A Dragon Quest: A Aventura de Dai está oficialmente completa na Netflix. Os episódios 76 ao 100 já foram adicionados, permitindo acompanhar toda a jornada do herói do início ao fim com legendas em português.
A versão definitiva da história
Produzido pela Toei Animation, o anime de 2020 adapta integralmente o mangá de Riku Sanjo e Koji Inada, baseado na franquia Dragon Quest. Ao longo de 100 episódios, acompanhamos Dai e seus aliados enfrentando o exército de Hadlar e o poderoso Vearn, em uma narrativa clássica de evolução, amizade e batalhas cada vez mais intensas.
Do “Fly” do SBT ao Dai
Para o público brasileiro, a história tem um peso nostálgico. A primeira adaptação, exibida nos anos 90, ficou conhecida por aqui como “Fly”, nome adotado para o protagonista para evitar confusão com a palavra inglesa “die”. Essa versão, com 46 episódios, foi exibida dublada no SBT e marcou uma geração, mesmo sem adaptar toda a história.
Já o anime atual corrige isso ao apresentar a narrativa completa, algo que não foi possível na versão de 1991, que acabou encerrada antes do previsto por mudanças de programação na TV japonesa.
Produção
A nova adaptação foi planejada desde o início para cobrir todo o mangá publicado pela Shueisha entre 1989 e 1996. A série combina animação 2D com CG para intensificar as cenas de ação. Durante sua exibição, o anime ainda enfrentou uma pausa em 2022 após um ataque hacker aos sistemas da Toei, o que atrasou temporariamente a transmissão antes da conclusão no mesmo ano.
Antes de chegar completa à Netflix, a única forma de assistir todos os episódios oficialmente no streaming era pela Crunchyroll, que exibiu a série de forma simultânea durante sua transmissão original.
Agora completo no streaming
Com a chegada dos episódios finais, “Dragon Quest: A Aventura de Dai” passa a estar totalmente disponível na Netflix. A nova parte já integra o catálogo, reunindo os 100 episódios do anime no serviço, permitindo maratonar a história completa de Dai, ou “Fly”, do começo ao desfecho.
A Todo Mundo Odeia o Chris já está disponível na Netflix com suas quatro temporadas completas e dubladas em português. Criada por Chris Rock ao lado de Ali LeRoi, a série acompanha a adolescência do comediante no bairro de Bed-Stuy, no New York City, durante os anos 1980.
Um retrato cômico com base real
A trama segue Chris, interpretado por Tyler James Williams, lidando com racismo, dificuldades financeiras e os desafios da escola. Em casa, o contraste vem dos pais: Julius, vivido por Terry Crews, obcecado por economia, e Rochelle, interpretada por Tichina Arnold, conhecida pelo temperamento forte.
A série nasceu como uma leitura cômica da vida de Chris Rock, mas tomou algumas liberdades criativas importantes. A história originalmente se passaria nos anos 70, período real da adolescência do comediante, mas foi deslocada para os anos 80 para não competir diretamente com That ’70s Show, que estava em alta na época. O título é uma paródia de Everybody Loves Raymond, reforçando o tom irônico desde o início. Outro ponto marcante é o final aberto: a série termina sem mostrar o sucesso de Chris, refletindo a ideia de que aquela fase era apenas o começo da trajetória do comediante.
Um fenômeno duradouro no Brasil
No Brasil, a popularidade ganhou outra dimensão. Exibida repetidamente pela Record TV a partir de 2006, a série se tornou um fenômeno de audiência e cultura pop, com cenas e falas virando memes recorrentes. Ao longo dos anos, também passou por canais como Comedy Central e Multishow, além de integrar catálogos de plataformas como Globoplay, Prime Video e Paramount+.
No streaming, a chegada à Netflix marca mais um capítulo dessa trajetória. As quatro temporadas já estão disponíveis no catálogo brasileiro desde 29 de abril de 2026, todas com dublagem em português.
A 1ª temporada de Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire) será adicionada ao catálogo da Netflix no dia 28 de maio.
Antes disso, a série já havia sido disponibilizada no Brasil pelo Prime Video, sendo essa a primeira janela de exibição no país.
Uma história clássica sob nova abordagem
Baseada nos livros de Anne Rice, a série acompanha o vampiro Louis relembrando sua vida ao longo de dois séculos, com foco na relação intensa e cheia de conflitos com Lestat.
A adaptação mantém a base da obra original, mas dedica mais tempo às relações, especialmente à convivência turbulenta entre os dois personagens centrais.
O impacto do livro no Brasil
O romance Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire), lançado em 1976, se tornou um dos maiores sucessos do terror gótico moderno e ganhou destaque especial no Brasil.
Por aqui, a obra chegou com tradução de Clarice Lispector, um detalhe que sempre chama atenção dos fãs. A edição brasileira ajudou a impulsionar a popularidade das “Crônicas Vampirescas” e manteve o livro relevante por décadas.
Do cinema à série
Versão de 1994 com Tom Cruise e Brad Pitt
A história também ficou marcada pela adaptação cinematográfica de 1994, Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire).
O longa trouxe Tom Cruise como Lestat e Brad Pitt no papel de Louis, além de Kirsten Dunst e Antonio Banderas. A versão ajudou a levar a história para um público ainda maior e segue como uma das adaptações mais lembradas do gênero.
O que muda na série
Diferente do livro e do filme, a série faz mudanças importantes na estrutura da história.
Louis deixa de ser um fazendeiro branco do século XVIII e passa a ser um homem negro e bem-sucedido na Nova Orleans dos anos 1910, o que traz temas como racismo e posição social para o centro da narrativa.
A relação entre Louis e Lestat também é tratada de forma mais direta como um romance, algo que no filme de 1994 ficava apenas sugerido. Aqui, o vínculo entre os dois é assumido e ganha mais espaço, com foco em uma dinâmica intensa, muitas vezes tóxica.
Outro ponto é a própria narrativa: a entrevista acontece em dois momentos diferentes, com o jornalista questionando inconsistências da história, o que cria uma leitura menos linear e mais ambígua dos acontecimentos.
Elenco e produção
Na série, Jacob Anderson interpreta Louis, enquanto Sam Reid vive Lestat. A produção também conta com Eric Bogosian como o jornalista Daniel Molloy.
Produzida pela AMC, a série faz parte de um projeto maior que adapta o universo literário da autora, com novas temporadas já confirmadas e expansão para outras histórias das “Crônicas Vampirescas”.
Recepção e continuidade
Desde a estreia em 2022, a série recebeu boa recepção, com destaque para a ambientação, figurinos e a química entre os protagonistas. O projeto já tem segunda e terceira temporadas confirmadas.
Para quem já conhece a história, a série funciona como uma releitura mais detalhada, expandindo relações e conflitos que no filme e no livro aparecem de forma mais direta.
A 1ª temporada de “Entrevista com o Vampiro” chega à Netflix em 28 de maio.
As quatro primeiras temporadas de Barrados no Baile(Beverly Hills, 90210) já estão disponíveis na Netflix, agora em versão remasterizada em 16:9. Essa edição é inédita no Brasil.
O drama teen que definiu uma era
Criada por Darren Star, a produção acompanha um grupo de jovens em Beverly Hills lidando com amizades, romances e conflitos típicos da adolescência.
A história começa com os irmãos Brandon e Brenda chegando à cidade e se integrando a um universo bem diferente do que estavam acostumados. A partir daí, o foco vai para amizades, romances e conflitos que ficaram marcados na cultura pop.
Ao longo das temporadas, a série também abordou temas mais pesados para o gênero, como drogas, preconceito, violência e sexualidade, algo que ajudou a consolidar seu impacto cultural.
Sucesso na TV brasileira
A série estreou no Brasil pela Rede Globo em 1992 e rapidamente virou febre entre o público jovem. Passou por diferentes horários, incluindo a Sessão Aventura e faixas de fim de semana, sempre com boa audiência.
Depois, também ganhou espaço na TV paga, com exibições no Sony Channel, além de reprises em outros canais ao longo dos anos. Mais recentemente, chegou a ter transmissão na Pluto TV, com episódios dublados.
De onde veio o nome “Barrados no Baile”
O título brasileiro surgiu diretamente do primeiro episódio. Nele, a personagem Kelly tenta entrar em uma festa usando identidade falsa e acaba sendo impedida, sendo literalmente “barrada no baile”. O nome também pegou por lembrar a música homônima de Eduardo Dussek, o que ajudou na identificação com o público na época.
Fenômeno que atravessou gerações
Além da audiência, “Barrados no Baile” revelou nomes como Luke Perry e Jason Priestley, que viraram ídolos globais nos anos 90.
Com a chegada à Netflix em versão remasterizada, a série volta a ficar acessível tanto para quem acompanhou na TV quanto para uma nova geração.
As quatro primeiras temporadas de “Barrados no Baile” já estão disponíveis na Netflix, com versão remasterizada inédita no Brasil.
A 2ª temporada de Jujutsu Kaisen já pode ser assistida na Netflix, com episódios disponíveis em português tanto dublados quanto legendados.
Gojo no centro da história
A nova fase muda o foco logo de cara. Em vez de seguir apenas o trio principal, a temporada volta no tempo para explorar o passado de Satoru Gojo, mostrando sua relação com Suguru Geto e os eventos que moldaram o “feiticeiro mais forte”.
É um arco mais emocional, que aprofunda motivações e dá outro peso para tudo que vem depois.
Arco de Shibuya eleva o nível
Depois da parte inicial, a história entra no arco de Shibuya, que muitos fãs já consideram o ponto mais intenso da obra. Aqui, a escala cresce de verdade: batalhas mais pesadas, consequências sérias e vários personagens importantes em risco.
Yuji Itadori continua no centro da ação, lidando diretamente com o impacto de Ryomen Sukuna, enquanto o caos toma conta.
Produção mantém alto nível
O anime segue produzido pelo estúdio MAPPA, mantendo a qualidade de animação e direção que fizeram a série explodir desde a primeira temporada.
As lutas continuam rápidas e bem coreografadas, mas com um tom mais sombrio, acompanhando a evolução da história.
A 2ª temporada de “Jujutsu Kaisen” já está disponível na Netflix, com dublagem e legendas em português.
Todas as temporadas de“30 Rock” já estão disponíveis na Netflix, trazendo de volta uma das comédias mais influentes dos anos 2000 para maratona completa.
Bastidores caóticos da TV
Criada e estrelada por Tina Fey, a série acompanha Liz Lemon, roteirista-chefe de um programa de humor fictício dentro da TV americana. A rotina vira um caos quando o executivo Jack Donaghy, vivido por Alec Baldwin, passa a interferir diretamente na produção.
O elenco ainda conta com nomes como Tracy Morgan e Jane Krakowski, formando um time que sustenta o ritmo acelerado e o humor cheio de referências.
Humor rápido e cheio de referências
“30 Rock” ficou conhecida pelo estilo de piadas rápidas, cortes inesperados e sátira direta ao mundo corporativo da televisão. A série brinca com bastidores de produções ao vivo, egos inflados e decisões absurdas de executivos.
É o tipo de comédia que recompensa quem presta atenção: sempre tem gag escondida, referência ou piada passando rápido na tela.
Uma das comédias mais premiadas da TV
Ao longo de sete temporadas, exibidas originalmente entre 2006 e 2013 na NBC, a série acumulou mais de 100 indicações ao Emmy, vencendo múltiplas vezes, incluindo Melhor Série de Comédia por três anos seguidos.
Mesmo sem ser um fenômeno de audiência na época, virou referência de escrita e timing cômico, sendo constantemente citada entre as melhores sitcoms já feitas.
Todas as 7 temporadas de “30 Rock” já estão disponíveis na Netflix para maratona completa.
A 1ª temporada de “Assassination Classroom” já está disponível na Netflix. A continuação já está no radar: a 2ª temporada deve entrar no catálogo em 1º de junho, mantendo a história completa para quem quiser seguir direto.
Uma sala de aula nada comum
A premissa é simples de entender e impossível de esquecer: uma criatura com aparência de polvo destrói parte da Lua e anuncia que vai acabar com a Terra em um ano. Antes disso, ela decide virar professora da turma 3-E, formada por alunos considerados “problema” dentro da escola.
A missão dos estudantes é clara: assassinar o próprio professor antes do prazo. Se conseguirem, recebem uma recompensa bilionária. O detalhe é que Koro-sensei se move a Mach 20, é praticamente indestrutível e, ao mesmo tempo, um professor absurdamente eficiente.
Entre comédia, ação e emoção
Mesmo com essa base mais absurda, o anime equilibra bem humor, ação e desenvolvimento de personagens. Cada aluno da sala ganha espaço ao longo da história, enquanto as tentativas de assassinato viram parte do aprendizado.
A obra original é de Yusei Matsui e foi publicada na Shueisha, com adaptação em anime pelo estúdio Lerche.
Clássico moderno para maratonar
Exibido originalmente entre 2015 e 2016, o anime se consolidou como um dos shonen mais lembrados da década, com mistura de ação, humor e momentos mais emocionais conforme a história avança.
Para quem nunca viu, é uma boa porta de entrada. Para quem já conhece, funciona fácil como revisita antes da segunda temporada chegar.
A 1ª temporada de “Shangri-La Frontier” já está disponível na Netflix. A plataforma também confirmou a chegada da 2ª temporada para 1º de junho, mantendo a sequência direta da história para quem já quiser maratonar.
De “caçador de jogo ruim” para um dos maiores mundos de VR
A história acompanha Rakuro Hizutome, um jogador viciado em “kusoge”, aqueles jogos cheios de bugs e problemas que pouca gente tem paciência para encarar. Depois de zerar vários desses títulos, ele decide testar algo diferente: o popular MMORPG em realidade virtual Shangri-La Frontier.
Dentro do jogo, ele assume o personagem Sunraku e leva toda a experiência acumulada nos jogos quebrados para um mundo considerado praticamente perfeito. É aí que a série encontra seu diferencial, usando esse contraste para construir os combates e a progressão.
Gameplay com cara de anime shonen
A adaptação aposta forte em ação e exploração, com batalhas contra chefes, sistemas de habilidades e aquela sensação de evolução constante que lembra RPGs clássicos. Ao mesmo tempo, mantém interações entre jogadores e NPCs que ajudam a expandir o universo.
O anime é baseado na obra escrita por Katarina, que começou como web novel em 2017 e ganhou versão em mangá publicada pela Kodansha.
Produção e futuro da série
A animação é do estúdio C2C, com duas temporadas já exibidas entre 2023 e 2025. A série continua em expansão, com uma terceira temporada prevista para janeiro de 2027.
Para quem curte anime com vibe de MMO, progressão de personagem e batalhas bem construídas, é uma estreia que funciona fácil para maratona.
O BL “Que Te Livrem da Morte” já está disponível no catálogo da Netflix, com exibição apenas legendada. Conhecido internacionalmente como Goddess Bless You From Death, o título combina investigação policial com elementos sobrenaturais, em uma história que avança junto com a relação entre os protagonistas.
Investigação com clima sobrenatural
A trama acompanha Thup, um jovem órfão que consegue sentir espíritos, e Singha, um investigador que segue apenas evidências. Os dois acabam trabalhando juntos para entender uma sequência de mortes que acontece sempre no mesmo intervalo de tempo dentro de um templo.
De um lado, há a crença de que tudo envolve uma entidade vingativa. Do outro, a tentativa de encontrar respostas concretas. Esse conflito guia a investigação e sustenta o ritmo da série.
Relação construída no tempo certo
No meio do caso, a dinâmica entre os protagonistas evolui de forma gradual. A parceria começa com desconfiança e vai ganhando proximidade conforme eles avançam na investigação.
O elenco principal traz Naret Promphaopun e Krittin Kitjaruwannakul, nomes conhecidos entre fãs de BLs recentes, especialmente em produções da CHANGE2561.
Exibição e formato
A série foi exibida originalmente entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, com 13 episódios de cerca de 58 minutos, mantendo uma narrativa contínua focada tanto no mistério quanto na relação dos personagens.
Para quem curte BL com investigação, clima mais tenso e desenvolvimento mais gradual do casal, é uma estreia que chega direto ao ponto.
“Que Te Livrem da Morte” já está disponível na Netflix.
Se você acompanhou My Hero Academia até o fim, já pode preparar o coração: o especial “More”chegou à Crunchyroll com dublagem e legendas em português.
Lançado no dia 2 de maio, o episódio estreou no Brasil poucas horas depois da exibição no Japão, mantendo aquele padrão que os fãs já esperam.
Um epílogo para fechar a história
“More” adapta o capítulo final do mangá de Kohei Horikoshi e funciona como um verdadeiro epílogo. Aqui, a história desacelera para mostrar o que aconteceu com Deku, Ochaco e o restante da Turma A anos depois dos eventos principais.
Acompanhamos Ochaco lidando com memórias de Toga, enquanto o episódio costura o destino dos personagens com um tom mais emocional e reflexivo. Não é sobre batalhas, mas sobre legado.
Despedida
O especial faz parte das comemorações de 10 anos do anime e assume sem rodeios o papel de encerramento da jornada. É aquele tipo de episódio que entrega closure, revisita sentimentos e deixa a sensação de ciclo completo.
Para quem cresceu acompanhando a evolução dos personagens, é um final que conversa direto com a nostalgia e com tudo que a série construiu ao longo dos anos.
O Sebrae-SP marca presença na gamescom latam 2026 com um estande dedicado ao desenvolvimento de jogos nacionais. Ao todo, 15 estúdios participam da ação, com espaço para demonstração de projetos, networking e rodadas de negócios com investidores e publishers.
A iniciativa faz parte do programa Crie Games, que busca reduzir uma das principais barreiras do setor: o acesso a mercado e investimento.
Foco em negócios e internacionalização
Os estúdios selecionados, vindos de São Paulo e de outros estados, apresentam seus jogos diretamente ao público e a parceiros estratégicos. O objetivo é acelerar conexões comerciais e ampliar a presença internacional dos desenvolvedores brasileiros, que já operam em plataformas globais, mas ainda enfrentam dificuldades para escalar.
Diversidade de jogos brasileiros em destaque
Entre os títulos exibidos, há uma forte variedade de estilos e propostas:
Cururu: Whispers of The Forest (Inversu Studio)
Uma aventura de exploração em 2D ambientada em um Brasil renascido pela natureza, séculos após a queda da civilização humana. No papel de um jovem sapo-boi escolhido por forças ancestrais, o jogador deve manipular o poder da água para enfrentar inimigos infectados, purificar áreas corrompidas e salvar encantados amaldiçoados.
Hands of Timber (Woodwork Game Studio)
O jogo de plataforma 3D narrativo retrata a jornada de uma bonequinha de madeira que acorda dentro da mente de seu criador. Para encontrar seu pai, ela deve vagar por suas memórias: as boas, as ruins e as incompletas.
OUTT (Ilex Games)
O.U.T.T. é um jogo de aventura narrativo e com puzzles ambientado em uma São Paulo do século XXII. Quem joga assume o lugar de Flavia, uma cientista que precisa usar seus conhecimentos para identificar a origem do mal que está sendo cometido contra as pessoas.
Kundara: art of cards (Mikan Studio)
Jogo de batalha de cartas roguelite dinâmico que tem como temática os teatros Kabuki japoneses e filosofias da Ásia Oriental. O jogador trabalha com combos estratégicos ao aprender mais sobre os elementos das cartas, os inimigos em seu caminho e seu próprio baralho.
Tuned Turtle – A Tartaruga Tunada (32 Pixels)
Jogo de plataforma 2D que faz a releitura contemporânea da fábula da Tartaruga e a Lebre. Desafia o jogador a cruzar a linha de chegada antes do Coelho Loko, um pet-atleta movido a cafeína e manipulado pelo agente esportivo Dirty Duke, verdadeiro antagonista da história.
Stamperor! The Jester’s Decree (Moon Mind Studio)
Jogo de construção de cidades a partir da aprovação ou recusa de pedidos feitos pelos cidadãos, mediante carimbos diferentes com diferentes efeitos. O objetivo é sobreviver a cada ciclo, gerenciando os recursos do império, sem os deixar chegar a zero.
Monster Meals: Big Bite Dinern (Giant Warrior Studio)
Combina exploração dinâmica e gerenciamento de restaurante em um ciclo integrado. O jogador deve coletar ingredientes incomuns, cozinhar para monstros exigentes e expandir seu negócio jogando solo ou em coop local e online para até quatro jogadores.
Asumi – Little Ones (Made in Bugs)
Jogo cozy em que o participante tem sua própria ilha cheia de animais da fauna brasileira e pode interagir com os animais e tirar fotos, enriquecendo um diário, em que registra a jornada.
ARIDA 2: Rise of the Brave (Aoca Game Lab)
É a jornada de Cícera em uma aventura de sobrevivência pelo sertão brasileiro do século XIX. Em meio à seca e novos desafios noturnos, o jogador explora biomas áridos, coleta recursos e interage com viajantes para superar as adversidades.
Harpooner(Mango Salad Games)
Uma missão de caçada submarina. O jogador, armado com seu arpão, tem de eliminar espécies invasoras e recolher lixo para salvar os oceanos, transformar ouro e sucata em upgrades poderosos, derrotar chefões colossais e viajar pelos mares.
EcoChess (Timeless Ideas)
Jogador é um indígena que, com a ajuda de animais, tem de evitar que operários destruam a floresta Amazônica para construir uma fábrica de clips de papel.
Odu: Conexões Ancestrais (Odu Studios)
Jogador tem de atravessar cidades vivas e mundos espirituais. Um RPG de ação em que identidade, mito e futuro se entrelaçam em uma jornada de pertencimento.
Reforest (KGAME)
Reforest é um jogo focado na recuperação ambiental, onde o jogador assume a missão de restaurar áreas degradadas por meio do plantio e cuidado com a natureza.
Pastelo (LOBO House Interactive)
Jogo cozy de culinária onde se gerencia a própria barraca de pastel enquanto viaja por diferentes regiões do Brasil. Ao longo da jornada, tem de atender clientes, descobrir novos sabores e adaptar a pastelaria a cada lugar, explorando cenários inspirados na cultura brasileira.
Lendas (Suprema Forja)
Jogo de sobrevivência com elementos de RPG de ação ambientado em um continente-prisão inspirado no folclore brasileiro. No controle de um guerreiro imortal, o jogador enfrenta combates punitivos estilo souls-like contra criaturas míticas como o Saci e a Mula Sem-Cabeça.
Serviço
Sebrae-SP na gamescom latam Data: 29 de abril a 3 de maio Local: Pavilhão de Exposições do Distrito Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo, SP Outras informações em Link
Publisher brasileira participa de showcases, competições e leva títulos jogáveis ao público
A Nuntius Games confirmou presença na gamescom latam 2026 com uma programação que inclui anúncios inéditos, participação em painéis e jogos disponíveis para o público testar durante o evento.
Coelho Direct traz anúncios e novidades
O principal destaque será o Coelho Direct, que acontece no dia 2 de maio, às 17h45, no palco Journey. O showcase será apresentado por Rodrigo Coelho, do canal Coelho no Japão e sócio da publisher.
A apresentação promete reunir trailers inéditos, anúncios e atualizações de projetos, seguindo o formato de showcases que vêm ganhando espaço na indústria.
No BIG Festival, o jogo Islets Defense (MiniGoof) concorre em três categorias, incluindo Melhor Jogo Brasil e Inovação.
Outro projeto em evidência é Dream Delirio’s, apresentado no Brazil Direct por Heitor Carvalho, reforçando a presença de estúdios nacionais em pitches para o mercado.
Além disso, o evento conta com o painel “Carreiras em Games: Game Design”, com participação de Davi Arcos Baptista, discutindo os bastidores da profissão.
A participação da Nuntius reforça o crescimento do cenário indie brasileiro dentro de eventos internacionais, com foco em visibilidade, networking e novas oportunidades.
A Nuntius Games participa da gamescom latam 2026 entre os dias 30 de abril e 3 de maio, com destaque para o Coelho Direct no dia 2 de maio.