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MUBI revela primeiro clipe de Rosebush Pruning, novo filme de Karim Aïnouz

Da esq. para a dir.: Elle Fanning, Jamie Bell, Callum Turner, Lukas Gage (em pé), Riley Keough e Tracy Letts (sentados) Crédito: Felix Dickenson

A MUBI divulgou o primeiro clipe de Rosebush Pruning, novo longa de Karim Aïnouz, um dos títulos mais aguardados da competição oficial da Festival Internacional de Cinema de Berlim. O filme marca mais um passo do diretor brasileiro em produções internacionais e reúne um elenco estelar que inclui Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Lukas Gage, Elena Anaya, Tracy Letts, Elle Fanning e Pamela Anderson.

Ambientado em uma mansão na Catalunha, Rosebush Pruning é descrito como uma sátira contemporânea sobre as contradições da família tradicional. A trama acompanha quatro irmãos — Jack, Ed, Anna e Robert — herdeiros de uma fortuna que vivem isolados do mundo exterior, cercados por luxo, roupas de grife e conflitos mal resolvidos. O equilíbrio frágil da família começa a ruir quando Jack, o irmão mais velho, anuncia que vai abandonar o pai cego e os irmãos para viver com a namorada. A partir daí, segredos vêm à tona, incluindo revelações sobre a morte da mãe, levando o grupo a uma espiral de tensão e violência.

O roteiro é assinado por Efthimis Filippou, conhecido por sua colaboração com Yorgos Lanthimos em filmes como O Lagosta e O Sacrifício do Cervo Sagrado. A equipe criativa reúne nomes recorrentes na filmografia de Aïnouz, como a diretora de fotografia Hélène Louvart, além da figurinista Bina Daigeler e do diretor de arte Rodrigo Martirena.

Assista o Clipe

Produzido por The Match Factory, The Apartment e Gold Rush Pictures, o filme conta com financiamento da própria MUBI e apoio de fundos e incentivos da Espanha, Alemanha e Reino Unido. As vendas internacionais também ficam a cargo da The Match Factory.

Rosebush Pruning chega à Berlinale como mais um capítulo da trajetória internacional de Karim Aïnouz, que nos últimos anos passou por Cannes com A Vida Invisível, O Jogo da Rainha e Motel Destino. A MUBI ainda não divulgou a data de lançamento do filme nos cinemas ou no streaming, mas o clipe recém-lançado já indica um tom ácido e provocador, em sintonia com o cinema autoral que consolidou o diretor no circuito internacional.

Eu, Meu Pai e um Bebê | Aimee Lou Wood lidera nova sitcom britânica que estreia hoje no Filmelier+

A partir desta quinta-feira, 5 de fevereiro, o Filmelier+ estreia com exclusividade no Brasil a série britânica Eu, Meu Pai e um Bebê (Daddy Issues), sitcom protagonizada por Aimee Lou Wood ao lado de David Morrissey. A primeira temporada já está disponível na íntegra, com seis episódios de cerca de 30 minutos cada.

Criada pela comediante Danielle Ward, a série parte de uma premissa simples, mas cheia de tensão emocional e humor afiado: Gemma (Wood) descobre estar grávida após um romance de verão e, ao mesmo tempo, passa a dividir o apartamento com Malcolm (Morrissey), seu pai recém-divorciado. O convívio entre os dois expõe fragilidades, choques geracionais e tentativas atrapalhadas de reorganizar a vida adulta quando tudo sai do roteiro.

Comédia britânica com olhar íntimo

Conhecida do público por papéis em Sex Education e The White Lotus, Aimee Lou Wood entrega aqui uma personagem que equilibra vulnerabilidade e ironia, em uma narrativa que fala sobre maternidade inesperada, relações familiares e a dificuldade de crescer — mesmo quando se é adulto. O elenco conta ainda com Sharon Rooney (My Mad Fat Diary) e David Fynn (Harlan Coben – Lázaro), reforçando o DNA da comédia britânica contemporânea.

Sem apostar em grandes ganchos ou exageros, Eu, Meu Pai e um Bebê se destaca pelo tom íntimo e pelos diálogos afiados, transformando situações desconfortáveis em humor cotidiano, muitas vezes agridoce.

Onde assistir

O Filmelier+ é o canal por assinatura da SOFA DGTL, disponível dentro do Prime Video por R$ 14,90 mensais. A proposta do streaming é reunir séries e filmes guiados pela curadoria editorial do Filmelier, com foco em boas histórias — independentemente de gênero, origem ou escala de produção.

Version 1.0.0

Ficha Técnica

Comédia – 2024

Elenco: Aimee Lou Wood, David Morrissey e Sharon Rooney

A2 Filmes aposta no Content Americas para ampliar presença na América Latina

A participação da A2 Filmes no Content Americas, realizado em Miami, reforçou a estratégia da empresa de consolidar e expandir sua atuação na América Latina. Em parceria com a Great Movies, a distribuidora brasileira utilizou o evento como plataforma para fortalecer relações comerciais e observar de perto as transformações do mercado regional.

Para Alexandre Freire, diretor da A2 Filmes, o Content Americas segue sendo um dos principais espaços de contato direto com emissoras, distribuidores e plataformas latino-americanas. “É um mercado pensado para a América Latina. Mais do que fechar negócios imediatos, ele permite criar e manter relacionamentos de longo prazo”, afirma. Segundo ele, o evento já faz parte do calendário fixo da empresa, ao lado do MIP Cancún, como encontros prioritários para apresentação de catálogo e prospecção.

TVs locais ganham protagonismo

A edição deste ano evidenciou um momento de transição entre os grandes estúdios internacionais, marcado por fusões, reorganizações internas e decisões mais cautelosas. Esse cenário, de acordo com Freire, impacta diretamente o ritmo das negociações globais. “As grandes empresas passam por mudanças estruturais e culturais, o que naturalmente desacelera processos e revisões de orçamento”, explica.

Nesse contexto, as televisões locais da América Latina assumem papel ainda mais estratégico. “É com as TVs nacionais e regionais que o negócio acontece de forma mais concreta hoje. Cada país tem suas particularidades, e é ali que conseguimos construir acordos sólidos”, avalia o executivo.

AVOD no centro das discussões

Outro ponto que se destacou no evento foi o crescimento do modelo AVOD (vídeo sob demanda com publicidade). Para a A2 Filmes, esse segmento surge como um dos principais vetores de expansão, ao permitir operações menos restritas por fronteiras geográficas. “O AVOD amplia o alcance e cria oportunidades para negociar com parceiros de diferentes territórios, inclusive fora da América Latina”, diz Freire.

Ele ressalta que, diante de um cinema independente mais seletivo e de um mercado SVOD cada vez mais competitivo, o AVOD se consolida como um espaço relevante de crescimento. “Ficou claro que o digital é hoje um centro importante de receita.”

Construção de relações como estratégia

Freire destaca ainda o papel do Content Americas como ponto inicial de aproximação com novos parceiros. As reuniões rápidas, segundo ele, funcionam como um primeiro filtro para identificar afinidades de negócio. “Não é onde se fecham grandes contratos, mas onde se entende se faz sentido avançar. A partir daí, o relacionamento se aprofunda.”

Esse formato também facilita o acesso a emissoras médias e menores da região, contatos que dificilamente justificariam viagens individuais. “Todos estão ali. É onde a conversa começa.”

Com um catálogo estruturado para múltiplas janelas, a A2 Filmes chega a 2026 focada em expandir sua presença nos segmentos com maior potencial. “Estamos bem posicionados em termos de conteúdo. Agora, o foco é crescer onde o mercado aponta oportunidades reais — e o AVOD é, sem dúvida, uma delas”, conclui o diretor.

Preservação digital: o valor da retrocompatibilidade nos games

Créditos- istock:Girts Ragelis

Durante décadas, trocar de console significava, quase sempre, recomeçar do zero. Cartuchos, discos e bibliotecas inteiras ficavam presos a um hardware específico, muitas vezes condenado ao esquecimento com o avanço tecnológico. Esse ciclo começou a ser questionado nos últimos anos, à medida que a indústria de games amadureceu e passou a enxergar seu próprio legado como um ativo cultural, econômico e histórico.

A mudança de postura é visível na geração atual de consoles. Em vez de romper com o passado, as fabricantes passaram a investir em soluções que permitem manter viva a experiência acumulada por milhões de jogadores ao longo do tempo. A retrocompatibilidade, antes tratada como um recurso secundário, tornou-se um diferencial estratégico.

O fim das barreiras entre as gerações de consoles

O avanço da arquitetura de hardware e dos sistemas operacionais abriu caminho para que jogos de gerações anteriores funcionem de forma estável em plataformas modernas. Diferentemente do que ocorria no passado, quando limitações técnicas impediam essa continuidade, hoje há uma preocupação clara em preservar o acesso à biblioteca de games construída pelo jogador.

Esse movimento atende a uma demanda prática e simbólica. Do ponto de vista do consumidor, representa respeito ao investimento feito ao longo dos anos em jogos físicos e digitais. Do lado da indústria, reduz a fragmentação entre gerações e fortalece ecossistemas de longo prazo, nos quais a troca de console não implica a perda de acesso a títulos marcantes.

Antes mesmo do lançamento da atual geração, a possibilidade de rodar jogos do PlayStation 4 em hardware mais recente seria um fator decisivo para muitos consumidores. A expectativa se confirmou: a retrocompatibilidade passou a ser vista como parte essencial da experiência gamer e não apenas como um bônus técnico.

Nesse cenário, a facilidade de acessar milhares de títulos de gerações anteriores através da retrocompatibilidade é um dos pontos mais elogiados na arquitetura do PlayStation 5, permitindo que o legado dos grandes estúdios continue vivo. A solução garante que jogos clássicos permaneçam disponíveis em um ambiente moderno, com melhorias de desempenho, tempos de carregamento reduzidos e maior estabilidade.

Por que a preservação dos games é importante para a cultura?

Mais do que entretenimento, os videogames consolidaram-se como expressão cultural. Títulos que marcaram época ajudam a contar a história da evolução tecnológica, das narrativas interativas e do próprio comportamento de consumo. Preservá-los significa manter acessível uma parte relevante da memória coletiva de diferentes gerações.

Sem iniciativas de preservação, muitos jogos correm o risco de desaparecer, seja pela obsolescência do hardware, seja pela perda de servidores e serviços online. A retrocompatibilidade surge, portanto, como uma resposta prática a esse desafio, ao lado de remasterizações, relançamentos digitais e catálogos por assinatura.

O valor da nostalgia também entra em cena. Revisitar experiências do passado se tornou uma estratégia relevante para empresas de diferentes setores, inclusive o de tecnologia e entretenimento. No universo dos games, esse resgate conecta jogadores veteranos à nova geração, criando pontes entre públicos distintos.

Ao permitir que consoles atuais abriguem títulos de diferentes épocas, a indústria reconhece que sua história importa. A preservação digital deixa de ser apenas uma questão técnica e passa a ocupar um espaço central no debate sobre acesso, memória e continuidade, reforçando o papel dos videogames como patrimônio cultural do século XXI.

Texto escrito por Gabriela Paiva – Conversion

Crítica | Living the Land

Quando se fala na China hoje em dia, o imaginário costuma ir direto à modernidade e a um país cuja economia exerce forte influência no mundo. Mas nem sempre foi assim. Living the Land exalta justamente uma China rural e pobre, em choque com a modernidade em 1991.

Segundo longa de Huo Meng, a produção funciona como uma homenagem às suas histórias de infância, retratando as relações familiares e a forma como a vida rural se organiza no dia a dia. Muitas dessas histórias acabam gerando identificação, seja por experiências próprias, seja por memórias transmitidas de geração em geração.

Seguindo um tom natural, sem pressa, quase como se a câmera estivesse apenas observando a vida acontecer, conhecemos o garoto Chuang, que vê seus pais partirem para o Sul em busca de melhores oportunidades de trabalho, enquanto ele permanece no vilarejo com a família.

É nesse cotidiano que acompanhamos Chuang indo ao colégio e nos deparamos com peculiaridades marcantes, como o pagamento da mensalidade escolar feito em sacos de trigo, e não em dinheiro. Mesmo “no meio do nada”, a tia o incentiva a tirar boas notas, pensando em uma futura faculdade, numa tentativa clara de romper com o ciclo aparentemente interminável que prende gerações da família ao interior.

Com o passar dos dias, o filme acompanha cada um dos familiares de Chuang, o casamento da tia, o rígido controle de natalidade da China, o esforço do Estado em registrar seus habitantes e a convivência com uma geração idosa que sequer possuía nome oficial. A bisavó do próprio Chuang, por exemplo, é registrada apenas como Sra. Li-wang nº 3.

É nesse contexto simples, marcado por uma população pouco esclarecida e por estruturas comunitárias muito sólidas, que os primeiros sinais de mudança começam a surgir. Tratores aparecem, a eletricidade chega, e até uma televisão “comunitária” é ligada na rua, reunindo todos ao redor para assistir juntos. São pequenos indícios de uma modernidade que já existia em outras partes do mundo, mas que finalmente alcançava essa China rural. Nesse ponto, é inevitável traçar um paralelo com o Brasil da mesma época, como visto em obras como a novela Tieta, que também retrata a chegada da eletricidade e da televisão num ambiente também rural, como Agreste.

Um dos momentos mais curiosos acontece quando os pais de Chuang retornam para o Ano Novo Chinês e falam sobre a região onde estão vivendo. O feriado nacional surge como um elo entre famílias separadas pela migração e, ao mesmo tempo, revela uma juventude que passa a enxergar outros horizontes, sonhando em seguir caminhos parecidos com os dos pais de Chuang em busca de um futuro melhor. Algo que não só gera identificação, como reflete um movimento bastante comum também no Brasil.

Huo Meng mantém esse recorte intimista ao longo de todo Living the Land, apostando em um elenco de atuação extremamente natural e em cenas longas que não apenas valorizam o cenário, mas fortalecem a conexão com os personagens. O filme é construído a partir de pequenas histórias, como a bisavó ensinando a colocar pedras para aumentar o peso do algodão, momentos simples que geram identificação e evocam memórias familiares.

Wang Shang entrega um Chuang contido e verdadeiro, mas quem realmente rouba a cena é Zhang Chuwen no papel da bisavó, com suas histórias, observações afiadas e respostas sempre na ponta da língua.

Por seu tom intimista e repleto de memórias familiares, Living the Land constrói o retrato de uma China prestes a mudar. Ao mesmo tempo, ao se apoiar em histórias universais, o filme ultrapassa fronteiras culturais e acaba falando também sobre nós. Talvez seja justamente aí que more sua maior força.

Trailer

Ficha Técnica

Nota: 4,5 (de 5)

Living the Land

Direção e roteiro: Huo Meng
Produção: Zhang Fan, Xu Chunping, Yao Chen, Jiang Hao, Cai Yuan
Elenco: Wang Shang, Zhang Chuwen, Zhang Yanrong, Zhang Caixia, Cao Lingzhi
Fotografia: Guo Daming
Montagem: Huo Meng
Trilha sonora: Wan Jianguo

Produção: Floating Light Film and Culture Co., Ltd.; Film Group; Phoenix Legend Films Co., Ltd.; Bad Rabbit Pictures Co., Ltd.; Lianray Pictures
Distribuição: Autoral Filmes

Estreia: 05 de fevereiro
Duração: 132 minutos
País: China
Idioma: Mandarim

Agradecimentos a Autoral Filmes pela produção deste conteúdo

Anime Friends 2026 traz de volta Cybercop com Tomonori Yoshida e Tom Saeba no Brasil

O Anime Friends 2026 confirmou dois convidados que ocupam um lugar especial na memória afetiva dos fãs de tokusatsu no Brasil: Tomonori Yoshida e Tom Saeba, protagonistas da clássica série Dennou Keisatsu Cybercop, exibida no país como Cybercop – Os Policiais do Futuro. Os atores estarão presentes durante todos os dias do evento, de 2 a 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Produzida pela Toho e exibida originalmente no Japão entre 1988 e 1989, Cybercop marcou uma virada no tokusatsu ao apostar em um visual urbano, armaduras high-tech e uma trama mais próxima da ficção científica cyberpunk do que da fantasia tradicional do gênero.

O que é Cybercop e por que a série marcou época

Ambientada em um futuro próximo, a série acompanha a criação da divisão especial ZAC (Zero Section Armed Constable), formada para combater o avanço do crime tecnológico em Tóquio. Para isso, a polícia passa a utilizar armaduras de combate conhecidas como Unidades Cyber, cada uma equipada com armas, sensores e funções específicas.

O diferencial de Cybercop sempre esteve no tom mais sério, na presença constante de tecnologia, computadores, inteligência artificial e na ideia de um inimigo que vinha do próprio avanço descontrolado da ciência. Isso fez com que a série se destacasse entre as produções do fim dos anos 1980.

Júpiter e Saturno

Tomonori Yoshida interpretou Shinya Takeda / Júpiter, o protagonista da série. Misterioso, Takeda surge no início da trama sem memória e, aos poucos, revela sua ligação com o futuro e com a guerra contra a organização Destrap. Júpiter é o personagem mais poderoso da equipe, capaz de invocar a chamada Cyber-Força, que libera armas e habilidades especiais. O papel consolidou Yoshida como um dos rostos mais lembrados do tokusatsu.

Tom Saeba deu vida a Ryoichi Mori / Saturno, o integrante mais descontraído do grupo. Mulherengo, bem-humorado e estratégico, Saturno era responsável por sensores, radares e leitura de dados, funcionando como os “olhos” da equipe em campo. Sua personalidade contrastava com o clima tenso da série e o tornou um dos personagens mais carismáticos para o público.

Cybercop no Brasil

No Brasil, Cybercop chegou em 1990, exibida pela Sato Company na extinta Rede Manchete, dentro do Clube da Criança. A série rapidamente conquistou bons índices de audiência e entrou para o grupo de produções japonesas que ajudaram a formar a chamada “geração Manchete”.

Anos depois, Cybercop ainda ganhou reprises na CNT e em emissoras regionais, além de versões em quadrinhos publicadas pela Editora Abril. Mesmo décadas após sua exibição original, a série segue sendo uma das mais lembradas quando o assunto é tokusatsu no Brasil.

O encontro com os fãs no Anime Friends 2026

Anime Friends 2024 _ Crédito Divulgação – Maru Division

Durante o Anime Friends 2026, Tomonori Yoshida e Tom Saeba participam de painéis especiais, nos quais devem relembrar bastidores da produção, curiosidades das gravações, a experiência de trabalhar com armaduras pesadas e a recepção calorosa da série fora do Japão, especialmente no Brasil. Também estão previstas sessões de Meet & Greet, permitindo que fãs tirem fotos, peçam autógrafos e conversem diretamente com os atores.

A presença da dupla reforça a tradição do evento em valorizar o tokusatsu clássico, colocando no mesmo espaço fãs veteranos e novas gerações que descobriram essas séries por meio da internet, streaming e cultura pop retrô.

Sobre o Anime Friends

Criado no fim dos anos 1990, o Anime Friends se consolidou como o maior evento de cultura pop asiática da América Latina, reunindo anime, mangá, tokusatsu, games, música japonesa e artistas internacionais. Atualmente, o festival é produzido pela Maru Division, responsável por ampliar a estrutura do evento e trazer convidados históricos do Japão ao Brasil.

Serviço – Anime Friends 2026

Quando: 2 a 5 de julho de 2026
Onde: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Ingressos: à venda a partir de 6 de fevereiro, às 12h, pela Ticket360
Mais informações: animefriends.com.br

Supergirl: O Mundo chega ao Brasil com história ambientada no país

A DC Comics confirmou Supergirl: O Mundo, nova antologia internacional dedicada à Kara Zor-El que será lançada simultaneamente em vários países no dia 2 de junho de 2026. No Brasil, a publicação fica por conta da Editora Panini, marcando mais um capítulo da série de projetos globais iniciada com Batman: O Mundo e Superman: O Mundo.

A ideia aqui não é reinventar a personagem, mas observar como ela se transforma quando atravessa culturas diferentes. Cada país convidado apresenta uma história curta e autoral, criando um retrato coletivo da Supergirl como símbolo universal de empatia, força e pertencimento.

O Brasil integra o projeto com uma história completa assinada por Fernanda Chiella, responsável por roteiro, arte e capa do capítulo nacional. Na trama, Kara vem ao país em busca de descanso, mas acaba envolvida em uma missão inesperada e íntima: ajudar uma criança a encontrar seu cachorro desaparecido. Ao lado de Krypto, a narrativa percorre cenários brasileiros com leveza e afeto, apostando mais no cotidiano do que no épico.

A antologia reúne artistas de 15 países, formando um verdadeiro painel internacional de estilos e abordagens. Participam do projeto:

  • Estados Unidos: Mariko Tamaki (roteiro), Skylar Patridge (arte) e Joëlle Jones (capa)
  • Espanha: Aneke (roteiro, arte e capa)
  • Itália: Francesca Michielin (roteiro) e Federica Croci (arte e capa)
  • Sérvia: Uroš Dimitrijević (roteiro) e Stevan Subic (arte e capa)
  • Camarões: Njoka Suyru (roteiro), Coeurtys Ulrich Minko (esboços) e Ejob Nathanael Ejob (arte e capa)
  • Finlândia: Johanna Sinisalo (roteiro) e Rosi Kämpe (arte e capa)
  • Argentina: Tomás Wortley (roteiro) e Rocío Zucchi (arte e capa)
  • Turquia: Mahmud Asrar (roteiro, arte e capa)
  • França: Kid Toussaint (roteiro) e Joël Jurion (arte e capa)
  • Brasil: Fernanda Chiella (roteiro, arte e capa)
  • Polônia: Anna Krztoń (roteiro) e Kasia Nie (arte e capa)
  • México: Mariana Moreno (roteiro, arte e capa)
  • Alemanha: Yann Krehl (roteiro) e Marie Sann (arte e capa)
  • Colômbia: Sara (roteiro, arte e capa)
  • Japão: Satoshi Miyagawa (roteiro) e Kai Kitago (arte e capa)

Supergirl: O Mundo chega às livrarias e lojas especializadas brasileiras em 2 de junho de 2026, reforçando a proposta de ver personagens clássicos sob novos olhares — menos centrados em eventos grandiosos e mais atentos às pequenas histórias que atravessam fronteiras.

O 11º Tripulante chega ao Brasil em fevereiro e marca a estreia de Moto Hagio por aqui

A Editora JBC já tem seu principal destaque de fevereiro confirmado: O 11º Tripulante, clássico absoluto da ficção científica japonesa, chega ao Brasil no dia 18 de fevereiro de 2026. O lançamento marca a primeira publicação de uma obra de Moto Hagio no país, um nome fundamental na história do mangá.

Publicado originalmente em 1975, O 11º Tripulante é considerado um divisor de águas tanto dentro do shōjo quanto da ficção científica nos quadrinhos japoneses. A história acompanha dez jovens astronautas, de diferentes espécies da galáxia, reunidos para um teste final: ocupar uma nave abandonada e sobreviver apenas com os recursos disponíveis. O problema surge quando, ao fecharem as escotilhas, percebem que há onze pessoas a bordo. Quem é o intruso? E por que a nave parece esconder algo ainda mais inquietante?

O suspense psicológico conduz a narrativa enquanto temas como identidade, papéis de gênero, classe social e o próprio conceito de humanidade surgem de forma pioneira para a época. Não à toa, a obra venceu o Shogakukan Manga Award em 1976 e permanece até hoje como referência obrigatória do gênero.

Reconhecida como uma das criadoras do shōjo moderno, Moto Hagio influenciou gerações de artistas desde sua estreia, em 1969. Além de O 11º Tripulante, a autora também assina obras fundamentais como The Poe Clan e The Heart of Thomas, e foi homenageada em 2024 pelo conjunto de sua obra no Festival de Quadrinhos de Angoulême, na França.

A edição brasileira de O 11º Tripulante chega em volume único, com 288 páginas, formato grande 18 x 25,6 cm, acabamento em brochura, reforçando o caráter especial desse lançamento histórico.

O 11º Tripulante, de Moto Hagio, chega às lojas brasileiras em 18 de fevereiro de 2026.

Dados do Volume

  • Volume: Volume único
  • Número de páginas: 288
  • Autoria: Hagio Moto
  • Classificação etária: 14 anos

Edição Impressa

ISBN: 9788545715481

Formato: 18,0 x 25,6 cm

Preço: R$ 109,90

Milla Jovovich volta ao modo ação em Vingadora, que ganha trailer e pôster oficiais

Depois de um período mais discreto no cinema de ação, Milla Jovovich retorna ao gênero que a consagrou em Vingadora, novo longa que acaba de ganhar trailer e pôster oficiais. O filme chega aos cinemas brasileiros em 26 de março, com distribuição da Imagem Filmes.

Dirigido por Adrian Grunberg, o mesmo de Rambo: Até o Fim, o longa aposta em uma ação direta, sem rodeios, guiada por vingança, sobrevivência e escolhas extremas. Aqui, Jovovich vive Nikki, uma ex-heroína de guerra que tenta levar uma vida comum até ter a filha sequestrada. A partir daí, o filme mergulha em um submundo violento, onde Nikki passa a ser caçada tanto pelo crime organizado quanto por forças oficiais.

O trailer deixa claro o tom: combates corpo a corpo, perseguições e uma protagonista empurrada ao limite físico e emocional. A ação é crua, menos estilizada e mais próxima de um thriller urbano, seguindo a linha do trabalho recente de Grunberg.

No elenco, o filme reúne nomes conhecidos do público: Matthew Modine, Brooklyn Sudano, D.B. Sweeney, Don Harvey e Gabriel Sloyer. O roteiro é assinado por Bong-Seob Mun, e o filme teve sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema de Busan, um dos principais eventos de cinema da Ásia.

Sem prometer reinventar o gênero, Vingadora parece focar em entregar exatamente o que se propõe: ação intensa, uma protagonista forte e uma narrativa de justiça pessoal levada às últimas consequências.

Trailer

Pôster

Vingadora estreia nos cinemas brasileiros em 26 de março.

ChainStaff aposta em brutalidade sci-fi e clima heavy metal para conquistar fãs de plataforma em abril

Entre nostalgia oitentista, ficção científica exagerada e muito metal, ChainStaff já tem data para chegar às mãos dos jogadores. O novo jogo de ação e plataforma da Mommy’s Best Games será lançado em 8 de abril para PC (Steam), PlayStation 4 e 5, Xbox One, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, com pré-vendas já abertas.

Criado por Nathan Fouts, veterano da cena indie e ex-Insomniac Games, ChainStaff assume sem pudor suas influências: é como se Earthworm Jim colidisse com Contra, tudo embalado por uma estética sci-fi grotesca típica de capas de álbuns de heavy metal dos anos 80.

Trailer

No jogo, o protagonista é um mutante com um alienígena grudado à cabeça e uma arma nada convencional: o ChainStaff, um gancho que se transforma em lança, escudo, ponte e outras ferramentas essenciais para combate e exploração. Tudo acontece de forma fluida, com comandos simples e foco total em movimento, ritmo e improviso.

Outro destaque é a trilha sonora, assinada por Deon van Heerden, conhecido por seu trabalho em Broforce. O som pesado acompanha fases intensas, chefes gigantescos e uma progressão que mistura ação frenética com escolhas morais nada sutis: salvar aliados ou devorar seus órgãos para evoluir por caminhos diferentes de habilidades, o que leva a múltiplos finais.

Com cerca de 4 a 6 horas de duração, ChainStaff aposta em uma experiência compacta, rejogável e sem gordura, incluindo Novo Jogo+ e três desfechos distintos. É um jogo que parece feito sob medida para quem sente falta de plataformas desafiadores, viscerais e cheios de personalidade.

ChainStaff chega oficialmente em 8 de abril, com lançamento simultâneo no Steam e nos consoles. Para quem curte ação retrô, sci-fi exagerada e trilha sonora pesada, vale ficar de olho.

PUBG MOBILE x The King of Fighters | Confira o guia completo da colaboração com skins, armas e cosméticos

A parceria entre PUBG MOBILE e The King of Fighters já está ativa e traz uma enxurrada de conteúdos inspirados na clássica franquia de luta. A colaboração fica disponível até 10 de março de 2026 e adiciona personagens icônicos, armas estilizadas e itens cosméticos que misturam o clima de fliperama com o campo de batalha.

A seguir, reunimos os principais destaques para você não perder nada.

Personagens e conjuntos inspirados em KOF

Os jogadores podem equipar visuais baseados em nomes lendários da série, como Mai Shiranui, Nakoruru e Iori Yagami. Entre os conjuntos disponíveis estão o visual completo da Mai e da Nakoruru, além de roupas temáticas como Dançarina Flamejante e Felina Ágil, todas resgatáveis por meio de eventos e do Giro da Sorte.

Armas, gestos e itens especiais

A colaboração vai além das roupas. Também estão disponíveis itens como a M16A4 temática da Mai Shiranui e a Frigideira Leque da Dança das Chamas, que pode ser aprimorada. Gestos inspirados nos movimentos das lutadoras e itens decorativos para espaços sociais, como versões chibi das personagens, ajudam a reforçar a identidade da parceria.

Recompensas do Caminho de Prêmios

Ao completar desafios, os jogadores desbloqueiam recompensas progressivas. Entre elas estão grafites, gestos especiais como o Combo de Ondas, inspirado nos ataques flamejantes de Iori, além do Enfeite KOF 97, referência direta a um dos jogos mais queridos da franquia. A Mochila Nocaute de Fliperama, com visual retrô e três níveis de evolução, é um dos itens mais chamativos.

Paraquedas e entrada em estilo arcade

Para quem gosta de chegar chamando atenção, o Paraquedas The King of Fighters e a Asa-Delta Embate de Arcade garantem uma entrada estilosa nas partidas. O conjunto Gângster Elegante e o traje completo do Iori Yagami completam o pacote para fãs mais nostálgicos.

Por que essa collab faz tanto sentido no Brasil

Tanto PUBG MOBILE quanto The King of Fighters têm uma relação forte com o público brasileiro. KOF marcou gerações desde os anos 1990, especialmente nos fliperamas, enquanto PUBG MOBILE se consolidou como um dos jogos mobile mais populares do país desde 2018. Nos esports, essa conexão também aparece, com equipes brasileiras em destaque no cenário competitivo de ambos os jogos.

A colaboração PUBG MOBILE x The King of Fighters segue disponível até 10 de março de 2026, com download gratuito na App Store e Google Play.

Emergência Radioativa | Netflix mostra bastidores da minissérie brasileira sobre o acidente com o Césio-137

EMERGÊNCIA RADIOATIVA. Johnny Massaro in Emergência Radioativa. Cr. Helena Yoshioka/Netflix © 2025

A Netflix divulgou um vídeo de bastidores e o pôster oficial de Emergência Radioativa, nova minissérie brasileira que estreia em 18 de março. A produção revisita o acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987, um dos episódios mais traumáticos da história recente do país.

No material inédito, elenco e equipe comentam os desafios de transformar um fato real que foi marcado por medo, desinformação e urgência em narrativa dramática. O vídeo destaca o clima de tensão vivido pela cidade à época e chama atenção para o papel decisivo de cientistas e médicos brasileiros no controle da contaminação.

A trama acompanha o início da tragédia quando um aparelho de radioterapia abandonado é violado em um ferro-velho, espalhando material radioativo pela cidade. A partir daí, a série constrói uma corrida contra o tempo para identificar focos de contaminação e salvar vidas, com foco nos chamados “heróis anônimos” que atuaram na linha de frente.

Johnny Massaro e Paulo Gorgulho lideram o elenco, que ainda reúne Tuca Andrada, Bukassa Kabengele, Ana Costa, Alan Rocha, Marina Merlino, Antonio Saboia e outros nomes. Há participações especiais de Leandra Leal e Emílio de Mello. A direção geral é de Fernando Coimbra, com produção da Gullane.

Trailer

Pôster

Emergência Radioativa estreia 18 de março, exclusivamente na Netflix.