakes. Não gosto de usar frases de textos de outros nos meus posts, mas vou abrir uma exceção: em sua critíca do filme, Maurício Saldanha, do Cabine Celular e do Rapaduracast, disse que Pânico 4 foi o meio que Wes Craven encontrou para dizer: “Ninguém vai fazer remake do meu Pânico! Se alguém for fazer que sejamos nós mesmo! E no nosso estilo” E concordo com ele. Se alguém for continuar com Pânico que seja quem entende do assunto.
Um amigo costuma dizer “Remake Pra quê?” E normalmente, mesmo que eu tenha gostado dos Remakes de Sexta-Feira 13 e a A Hora do Pesadelo, concordo com ele. Remakes, reboots, restart (que é o que Crepúsculo vai ter quando quiserem reiniciar a franquia) ou seja lá como queiram chamar, são inúteis. Acredito que quem quiser conhecer esses filmes, que vá atrás dos originais. Mas em Pânico souberam usar a idéia do remake de uma forma tão original que ficou muito bom. Sem ver o filme fica difícil entender, mas Pânico 4 trata de um remake dentro da cronologia normal do filme. Não! Nada que vá alterar nada que vimos nos três filmes anteriores pois como dito em uma certa parte por uma personagem uma das regras (quase nunca lembrada) de um remake é “Não mexa com o original!”
Pânico 4 soube manter o clima que existia no filme original. Aquela sensação de “Falsos sustos”; onde o personagem (e você por tabela) se assusta com uma planta estrategicamente colocada. Alguém surgindo de repente na porta está toda aqui. Claro que tem horas que o riso é inevitável, mas tudo isso faz parte da atmosfera do filme. Achei este Pânico um pouco mais sangrento que os anteriores. Mesmo que as mortes não sejam explícitas, não lembro de ter visto tripas expostas na trilogia anterior.
Gostei das atuações de todo mundo: o trio de atores veteranos se encaixou bem com os novatos. Hayden Panettiere, Emma Roberts e até o Rory Culkin (Irmão do Macaulay Culkin) que estava sem graça em Scott Pilgrim, aqui manda bem (mas ainda tem uma cara de quem não dorme há um mês). E o melhor é que trouxeram Roger Jackson para novamente fazer a voz marcante de Ghostface. Outro ponto que quero destacar é o roteiro do Kevin Williamson, que não deixa o filme se tornar maçante. O ritmo é muito bem distribuído e todas as tiradas a outros filmes confirmam que fez falta ele não ter continuado em Pânico 3 até o final.
Claro que mesmo estando no nível do 1º filme que considero o melhor, ainda assim existem uma ou outra falha como o Dewey ter sido um peso morto no filme inteiro praticamente não participando da ação. E não sei como ele chegou a xerife: sua mira continua ruim de doer. E teve umas coisinhas no final que me incomodaram. Não! Nada em relação ao desfecho em si. Só que eu acharia melhor se fosse feito diferente. Mas deve ser implicância minha. Mas o saldo do filme acaba bem positivo.
Enfim! Se você gosta de Pânico, em especial do 1º com certeza vai gostar de Pânico 4, uma ótima retomada da franquia. Wes Craven é gênio. E antes de terminar responda: qual seu filme de terror favorito?
Como alguns fãs já sabem, o Ranger Dourado de Power Rangers Samurai será interpretado pelo ator Steven Skyler.
O 11º episódio da temporada (Unexpected Arrival / Chegada Inesperada) deve ir ao ar no dia 1º de maio pelo Nickelodeon americano e, segundo o fan-site Samurai Cast, é nele que 6º integrante da equipe fará sua estreia. O Ranger Dourado se chamaria Antonio e seria amigo de infância de Jayden (Ranger Vermelho), assim como na versão japonesa.
Porém, diferentemente do Genta / ShinkenGold, Antonio não seria um sushiman, e sim um pescador, o que justifica sua espada ter bainha em formato de peixe e seus Zords serem animais marinhos.
Essa semana, nós iremos falar de Detonator Orgun, um clássico que passou no US Manga Corps do Brasil, na extinta Rede Manchete. Lembra quando passava alguns animês mais pesados de sexta-feira? É disso que vamos falar.
Juba, Calliban, Mave, e Diogo (MBB Anikenkai) irão falar de uma época que a Rede Manchete fazia qualquer coisa para esticar suas séries, inclusive criando um bloco de filmes e animações para vídeo que eram exibidos às sextas-feiras.
Detonator Orgun foi uma série lançada em 3 episódios no formato OVA (Original Vídeo Animation) e veio com a leva inicial de animações para a Rede Manchete. A série teve design do Kia Asamiya (Nadesico, Corrector Yui, Silent Mobieus, Zeorymer e Dark Angel).
CORREIOS Fomos citados no Paranerdia 29: Recomendações de Podcasts. Ajude o JWave e indique o JWavecast para 10 amigos. O retorno do JWave Pocket? Se você tem interesse de participar, mande áudios e se você manja de edição para jwavecast@jwave.com.br
TEMA US Mangá Corps Brasil Detonator Orgun
VÍDEO Comercial de Detonator Orgun na Rede Manchete http://www.youtube.com/watch?v=ZFT7uh2B7-g Abertura do US Manga na Rede Manchete http://www.youtube.com/watch?v=_P5MI_k7xKI&feature=related
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