A Warner Bros. Pictures divulgou nesta terça-feira (8) o primeiro trailer e um novo pôster de Duna: Parte Três, encerrando a trilogia dirigida por Denis Villeneuve baseada na obra de Frank Herbert. O longa chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026.
O material revela um novo momento da história, ambientado cerca de vinte anos após os acontecimentos de Duna: Parte Dois. Agora no comando do Império, Paul Atreides enfrenta um reinado marcado por conflitos, conspirações e o retorno de antigos fantasmas.
Elenco reúne grandes nomes de Hollywood
Além de Timothée Chalamet e Zendaya, o elenco reúne Jason Momoa, Florence Pugh, Rebecca Ferguson, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Isaach de Bankolé, Anya Taylor-Joy e Robert Pattinson.
O roteiro foi escrito por Denis Villeneuve em parceria com Brian K. Vaughan, adaptando os acontecimentos posteriores ao segundo filme da franquia.
Quando estreia Duna: Parte Três
Duna: Parte Três estreia nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026, marcando a conclusão da trilogia dirigida por Denis Villeneuve. O filme promete encerrar a jornada de Paul Atreides em Arrakis com uma história repleta de confrontos políticos, batalhas e decisões que definirão o futuro do Império.
A HBO Max será a grande protagonista da 78ª edição do Emmy Awards. A plataforma lidera a premiação com 122 indicações, impulsionada pelo sucesso de séries como The Pitt, Hacks, DTF St. Louis, Euphoria e O Cavaleiro dos Sete Reinos.
O resultado reforça o excelente momento vivido pela plataforma, que emplaca produções em praticamente todas as principais categorias da televisão. A cerimônia acontece em 14 de setembro, com transmissão ao vivo pela TNT e pela HBO Max, incluindo o tradicional tapete vermelho a partir das 20h30 (horário de Brasília).
The Pitt lidera o Emmy 2026
O maior destaque desta edição é The Pitt, que aparece como a série mais indicada do ano. Segundo o comunicado da HBO Max, a produção recebeu 26 indicações, incluindo Melhor Série de Drama, além de disputar categorias de atuação, direção, roteiro e diversas áreas técnicas. Noah Wyle também foi indicado por seu trabalho na produção.
Outro grande nome é Hacks, que alcançou 25 indicações e estabeleceu um novo recorde para uma série de comédia em uma única temporada. A produção disputa o prêmio de Melhor Série de Comédia, além de render mais uma indicação para Jean Smart como Melhor Atriz.
Produções da HBO Max dominam a lista
Além das duas líderes, outras produções da plataforma aparecem entre os principais indicados do Emmy.
Entre os destaques estão:
DTF St. Louis – 13 indicações;
O Cavaleiro dos Sete Reinos – 9 indicações;
A Idade Dourada – 8 indicações;
Euphoria – 7 indicações;
Task: Unidade Especial – 6 indicações;
Mel Brooks: O Homem de 99 Anos! – 6 indicações.
A HBO Max também conquistou espaço nas categorias de documentários, programas de variedades, produções limitadas e especiais, consolidando uma das participações mais fortes desta edição do Emmy.
Quando acontece o Emmy Awards 2026
A cerimônia do Emmy Awards 2026 será realizada em 14 de setembro, diretamente do Peacock Theater, em Los Angeles. No Brasil, a transmissão será feita pela TNT e pela HBO Max, com início às 20h30 (horário de Brasília), incluindo a cobertura do tapete vermelho.
Um dos filmes mais marcantes do cinema espanhol dos anos 2000, Lúcia e o Sexo passa a integrar o catálogo do Filmelier+ nesta quinta-feira, 9 de julho. Dirigido por Julio Medem, o longa se tornou um sucesso internacional ao combinar romance, drama, erotismo e uma narrativa que mistura realidade e ficção.
Lançado originalmente em 2001, o filme também ajudou a consolidar a carreira da atriz Paz Vega, que conquistou o prêmio Goya de Melhor Atriz Revelação por sua atuação.
Sobre o filme
A história acompanha Lúcia, uma jovem que decide se refugiar em uma ilha do Mediterrâneo após o desaparecimento de seu namorado, um escritor atormentado. Isolada do mundo, ela conhece novas pessoas e começa a descobrir que os acontecimentos ao seu redor possuem uma ligação inesperada com as histórias escritas pelo companheiro.
Ao longo da narrativa, o longa explora temas como desejo, perda, memória e identidade, utilizando o erotismo como elemento central para aprofundar os conflitos psicológicos dos personagens.
Além de Paz Vega, o elenco reúne Tristán Ulloa e Najwa Nimri, conhecida por séries como La Casa de Papel e Vis a Vis.
Outro destaque da produção foi sua proposta visual. Lúcia e o Sexo foi um dos primeiros longas espanhóis filmados inteiramente em formato digital, recurso que contribuiu para construir a atmosfera onírica e sensorial que se tornou uma das marcas da obra.
Na edição de 2001 do Prêmio Goya, considerado a principal premiação do cinema espanhol, o filme recebeu 11 indicações e venceu nas categorias de Melhor Atriz Revelação e Melhor Trilha Sonora Original.
Quando estreia
Lúcia e o Sexo estreia no catálogo do Filmelier+ nesta quinta-feira, 9 de julho, ampliando a seleção de clássicos do cinema mundial disponíveis na plataforma.
O cantor e compositor Gabriel Gonti lançou nesta semana o show completo de De Perto, seu primeiro álbum gravado ao vivo. Disponível no YouTube, o projeto foi registrado no rooftop do Premium Estúdio, em Belo Horizonte, e apresenta um repertório que mistura músicas inéditas e releituras de faixas conhecidas do artista.
Ao todo, o show reúne nove músicas e marca uma nova fase na carreira de Gonti. Além de apresentar cinco composições inéditas, o trabalho revisita sucessos com novos arranjos, incluindo Carnaval a Dois, Eu Vou, Levada Boa, Menina Salvador, Quero em Dobro e Tô na Praia.
O que esperar de De Perto
Entre os destaques do projeto estão a parceria com Anna Pêgo em Descomplica, a faixa Teletransporte, inspirada no relacionamento à distância do cantor com sua noiva, Nina Fonseca, e a música que dá nome ao álbum, De Perto, composta em parceria com Deco Martins.
Segundo Gabriel Gonti, a proposta do registro ao vivo foi aproximar o público das novas composições e capturar a energia da banda durante a apresentação.
Natural de Patos de Minas (MG), o artista acumula mais de 50 milhões de reproduções nas plataformas digitais. Ao longo da carreira, já trabalhou com nomes como Maria Rita, Vitor Kley, Ana Gabriela e Carol Biazin, além de ter passado por eventos como Rock in Rio, SXSW e Rio2C.
Onde assistir
O show completo de De Perto já está disponível gratuitamente no canal oficial de Gabriel Gonti no YouTube.
Se você cresceu nos anos 2000 durante a rivalidade entre Pokémon e Digimon, sabe que ambas as franquias não disputavam espaço apenas na televisão, mas também nos videogames. A grande diferença é que Digimon nunca teve medo de ousar. Enquanto Pokémon sempre apostou em uma fórmula mais tradicional, Digimon preferiu envelhecer seus protagonistas, explorar temas mais maduros e experimentar diferentes gêneros ao longo dos anos. É justamente nessa ousadia que Digimon Story: Time Stranger encontra sua maior qualidade, entregando um jogo tão diferente que, em muitos momentos, nem parece um título da franquia.
Enquanto Pokémon recebia novos jogos praticamente todos os anos, a série Digimon Story caminhava em um ritmo muito mais lento. Depois do lançamento de Digimon Story: Cyber Sleuth – Hacker’s Memory, em 2017, a franquia entrou em um longo período de silêncio. Foram oito anos até que Digimon Story: Time Stranger finalmente chegasse ao mercado, em 2025, trazendo de volta uma das séries de RPG mais queridas pelos fãs da marca.
E a espera valeu a pena.
Misturando influências que vão de Persona ao universo dos tokusatsu, principalmente Kamen Rider, o novo Digimon Story aposta em uma narrativa de investigação, protagonistas adultos e uma abordagem muito mais madura do que boa parte dos jogos da franquia. Ao mesmo tempo, preserva diversas características que sempre fizeram parte da identidade de Digimon, criando um equilíbrio interessante entre tradição e renovação.
Agora, pouco menos de um ano depois, o jogo finalmente desembarca no Nintendo Switch 2 e continua sendo uma excelente porta de entrada para quem deseja conhecer o universo de Digimon. E mesmo que você sempre tenha sido do “time Pokémon”, vale a pena dar uma chance. Time Stranger mostra que Digimon ainda tem muito espaço dentro do gênero de RPG japonês e, talvez mais importante do que isso, prova que nunca precisou copiar ninguém para encontrar sua própria identidade.
Mas você precisa conhecer Digimon?
Giuliano Peccilli
Essa talvez seja a maior dúvida de quem nunca acompanhou a franquia. E a resposta é simples: não.
Apesar de trazer diversas referências para os fãs mais antigos, Digimon Story: Time Stranger apresenta uma história completamente inédita, com personagens próprios e uma narrativa construída para receber novos jogadores. Você aprende sobre esse universo junto com o protagonista, sem precisar conhecer os acontecimentos de jogos anteriores.
Estranhos fenômenos digitais começam a afetar Tóquio, levando um agente da organização ADAMAS a investigar uma ameaça que ultrapassa os limites entre o mundo humano e o Mundo Digital. Ao conhecer novos aliados e enfrentar poderosos Digimon, o protagonista embarca em uma jornada repleta de mistérios, escolhas e descobertas que podem mudar o destino de ambos os mundos.
É uma história que mistura investigação, conspirações, ficção científica e diversos momentos de tensão, conseguindo manter um bom ritmo durante praticamente toda a campanha. Sem entrar em spoilers, é justamente a partir dos acontecimentos das primeiras horas que a aventura realmente encontra seu ritmo e mostra por que Time Stranger possui uma das narrativas mais interessantes já produzidas dentro da série Story.
Muito mais RPG do que Digimon
Giuliano Peccilli
Mesmo carregando o nome Digimon, Time Stranger faz questão de mostrar, desde os primeiros minutos, que sua prioridade é ser um grande JRPG.
Com sistema de batalhas por turnos, exploração, evolução constante dos personagens e uma narrativa cheia de reviravoltas, o jogo parece conversar muito mais com quem gosta de RPGs japoneses do que apenas com quem assistiu ao anime.
É impossível não lembrar de Persona em diversos momentos da aventura. A estrutura narrativa, o foco nos personagens e até mesmo o ritmo da campanha lembram bastante a série da Atlus, mas sem perder a própria personalidade.
Ao mesmo tempo, quem acompanha produções de tokusatsu provavelmente vai notar algumas referências bastante curiosas. O protagonista trabalha investigando casos misteriosos, utiliza um visual bastante característico e, em vários momentos, lembra heróis clássicos de Kamen Rider. Seja intencional ou não, é difícil não pensar em séries como Kamen Rider W ou Kamen Rider Build, principalmente pelo clima investigativo que acompanha boa parte da campanha.
Essas inspirações, no entanto, nunca tiram a identidade de Digimon. Pelo contrário. Elas ajudam a construir um jogo muito mais maduro do que boa parte do público talvez espere encontrar, mostrando que a franquia continua disposta a experimentar novas ideias.
E é justamente essa coragem que faz Digimon Story: Time Stranger se destacar. Ao invés de seguir um caminho seguro, ele prefere contar uma história própria, explorar temas mais adultos e entregar uma experiência que consegue agradar tanto quem cresceu acompanhando Digimon quanto quem simplesmente procura um bom RPG japonês.
Jogabilidade
Giuliano Peccilli
Mas precisamos lembrar que Digimon Story: Time Stranger, mesmo trazendo tantas influências de outros JRPGs, continua sendo um jogo de Digimon. E isso significa que capturar novas criaturas, evoluí-las e montar equipes continua sendo parte fundamental da experiência. Sem isso, simplesmente não existe Digimon.
Seja sintetizando novos monstrinhos digitais ou evoluindo aqueles que já fazem parte da sua equipe, o jogador passa boa parte da campanha montando diferentes times de acordo com seu progresso. A variedade é enorme e dificilmente você terminará a aventura utilizando exatamente os mesmos Digimon do começo ao fim. Sempre existe uma nova evolução para desbloquear ou uma criatura diferente para experimentar.
Outro detalhe interessante é que muitos Digimon deixam de ser apenas integrantes da equipe e passam a participar diretamente da exploração. Alguns ajudam a abrir caminhos durante a campanha, enquanto outros servem como meio de transporte pelo mapa, seja em terra, no ar ou em determinadas áreas específicas. É uma maneira inteligente de fazer com que eles tenham utilidade não apenas durante as batalhas, mas também durante a exploração do Mundo Digital.
O próprio sistema incentiva constantemente o jogador a experimentar novas combinações. Como cada Digimon possui habilidades, atributos e linhas evolutivas diferentes, dificilmente duas equipes serão iguais. Existe sempre aquela curiosidade de descobrir no que determinado Digimon pode evoluir ou quais estratégias funcionam melhor para enfrentar os próximos desafios.
As batalhas seguem o tradicional sistema por turnos, clássico tanto de Digimon quanto de outros grandes RPGs japoneses, mas estão longe de serem repetitivas. Cada Digimon possui características próprias, vantagens elementais e habilidades específicas que realmente fazem diferença durante os confrontos. Isso faz com que vencer dependa muito mais da estratégia adotada e da composição da equipe do que simplesmente do nível dos personagens.
Outro ponto que merece destaque é o sistema de evolução. Ao invés de seguir um caminho único e previsível, cada Digimon apresenta diversas possibilidades de Digievolução. Antes de tomar qualquer decisão, vale a pena analisar com calma quais habilidades serão adquiridas e se aquela nova forma realmente combina com o estilo da sua equipe. É justamente essa liberdade que faz com que o jogador queira experimentar constantemente novas combinações e continue evoluindo seus Digimon durante toda a campanha.
Localização em português
Giuliano Peccilli
Aqui temos que reconhecer um mérito da Bandai Namco de que Digimon Story: Time Stranger chega totalmente localizado para o português brasileiro, trazendo menus, legendas e uma tradução de excelente qualidade, enquanto mantém o áudio original em japonês.
Pode parecer um detalhe simples, mas faz toda a diferença para quem deseja acompanhar uma história tão rica em diálogos quanto esta. Como boa parte da narrativa depende das relações entre os personagens e das diversas explicações envolvendo o Mundo Digital, jogar em português torna toda a experiência muito mais acessível.
Chega até a ser curioso perceber que Digimon já oferece localização completa para o nosso idioma, enquanto outras grandes franquias japonesas ainda caminham lentamente nesse aspecto. Mais do que traduzir textos, a Bandai Namco facilita a entrada de novos jogadores e demonstra um cuidado importante com o público brasileiro.
Um presente para quem cresceu com Digimon
Giuliano Peccilli
Mesmo sendo uma aventura completamente inédita, Digimon Story: Time Stranger funciona como um verdadeiro presente para quem cresceu acompanhando a franquia.
Ao longo da campanha encontramos Digimon clássicos, uma trilha sonora marcante e diversos momentos capazes de despertar aquela sensação de nostalgia, mas sem depender exclusivamente dela para conquistar o jogador. Pelo contrário: a história se sustenta por mérito próprio e faz com que essas referências funcionem como um bônus para quem já conhece esse universo.
Outro ponto positivo é que o jogo nunca trata Digimon como uma franquia exclusivamente infantil. Seus personagens enfrentam conflitos mais maduros, discutem responsabilidade, perdas e amizade de uma maneira bastante natural, acompanhando também o crescimento do próprio público que conheceu Digimon há mais de vinte anos.
Talvez seja justamente essa a maior qualidade de Time Stranger: respeitar quem cresceu com a franquia sem deixar de receber quem está chegando agora.
E como ficou no Nintendo Switch 2?
Giuliano Peccilli
A chegada ao Nintendo Switch 2 era aguardada desde o lançamento original e, felizmente, a espera valeu a pena.
Além de aproveitar melhor o novo hardware da Nintendo, o jogo oferece dois modos gráficos, permitindo ao jogador escolher entre priorizar resolução ou desempenho. Independentemente da escolha, a experiência se mostra bastante consistente tanto na TV quanto no modo portátil.
E talvez esse seja um dos maiores elogios que posso fazer à versão de Switch 2.
Time Stranger parece ter encontrado no console híbrido da Nintendo uma casa perfeita. É aquele tipo de RPG que convida o jogador a avançar mais uma missão antes de desligar o videogame e que funciona tão bem em longas sessões na televisão quanto em pequenos períodos jogando no modo portátil.
Comparado ao Nintendo Switch original, as melhorias são perceptíveis. O desempenho é mais estável, os tempos de carregamento diminuíram e toda a experiência transmite a sensação de que esta realmente é a melhor forma de jogar Time Stranger dentro do ecossistema Nintendo.
Veredito
Giuliano Peccilli
Lançado originalmente em 2025, Digimon Story: Time Stranger não vive apenas de nostalgia. Pelo contrário. Ele mostra que a franquia continua evoluindo e ainda é capaz de entregar um RPG completo, com uma narrativa madura, personagens carismáticos e um sistema de batalhas que recompensa estratégia e experimentação durante toda a campanha.
É verdade que, ao abraçar completamente a estrutura dos JRPGs, o jogo também exige dedicação. São dezenas de horas de campanha, muitos diálogos e uma progressão que acontece de forma mais cadenciada do que em outros títulos do gênero. Mas, sinceramente, isso dificilmente será um problema para quem procura justamente um RPG longo e cheio de conteúdo.
Com uma boa localização em português, uma história repleta de reviravoltas e um sistema de evolução extremamente viciante, Digimon Story: Time Stranger representa não apenas uma importante evolução para a série Story, mas também um excelente ponto de entrada para quem nunca teve contato com a franquia.
E talvez exista uma ironia bastante interessante nisso tudo.
Durante muitos anos, Digimon viveu sendo comparado a Pokémon. Depois de terminar Digimon Story: Time Stranger, fica claro que essa comparação já não faz muito sentido.
Enquanto Pokémon continua seguindo um caminho bastante tradicional, Digimon escolheu experimentar, amadurecer e contar histórias diferentes. O resultado é um RPG que entende perfeitamente sua própria identidade e que mostra, mais uma vez, que a franquia nunca precisou tentar ser Pokémon para encontrar o seu lugar.
Ficha Técnica
Nota: 4,5 (de 5)
Jogo: Digimon Story: Time Stranger Desenvolvedora: Media.Vision Distribuidora: Bandai Namco Entertainment Diretor: Yusuke Tomono Produtor: Ryosuke Hara Design de personagens: Suzuhito Yasuda Trilha sonora: Masafumi Takada Série: Digimon Story Gênero: RPG (Role-Playing Game) Modo de jogo: Single-player Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Windows), Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 Lançamento:
PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC: 3 de outubro de 2025
Nintendo Switch e Nintendo Switch 2: 10 de julho de 2026
Agradecimentos a Bandai Namco pela produção deste conteúdo
Você lembra de 2013? O Brasil se preparava para receber a Copa do Mundo, PlayStation 3 e Xbox 360 já davam sinais de que estavam chegando ao fim de sua geração e, naquele ano, recebíamos jogos que marcariam a indústria, como The Last of Us e Assassin’s Creed IV: Black Flag. Desde então, muita coisa mudou, inclusive a chegada de duas novas gerações de videogames.
Mais de uma década depois, um dos Assassin’s Creed mais amados retorna completamente refeito. Mas Black Flag Resynced realmente faz jus ao jogo original? Ele ainda faz sentido nos dias de hoje? A resposta é sim. Mais do que trazer de volta um clássico, a Ubisoft entrega um remake que respeita o legado de Edward Kenway e, ao mesmo tempo, mostra um possível caminho para o futuro da franquia.
Um clássico que nunca deixou o Caribe
Lá em 2013, Assassin’s Creed IV: Black Flag chegou cercado de desconfiança. Depois de Assassin’s Creed III dividir opiniões entre os fãs da franquia, a Ubisoft apostou em uma proposta diferente e ousou ao colocar o jogador no papel do pirata Edward Kenway, transformando o Caribe em um enorme parque de aventuras.
O resultado surpreendeu. Não apenas por manter elementos clássicos da franquia, mas porque Black Flag encontrou sua própria identidade e abriu espaço para que Assassin’s Creed ousasse ainda mais nos anos seguintes. Seu grande destaque estava na exploração pelo alto-mar, nas batalhas navais e, principalmente, na liberdade para navegar entre ilhas ao lado de um protagonista extremamente carismático, fatores que fizeram o jogo se tornar um dos favoritos entre os fãs.
Mesmo com diversos Assassin’s Creed lançados posteriormente, Black Flag continuou sendo lembrado como um dos capítulos mais queridos da série. Assim como aconteceu com outros clássicos da indústria, os rumores sobre um remake começaram a surgir e, depois de anos de especulação, a Ubisoft finalmente oficializou o projeto.
Mas refazer um clássico, principalmente dentro de uma franquia tão importante quanto Assassin’s Creed, nunca seria uma tarefa simples. O jogo precisava ser atualizado para conversar com as mecânicas atuais, mas também precisava respeitar as escolhas criativas que fizeram do original um sucesso. E foi justamente aí que Assassin’s Creed Black Flag Resynced encontrou seu maior acerto.
Giuliano Peccilli
Lançado um ano depois de Assassin’s Creed Shadows, o remake incorpora novidades, como o Animus Hub e novos conteúdos inéditos, mas sem deixar de lado a fidelidade ao jogo original. Mais do que modernizar a aventura, a Ubisoft mostra que é possível revisitar um clássico sem descaracterizar aquilo que fez dele um dos jogos mais marcantes da franquia.
Mas você conhece a história?
Giuliano Peccilli
Ambientado no Caribe durante a Era de Ouro da Pirataria, Assassin’s Creed Black Flag coloca o jogador na pele de Edward Kenway, um pirata ambicioso que sonha com fama, riqueza e liberdade. O que começa como uma busca por fortuna rapidamente o coloca no centro da antiga disputa entre Assassinos e Templários.
Enquanto explora ilhas paradisíacas, enfrenta batalhas em alto-mar e cruza o caminho de alguns dos piratas mais famosos da história, Edward embarca em uma jornada de amadurecimento que o transformaria em um dos protagonistas mais marcantes de toda a franquia.
E quanto à história, ela continua funcionando muito bem. Mesmo depois de tantos anos, a campanha permanece praticamente intacta, sendo basicamente a mesma aventura que conquistou os jogadores em 2013, agora reconstruída com gráficos atuais em Assassin’s Creed Black Flag Resynced. As poucas adições feitas pela Ubisoft enriquecem alguns personagens e situações, mas sem alterar a essência da narrativa.
Jogabilidade
Giuliano Peccilli
Em Assassin’s Creed Black Flag Resynced, tudo é extremamente cinematográfico e o jogo já começa colocando Edward no comando de uma embarcação, deixando claro desde os primeiros minutos que a navegação continua sendo um dos pilares da experiência.
Com controles que seguem o velho conhecido da franquia, a jogabilidade flui muito bem e concentra boa parte das ações de combate nos gatilhos do controle — no PlayStation 5, por exemplo, L1, L2, R1 e R2 assumem praticamente toda a responsabilidade durante as lutas.
Aqui precisamos ser francos: a jogabilidade em si não mudou radicalmente em relação ao jogo original. Ela foi refinada para a nova geração, mas sem mexer naquilo que já se tornou uma marca registrada da franquia. É um daqueles casos em que a Ubisoft preferiu melhorar o que já funcionava, em vez de reinventar a experiência.
Se em Assassin’s Creed Shadows muita gente estranhou adaptar o estilo clássico da franquia ao universo dos samurais, aqui tudo parece acontecer de forma muito mais natural. Afinal, controlar um pirata assassino continua sendo uma das propostas mais divertidas que a série já apresentou.
E olha que escalar fortalezas, igrejas e construções espalhadas pelo Caribe continua trazendo todo o DNA de Assassin’s Creed de volta. Explorar os cenários pelo alto permanece tão divertido quanto era no lançamento original.
Agora preciso fazer uma confissão que o meu forte nunca foi velejar. Mesmo depois de tantos anos, ainda apanhei em alguns momentos tentando alinhar a Jackdaw ou acertar exatamente a direção que precisava seguir durante algumas missões. Mas, sinceramente, isso diz muito mais sobre minhas habilidades como capitão do que sobre a qualidade do jogo. Navegar continua sendo uma das experiências mais prazerosas de Black Flag e, felizmente, o remake preserva exatamente essa sensação.
Mas é só um remake?
Giuliano Peccilli
Provavelmente você já viu por aí vídeos comparando o jogo original com o novo e, em um primeiro momento, pode parecer que Assassin’s Creed Black Flag Resynced recebeu apenas um grande banho de loja. Mas basta algumas horas de jogo para perceber que a Ubisoft foi além de simplesmente atualizar os gráficos.
Agora, não só o jogo oferece muito mais liberdade para explorar o Caribe, como também apresenta novos segredos, moderniza diversas atividades, traz novas ilhas para serem exploradas, adiciona novas missões, três novos oficiais navais para acompanhar Edward durante a campanha e ainda um capítulo inédito que expande a experiência de Black Flag.
É justamente aqui que Resynced se diferencia de muitos remakes lançados nos últimos anos. A Ubisoft não quis apenas despertar a nostalgia dos jogadores que viveram essa aventura em 2013. Ela também procurou entregar motivos para que veteranos voltassem ao Caribe e, principalmente, para que novos jogadores conhecessem um dos capítulos mais importantes da franquia.
Se, num primeiro momento, pode parecer “o mesmo jogo”, basta avançar algumas horas para perceber que existe muito conteúdo novo espalhado pela campanha. E talvez esse seja um dos maiores méritos do remake: deixar que o próprio jogador descubra essas novidades naturalmente, sem precisar transformar Black Flag em um jogo completamente diferente.
Localização em português
Giuliano Peccilli
Aqui temos que combinar uma coisa que a Ubisoft sempre tratou o mercado brasileiro com bastante atenção, e em Assassin’s Creed Black Flag Resynced isso não é diferente.
O jogo chega totalmente localizado para o português brasileiro, trazendo não apenas menus e legendas traduzidos, mas também uma dublagem de excelente qualidade.
Quem jogou Assassin’s Creed IV: Black Flag em 2013 certamente vai reconhecer diversas vozes. Acácio Oliveira retorna ao papel de Edward Kenway, Felipe Drummond volta como Adéwalé e Fabrício Vila Verde novamente interpreta Stede Bonnet, mantendo a identidade da versão brasileira que marcou tantos jogadores.
É um cuidado que faz diferença e mostra, mais uma vez, o quanto a Ubisoft continua olhando para o Brasil como um mercado importante para a franquia.
Veredito
Giuliano Peccilli
A Ubisoft fez a lição de casa e Assassin’s Creed Black Flag Resynced não é apenas um jogo refeito com gráficos modernos para conquistar uma nova geração. Ele respeita um dos capítulos mais importantes da franquia, adiciona novidades, melhora diversos aspectos da experiência original e, principalmente, entende que nem todo remake precisa reinventar aquilo que já funcionava.
Se nos últimos anos vimos exemplos como The Last of Us Part I, que optou por uma abordagem muito mais conservadora, aqui a Ubisoft foi além. Sem alterar a essência de Black Flag, o estúdio aproveitou a oportunidade para expandir o conteúdo e entregar uma experiência que realmente justifica revisitar o Caribe.
É claro que o tempo também deixa suas marcas. Algumas missões ainda carregam estruturas bastante características de 2013 e podem parecer repetitivas para quem começou a série pelos Assassin’s Creed mais recentes. Felizmente, esses momentos são pontuais e estão longe de comprometer uma aventura que continua extremamente divertida.
Talvez parte do público mais jovem sinta um pouco dessa herança do passado justamente por Black Flag Resynced manter tanta fidelidade ao jogo original. Eu, particularmente, me senti completamente em casa durante praticamente toda a campanha.
E talvez seja exatamente esse o maior elogio que eu possa fazer ao remake.
Ao invés de tentar transformar Black Flag em outro jogo, a Ubisoft entendeu que o original já era especial por aquilo que oferecia. Bastava modernizar a experiência e permitir que uma nova geração conhecesse Edward Kenway da melhor forma possível.
No fim das contas, Assassin’s Creed Black Flag Resynced continua sendo um ótimo jogo, independentemente da idade do jogador ou do seu primeiro contato com a franquia. Justamente por representar uma fase mais “raiz” de Assassin’s Creed, ele talvez agrade até mais do que alguns capítulos recentes e se torna, hoje, um excelente ponto de entrada para quem deseja conhecer a série.
Mais do que celebrar um clássico, Black Flag Resynced mostra que a Ubisoft parece finalmente ter encontrado uma direção para revisitar seus próprios sucessos. Se esse for realmente o caminho adotado para futuros remakes da franquia, é difícil não ficar animado com o que ainda pode estar por vir.
Ficha Técnica
Nota: 4,5 (de 5)
Jogo: Assassin’s Creed Black Flag Resynced Desenvolvedora: Ubisoft Singapore Distribuidora: Ubisoft Direção: Richard Knight e Paul Fu Roteiro: Darby McDevitt Trilha sonora: Brian Tyler Motor gráfico: Ubisoft Anvil Série: Assassin’s Creed Gênero: Ação e aventura Modos de jogo: Single-player Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) Lançamento: 9 de julho de 2026
Agradecimentos a Ubisoft pela produção deste conteúdo
Depois de quase duas décadas sem um novo capítulo principal, Onimusha: Way of the Sword finalmente marca o retorno de uma das franquias mais queridas da Capcom. Desde Onimusha: Dawn of Dreams, lançado em 2006, a série ficou praticamente adormecida, aparecendo apenas em alguns jogos para celulares no Japão. Agora, a Capcom mostra que não quer apenas trazer a marca de volta, mas apresentar Onimusha para uma nova geração sem deixar de lado a identidade que conquistou os fãs.
Baixamos a Demo no Playstation 5 e a primeira impressão é bastante positiva.
Combate exige técnica, não velocidade
O maior destaque da demo é, sem dúvida, o sistema de combate.
Quem esperava um hack and slash acelerado pode se surpreender. Way of the Sword aposta muito mais na leitura dos movimentos dos inimigos, no posicionamento e no tempo certo de atacar do que em sequências intermináveis de golpes.
O mais interessante é perceber que, mesmo com gráficos de nova geração e um protagonista inédito, Onimusha continua sendo Onimusha. A sensação ao pegar o controle é exatamente aquela que os fãs da franquia conhecem. É como andar de bicicleta: depois dos primeiros minutos, tudo parece natural novamente.
Durante os combates, cada golpe possui peso e impacto. Apertar botões sem estratégia normalmente resulta em punições rápidas, incentivando o jogador a observar o adversário antes de partir para o ataque.
O sistema de parry merece destaque. Executar uma defesa perfeita abre espaço para contra-ataques devastadores e para o novo Break Issen, evolução do clássico golpe fatal da franquia, que agora entrega finalizações extremamente violentas e visualmente impressionantes.
Miyamoto Musashi convence como protagonista
A escolha de Miyamoto Musashi, provavelmente o samurai mais conhecido da história japonesa, foi um grande acerto. Inspirado visualmente no lendário ator Toshiro Mifune, o personagem demonstra bastante carisma logo nos primeiros minutos da aventura.
Além da presença em cena, seus movimentos passam uma sensação de autenticidade. Os golpes parecem inspirados em técnicas reais de kenjutsu, fazendo com que cada duelo tenha um ritmo próprio e muito mais estratégico do que simplesmente ofensivo.
Atmosfera é tão importante quanto o combate
A RE Engine volta a mostrar por que se tornou uma das principais tecnologias da Capcom.
Templos abandonados, ruas cobertas pela névoa e cenários inspirados em Kyoto criam uma atmosfera que mistura história japonesa com fantasia sobrenatural de forma bastante convincente.
Os Genma continuam mantendo a identidade visual clássica da franquia, mas agora apresentam um nível de detalhamento muito superior. Cada criatura chama atenção tanto pelo visual quanto pelas animações durante os confrontos.
Primeiras impressões
Mesmo sendo apenas uma demonstração, Onimusha: Way of the Sword consegue prender o jogador rapidamente. O nível de dificuldade é elevado, mas passa longe de ser injusto. A cada combate fica evidente que observar o inimigo e entender seus movimentos é mais importante do que simplesmente atacar sem parar.
Em vez de reinventar a franquia, a Capcom preferiu modernizar suas mecânicas enquanto preserva aquilo que sempre fez Onimusha ser diferente. É justamente esse equilíbrio entre nostalgia e evolução que torna a demo tão promissora.
Para quem acompanhou a série desde a época do PlayStation 2, o retorno parece respeitar tudo aquilo que tornou a franquia especial. Já para quem nunca teve contato com Onimusha, Way of the Sword surge como um excelente ponto de entrada, já que apresenta uma história inédita e independente dos jogos anteriores.
Ainda é cedo para dizer se teremos um dos melhores jogos da série, mas uma coisa ficou clara depois da demonstração: Onimusha está de volta e continua sabendo exatamente como fazer um duelo de espadas ser divertido.
Ficha técnica
Jogo: Onimusha: Way of the Sword
Desenvolvedora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Diretor: Satoru Nihei
Produtor: Akihito Kadowaki
Engine: RE Engine
Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC
Um dos nomes mais marcantes da moda e da televisão brasileira volta aos holofotes em “Clô, pra sempre”, espetáculo estrelado por Eduardo Martini que estreia no Teatro das Artes, em São Paulo. A montagem, vencedora do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator, terá temporada entre 1º de julho e 19 de agosto, com apresentações às quartas-feiras.
Escrito por Raphael Gama e dirigido por Viviane Alfano, o monólogo revisita a vida e a carreira de Clodovil Hernandes, retratando sua trajetória na moda, na televisão e na política sem esconder as contradições que fizeram dele uma das personalidades mais polêmicas e influentes do país.
No palco, Eduardo Martini dá vida ao estilista em uma interpretação que vai além da figura pública. O espetáculo revela episódios marcantes da infância, as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, os bastidores da carreira e o humor ácido que se tornou uma de suas marcas registradas.
A proposta da montagem é apresentar um retrato humano de Clodovil, permitindo que o público conheça diferentes fases de sua história sem transformá-lo em herói ou vilão.
Com mais de 40 mil espectadores desde sua estreia, “Clô, pra sempre” chega a São Paulo após temporadas de sucesso pelo país, consolidando-se como uma homenagem a um personagem que continua despertando debates mesmo anos após sua morte.
Serviço
Clô, pra sempre
Temporada: de 1º de julho a 19 de agosto de 2026
Quando: quartas-feiras, às 20h
Local: Teatro das Artes – Shopping Eldorado (São Paulo)
A Clear River Games e a Tatsujin anunciaram que Truxton Extreme será lançado em 30 de julho para PC (Steam), PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. O novo capítulo da franquia chega ao Brasil com legendas em português e marca o retorno de uma das séries mais tradicionais do gênero shoot’em up.
Conhecido como Tatsujin no Japão, o primeiro Truxton foi lançado nos arcades em 1988 e ganhou popularidade no Mega Drive, tornando-se um dos títulos mais lembrados pelos fãs das clássicas “navinhas”. Agora, a franquia retorna com gráficos em 3D, novos modos de jogo e uma campanha inédita.
O Modo História conta com 18 capítulos apresentados em formato de histórias em quadrinhos, com ilustrações do mangaká Junya Inoue (Btooom!). Na campanha, os jogadores enfrentam uma invasão alienígena utilizando armas clássicas da série, como Power Shot, Truxton Beam, Thunder Laser, Homing Shot e a tradicional bomba.
Para quem está conhecendo a franquia agora, o modo Heart Starter oferece uma experiência mais acessível, enquanto os veteranos encontrarão a jogabilidade arcade que consagrou a série.
Outro destaque é o retorno de Masahiro Yuge, criador do Truxton original e atual CEO da Tatsujin. Além de supervisionar o desenvolvimento do jogo, ele também assina a trilha sonora, que reúne músicas inéditas e novas versões dos temas clássicos da franquia.
Além da campanha principal, Truxton Extreme traz oito fases, diferentes modos de jogo, itens desbloqueáveis e um arsenal variado, modernizando a experiência sem abrir mão da identidade que tornou a série uma referência entre os fãs do gênero.
A Autoral Filmes levará aos cinemas brasileiros O Homem Mais Solitário da Cidade, novo trabalho da dupla Tizza Covi e Rainer Frimmel.
O longa estreia em 27 de maio de 2027.
Sobre o filme
Misturando documentário e ficção, o filme acompanha o músico de blues Al Cook, que interpreta uma versão de si mesmo em uma narrativa ambientada em Viena.
A produção estreou mundialmente no Festival de Berlim e marca o retorno da dupla responsável pelo premiado Vera.
Quando lança
O Homem Mais Solitário da Cidade estreia nos cinemas brasileiros em 27 de maio de 2027, encerrando a programação anunciada pela Autoral Filmes para o primeiro semestre de 2027.
A diretora Léonor Serraille traz aos cinemas brasileiros seu novo longa, Ari, que estreia em 1º de abril de 2027.
O lançamento faz parte da programação da Autoral Filmes para o próximo ano.
Sobre o filme
O protagonista, interpretado por Andranic Manet, enfrenta uma crise pessoal após sofrer um colapso nervoso. Durante sua jornada, ele reencontra antigos amigos e passa a refletir sobre amizade, masculinidade e amadurecimento.
O longa integrou a competição oficial do Festival de Berlim.
Quando lança
Ari estreia nos cinemas brasileiros em 1º de abril de 2027.
Na Terra de Arto (Le Pays D’arto) - crédito Autoral Filmes
A Autoral Filmes confirmou a estreia nacional de Na Terra de Arto, novo filme da diretora Tamara Stepanyan.
O longa chega aos cinemas em 4 de fevereiro de 2027.
Sobre o filme
Estrelado por Camille Cottin e Zar Amir Ebrahimi, o drama acompanha Céline, que viaja até a Armênia para oficializar a morte do marido, mas acaba descobrindo que ele escondia sua verdadeira identidade.
O filme teve estreia mundial na abertura da 78ª edição do Festival de Locarno.
Quando lança
Na Terra de Arto estreia nos cinemas brasileiros em 4 de fevereiro de 2027.