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Black Desert Mobile recebe o sistema Ancient Anvil

O Black Desert Mobile recebeu nesta terça-feira (13) uma atualização importante para quem já sofreu — e muito — com falhas no aprimoramento de equipamentos. A Pearl Abyss lançou oficialmente o sistema Ancient Anvil, novidade revelada durante o Banquete de Calpheon 2025 e que promete tornar a progressão mais justa e previsível.

Como funciona a Ancient Anvil

A lógica do sistema é simples: toda vez que uma tentativa de aprimoramento ou aprimoramento desperto falha, um medidor chamado Ancient Evil é preenchido de acordo com o nível do item.

Quando esse medidor chega ao máximo, a Ancient Anvil é ativada — e a próxima tentativa de aprimoramento é garantidamente bem-sucedida, sem chance de falha.

Na prática, o jogo passa a reconhecer o esforço do jogador, transformando repetidas tentativas frustradas em progresso real.

Menos punição, mais progressão

O aprimoramento sempre foi um dos pontos mais tensos de Black Desert Mobile. Com a Ancient Anvil, a Pearl Abyss busca reduzir a sensação de perda e reforçar a progressão de longo prazo, sem eliminar totalmente o risco — mas garantindo que insistir valha a pena.

Para quem já vinha tentando melhorar seus equipamentos, há uma boa notícia: todas as falhas registradas entre 1º de julho de 2025 e a manutenção de hoje foram aplicadas retroativamente ao medidor inicial da Ancient Anvil.

Eventos especiais acompanham a atualização

Para celebrar a chegada do novo sistema, o jogo também recebeu quatro eventos in-game, com recompensas focadas em aprimoramento. Entre os itens distribuídos estão:

  • até 218 mil Restoration Scrolls
  • Sealed Charm of Succession
  • Okiara’s Blessing

Tudo pensado para incentivar os jogadores a testar — e tirar vantagem — da Ancient Anvil desde já.

Atualização já disponível

O sistema Ancient Anvil já está ativo nos servidores de Black Desert Mobile. As notas completas da atualização podem ser consultadas no site oficial do jogo, junto às redes sociais da franquia.

Para quem vive no loop de grind e aprimoramento, essa mudança mexe direto no coração do gameplay.

CODE VEIN II ganha trailer de gameplay com novas informações

A Bandai Namco Entertainment divulgou um novo trailer de visão geral de CODE VEIN II, focado nos principais sistemas de gameplay. O vídeo aprofunda o combate, apresenta novas armas e explica o Sistema de Parceiros, uma das bases da experiência cooperativa do RPG de ação.

Desenvolvido pela Bandai Namco Studios, o jogo usa o tempo como elemento central da narrativa, permitindo explorar versões passadas e presentes de um mundo em colapso.

Combate mais profundo e flexível

O trailer destaca a evolução dos Ataques de Drenagem, usados para extrair Icor, recurso que alimenta as habilidades mais fortes do jogador. Com ele, entram em cena as Formae:

  • Formae de Arma: modificam golpes e concedem bônus;
  • Formae Legadas: invocam armas únicas para ataques devastadores;
  • Formae Defensivas: focadas em bloqueios, contra-ataques e evasão.

As Celas, equipamentos usados nas costas do personagem, complementam o sistema ao alterar atributos e ajustar os Ataques de Drenagem conforme o encontro.

Sistema de Parceiros e novas armas

O Sistema de Parceiros ganha destaque com a Oferenda Restauradora, mecânica que permite aos aliados reviverem o Caçador de Aparições — com tempo de recarga que os deixa vulneráveis após o uso. No arsenal, chegam as Lâminas Gêmeas e as Lâminas Rúnicas, ao lado de classes já conhecidas como Baioneta, Alabarda, Martelo e Espada Larga.

O sistema ampliado de Códigos de Sangue e os Aumentos permitem criar builds mais especializadas, ajustando poderes, traços e atributos conforme o estilo de jogo.

Demo do criador de personagens

Antes do lançamento, os jogadores poderão testar a demo do Criador de Personagens a partir de 23 de janeiro de 2026. Serão 64 slots de salvamento, com progresso transferível para o jogo final. A demo inclui personalização completa (corpo, cabelo, rosto, acessórios, maquiagem), visualização em diferentes iluminações no Instituto MagMell e Modo Foto.

Trailer

Lançamento e plataformas

CODE VEIN II chega em 30 de janeiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. A pré-venda já está disponível.

Ryukendo estreia na TV Cultura nesta quarta-feira (14) e marca o retorno do tokusatsu à TV aberta

Depois de 16 anos fora da televisão aberta, Madan Senki Ryukendo volta a ser exibida no Brasil. A estreia acontece nesta quarta-feira (14), a partir das 19h, na TV Cultura, dentro do programa Antimatéria: Energia Geek.

O retorno atende a um pedido antigo da comunidade tokusatsu brasileira e recoloca em evidência uma das últimas séries do gênero exibidas de forma inédita na TV aberta do país.

Versão restaurada para a TV brasileira

Para essa nova exibição, Ryukendo passou por um processo de restauração em alta definição realizado pela equipe técnica da TV Cultura. A atualização melhora imagem e som, valorizando as sequências de transformação de Ryukendo, Ryugunou e Ryujinou.

A série será exibida com a dublagem brasileira original, que marcou a exibição anterior, com vozes como Wendel Bezerra, Márcio Araújo, Yuri Chesman e Fátima Noya. Também haverá opção de áudio em japonês por meio da tecla SAP.

Um retorno simbólico para os fãs

Em 2026, Ryukendo completa 20 anos desde sua estreia no Japão, em janeiro de 2006. A volta à TV aberta brasileira funciona como uma celebração antecipada da data e reforça o peso histórico da série entre fãs do tokusatsu.

Exibida originalmente no Brasil no fim dos anos 2000, a produção permaneceu viva na memória do público, especialmente entre quem acompanhou as batalhas da organização SHOT contra os Monstros Jamen.

Serviço – Ryukendo na TV Cultura

Estreia: Quarta-feira, 14

Horário: A partir das 19h

Programa: Antimatéria: Energia Geek

Classificação indicativa: 12 anos

Exibição: TV Cultura

Com essa estreia, a TV Cultura amplia sua aposta em programação geek e reforça o espaço do tokusatsu na televisão brasileira.

Riot Games anuncia Americas Cup, novo torneio intercontinental das Américas para 2026

A Riot Games anunciou um novo torneio intercontinental para o calendário competitivo de League of Legends em 2026. Batizada de Americas Cup, a competição vai colocar frente a frente equipes do CBLOL e da LCS, reforçando o intercâmbio competitivo entre América do Sul e América do Norte.

O torneio acontece na primeira semana de março, na Riot Games Arena, em São Paulo, servindo como um evento de aquecimento antes do First Stand.

Quem joga a Americas Cup

Participam da Americas Cup os times que terminarem em segundo e terceiro lugar da Copa CBLOL e da LCS Lock-In. Ao longo de cinco dias de confrontos, as equipes disputam não apenas o título do torneio, mas também uma recompensa estratégica importante para a temporada.

O campeão garante um bootcamp totalmente custeado pela Riot Games na Coreia do Sul, durante o Mid-Season Invitational de 2026.

Bootcamp como ferramenta competitiva

A iniciativa de financiar bootcamps internacionais para equipes das Américas começou em 2023 e foi retomada em 2024 com a LTA. Segundo a Riot, os resultados esportivos e de desenvolvimento foram positivos, o que motivou a expansão do modelo.

Agora, além do campeão da Americas Cup, também participam do programa:

  • os segundos e terceiros colocados do Primeiro Split do CBLOL;
  • o terceiro colocado da temporada Spring da LCS.

Caso o campeão da Americas Cup já esteja classificado para o MSI ou tenha garantido o bootcamp por colocação no split, a vaga adicional retorna para a liga correspondente.

Cross-conference sem mexer no formato das ligas

Para a Riot, a Americas Cup nasce como uma solução para manter confrontos internacionais sem comprometer a estrutura das ligas regionais.

“No ano passado, os momentos cross-conference da LTA foram grandes aprendizados positivos da experiência do formato regionalizado, e a possibilidade de embate entre times de ambas as regiões das Américas foi algo que gostaríamos de manter para 2026, porém sem comprometer a independência das ligas domésticas”, afirma Igor Correa, líder de produto do CBLOL na Riot Games Brasil.
“A Americas Cup se mostrou a alternativa perfeita para mantermos essa experiência para nossos times, jogadores e também para os fãs.”

Onde acompanhar

Mais informações sobre o CBLOL, a Americas Cup e o First Stand podem ser encontradas nos canais oficiais de LoL Esports e no site lolesports.com.

Com a Americas Cup, a Riot adiciona mais um ponto de contato competitivo entre as regiões, ampliando o repertório internacional dos times — e dando aos fãs um novo palco para medir forças dentro das Américas.

Paul Mescal e Josh O’Connor protagonizam romance LGBTQIA+ e histórico em A História do Som

Dois nomes centrais do cinema contemporâneo, Paul Mescal e Josh O’Connor, se encontram pela primeira vez em A História do Som, drama de época que articula romance LGBTQIA+, memória cultural e música tradicional norte-americana. Dirigido por Oliver Hermanus, o filme chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro.

Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, o longa mantém 89% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, reforçando seu alcance para além do circuito de festivais e do nicho queer.

Uma história de amor construída pelo som

Ambientado em 1917, o filme acompanha Lionel e David, estudantes de música que se conhecem no Conservatório de Boston. O ponto de encontro entre os dois é a música folk que é uma tradição oral passada de geração em geração e que os leva a uma viagem pelo interior do estado do Maine.

A missão é registrar canções de ex-soldados da Primeira Guerra Mundial antes que elas desapareçam. No caminho, o vínculo profissional se transforma em um relacionamento afetivo, tratado com delicadeza e atenção aos silêncios, marca recorrente do cinema de Hermanus.

O roteiro adapta dois contos do escritor Ben Shattuck, The History of Sound e Origin Stories, e usa a música como fio condutor de uma história sobre intimidade, deslocamento e pertencimento.

Representatividade sem discurso didático

Sem recorrer a conflitos externos óbvios ou discursos explicativos, A História do Som constrói seu romance LGBTQIA+ a partir da convivência, da escuta e do tempo compartilhado. A relação entre os protagonistas se desenvolve de forma orgânica, ancorada mais nos gestos e nas pausas do que em grandes declarações.

A química entre Mescal e O’Connor foi um dos aspectos mais comentados após Cannes. O Screen Daily descreveu as atuações como “discretas e fascinantes”, destacando a precisão emocional da dupla.

Elenco e trajetória do diretor

Além dos protagonistas, o filme conta com Chris Cooper, vencedor do Oscar por Adaptação, em uma participação que adiciona outra camada temporal à narrativa.

Este é o sexto longa de Oliver Hermanus, diretor que construiu uma filmografia marcada por histórias sobre identidade e repressão, como Moffie e Beleza Arrebatadora. Após Viver, remake do clássico de Akira Kurosawa indicado ao Oscar, Hermanus retorna a um cinema mais intimista, centrado em personagens e atmosferas.

Trailer

Pôster

Quando e onde assistir

Exibido também na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, A História do Som estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

Lugar de Mulher | TV Cultura exibe documentário sobre mulheres nas exatas e a disputa por espaço em áreas dominadas por homens

A TV Cultura exibe nesta quarta-feira (14), às 22h, o documentário Lugar de Mulher, os Inexatos Percursos Femininos nas Exatas, que acompanha trajetórias femininas em áreas historicamente dominadas por homens, como engenharia, ciência, matemática e tecnologia.

Dirigido por Manuela Fatinato, o filme propõe um olhar atento e direto sobre os caminhos — muitas vezes tortuosos — percorridos por mulheres que decidiram ocupar espaços onde sua presença ainda é questionada.

Experiências que atravessam gerações

O documentário parte de uma pergunta simples, mas estrutural: o que há em comum na experiência de engenheiras, cientistas, matemáticas e profissionais da tecnologia de diferentes épocas e contextos?

As respostas surgem em relatos que se cruzam. As personagens falam sobre a dificuldade de serem ouvidas, reconhecidas e respeitadas em ambientes majoritariamente masculinos, mas também compartilham o prazer pela profissão, o interesse genuíno pelas exatas e a importância simbólica de permanecer nesses espaços.

Sem discurso pronto, com vivência

Sem recorrer a tom didático ou slogans fáceis, Lugar de Mulher constrói sua narrativa a partir da experiência concreta. O filme destaca conquistas individuais que, juntas, revelam avanços coletivos — e lembram que a presença feminina nas exatas não é exceção, mas resultado de escolha, insistência e competência.

A exibição na TV Cultura reforça o papel da emissora em abrir espaço para produções que dialogam com educação, diversidade e transformação social, sem perder de vista o valor das histórias pessoais.

Quando assistir

Lugar de Mulher, os Inexatos Percursos Femininos nas Exatas vai ao ar nesta quarta-feira (14), às 22h, na TV Cultura.

WAIFF 2026 acontece em fevereiro em São Paulo e revela programação de palestras e debates

São Paulo vai entrar de vez no mapa do cinema feito com inteligência artificial. O World AI Film Festival (WAIFF) divulgou a programação de palestras e debates da sua edição brasileira, marcada para 27 e 28 de fevereiro de 2026, na Fundação Armando Álvares Penteado, em Higienópolis.

O evento chega ao Brasil com a proposta de discutir, na prática, como ferramentas e plataformas de IA estão mudando o audiovisual — do cinema à publicidade, passando por streaming, séries e conteúdos para redes sociais. Os ingressos, válidos para os dois dias, já estão à venda pela Sympla.

IA, cinema e mercado em debate

Serão mais de 20 horas de programação, com palestras, mesas e encontros que reúnem criadores, produtores, artistas, programadores e educadores que já trabalham com inteligência artificial no dia a dia. Entre os nomes confirmados estão Kris Krüg, referência internacional em ferramentas de IA, Fabiano Gullane, da Gullane Filmes, além do músico Zeca Baleiro e de Rapha Borges, CCO da Tiger.

As atividades acontecem simultaneamente em dois auditórios, uma sala de cinema e um espaço dedicado a networking, reforçando o caráter de troca e experimentação do festival.

Mostra competitiva com inscrições abertas

Além das palestras, o WAIFF promove uma mostra competitiva de filmes produzidos com IA, que vai premiar produções em sete categorias:

  • Curta-metragem
  • Longa-metragem
  • Micro-série para mídia social (formato vertical)
  • Publicidade
  • Coup de Cœur – Melhor Filme do Festival
  • Melhor Filme de IA – Diretor(a) com menos de 25 anos
  • Melhor Filme de IA – Diretora Mulher

As inscrições seguem abertas até 25 de janeiro, com informações disponíveis no site oficial do festival.

Um festival conectado ao cenário global

A edição brasileira integra uma rede internacional de festivais dedicados ao cinema com IA, com eventos paralelos acontecendo em países como França, Japão, Coreia do Sul e China. No Brasil, a produção é da UltraVioleta, em parceria com a FAAP.

O WAIFF também expande o debate para além do evento presencial com o podcast WAIFF Talks, que discute o impacto da inteligência artificial em áreas como cinema, design, publicidade, animação e direito autoral.

Serviço – WAIFF 2026

  • Datas: 27 e 28 de fevereiro de 2026
  • Local: FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
  • Ingressos: à venda pela Sympla
  • Inscrições para filmes: até 25 de janeiro de 2026

Reus 2 expande seu universo com a DLC Planícies e reforça o lado “deus brincando sério”

O premiado simulador de divindade Reus 2 ganha sua terceira expansão no dia 22 de janeiro no Steam. A DLC Planícies chega adicionando camadas interessantes ao jogo base, com foco em criação de ecossistemas, decisões morais e evolução social. Desenvolvido pela Abbey Games e distribuído pela Firesquid Games, o conteúdo extra será vendido por R$ 19,99, com 10 por cento de desconto nas duas primeiras semanas.

Para quem ainda não entrou nesse universo, o momento é estratégico. As DLCs anteriores, Era do Gelo e Everglades, ficam com 20 por cento de desconto, enquanto o jogo base tem redução de 50 por cento no preço.

Trailer

O bioma Estepe e o caos necessário da natureza

O grande destaque da DLC é o novo bioma Estepe, ativado a partir do Gigante da Savana, Jangwa, ao escolher o modo Pradaria na criação do planeta. O visual muda, o comportamento do ecossistema também. Como todo novo bioma em Reus 2, a Estepe vem acompanhada de uma biodiversidade própria, com mais de 65 novas espécies entre fauna, flora e minerais. Bisões, lavanda da estepe e cães da pradaria passam a dividir espaço em mundos que parecem calmos, mas escondem dinâmicas perigosas.

A principal novidade mecânica está no estresse do solo. Cada biota adicionada aumenta essa tensão até que incêndios espontâneos surjam, se espalhando pela região. O resultado não é apenas destruição. Esses eventos funcionam como ciclos de renovação, fortalecendo biotas e abrindo espaço para novas estratégias. Em Reus 2, às vezes o progresso nasce do desastre.

Novos líderes, novas formas de conduzir a humanidade

Planícies adiciona quatro novos líderes humanos, cada um mudando radicalmente o rumo das civilizações. O Agricultor expande territórios com foco total na produção de alimentos. O Cultista transforma oferendas sombrias em riqueza, mesmo que isso custe a estabilidade social. O Arquiteto estimula a curiosidade humana ao construir biotas, enquanto o Astronauta acelera a chegada à era 3, sacrificando tempo em troca de acesso mais rápido a biotas avançadas.

Esses líderes não são apenas bônus estatísticos. Eles moldam narrativas emergentes, algo que sempre foi um dos pontos fortes da franquia.

Três novas eras e caminhos bem diferentes

A DLC também introduz três novas eras, cada uma quase como um jogo dentro do jogo. Cidade Fabulosa aposta em histórias, mitos e animais inspiradores para impulsionar tecnologia. Planeta Celestial leva a humanidade a um caminho espiritual, criando uma religião centrada nos Gigantes. Já Sonho Biocinético mistura ciência e natureza para formar uma utopia que parece saída da ficção científica.

O interessante é que nenhuma dessas rotas é claramente melhor. Cada escolha fecha portas e abre outras, reforçando o peso das decisões divinas.

Gigantes, relações e o lado vingativo dos deuses

Os Gigantes continuam sendo o coração de Reus 2. São quatro entidades jogáveis, cada uma com controle específico sobre plantas, animais e minerais. Conforme o jogador avança, novas habilidades são desbloqueadas, permitindo criar biomas cada vez mais complexos.

Com a atualização Cataclisma, as relações ganham destaque. Líderes podem se aliar ou entrar em guerra entre si e com os Gigantes. A humanidade pode até se rebelar, enviando Caçadores de Gigantes para derrubar seus próprios deuses. Em resposta, o jogador ganha acesso a novos poderes desastrosos, reforçando a ideia de que equilíbrio nem sempre vem pela benevolência.

Um sandbox de vida, escolhas e consequências

Reus 2 segue apostando na ideia de que cada planeta é um experimento. Ao combinar biomas, biotas e decisões sociais, surgem ecossistemas únicos e civilizações com objetivos próprios. Algumas vão buscar as estrelas, outras se fechar em cultos ou tentar viver em harmonia com a natureza. Quando tudo chega ao fim, sempre existe a opção de começar de novo, carregando o legado das criações anteriores pela galáxia.

Barbie lança sua primeira boneca com autismo

A Barbie acaba de dar um passo importante na sua longa história ao apresentar sua primeira boneca com transtorno do espectro autista. A novidade nasce de uma parceria direta entre a Mattel e a Autistic Self Advocacy Network, organização dirigida por e para pessoas autistas. Não se trata apenas de uma nova variação estética, mas de um projeto pensado ao longo de mais de 18 meses com base em escuta, pesquisa e vivência real.

A boneca integra a linha Barbie Fashionistas e foi criada para ampliar o significado de inclusão dentro do universo dos brinquedos, aproximando a fantasia do cotidiano de milhões de crianças que raramente se veem representadas de forma respeitosa.

Design que faz sentido na prática

Cada escolha de design carrega intenção. A articulação nos cotovelos e pulsos permite movimentos associados à autoestimulação, comuns para regular sensações ou expressar emoções. O olhar levemente deslocado foge do contato visual direto, algo presente na experiência de muitas pessoas no espectro. Os acessórios não são decorativos, são funcionais: um fidget spinner rosa que gira de verdade, fones de ouvido com cancelamento de ruído para reduzir sobrecarga sensorial e um tablet que exibe um aplicativo de Comunicação Alternativa e Aumentativa.

A roupa também entra nessa lógica. O vestido roxo tem modelagem mais solta e tecido pensado para minimizar desconfortos sensoriais, enquanto os sapatos baixos priorizam estabilidade e liberdade de movimento. Tudo conversa com o uso real do brinquedo, não apenas com a vitrine.

Por que isso importa

Quando a ASAN fala em representação autêntica, o foco não é apenas “estar ali”, mas como se está ali. Ver uma Barbie que usa ferramentas de apoio e não esconde comportamentos do espectro ajuda a normalizar experiências que ainda são tratadas como exceção. Para crianças autistas, isso pode significar reconhecimento. Para as demais, aprendizado e empatia desde cedo.

A própria trajetória recente da linha Fashionistas reforça essa virada. Hoje são mais de 175 versões diferentes, com variações de corpos, tons de pele, estilos, deficiências e condições como diabetes tipo 1, deficiência visual, Síndrome de Down e aparelhos auditivos. A Barbie com autismo se encaixa nesse movimento contínuo de ampliar o espelho oferecido pelo brinquedo.

Quando chega ao Brasil

A nova Barbie tem lançamento previsto no Brasil a partir de julho, nas principais lojas de brinquedos e varejistas do país, com preço sugerido de R$ 119,99. Mais do que um produto, ela chega como um símbolo de que brincar também pode ser um espaço de reconhecimento, diálogo e inclusão real.

LOS anuncia elenco de League of Legends e confirma retorno ao CBLOL em 2026

A LOS oficializou seu novo elenco de League of Legends para a temporada 2026, confirmando o retorno da organização ao CBLOL. O projeto marca uma nova fase da LOS, com foco em metodologia, planejamento esportivo e visão de longo prazo.

A operação faz parte da estratégia da EZOR, grupo responsável pela gestão da organização.

Projeto nasce de reestruturação interna

A formação do time é resultado de um processo conduzido ao longo de 2025, que revisou scouting, critérios técnicos e perfil comportamental dos jogadores. Segundo Vinicius “Neki” Ghilardi, head de LoL da LOS, a mudança foi menos sobre nomes e mais sobre método.

A ideia central passou a ser montar elencos com identidade de jogo clara, encaixe coletivo e margem de evolução — tratando o time como projeto, não aposta.

Peças-chave do elenco

A nova LOS tem como pilares o retorno de Wallyson “Duduhh” Silva e a chegada do mid laner coreano Jung “Feisty” Seonghun, nomes centrais na definição do estilo da equipe. A selva fica com Luciano “Drakehero” Gonçalves, dentro de um plano de desenvolvimento progressivo ao longo da temporada.

Todas as escolhas priorizaram sinergia, leitura de jogo e consistência competitiva.

Comissão técnica conhecida da casa

A comissão técnica será liderada por Ilias “Enatron” Theodorou, profissional ligado à organização desde 2019, ao lado de Arda “Invokid” Başaran. O staff conta ainda com Felipe “Brandão” Santos e Welson “Netola” Neto, sob supervisão direta de Neki.

Elenco da LOS para 2026

  • Kim “Zest” Dongmin
  • Luciano “Drakehero” Gonçalves
  • Jung “Feisty” Seonghun
  • Wallyson “Duduhh” Silva
  • Gabriel “Ackerman” Aparício
  • Ilias “Enatron” Theodorou (Coach)
  • Arda “Invokid” Başaran (Coach)

Estreia já tem data

A LOS estreia oficialmente na Copa CBLOL no dia 17 de janeiro, às 16h, contra a Vivo Keyd Stars, com transmissão nos canais oficiais da Riot Games Brasil.

Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria | Após vitória no Globo de Ouro, filme com Rose Byrne segue nos cinemas

A noite do Globo de Ouro confirmou aquilo que a crítica já vinha sinalizando há meses. Rose Byrne levou o prêmio de Melhor Atriz em Comédia ou Musical por sua atuação em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, longa dirigido por Mary Bronstein que segue em cartaz nos cinemas brasileiros.

No filme, Byrne interpreta Linda, uma mulher empurrada ao limite emocional. Entre a carreira em crise, a doença da filha, um marido ausente, uma pessoa desaparecida e uma relação nada convencional com o terapeuta, a personagem vive um estado constante de exaustão e descontrole. A performance, descrita como visceral e sem filtros, é o eixo que sustenta o filme e explica a força que ele ganhou na temporada de premiações.

Um filme que cresce com o boca a boca

Distribuído no Brasil pela Synapse Distribution, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria estreou no circuito comercial em 1º de janeiro e permanece em exibição em 31 salas, espalhadas por 16 cidades. Entre elas estão Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.

A permanência em cartaz acompanha o crescimento do interesse do público, impulsionado tanto pela repercussão crítica quanto pelo reconhecimento internacional da atriz.

Temporada de prêmios em alta

A vitória no Globo de Ouro se soma a uma sequência consistente de prêmios e indicações para Rose Byrne. Em 2025, ela venceu o prêmio de Melhor Atuação Protagonista no Festival de Berlim e recebeu distinções das associações de críticos de Chicago, Londres e Los Angeles.

Com isso, o nome da atriz aparece com frequência nas listas de apostas para o Oscar, cujos indicados serão anunciados em 22 de janeiro. Caso a indicação se confirme, o filme tende a ganhar ainda mais fôlego no circuito brasileiro.

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Cinema de desconforto, sem concessões

Longe de uma comédia tradicional, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria usa o humor de forma desconcertante, quase cruel, para explorar temas como maternidade, culpa, esgotamento emocional e relações de poder. Mary Bronstein constrói uma narrativa que não busca empatia fácil, apostando no incômodo como ferramenta de aproximação com o espectador.

É justamente nesse território instável que Rose Byrne entrega uma de suas atuações mais comentadas da carreira, transformando o colapso da personagem em algo impossível de ignorar.

Para quem busca um filme que desafia o conforto emocional e aposta em personagens falhos, intensos e humanos, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria segue como uma das experiências mais fortes em cartaz no país.

Animação brasileira Eu e Meu Avô Nihonjin chega ao Prime Video via Prime Video Direct

A animação brasileira Eu e Meu Avô Nihonjin já pode ser assistida no Prime Video, onde estreia por meio do Prime Video Direct, portal de distribuição que abre espaço para produções independentes dentro do streaming da Amazon. Dirigido por Célia Catunda, criadora de sucessos como O Show da Luna! e Peixonauta, o filme aposta em uma narrativa afetiva sobre pertencimento, herança cultural e diálogo entre gerações.

Produzido pela Pinguim Content e distribuído pela H2O Films, o longa é inspirado no livro Nihonjin, de Oscar Nakasato, vencedor do Prêmio Jabuti. A adaptação mantém o tom delicado da obra literária e transforma a reflexão sobre imigração japonesa no Brasil em uma experiência acessível para crianças e adultos.

Uma história sobre raízes e pertencimento

A trama acompanha Noboru, um garoto de 10 anos descendente de imigrantes japoneses que passa a investigar a história da própria família depois de ouvir relatos do avô. Conforme mergulha nessas memórias, ele descobre a existência de um tio até então desconhecido e começa a refletir sobre o que significa crescer entre duas culturas, tentando entender onde se encaixa como nipo-brasileiro.

O conflito central se constrói no choque entre gerações. De um lado, um avô que nunca quis deixar de ser japonês e evita revisitar o passado. Do outro, uma criança que busca afirmar sua identidade brasileira sem romper com suas origens. Tudo isso é apresentado com leveza, sem didatismo excessivo, apostando no afeto como fio condutor.

Estilo visual e vozes

Desenhado à mão, o filme traz uma direção de arte inspirada nas pinturas de Oscar Oiwa, criando um visual que dialoga com referências da estética japonesa sem perder o caráter brasileiro. A animação mistura poesia, humor e emoção em uma linguagem clara, pensada para atravessar gerações.

As vozes dos personagens ficam por conta de Ken Kaneko e Pietro Takeda, contribuindo para a construção de personagens próximos e humanos. A trilha sonora, assinada por Márcio Nigro e André Abujamra, reforça o tom sensível da narrativa.

Onde assistir

Além de integrar o catálogo do Prime Video via Prime Video Direct, Eu e Meu Avô Nihonjin também está disponível para locação digital em plataformas como NOW (Claro), Vivo Play, Google Play, Apple TV (iTunes) e o próprio Prime Video, ampliando o acesso ao público durante o período de férias escolares.

Com uma abordagem delicada sobre memória, imigração e identidade, Eu e Meu Avô Nihonjin se soma ao grupo de animações brasileiras que apostam em histórias locais com alcance universal, convidando crianças e adultos a olhar para o passado como forma de entender quem somos hoje.