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Corte Constitucional da Itália suspende julgamento sobre mudanças na cidadania italiana

A Corte Constitucional da Itália suspendeu o julgamento das ações que questionam as mudanças nas regras para o reconhecimento da cidadania italiana por descendência. A decisão, publicada na quinta-feira (23), determina que uma questão jurídica seja analisada primeiro pela Corte de Justiça da União Europeia (CJUE), adiando a conclusão do processo.

Com isso, o tribunal italiano interrompe temporariamente a análise da constitucionalidade do Artigo 3-bis da Lei nº 91/1992, incluído pelo Decreto-Lei nº 36/2025, que alterou os critérios para o reconhecimento da cidadania.

O que muda na prática?

Apesar da suspensão do julgamento, as regras atualmente em vigor continuam valendo. A decisão da Corte Constitucional não revoga nem altera a legislação aprovada em 2025, apenas transfere parte da discussão para a Justiça europeia antes que o mérito seja julgado definitivamente.

Isso significa que o debate jurídico sobre a cidadania italiana permanece aberto e dependerá do posicionamento da Corte de Justiça da União Europeia para avançar.

Questão ainda está longe de uma definição

Segundo a advogada Ariela Tamagno, especialista em cidadania italiana e CEO da TMG Cidadania Italiana, a decisão representa uma etapa importante do processo, mas não encerra a discussão sobre o tema.

“A Corte Constitucional optou por submeter uma questão específica à Corte de Justiça da União Europeia antes de concluir seu julgamento. Isso demonstra que o debate permanece aberto e que novas decisões ainda poderão influenciar o cenário da cidadania italiana.”

Além da manifestação da Justiça europeia, ainda é aguardada uma decisão da Corte de Cassação italiana em processos relacionados ao reconhecimento da cidadania por descendência, o que poderá influenciar os próximos desdobramentos.

Descendentes devem acompanhar decisões oficiais

Especialistas recomendam que descendentes de italianos acompanhem as decisões dos tribunais e as mudanças na legislação por meio de documentos oficiais, evitando interpretações precipitadas sobre o futuro dos processos de reconhecimento da cidadania.

Enquanto não houver uma decisão definitiva da Justiça italiana e da Corte de Justiça da União Europeia, o Artigo 3-bis permanece em vigor.

Garena confirma Monster Hunter Outlanders no Brasil e abre pré-registro para o novo RPG mobile

Depois de meses de expectativa, Monster Hunter Outlanders teve seu lançamento confirmado para o Brasil. A Garena abriu nesta quinta-feira (24) o pré-registro do RPG de ação para celulares, desenvolvido pelo TiMi Studio Group sob supervisão da Capcom, marcando a estreia da franquia em um projeto mobile de mundo aberto com foco em sobrevivência e multiplayer.

A proposta não é substituir os jogos principais da série, mas transportar a experiência clássica de Monster Hunter para smartphones. Isso significa explorar grandes áreas naturais, rastrear monstros, fabricar equipamentos e enfrentar criaturas gigantes sozinho ou em equipes de até quatro jogadores.

Uma nova aventura sem abandonar as raízes da franquia

Ambientado em Aesolândia, o jogo apresenta uma região inédita repleta de diferentes biomas, onde cada caçada depende tanto da preparação quanto da habilidade do jogador. Assim como nos títulos tradicionais da franquia, observar o comportamento dos monstros continua sendo parte essencial da jogabilidade antes do confronto.

Além de criaturas conhecidas pelos fãs, o jogo estreia inimigos inéditos chamados Espécies Radiantes, criados exclusivamente para Outlanders.

Outro destaque é o sistema de exploração, que permite instalar estruturas temporárias, como tirolesas e plataformas de deslocamento, facilitando o acesso a novas áreas durante as expedições.

Cooperação continua sendo o centro da experiência

O multiplayer permanece como um dos pilares do jogo. Será possível formar grupos de até quatro jogadores para enfrentar monstros mais poderosos, além de participar de guildas e organizar caçadas em equipe.

O elenco também traz personagens inéditos conhecidos como Aventureiros, cada um com habilidades específicas que podem influenciar diretamente a estratégia durante as missões. Eles serão acompanhados pelos tradicionais Palicos e por novos companheiros criados exclusivamente para esta versão.

Pré-registro já libera campanha de recompensas

Com a abertura do pré-registro, a Garena iniciou uma campanha baseada em metas da comunidade. Conforme o número de jogadores cadastrados aumenta, recompensas serão disponibilizadas no lançamento, incluindo 20 Contratos Padrão, a aventureira SR Raya e itens de progressão.

A empresa ainda não revelou uma data de lançamento, mas informou que novas informações sobre monstros, modos de jogo e conteúdos inéditos serão divulgadas nos próximos meses.

Sonic celebra 35 anos com coleção exclusiva de miniaturas da Cacau Show

Os 35 anos de Sonic the Hedgehog continuam rendendo novidades para os fãs do ouriço azul. Desta vez, a Cacau Show lançou uma coleção especial de miniaturas inspiradas na franquia da Sega, reunindo alguns dos personagens mais conhecidos dos games em uma linha de edição limitada.

Batizada de Esfera Sonic, a novidade combina uma esfera de chocolate ao leite com um item surpresa colecionável. Ao todo, são oito miniaturas diferentes, incluindo Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Shadow e Dr. Eggman, incentivando os consumidores a completar a coleção.

Sonic segue em alta após 35 anos

Lançado em 1991, Sonic continua sendo uma das franquias mais populares dos videogames. Além dos jogos, o personagem expandiu sua presença para filmes, animações, quadrinhos e uma ampla linha de produtos licenciados, mantendo sua relevância entre diferentes gerações.

A nova parceria com a Cacau Show reforça esse momento da marca, apostando em um produto voltado tanto para fãs da franquia quanto para colecionadores de itens de cultura pop.

Colecionável chega em edição limitada

Cada Esfera Sonic (47g) acompanha uma miniatura surpresa e já está disponível nas lojas físicas, revendedoras e no e-commerce da Cacau Show.

Clientes cadastrados no programa Cacau Lovers têm acesso a uma condição promocional exclusiva: a unidade sai por R$ 21,99, enquanto o combo com duas esferas custa R$ 39,99. A promoção é válida até 6 de setembro de 2026, ou enquanto durarem os estoques.

Com mais um licenciamento ligado ao universo gamer, a Cacau Show amplia sua linha de produtos colecionáveis, tendência que tem se tornado cada vez mais frequente entre marcas voltadas à cultura pop.

Netflix impulsiona vendas de livros adaptados para o streaming; títulos cresceram até oito vezes

O DIÁRIO DE UM MAGO. Johnny Massaro as Paulo, Rodrigo Santoro as Petrus in O Diário de Um Mago. Cr. Marcelo Maragni/Netflix © 2026

As adaptações literárias continuam mostrando força no streaming e também nas livrarias. Um levantamento da NielsenIQ BookData, encomendado pela Netflix, revela que livros adaptados para produções da plataforma registraram crescimento significativo nas vendas após suas estreias, chegando a multiplicar os resultados em até oito vezes.

Entre os destaques está Pssica, do escritor paraense Edyr Augusto. Após o lançamento da minissérie produzida pela O2 Filmes e dirigida por Quico Meirelles e Fernando Meirelles, o livro teve as vendas multiplicadas por mais de oito vezes em relação ao mesmo período do ano anterior.

Adaptações impulsionam interesse pelas obras originais

O FILHO DE MIL HOMENS. Rodrigo Santoro as Crisóstomo in O Filho de Mil Homens. Cr. Marcos Serra Lima/Netflix © 2025

O levantamento também aponta crescimento para outras adaptações nacionais lançadas pela plataforma.

O romance O Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe, registrou um aumento de sete vezes nas vendas após a estreia da adaptação cinematográfica dirigida por Daniel Rezende. Já Todo Dia a Mesma Noite: A História Não Contada da Boate Kiss, de Daniela Arbex, teve crescimento superior a três vezes depois do lançamento da minissérie inspirada na obra.

Os dados reforçam um movimento cada vez mais comum no mercado editorial: produções audiovisuais despertam o interesse do público pelos livros que deram origem às histórias.

Novas adaptações já estão em desenvolvimento

A Netflix também confirmou que segue investindo em adaptações de obras literárias brasileiras. Entre os próximos projetos estão A Estranha na Cama, de Raphael Montes, e O Diário de Um Mago, de Paulo Coelho.

Segundo a plataforma, adaptações literárias mantiveram presença constante entre os conteúdos mais assistidos no Brasil ao longo de 2025. Em 48 das 52 semanas do ano, ao menos uma produção baseada em livros figurou entre os dez títulos mais vistos no país.

Netflix participa da Flip 2026

A empresa também marca presença na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, realizada entre 22 e 26 de julho, como patrocinadora do evento.

Durante a programação, a plataforma promove a exibição do primeiro episódio de Cem Anos de Solidão – Parte Dois, além de participar de debates sobre adaptações literárias em parceria com editoras como Companhia das Letras e Editora Record, reunindo produtores, diretoras e executivos envolvidos em futuras produções.

Companhia sul-coreana LEE K-DANCE traz ao Brasil metodologia inédita de criação corporal

(Foto: Ok Sang-hoon)

A relação entre Brasil e Coreia do Sul na área cultural ganhará mais um capítulo em agosto. A companhia LEE K-DANCE, um dos nomes da dança contemporânea sul-coreana, realiza pela primeira vez no país uma atividade voltada ao compartilhamento de seu processo criativo, durante a programação do 24º Festival Dança em Trânsito.

Batizado de My Multiverse, o encontro acontece no dia 9 de agosto, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, e marca a estreia brasileira da metodologia Generative Creatures, pesquisa desenvolvida pela diretora Kyung Eun Lee que orienta as criações da companhia.

Mais processo criativo do que técnica

Diferentemente de oficinas tradicionais, a proposta não é ensinar coreografias prontas. A atividade apresenta como surgem os movimentos que dão origem aos espetáculos da LEE K-DANCE, incentivando cada participante a desenvolver seu próprio processo criativo.

A metodologia parte de elementos básicos, como ponto, linha e plano, e evolui para exercícios que exploram espaço, improvisação e interação coletiva, transformando o corpo em uma ferramenta de experimentação artística.

A filosofia também está presente em ALL THE WORLDS, espetáculo que a companhia apresenta durante o encerramento do Festival Dança em Trânsito.

A dança contemporânea sul-coreana em evidência

Nos últimos anos, a Coreia do Sul passou a chamar atenção internacional não apenas pelo cinema, música e séries, mas também pela dança contemporânea. A LEE K-DANCE faz parte dessa nova geração de companhias que unem pesquisa artística, performance e experimentação para desenvolver uma linguagem própria.

Ao trazer sua metodologia ao Brasil, o grupo oferece uma rara oportunidade para artistas, estudantes e interessados conhecerem de perto um processo criativo normalmente restrito ao desenvolvimento de seus espetáculos.

O workshop é aberto ao público e não exige experiência anterior em dança.

Serviço

Workshop: My Multiverse – Generative Creatures
Companhia: LEE K-DANCE (Coreia do Sul)
Data: 9 de agosto de 2026
Horário: 11h às 13h30
Local: Sala de Espelhos – Teatro Carlos Gomes (Rio de Janeiro)
Duração: 2h30
Vagas: 16 participantes
Inscrições: Festival Dança em Trânsito

‘A Professora de Piano’, clássico de Michael Haneke, retorna aos cinemas em versão restaurada

Um dos filmes mais importantes da carreira de Michael Haneke está de volta às telonas. A Professora de Piano retorna aos cinemas brasileiros em uma versão restaurada em 4K para celebrar os 25 anos de seu lançamento, com sessões antecipadas a partir desta quinta-feira (23) em sete cidades. A estreia nacional acontece em 30 de julho, com distribuição da FILMICCA.

Lançado em 2001, o drama protagonizado por Isabelle Huppert é considerado uma das obras mais marcantes do cineasta austríaco e consolidou seu reconhecimento internacional ao conquistar o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, além dos prêmios de Melhor Atriz para Huppert e Melhor Ator para Benoît Magimel.

Um dos grandes filmes da carreira de Haneke

Baseado no romance homônimo de Elfriede Jelinek, vencedora do Nobel de Literatura, o longa acompanha Erika Kohut, uma respeitada professora de piano do Conservatório de Viena que vive sob o rígido controle da mãe. A rotina da protagonista começa a mudar quando um jovem aluno demonstra interesse por ela, desencadeando uma relação marcada por desejo, obsessão e conflitos psicológicos.

Conhecido por sua abordagem provocadora, Haneke conduz uma narrativa que explora temas como repressão, sexualidade, poder e solidão, características que se tornaram marcas de sua filmografia em títulos como A Fita Branca e Amor.

Sessões antecipadas em sete cidades

Antes da estreia nacional, A Professora de Piano terá exibições especiais nas seguintes cidades:

  • São Paulo – IMS Paulista, CineSesc, Espaço Petrobras de Cinema e Cine LT3
  • Brasília – Cine Brasília
  • Belém – Cine Líbero Luxardo
  • Belo Horizonte – Cine Belas Artes
  • Londrina – Espaço Villa Rica
  • Niterói – Reserva Cultural Niterói
  • Recife – Cinema da Fundação

A programação completa de datas e horários está disponível nos canais oficiais de cada cinema.

A versão restaurada de A Professora de Piano estreia oficialmente nos cinemas brasileiros em 30 de julho.

Documentário inédito revela como a natureza inspirou a obra de Hayao Miyazaki

Muito além de criar algumas das animações mais influentes da história, Hayao Miyazaki construiu uma filmografia marcada pela conexão entre o ser humano e a natureza. Essa relação é o tema central de Miyazaki: Espírito da Natureza, documentário inédito que estreia com exclusividade no Curta! e também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários.

Dirigido por Léo Favier e produzido pela ARTE France, o longa integrou a seleção oficial do Festival de Veneza e revisita mais de cinco décadas da carreira do cineasta por meio de imagens de arquivo, entrevistas recuperadas, trechos de suas animações e depoimentos de familiares, colaboradores e especialistas.

Como a natureza moldou a obra de Miyazaki

O documentário mostra que a preocupação ambiental sempre esteve presente na visão de mundo de Miyazaki, refletindo diretamente em suas histórias e personagens. A produção resgata relatos do próprio diretor sobre a infância e explora como sua admiração pelos elementos naturais ajudou a construir o universo que mais tarde daria origem a clássicos da animação.

Especialistas também analisam a influência do animismo e das tradições japonesas em sua obra. Entre eles está o antropólogo Philippe Descola, que explica como a crença na presença de espíritos na natureza aparece de forma recorrente nos filmes do cineasta.

Os bastidores do Studio Ghibli

Além de abordar a carreira de Miyazaki, o documentário acompanha a criação do Studio Ghibli, fundado ao lado do produtor Toshio Suzuki. O especial reúne ainda depoimentos do filho do diretor, Goro Miyazaki, e mostra como o estúdio consolidou um modelo criativo que priorizou a liberdade artística.

Ao longo da produção, sucessos como O Castelo no Céu, Meu Amigo Totoro e A Viagem de Chihiro são revisitados para mostrar como temas como preservação ambiental, pacifismo e convivência com a natureza se tornaram marcas registradas da filmografia do diretor.

Quando assistir

Miyazaki: Espírito da Natureza estreia na programação do Curta! no dia 29 de julho, às 22h, dentro da faixa Quartas de Cena & Cinema. O documentário também já está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, acessível pelo Prime Video Channels, Claro tv+ e pela plataforma oficial do serviço.

TV Brasil homenageia Luiz Carlos Barreto com entrevista inédita e exibição de ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’

Fernando Frazão / Agência Brasil Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto em entrevista para o Cine Resenha, da TV Brasil

A TV Brasil preparou uma programação especial para homenagear Luiz Carlos Barreto, um dos maiores produtores, diretores e fotógrafos do cinema nacional, que morreu na última quarta-feira (22), aos 98 anos. Nesta sexta-feira (24), a emissora exibe uma edição especial do Cine Resenha, às 21h, seguida pelo clássico Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), às 21h30.

A entrevista foi gravada em 2023, durante as comemorações pelos 60 anos da produtora L.C. Barreto, e reúne Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto em uma conversa sobre a trajetória da produtora, os bastidores de grandes clássicos do cinema brasileiro e os desafios da indústria audiovisual.

Um olhar sobre a história do cinema brasileiro

Durante o programa, Barreto relembra sua participação em obras fundamentais do Cinema Novo, como Vidas Secas (1963) e Terra em Transe (1967), além de comentar a influência de cineastas como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha em sua carreira.

Ao lado de Lucy Barreto, o produtor também compartilha histórias dos bastidores de filmes como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Bye Bye Brasil e O Beijo no Asfalto, além de falar sobre a trajetória da L.C. Barreto, responsável por mais de 150 produções entre longas, documentários e programas de televisão.

A entrevista ainda aborda as indicações ao Oscar de O Quatrilho (1995), dirigido por Fábio Barreto, e O Que É Isso, Companheiro? (1997), de Bruno Barreto, além de discutir o futuro do cinema brasileiro, políticas para o setor e o papel da produção audiovisual na preservação da cultura nacional.

Clássico de Jorge Amado fecha a homenagem

Logo após o Cine Resenha, a TV Brasil exibe Dona Flor e Seus Dois Maridos, adaptação do romance de Jorge Amado dirigida por Bruno Barreto.

Estrelado por Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça, o longa acompanha Dona Flor, professora de culinária que, após perder o marido Vadinho, tenta reconstruir a vida ao lado do farmacêutico Teodoro. A tranquilidade do novo casamento, porém, muda completamente quando o espírito do primeiro marido retorna.

Lançado em 1976, o filme se tornou um dos maiores sucessos da história do cinema brasileiro, ultrapassando 10 milhões de espectadores e permanecendo por décadas como a maior bilheteria nacional. A produção também conquistou dois Kikitos no Festival de Gramado e recebeu indicações ao BAFTA e ao Globo de Ouro.

Serviço

Cine Resenha – Especial Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto
Quando: sexta-feira, 24 de julho
Horário: 21h
Onde: TV Brasil e TV Brasil Play

Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976)
Quando: sexta-feira, 24 de julho
Horário: 21h30
Onde: TV Brasil e TV Brasil Play

BrLab abre curso de fotografia still voltado para cinema e streaming

A fotografia still, responsável pelas imagens que divulgam filmes e séries antes e depois da estreia, será o tema do novo curso promovido pelo BrLab, plataforma dedicada ao desenvolvimento do cinema ibero-americano. A formação acontece nos dias 31 de julho e 1º de agosto, em São Paulo, e marca a estreia de uma nova iniciativa da organização voltada à capacitação de profissionais do mercado audiovisual.

O curso “Fotografia de Cena – Do Roteiro à Divulgação” será conduzido pelos fotógrafos Aline Arruda e Victor Jucá, que compartilharão experiências adquiridas em produções do cinema brasileiro e de plataformas de streaming.

Como funciona a fotografia still nos bastidores

Muito além dos registros de making of, a fotografia still tem papel estratégico na identidade visual de filmes e séries. As imagens produzidas durante as gravações são utilizadas em campanhas de divulgação, cartazes, materiais para a imprensa e plataformas de streaming.

Durante o curso, os participantes terão contato com todas as etapas desse trabalho, desde a preparação para o set até a criação de imagens que representam a obra sem revelar momentos importantes da narrativa.

Voltado para diferentes profissionais do audiovisual

A formação é indicada para fotógrafos, produtores, assistentes de direção, distribuidores, profissionais de marketing, equipes de comunicação e criadores de conteúdo que atuam ou desejam ingressar no mercado audiovisual.

As aulas serão realizadas presencialmente, das 10h às 13h, na sede do BrLab, na região da República, em São Paulo.

Inscrições

As inscrições custam R$ 400 e podem ser feitas pelo e-mail contato@brlab.com.br.

Serviço

Curso: Fotografia de Cena – Do Roteiro à Divulgação

Quando: 31 de julho e 1º de agosto de 2026

Horário: das 10h às 13h

Local: BrLab – Rua Barão de Itapetininga, região da República, São Paulo (SP)

Valor: R$ 400

Inscrições: contato@brlab.com.br

CineMaterna promove sessões adaptadas para famílias com bebês em quatro cinemas de São Paulo

Moana

Ir ao cinema com um bebê pode parecer um desafio, mas essa é justamente a proposta do CineMaterna. Na próxima terça-feira (28), o projeto realiza novas sessões especiais em quatro cinemas da capital paulista, oferecendo um ambiente adaptado para receber famílias com bebês de até 18 meses.

As exibições acontecem nos shoppings SP Market, Partage Santana, Shopping Metrô Itaquera e Shopping VillaLobos, com sessões dos filmes Moana e A Odisseia.

Criado para tornar a experiência mais confortável para pais e responsáveis, o CineMaterna reduz o volume do áudio, mantém a sala parcialmente iluminada e disponibiliza estrutura para cuidados com os bebês durante a sessão.

Sessões contam com estrutura adaptada

Além da exibição dos filmes, as sessões oferecem uma série de recursos voltados às famílias, incluindo:

  • Trocadores equipados dentro da sala de cinema;
  • Espaço reservado para carrinhos de bebê;
  • Ar-condicionado em temperatura mais amena;
  • Som com volume reduzido;
  • Sala parcialmente iluminada;
  • Tapete com brinquedos para bebês que já sentam ou engatinham;
  • Equipe de voluntárias para receber e orientar o público.

Ao término da sessão, as famílias também são convidadas para um encontro informal, promovendo integração e troca de experiências entre mães, pais e cuidadores.

Confira a programação

CinemaFilmeHorárioCortesias
Cinemark SP MarketMoana14h1010
UCI Partage SantanaMoana14h005
Cinépolis Shopping Metrô ItaqueraMoana14h0010
Cinemark VillaLobosA Odisseia14h1010

As cortesias são destinadas às primeiras famílias com bebês de até 18 meses, limitadas a um ingresso por bebê. Após o encerramento da distribuição, os ingressos poderão ser adquiridos normalmente na bilheteria dos cinemas.

Crianças acima de 18 meses e demais acompanhantes também podem participar, respeitando a classificação indicativa de cada filme.

Cobertura Geral | Festival do Japão 2026

Poucos eventos conseguem reunir tradição, memória, gastronomia, cultura pop, negócios e diferentes gerações em um mesmo espaço de forma tão natural quanto o Festival do Japão. Durante três dias, a 27ª edição do evento transformou o São Paulo Expo em um grande ponto de encontro entre Brasil e Japão, mostrando que sua importância vai muito além de uma programação cultural.

O JWave acompanhou toda a programação e, para quem visitou o Festival pela primeira vez, a impressão foi praticamente a mesma durante os três dias: corredores movimentados, apresentações acontecendo simultaneamente, um tour gastronômico e com milhares de pessoas vindas de diferentes partes o Brasil. Mas bastavam alguns minutos caminhando pelos pavilhões para perceber que o evento representa muito mais do que um grande encontro de admiradores da cultura japonesa.

Ao longo de quase três décadas, o Festival consolidou-se como um dos principais instrumentos de preservação da história da imigração japonesa no Brasil. Mais do que apresentar tradições ao público, ele ajuda a manter vivas as associações das 47 províncias japonesas, responsáveis por preservar costumes, culinária, manifestações artísticas e parte importante da identidade da comunidade nikkei. Essa missão continua sendo o grande diferencial do evento.

Mais que um festival, um patrimônio da comunidade nikkei

Giuliano Peccilli

Criado em 1998 pelo Kenren (Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil), o Festival do Japão nasceu com um objetivo bastante claro de aproximar o público brasileiro das tradições japonesas e fortalecer as associações de províncias espalhadas pelo país.

Desde então, o evento cresceu junto com a própria comunidade. Depois das primeiras edições realizadas na Marquise do Ibirapuera e na Assembleia Legislativa de São Paulo, encontrou no atual São Paulo Expo espaço suficiente para se transformar em uma das maiores celebrações da cultura japonesa realizadas fora do Japão.

Ao contrário do que muitos imaginam, porém, o Festival nunca foi pensado apenas como entretenimento.

Cada prato vendido, oficina realizada, apresentação artística ou demonstração cultural ajuda diretamente associações que há décadas trabalham para preservar a memória dos primeiros imigrantes japoneses. Em muitos casos, o Festival representa uma das principais fontes de arrecadação dessas entidades, garantindo recursos para que continuem promovendo atividades culturais ao longo de todo o ano.

Essa característica faz com que a experiência seja diferente da maioria dos grandes eventos realizados em São Paulo. O visitante não encontra apenas uma feira ou atrações, mas uma verdadeira vitrine da cultura japonesa construída coletivamente por centenas de voluntários.

Talvez esse seja justamente o aspecto menos percebido por quem visita o Festival pela primeira vez. Enquanto milhares de pessoas percorrem os corredores do São Paulo Expo, centenas de voluntários trabalham nos bastidores preparando pratos típicos, organizando apresentações, orientando visitantes e mantendo viva uma tradição construída ao longo de gerações pela própria comunidade nikkei.

Kizuna: os laços que unem gerações

Em 2026, o Festival adotou como tema “Kizuna – Laços que Unem”, conceito japonês que representa os vínculos construídos entre pessoas, famílias e comunidades.

Mais do que uma identidade visual, o conceito esteve presente em praticamente todos os ambientes.

Famílias inteiras caminharam lado a lado pelos pavilhões. Avós apresentaram aos netos receitas típicas que marcaram suas histórias. Jovens vestidos como personagens de anime dividiram espaço com praticantes de artes tradicionais, enquanto visitantes sem qualquer descendência japonesa descobriram pela primeira vez aspectos da cultura do país.

É justamente essa convivência que torna o Festival uma experiência única.

Durante os três dias, foi possível observar públicos bastante diferentes compartilhando os mesmos espaços. Descendentes de japoneses, estudantes da língua, famílias, turistas, fãs de animes e visitantes curiosos circularam pelos corredores em busca de experiências distintas, mas conectados por um mesmo interesse: conhecer um pouco mais da cultura japonesa.

As caravanas organizadas por associações de diversas regiões do Brasil também reforçaram esse espírito de integração, ampliando o intercâmbio entre comunidades nikkeis e fortalecendo o papel do Festival como um dos principais pontos de encontro da cultura japonesa no país.

A gastronomia continua sendo o coração do Festival

Giuliano Peccilli

Se existe um espaço capaz de reunir praticamente todos os visitantes, ele continua sendo a área gastronômica.

Durante os três dias, filas se formaram diante dos estandes das associações de províncias. Para muitos frequentadores, experimentar pratos regionais já se tornou um ritual que se repete a cada edição.

Em 2026, o Festival reuniu 44 das 47 províncias japonesas, cada uma apresentando receitas preparadas pelas próprias associações. Diferentemente de festivais gastronômicos tradicionais, os pratos não são produzidos por restaurantes comerciais, mas por voluntários que preservam receitas transmitidas entre gerações.

Giuliano Peccilli

Essa talvez seja uma das maiores riquezas do Festival.

Cada estande representa uma pequena parte do Japão, carregando histórias familiares, ingredientes característicos de determinada região e tradições que atravessaram o oceano junto com os primeiros imigrantes.

Entre os destaques estiveram especialidades como o Karê Pan de Saitama, o Katsuo no Tataki de Kochi, o Okonomiyaki de Wakayama e a tradicional versão preparada ao estilo de Hiroshima, mostrando a riqueza gastronômica existente entre as diferentes províncias japonesas.

Outro diferencial desta edição foi a segunda versão do aplicativo oficial da área gastronômica, que permitiu aos visitantes consultar fotos, ingredientes, descrições dos pratos e informações voltadas à acessibilidade alimentar antes mesmo de enfrentar as filas.

A gastronomia continua exercendo um papel fundamental na manutenção das associações de províncias, que encontram no Festival uma importante fonte de recursos para preservar suas atividades culturais durante todo o ano.

Cultura tradicional segue dividindo espaço com novas gerações

Giuliano Peccilli

Outro aspecto que chama atenção ao longo do Festival é a forma como diferentes manifestações culturais convivem naturalmente.

Enquanto o Palco Principal reuniu apresentações musicais, grupos de taiko, danças folclóricas e artistas convidados, outros espaços ofereceram experiências bastante diferentes entre si, permitindo que cada visitante construísse seu próprio roteiro.

Poucos metros adiante, oficinas de furoshiki, origami, shodô, sumi-ê, mizuhiki, mangá e outras expressões artísticas aproximaram crianças e adultos de técnicas tradicionais japonesas que continuam despertando curiosidade mesmo entre quem nunca teve contato com essa cultura. Nesta edição, a programação ganhou novidades como a técnica de gravura em madeira Mokuhanga e uma área dedicada aos jogos tradicionais japoneses, ampliando ainda mais as possibilidades de interação do público.

Giuliano Peccilli

Essa convivência entre tradição e contemporaneidade sempre foi uma das características mais marcantes do Festival do Japão.

Não existe um roteiro obrigatório.

Em poucos minutos, o visitante podia assistir a uma apresentação de taiko, participar de uma oficina artística, conhecer um espaço dedicado à ancestralidade ou simplesmente caminhar pelos corredores observando manifestações culturais que dificilmente seriam encontradas reunidas em outro lugar do país.

Cultura pop amplia o alcance do Festival sem perder suas raízes

Giuliano Peccilli

Ao mesmo tempo em que preserva tradições centenárias, o Festival do Japão continua ampliando seu diálogo com novos públicos.

Essa aproximação ficou evidente no AkibaSpace, espaço dedicado à cultura pop japonesa que, mais uma vez, figurou entre os ambientes mais movimentados da programação.

Inspirado em Akihabara, bairro de Tóquio conhecido mundialmente por sua forte ligação com animes, mangás, games e tecnologia, o espaço reuniu atrações capazes de aproximar visitantes mais jovens da cultura japonesa.

Giuliano Peccilli

Um dos principais destaques desta edição foi a exposição oficial em comemoração aos 40 anos de Cavaleiros do Zodíaco, que trouxe ao Brasil reproduções oficiais das ilustrações de Masami Kurumada, além da presença da cantora Yumi Matsuzawa, intérprete de músicas marcantes da franquia. A programação também contou com concursos de cosplay, apresentações musicais, palestras e diversas atividades voltadas ao universo otaku.

Essa integração entre tradição e cultura pop demonstra como o Festival vem acompanhando a evolução do próprio público. Muitos visitantes chegam atraídos pelos animes e acabam descobrindo aspectos da imigração japonesa, da culinária regional e das manifestações culturais que fazem parte da história do evento.

Giuliano Peccilli

Essa ponte entre gerações também aparece no FJTAON, projeto criado durante a pandemia e que hoje se consolidou como um dos espaços mais modernos do Festival. O ambiente reuniu artistas independentes, influenciadores, criadores de conteúdo, karaokê, ativações interativas e um Artist Alley que cresce a cada edição, mostrando como a cultura japonesa continua inspirando novas formas de expressão artística.

Mais do que entretenimento, um espaço de aprendizado

Giuliano Peccilli

Quem percorreu o Festival percebeu rapidamente que ele também funciona como um grande centro de difusão cultural.

O Mini Auditório ofereceu uma programação voltada ao intercâmbio entre Brasil e Japão, reunindo palestras sobre educação, empreendedorismo, literatura, gastronomia, turismo, idioma e oportunidades de estudo.

Na mesma proposta, a Alameda Literária retornou em sua terceira edição reunindo escritores, quadrinistas, editoras independentes e artistas que discutiram identidade, ancestralidade e representatividade asiático-brasileira.

Já a Expo Japan ampliou a presença do setor empresarial dentro do Festival, reunindo empresas japonesas interessadas em fortalecer relações comerciais com o mercado brasileiro e aproximando o público de produtos e tendências vindos diretamente do Japão.

Kizuna ganha significado além do tema da edição

Se o conceito de Kizuna apareceu na identidade visual do Festival, ele também pôde ser percebido em experiências espalhadas pelos pavilhões.

O recém-criado Espaço Kizuna foi talvez o exemplo mais evidente dessa proposta. Utilizando bancos de dados históricos, registros da imigração e recursos digitais, o ambiente convidou descendentes de japoneses a pesquisarem suas origens, enquanto visitantes sem ascendência puderam conhecer melhor as 47 províncias japonesas.

O mesmo espírito apareceu no Takkyu Volley, modalidade inclusiva criada no Japão que reúne pessoas com e sem deficiência na mesma equipe, reforçando valores como cooperação, respeito e convivência.

Nas apresentações de artes marciais, a tradição também foi além do aspecto esportivo. Demonstrações de judô, karatê, kendô, iaidô, naginata e outras modalidades apresentaram ao público princípios ligados à disciplina, honra, perseverança e respeito, valores que acompanham essas práticas há séculos e permanecem vivos dentro da cultura japonesa.

Um Festival pensado para todas as idades

Giuliano Peccilli

Outra característica que continua diferenciando o Festival do Japão é sua capacidade de reunir diferentes gerações em uma mesma programação.

Enquanto crianças participaram de oficinas culturais e atividades lúdicas inspiradas na tradição japonesa, pais e avós encontraram espaços voltados ao descanso, ao bem-estar e à convivência.

A Área da Criança, criada há mais de duas décadas, manteve sua proposta de aproximar os pequenos da cultura japonesa por meio de brincadeiras, oficinas e atividades educativas. Neste ano, um dos destaques foi a introdução dos dōyō, tradicionais canções infantis japonesas acompanhadas por instrumentos como koto e sanshin.

Já o Espaço Longevidade reforçou um dos valores mais presentes na cultura japonesa: o respeito aos idosos. Com atividades voltadas ao envelhecimento ativo, apresentações culturais, serviços gratuitos e demonstrações de novas tecnologias para reabilitação, o ambiente ampliou a proposta de acolhimento que acompanha o Festival há anos.

Outro aspecto que também merece destaque foi o fortalecimento das ações de sustentabilidade. A organização implantou um sistema de coleta seletiva distribuído por todo o evento, acompanhado por equipes de orientação e materiais educativos, buscando reciclar integralmente os resíduos gerados durante os três dias de programação.

Uma edição que reafirma a identidade do Festival

Giuliano Peccilli

Mesmo após quase três décadas de história, o Festival do Japão continua encontrando maneiras de se renovar sem abrir mão de sua essência.

Ao longo dos três dias de cobertura realizados pela JWave, ficou evidente que o evento permanece fiel ao propósito que motivou sua criação: preservar a cultura japonesa, fortalecer as associações de províncias e aproximar diferentes gerações por meio de experiências que vão muito além do entretenimento.

É justamente essa combinação entre tradição e renovação que faz do Festival uma experiência única. Em poucos passos, o visitante atravessa séculos de história, conhece costumes preservados pela comunidade nikkei, experimenta sabores vindos de diferentes regiões do Japão e descobre como essas tradições continuam encontrando espaço entre crianças, jovens e adultos.

Mais do que uma celebração da cultura japonesa, a 27ª edição reafirmou o papel do Festival como um espaço de preservação da memória da imigração, fortalecimento das associações de províncias e aproximação entre diferentes gerações.

Ao reunir gastronomia, manifestações tradicionais, cultura pop, experiências interativas e milhares de visitantes durante três dias de programação, o Festival mostrou que tradição e renovação podem caminhar lado a lado. Em um momento em que o intercâmbio cultural ganha cada vez mais importância, o evento segue como um dos principais elos entre Brasil e Japão e um exemplo de como preservar o passado também significa construir o futuro.

Liga Guaraná entra na reta final da fase Open com vagas para a final presencial em São Paulo

Os jogadores de EA SPORTS FC ainda têm alguns dias para garantir participação na Liga Guaraná, campeonato organizado por Guaraná Antarctica em parceria com a PlayStation. A fase Open segue aberta até 26 de julho, dando aos participantes a última oportunidade de somar pontos e buscar uma vaga nas etapas decisivas da competição.

Disputado pelo PlayStation Tournaments, o torneio reúne jogadores de todo o Brasil em partidas online. A classificação é definida por um sistema de pontuação acumulada ao longo da fase inicial, com os melhores colocados avançando para as qualificatórias.

Qualificatórias definem os finalistas

As qualificatórias acontecem entre 1º e 8 de agosto e vão definir os quatro jogadores que disputarão a grande final presencial, marcada para 16 de agosto, no Shopping Cidade São Paulo, na capital paulista.

Além da vaga na decisão, os finalistas terão as despesas de viagem custeadas e participarão de ativações preparadas durante o evento.

PlayStation 5 Pro está entre as premiações

O campeão da Liga Guaraná receberá um PlayStation 5 Pro. Já o vice-campeão leva um PlayStation 5, enquanto o terceiro e o quarto colocados serão premiados com acessórios oficiais da marca PlayStation.

Além da competição, a parceria entre Guaraná Antarctica e PlayStation também inclui uma promoção no Zé Delivery. Até 10 de agosto, consumidores que comprarem produtos da marca pelo aplicativo poderão concorrer a consoles PlayStation 5, headsets, vouchers da PlayStation Plus, vales-compra da Netshoes e cupons de desconto.

Serviço

Liga Guaraná – EA SPORTS FC (PlayStation Tournaments)

  • Fase Open: até 26 de julho
  • Qualificatórias: de 1º a 8 de agosto
  • Final presencial: 16 de agosto
  • Local: Shopping Cidade São Paulo (São Paulo)