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“Mother’s Baby” leva o medo da maternidade aos cinemas brasileiros em março

Mother's Baby - Marie Leuenberger (Julia) - crédito Autoral Filmes

A maternidade como território de horror psicológico é o ponto de partida de Mother’s Baby, novo longa da cineasta Johanna Moder, que estreia nos cinemas brasileiros em 5 de março de 2026, com distribuição da Autoral Filmes.

Quando o instinto falha

Julia é uma maestra de 40 anos, profissionalmente realizada, mas frustrada pela dificuldade em engravidar. Após um tratamento experimental em uma clínica de fertilidade, ela finalmente dá à luz. O parto, porém, foge do controle. O bebê é retirado de seus braços sem explicações e, quando a criança retorna, algo parece fora do lugar.

A partir daí, o filme mergulha em uma espiral de insegurança, depressão pós parto e paranoia. Julia passa a questionar não apenas a própria sanidade, mas também se o bebê que carrega nos braços é realmente seu filho.

Um suspense guiado pela dúvida

Em vez de seguir o caminho do drama intimista, Johanna Moder opta por estruturar Mother’s Baby como um thriller psicológico. A narrativa nunca oferece respostas fáceis e faz da incerteza sua principal ferramenta. O horror não se manifesta de forma explícita, mas cresce na distância entre o que Julia sente e o que o mundo ao redor insiste em normalizar.

A diretora descreve o filme como um acerto de contas pessoal, interessado em desmontar a imagem idealizada da maternidade. Aqui, a promessa de felicidade não se cumpre. O nascimento marca o início de um colapso silencioso, onde identidade, desejo e expectativa entram em choque.

Performance no centro da experiência

A condução do filme repousa quase inteiramente sobre Marie Leuenberger, que sustenta o suspense com uma atuação contida e profundamente desconfortável. Ao seu lado estão Hans Löw, como o companheiro Georg, e Claes Bang, no papel do enigmático Dr. Vilfort.

A câmera acompanha Julia de perto, reforçando a sensação de aprisionamento psicológico. O mundo ao redor parece funcional, bonito e racional. O problema está sempre dentro dela, ou talvez não.

Circulação internacional

O filme teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde concorreu ao Urso de Ouro, e seguiu por festivais como Tallinn Black Nights, Sitges e eventos na Índia e na Europa. A recepção crítica destacou o uso de humor negro e a forma como o longa evoca o terror sem recorrer a convenções clássicas do gênero.

Comparações com Eraserhead surgiram justamente por essa abordagem sensorial da maternidade, tratada como experiência física, mental e socialmente opressiva.

Uma tendência que ganha força

Mother’s Baby se junta a um conjunto recente de filmes dirigidos por mulheres que usam o suspense e o horror para discutir maternidade, expectativas sociais e identidade feminina. O diferencial aqui está na recusa em oferecer alívio. O filme não quer explicar, quer incomodar.

Ao final, fica a sensação de que o verdadeiro terror não está na criança, mas no silêncio que cerca as dúvidas da mãe.

Estreia: 5 de março de 2026
Gênero: Suspense psicológico
Duração: 108 minutos
Distribuição: Autoral Filmes

Tatiana Maslany transforma relação em pesadelo no novo terror de Osgood Perkins

O novo filme de Osgood Perkins chega aos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro com uma promessa clara: trocar o terror explícito pelo desconforto emocional. Para Sempre Medo coloca Tatiana Maslany no centro da narrativa — e é justamente aí que o filme encontra sua força.

Um terror que nasce da intimidade

Maslany interpreta Liz, uma mulher que viaja com o namorado Malcolm para comemorar o primeiro aniversário do casal em uma cabana isolada. O cenário sugere romance e tranquilidade, mas a dinâmica muda quando ele precisa retornar à cidade, deixando Liz sozinha.

O que começa como um incômodo emocional rapidamente se transforma em algo mais inquietante. Segredos, presenças indefinidas e uma ameaça crescente transformam a experiência em um jogo psicológico no qual não fica claro se o perigo vem de fora ou da própria relação.

Performance como motor do horror

Conhecida por trabalhos intensos em Orphan Black e Mulher Hulk, Maslany entrega aqui uma atuação contida, mas progressivamente sufocante. O filme funciona menos como uma história de monstros e mais como um retrato do medo que nasce da dependência emocional, da insegurança e da falta de confiança.

A atriz já comentou que o interesse pelo papel veio desse momento específico da vida da personagem: alguém que entra em um relacionamento aparentemente simples, sem perceber o quanto está se anulando no processo. O terror, nesse caso, não é apenas sobrenatural. Ele é afetivo.

Influências fora do horror convencional

Apesar de dialogar com o gênero, Para Sempre Medo se aproxima mais do cinema psicológico dos anos 1970 do que do terror contemporâneo acelerado. Entre as referências citadas estão Três Mulheres, de Robert Altman, e o trabalho de Shelley Duvall, especialmente em O Iluminado.

A ideia é usar o terror como linguagem para intensificar sensações já existentes: solidão, paranoia, abandono e dúvida. O filme se interessa mais pelo estado emocional da protagonista do que por explicações diretas.

Trailer

Estreia no Brasil

Com distribuição da Diamond Films, Para Sempre Medo estreia nos cinemas brasileiros no dia 19 de fevereiro. Para quem acompanha o terror autoral, o longa reforça o caminho de Osgood Perkins em histórias que incomodam mais pelo que sugerem do que pelo que mostram.

Overwatch inicia nova fase com a Temporada 1 e coloca a Talon no centro da guerra

A nova era de Overwatch já começou. A Temporada 1 está oficialmente no ar e marca o início de O Reinado da Talon, arco narrativo que vai se estender ao longo de todo o ano de 2026. O lançamento acontece após o maior pico de jogadores do jogo em mais de um ano e chega acompanhado de mudanças profundas em heróis, sistemas e na forma como a história passa a ser contada.

Cinco novos heróis logo no início

A Temporada 1 já começa pesada, com a chegada imediata de cinco heróis inéditos — e a promessa de mais cinco até o fim do ano, um por temporada. A ideia é expandir o elenco de forma contínua, acompanhando a evolução da história.

Entre as novidades estão Domina, tanque focada em controle de área e ligada à Corporação Vishkar; Emre, herói de dano com mobilidade elevada e melhorias cibernéticas; Mizuki, suporte versátil associada ao clã Hashimoto; Anran, flanqueadora que usa fogo e tem ligação direta com a Overwatch; e Jetpack Cat, uma heroína de suporte permanente no ar, com habilidades de reposicionamento e resgate de aliados.

Talon assume o protagonismo

Pela primeira vez, Overwatch aposta em uma narrativa realmente conectada ao longo de um ano inteiro. O foco agora é a ascensão da Talon, que passa a ocupar o centro da história sob nova liderança. Esse enredo não fica restrito a textos: ele se desenvolve por meio do gameplay, trailers animados de heróis, motion comics, contos e um curta cinematográfico que dá o tom da temporada.

A proposta é clara: fazer com que a história avance junto com o jogo, e não apenas como pano de fundo.

Conquista: escolha um lado

O grande evento da temporada é Conquista, um modo por tempo limitado de cinco semanas baseado em facções. Nele, os jogadores escolhem lutar ao lado da Overwatch ou da Talon, completam missões específicas e desbloqueiam recompensas conforme contribuem para o progresso de sua facção.

Não é só cosmético. A ideia é reforçar a sensação de pertencimento e conflito, algo que sempre existiu no universo do jogo, mas agora entra de vez na estrutura sazonal.

Mudanças no gameplay e no competitivo

A Temporada 1 também mexe na base do jogo. Todos os heróis receberam novas subfunções e habilidades passivas, o competitivo foi reiniciado com novos títulos e recompensas, e o Estádio passou por ajustes importantes.

Além disso, Overwatch ganhou uma reformulação completa de interface e experiência do usuário, junto de sistemas inéditos, como o novo sistema de Elogio, que busca incentivar comportamentos positivos dentro das partidas.

Hello Kitty invade o campo de batalha

Entre as colaborações, a mais inesperada — e chamativa — já está disponível. O crossover Overwatch x Hello Kitty and Friends traz skins temáticas para Juno, Widowmaker, Mercy, Lúcio, D.Va e Kiriko, além de cartões de nome, sprays e emotes. O evento fica ativo até 24 de fevereiro.

Skins, míticos e recompensas

A temporada também adiciona skins temáticas das facções, novos pacotes cosméticos e conteúdos de alto nível, como a skin Mítica Mercy Guardiã Celestial e a Arma Mítica Atiradora das Estrelas, da Juno. O conjunto de caixas de itens foi atualizado, reunindo cosméticos das últimas seis temporadas.

Com O Reinado da Talon, Overwatch deixa claro que 2026 não é apenas mais um ano de conteúdo. É uma tentativa de reorganizar o jogo em torno de narrativa, escolhas e impacto contínuo. Agora, a pergunta não é só quem você vai jogar — mas de que lado você vai lutar.

Camarote Amstel Essepê aposta em samba, conforto e protagonismo do público no Anhembi

No meio da engrenagem grandiosa do Carnaval paulistano, o Sambódromo do Anhembi ganha mais um ponto de encontro para quem prefere assistir aos desfiles sem abrir mão de música ao vivo, conforto e pista cheia. O Camarote Amstel Essepê retorna em 2026 ocupando o portão 26, em uma posição estratégica que justifica o apelido de “coração do circuito”.

Samba e pagode como trilha principal

A programação musical segue apostando em nomes que conversam direto com o público do Carnaval. Ao longo de quatro noites, o palco recebe Thiaguinho, Sorriso Maroto, Péricles e Belo, além de participações de Pixote, Jeito Moleque, Turma do Pagode e Rodriguinho ao longo da temporada.

A ideia é clara: transformar o camarote em um segundo espetáculo, paralelo aos desfiles, onde a festa não depende apenas da avenida.

“Desfile-se” e o público no centro

O tema deste ano, “Desfile-se”, desloca o foco da passarela tradicional para o próprio folião. A proposta é tratar a experiência como um ritual completo, do look escolhido antes de sair de casa até o que acontece dentro do camarote. O público deixa de ser espectador passivo e assume o papel de protagonista da noite.

Pelo terceiro ano consecutivo, Juju Salimeni retorna como musa do espaço, reforçando a identidade visual e o clima de espetáculo que o Essepê tenta sustentar.

Estrutura pensada para ficar

Além da vista privilegiada para os desfiles, o Camarote Amstel Essepê mantém uma estrutura que vai além do básico. O espaço oferece open bar premium e open food premium, pista de dança climatizada, áreas de descanso, massagem, tabacaria e pontos de retoque de maquiagem.

Na parte gastronômica, o camarote reúne marcas como Pita Kebab, Sliders Hambúrguer, Los Dos Taqueria, Nobru Coffee & Donuts, Sorvetes Jundiá e La Chica Empanadas, criando uma espécie de praça de alimentação de alto giro dentro do Carnaval.

Acolhimento e marcas em cena

Um dos pontos mantidos nesta edição é a tenda de acolhimento para mulheres e público LGBTQIA+, funcionando como espaço de suporte durante os dias de evento.

As ativações de marca também ocupam papel central. A Amstel segue como naming sponsor, enquanto Smirnoff, Tanqueray, Johnnie Walker, TNT, Panco, Sorvetes Jundiá e Copa Energia assinam áreas, bares e experiências espalhadas pelo camarote. O resultado é um espaço que mistura festa, consumo e branding sem tentar esconder isso.

Serviço

Camarote Amstel Essepê – Carnaval 2026
Local: Sambódromo do Anhembi – Portão 26
Datas: 13, 14, 15 e 21 de fevereiro
Atrações principais:
13/02 – Thiaguinho
14/02 – Sorriso Maroto
15/02 – Péricles
21/02 – Belo
Classificação etária: 18 anos

Ingressos à venda pela Ticket360

No meio de um Carnaval cada vez mais segmentado, o Camarote Essepê segue apostando na fórmula conhecida: música popular, conforto máximo e a promessa de que, ali dentro, todo mundo também desfila.

PUBG MOBILE destaca mapas criados pela comunidade para curtir o Carnaval no Mundo das Maravilhas

O Carnaval também acontece dentro do PUBG MOBILE. Enquanto parte dos jogadores pula bloquinho na rua, outra parte aproveita o feriado explorando o Mundo das Maravilhas, modo que transforma a comunidade em criadora de conteúdo jogável, com mapas que fogem do battle royale tradicional.

O que é o Mundo das Maravilhas

O Mundo das Maravilhas funciona como um grande hub de mapas personalizados. Ali, qualquer jogador pode criar ou acessar mundos feitos pela comunidade, com regras próprias, objetivos variados e estilos que vão de corridas caóticas a modos de terror e sobrevivência cooperativa.

Os mapas podem ser encontrados pelo nome, usando a barra de busca do modo, e jogados sozinho ou com amigos. Além disso, o sistema oferece desafios semanais que rendem recompensas exclusivas, incentivando a experimentação.

Mapas em alta no Carnaval

Durante o período carnavalesco, alguns mundos criados pela comunidade se destacam pelo volume de acessos e pela variedade de propostas.

Fallen Ark aposta em sobrevivência cooperativa. Aqui, jogadores precisam resistir a ondas de zumbis, defender pontos estratégicos e avançar em equipe até a zona final de extração. É caos organizado, do jeito que PUBG gosta.

2v2 Apartment Fight funciona como campo de treino para quem quer afiar a mira. O mapa coloca duplas em confrontos diretos, com foco em precisão e posicionamento, ideal para aquecer antes das partidas ranqueadas.

Hide and Seek Bhoot House mistura esconde esconde com terror leve. Divididos em dois times, jogadores precisam se camuflar no cenário ou sair à caça dos adversários escondidos, criando partidas rápidas e imprevisíveis.

Numbers Challenges testa reflexo e raciocínio rápido. O mapa apresenta plataformas numeradas que desaparecem, exigindo decisões instantâneas para não cair. Dá para jogar em grupo, com até oito participantes.

Mountain Race Track troca armas por velocidade. Em uma pista montanhosa cheia de curvas e obstáculos, até quatro jogadores disputam corridas em duas voltas, com vitória decidida no braço e no controle do veículo.

Carnaval do seu jeito

Do terror ao treino competitivo, passando por corridas e provas de agilidade, o Mundo das Maravilhas mostra como a comunidade se tornou parte central da experiência de PUBG MOBILE. Não é só sobre vencer partidas, mas sobre brincar com as regras e descobrir novas formas de jogar.

Todos os mapas citados estão disponíveis gratuitamente dentro do jogo, que pode ser baixado na App Store e no Google Play. Durante o Carnaval, a única regra é escolher o mundo que mais combina com o seu ritmo.

Indicado ao Oscar, curta que satiriza Jane Austen estreia na FILMICCA nesta sexta (13)

Indicado ao Oscar de Melhor Curta Metragem, O Drama Menstrual de Jane Austen estreia nesta sexta feira (13) na FILMICCA, trazendo uma leitura irônica de Orgulho e Preconceito para discutir um tema historicamente varrido para debaixo do tapete.

Uma piada que vira comentário social

Dirigido por Julia Aks em parceria com Steve Pinder, o curta se passa na Inglaterra de 1813 e acompanha a Srta. Estrogenia Talbot, que menstrua justamente no momento de um pedido de casamento aguardado. O que deveria ser uma cena romântica vira confusão quando o pretendente interpreta o sangue como um ferimento grave.

A situação absurda é o ponto de partida para expor o despreparo social, médico e emocional dos homens da época diante do corpo feminino. A sátira funciona porque não exagera no discurso: o riso vem primeiro, a crítica chega logo atrás.

De relatos reais à ficção de época

Julia Aks, que também interpreta a protagonista, contou que o roteiro nasceu a partir de histórias reais. Em um grupo de Facebook, ela pediu que mulheres compartilhassem experiências engraçadas ou constrangedoras envolvendo menstruação. Esses relatos, misturando humor e desconforto, acabaram moldando o tom do filme.

O resultado é uma comédia curta, direta e consciente de seu anacronismo. Ao usar o vocabulário visual e narrativo de Jane Austen, o filme aponta o quanto certos tabus atravessam séculos quase intactos.

Reconhecimento em festivais

Além da indicação ao Oscar, O Drama Menstrual de Jane Austen conquistou sete prêmios em festivais norte americanos desde sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara. O elenco conta ainda com Lachlan Ta’imua Hannemann, Samantha Smart, Nicole Alyse Nelson, Hugo Armstrong, Marilyn Brett e Dustin Ingram.

Pôster

Onde assistir

O curta estreia exclusivamente na FILMICCA, streaming brasileiro dedicado ao cinema autoral e de catálogo. A plataforma está disponível via navegador, aplicativos para smart TVs, dispositivos móveis e sistemas como Apple TV, Fire TV e Chromecast.

Curto na duração, mas direto no ponto, O Drama Menstrual de Jane Austen usa o passado para rir do presente e lembra que, às vezes, a melhor forma de falar sério é começar com uma boa piada.

Crisol: Theater of Idols | Survival horror em primeira pessoa já está disponível para consoles e PC

Nem todo jogo de terror precisa de sustos fáceis para causar desconforto. Crisol: Theater of Idols chega apostando em atmosfera, culpa e escolhas difíceis, colocando o jogador em uma versão deformada da Espanha, onde símbolos religiosos ganham vida e o próprio corpo vira recurso de sobrevivência.

Um horror que nasce da iconografia

Desenvolvido pela Vermila Studios, Crisol se passa na ilha fictícia de Tormentosa, um espaço marcado por cultos, ruínas e uma leitura sombria do imaginário religioso europeu. Em vez de monstros tradicionais, o jogo coloca o jogador frente a estátuas de santos animadas e rituais que misturam fé, violência e história.

A ambientação é o fio condutor da experiência. Ruas estreitas, prédios em colapso e cenários labirínticos constroem uma sensação constante de vigilância e opressão.

Sobreviver custa sangue

O grande diferencial do jogo está na mecânica central: o sangue do protagonista funciona ao mesmo tempo como vida e munição. Atirar significa se ferir. Avançar exige cálculo. Cada confronto força o jogador a decidir se vale a pena perder saúde agora ou tentar escapar para sobreviver depois.

Esse sistema afeta não apenas o combate, mas também a resolução de quebra cabeças e a progressão geral, criando um ritmo mais tenso e deliberado.

Exploração e progressão

Ao explorar Tormentosa, é possível encontrar moedas e recursos que permitem melhorar armas e habilidades ligadas ao uso do sangue. A progressão não transforma o personagem em alguém poderoso, mas oferece pequenas vantagens que ampliam a margem de erro em um mundo que raramente perdoa.

A narrativa se constrói aos poucos, cruzando eventos históricos da Hispânia com folclore e horror sobrenatural, sempre deixando espaço para interpretação.

Onde jogar

Crisol: Theater of Idols já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Na plataforma da Valve, o jogo conta com desconto de lançamento por tempo limitado.

Mais do que um survival horror tradicional, Crisol se apresenta como uma experiência de desconforto constante, onde fé, corpo e violência se misturam e sobreviver significa aceitar o custo de cada decisão.

Monster Hunter Wilds comemora 1 ano e confirma grande expansão em desenvolvimento

O primeiro aniversário de Monster Hunter Wilds veio acompanhado de novidades relevantes para quem ainda está explorando as Terras Proibidas. Em um vídeo especial de mensagem de 1 ano, o produtor da série Ryozo Tsujimoto apresentou os conteúdos da atualização final do jogo, a Ver.1.041, que chega no dia 18 de fevereiro, além de confirmar oficialmente que uma grande expansão já está em desenvolvimento.

A atualização final chega em fevereiro

A Ver.1.041 será o último grande update de Monster Hunter Wilds e traz ajustes de qualidade de vida para todas as plataformas, além de conteúdo voltado aos caçadores de alto nível. O destaque é a chegada do Arkveld Arqui-temperado, que invade as Terras Proibidas como um desafio extremo de 10 estrelas, liberado apenas para jogadores com HR100 ou superior.

Ao completar a missão do Arkveld Arqui-temperado, os jogadores desbloqueiam materiais para o conjunto de armadura Gamma, além de novas missões 10★ envolvendo cada predador Apex da região. Também será liberada uma missão opcional em formato de maratona, reunindo Arkveld e os Apex em sequência.

Recompensas raras e progressão endgame

As missões 10★ passam a render Talismãs Rúnicos Antigos, que podem ser avaliados em talismãs raros, além de Emblemas de Batalha Temperados, usados para reforçar armas Gogma Artian. A ideia é fechar o ciclo do endgame oferecendo desafios reais para veteranos e recompensas que justifiquem o esforço.

Eventos de aniversário por tempo limitado

A comemoração de 1 ano acontece entre 18 de fevereiro e 19 de março, com bônus diários de login, o pacote especial Hunter Appreciation Pack e a rotação semanal do Festival of Accord. Novas missões de evento serão adicionadas semanalmente, incluindo desafios contra o monstro menos caçado das Terras Proibidas e quests que liberam materiais para o conjunto Gala Suit α e o equipamento Felyne Star α para Palicos.

Como parte da celebração, todos os jogadores receberão gratuitamente um voucher extra de edição de personagem e Palico.

Conteúdo criado pela comunidade

Os vencedores do concurso de design também entram no jogo. A Great Sword Shatterseal, criada por Nolan Lu, e o pingente Meatmergency!, de ikei, poderão ser desbloqueados ao concluir a missão de evento “Every Hunter’s Dream”. Além disso, uma nova side mission com a caçadora de suporte Nadia libera o conjunto de armadura dela para uso do jogador.

Colaboração com Monster Hunter Stories 3

A atualização também prepara o terreno para a chegada de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, que lança em 13 de março. A partir do dia 18 de fevereiro, jogadores poderão participar de uma missão opcional de transporte ao lado de Rudy, o Palico Real, desbloqueando equipamentos especiais de Palico e pingentes inspirados nos Monsties.

O que vem depois

Mesmo com a atualização final chegando, a mensagem mais importante ficou para o futuro. Ryozo Tsujimoto confirmou que uma expansão de grande escala para Monster Hunter Wilds já está em produção, com mais informações prometidas para o verão no hemisfério norte.

Para quem ainda caça, fevereiro marca o fechamento de um ciclo. Para quem pensa em voltar, talvez seja só o começo do próximo.

FaZe Clan fica a um passo da final do Six Invitational; clássico brasileiro decide sobrevivência

O Brasil segue forte no Six Invitational 2026, principal torneio de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege. Nesta terça feira (10), a FaZe Clan confirmou o favoritismo, venceu a Wildcard por 2 a 0 e garantiu vaga na final da Chave Superior. Agora, a equipe está a apenas uma vitória da Grande Final, marcada para domingo (15), em Paris.

FaZe segue dominante

Atual campeã mundial, a FaZe mostrou controle e consistência contra a Wildcard, fechando a série sem grandes sustos. O resultado coloca a equipe frente a frente com a Team Falcons, que mais cedo superou a FURIA por 2 a 0.

O confronto entre FaZe e Falcons acontece na sexta feira (13) e define quem avança direto para a Grande Final do torneio.

Tudo ou nada entre brasileiros

Derrotada na Chave Superior, a FURIA não está fora do campeonato, mas o caminho ficou mais curto e mais perigoso. A equipe brasileira encara agora o Fluxo W7M em um confronto eliminatório pela Chave Inferior.

O Fluxo chega embalado após vencer a Spacestation Gaming por 2 a 1, em uma das séries mais disputadas do dia. O duelo entre os dois times brasileiros vale sobrevivência no torneio e garante pelo menos um representante nacional avançando no campeonato.

Resultados da terça feira (10)

  • Wildcard 0x2 FaZe Clan
  • FURIA 0x2 Team Falcons
  • Team Secret 2×0 Weibo Gaming
  • Fluxo W7M 2×1 Spacestation Gaming

Jogos de sexta feira (13)

  • Chave Inferior: Fluxo W7M x FURIA (8h)
  • Chave Inferior: Team Secret x Wildcard Gaming (12h)
  • Chave Superior: FaZe Clan x Team Falcons (15h15)

Paris recebe a fase decisiva

Com os resultados, três equipes brasileiras seguem na disputa pela premiação total de US$ 3 milhões, sendo US$ 1 milhão reservado ao campeão mundial. A partir de sexta feira, todas as partidas passam a ser disputadas na Adidas Arena, já com presença de público.

O Six Invitational entra agora em sua fase mais tensa. Para a FaZe, é a chance de defender o trono com autoridade. Para FURIA e Fluxo W7M, não há margem de erro. Quem perder, dá adeus ao sonho do título mundial.

Air Supply comemora 50 anos de estrada com show especial na Arena Opus

Poucas bandas conseguiram transformar o romantismo pop em algo tão persistente quanto o Air Supply. Cinquenta anos depois do primeiro encontro entre Graham Russell e Russell Hitchcock, a dupla volta ao Brasil para celebrar uma carreira que resistiu a modas, formatos e mudanças da indústria. Um dos shows da turnê acontece no dia 9 de maio, na Arena Opus, em Santa Catarina.

Meio século de canções que não saem do ar

FOTO: Rafael Strabelli

Formado em 1975, o Air Supply construiu um repertório que virou presença constante em rádios, trilhas sonoras e playlists românticas. Canções como All Out of Love, Lost in Love e Making Love Out of Nothing At All ajudaram a definir o pop adulto das décadas de 1970 e 1980 e seguem encontrando público em diferentes gerações.

Os números ajudam a explicar essa longevidade: cinco singles consecutivos no Top 5 da Billboard, mais de 20 milhões de discos vendidos apenas nos primeiros anos de carreira e uma média que ultrapassa 5.500 shows ao vivo ao redor do mundo.

O show

A apresentação na Arena Opus faz parte da turnê comemorativa de 50 anos e aposta em um formato direto, centrado nos grandes sucessos. Graham Russell e Russell Hitchcock sobem ao palco acompanhados de banda completa, com direção musical do guitarrista Aaron McLain, além de Mirko Tessandori nos teclados, Pavel Valdman na bateria e Doug Gild no baixo.

A proposta não é reinventar o catálogo, mas reafirmar a força de um repertório que sobrevive justamente por não precisar de atualização estética.

Air Supply hoje

Mesmo após cinco décadas, a dupla segue ativa fora dos palcos. Entre os projetos recentes estão o álbum A Matter of Time, uma cinebiografia em desenvolvimento, um musical inspirado em suas músicas e uma autobiografia escrita pelos próprios integrantes. A celebração de 50 anos funciona menos como despedida e mais como reafirmação de permanência.

Serviço

Air Supply – 50 Anos
Data: 9 de maio de 2026
Local: Arena Opus, São José (SC)
Abertura da casa: 20h
Ingressos a partir de R$ 125, à venda pelo site uhuu.com e pontos autorizados
Classificação etária: 18 anos (menores apenas acompanhados)

Cinco décadas depois, o Air Supply segue fazendo o que sempre fez melhor: transformar melodias simples em canções que insistem em ficar.

Ghibli Fest volta aos cinemas em fevereiro com clássicos do Studio Ghibli em São Paulo

Depois da boa resposta do público na primeira etapa, o Ghibli Fest retorna aos cinemas em fevereiro com sua segunda parte, trazendo de volta alguns dos títulos mais celebrados do Studio Ghibli. A mostra acontece entre 19 de fevereiro e 4 de março, com sessões no Cinemark do Shopping União de Osasco, além de exibições no Shopping Aricanduva, Interlar Aricanduva e Central Plaza Shopping, em São Paulo.

Ao todo, o festival reúne 14 animações, incluindo sete filmes que não passaram pela primeira parte da programação. Entre eles estão Princesa Mononoke, O Conto da Princesa Kaguya, As Memórias de Marnie, O Castelo no Céu, Contos de Terramar, O Reino dos Gatos e Da Colina Kokuriko.

Clássicos que ajudaram a consolidar o estúdio mundialmente também estão de volta às telonas, como A Viagem de Chihiro, vencedor do Oscar de Melhor Animação, e O Castelo Animado. A proposta do festival é oferecer a experiência do cinema em tela grande, algo que muitos fãs só tiveram contato por meio do streaming ou da televisão.

Fundado há cerca de 40 anos por Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma, o Studio Ghibli construiu uma filmografia marcada por narrativas sensíveis, personagens femininas fortes e temas recorrentes como amizade, natureza, guerra e amadurecimento. A trajetória do estúdio se conecta, inclusive, à da Sato Company, responsável pelo festival e referência na difusão de conteúdos asiáticos no Brasil.

Além do Shopping União de Osasco, as exibições acontecem no Shopping Aricanduva e Interlar Aricanduva, que formam o maior centro comercial da América Latina, e no Central Plaza Shopping, que abriga a maior tela XD da rede Cinemark no país. A programação completa varia de acordo com o cinema e os horários devem ser consultados diretamente na rede exibidora.

O Ghibli Fest se consolida como uma oportunidade de revisitar ou descobrir a obra do estúdio japonês no formato para o qual esses filmes foram pensados: a sala escura, o som alto e a tela grande.

NVIDIA lança bundle da GeForce RTX Série 50 com Resident Evil Requiem

A NVIDIA anunciou um novo bundle para a linha GeForce RTX Série 50, oferecendo Resident Evil Requiem gratuitamente para PC via Steam na compra de placas de vídeo, desktops ou notebooks selecionados da série. A oferta já está disponível.

Bundle com foco em performance

A ação mira quem está atualizando o setup agora. Ao adquirir um produto elegível da RTX Série 50, o jogador recebe uma cópia de Resident Evil Requiem, reforçando o apelo da nova geração de GPUs da NVIDIA, que aposta em taxas de quadros mais altas e melhor qualidade de imagem com as tecnologias RTX.

DLSS 4 chega a novos jogos

Além do bundle, a NVIDIA confirmou que novos títulos passam a contar com DLSS 4 com Multi Frame Generation já nesta semana, ampliando a lista de jogos compatíveis com os recursos mais recentes da plataforma.

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties chega em 11 de fevereiro celebrando os 20 anos da franquia Dragon & Yakuza. Jogadores com GeForce RTX poderão ativar DLSS Frame Generation, DLSS Super Resolution e NVIDIA Reflex. Pelo NVIDIA App, também será possível atualizar para DLSS Multi Frame Generation e DLSS 4.5 Super Resolution, elevando desempenho e nitidez tanto na demo quanto no jogo completo.

High On Life 2, da Squanch Games, estreia em 13 de fevereiro com suporte a DLSS 4 com Multi Frame Generation. Usuários do NVIDIA App ainda podem atualizar o DLSS Super Resolution para a versão 4.5, mirando mais qualidade visual sem sacrificar performance.

Mais suporte RTX no radar

Outro destaque é REANIMAL, novo projeto da Tarsier Studios, criadora de Little Nightmares I & II. No lançamento, também em 13 de fevereiro, o jogo contará com DLSS Super Resolution e DLAA para jogadores com GeForce RTX.

Com bundle e uma leva de lançamentos já compatíveis com DLSS 4, a NVIDIA reforça a estratégia de atrelar hardware, software e lançamentos de peso para quem joga no PC.