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JWave #24 | Nostalgia Disney Musical

JWAVE24

Bem vindo ao JWAVE…

Depois de dois podcasts sobre Cybercops, voltamos com a temática musical homenageando os clássicos da Disney. Se você cresceu cantando músicas da Disney vai gostar do nosso Top 15 de melhores músicas desses clássicos.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban)) e Camis Barbieri (@camisbarbieri) do Seriadores Anônimos e Séries em Série se reúnem pra ter uma conversa descontraída sobre clássicos da Disney.

Se não concorda com a nossa lista, mande e-mails pro jwavecast@gmail.com sobre essa Nostalgia Musical.

PS: Quem espera Cybercops – parte 3, o tema voltará daqui algumas semanas na conclusão dessa série da Rede Manchete.

CORREIOS
Ilustração do Cybercops em SIC feita pelo Fabio Sakuda (@XILFX)

TEMA ABORDADO
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Top 15 da Disney
15- Pinóquio – A Estrela dos Sonhos
14- Aladdin – Amigo Insuperável
13 – Aladdin – Um mundo ideal
12 – Mogli – Somente o Necessário
11 – Branca de Neve e os sete anões – Heigh Ho
10 – A Bela e a Fera – Gastão
9 – A Bela e a Fera – Seja A Nossa Convidada –
8 – Cinderela – Bibidi bobidi boo
7 – O Rei leão – O que eu quero mais é ser rei
6- Encantada – Como ela sabe que a ama
5 – A pequena Sereia – Aqui no mar
4 – Hercules – Brilhou no Céu
3 – O Rei Leão – Se preparem
2 – O Rei Leão – Hakuna Matata
1 – Mary Poppins – Supercalifragilisticexpialidocious
0 – Pateta – o filme – Stand Out

VÍDEOS
Top 15 da Disney
15- Pinóquio – A Estrela dos Sonhos
14- Aladdin – Amigo Insuperável
13 – Aladdin – Um mundo ideal
12 – Mogli – Somente o Necessário
11 – Branca de Neve e os sete anões – Heigh Ho
10 – A Bela e a Fera – Gastão
9 – A Bela e a Fera – Seja A Nossa Convidada
8 – Cinderela – Bibidi bobidi boo
7 – O Rei leão – O que eu quero mais é ser rei
6- Encantada – Como ela sabe que a ama
5 – A pequena Sereia – Aqui no mar
4 – Hercules – Brilhou no Céu
3 – O Rei Leão – Se preparem
2 – O Rei Leão – Hakuna Matata
1 – Mary Poppins – Supercalifragilisticexpialidocious
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DURAÇÃO
100 minutos

Opinião | A Colônia brasileira no Japão

Por: Giuliano Peccilli

A colonização japonesa no Brasil completou 102 anos, mas pouco se fala do caminho inverso, da “colonização” brasileira no Japão, iniciada nos anos 80. A procura de melhores salários e uma demanda de mão-de-obra fez com que muitos descendentes acabassem fazendo o caminho inverso e indo trabalhar lá.

Talvez não se faça uma conexão, todavia a mão-de-obra japonesa vinda para o Brasil em 1908 veio pelos mesmos motivos, quando o Brasil era conhecido como um grande exportador de café. Muitos vieram para trabalhar de três a cinco anos, acreditando que voltaria para o Japão com grande fortuna, porém não foi isso que encontraram aqui. Mas você já conhece essa história. Ela já foi contada no centenário da Imigração japonesa e já foi transformado em série pela NHK e exibida pela Rede Bandeirantes com “Haru e Natsu – As cartas que não chegaram”.

O Japão sofria de superlotação em 1880 e não havia emprego para tanta gente, o que obrigou o país adotar uma política de “exportação” de população, mandando japoneses para Havaí (Estados Unidos), Brasil, Peru e México.

Quase 100 anos depois, o Brasil saia da Ditadura com uma economia abalada e inflação inconstante, o que prejudicou muita gente nos anos 80 e 90. O Japão, que se tornava uma potência em eletrônicos, precisava de mão de obra e reformou sua política abrindo as portas para descendentes de japoneses que haviam emigrado. Assim, muitas famílias que já haviam perdido vínculo com o Japão, não tinham mais os velhos costumes e nem sabiam falar o idioma japonês, foram trabalhar no país do sol nascente como mão-de-obra barata.

O nascimento de colônias brasileiras foi similar ao que aconteceu com as primeiras colônias japonesas no Brasil: mantendo sua cultura viva através de lojas, restaurantes, escolas, igrejas e outros serviços criados da população para a população. Tal postura foi bastante criticada pelo governo do Getúlio Vargas, o que fez os japoneses estudarem português e se relacionarem com a população brasileira, e repudio semelhante vem ocorrendo no Japão.

Em viagem ao Japão no final de 2008, fiquei na casa de um amigo e pude perceber e analisar melhor o choque cultural. Muitas vezes, brasileiros vão pro Japão para “turismo”, o que significa trabalhar dois meses e passear nos finais de semana, pagando a viagem e ainda trazendo um troco para o Brasil. Muitos brasileiros que estão residindo lá faz vários anos, não tiveram tempo ou falta de interesse de aprender os costumes e o idioma local, decorando palavras e gestos no trabalho, vivendo como analfabetos legais e culturais no país. Como diz o ditado “se está em Roma faça como os romanos”, ir para outro país e residir por lá sem aprender o básico do idioma torna-se uma enorme barreira cultural, e foi isso que eu encontrei por lá. Cidades como Hamamatsu e Toyohashi são lugares aonde muitos brasileiros se residem e, por isso, ambas as cidades tiveram que se adaptar com essa realidade, colocando alertas e proibições em português, já que o brasileiro não entendia regras e costumes da região. Outro fator foi que os brasileiros criaram um “Mini” Brasil, trazendo supermercados, padarias, bancos e escolas totalmente focados neles, fechando portas para os próprios japoneses. Soa cruel falar isso do povo brasileiro tão receptivo em qualquer lugar do mundo, porém esse mesmo povo não entendeu a população japonesa que também é receptiva, mas espera que também seja bem tratada, o que esperava uma unificação em vez da separação de costumes.

Conversando com brasileiros que residem lá, ouvi muitas vezes que os japoneses não os respeitavam porque tinham “olhos puxados” mas não falavam japonês. Também ouvi dos japoneses que os brasileiros não se esforçavam pra aprender os costumes e falar o idioma local. Esse choque cultural ainda impera mesmo que indiretamente, e chega ser curioso encontras ícones da cultura brasileira por lá.

A Crise que afetou o planeta em 2009 fez com que muitos brasileiros perdessem seus empregos do dia pra noite, obrigando-os voltar para o Brasil sem nenhuma expectativa de futuro. Quando voltei para o Brasil, vim num avião cheio de brasileiros que tiveram que abrir mão de viver no Japão e abraçar um otimismo sobre trabalho em sua terra natal. Meses depois os números apontavam que mais de 100 mil brasileiros regressaram para o Brasil após serem dispensados de seus trabalhos no Japão. O amigo que me hospedou no Japão foi um deles, e quando cheguei ao Brasil, me avisou que tinha acabado de ser demitido e que em três meses voltaria para cá. O sonho dele em ir pro Japão era de juntar dinheiro e fazer faculdade no Brasil. Mesmo que ele não tenha conseguido realizar isso por lá, hoje trabalha e cursa faculdade de Administração por aqui.

Hoje no Japão se especula que apenas 1% da população seja de estrangeiros; antes da crise, estavam desenvolvendo um projeto que aumentaria esse porcentual para 10%. O Japão queria trocar os descendentes e coreanos que não sabiam falar japonês por pessoas que soubessem o idioma e quisessem estudar no país ou trabalhar no país. Infelizmente a crise afetou os planos do país que mesmo hoje ainda tem resquícios da crise.

Os brasileiros que trabalhavam no Japão concorriam com vantagens de outros acordos bilaterais que o país mantinha, como os imigrantes da Coréia. Muitos coreanos são contratados no Japão como estagiário podendo residir lá por quatro anos, e essa concorrência de melhor mão-de-obra acabou-se se acentuando na pós-crise.

A economia brasileira que era mais independente dos Estados Unidos acabou-se não sendo muito abalada, porém o Japão viveu seus piores dias. O país era conhecido por ter emprego instável, onde pessoas trabalhavam sua vida toda numa única firma, mas tudo mudou em 2009. Surgiram inúmeros mendigos nas imediações de estações de trem e metrô. Diferente daqui, eles usavam as estações de trem apenas para dormir por causa do aquecimento interno, mas trabalham no dia seguinte em busca de produtos recicláveis em troca de dinheiro, mesmo diante dessa crise nunca pediam dinheiro nas ruas.

Muitas emissoras japonesas entrevistaram brasileiros que estavam vivendo na miséria no Japão, o que obrigou o governo japonês a tomar medidas, como oferecer passagem de volta ao Brasil, além de pagar o equivalente a 2 mil dólares por dependente da família, para que os mesmos não voltassem ao país a trabalho pelos próximos anos. Tal atitude do governo japonês não foi bem recebida pela colônia brasileira, gerando um mal-estar.

É uma história que está sendo escrita todos os dias sendo acompanhado pelos principais meios de noticia dos dois países. Seja brasileiro ou japonês, o que importa é respeitar o próximo e é por isso que o Brasil e o Japão continuam indo pra frente.

Texto publicado originalmente no jornal Semanário da Zona Norte

Fala Série Chris #39 – Querem nojeira?

Essa semana fomos convidados no podcast Fala Série Chris pra falar da série The Walking Dead que acabou esse final de semana nos EUA.

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Olá, amiguinhos!
Sejam bem-vindos a mais um FALA SÉRIE CHRIS, podcast com o universo das séries televisivas mais bacanas, fofinhas ou bizarras, apresentado por Chris Marques!
Nesta semana temos convidados! Camis Barbieri e Giuliano Peccilli chegam falando de THE WALKING DEAD, uma série sobre pessoas…e zumbis nojentos.
DURAÇÃO: 69 minutos.

Kaizoku Sentai Gokaiger

Confirmando (ao menos parcialmente) os rumores que circularam freneticamente na “tokunet”, já é oficial que o Super Sentai do ano que se chamará “Kaizoku Sentai Gokaiger” (Esquadrão Pirata Gokaiger) e terá como tema, obviamente, piratas.

Já saiu até a primeira imagem do grupo vestindo seus trajes (eu, particularmente, achei o visual fantástico):

Por se tratar de uma série comemorativa aos 35 anos da franquia Super Sentai, os heróis de seriados passados serão relembrados, a exemplo do que aconteceu com Boukenger, mas em escala maior. É esperada a aparição de aproximadamente 200 heróis de séries anteriores, o que pode incluir nossos conhecidos Changeman, Flashman e Maskman.

Os próprios Goukaiger teriam a habilidade de se transformar nos integrantes dos Sentai passados, mais ou menos como o Kamen Rider Decade fez com os outros Riders. Sendo a GoukaiYellow mulher e o GoukaiBlue homem, especula-se que os uniformes dos “yellow” anteriores que eram homens (como o GaoYellow, de Gaoranger) ganharão uma saia, e o inverso ocorrerá com as “blues” que foram mulheres (como a MagiBlue, de Magiranger).

Ainda guardando semelhanças com Decade (que era chamado de “demônio” e “destruidor de tudo” em sua série), há um rumor nem um pouco confirmado de que os Goukaiger começariam sendo vilões, (ou no mínimo uns fanfarrões, como todo bom pirata), tendo um lema até meio pesado para um Sentai: “Ubae, Korose, Okase”, que seria algo como “Roubar, Matar, Profanar”. Sobre isso ainda teremos que esperar.

Há também a torcida de que o personagem AkaRed volte a aparecer, já que ele se dizia a própria encarnação de “todos os guerreiros vermelhos” e terminou sua participação no especial de Boukenger indo hibernar no espaço e dizendo que retornaria quando fosse o momento certo. Entretanto, nenhuma menção a ele foi feita ainda.

Por fim, os fãs do gênero esperam que a série seja muito superior à atual Goseiger, que anda gerando bastante críticas por seu enredo dito fraco e seus personagens ditos sem carisma.

Agora é aguardar 2011!

Opinião | Segurança no Brasil e no Japão

Por: Giuliano Peccilli

Falar de segurança significa avaliar a confiabilidade e tranqüilidade que um lugar ou situação lhe proporciona e, nesse caso, um dos pilares reconhecidos mundialmente e que sustentam o Japão é a segurança. Amigos e conhecidos associam essa segurança em poder dormir com a porta aberta, ou poder andar com grandes quantidades de dinheiro sem ter o risco de ser assaltado, entretanto, o país tem uma estrutura muito maior que “apenas” a sensação de Segurança.

Na realidade, o Japão é um país que tem problemas como qualquer outro, porém ele é muito mais voltado a causas naturais, como terremotos, do que a crimes propriamente ditos. Numa pesquisa realizada em 2006, cerca de 70% dos japoneses consideravam o país perigoso, porém seus motivos por essa insegurança eram associados a nevascas, terremotos e erupções vulcânicas, entre outras causas naturais.

Outros crimes, como ladrões de peças íntimas femininas, acabaram tornando uma caricatura da sociedade japonesa. Esse tipo de crime, que acontece até hoje, e que condicionou as japonesas a terem um varal dentro de suas casas para evitar esse tipo de assalto ocorra e que suas peças acabem sendo revendidos em Sex Shops como um fetiche para homens. No Brasil essa notícia causa estranhamento devido a esse crime não ser comum.

O que realmente assusta no Japão são os suicídios, sendo que a média por lá é que a cada 20 minutos acontecer um novo suicídio. Os números de suicídios aumentaram de 2009 pra cá, com a Crise mundial, tendo uma média de 30 mil suicídios anuais no país.

O suicídio muitas vezes é levado pelo fracasso em um vestibular, ou com a perda de um emprego. Para se ter uma idéia da situação, a Organização Mundial da Saúde concluiu que o Japão tem uma média de a cada 100 mil pessoas, 24 se suicidarem, enquanto o Brasil tem “apenas” 5 pessoas para as mesmas 100 mil.

Isso levou o país a desenvolver portas anti-suicídio nos trens e também uma segurança maior em pontos turísticos, como no Monte Fuji, onde acontece um grande número de suicídios. Devido a essa situação, foi preciso desenvolver investigações sobre o auxilio a esses suicidas. Descobriram uma rede de informações na internet, que pessoas aprendiam formas de suicídio, como por exemplo, o desenvolvimento de um gás letal com materiais que podem ser encontrados em qualquer supermercado.

Os postos comunitários japoneses serviram de inspiração para o modelo brasileiro, sendo que estes foram baseado em quatro pontos: Preservação de crimes na comunidade, prestação de serviço com rondas policiais, participação do público no planejamento e supervisão das operações da polícia e a mudança de responsabilidade do comando para as fileiras mais baixas da corporação. Mesmo que os problemas de um país para o outro sejam diferentes, o modelo de posto comunitário brasileiro também funciona baseado nesses quatro pontos.

Numa viagem em que fui ao Japão, acabei perdendo o passaporte, entre as cidades de Beppu e Hiroshima. Dando meu depoimento sobre o ocorrido, os policiais não só mantiveram a minha tranqüilidade, como também queriam saber coisas do Brasil, sempre associando a cidade de São Paulo, com o time de futebol que já jogou por lá. Em 24 horas, numa distância de mais de 400 quilômetros, o passaporte foi encontrado e a polícia nos informou sobre onde retirar-lo, mostrando que não só tem uma polícia interligada, como também que a maioria das coisas que se perde lá, se acha.

Alem disso, muitas pessoas perguntaram sobre a perda do passaporte, desde funcionários de metrô a funcionários de lojas próximas, com um cuidado especial que faz você não só se sentir “Bem recebido” e respeitado pelo o país.

No Brasil, o episódio poderia ter acabado de uma forma totalmente diferente, pois muitas vezes objetos perdidos ficam no local e não são entregues a polícia. Outro fator é que seu passaporte poderia ter caído nas mãos erradas, o que acarretaria em problemas no futuro.

A segurança de um país não está na polícia, mas na sociedade que se preocupa com o lugar em que vive. O Brasil e o Japão são países distintos, todavia, não é só da polícia que devemos esperar a segurança, mas de nós mesmo através de uma reeducação social. A segurança só existe por parte da polícia para manter a ordem que já existe e foi criada pelos seus habitantes.

Texto publicado originalmente no jornal Semanário da Zona Norte

JWave #23 | Cybercops – Parte 2

JWAVE23

Bem vindo ao JWAVE…

Essa é a segunda parte do especial Cybercops – Os policiais do futuro que é o nosso primeiro tokusatsu aqui no JWave. A série que deixa saudade merece e por isso, essa é a segunda parte de três podcasts. Isso mesmo, somos fãs de Cybercops e esse é o segundo podcast da série e ainda tem o final.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) se reúnem pra relembrar esse clássico que dessa vez se foca no passado do Jupiter e na chegada do Lucifer, o nosso personagem favorito. Toda a trupe do JWave reunida em nosso primeiro tokusatsu e mostrar quais as coisas que mais gostávamos em Cybercops. Dessa vez, falaremos também de videogames, mangás e a carreira dos atores, após Cybercops.

PS: Esse podcast não acaba aqui, ainda tem a parte três de Cybercops. Ainda não sabemos quando sairá a parte 3 com a conclusão da série, mas avisaremos no twitter ou no blog, quando este será lançado.

TEMAS ABORDADOS

Cybercops – O passado do Júpiter e a chegada do Lúcifer
Cybercops – A primeira derrota da Destrap
Mangás e quadrinhos de Cybercops
Continuação?
Carreira dos atores após Cybercops

VÍDEOS
Abertura do Cybercops
Cyberforça – Golpe do Júpiter
Transformação dos Cybercops
Comercial japonês de Cybercops
Comercial na Rede Manchete

FOTOS
Eles hoje em dia
cybercopsatual

Tomoko
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Takeda
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Crítica | Os Outros Caras

A dupla de detetives Terry (Mark Wahlberg) e Allen (Will Ferrel) trabalham no setor de contabilidade forense da polícia. Enquanto Allen está feliz com o trabalho e detesta a ação das ruas,Terry ,que trabalhava na rua até ter um pequeno acidente de trabalho e ser rebaixado,adoraria voltar à ação. Ambos vivem à sombra dos dois melhores policiais da cidade,Danson (Dwayne “The Rock” Johnson) e Manzetti (Samuel L. “MotherFucker”” Jackson).

Mas quando a dupla se retira do serviço (sem dar Spoiler) Allen e Terry tem a chance de finalmente brilharem quando conseguem uma pista que os levam a um grande caso.

Como deu pra notar acima o roteiro de Os Outros Caras não tem nada de novidade…Mas quem se importa? O filme está repleto de cenas de ação ,mas o que mais me agradou mesmo foram os momentos cômicos. Devo admitir que nunca vi a mínima graça no Will Ferrell mas aqui ele se superou..está engraçadíssimo. Aliás não só ele mas praticamente todo o elenco tem seu momento para nos fazer rir.Acho que o último filme dos mais recentes que me fez mais rir foi o ótimo “Se beber não case” e “Os outros Caras” consegue chegar perto.Talvez o fato de eu ter gostado se deva que o filme não precisa de escatologia ou palavrões sem sentidos pra fazer rir, como o que parece ser o tipo de humor que faz sucesso atualmente. e como eu comentei no post do “A ressaca” não gosto disso.

Claro que tem muitas cenas exageradas e outras até mesmo sem noção(no mau sentido) como a cena final dos personagens do Samuel L. Jackson e The Rock que é uma das coisas mais idiotas que vi nos últimos tempos e aliás é com relação a esses personagens minha maior crítica ao filme: Os trailers e imagens dão a entender que os dois atores serão parte constante da trama o que não é verdade. Ambos ficam em cena apenas pelos 15 minutos iniciais.Ok, pra mim não tem muito problema já que eles não fazem parte dos atores que me fazem ir ao cinema não importando o filme só para vê-los.Mas se alguém vai esperando ver os dois atores em ação, pode se decepcionar um pouco. Mas daremos um desconto pra isso em favor da diversão.

E se tudo isso ainda não for suficientepara irem assistir ao filme,ainda temos a maravilhosa Eva Mendes no papel da mulher fogosa do Allen.

Quem gosta de filmes de comédia de ação com certeza vai gostar dos Outros Caras que é um daqueles filmes para se assistir e dar bastante risada.

Então seja como um Pavão e voe para o cinema..

One Piece 3D ganha Trailer

Como já havia sido noticiado a algum tempo pelos sites especializados One Piece vai se render à modinha dos filmes em 3D.

Está previsto para Março do ano que vem o lançamento do 11º filme do anime intitulado apenas de One Piece Mugiwara Chase(Perseguição ao Chapéu de palha) pela sinopse, Ruffy perde seu precioso chapéu e toda a tripulação precisa recuperá-lo.

Antes de mais comentários vejam o trailer:

Ok agora que já viram não ficou parecendo um jogo de video-game? pois o visual está bem parecido àqueles jogos em Cel Shading.E pode-se notar perfeitamente as partes onde o 3D será utilizado já que pelo jeito essa técnica só serve mesmo pra ficar jogando coisas na direção da tela.

One Piece é dos animes atuais o meu preferido disparado mas não sei muito o que esperar desse filme. Mesmo eu ainda preferindo o estilo tradicional vou ver com certeza.

Ah, caso estejam se perguntado que ráios é aquele outro anime do trailer, trata-se de Toriko um novo sucesso da Shounen Jump(revista onde foram publicadas várias das séries que fazem sucesso por aqui) . O que acontece é que o filme em 3D vai ser na verdade 2 em 1,metade para cada anime. Mesmo que esse Toriko pareça ser legalzinho, estou interessado mesmo é no One Piece.

O filme tem estréia prevista para Março de 2011 lá no Japão.

Crítica | RED Recreação Extremamente Divertida

Tudo que o Ex agente da CIA Frank Moses(Bruce Willis) queria era curtir sua aposentadoria(Sim, existe lugares onde é possível viver com a grana da aposentadoria), passar cantadas telefônicas na Sara(Mary-Lousie Parker) uma atendente do setor da previdência social fazer participações especiais em filmes de brucutus como mercenários e manter sua careca sempre lustrada. Ou seja, as coisas simples da vida.Mas quando tem sua casa atacada por um bando desconhecido,Frank percebe que alguém do seu antigo trabalho está querendo praticar a famosa queima de arquivo. Agora ele precisa deixar seu lado John McClane vir à tona, reunir uma turma da pesada e causar muita confusão..ops, o filme ainda não passou na sessão da Tarde…Voltando, Frank vai juntando informações para descobrir quem o quer morto e,no processo, reencontra velhos companheiros de “trabalho” que o ajudarão a mostrar porque o título do filme é RED(Sigla para Retired Extremely Dangerous ou “Aposentados Extremamente Perigosos”)

FIDELIDADE ZERO! DIVERSÃO 10

RED é uma adaptação da HQ homônima escrita por Warren Ellis e desenhada por Cully Hammer elançada no Brasil pela Panini. Mas a única coisa que o filme tem em comum com a obra original é o título e a trama principal. o resto é tudo diferente,até mesmo o nome do personagem principal foi trocado já que nos quadrinhos ele se chama Paul Moses.Mas o que em outras adaptações faria os fãs xiitas arrancarem os cabelos e criar listas de choradei..digo, discussão pela net afora, em RED eles não tem do que reclamar em minha opinião.Nos quadrinhos Paul é considerado o melhor agente que a CIA já teve. responsável por inúmeros “Trabalhos” de execuções mundo afora e quando tem a aposentadoria “revogada” vamos dizer assim pelo novo comandante da Agência inicia um ataque à agência deixando um rastro vermelho de sangue e uma pilha de corpos que faria inveja aos maiores filmes de “Homem de um exército só” por onde passa. e é isso.As três edições são praticamente o Paul sozinho trucidando das maneiras mais variadas possíveis qualquer um que cruze seu caminho para no final ter uma conclusão besta. Pra mim o filme melhorou em 100% a história e por falar em filme, vamos voltar a ele.Mas antes uma das imagens mais leves da HQ.

APOSENTADOS E PERIGOSOS

Como já foi dito, nos quadrinhos Frank (Ou Paul) é praticamente o único personagem da história.Um acerto do filme foi criar vários outros personagens para darem suporte a ele (E ajudar a chutar bundas também lógico). Então entra no “Time da 3ª idade” Joe Matheson (Morgan Freeman) Victoria (Helen Mirren) uma maníaca por armas. aliás interessante ver a atriz, que é mais acostumada a papéis calmos e sérios, disparar balas pra todo lado. Ivan Simanov (Brian Cox) e o melhor personagem do filme Marvin Boggs ,loucamente (no sentido literal) interpretado por John Malkovich (Já falo mais sobre ele).

No outro lado temos o Agente Cooper (Karl Urban) que é o responsável por tentar parar o ataque dos velhinhos.Mas o que o coitado pode fazer? ele só tem a CIA do lado dele.

Além dos pessoal principal, uma coisa que vale citar são os personagens mais secundários. Alguns deles interpretados por atores bem conhecidos como o canastrão Julian McMahon como o Vice Presidente, Richard Dreyfuss (Do meu querido Tubarão) e o veterano Ernest Borgnine em duas aparições relâmpagos.

O QUE QUE HÁ VELHINHO?

Tudo bem que às vezes é bom um filme que faça você refletir. que deixe uma lição a tals..mas também não dá pra negar que outras tudo que queremos é desligar nosso cérebro e curtir um bom filme de ação. E isso RED é. Além da ação, o filme é recheado de momentos de humor e muitos desses momentos são protagonizados pelo John Malkovich. Como já disse antes seu personagem Marvim é completamente doido.Paranóico ao extremo, sempre que aparece rouba a cena.E só por ele já valeria o ingresso.

Mas nem tudo é uma maravilha. Mesmo que o roteiro do filme tenha conseguido melhorar em muito à da HQ, ainda assim é uma história clichê. E o final é meio confuso. Não sei foi só comigo mas no final fiquei meio em dúvida sobre o “vilão” da história..e outra coisa que me incomodou um pouco é como pode um bando de Ex Agentes com tantos anos de experiência não saberem a importância de um colete à prova de balas??Mas mesmo assim o filme é bom e com certeza se você gosta do estilo, vai gostar.E a lição que aprendemos é “Jamais mexa com um aposentado”


JWave #22 | Cybercops – Parte 1

JWAVE22

Bem vindo ao JWAVE…

No nosso primeiro episodio, após as comemorações, vamos falar de “Cybercops – Os policiais do futuro”. Nosso primeiro tokusatsu aqui no JWave, a série deixa saudades e fizemos um especial em duas partes sobre essa série.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) se reúnem pra relembrar esse clássico da Rede Manchete. Toda a trupe do JWave reunida para analisar os primeiros episódios de Cybercops. Se você cresceu assistindo Cybercops na série de reprises da Rede Manchete, pode colocar pra ouvir e relembrar com a gente.

PS: Como de costume, semana que vem sairá a segunda parte do podcast. Os correios dos podcasts #19, #20 e #21 foram lidos nessa edição.

CORREIOS

Texto do Renan Passos sobre Akira

Vídeo do King of Fighters com citação a Akira enviado pelo Tohno Shiki

TEMAS ABORDADOS

Sato Co.

Rede Manchete e os Tokusatsus

Cybercops

VÍDEOS
Abertura do Cybercops
Cyberforça – Golpe do Júpiter
Transformação dos Cybercops
Comercial japonês de Cybercops
Comercial na Rede Manchete

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As aventuras de Tintim

Essa é uma série que sempre quis postar aqui. e agora, aproveitando que imagens do vindouro filme pipocando pela net,resolvi aproveitar. Então com vocês : As aventuras de Tintim.
Tintim é um personagem criado em 1929 pelo cartunista Belga Hergé.

Ao longo de 23 álbuns e meio (Hergé morreu deixando o 24º incompleto) acompanhamos

as aventuras do repórter investigativo/aventureiro (e tudo mais que possa imaginar) Tintim que percorre o mundo resolvendo mistérios e enfrentando organizações criminosas Sempre acompanhado pelo seu cachorro Milú.

Ao longo das histórias, Tintim vai fazendo amigos que o ajudam em suas peripércias sendo o mais importante (e o meu preferido) o Capitão Haddock que era capitão de um Navio que era usado como ponto de contrabando pelo resto da tripulação.Após Tintim desmascarar os bandidos o Capitão acaba ficando amigo do rapaz e ambos se tornam uma dupla inseparável. A maior característica do Capitão Haddock é seu temperamento explosivo que o faz gritar pra quem quiser ouvir seu bordão clássico “Com mil Milhões de raios e trovões!”

Dupond e Dupont são dois irmãos detetives bem trapalhões que também ajudam Tintim vez por outra. Também merece citação o Prof Girassol,um cientista meio biruta que está sempre inventando alguma coisa que chama a atenção de bandidos dos quais o Tintim tem de livrá-lo.

Por falar nos bandidos,dentre a extensa galeria de vilões, destaca-se o Multimilionário Rastapopoulos.Completamente sem escrúpulos,o Grego não poupa grana para conseguir riquezas maiores nem que precise matar pra isso. Seu aliado mais recorrente é o mercenário Allan Thompsom. Tompsom é inclusive o chefe da quadrilha que usava o navio do Capitão Haddock como ponto de contrabando.

Alguns álbuns de Tintim,como por exemplo “Tintim no Congo” causaram uma certa polêmica pelo modo de retratar os habitantes dos locais visitados pelo repórter.Pra mim isso é uma grande besteira. Esses frescos do politicamente corretos esquecem que as histórias foram escritas em outros tempos bem diferentes disso que vivemos.Mas como sempre polêmicas só servem pra aguçar ainda mais a curiosidade do público. Com o sucesso era inevitável que adaptações para outras mídias surgissem.

Em 1961 tivemos inclusive um filme com atores do “Tintim e o mistério do Tosão de Ouro” e “Tintim e as laranjas Azuis” ambos com Jean-Pierre Talbot no papel título.

Em 1958 a primeira série animada para TV com o personagem foi lançada: “As aventuras de Tintim por Hergé” teve 104 episódio de 5 minutos cada um. Pelo que andei pesquisando as histórias não eram lá muito fiéis às originais Somente 33 anos depois o personagem ganharia outra série animada e assim chegamos às…

AVENTURAS DE TINTIM

Em 1991 as empresas Ellipese Programé e Nelvana, produziram a série mais famosa (pelo menos aqui no Brasil) do personagem Intitulada simplesmente de “As aventuras de Tintin” a série trazia todo o clima de aventura que caracterizava o personagem.Chegou no Brasil pela TV Cultura(na época em que ela ainda exibia coisa que prestava). além da trilha sonora que era ótima, a série chamava a atenção pelo excelente trabalho de dublagem em especial do ótimo Isaac Bardavid que trasmitia todo o temperamento digamos” peculiar” do Capitão Haddock. Oberdan Júnior também fez um bom trabalho com seu Tintin.

A série teve 39 episódios e teve várias das histórias dos álbuns adaptadas dessa vez com mais fidelidade,sendo a minha preferida a “Rumo à Lua. A série fez um relativo sucesso por aqui. Inclusive o box com 9 DVDs contendo a série completa foi lançado no Brasil um tempo atrás e esgotou,se tornando item de colecionador.

Até hoje As aventuras de Tintin continua passando no canal por assinatura HBO Family é realmente uma série imperdível.


AVENTURAS FUTURAS

Em breve Tintim voltará às telas..dessa vez aos Cinemas. Está prevista uma trilogia de filmes com o Personagem. Realizada em computação gráfica com a técnica de captura de movimentos tem na direção a “Fraca” dobradinha de Stevem Spilberg e Peter Jackson. o Primeiro filme estreará já no ano que vem. Quando sair o primeiro trailer podem deixar que darei destaque no Clarim.Enquanto isso quem quiser saber mais do personagem,indico o ótimo site Tintim por Tintim . Lá tem tudo que você precisa saber sobre o personagem. recomendado.

Pra terminar, como sempre fiquem com o vídeo de abertura da série As Aventuras de Tintim com destaque pra bela música.

Publicado originalmente pelo Macgaren no Clarim Diário

O túmulo do criador de Doraemon

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Doraemon é o ícone do Japão, sendo reconhecido no mundo inteiro. No Brasil, o personagem não teve muita sorte nos anos 90, quando a Rede Manchete o exibiu por aqui, chamando de Super Gato.

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Criado por Fujiko Fujio, esse é o pseudônimo da dupla Hiroshi Fujimoto e Motoo Abiko que entre suas criações tem outra animação que passou no Brasil, o Super Dínamo. Em 1987, a dupla se separou, dividindo seus pseudônimos, assim Hiroshi Fujimoto começou assinar como Fujiko F. Fujio e o Motoo Abiko, como Fujiko A. Fujio.
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Hiroshi Fujimoto veio a falecer no dia 23 de setembro de 1996 por insuficiência hepática, sendo que se acredita que Doraemon nunca teve um final oficial, por causa disso. O autor foi enterrado em Midorigaoka, sendo a estação Tsudayama a mais próxima, mesmo assim por o cemitério ser grande, leva normalmente uma hora de caminhada até o túmulo que fica localizado na área 103 do mapa.

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O túmulo do autor foi construído com o seu personagem mais famoso, o Doraemon sendo representado por um Doraemon deitado. Obrigado por criar Doraemon, Fujiko F. Fujio.

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Fonte: Thumbnail of life