O cenário competitivo brasileiro ganha um novo movimento estratégico: o Team Solid anuncia Victor Hugo Cebratelli como seu novo COO, trazendo para a gestão alguém que vive e respira e-sports há mais de uma década. Com experiência construída desde os tempos da X5TV, quando o mercado ainda engatinhava no país, Cebratelli chega para organizar processos, impulsionar novos projetos e manter a Solid competitiva em múltiplas frentes.
Sua trajetória soma edição de vídeo, fotografia, roteiros para o E-Sportv e trabalhos com gigantes como LOUD e Corinthians Free Fire, formando um repertório técnico raro no ecossistema. Agora, ele centraliza essa bagagem para liderar uma das organizações mais ativas do Brasil.
Operações, expansão e o olhar para o futuro
Como COO, Victor Hugo terá a missão de manter o funcionamento diário da organização, acompanhando de perto líderes de equipe, resolvendo gargalos e direcionando a Solid em um momento de crescimento agressivo.
A organização entrou forte no VALORANT mirando o VCT Ascension, estreou uma nova line-up de GTA RP e garantiu vaga no mundial de Free Fire, que acontece na Indonésia. É um calendário pesado, que exige coordenação fina, justamente o tipo de desafio que Cebratelli buscava.
Ele destaca que o foco é crescer, mas sem perder a leitura do mercado: “Estamos sempre de olho em oportunidades, buscando investir em novas áreas, mas analisando o cenário como um todo”.
Cultura de equipe e a conexão com o rinoceronte
Um dos pontos centrais da nova gestão será fortalecer a cultura interna e o vínculo dos atletas com a marca. Victor ressalta a importância de realizar mudanças de forma gradual, garantindo que o desempenho das equipes não seja afetado.
O planejamento inclui reestruturação de processos, ajustes internos e uma expansão sustentável para 2026. “2025 tem sido um ano importante. Para 2026, queremos evoluir ainda mais internamente para termos um ano ainda melhor”, afirma.
Além do backstage competitivo, o COO também ficará responsável por estudar mercados emergentes e dialogar com potenciais investidores. A ideia é manter o espírito da Solid vivo, o da “manada” apaixonada, e levá-lo para novos públicos.
Team Solid
Criada em 2019, a Team Solid surgiu com força no mobile. Foi campeã brasileira e venceu a NoTilt no Clash Royale, acumulou troféus no PUBG Mobile, Mobile Legends e Free Fire, incluindo títulos das Américas, 515 Blitz e Copa FF.
A organização também marcou presença no PC com line-ups competitivas de CS:GO e CS2, conquistando resultados importantes como o RES Latin American Series #2 e classificatórias para a ESL Challenger Katowice.
Em 2025, a Solid optou por pausar o CS2 para reorganizar prioridades, abrindo espaço para novas iniciativas, como a entrada no universo de GTA RP, que se tornou uma vitrine criativa e cultural no entretenimento digital.
Hoje, a Solid amplia sua atuação multiplataforma, incorporando narrativas, produção de conteúdo e novos formatos para se conectar com diferentes audiências. Com sócios experientes em gestão e empresas globais, o time aposta em expansão consciente, inovação e competitividade.
Malu Galli em cena no filme Querido Mundo | Foto- Mariana Vianna
Depois de chamar atenção em Gramado, onde Malu Galli levou o Kikito de Melhor Atriz — e de marcar presença no Festival do Rio, Querido Mundo inicia sua jornada fora do país. Dirigido por Miguel Falabella e codirigido por Hsu Chien, o longa abre sua trajetória internacional no 16º Festival de Cinema Brasileiro na Rússia. A produção da Ananã Produções, em parceria com a Star Original Productions, chega ao público internacional com distribuição da O2 Play.
A exibição na Rússia passa por quatro cidades: Nizhny Novgorod, Kaliningrado, São Petersburgo e Moscou, entre 13 de novembro e 7 de dezembro. E o circuito não para por aí: em 2026 o filme também integra a programação da 28ª edição do Festival de Cinema Brasileiro em Paris.
Para o produtor Júlio Uchôa, ver o cinema brasileiro rodando o mundo é motivo de celebração: “É uma honra ver um filme de Miguel Falabella conversando com plateias de todo o mundo. Viva Malu Galli, Du Moscovis e todo o elenco e técnicos. Esse é o cinema brasileiro fazendo bonito.”
Entre escombros, encontros e poesia
Querido Mundo, novo filme de Miguel Falabella e Hsu Chien
O longa adapta a peça dirigida por Falabella em 2006 e aposta numa abordagem delicada, quase lírica, sobre conexões humanas em momentos de colapso — literal e emocional. O ponto de partida é a queda de uma ponte numa noite de tempestade, evento que coloca Elsa (Malu Galli) e Oswaldo (Eduardo Moscovis) frente a frente nos escombros de um prédio abandonado no Rio de Janeiro.
Filmado em preto e branco pela câmera de Gustavo Hadba, Querido Mundo combina humor ácido com reflexões pessoais, profissionais e afetivas. Malu Galli resume bem o espírito do filme: “Querido Mundo traz um sopro poético pra tela, um olhar sobre o amor, sobre a esperança que parece perdida em tempos tão brutos.”
O elenco ainda conta com Marcello Novaes, Danielle Winits, Cintia Rosa e Pia Manfroni. O roteiro é de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa.
A força da distribuição nacional
A O2 Play, responsável por levar o filme ao circuito internacional, faz parte do grupo O2, comandado por Paulo Morelli, Fernando Meirelles e Andrea Barata Ribeiro. Desde 2013, a distribuidora vem se destacando com lançamentos em cinema, TV e plataformas digitais, reunindo títulos como Sócrates, Chorão – Marginal Alado, O Irlandês, Dois Papas, Bardo, Priscilla e Elis & Tom.
A parceria com a MUBI também rendeu estreias de destaque como Annette, Crimes of the Future, Drive My Car, Holy Spider, Aftersun, Close e Dias Perfeitos.
A trajetória da Ananã Produções
Fundada em 1996 por Julio Uchôa, a Ananã Produções reúne uma filmografia que vai de comédias populares a coproduções internacionais, passando por títulos como Ricos de Amor, Diários de Intercâmbio, Veneza, Eu Fico Loko, Soundtrack e Chico Xavier. A produtora também participou de produções estrangeiras filmadas no Brasil, como o documentário Do Not Attempt, de David Blaine, e Capitão América: Guerra Civil.
Com Querido Mundo, a Ananã se prepara para mais um capítulo de sua presença constante no cinema nacional e internacional.
O Festival de Cinema Francês 2025, que acontece entre 27 de novembro e 10 de dezembro em salas de todo o país, traz um dos títulos mais comentados da temporada europeia: Jovens Mães, o novo longa de Jean-Pierre e Luc Dardenne. A dupla, conhecida por seu cinema ético e direto, exibe o filme em primeira mão no Brasil antes da estreia comercial marcada para 1º de janeiro de 2026, com distribuição da Vitrine Filmes.
Vencedor do Prêmio de Melhor Roteiro e do Prêmio do Júri Ecumênico no Festival de Cannes 2025, o longa reforça o prestígio dos Dardenne, que transformaram histórias de marginalização e resistência em uma das filmografias mais reconhecidas do cinema contemporâneo. Ele também é o representante da Bélgica no Oscar 2026.
Um retrato coletivo de maternidade e sobrevivência
Filmado em locações reais na região de Liège, Jovens Mães acompanha cinco adolescentes grávidas que convivem em um abrigo destinado a mães jovens. Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma enfrentam, cada uma à sua maneira, os desafios de criar seus filhos enquanto lidam com afetos quebrados, carências antigas e a falta de estrutura.
Os Dardenne reforçam que o interesse era olhar para essas jovens não apenas como mães, mas como indivíduos tentando escapar de um destino social marcado por repetição de violências e precariedades. A fotografia naturalista de Benoît Dervaux e a montagem precisa de Marie-Hélène Dozo mantêm a assinatura da dupla: um cinema que observa de perto, sem excessos e sem juízo moral.
Trajetória no Brasil e reconhecimento internacional
Antes de integrar o Festival de Cinema Francês, o longa passou pela 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde os Dardenne receberam o Prêmio Humanidade pelo conjunto da obra. A homenagem reforçou a conexão do público brasileiro com o cinema da dupla, reconhecida por títulos como Rosetta, A Criança e O Jovem Ahmed.
A indicação de Jovens Mães como representante da Bélgica no Oscar 2026 de Melhor Filme Internacional confirma o impacto do longa, que dialoga com temas sensíveis – maternidade precoce, abandono, laços frágeis – sem abrir mão da humanidade que caracteriza a carreira dos diretores.
Elenco e atmosfera
O elenco, composto majoritariamente por atrizes estreantes, sustenta o realismo do filme:
Lucie Laruelle como Perla
Babette Verbeek como Jessica
Elsa Houben como Julie
Janaïna Halloy Fokan como Ariane
Samia Hilmi como Naïma
O time se completa com participações de India Hair, Christelle Cornil, Joely Mbundu, Claire Bodson e Selma Alaoui. A direção de arte de Igor Gabriel e o figurino de Dorothée Guiraud compõem uma ambientação crua que dialoga com o universo dos Dardenne.
Os diretores e sua marca no cinema
Jean-Pierre e Luc Dardenne, nascidos em Liège, são nomes centrais do cinema europeu. Suas duas Palmas de Ouro — por Rosetta (1999) e A Criança (2005) — consolidaram um estilo baseado em observação, rigor ético e foco nas classes trabalhadoras. Ao longo da carreira, acumularam ainda prêmios como o Grande Prêmio do Júri por O Filho (2002) e o Prêmio de Direção por O Jovem Ahmed (2019).
Jovens Mães surge como continuidade dessa filmografia, reforçando o compromisso com personagens que vivem à margem e lutam para não desaparecer.
Trailer
Ficha técnica
Direção e Roteiro: Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne Produção: Les Films du Fleuve, Archipel 35, The Reunion Fotografia: Benoît Dervaux Montagem: Marie-Hélène Dozo Direção de arte: Igor Gabriel Figurino: Dorothée Guiraud Som: Thomas Gauder, Jean-Pierre Duret, Valène Leroy, Eric Grattepain País/ano: Bélgica/França, 2025 Duração: 106 min | Drama
Vitrine Filmes e sua trajetória
A Vitrine Filmes, responsável pela distribuição de Jovens Mães, completa 15 anos fortalecendo o cinema independente brasileiro e latino-americano. Seu catálogo inclui filmes como Bacurau, Druk – Mais Uma Rodada e Nosso Sonho, além de produções recentes como Baby, Kasa Branca e O Agente Secreto, este último premiado em Cannes e escolhido para representar o Brasil no Oscar 2026.
Com iniciativas como Vitrine España, o selo Manequim e o curso Vitrine Lab, a distribuidora continua expandindo sua atuação tanto no mercado nacional quanto internacional.
O Atrium Shopping, em Santo André, se transforma no ponto de encontro geek do ABC com a 13ª Expo Games e Colecionáveis ABC. Nos dias 22 e 23 de novembro, o evento organizado pelo Galpão dos Games reúne games, cosplay, música, colecionáveis e uma corrente de solidariedade — tudo com entrada gratuita.
A feira ocupa o piso térreo do shopping e vira praticamente um hub geek: de clássicos dos videogames a estandes cheios de itens raros, passando por trocas de cards Pokémon, o público encontra aquela mistura de nostalgia e descobertas que sempre rende novas histórias.
Duelo nos arcades e desfile de personagens
A programação mantém o clima de competição saudável que move a cultura gamer. Os torneios de Mortal Kombat e Street Fighter premiam os três melhores colocados com troféus, garantindo aquele brilho especial para quem domina o controle desde os tempos de fliperama.
O concurso de cosplay promete roubar a cena. Entre armaduras articuladas, saias rodadas, espadas gigantes e criaturas fantásticas, o shopping deve virar um corredor vivo de personagens. Além das apresentações, os destaques levam troféus e prêmios.
Música, sorteios e clima de comunidade
Durante todo o fim de semana, o DJ Pavani embala o público com hits do flashback que conversam bem com o clima da feira — aquele mix de nostalgia e energia de evento geek. A cada R$ 100 em compras no shopping, visitantes participam de sorteios especiais que ampliam o XP do passeio.
E como o universo geek também é sobre união e cooperação, o evento convida o público a doar 1 kg de alimento não perecível, direcionado a famílias em situação de vulnerabilidade.
Um evento criado por fãs e para fãs
Para Natália Bertola, organizadora da Expo e CFO do Galpão dos Games, o encontro reflete a força da comunidade local: “A feira é construída por pessoas apaixonadas por cultura geek, gamer e otaku. É um espaço que valoriza empreendedores e artistas da região e cria uma conexão entre gerações.”
O gerente de Marketing do Atrium Shopping, Luciano Abilio, reforça o papel da Expo no calendário do shopping: “A cada edição, o evento transforma o espaço em um ponto de encontro da cultura geek. É uma experiência que une entretenimento e solidariedade.”
Serviço
Expo Games e Colecionáveis ABC – Atrium Shopping Data: 22 e 23 de novembro Horário: Sábado (10h às 22h) e domingo (12h às 20h) Entrada: 1 kg de alimento não perecível
O Festival Audiovisual Comunicurtas UEPB chega à sua edição de duas décadas transformando Campina Grande em um mapa vivo de narrativas, encontros e memória cinematográfica. Entre 19 e 30 de novembro de 2025, a cidade abraça o evento que, ao longo dos anos, deixou de ser apenas um festival para se tornar uma força cultural que conecta criadores, públicos e territórios.
Cinema espalhado pela cidade
Fiel à proposta que o moldou, o Comunicurtas amplia seu alcance ocupando múltiplos espaços culturais e comunitários. A cidade vira um circuito contínuo de telas e conversas, com programação distribuída em:
Cine São José, eixo principal do festival
Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC)
Museu de Arte Popular da Paraíba (MAAP)
Arcca Titão, no Centro
Feira Central
Bairros da Ramadinha, São Januário e Catingueira
Instituto de Educação e Assistência aos Cegos do Nordeste (ICENO), reforçando a pauta de acessibilidade
Essa proposta de circulação transforma o Comunicurtas em um evento que dialoga diretamente com o cotidiano da cidade. Em vez de esperar que o público vá até o cinema, o festival leva o cinema para onde as pessoas estão — das feiras populares às instituições de educação, passando por museus e espaços abertos à experimentação.
Homenagens que cruzam história e afeto
Reginaldo Faria
A edição comemorativa presta tributo a duas figuras que deixaram marcas profundas na cultura brasileira:
Professor Luiz Custódio, nome central na pesquisa e na formação audiovisual
Reginaldo Faria, ator que atravessou gerações no cinema e na televisão
As homenagens reforçam a relação do Comunicurtas com a memória do audiovisual brasileiro e celebram trajetórias que inspiram novos criadores que surgem justamente dos espaços de formação que o festival incentiva.
Parcerias que mantêm o festival pulsando
O evento é realizado pelo Ypuarana Cultural e pela Polvo – Cinema, Arte e Educação, contando com apoio da Codecom/UEPB, TV UEPB, Secretaria de Cultura da Paraíba e PROCULT/UEPB.
A rede ainda inclui a Funesc (Cine São José), o MAC e a Secretaria de Cultura de Campina Grande. A edição é viabilizada por meio do Edital Vladimir Carvalho Nº 027/2024, que fomenta mostras e festivais audiovisuais.
É esse conjunto de instituições, produtoras e espaços culturais que sustenta uma jornada de 20 anos dedicada à formação, exibição e circulação de obras paraibanas e nordestinas.
Duas décadas de memória e criação
Desde 2005, o Comunicurtas se tornou um eixo para quem faz cinema na Paraíba. O festival ajudou a formar criadores, impulsionou obras e aproximou diferentes públicos do audiovisual. A edição de 2025 retoma esse legado olhando para o futuro, reforçando a diversidade como motor criativo e a cidade como palco vivo para novas histórias.
Vinte anos depois, o Comunicurtas segue sendo mais que um festival: é um ponto de encontro entre o cinema que se faz, o cinema que se lembra e o cinema que ainda está por vir.
A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) retoma sua mostra cultural de jogos digitais nos dias 24 e 25 de novembro, reunindo projetos desenvolvidos ao longo do semestre pelos alunos do curso de Jogos Digitais. O PUCPR Game Show é gratuito, aberto à comunidade e funciona como uma janela para quem quer conhecer de perto o que a nova geração de desenvolvedores está criando.
Ao longo dos dois dias, o público poderá testar mais de 40 títulos, conversar com quem os produziu e ainda votar nos seus favoritos. A proposta segue a linha das últimas edições do evento, que já destacaram jogos que circularam por festivais e mostras dentro e fora da universidade — casos como Au Revoir, com sua estética retrofuturista, e Firefighter Gaiden, um plataforma 3D focado em desafios de habilidade.
Games como expressão cultural
PUCPR-Game-Show
Para além do caráter acadêmico, o evento reforça o papel dos jogos como linguagem. Segundo o professor Bruno Campagnolo, coordenador do curso, a troca direta entre criador e jogador é parte essencial da formação dos estudantes e da experiência de quem visita: “ver o jogo, conversar com o desenvolvedor e reconhecer o valor humano por trás de cada projeto é fundamental”.
Essa aproximação também reforça a presença da PUCPR dentro do ecossistema de inovação e tecnologia de Curitiba, que já se consolidou como um dos polos mais ativos da indústria nacional de games.
Onde e quando acontece
A mostra será realizada no Centro de Realidade Estendida, no segundo andar do Bloco Amarelo da PUCPR.
24 de novembro (segunda-feira) — das 9h às 13h
25 de novembro (terça-feira) — das 18h30 às 22h30
A entrada é livre e não requer inscrição.
Serviço
PUCPR Game Show Data: 24 e 25 de novembro de 2025 Local: Centro de Realidade Estendida, 2º andar do Bloco Amarelo — PUCPR, Curitiba Entrada: Gratuita Realização: Curso de Jogos Digitais da PUCPR Informações:blogs.pucpr.br/jogosdigitais/pucpr-show/
A chegada de Yakuza Kiwami 1 e 2 ao Nintendo Switch 2 coloca de volta os holofotes na origem de Kazuma Kiryu, agora com legendas em português e com a promessa de revisitar Kamurocho em qualquer lugar. São relançamentos no formato “dois títulos separados no menu”, quase no estilo de Super Mario Galaxy, mas carregando a atmosfera adulta e dramática que sempre definiu a série.
Mesmo sendo jogos já conhecidos, a estreia na plataforma da Nintendo (no ocidente) marca a primeira vez que o público brasileiro recebe oficialmente Kiwami com localização em português, e o forte interesse no Japão mostrou para a SEGA que sim, existe demanda para Like a Dragon nos consoles da Big N.
Para quem acompanha a cronologia, o lançamento também funciona como aquele “aquecimento” para Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties, previsto para 2026. E cá entre nós: depois desse port, fica difícil não querer a saga inteira no Switch 2.
Yakuza 1
Antes de falarmos do remake, precisamos comentar como surgiu o jogo original, lançado em 2005 para PlayStation 2. Com orçamento de 2,4 bilhões de ienes (aproximadamente 21 milhões de dólares), o projeto nasceu com o codinome Projeto J, sob a produção de Toshihiro Nagoshi.
Querendo contar uma história com um drama poderoso, Yakuza surgiu não apenas influenciado por doramas e produções cinematográficas, mas também por uma vasta pesquisa da própria equipe nas regiões de Roppongi e Kabukichō, dando origem à fictícia Kamurocho.
Sabendo que tinha uma mina de ouro nas mãos, a SEGA contratou ninguém menos que Takashi Miike para a divulgação e investiu em product placement, trazendo marcas reais para dentro do universo do jogo. Entre elas estavam o café Boss, o uísque da Suntory e outras empresas que marcaram presença. Até jogos clássicos da SEGA apareceram, algo que o público esperaria muito nos títulos seguintes.
O resultado foi um jogo que caiu nas graças do público, e seu sucesso fez com que a SEGA desse ao projeto um tratamento especial para funcionar no Ocidente. Para isso, a empresa recrutou nomes relevantes da época, como Mark Hamill (conhecido como o Coringa nas animações do Batman e como Luke Skywalker em Star Wars), Michael Madsen (Kill Bill) como Futoshi Shimano e Michael Rosenbaum (Lex Luthor de Smallville) como Akira Nishikiyama. Para o protagonista, Kazuma Kiryu, foi escolhido Darryl Kurylo, que sempre comentou como a experiência foi fantástica.
Yakuza Kiwami 1
Giuliano Peccilli
Planejado para PlayStation 3 e PlayStation 4, Yakuza Kiwami surgiu em 2016 como parte das comemorações dos 10 anos da franquia. O jogo foi refeito do zero, ganhando outro tom graças ao impacto de Yakuza 0, lançado em 2015.
Masayoshi Yokoyama liderou o desenvolvimento do remake, não apenas atualizando o título, mas elevando seu nível ao padrão estabelecido por Yakuza 0. Personagens, visuais e narrativa foram retrabalhados, resultando em um dos grandes sucessos da época.
É justamente esse jogo que chega agora ao Nintendo Switch 2, mostrando que a franquia pode retornar outras vezes no futuro com o selo Kiwami, reimaginando mais títulos clássicos.
A História
Giuliano Peccilli
A história inicial de Yakuza coloca Kazuma Kiryu no centro de um turbilhão que muda sua vida para sempre. Quando Sohei Dojima tenta atacar Yumi Sawamura, amiga de infância de Kiryu, quem o impede é Akira Nishikiyama, o melhor amigo do protagonista. Nishiki aperta o gatilho, mas é Kiryu quem assume a culpa e aceita dez anos de prisão, uma decisão que apaga sua antiga vida.
Ao sair, tudo está diferente. Kiryu é expulso do clã Tojo, Yumi desapareceu e surgem rumores de que dez bilhões de ienes sumiram do banco privado da organização. Esse dinheiro vira a grande quest do submundo, colocando cada facção criminosa do Japão em modo caça ao tesouro. E Kiryu passa a ser visto como inimigo pelos próprios ex-aliados.
Quando tenta buscar respostas com Shintaro Kazama, seu mentor, a situação se complica. Nishikiyama reaparece como líder de sua própria gangue e atira em Kazama, ligando Yumi diretamente ao mistério da fortuna roubada. Kiryu foge com a ajuda do detetive Makoto Date, que percebe que a guerra interna no Tojo, alimentada por rivalidades e mortes suspeitas, está prestes a explodir.
No meio dessa jornada, Kiryu encontra Haruka, uma garota que procura a mãe e carrega um pingente que pode ser a chave dos dez bilhões. Proteger Haruka se torna parte essencial da trama, enquanto novas facções surgem para tentar capturar a menina e descobrir o paradeiro da fortuna.
Entre perseguições, traições e revelações, Kiryu se vê cercado por um caos que mistura drama, conspiração e violência, uma história que define o nascimento de um dos protagonistas mais marcantes dos games japoneses.
Jogabilidade
Giuliano Peccilli
Aqui temos tudo que torna Yakuza em Yakuza: o mapa de Kamurocho, os desafios e as lutas tão esperadas nas ruas de Tóquio. A diferença é que estamos em outra década, então o save, a transferência de itens e outras funções acontecem nas cabines de telefone, exigindo mais do jogador nesse mundo ainda analógico.
Tudo o que estamos acostumados na franquia funciona muito bem. Se você já jogou algum título da série, vai ter a estranha sensação de que tudo é mais “simples”, mas ainda assim claramente parte do universo Yakuza.
Até nos pequenos detalhes, como no mapa, o jogo não aponta tudo com a mesma precisão dos títulos mais recentes. Mesmo assim, isso não tira o brilho de revisitar o começo da saga de Kiryu, trazendo os estilos de luta já conhecidos, descendo a porrada no meio de uma investigação que marca seu retorno às ruas.
Tradução
Yakuza Kiwami 1 e Yakuza Kiwami 2, ao estrearem com legendas em português, trazem o melhor que a SEGA tem feito nos últimos anos. A tradução é cheia de estilo, sem medo de usar palavrões e com um jeito de falar que, mesmo sendo “de rua”, soa extremamente natural.
É um trabalho que vem se consolidando nos últimos jogos da série, e aqui o resultado mais uma vez agrada, além de ser uma ótima forma de aprender um “japonês” nada convencional.
Não há nem como dizer que um jogo está melhor que o outro: ambos entregam o mesmo patamar de qualidade no original e trazem traduções igualmente competentes.
Opinião
Giuliano Peccilli
Yakuza Kiwami 1 traz gráficos muito bonitos para a época e exalta o começo da história, algo fundamental para quem gosta da franquia. O grande bônus está nas legendas em português, que chegam pela primeira vez e fazem toda a diferença, permitindo que os personagens falem nossa língua.
Por ser um jogo de 2016 que recebeu aprimoramentos agora, Yakuza Kiwami 1 pode ser visto de forma semelhante ao remake de Resident Evil 1 feito em 2002 pela Capcom. Comparado aos remakes seguintes, o salto de Resident Evil 2 para Resident Evil 1 é imenso, e aqui isso acontece em menor proporção, mas a sensação é parecida. Você sente que está jogando Yakuza, mas o Yakuza que você conhece de verdade está em Yakuza Kiwami 2, que entrega algo muito próximo do padrão atual da franquia.
Isso não prejudica a experiência, mas, jogando lado a lado, você provavelmente vai preferir Yakuza Kiwami 2 em vez do primeiro, exatamente por oferecer uma experiência 100% alinhada com o que a série consolidou nos jogos mais recentes.
Por ser um jogo portado no Nintendo Switch 2, pude levar o console no fretado para o trabalho alguns dias. Nada como ter um jogo destes na mochila, sendo uma experiência incrível em jogar diversas vezes, indo ou voltando do trabalhando, podendo pausar e continuar quando melhor fosse conveniente. O que trazia uma experiência de 2 horas de jogo no modo portátil do Nintendo Switch 2.
Indo além dos games
Filme de 2007Série de 2024
Se você gosta de explorar todas as mídias possíveis, Yakuza fez tanto sucesso em 2005 que, em 2007, ganhou sua versão em live action. Produzido por Takashi Miike, o filme é estrelado por Kazuki Kitamura, Goro Kishitani, Show Aikawa, Yoshiyoshi Arakawa, Kenichi Endō e Tomorowo Taguchi.
O grande desafio da produção foi condensar tantas tramas em um único filme. Filmado em Kabukichō, em Tóquio, Yakuza reproduz até mesmo os estilos de luta de Kiryu, entregando uma adaptação “entusiasmada” da trama original.
O longa foi lançado este ano na Prime Video, sendo a oportunidade perfeita para ver o universo do jogo por outra ótica.
Além disso, em 2024, Like a Dragon ganhou seu primeiro dorama, também pela Prime Video. Com Ryoma Takeuchi como Kiryu, a produção de 6 episódios adapta diretamente Yakuza Kiwami 1, sendo muito mais fiel à história original, ainda aproveitando elementos de Yakuza 0.
A série da Prime Video, apesar de errar o tom de alguns personagens, conseguiu adaptar muito bem a trama do jogo abordado aqui, funcionando como uma experiência complementar interessante para entender a mitologia dos personagens.
Ficha Técnica
Yakuza Kiwami
Desenvolvedor: Ryu Ga Gotoku Studio Distribuição: Sega Diretor: Koji Yoshida Produtores: Masayoshi Yokoyama, Mitsuhiro Shimano Projetista: Kazuki Hosokawa Escritor: Masayoshi Yokoyama Programadores: Koji Tokieda, Yutaka Ito Artista: Nobuaki Mitake Compositor: Hidenori Shoji Série: Yakuza
Plataformas: PS3, PS4, Windows, Xbox One, Nintendo Switch 1 e 2
Lançamento: 13 de novembro (Nintendo Switch 2)
Agradecimentos a SEGA e a Theogames pela produção deste conteúdo
A comédia taiwanesa Eita, Fui Parar na Cadeia chegou oficialmente ao Brasil, com o primeiro episódio já disponível no Rakuten Viki. A série, exibida originalmente pela iQiyi, MyVideo e GTV, aposta no humor físico, caos cotidiano e um toque de crítica social para acompanhar a jornada de um ex-atleta que troca as competições por uma vida cheia de confusões atrás das grades — e não exatamente do jeito que ele imaginava.
A Vida de Zhi Yao Vira de Cabeça para Baixo
O protagonista Zhi Yao (Jack Tan) era uma promessa do taekwondo até uma lesão encerrar sua carreira antes da hora. Sem rumo, ele se afunda no vício das apostas e acaba atolado em dívidas. Para quitá-las, é obrigado por um sindicato do crime a trabalhar como carcereiro.
Logo no primeiro dia, o caos se instala: Zhi Yao é confundido com um preso e vira motivo de piada entre os veteranos. E isso é só o começo da avalanche de enrascadas que estão por vir.
Cuidar de um Chefão do Crime Não Estava nos Planos
A nova função de Zhi Yao envolve vigiar Chihuahua (Tony Yang), irmão de um chefão do crime e um especialista em causar problemas. De contrabandear revistas a tentar organizar fugas mirabolantes, Chihuahua transforma o presídio em um campo minado de trapalhadas.
A situação só piora com o olhar sempre desconfiado do rígido instrutor Jiang Yi Jie (Jasper Liu), que parece acompanhar cada passo do novato — e não perde a chance de tornar a rotina ainda mais sufocante.
Humor, Amizades e Crítica ao Sistema
Apesar das cenas cômicas e das situações absurdas, Eita, Fui Parar na Cadeia também apresenta um olhar crítico sobre o sistema prisional e o impacto psicológico nos funcionários. Zhi Yao rapidamente percebe que os colegas de trabalho sofrem tanto quanto os detentos: agressões durante contenções, humilhações constantes e até ameaças de suicídio fazem parte da rotina.
Nesse ambiente caótico, o vínculo entre os novatos cresce. Aos poucos, Zhi Yao e os demais encontram no companheirismo uma forma de sobreviver ao dia a dia e redescobrem algum sentido naquele trabalho — mesmo que à beira do colapso.
Reviravoltas à Vista
Conforme a trama avança, Zhi Yao se envolve em conflitos internos, disputas entre presos e até uma possível fuga arquitetada por Chihuahua. Entre rivalidades e romances inesperados, a série mistura ação, humor e drama de um jeito que deve agradar fãs de séries asiáticas mais leves, mas com conteúdo.
Elenco Principal
Jack Tan como Gao Zhi Yao
Tony Yang como Zhang Long Ji / “Chihuahua”
Jasper Liu como Jiang Yi Jie
Bruce Chiu como Wang Zhong Wen
Shih Ming Shuai como Xiao Wen Qiang
Derek Chang como Yu Zai / Yu Jia Jun
Ficha Técnica
Título original: 監所男子囚生記
Título internacional:Oops! I’m in Jail
Também conhecido como:Loser in Jail
Gênero: Comédia
Episódios: 12
Período de exibição: 15 de novembro a 13 de dezembro de 2025
Emissoras: iQiyi, MyVideo, GTV
Abertura:Kick off the Chains por William Wei ft. AMILI
Encerramento:Let Me Move On por Po Lin
Se você gosta de séries taiwanesas com humor caótico, personagens carismáticos e aquele tempero dramático que só a dramaturgia asiática sabe entregar, Eita, Fui Parar na Cadeia já está te esperando no Rakuten Viki.
Mona Fastvold volta ao centro das atenções com O Testamento de Ann Lee, obra que explora a vida da enigmática fundadora dos Shakers. A diretora, conhecida por O Mundo Vindouro e O Brutalista, aposta novamente em um drama histórico intenso, guiado por personagens complexos e uma estética cuidadosamente construída. O filme chega aos cinemas da América Latina em 2026, e o primeiro trailer já dá uma boa ideia do impacto emocional que vem por aí.
O papel de Ann Lee fica nas mãos de Amanda Seyfried, indicada ao Oscar e cada vez mais associada a performances marcantes. Aqui, ela vive uma líder espiritual que pregava igualdade de gênero e de classe em pleno século XVIII, tornando-se figura de devoção para seus seguidores. O elenco ainda reúne nomes como Thomasin McKenzie, Lewis Pullman, Tim Blake Nelson, Christopher Abbott e Stacy Martin — um time que reforça o clima autoral e intenso que Fastvold costuma imprimir em suas produções.
Dança, fé e conflito
O trailer destaca como O Testamento de Ann Lee mistura espiritualidade, tensão e arte. Hinos tradicionais dos Shakers surgem reinventados em sequências de dança coreografadas por Celia Rowlson-Hall, conhecida por Vox Lux. Essas cenas dão ao filme um tom quase ritualístico, enquanto a trilha original de Daniel Blumberg — vencedor do Oscar e parceiro de Fastvold em O Brutalista — reforça o clima de êxtase e tormento que cercava Ann Lee e sua busca por construir uma utopia.
Trailer
Bastidores e produção
O roteiro é assinado pela própria Fastvold em parceria com Brady Corbet, também indicado ao Oscar e responsável por O Brutalista. A produção reúne nomes experientes: Andrew Morrison, Joshua Horsfield, Viktória Petrányi, Gregory Jankilevitsch, Klaudia Śmieja-Rostworowska, Lillian LaSalle e Mark Lampert — todos envolvidos em projetos autorais e elogiados.
Com esse conjunto de talentos, O Testamento de Ann Lee promete ser um dos grandes destaques do cinema de 2026, especialmente para quem acompanha o cinema independente e dramas históricos que fogem do óbvio.
Quase vinte anos depois de apresentarem ao mundo Miranda Priestly e sua rotina implacável na Runway, o 20th Century Studios revelou o primeiro trailer e o pôster de O Diabo Veste Prada 2, sequência direta do fenômeno de 2006 que chega aos cinemas da América Latina em abril de 2026. O vídeo reacende tudo aquilo que marcou uma geração: o olhar afiado de Miranda, o caos elegante de Nova York e o charme desajeitado, porém resiliente, de Andy Sachs.
O novo filme reúne o time original: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci voltam aos papéis que moldaram carreiras, fãs e memes que atravessaram décadas. E não estão sozinhos: o elenco agora ganha nomes como Kenneth Branagh, Simone Ashley, Justin Theroux, Lucy Liu, Pauline Chalamet, Conrad Ricamora e muitos outros rostos conhecidos do cinema e da TV. Tracie Thoms e Tibor Feldman também retornam como Lily e Irv.
A direção novamente é de David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, repetindo a parceria que deu forma ao filme original. A produção segue nas mãos de Wendy Finerman, reforçando o reencontro total da equipe criativa.
O que o trailer revela
O trailer aposta no contraste entre nostalgia e reinvenção. Miranda surge com a mesma presença avassaladora de sempre. Um simples levantar de sobrancelha ainda é suficiente para gelar a espinha. Andy aparece mais confiante, mas claramente prestes a enfrentar um novo turbilhão de desafios. Emily, por sua vez, está ainda mais feroz, enquanto Nigel continua sendo o coração elegante e sagaz da história.
As rápidas aparições do novo elenco sugerem disputas internas na Runway, mudanças na indústria da moda e novos conflitos que prometem expandir o universo sem perder o tom ácido que conquistou o público em 2006.
Uma sequência que abraça seu legado
O primeiro filme, lançado em 2006, virou referência instantânea não só para fãs de cinema, mas também para quem vive ou acompanha a indústria da moda. Dirigido pelo próprio Frankel e baseado no livro de Lauren Weisberger, o longa ultrapassou US$ 300 milhões nas bilheterias e rendeu a Meryl Streep uma indicação ao Oscar e um Globo de Ouro.
Além do impacto cultural, de memes eternos ao icônico “That’s all”, a produção ajudou a moldar a forma como o público enxerga bastidores, hierarquias e tensões do mundo fashion. Também abriu espaço para debates sobre carreira, ambição, relações de poder e expectativas femininas no ambiente profissional.
Pôster
O Diabo Veste Prada 2 chega quando?
O filme estreia exclusivamente nos cinemas em abril de 2026, prometendo entregar aos fãs aquele misto de sátira afiada, drama sofisticado e comédia elegante que tornou o original tão querido.
O diabo está de volta e, pelo visto, continua usando Prada.
A Disney e a Pixar divulgaram o primeiro trailer de Toy Story 5, revelando que a nova aventura de Woody, Buzz e companhia vai colocar a turma em contato direto com um inimigo diferente de tudo que já enfrentaram: a tecnologia de última geração. E isso abre espaço para novas dinâmicas, humor e conflitos dignos da franquia.
Lilypad, a nova “ameaça” em forma de sapo high-tech
O destaque do teaser é Lilypad, um tablet inteligente com formato de sapo e uma personalidade que transita entre o fofo e o imponente. A personagem tem voz original de Greta Lee (Vidas Passadas, The Morning Show, TRON: Ares) e surge como um dispositivo criado para ensinar, monitorar e interagir com crianças, mas que acaba trombando diretamente com o jeito clássico dos brinquedos tradicionais brincarem.
Buzz, Woody, Jessie e o resto da turma vão precisar entender como lidar com esse novo tipo de brinquedo, que opera com Wi-Fi, luzes e tela sensível ao toque. O contraste com cavalos de corda, espaçonaves de plástico e garfos improvisados promete render boas cenas.
Elenco clássico de volta e algumas adições inesperadas
O time original de Toy Story retorna:
Tom Hanks novamente como Woody
Tim Allen como Buzz Lightyear
Joan Cusack reprisando Jessie
Tony Hale como Garfinho
Entre as novidades, Conan O’Brien entra para o elenco como Smarty Pants, um brinquedo tecnológico criado para ensinar crianças a usar o banheiro. A saga sempre gostou de brincar com objetos improváveis, e o novo personagem promete momentos bem humorados.
Andrew Stanton, vencedor do Oscar por WALL-E e cocriador de clássicos como Procurando Nemo, assume a direção ao lado da codiretora Kenna Harris (Olá Alberto). Segundo a dupla, o desafio foi imaginar como brinquedos clássicos reagiriam ao mundo hiperconectado de 2026.
O resultado, segundo eles, equilibra humor, emoção e aquele choque entre gerações que todo fã já viveu ao ver brinquedos analógicos disputando espaço com tablets e telas sensíveis.
Quando estreia?
Toy Story 5 chega aos cinemas brasileiros em 18 de junho de 2026, marcando mais um capítulo de uma das franquias de animação mais queridas do cinema.
Pôster
Pixar, três décadas moldando a cultura pop
A Pixar Animation Studios continua sendo referência quando o assunto é narrativa, tecnologia e personagens que atravessam gerações. De Toy Story a Divertida Mente, o estúdio redefiniu a animação moderna, com obras que misturam emoção, humor e experimentação visual.
Agora, com Toy Story 5, a empresa revisita sua franquia mais icônica e promete mostrar que, mesmo num mundo dominado por gadgets e assistentes inteligentes, os brinquedos clássicos ainda têm muita história para contar.
O Disney+ volta ao Palco Thunder na CCXP25 prometendo ser um dos destaques do evento, que acontece de 4 a 7 de dezembro no São Paulo Expo. A plataforma chega à 12ª edição com foco em prévias inéditas, apresentações especiais e conteúdos que dialogam diretamente com o público geek brasileiro.
Um painel com foco em novidades e revelações
O painel do Disney+ será dedicado às próximas estreias da plataforma, reunindo produções internacionais e nacionais que fazem parte da nova fase do catálogo. A ideia é aproximar o público das séries e filmes que estão por vir, mostrando materiais exclusivos e revelando surpresas que só serão exibidas na CCXP25.
A presença no Thunder reforça a estratégia do serviço de marcar território entre os fãs de cultura pop que acompanham de perto o universo Disney, Marvel, Star Wars, Pixar e National Geographic. A expectativa é que o painel traga clipes, prévias e participações especiais — elementos que tradicionalmente mobilizam filas e geram repercussão nas redes.
Hulu dentro do Disney+
Outra aposta que deve se refletir no painel é a nova seção do Hulu, agora integrada ao Disney+. A marca chega como hub de entretenimento geral, reunindo séries e filmes populares entre o público adulto e ampliando o alcance da plataforma. A novidade reforça o catálogo com produções queridas do público norte-americano, agora reunidas em um só ambiente.
O papel do Disney+ no ecossistema geek
O Disney+ segue consolidado como uma das principais plataformas de streaming do mundo, apoiado em um acervo histórico da Disney e em produções originais que expandem universos já clássicos. Além dos filmes e séries das grandes franquias, o serviço traz documentários, animações e curtas que dialogam com diferentes gerações.
Na América Latina, o serviço pode ser assinado isoladamente ou por meio do Combo+, que combina Disney+ e Star+ em uma única oferta.
Com um painel desenhado para ser um dos momentos mais aguardados da CCXP25, o Disney+ reforça sua relação com o público brasileiro e promete movimentar o maior evento de cultura pop do país com novidades para todos os tipos de fãs.
Serviço – CCXP25
Data: 04 a 07 de dezembro de 2025 Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP
Horários de funcionamento
Domingo (07/12): das 11h às 20h
Spoiler Night (Exclusivo Epic Pass, Unlock+CCXP, Imprensa e Convidados): 03/12, das 18h às 21h