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Super Alloy Crush chega em abril com ação roguelike inspirada em Mega Man

O beat’em up roguelike Super Alloy Crush, novo projeto da desenvolvedora independente Alloy Mushroom, será lançado em Acesso Antecipado no dia 8 de abril, com preço inicial de R$ 38,99 e desconto de 10% nas primeiras semanas.

Inspirado em clássicos como Mega Man, o jogo mistura combate em rolagem lateral, elementos de plataforma e progressão roguelike, criando uma experiência focada em ação rápida e construção de builds.

Na história, os jogadores embarcam na nave Ranger ao lado dos Caçadores Cósmicos Muu e Kelly em busca do planeta AE-38, considerado o maior tesouro do universo. No caminho, enfrentam inimigos e rivais em batalhas intensas espalhadas por diferentes cenários.

O Acesso Antecipado chega com uma base robusta de conteúdo, incluindo 3 capítulos da campanha, 7 chefes principais e mais de 100 habilidades de combate, além de suporte a modo cooperativo local e diferentes modos de jogo.

Entre os destaques estão os protagonistas jogáveis. Muu é uma robô focada em combate corpo a corpo, com ataques ágeis e combos aéreos, enquanto Kelly aposta em armas de fogo e técnicas marciais, oferecendo um estilo mais estratégico.

O jogo também traz três modos principais: o Modo História, que explora a narrativa e os personagens; o Batalha Intensa, com progressão reiniciada a cada partida; e o Desafio Supremo, voltado para jogadores que buscam confrontos mais difíceis.

Outro ponto central é o sistema de personalização, que permite combinar dezenas de habilidades e modificadores para criar estilos únicos de combate. Elementos do cenário e fraquezas dos inimigos também influenciam diretamente as batalhas, incentivando abordagens diferentes a cada tentativa.

A Alloy Mushroom já confirmou que o jogo receberá atualizações contínuas durante o período de Acesso Antecipado, incluindo novos personagens, inimigos e expansões da campanha, com pelo menos quatro grandes updates planejados.

Super Alloy Crush estará disponível no PC via Steam a partir de 8 de abril.

Animula Nook abre teste alfa fechado e revela seu microverso aconchegante no PC

O simulador de vida Animula Nook, desenvolvido pela LilliLandia Games, estúdio independente da Tencent Games, iniciou seu primeiro teste alfa fechado nesta quinta-feira, 19 de março, exclusivamente para PC via Steam.

A proposta do jogo parte de uma ideia simples e curiosa: transformar o ambiente ao redor do jogador em um vasto universo em miniatura. O parapeito da janela, a mesa e até cantos esquecidos do quarto ganham nova escala e se tornam cenários exploráveis dentro da chamada Minietopia.

No controle de um Wishweaver, o jogador coleta recursos espalhados pelo mapa, evolui habilidades e constrói sua própria narrativa. O sistema de progressão está ligado à coleta de Emogys, itens que liberam novas funcionalidades e expandem as possibilidades de interação com o mundo.

Um dos principais destaques é a personalização. O jogo oferece mais de 500 itens entre roupas, móveis e elementos decorativos, permitindo criar cabanas únicas e modificar não apenas o personagem, mas também o ambiente e até aspectos de NPCs.

A exploração também ganha variedade com regiões como Wuruville, uma cidade habitada pelos Minies, e a Floresta Wupa, onde é possível encontrar minijogos, recursos raros e novas atividades. O deslocamento acontece de diferentes formas, incluindo caminhada, skate e voo com o Wupa, uma criatura companheira semelhante a um gato.

Além da construção individual, o jogo incentiva a interação social com até 50 personagens distintos, cada um com histórias próprias e habilidades que podem ser aprendidas, como cozinhar, plantar ou dançar.

O acesso ao alfa é limitado, mas ainda pode ser obtido por meio de eventos da comunidade, divulgados nas redes sociais e no Discord oficial do jogo. Também há ações promocionais, como o Cartão de Chegada, que oferece recompensas e itens exclusivos.

Animula Nook já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam, Epic Games Store e PlayStation, com lançamento previsto também para Mac, Switch 2 e PlayStation 5.

Crimson Desert estreia com pacote avançado de tecnologias AMD FSR e aposta em performance de ponta

O aguardado Crimson Desert já está disponível e chega ao mercado com um forte foco em tecnologia gráfica. Desenvolvido pela Pearl Abyss, o título estreia com suporte completo às soluções AMD FSR, ampliando as possibilidades de desempenho e fidelidade visual.

Um mundo aberto construído para impressionar

Rodando no motor proprietário BlackSpace, o jogo aposta em uma construção visual robusta, com uso de ray tracing para sombras, iluminação global e reflexos. O resultado é um mundo de fantasia denso, com ambientação cinematográfica e alto nível de detalhe.

A proposta é clara: entregar uma experiência de nova geração sem depender exclusivamente de hardware topo de linha.

O papel do AMD FSR na experiência

A integração com o pacote AMD FSR permite ao jogador ajustar o equilíbrio entre qualidade gráfica e performance. Entre os principais recursos disponíveis estão:

• FSR 4.1 Upscaling, que melhora a nitidez da imagem mesmo em configurações voltadas para desempenho
• Ray Regeneration, que utiliza redes neurais para limpar ruídos em efeitos com ray tracing
• Frame Generation, responsável por criar quadros adicionais e aumentar a fluidez

Essas tecnologias são ativadas via AMD Software: Adrenalin Edition, especificamente na versão 26.3.1.

Mais acessível sem abrir mão do visual

A estratégia da AMD e da Pearl Abyss segue uma tendência crescente da indústria: permitir que jogos visualmente exigentes rodem de forma estável em diferentes configurações.

Na prática, isso significa que Crimson Desert pode atingir taxas de quadros mais altas e maior estabilidade, mesmo em setups intermediários, sem comprometer drasticamente a qualidade da imagem.

Um passo além no open world

Combinando combate intenso, narrativa cinematográfica e um mundo expansivo, Crimson Desert se posiciona como uma das apostas mais ambiciosas do gênero em 2026.

Sea of Stars chega ao mobile e leva RPG premiado para uma nova geração de jogadores

O premiado Sea of Stars finalmente dá o salto para os dispositivos móveis. A Sabotage Studio confirmou que o RPG chega ao iOS e Android no dia 7 de abril, ampliando o alcance de um dos títulos mais celebrados dos últimos anos.

Vencedor de Melhor RPG e Melhor Jogo Indie no The Game Awards 2023, o jogo passa a apostar em uma experiência otimizada para telas menores, sem abrir mão da identidade que o tornou referência no gênero.

Uma adaptação pensada para o mobile

A nova versão foi ajustada para o formato portátil, com interface redesenhada, suporte a controles externos e integração com sistemas de conquistas. Um dos principais destaques é o cross-save, permitindo compartilhar o progresso entre dispositivos iOS e Android.

O lançamento também chega com pré-venda ativa e desconto promocional inicial, estratégia comum para ampliar a base logo nos primeiros dias.

Combate clássico, sem amarras modernas

Sea of Stars mantém sua base em combates por turnos, mas com ajustes que evitam o desgaste típico do gênero. Não há encontros aleatórios nem transições para telas separadas de batalha, o que mantém o fluxo da exploração contínuo.

O sistema inclui ataques com timing, combos e mecânicas estratégicas como “travas”, criando um ritmo mais dinâmico do que o padrão clássico.

Um RPG que mistura nostalgia e fluidez

Inspirado diretamente por títulos como Chrono Trigger, o jogo traz trilha sonora com participação de Yasunori Mitsuda, reforçando o vínculo com a era de ouro dos RPGs.

Ao mesmo tempo, moderniza a exploração com movimentação livre, incluindo natação, escalada e navegação fluida pelo mapa, rompendo com o tradicional sistema em grade.

Um mundo vivo, agora no bolso

A jornada acompanha Valere e Zale, dois Guerreiros do Solstício que combinam poderes do Sol e da Lua para enfrentar ameaças como o Fleshmancer. Além da narrativa principal, o jogo aposta em atividades paralelas como pesca, culinária e minigames, reforçando a sensação de mundo vivo.

Com preço sugerido de R$49,90, a versão mobile posiciona Sea of Stars como uma das apostas mais robustas do gênero no ambiente portátil em 2026.

Picapau Amarelo aposta em clima de Oz e ganha reforço de Helen Ganzarolli como vilã icônica

Helen Ganzarolli como Bruxa Má do Oeste (Bruno Correa/SBT)

O universo de O Picapau Amarelo ganha um reforço especial neste fim de semana com a participação de Helen Ganzarolli, que assume o papel da clássica Bruxa Má do Oeste no terceiro episódio da nova temporada. A exibição acontece dentro do programa Sábado Animado, apresentado por Silvia Abravanel.

Uma visita direto do mundo de Oz

O episódio, intitulado “A Visita de Dorothy”, incorpora elementos de O Mágico de Oz ao universo do sítio, trazendo a personagem Dorothy para interagir com figuras já conhecidas do público.

Enquanto Emília tenta provar sua amizade, Tia Nastácia assume a cozinha e o Visconde aposta na ciência para recriar a magia, o clima muda com a chegada da antagonista. É nesse momento que a narrativa ganha tensão com a entrada da Bruxa Má do Oeste.

Uma vilã clássica, com nova leitura

Helen Ganzarolli como Bruxa Má do Oeste (Bruno Correa/SBT)

A escolha de Ganzarolli dialoga com a proposta da nova fase da série, que busca expandir o imaginário infantil com referências clássicas reinterpretadas. A atriz descreve a experiência como um equilíbrio entre respeito ao legado e atualização estética, com influência direta do musical Wicked.

A construção da personagem aposta em presença e expressividade, mantendo o tom lúdico característico do programa, mas adicionando uma camada mais dramática e visualmente marcante.

Estratégia de expansão narrativa

A nova temporada de O Picapau Amarelo vem apostando em histórias mais elaboradas e na inserção de figuras conhecidas da cultura pop global, criando uma ponte entre gerações e ampliando o alcance do conteúdo.

A participação especial reforça essa estratégia, trazendo um ícone universal para dentro de um dos universos mais tradicionais da televisão infantil brasileira.

Quando assistir

Silvia Abravanel no palco do “Sábado Animado” (Lourival Ribeiro/SBT)

O episódio vai ao ar neste sábado (21), a partir das 6h da manhã, dentro do Sábado Animado, no SBT.

Taika Waititi entra no caos de Brawl Stars para lançar a 101ª personagem do jogo

O universo de Brawl Stars acaba de ganhar um reforço inusitado. O diretor Taika Waititi, vencedor do Oscar por Jojo Rabbit, colaborou diretamente com a Supercell no lançamento de Najia, a 101ª personagem jogável do título.

Mais do que uma participação pontual, Waititi escreveu o trailer animado de apresentação da nova Brawler e contribuiu para o desenvolvimento criativo da peça.

Najia amplia o elenco com foco em ataque à distância

A nova personagem chega com um estilo de jogo voltado para controle e dano contínuo. Seu ataque principal, Voo Venenoso, utiliza uma cobra de papel que envenena inimigos ao longo do tempo, enquanto o Super, Perigo Peçonhento, libera múltiplas cobras que percorrem o cenário causando dano progressivo.

Dentro da narrativa do jogo, Najia tem ligação com o misterioso Starr Park, reforçando o tom excêntrico e caótico que define o universo de Brawl Stars.

Um trailer com identidade autoral

O vídeo de lançamento aposta no humor e na construção de personagens característica de Waititi, explorando a relação de Najia com o Brawler Finx e seu papel dentro da atração “Fuga da Pirâmide”.

A colaboração não surge por acaso. O próprio diretor afirmou ser fã de longa data do jogo, o que ajudou a moldar uma abordagem mais orgânica ao projeto.

Parcerias como estratégia de expansão

Com mais de 1,4 bilhão de downloads, Brawl Stars segue investindo em colaborações criativas para manter o interesse da comunidade. O jogo já realizou parcerias com franquias como Stranger Things e Toy Story, além de expandir constantemente seu elenco.

A entrada de um nome como Taika Waititi indica um movimento mais autoral nessas colaborações, aproximando o jogo de linguagens típicas do cinema.

Quando cinema e games falam a mesma língua

A participação de Waititi reforça uma tendência clara na indústria: a dissolução das barreiras entre audiovisual e games.

Comunidade desbloqueia nova área de Marathon em ARG e antecipa conteúdo inédito

A comunidade de Marathon resolveu um jogo de realidade alternativa e desbloqueou antecipadamente o acesso ao Crioarquivo, primeira zona avançada do título. A novidade chega oficialmente em 20 de março, marcando um dos primeiros grandes eventos colaborativos entre jogadores e o universo do game.

Crioarquivo aposta em risco alto e recompensas raras

Ambientado na nave abandonada UESC Marathon, o Crioarquivo é uma área voltada para combates PvPvE, exploração e extrações de alto risco. O mapa traz seis alas com ambientes como cápsulas de criogenia, enfermarias e áreas de armazenamento, além de sete Câmaras de segurança que concentram os melhores espólios.

Para acessar a zona, é necessário atingir nível 25, desbloquear todas as facções e entrar equipado com pelo menos 5.000 créditos em armamentos, reforçando a proposta de conteúdo voltado para jogadores avançados.

Entre as recompensas, estão itens exclusivos no Códice, visuais para armações e o título de Vidmaster.

ARG reforça engajamento da comunidade

O desbloqueio do Crioarquivo veio após jogadores investigarem pistas espalhadas em terminais e coordenadas dentro e fora do jogo. A ação reforça uma estratégia recorrente da Bungie, que utiliza ARGs para expandir a narrativa e envolver diretamente a comunidade.

Mais do que liberar conteúdo, o processo transforma o próprio lançamento em um evento coletivo.

Modo ranqueado chega para elevar a disputa

Além da nova zona, Marathon recebe no dia 21 de março o modo Ranqueado, que introduz progressão competitiva baseada em desempenho.

O sistema será dividido entre partidas de baixo e alto risco, com mecânicas centradas nas chamadas holotags, itens que definem pontuação, progressão e vantagens durante as partidas. Elementos como limite de espólio e pontuação em equipe ampliam a complexidade estratégica.

As recompensas incluem visuais exclusivos, títulos e itens cosméticos, baseados no desempenho do jogador ao longo da temporada.

Expansão de universo dentro e fora do jogo

A Bungie também anunciou uma edição de colecionador com itens físicos e conteúdos digitais, reforçando a proposta de transformar Marathon em uma experiência que ultrapassa o gameplay.

SXSW | Experiência em VR com IA da ARVORE conquista prêmio

A brasileira ARVORE conquistou o Audience Award na XR Experience Competition do South by Southwest 2026 com Fabula Rasa: Dead Man Talking. O prêmio, definido pelo voto do público em Austin, reforça o impacto da proposta ao unir realidade virtual e inteligência artificial generativa em uma experiência narrativa pouco convencional.

Uma história que se constrói em tempo real

Em Fabula Rasa, o jogador assume o centro da narrativa em uma vila medieval estilizada, onde é julgado por crimes que ele próprio ajuda a criar. A experiência, com cerca de 30 minutos, se desenvolve a partir das interações diretas do participante, tanto por voz quanto por ações dentro do ambiente virtual.

Diferente de jogos tradicionais, não há caminhos pré-definidos. Os personagens utilizam modelos de linguagem avançados para reagir em tempo real, interpretando contexto e respondendo emocionalmente, o que transforma cada sessão em algo único.

IA como motor criativo, não atalho

Segundo Ricardo Justus, CEO da ARVORE, a proposta não é demonstrar tecnologia, mas expandir o próprio conceito de narrativa. A inteligência artificial funciona como estrutura dinâmica da experiência, permitindo que a história evolua organicamente conforme o jogador participa.

O resultado se aproxima de um híbrido entre game, teatro improvisado e experimento social, onde o controle da narrativa deixa de ser exclusivo do roteirista e passa a ser compartilhado com o usuário.

Reconhecimento que vai além da técnica

O Audience Award, concedido diretamente pelo público do festival, indica não apenas excelência técnica, mas também conexão emocional. Em um evento que reúne criadores, desenvolvedores e executivos do mundo todo, a recepção positiva aponta para o interesse crescente por experiências mais dinâmicas e personalizadas.

Um novo passo para o storytelling em VR

Dirigido por Luiza Justus e Marcelo Marcati, o projeto sugere um avanço importante na evolução da narrativa interativa. Se os jogos de mundo aberto ampliaram a liberdade do jogador, Fabula Rasa propõe algo além: mundos que respondem e se transformam em tempo real.

“Velhos Bandidos é um presente do meu filho para mim”, diz Fernanda Montenegro sobre novo filme

Laura-Campanella -Velhos Bandidos

Durante a coletiva de imprensa de Velhos Bandidos, realizada no Rio de Janeiro, Fernanda Montenegro destacou o caráter pessoal do projeto ao afirmar que o longa dirigido por Claudio Torres é um presente em sua trajetória. A atriz ressaltou a emoção de atuar sob direção do filho e ao lado de nomes consagrados da dramaturgia nacional.

Um encontro raro entre gerações

O filme também marca um momento inédito na carreira de Ary Fontoura, que contracena com Montenegro pela primeira vez no cinema, apesar de uma longa parceria nos palcos e na televisão. O encontro simboliza a proposta central do longa, que cruza diferentes gerações em cena.

Esse diálogo se expande com a presença de Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos, que completam o elenco principal. Marquezine destacou a troca de experiências nos bastidores, especialmente ao ouvir histórias sobre o início do teatro brasileiro diretamente de Montenegro e Fontoura.

Bastidores leves e clima descontraído

O tom da produção também se refletiu fora das câmeras. Vladimir Brichta relembrou situações curiosas durante as filmagens, incluindo momentos improvisados envolvendo a direção de Torres, que resultaram em pausas e risadas no set.

Lázaro Ramos reforçou o clima afetivo das gravações, destacando a relação de longa data com Montenegro e a parceria com Brichta. Segundo o ator, o ambiente colaborativo foi essencial para construir a dinâmica do filme.

Um assalto improvável como ponto de partida

Na trama, Montenegro e Fontoura interpretam um casal de aposentados que decide planejar um grande assalto a banco. Para colocar o plano em prática, contam com a ajuda de um casal mais jovem, vivido por Marquezine e Brichta, enquanto o investigador de Ramos tenta impedir o crime.

Misturando humor e ação, o roteiro aposta no contraste entre experiência e impulsividade para conduzir a narrativa.

Estreia nos cinemas

Produzido pela Conspiração e distribuído pela Paris Filmes, Velhos Bandidos estreia nos cinemas brasileiros no dia 26 de março

5 destinos da Türkiye que viraram cenário de novelas e séries

As produções turcas deixaram de ser nicho e passaram a ocupar espaço fixo na TV aberta e no streaming brasileiro. Títulos como Força de Mulher, Amor Sem Fim e Hercai ajudaram a popularizar não só as histórias intensas, mas também os cenários do país, que funcionam quase como personagens.

A seguir, cinco destinos que ajudam a explicar esse fascínio, segundo plataforma GoTurkiye.com.

Istambul

Istambul é o coração das produções turcas. A cidade conecta Europa e Ásia em uma paisagem onde mesquitas, palácios e bairros modernos coexistem. Essa dualidade aparece diretamente nas narrativas, que frequentemente exploram conflitos entre tradição e contemporaneidade.

Capadócia

A Capadócia é um dos cenários mais icônicos. As formações rochosas e os voos de balão criam uma estética quase surreal, muito usada em produções como Amor Sem Fim e Hercai. O local também carrega camadas históricas profundas, com cidades subterrâneas e vestígios de diversas civilizações.

Antalya

Antalya representa o lado mais solar e turístico. Com centenas de quilômetros de litoral no Mediterrâneo, aparece em produções como Será Isso Amor?, trazendo uma atmosfera leve que contrasta com os dramas mais densos.

Bodrum

Bodrum combina luxo, vida noturna e paisagens costeiras. Séries como Bodrum Masalı exploram esse cenário para falar de recomeços e contrastes sociais, usando o visual paradisíaco como pano de fundo.

Mardin

No sudeste do país, Mardin traz um clima mais árido e histórico. Com arquitetura em pedra e forte herança cultural, virou cenário de produções como Hercai e Sila. É um dos locais que melhor traduzem a profundidade histórica das narrativas turcas.

Turquia além da ficção

O crescimento dessas produções ajudou a transformar a Türkiye em um destino turístico ainda mais desejado. O apelo visual, somado às histórias intensas, cria um efeito direto: o espectador deixa de apenas assistir e passa a imaginar a viagem.

No fim, o fenômeno vai além das novelas. É sobre como imagem, narrativa e território se fundem a ponto de transformar ficção em desejo real.

Restaurante flutuante vira desafio para Jacquin em novo “Pesadelo na Cozinha”

O próximo episódio de Pesadelo na Cozinha leva Erick Jacquin até a Represa Billings, em São Bernardo do Campo, para enfrentar um cenário que mistura nostalgia, conflito familiar e gestão travada no tempo.

Um restaurante que não saiu do lugar

O Caravela, restaurante flutuante visitado no episódio, carrega um problema recorrente no programa: a resistência à mudança. A proprietária centraliza todas as decisões, o que impede qualquer tentativa de modernização por parte dos próprios filhos e sócios.

O resultado aparece em todos os níveis. Ambiente desgastado, cozinha desorganizada e um cardápio que não é atualizado há mais de dez anos.

Erros básicos e equipe desmotivada

Na cozinha, os problemas vão além da estrutura. Falhas técnicas simples comprometem a operação, como o uso do mesmo óleo para diferentes preparos, afetando diretamente a qualidade dos pratos.

A equipe trabalha desmotivada, especialmente diante da falta de direção e de insumos adequados. O fluxo até funciona em períodos de alta, como o verão, mas a lentidão no serviço afasta clientes no restante do ano.

Conflito familiar como obstáculo central

Mais do que questões técnicas, o episódio gira em torno de um impasse familiar. A dificuldade em dividir decisões e aceitar mudanças cria um ambiente tenso, que impacta diretamente o funcionamento do restaurante.

É esse tipo de dinâmica que costuma definir os episódios mais complexos do programa. Não se trata apenas de reformar o espaço, mas de reestruturar relações.

Quando o problema não é só a cozinha

Versão brasileira de Kitchen Nightmares, o programa mantém a fórmula de intervenção direta, mas frequentemente esbarra em questões humanas mais profundas do que técnicas culinárias.

Neste caso, o desafio de Erick Jacquin é evitar que o restaurante literalmente “afunde”, equilibrando gestão, operação e convivência.

Quando assistir

O episódio vai ao ar na terça-feira (24), às 22h30, na Band, com exibição simultânea online e disponibilidade posterior na HBO Max e no Discovery Home & Health.

The Summer Hunter lança nova edição com evento em Pinheiros

O The Summer Hunter celebra neste sábado (21) o lançamento da oitava edição de sua revista impressa com um evento gratuito em São Paulo. A festa acontece no Caso Bar, em Pinheiros, das 14h às 18h.

Uma edição sobre desacelerar

A nova edição parte de um eixo claro: o prazer de ler. A proposta é tratar a leitura como experiência de presença, quase um antídoto ao ritmo acelerado da vida adulta.

Entre os destaques estão um especial dedicado ao tema, um ensaio do fotógrafo Ángel Castellanos sobre sua relação com o Brasil, além de uma reportagem sobre a cena emergente do jazz no subúrbio carioca. A curadoria ainda inclui uma seleção de praias menos óbvias para 2026, mantendo o olhar da plataforma sobre comportamento e escapismo contemporâneo.

Evento mistura leitura e encontro

O lançamento segue o mesmo espírito editorial. A programação inclui roda de samba, drinks e um cardápio com foco em frutos do mar, reforçando a ideia de experiência sensorial que atravessa conteúdo e vida real.

A revista estará disponível para compra no local.

Serviço

Evento: Lançamento da revista The Summer Hunter
Data: 21 de março (sábado)
Horário: 14h às 18h
Local: Caso Bar
Entrada: Gratuita

O evento funciona como extensão direta do projeto editorial: menos sobre consumo rápido, mais sobre pausa, encontro e curadoria.