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Ragnarök Online LATAM recebe atualização de fevereiro com a aguardada Ilusão do Mar

A atualização de fevereiro de Ragnarök Online LATAM já está disponível e chega com um pacote robusto de conteúdos, mirando tanto jogadores veteranos quanto quem ainda está evoluindo em Rune-Midgard. O destaque do update é a chegada da Ilusão do Mar, nova área narrativa de alto nível, acompanhada por missões avançadas do Grupo do Éden, eventos temporários, novos visuais e itens temáticos por tempo limitado.

A proposta do update é clara: organizar a progressão, valorizar o endgame e oferecer atividades constantes ao longo de fevereiro.

Grupo do Éden ganha missões avançadas e progressão mais fluida

Ragnarök Online LATAM

Aventureiros a partir do nível 100 já podem acessar as novas missões avançadas do Grupo do Éden, que passam a contar com um sistema mais direto e intuitivo. As tarefas agora aparecem de forma mais clara nas placas do Éden, e os jogadores podem encontrar os clientes diretamente em vilas e campos, sem a necessidade de idas e vindas desnecessárias.

Entre as mudanças mais relevantes estão bônus de EXP ao encontrar o cliente pessoalmente pela primeira vez, recompensas em Moedas do Éden e a possibilidade de concluir missões de níveis inferiores mesmo após ultrapassar o nível recomendado. Os clientes estão distribuídos por regiões como Juno, Rachel, Veins, Torre de Thanatos e o Acampamento da Expedição.

O update também simplifica o acesso a diversas áreas clássicas. Mapas que antes exigiam longas sequências de pré-requisitos agora podem ser acessados diretamente, desde que as exigências dos solicitantes sejam cumpridas. Entram nessa lista locais como Biolaboratório, Geffenia, Santuário de Rachel, Ilha Esquecida e Academia Kiel Hyre.

As Moedas do Éden permitem adquirir equipamentos exclusivos do grupo e realizar encantamentos em acessórios. Esses encantamentos não possuem chance de falha, ocupam os slots 3 e 4 e oferecem opções voltadas tanto para builds físicas quanto mágicas. Os novos equipamentos cobrem as faixas de nível 100, 115, 130, 145 e 160, com bônus adicionais ao combinar fardas, coturnos e acessórios.

Ilusão do Mar aprofunda o endgame narrativo

A Ilusão do Mar é o grande destaque da atualização. A nova área leva os jogadores para as profundezas do oceano, em uma narrativa que gira em torno do desaparecimento de Sirud. O conteúdo se passa em uma fossa abissal infestada por monstros marinhos agressivos e aposta em clima mais denso e progressão contínua.

A área oferece missões diárias, grandes quantidades de EXP e a possibilidade de aprimorar equipamentos com o NPC Horen, localizado no Túnel das Fossas Abissais. Não há penalidade por diferença de nível, e o acesso é liberado a partir do nível base 140, com andares avançados pensados para personagens ainda mais fortes.

Eventos ativos e recompensas temporárias

O Monster Spotlight já está em andamento, concedendo bônus temporários de EXP Base e EXP de Classe para monstros específicos espalhados por Rune-Midgard. A seleção inclui mapas de diferentes faixas de nível, beneficiando tanto personagens em evolução quanto jogadores focados no endgame.

Outro retorno aguardado é o da Caçada Real, evento sazonal disponível para personagens a partir do nível base 50. Durante o evento, os jogadores enfrentam desafios progressivos, realizam missões diárias nos Campos de Caça Reais e trocam Insígnias de Caça por Rosas-de-Voto. As recompensas incluem itens exclusivos e as Cartas da Família Real, obtidas a partir de autógrafos coletados ao longo do evento.

Como de costume, alguns itens e efeitos são removidos do jogo ao final da Caçada Real, reforçando o caráter temporário do evento.

Novos visuais, pacotes limitados e Artefato Oval temático

A Loja de Malangdo recebe novos visuais disponíveis até a manutenção de 2 de março, enquanto a Casinha de Bonecas passa a oferecer itens inéditos obtidos com Moeda de Visual. Entre os destaques estão o Chapéu da Realeza Pirata, Banquinha Marinha e o Holofote, que conta com efeito gráfico opcional.

Também chegam seis Pacotes Limitados à Loja de Cash, disponíveis até 19 de fevereiro, com combinações de MiauMiau, Moeda de Visual, Caixas de Ovos e o Artefato Oval Carnavalesco. Esse artefato oferece recompensas aleatórias e inclui como prêmios principais o Gorro Felino Poderoso [1] e o Gorro Felino Mágico [1].

Nova identidade visual no launcher e no jogo

Fechando a atualização, Ragnarök Online LATAM recebe uma nova skin visual aplicada tanto no launcher quanto dentro do jogo. A mudança é puramente estética, mas ajuda a renovar a identidade visual do MMORPG durante o período do update.

Com a Ilusão do Mar, o reforço no Grupo do Éden e a combinação de eventos e recompensas temporárias, a atualização de fevereiro deixa claro o foco em manter Rune-Midgard ativa e relevante para jogadores de todos os níveis. Para quem estava esperando novos desafios no endgame, este update entrega exatamente isso.

Reptilian Rising ganha demo no Steam em fevereiro e aposta em RPG retrô com viagem no tempo

Os répteis estão de volta e, desta vez, com miniaturas animadas em stop-motion. Reptilian Rising, novo RPG tático por turnos dos estúdios britânicos Gregarious Games e Robot Circus, publicado pela Numskull Games, terá uma nova demo gratuita lançada no Steam em 18 de fevereiro.

A demonstração chega como um aperitivo antes do lançamento completo, previsto para a primavera no hemisfério norte, com versões digitais confirmadas para Steam e Nintendo Switch. Além da edição padrão, o jogo também terá uma edição digital de colecionador.

RPG tático com cara de jogo de tabuleiro dos anos 80

Inspirado diretamente nos jogos de tabuleiro e miniaturas dos anos 1980, Reptilian Rising aposta em combates táticos por turnos, cenários que atravessam diferentes períodos históricos e um visual que simula peças físicas ganhando vida. A estética em stop-motion reforça essa sensação de estar comandando um tabuleiro caótico onde tudo pode acontecer.

A história parte de uma premissa nada sutil: a linha do tempo foi atacada por répteis genocidas, e cabe à humanidade reagir. Para isso, o jogador recruta heróis históricos de diferentes eras e os coloca frente a frente com inimigos absurdos, como dinossauros armados, homens-lagarto e outras criaturas que parecem ter escapado de uma sessão de RPG de mesa sem filtro algum.

Heróis históricos contra dinossauros armados

Entre os personagens jogáveis estão figuras reconhecíveis como Winston Churchill, Cleópatra, Júlio César, Robin Hood e Albert Einstein, todos reinterpretados dentro desse universo caótico. Do outro lado do tabuleiro, os inimigos seguem a mesma lógica exagerada, com destaque para monstros como o Tri-Canhão, um híbrido de tricerátopo com minigun, e o Ditadorsauro, que concentra alguns dos piores traços da humanidade em forma de dinossauro gigante.

A proposta não se leva excessivamente a sério, mas usa esse humor para sustentar um sistema tático consistente, com foco em posicionamento, habilidades especiais e sinergia entre personagens.

Mecânicas de tempo e progressão

A viagem no tempo não é apenas pano de fundo narrativo. Em Reptilian Rising, ela influencia diretamente a jogabilidade. Os jogadores podem usar habilidades de distorção temporal para criar clones, invocar reforços, abrir portais e se mover mais rápido pelo mapa, adicionando uma camada estratégica às batalhas.

O jogo também permite revisitar missões, cumprir objetivos bônus e explorar segredos espalhados por diferentes períodos históricos, incentivando a experimentação e a evolução contínua dos personagens sem cair em loops automáticos.

Preço e edições

O lançamento completo está previsto para os próximos meses, com os seguintes valores anunciados:

Edição padrão (Steam e Nintendo eShop): R$ 88,99
Edição digital de colecionador (Steam): US$ 34,99
(inclui o jogo, trilha sonora digital e eBook da visual novel)

Um indie que aposta em identidade própria

Com sua mistura de tática clássica, estética retrô e humor autoconsciente, Reptilian Rising surge como um projeto que foge do padrão dos RPGs de turno mais convencionais. A demo que chega ao Steam em 18 de fevereiro deve ajudar a medir o apetite do público por essa combinação de estratégia, nostalgia e caos controlado.

Para quem gosta de RPG tático, miniaturas, viagens no tempo e ideias que claramente não passaram por uma reunião de contenção criativa, vale ficar de olho.

“Quatro Mães” aposta em comédia de personagens e caos emocional nas plataformas digitais

Também a partir de 5 de fevereiro, a Elite Filmes lança Quatro Mães, comédia dramática ambientada em Dublin que transforma um fim de semana aparentemente simples em uma experiência de sobrevivência emocional. O filme já está disponível nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

A história acompanha Edward, um escritor prestes a lançar seu novo livro, que vê seus planos desmoronarem quando precisa cuidar não apenas da própria mãe, mas também de outras três mulheres excêntricas, cada uma com demandas, manias e opiniões muito bem definidas. O que deveria ser um momento de foco profissional vira um teste de paciência e maturidade.

Dirigido por Darren Thornton, o filme constrói sua força a partir da interação entre personagens e do humor baseado em conflito geracional, solidão e expectativas frustradas. Distribuído pela Elite Filmes, Quatro Mães já está disponível nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

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“Uma Casa em Chamas” chega às plataformas digitais com humor ácido e drama familiar

A Elite Filmes disponibiliza a partir de 5 de fevereiro a comédia dramática Uma Casa em Chamas, produção espanhola que aposta em relações familiares desgastadas, controle emocional e situações que caminham rapidamente para o caos. O filme já está disponível nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

Na trama, Montse é uma mãe divorciada que se sente cada vez mais distante dos dois filhos, ambos claramente desinteressados em manter qualquer vínculo afetivo. Determinada a reconectar a família, ela organiza um fim de semana no litoral da Espanha com uma obsessão clara: nada pode dar errado. Naturalmente, tudo começa a sair do controle.

Dirigido por Dani de la Orden, o longa usa humor desconfortável e diálogos afiados para discutir maternidade, frustrações acumuladas e a necessidade quase desesperada de pertencimento. Distribuído pela Elite Filmes, Uma Casa em Chamas já pode ser assistido nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

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Dune: Awakening recebe grande atualização com o Capítulo 3

A Funcom lançou o Capítulo 3, a maior atualização gratuita do jogo até agora, mirando direto no que a comunidade mais cobrava desde o lançamento: um endgame que realmente valesse a pena. A atualização já está disponível e chega acompanhada do DLC pago Invasores da Terra Partida.

Depois de se destacar como um dos maiores sucessos do Steam em 2025, o jogo agora mostra que não quer ser só sobrevivência e repetição no deserto. O Capítulo 3 reorganiza o fim de jogo e dá motivos reais para continuar em Arrakis.

Tier 6 deixa de ser o fim da linha

A principal virada acontece quando o jogador alcança o Tier 6. Antes, isso marcava praticamente o encerramento da progressão. Agora, é só o começo de uma nova fase. O Capítulo 3 estende o avanço do personagem, permitindo evoluir builds, ganhar mais poder e assumir funções mais definidas dentro do mundo do jogo.

Outro ponto importante é o reforço no conteúdo PvE. Agora dá para avançar de forma consistente enfrentando desafios pensados para o fim de jogo, algo que muita gente sentia falta em meio ao foco inicial na sobrevivência e nos encontros emergentes.

Landsraad vira o centro da experiência

O Landsraad foi retrabalhado e passou a ser o coração do endgame. Ele oferece missões repetíveis que aumentam o ranque de facção, melhoram a reputação com as Grandes Casas e liberam recompensas exclusivas. É aquele tipo de sistema que cria rotina, objetivo e sensação de progresso contínuo.

A progressão também ficou mais clara com cinco caminhos distintos: Criação, Coleta, Exploração, Combate e Sabotagem. Em vez de personagens genéricos, o jogo agora incentiva especializações, algo essencial para quem gosta de builds bem definidas.

Novas áreas, mais desafio e equipamento melhor

A atualização adiciona 10 novas áreas exploráveis, incluindo zonas abertas de alto risco e Estações de Teste Imperiais. Tudo pensado para ser rejogável e desafiador, com recompensas à altura.

Armas e armaduras de Tier 6 agora podem ser aprimoradas em uma Estação de Aprimoramento, criando equipamentos mais fortes e customizados. Esses itens podem ser usados por qualquer jogador, o que ajuda a estimular cooperação e troca.

No combate, duas armas inéditas entram no arsenal, o Pyrocket e as Dual Blades, enquanto a Rapier passou por uma reformulação completa.

Menos burocracia, mais tempo jogando

Uma mudança que vai agradar muita gente é o fim da tributação sobre bases. Não é mais necessário ir até hubs sociais só para pagar imposto. Menos viagem obrigatória, mais tempo explorando, construindo ou lutando no deserto.

Para quem ficou um tempo longe, o jogo agora oferece um sistema de apoio para jogadores que retornam. Quem esteve ausente recebe um pacote de recursos proporcional ao progresso anterior, facilitando a volta sem bagunçar o equilíbrio do jogo.

História continua e DLC mira os construtores

O Capítulo 3 também dá sequência direta à história, continuando os eventos do Capítulo 2 e entregando novas horas de narrativa.

Já o DLC Invasores da Terra Partida foca em quem curte o modo de construção. São 74 novas peças estruturais e 17 itens decorativos, todos inspirados nos contrabandistas do Imperium, além de novos trajes, armaduras, variantes de armas e emotes. O DLC pode ser comprado separadamente por R$ 42 ou dentro do Pacote de Temporada.

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Atualização que muda o ritmo do jogo

Com o Capítulo 3, Dune: Awakening finalmente ajusta o que faltava para segurar o jogador no longo prazo. O endgame deixa de ser um vazio e passa a ter estrutura, escolhas e objetivos claros.

A Investigação Póstuma | Jogo brasileiro mistura Machado de Assis, loop temporal e investigação no Rio de Janeiro dos anos 1930

Depois de circular por eventos, acumular prêmios e despertar curiosidade no cenário indie, A Investigação Póstuma finalmente tem data para chegar ao público. O jogo estreia em 31 de março de 2026 para PC, com lançamento confirmado no Steam e na Nuuvem, colocando os jogadores no papel de um detetive encarregado de resolver um caso nada convencional: o assassinato de Brás Cubas.

Desenvolvido pela Mother Gaia Studio, em parceria com a CriticalLeap, o título parte diretamente do universo de Memórias Póstumas de Brás Cubas, mas não se limita a uma adaptação literal. Aqui, Machado de Assis vira matéria-prima para um jogo investigativo com identidade própria.

Um detetive contratado pelo próprio morto

A premissa já entrega o tom irônico. Em A Investigação Póstuma, o jogador é contratado pelo próprio Brás Cubas para descobrir quem o matou. Preso em um loop temporal, o detetive revive o mesmo dia repetidas vezes, explorando diferentes abordagens, diálogos e decisões para reunir pistas e montar o quebra-cabeça.

O loop não é apenas um truque narrativo, mas a base da jogabilidade. Cada repetição permite testar caminhos novos, observar reações diferentes dos personagens e usar o conhecimento acumulado para avançar. O jogo exige atenção aos detalhes e recompensa quem gosta de investigar com calma, sem pressa por respostas fáceis.

Rio de Janeiro, 1937, e o nascimento de um machadoverso

O cenário é o Rio de Janeiro de 1937, retratado com forte influência noir. Ruas, interiores e personagens ajudam a construir uma atmosfera densa, marcada por sombras, ironia e ambiguidade moral. A narrativa bebe diretamente do humor ácido de Machado de Assis, mas também expande esse universo ao dialogar com outras obras do autor.

Além de Brás Cubas, o jogo incorpora referências a títulos como Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista, criando o que o próprio estúdio descreve como um “machadoverso”. O resultado é uma experiência que conversa tanto com leitores quanto com jogadores que talvez nunca tenham passado pelos livros.

Reconhecimento antes do lançamento

Antes mesmo da estreia, A Investigação Póstuma já soma mais de 20 mil adições à lista de desejos no Steam, além de prêmios e destaque em feiras e eventos de jogos independentes. Uma demonstração jogável está disponível tanto no Steam quanto na Nuuvem, além do spawnd, onde pode ser acessada direto pelo navegador, o que ajudou a espalhar o boca a boca em torno do projeto.

A Mother Gaia Studio, sediada em Bauru, já é conhecida por títulos como Slash Quest e Legend of the Skyfish, e usa aqui uma abordagem mais narrativa e literária, sem abrir mão de mecânicas bem definidas.

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Switch no horizonte

Além da versão para PC, o estúdio confirmou que uma edição para Nintendo Switch está em desenvolvimento. Ainda não há data ou detalhes adicionais, mas a confirmação amplia o alcance do jogo e reforça a ambição do projeto.

Valor Sentimental estreia na MUBI em fevereiro

A MUBI já tem data para adicionar ao catálogo um dos filmes mais comentados dos últimos meses. Valor Sentimental estreia com exclusividade no streaming em 13 de fevereiro, levando ao público brasileiro o novo trabalho de Joachim Trier, cineasta que se firmou internacionalmente com A Pior Pessoa do Mundo.

Desde a estreia mundial no Festival de Cannes, onde conquistou o Grande Prêmio do Júri, o longa não saiu do radar. Vieram depois prêmios europeus, reconhecimento da crítica e uma corrida impressionante na temporada de premiações, que inclui 9 indicações ao Oscar 2026 e 8 indicações ao BAFTA, entre elas Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz para Renate Reinsve.

Um drama íntimo sobre família, memória e criação

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Valor Sentimental parte de um conflito familiar aparentemente simples, mas rapidamente se expande para algo mais profundo. Reinsve interpreta Nora, uma atriz de teatro bem estabelecida que reencontra o pai, Gustav Borg, vivido por Stellan Skarsgård, um diretor de cinema consagrado e emocionalmente distante. Ele planeja um retorno artístico inspirado na própria família e oferece o papel principal à filha, que recusa.

A recusa abre espaço para a entrada de Rachel Kemp, uma jovem estrela de Hollywood interpretada por Elle Fanning, deslocando ainda mais as relações já frágeis entre pai e filhas. O filme observa essas tensões sem pressa, interessado menos no conflito explícito e mais nas camadas de ressentimento, afeto e silêncio que se acumulam ao longo dos anos.

Continuidade temática sem repetição

Embora seja frequentemente descrito como uma espécie de sucessor espiritual de A Pior Pessoa do Mundo, Valor Sentimental evita a repetição de fórmulas. Trier continua interessado em personagens em crise, mas agora desloca o foco para relações familiares e para o peso do passado, explorando como a arte pode ser tanto ponte quanto ferida aberta.

O roteiro, escrito por Trier em parceria com Eskil Vogt, aposta em diálogos precisos e situações emocionalmente desconfortáveis, deixando que os conflitos emerjam aos poucos. É um filme de performances, algo que a crítica internacional destacou repetidamente, com Skarsgård, Reinsve e Fanning operando em registros muito diferentes, mas complementares.

Reconhecimento crítico e chegada ao streaming

Além do sucesso em Cannes, o filme dominou o European Film Awards, vencendo categorias como Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator, Atriz e Trilha Sonora. A recepção da crítica foi igualmente forte, com avaliações máximas em veículos britânicos e europeus que destacam a maturidade do diretor e a força emocional do conjunto.

Com a estreia marcada para 13 de fevereiro na MUBI, Valor Sentimental amplia o acesso a um dos títulos mais relevantes do cinema recente, especialmente para quem acompanha o cinema europeu contemporâneo.

Urso de Prata em Berlim, Living The Land estreia nesta quinta (5) nos cinemas

Cena de 'Living The Land', de Huo Meng - crédito- Autoral Filmes

Estreia nesta quinta-feira, dia 5, nos cinemas brasileiros o longa Living The Land, vencedor do Urso de Prata de Melhor Direção no Festival Internacional de Cinema de Berlim. Dirigido por Huo Meng, o filme chega ao país pela Autoral Filmes e se soma ao grupo de obras recentes do cinema chinês que preferem o silêncio e a observação ao discurso direto.

Ambientado em 1991, Living The Land acompanha Chuang, um menino de dez anos que permanece na zona rural enquanto o resto da comunidade começa a migrar para as cidades. Não há aqui uma narrativa de grandes acontecimentos, mas a sensação constante de que algo está se desfazendo. A infância do protagonista corre em paralelo a um país que deixa para trás um modo de vida sustentado pela terra e pelo trabalho manual.

Um filme sobre transformação sem atalhos

Durante mais de três mil anos, a China estruturou sua vida social em torno da agricultura. No início dos anos 1990, esse modelo entra em colapso diante das reformas econômicas, da mecanização do campo e da chegada agressiva da lógica industrial. Living The Land se instala exatamente nesse ponto de fricção, observando como essas mudanças atravessam famílias, afetos e relações de poder.

Huo Meng constrói o filme a partir do impacto dessas transformações sobre pessoas comuns, especialmente mulheres e trabalhadores rurais, que carregam o peso físico e emocional da adaptação forçada. Não há julgamento explícito nem nostalgia fácil. O que existe é a percepção de que o progresso, mesmo quando inevitável, deixa marcas difíceis de apagar.

Cinema de observação que ganhou o mundo

A recepção internacional ajudou a colocar o filme no radar. Com aprovação total no Rotten Tomatoes, Living The Land foi descrito pelo The Hollywood Reporter como preciso e visualmente poderoso, enquanto a Screen Daily destacou seu caráter imersivo. O reconhecimento em Berlim não veio pelo impacto imediato, mas pela consistência de um olhar que se mantém fiel aos personagens e ao tempo em que vivem.

A câmera acompanha os rituais do trabalho, os silêncios familiares e as pequenas rupturas do cotidiano, criando uma experiência que exige atenção do espectador e recompensa quem aceita esse ritmo mais contido.

Trailer

Onde assistir

Living The Land estreia nesta quinta (5) em salas de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Guia tático de Warzone destrincha a nova Rebirth Island e prepara jogadores para a Temporada 2

A Temporada 2 de Call of Duty: Warzone marca uma virada importante para quem ainda cai de paraquedas em Rebirth Island. Com a chegada do inverno, o mapa passa por alterações visuais, estruturais e táticas que mudam diretamente a forma de jogar. Para acompanhar essa transformação, um guia tático interativo foi lançado reunindo todos os detalhes atualizados da ilha, ponto a ponto.

Mais do que um simples mapa, o material funciona como uma ferramenta de leitura do campo de batalha. Ele mostra áreas reformuladas, novos acessos, zonas de risco e oportunidades de vantagem para quem gosta de planejar cada movimentação antes mesmo do primeiro disparo.

Rebirth Island sob nova influência

Narrativamente, Rebirth Island agora parece estar sob o controle da Guilda. A produção de NOVA 7 exigiu o refinamento intensivo de compostos químicos sulfúricos, o que explica boa parte das mudanças topográficas e arquitetônicas espalhadas pela ilha. Na prática, isso significa novas estruturas, caminhos alternativos e áreas que favorecem emboscadas ou confrontos verticais.

O clima de inverno também interfere na leitura visual do mapa. Áreas abertas ficaram mais expostas, enquanto zonas industriais e fechadas ganharam ainda mais importância estratégica para quem prefere sobreviver no posicionamento, não só na trocação franca.

Turbine e outros pontos que merecem atenção

Entre os novos destaques está Turbine, ponto de interesse localizado na costa norte da ilha. A área abriga uma enorme turbina construída pela Guilda para extração de enxofre, criando um espaço de combate vertical com múltiplos acessos, plataformas externas e uma estrutura central que favorece movimentação rápida e flanqueios.

O guia detalha não só Turbine, mas todos os principais locais de Rebirth Island, da Prisão central ao perímetro costeiro. É possível identificar pontos elevados para observação, áreas ideais para emboscadas, rotas de fuga mais seguras e regiões que tendem a concentrar combates intensos logo no início das partidas.

Ferramenta útil para novatos e veteranos

Seja para quem está conhecendo Rebirth Island agora ou para veteranos que jogaram versões anteriores do mapa, o guia ajuda a entender o que mudou e como se adaptar. Comparações com layouts antigos deixam claro onde vale insistir em estratégias já conhecidas e onde será preciso reaprender a jogar.

Hearthstone marca transmissão especial em fevereiro

A Blizzard já marcou a data para quem acompanha de perto os rumos de Hearthstone. No dia 9 de fevereiro, às 14h30 no horário de Brasília, acontece o Hearthstone Destaque, transmissão especial que vai apresentar as principais novidades do jogo de cartas para 2026 e revelar oficialmente a próxima expansão.

O evento funciona como uma vitrine do que está sendo preparado para a Taverna nos próximos meses. A equipe de desenvolvimento promete mostrar uma grande ameaça que deve mexer com o equilíbrio de Azeroth, além de mecânicas inéditas que podem alterar o ritmo das partidas e a forma como os jogadores montam seus decks.

O que esperar da apresentação

Além do anúncio da nova expansão, o Hearthstone Destaque também deve trazer um panorama mais amplo dos planos do time para este ano. Isso inclui metas de desenvolvimento, ajustes no jogo e pequenas prévias do que ainda está por vir, aquele tipo de informação que costuma render discussão por semanas entre jogadores mais competitivos e fãs casuais.

Outro atrativo já confirmado são as recompensas gratuitas. Tradicionalmente, transmissões desse tipo vêm acompanhadas de drops, itens cosméticos ou bônus dentro do jogo, reforçando o clima de celebração e incentivando a comunidade a acompanhar tudo ao vivo.

Onde assistir e por que ficar de olho

A transmissão será exibida nos canais oficiais de Hearthstone no YouTube e na Twitch. Para quem joga ou acompanha o cenário há anos, o Destaque costuma ser um termômetro importante para entender a direção criativa do jogo. Para quem voltou recentemente ou está pensando em retornar, é uma boa oportunidade de se atualizar e decidir se vale mergulhar de novo na Taverna.

Se 2026 realmente trouxer mudanças estruturais e uma ameaça à altura do universo de Warcraft, o dia 9 de fevereiro pode marcar o começo de uma nova fase para Hearthstone.

Animação queer “A Sapatona Galáctica” estreia nos cinemas brasileiros em fevereiro

Uma ficção científica animada, queer e sem pedir licença. A Sapatona Galáctica chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de fevereiro, com sessões em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O longa tem distribuição da Synapse Distribution e carrega um currículo que chama atenção no circuito de festivais.

Dirigido e roteirizado por Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, o filme venceu o Prêmio Félix de Melhor Filme Internacional no Festival do Rio e levou também o Prêmio do Público de Melhor Filme Internacional no Festival MixBrasil, dois dos principais termômetros de recepção para produções LGBTQIAPN+ no país.

Uma space opera queer, sem sutilezas

A história acompanha Saira, uma princesa espacial lésbica e introvertida que se vê obrigada a atravessar a galáxia para resgatar a ex-namorada Kiki, agora uma caçadora de recompensas. Para isso, ela se junta a uma popstar não-binária e embarca em uma nave tão instável quanto suas próprias emoções.

Com humor direto, referências pop e uma estética que mistura ficção científica clássica com linguagem contemporânea, o filme constrói uma aventura que brinca com estereótipos e os vira do avesso. O resultado é uma narrativa que fala de desejo, identidade e amadurecimento sem suavizar o discurso, algo que tem sido um diferencial na recepção internacional da obra.

Reconhecimento em festivais e chegada ao circuito comercial

Antes de estrear no Brasil, A Sapatona Galáctica passou por festivais como Festival de Berlim e Festival de Sydney, consolidando seu percurso entre animações independentes voltadas ao público adulto.

A estreia nos cinemas brasileiros marca um movimento ainda pouco comum para animações queer fora do eixo infantil ou familiar. Aqui, o filme aposta em sessões pontuais e no boca a boca, mirando um público que busca narrativas fora do padrão e que dialogam diretamente com a cultura pop contemporânea.

Ficha técnica

Direção e roteiro: Emma Hough Hobbs e Leela Varghese
País: Austrália
Gênero: Animação, ficção científica, comédia queer
Estreia no Brasil: 12 de fevereiro
Distribuição: Synapse Distribution

‘The Moment’, idealizado por Charli XCX, tem estreia confirmada no Brasil

O Brasil já tem data para receber The Moment, longa-metragem baseado em uma ideia original de Charli XCX. O filme estreia oficialmente no circuito brasileiro em 19 de fevereiro, com exibição exclusiva na Cinemark. A pré-venda de ingressos já está aberta.

Dirigido por Aidan Zamiri, que também assina o roteiro ao lado de Bertie Brandes, o filme acompanha uma estrela pop em ascensão que enfrenta as contradições da fama, a pressão da indústria musical e os dilemas pessoais às vésperas de sua primeira grande turnê em arenas.

Um retrato ácido da fama pop

Misturando ficção e linguagem de mockumentary, The Moment se propõe a olhar para os bastidores da cultura pop contemporânea a partir de dentro. Charli XCX interpreta uma versão ficcionalizada de si mesma, em um filme que dialoga diretamente com temas como exposição excessiva, expectativas do mercado e o custo emocional do sucesso.

O elenco reúne nomes conhecidos e participações inesperadas, como Rosanna Arquette, Kate Berlant, Jamie Demetriou, Kylie Jenner e Rachel Sennott, entre outros.

Estreia nos cinemas brasileiros

A distribuição no Brasil faz parte do catálogo do Universal Pictures Content Group, selo responsável por documentários e projetos autorais que transitam entre música, cultura pop e cinema contemporâneo.

The Moment entra em cartaz nos cinemas da Rede Cinemark a partir de 19 de fevereiro, com sessões em diversas cidades do país. A pré-venda já pode ser feita pelo site e aplicativo da rede.

Para quem acompanha a trajetória de Charli XCX ou se interessa por narrativas que expõem os bastidores da indústria musical, o filme se apresenta como um registro curioso e provocador de um momento específico da cultura pop global.