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São Bernardo Plaza recebe 2ª edição do Encontro de Multicolecionismo

O São Bernardo Plaza Shopping abre espaço novamente para os apaixonados por colecionáveis. No dia 11 de outubro, das 10h às 22h, o Piso L0 do shopping recebe a segunda edição do Encontro de Multicolecionismo, com entrada gratuita. O evento reúne expositores e fãs de todas as idades em torno de itens que atravessam gerações — de brinquedos clássicos a action figures e cards modernos.

De volta pelo sucesso

Após a grande recepção da primeira edição, realizada em agosto, o shopping aposta em repetir a dose. Segundo Bruna Habinoski, gerente de marketing do São Bernardo Plaza, o retorno era inevitável:

“Recebemos feedbacks superpositivos e um público constante ao longo do dia. Essa nova edição promete conquistar também quem não pôde participar antes.”

O paraíso dos colecionadores

O evento é um prato cheio para quem curte garimpar peças únicas. Haverá miniaturas de carros, funkos, action figures, cards colecionáveis, brinquedos retrô e uma variedade de produtos ligados à cultura pop, cinema, séries e quadrinhos. Além de um ponto de compra e venda, o encontro também incentiva a troca e a interação entre fãs, criando uma atmosfera que mistura nostalgia e descoberta.

Um evento para todas as gerações

Aberto a famílias, jovens e adultos, o Encontro de Multicolecionismo transforma o shopping em um espaço de convivência geek e retrô. A iniciativa acontece em parceria com a Pop Fest e a VP Brinquedos, reforçando o compromisso do evento em celebrar o colecionismo como parte viva da cultura pop contemporânea.

Serviço
Local: São Bernardo Plaza Shopping – Piso L0
Data: 11 de outubro
Horário: das 10h às 22h
Entrada gratuita

Wild Rift comemora 5 anos na BGS 2025

A Riot Games retorna à Brasil Game Show (BGS) em um momento especial: o quinto aniversário de League of Legends: Wild Rift. A feira, que acontece entre 9 e 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco de uma comemoração que promete agradar tanto veteranos de Runeterra quanto novos jogadores.

Dessa vez, o espaço da Riot estará dentro do estande da Samsung, com 80 m² totalmente dedicados ao MOBA mobile. O local será todo tematizado com referências ao universo de Wild Rift, com áreas para fotos, estações de gameplay e até uma cabine interativa que transporta os visitantes para dentro de Summoner’s Rift. Além disso, o público poderá encontrar cosplayers, influenciadores e criadores de conteúdo conhecidos da comunidade de League of Legends.

Parceria de longa data entre Riot e Samsung

A colaboração entre Riot Games e Samsung não é novidade. As empresas vêm trabalhando juntas em campanhas locais que conectam o público brasileiro ao universo de Wild Rift, como o CarnaWild, que celebra a cultura nacional com o jogo, e o torneio Wild Rounds, voltado para influenciadores e a comunidade.

Para Diego Martinez, Head de Publicação de Produto para as Américas na Riot Games, o momento é de celebração:

“Celebrar 5 anos de Wild Rift no Brasil é celebrar uma jornada de crescimento e conexão. Nossa presença na BGS reflete o sucesso e a força da comunidade que ajudamos a construir”, afirma.

Thiago Cesar, diretor de marketing da Samsung Brasil, reforça o espírito da parceria:

“A Samsung construiu uma relação de confiança com a comunidade gamer. Ao lado da Riot, queremos levar inovação e experiências inesquecíveis para todos.”

Showmatch: o Rift invade o palco principal

O domingo (12) será o ponto alto das celebrações. A partir das 15h, o palco principal da BGS recebe um showmatch especial de Wild Rift com nomes conhecidos da cena gamer brasileira. Entre os participantes estão Mylon, Fogueta, Onika, Frttt, Haru, Aspira, Tealz, LeoVeio, Emerok e Shumas. A narração fica por conta de Colosimus.

Segundo Samanta Penhalbel, Gerente de Publicação de Wild Rift no Brasil, a ideia é celebrar junto à comunidade que mantém o jogo vivo:

“Queremos agradecer todo o carinho e dedicação dos fãs nesses cinco anos. As ativações na BGS refletem o que o público mais gosta: jogar com os amigos, mergulhar no universo de Runeterra e acompanhar os influenciadores que admiram.”

Um marco para a comunidade mobile

Desde 2020, League of Legends: Wild Rift vem consolidando sua base de jogadores em todo o mundo, trazendo a clássica experiência MOBA de League of Legends para os dispositivos móveis. O título foi reconhecido por sua jogabilidade refinada e controles adaptados para telas sensíveis ao toque, além de uma comunidade ativa e competitiva.

Com planos para chegar aos consoles em breve, Wild Rift segue como uma das principais portas de entrada para o universo de Runeterra e um dos pilares da presença da Riot Games nos eSports mobile.

A Brasil Game Show 2025 acontece de 9 a 12 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Mais informações sobre a participação da Riot Games estão disponíveis nos canais oficiais de Wild Rift no X e Instagram.

Doc.MIS de outubro celebra os 25 anos da Cia. da Revista

O MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo – dedica a edição de outubro do Doc.MIS a uma das companhias mais emblemáticas do teatro paulista. O programa exibe o documentário “Cia. da Revista – 25 anos” (dir. Hegon Moreia, 2025) e promove o lançamento do livro homônimo, ambos dedicados a revisitar a trajetória do grupo que reinventou o teatro de revista no Brasil contemporâneo.

A resistência do teatro de revista

Cena do documentário “Cia. da Revista – 25 anos”. Crédito: divulgação

Em quase três décadas de atividade, a Cia. da Revista construiu uma história marcada pela ousadia e pela paixão pelo palco. Fundada em 1997 por Kleber Montanheiro, o grupo lançou 22 espetáculos e dois shows, atravessando diferentes fases e formações artísticas. O documentário de Hegon Moreia mergulha nessa trajetória, recuperando imagens, depoimentos e momentos-chave de uma companhia que ajudou a reerguer um gênero teatral que já havia sido deixado à margem da crítica e dos estudos acadêmicos.

Mais do que uma linha do tempo, “Cia. da Revista – 25 anos” é um exercício de memória afetiva e política. O filme retrata a importância de artistas que transformaram o riso e o deboche em ferramentas de resistência, mantendo viva uma linguagem popular que dialoga com o Brasil de ontem e de hoje.

Um livro que costura arte e história

O lançamento do livro “Cia. da Revista – 25 anos”, escrito por João Victor Silva — ator, diretor e integrante da companhia — complementa o documentário ao narrar, de forma cronológica, a caminhada do grupo desde a fundação até o musical “João”, apresentado em 2025.

A obra mescla texto, fotografias, recortes de jornal e letras de músicas, reconstruindo os bastidores de produções como “A cor de Rosa”, “Kabarett”, “Ópera do Malandro” e “Tatuagem”. Ao mesmo tempo em que documenta os marcos da companhia, o livro também revela os desafios de se fazer teatro no Brasil — um país onde a arte insiste em existir, mesmo diante das adversidades.

Bate-papo e exibição no MIS

A sessão do Doc.MIS contará com a presença do diretor Hegon Moreia e do autor João Victor Silva, em uma conversa mediada por Mariana Delfini, editora da publicação. O encontro promete uma imersão no processo criativo de ambos os projetos e uma reflexão sobre o papel da Cia. da Revista no panorama teatral brasileiro.

O evento acontece no dia 9 de outubro, às 19h, no Auditório do MIS (Avenida Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo). Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria física do museu. A classificação é de 16 anos.

Sobre o Doc.MIS

O Doc.MIS é um programa mensal do Museu da Imagem e do Som dedicado à exibição de documentários seguidos de debates com realizadores e especialistas. A iniciativa amplia o olhar do público sobre temas culturais, históricos e artísticos, mantendo o compromisso do MIS em promover o diálogo entre o audiovisual e a memória coletiva.

Serviço
Doc.MIS – Outubro: “Cia. da Revista – 25 anos”
Data: 9 de outubro, às 19h
Local: Auditório MIS – Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo
Entrada gratuita (retirada com 1h de antecedência na bilheteria)
Classificação: 16 anos

Team Liquid garante vaga nos playoffs da South America League Stage 2 de Rainbow Six Siege

Imagem- Divulgação:Ubisoft 2025

A Team Liquid mostrou que segue no topo do cenário de Rainbow Six Siege. No último domingo (5), a Cavalaria encerrou a fase regular da South America League Stage 2 com uma vitória convincente sobre a FURIA, por 7 a 2, garantindo a classificação para os playoffs do torneio. O destaque da partida foi Maia, eleito o MVP pelo desempenho dominante.

Nova formação, mesmo DNA vencedor

A Liquid entrou nesta fase com uma lineup renovada e muita expectativa dos fãs. O time conta agora com Victor “Daffo” Pedron (ex-LOUD), que assumiu a função de flex, e Thiago “LENDA” Torres (ex-Elevate Academy) como IGL. O comando técnico está nas mãos de Tassus “Reduct” Issi, auxiliado por Moisés “Tiseis” Oliveira.

Completando o elenco estão os já conhecidos André “Nesk” Oliveira, Lucas “Dias”, e Gabriel “Maia”, que mantêm a espinha dorsal da Cavalaria. O entrosamento entre veteranos e novos talentos vem rendendo bons resultados — e a classificação antecipada é prova disso.

Confiança e evolução dentro de jogo

O general manager da Team Liquid Brasil, Rafael Queiroz, comemorou o bom momento da equipe e reforçou que as mudanças deram resultado:

“Nossa campanha até aqui mostra que a estratégia traçada está funcionando. A equipe tem evoluído rapidamente e com consistência. A vaga nos playoffs veio com muito mérito, e agora o foco é manter o ritmo e brigar pelo título.”

Na mesma linha, Reduct destacou o peso da classificação e a mentalidade do grupo:

“Classificar logo neste início de trabalho é um sinal de que estamos no caminho certo. O grupo assimilou bem as mudanças, mostrou evolução partida a partida e maturidade para lidar com jogos decisivos.”

Próximo desafio: Duelo contra a FaZe Clan

A Cavalaria agora volta suas atenções para o confronto dos playoffs, marcado para o dia 11 de outubro, a partir das 16h, quando enfrentará a FaZe Clan. Será um dos duelos mais esperados da fase decisiva, colocando frente a frente duas das organizações mais tradicionais do cenário.

A força da Liquid dentro e fora dos servidores

Com mais de duas décadas de história, a Team Liquid é um dos nomes mais respeitados dos eSports mundiais. Fundada em 2000 na Holanda, a organização conta com centros de treinamento na Holanda, Estados Unidos e Brasil, e mantém cerca de 100 atletas competindo em 18 jogos diferentes — de Valorant a Dota 2, passando por CS2, Fortnite e Rainbow Six Siege.

Além da atuação competitiva, a Liquid também se destaca por iniciativas como a Liquipedia, a agência de influenciadores Liquid Media, e o estúdio de produção 1UP Studios. Desde 2016, a equipe faz parte do grupo aXiomatic, que reúne nomes de peso das indústrias de esportes e entretenimento.

Onde acompanhar a Cavalaria

Os fãs podem acompanhar todas as novidades e bastidores da equipe nas redes sociais oficiais — Liquid+, Instagram, X (Twitter), YouTube e Twitch. E claro, ficar de olho no confronto contra a FaZe, que promete ser um dos jogos mais intensos da temporada de Rainbow Six na América do Sul.

Primeiras Impressões | Presente para os fãs, Tojima Wants to Be a Kamen Rider estreia no Brasil (S01E01)

Com Kamen Rider sendo o herói das crianças há cinco décadas, o personagem é velho conhecido dos brasileiros. Em Tojima Wants to Be a Kamen Rider, conhecemos outro lado do fã com uma história que leva às últimas consequências o que significa amar o gênero.

Nascida das páginas da Monthly Hero’s, a série começou como mangá criado por Yokusaru Shibata. Com a colaboração da Toei Company e da Ishimori Productions, a obra chega agora em 2025 ao formato animê, com produção do estúdio Liden Films.

Disponível na Crunchyroll, o animê estreou inicialmente legendado, mas já tem dublagem confirmada e tudo indica que será um dos grandes sucessos da temporada.

A história

Crescido assistindo às séries Kamen Rider, conhecemos o “quarentão” Tojima Tanzaburo, um grande fã das produções, especialmente da série original. Ele era do tipo que colecionava todo tipo de item, mas acabou se desfazendo da coleção após temer morrer cercado de Kamen Riders.

A narrativa também mostra sua juventude, com momentos excêntricos como fazer um henshin no meio do colégio antes de enfrentar arruaceiros. Isso fazia com que todos ao redor o encarassem de forma estranha, enquanto ele insistia na ideia de ser meio humano, meio inseto.

Os anos passam, Tojima chega aos 40 e durante um festival presencia uma situação em que precisa intervir. No calor do momento, ele pega uma máscara de Kamen Rider em uma barraca e aplica um Rider Kick nos bandidos, virando notícia.

Mas será que sua identidade está a salvo? E quais serão as consequências desse ato?

Opinião

Para quem é fã de tokusatsu, Tojima Wants to Be a Kamen Rider aquece o coração ao recriar a abertura da série original em animê e ainda espalhar homenagens sutis ao longo do primeiro episódio.

Como alguém que frequenta festivais de cultura japonesa, confesso que foi nostálgico ver a cena da máscara de Kamen Rider. Essas máscaras, aparentemente banais, eram comuns em eventos como o Festival do Japão, herança direta dos matsuri, os festivais tradicionais japoneses.

Quanto ao protagonista, Tojima é um personagem clássico, e a animação em alguns momentos tenta reproduzir aquele traço característico dos anos 70, tanto dos animês quanto dos quadrinhos da época.

Mesmo que o primeiro episódio funcione como uma introdução sobre quem é Tojima, a sensação é de que ainda há muito a ser revelado, como se fosse uma página em branco prestes a ganhar cor.

Para quem não é fã de tokusatsu, a proposta pode soar estranha, mas há algo de Kaiju No. 8 na ideia de um protagonista mais velho que retoma um sonho juvenil. É um ponto que deve agradar quem busca histórias com essa pegada.

Por fim, vale comentar que as legendas em português estão enormes. Achei um pouco incômodo em comparação com outras produções da Crunchyroll. Se houvesse como reduzir o tamanho, a experiência seria mais agradável.

Cobertura de Shows | HYDE e a turnê HYDE [INSIDE] LIVE

Em setembro, São Paulo viveu um momento histórico para o J-Rock: HYDE, vocalista do L’Arc~en~Ciel, se apresentou pela primeira vez no Brasil. Com a turnê mundial HYDE [INSIDE] LIVE, o cantor finalmente pôde se aproximar do público brasileiro em um espetáculo intenso e memorável no Carioca Club.

O show, realizado em 14 de setembro e com ingressos esgotados, era muito aguardado pelos fãs, que vêm acompanhando o fortalecimento do J-Rock no país após um período em que outros gêneros asiáticos, como o K-Pop, dominaram o mercado.

Abertura e primeiras músicas

Giuliano Peccilli

Pontualmente, o show começou com “LET IT OUT”, trazendo o peso industrial e pulsante característico da fase mais recente de HYDE. O artista surgiu mascarado, no alto de uma torre, enquanto sua banda se apresentava no palco, criando um impacto visual marcante desde os primeiros minutos.

Em seguida, “AFTER LIGHT” (2018) trouxe uma energia mais melódica, misturando vocais intensos com um clima cinematográfico, marca dos trabalhos solo de HYDE após o hiato do VAMPS. Logo depois, vieram “DEFEAT” e “DEVIL SIDE” — esta última do período VAMPS. Pela primeira vez no Brasil, o público pôde ouvir músicas do VAMPS ao vivo, com sonoridade que flerta com hard rock e elementos góticos.

“TAKING THEM DOWN” (2016) manteve o clima explosivo, evidenciando o domínio de HYDE sobre o palco e sua habilidade em transformar cada música em uma performance visual completa.

Demon Slayer e colaborações

Giuliano Peccilli

O show também trouxe referências ao anime Demon Slayer. HYDE apresentou “Tokoshie”, parceria com o grupo My First Story lançada em 2024 como tema de encerramento do anime. A versão ao vivo foi solo, mantendo a leveza da canção original.

A surpresa da noite ficou por conta de “Faint”, cover do Linkin Park. Interpretada com sua banda, a música mostrou a versatilidade de HYDE e ganhou uma nova intensidade sem perder o espírito da versão original.

Em sequência, “MAD QUALIA” e “SOCIAL VIRUS” representaram sua fase mais recente, com HYDE pedindo a participação ativa do público. O primeiro ato foi fechado com “MIDNIGHT CELEBRATION II”, criando uma sensação quase teatral.

Giuliano Peccilli

Interação e momentos icônicos


Giuliano Peccilli

A conexão com o público brasileiro ficou evidente em momentos como o solo de guitarra que incluiu o Hino Nacional Brasileiro, seguido de uma aparição surpresa de HYDE no mezanino durante “PANDORA”, tema do jogo Star Ocean 6. O cantor se divertiu interagindo com o público, utilizando uma pistola de água que emitia luz a cada disparo, reforçando a estética visual do show.

Para os fãs de L’Arc~en~Ciel, a emoção chegou com “HONEY” (1998). HYDE desceu até a pista, cantando junto com os fãs em um momento de pura conexão. Logo em seguida, “MUGEN”, abertura de Demon Slayer e também parceria com My First Story, ganhou uma versão solo do artista.

E então veio “GLAMOROUS SKY”, tema do filme NANA (2005). Composta por HYDE e originalmente interpretada por Mika Nakashima, a versão ao vivo foi mais pesada e fez o público cantar junto novamente, consolidando o momento mais icônico da noite.

O encerramento ficou com “SEX BLOOD ROCK N’ ROLL” (VAMPS, 2013), deixando uma sensação de epifania e aquela vontade imediata de ouvir tudo de novo.

Opinião

Giuliano Peccilli

Quando se fala em rock japonês, HYDE é um pilar vivo do gênero. Assistir a uma apresentação dele é um privilégio raro, e ainda parecia inacreditável que ele viesse ao Brasil. E depois do show, torcemos que ele volte mais vezes ao país e cada vez em casas de shows maiores, como aconteceu com outros artistas de J-ROCK por aqui, como ONE OK ROCK.

A turnê HYDE [INSIDE] LIVE marcou finalmente o encontro do público brasileiro com o cantor, que demonstrou conhecer o país e se mostrou extremamente empolgado durante o show. O público retribuiu com igual entusiasmo, criando uma conexão mútua que consolidou uma relação que atravessa gerações desde os tempos de L’Arc~en~Ciel. Foi a espera que valeu muito a pena.

É verdade que muitos fãs ainda sonham em ver L’Arc~en~Ciel ou VAMPS se apresentarem por aqui, mas apenas a presença de HYDE já foi uma experiência memorável, colocando o Brasil novamente na rota da história do J-Rock.

Setlist completo – HYDE [INSIDE] LIVE, Brasil

  1. LET IT OUT
  2. AFTER LIGHT
  3. DEFEAT
  4. DEVIL SIDE (VAMPS)
  5. TAKING THEM DOWN
  6. ON MY OWN
  7. Piano solo
  8. TOKOSHIE
  9. 6or9
  10. FAINT (Linkin Park cover)
  11. MAD QUALIA
  12. SOCIAL VIRUS
  13. MIDNIGHT CELEBRATION II
  14. LAST SONG
  15. SHUNTARO – Drum solo
  16. YAS – Guitar solo / Hino Nacional Brasileiro
  17. Jam da banda
  18. PANDORA (HYDE no mezanino)
  19. HONEY (L’Arc~en~Ciel)
  20. MUGEN
  21. GLAMOROUS SKY
  22. SEX BLOOD ROCK N’ ROLL

HYDE [INSIDE] LIVE

Data: 14 de setembro

Local: Carioca Club

Realização: Drivirs Entertainment, Gig, Hangar 110

Agradecimentos a HIT Magazine, Tedesco e GIG pela produção deste conteúdo

Crítica | O Último Episódio

Sabe aquela sensação nostálgica de ligar a televisão quando criança e ficar teorizando sobre os finais de desenhos que nunca passaram na TV? Caverna do Dragão, ao lado de He-Man, She-Ra, Comandos em Ação e Transformers, era um daqueles desenhos “eternos” na televisão brasileira.

E é justamente esse o ponto de partida em O Último Episódio, que tem como base Caverna do Dragão. Passando-se em 1991, conhecemos Erik (Matheus Sampaio), um garoto que tenta conquistar uma colega de escola dizendo que tem em casa o episódio final da animação.

Com a história ganhando contornos de Os Goonies e Conta Comigo, clássicos dos anos 80, O Último Episódio acompanha um garoto que acredita piamente que conseguirá produzir esse episódio ao lado de seus inseparáveis amigos Cassinho (Daniel Victor) e Cristiane/Cristão (Tatiana Costa).

É aqui que a história começa, trocando os cenários gringos e abraçando a realidade brasileira, ao se passar no bairro Laguna, na periferia de Contagem, em Minas Gerais. O resultado é uma trama que gera identificação e transporta quem cresceu nos anos 90 de volta àquela época mágica.

A história

O Último Episódio começa em Contagem, num colégio onde os jovens comentam sobre os desenhos infantis da época. Caverna do Dragão era uma dessas sensações, em que adolescentes eram transportados para outro mundo e enfrentavam missões do Mestre dos Magos enquanto tentavam voltar para casa.

Durante uma conversa sobre o desenho no banheiro entre garotas, Erik, um jovem de 13 anos, acaba ouvindo o assunto e tenta se aproximar da menina no ginásio da escola. Atrapalhado e tímido, inventa que tem o episódio final em casa, importado por um tio. A garota se anima, e ele, tentando manter a mentira, diz que não pode mostrar o vídeo por causa de uma reforma em casa, mas acredita que ainda pode filmar o tal final.

Pegando a antiga câmera do pai e contando com a ajuda dos amigos, Erik decide que vai conseguir enganar a garota e ganhar um beijo dela. Os jovens dos anos 90 tinham essas ideias de acreditar no impossível, tudo isso enquanto se aproximava uma apresentação musical que o trio vinha ensaiando na escola.

Trazendo de volta a magia de viver nos anos 90, O Último Episódio apresenta um elenco adulto que, mesmo sem saber das intenções de Erik, ajuda os garotos. É o caso do professor Juarez (Gabriel Martins), que tenta constantemente trazê-los de volta à realidade.

Por mais boa vontade que tenha, Erik não deixa de frequentar a diretoria, o que gera embates com a diretora Simone (Babí Amaral), sempre tentando evitar que sua mãe seja chamada à escola.

Usando a oficina do pai de Cassinho, o grupo começa a filmar o episódio, mas o processo é cheio de trapalhadas.

Além de tentar conquistar a garota dos sonhos, Erik começa a se questionar por que é chamado de “filho do doido”. Com o pai falecido quando era ainda criança, o garoto é criado apenas pela mãe, que trabalha em um supermercado afastado e enfrenta seus próprios dilemas, como a dificuldade de encontrar um fiador e a necessidade de mudar de casa. São esses problemas que vão invadindo a realidade de Erik e dando novas camadas à história.

Será que, em meio a tudo isso, Erik vai conseguir terminar O Último Episódio e conquistar a garota dos seus sonhos?

Opinião

Dirigido por Maurílio Martins, que também assina o roteiro ao lado de Thiago Macêdo Correia, O Último Episódio traduz com fidelidade a realidade brasileira dos anos 90. A nostalgia funciona de maneira natural e, para quem cresceu naquela década, é impossível não se reconhecer em diversos momentos.

Seja com Cassinho jogando Street Fighter II no fliperama, seja pelas músicas Doce Mel, eternizada por Xuxa, e Qualquer Jeito, da cantora Kátia, ambas em novas versões para o filme, a trilha sonora reforça o clima da época. Nesse sentido, O Último Episódio acerta como O Melhor Amigo, de Allan Deberton, ao resgatar musicalmente a memória afetiva de uma geração.

Pequenas cenas, como a da mãe de Erik trocando os preços no mercado, capturam de forma sutil o contexto econômico da época, marcada pela inflação alta e pela instabilidade diária dos preços.

É essa soma de elementos que torna o mundo de O Último Episódio tão palpável, indo além da “produção do episódio” e explorando a jornada de amadurecimento de um garoto diante de problemas adultos batendo na porta.

O arco do pai de Erik é tratado com delicadeza e conta com atuações intensas, especialmente nas cenas com a mãe, mostrando como era difícil abordar temas sensíveis, como mortes não naturais, naquela época, além dos desafios de ser mãe solo.

Sim, em algum momento o filme entrega o “último episódio”, mas não da forma que imaginamos. É aí que está a cereja do bolo: uma narrativa que cresce a cada camada, até conquistar o público e deixar Caverna do Dragão em segundo plano. E parte deste mérito está na amizade do Erik com Cassinho e Cristiane que levam a história, mostrando uma amizade ao bom estilo ‘Goonies’.

Por fim, com boas atuações e uma recriação cuidadosa dos anos 90, O Último Episódio traz DNA brasileiro a um tipo de história que muitos de nós crescemos vendo na TV. Uma bela surpresa nos cinemas e, sem dúvida, uma porta aberta para mais produções do gênero.

Nota: 4 (de 5)

O Último Episódio

Direção: Maurílio Martins
Roteiro: Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia
Produção: Filmes de Plástico
Coprodução: Canal Brasil, Cine Film
Distribuição: Malute Filmes e Embaúba Filmes
Ano: 2025 | País: Brasil
Duração: 112 min | Classificação: 12 anos

Elenco: Matheus Sampaio, Daniel Victor, Tatiana Costa, Camila Morena, Rejane Faria, Maria Leite, Gabriel Martins, André Novais Oliveira, Babí Amaral, Daniel Jaber, Leonardo De Jesus, Robert Frank, Eid Ribeiro, Lara Silva, Lois Martins, Leo Pyrata e Matheus Ferreira.

Agradecemos ao Filmes de Plástico, Malute Filmes, Embaúba Filmes e a Sinny pelo convite para produção deste conteúdo

Spirit Fingers estreia em simulcast no Brasil

O K-drama Spirit Fingers será lançado ao mesmo tempo na Coreia do Sul e no Brasil, chegando ao Rakuten Viki em 29 de outubro. A série promete conquistar os fãs de dramas adolescentes com sua história sobre autodescoberta, amizade e criatividade, mantendo o público brasileiro conectado à estreia coreana.

Song Woo-Yeon está prestes a completar 18 anos, mas não se sente especial em nada. Em casa, sempre foi ofuscada pelos irmãos e suas opiniões quase nunca são levadas a sério. Com baixa autoestima, ela passa os dias entre estudos e momentos sozinha, se perguntando se algum dia fará parte de algo maior.

Tudo muda quando um desconhecido a aborda na rua e a convida para posar como modelo. Ele é Koo Sun-Ho, integrante do clube de esquetes Spirit Fingers, conhecido pelo jeito único e acolhedor de seus membros. Entre eles está Nam Geu-Rin, presidente do clube, que incentiva cada passo da nova integrante. Aos poucos, Woo-Yeon descobre que tem talentos e cores próprias que vão muito além da pintura, enquanto sua confiança começa a crescer.

O impacto de Woo-Yeon também chega a Nam Gi-Jung, irmão mais novo de Geu-Rin e modelo em lojas online, que passa a refletir sobre seu próprio futuro. Entre sketches, pinturas e ensaios, o drama mostra como encontros inesperados podem transformar vidas e revelar talentos escondidos.

Adaptado do webtoon Spirit Fingers de Han Kyung-Chal, o dorama é dirigido por Lee Chul-Ha e roteirizado por Kwon Yi-Ji. O elenco conta com Park Ji-Hu, Jo Joon-Young, Choi Bo-Min e Park Yoo-Na, trazendo à vida a história que conquistou os fãs do webtoon.

A série terá episódios semanais às quartas-feiras, oferecendo uma narrativa leve e envolvente sobre a adolescência, arte e amizade.

Pôster

A Amada do Chefe da Yakuza | Dorama japonês estreia em outubro no Brasil pela Rakuten Viki

O Japão adora histórias em que o cotidiano esconde algo inesperado e A Amada do Chefe da Yakuza (The Yakuza Boss’s Beloved) leva isso ao extremo. A série, que chega ao catálogo brasileiro da Rakuten Viki em 24 de outubro, mistura comédia romântica e drama criminal ao acompanhar uma mulher comum que acaba se envolvendo com o chefe da yakuza… sem saber disso.

Um lar improvável

Makoto Sugawara (Ayaka Konno) é uma assistente de vendas exemplar em uma agência de publicidade. Trabalhadora, gentil e querida pelos colegas, ela sonha com uma vida estável ao lado do namorado de longa data. Só que o sonho desmorona quando descobre que ele a trai com uma colega de trabalho. De um dia para o outro, Makoto fica solteira e sem ter onde morar.

É então que Ren Odagiri (Shota Totsuka), o gerente do setor — conhecido entre os funcionários como o “chefe yakuza” por seu jeito frio e autoritário — oferece abrigo temporário. O que ela não imagina é que o apelido tem um fundo de verdade: Odagiri é, de fato, um subchefe de gangue.

Romance perigoso

Entre momentos constrangedores e descobertas curiosas, Makoto começa a conhecer um lado mais humano de Odagiri — gentil, atencioso e até doce. A convivência força os dois a repensarem suas rotinas e seus sentimentos, mas o segredo que ele guarda ameaça virar tudo do avesso. O relacionamento entre a moça comum e o homem de um mundo perigoso se torna o coração da trama, equilibrando ternura e tensão com aquele toque típico dos j-dramas.

Do mangá para a TV

A série é baseada no mangá “Gokudo Joshi ni Aisaretara: Reitetsu Kare to no Ama Sugiru Dokyo”, escrito por Nao Mashimo e ilustrado por @R. A adaptação, exibida originalmente na MBS e TBS entre julho e setembro de 2025, conta com 8 episódios de 25 minutos, e traz um elenco que aposta no carisma para sustentar o clima agridoce da história.

Elenco principal

  • Shota Totsuka como Ren Odagiri
  • Ayaka Konno como Makoto Sugawara
  • Nakamura Reia como Senzaki Tora
  • Hoshino Yuna como Kawatani Aina
  • Akazawa Ryotaro como Ishizaki Yuto
  • Asahi Nanami como Endo Yumi

Onde assistir

A Amada do Chefe da Yakuza estreia em 24 de outubro no Brasil pela Rakuten Viki, trazendo uma mistura de drama, humor e romance que promete conquistar quem curte histórias onde o amor floresce nos lugares mais improváveis até mesmo no coração da yakuza.

Então Cozinha Você, Seu Enrolado! | Dorama estreia em outubro no Brasil

No dia 14 de outubro chega ao Rakuten Viki o j-drama Anta ga Tsukure yo!, traduzido no Brasil como “Então Cozinha Você, Seu Enrolado!”. A série aposta em um romance maduro sobre mudanças, arrependimentos e descobertas pessoais com um toque saboroso de culinária japonesa.

Quando o amor azeda

Katsuo Ebihara (Ryoma Takeuchi) é um empresário que acredita estar no relacionamento perfeito com Ayumi Yamagishi (Kaho). Tudo parece certo até o momento em que ele decide pedi-la em casamento e recebe um inesperado “não”. Sem entender o que deu errado, ele tenta seguir em frente, mas percebe que a vida de solteiro não tem o mesmo tempero.

Por sugestão de um colega, Katsuo decide cozinhar o prato que Ayumi sempre fazia para ele e o resultado é um desastre. A experiência, no entanto, desperta uma reflexão profunda: talvez as “brincadeiras” que fazia sobre a comida dela nunca tenham sido tão inofensivas assim.

Redescobrindo o próprio sabor da vida

Enquanto ele tenta compreender o passado, Ayumi busca se reencontrar fora da sombra de Katsuo. Depois de anos moldando sua vida em torno das vontades do namorado, ela finalmente tem a chance de descobrir quem é de verdade. Esse período de separação se torna uma jornada de amadurecimento para ambos e talvez uma nova chance para o amor.

Baseado em um mangá premiado

A história é inspirada no mangá homônimo de Natsuko Taniguchi, conhecida por explorar as dinâmicas de gênero e as pequenas violências cotidianas nos relacionamentos modernos. O dorama promete trazer essa mesma sensibilidade para as telas, equilibrando drama emocional com momentos leves e realistas.

Elenco e direção

O elenco principal conta com Ryoma Takeuchi (Kamen Rider Drive, You Taught Me All the Important Things) e Kaho (First Love, Umi no Futen), dois nomes que vêm se destacando em produções dramáticas e românticas. Completam o elenco Yuzu Aoki e Raiku, sob direção de Ryosuke Fukuda.

Amor com gosto de realidade

Mais do que uma comédia romântica, Então Cozinha Você, Seu Enrolado! aborda como as relações mudam quando cada um aprende a enxergar o outro e a si mesmo com mais empatia. Um prato cheio para quem gosta de histórias sinceras e cheias de humanidade com aquele tempero típico dos doramas japoneses.

Yummy, Yummy? Yummy! chega à Rakuten Viki com pitadas de romance e tradição chinesa

A nova série chinesa “Yummy, Yummy? Yummy!” chega ao catálogo da Rakuten Viki em 10 de outubro, trazendo uma mistura irresistível de gastronomia, comédia e romance histórico. Adaptada do web novel Chang’an Small Restaurant, escrita por Ying Tao Gao, a produção promete conquistar o público com uma história saborosa e cheia de reviravoltas.

Entre panelas e segredos em Yong’an

A trama acompanha a família Shen, que por acaso acaba chegando à cidade de Yong’an. Lá, eles conhecem Lin Yan, um oficial real cujo encontro muda completamente o rumo de suas vidas. O que começa como uma coincidência se transforma em uma jornada extraordinária repleta de pratos típicos, tradições locais e uma história de amor nada convencional.

O tom leve e os elementos culturais da série mergulham o espectador na atmosfera das antigas cidades chinesas, onde a culinária é tão importante quanto os laços humanos. Entre receitas, desafios e sentimentos inesperados, “Yummy, Yummy? Yummy!” combina drama de época com o charme dos slice of life chineses, destacando os sabores e os afetos que unem as pessoas à mesa.

Elenco e bastidores

O elenco traz Wang Ying Lu como Shen Shao Guang, a protagonista da família Shen, e Li Yun Rui interpretando Lin Yan, o oficial real que cruza seu caminho. O elenco de apoio conta ainda com Chang Long (Shen Shao Jie), Feng Jia Yi (Shen Jian She), Sui Jun Bo (Li Feng Xia) e Dong Si Yi (A Yuan), completando o núcleo familiar e os personagens que dão vida à cidade de Yong’an.

Com 32 episódios e duração de 45 minutos cada, o drama será exibido originalmente pela Tencent Video, indo ao ar diariamente, de segunda a domingo.

Um banquete de emoções e cultura

Mais do que uma simples comédia romântica, “Yummy, Yummy? Yummy!” funciona como uma celebração da comida como elo entre gerações, culturas e amores. Cada episódio promete trazer não só pratos de dar água na boca, mas também reflexões sobre família, pertencimento e tradição.

Para quem gosta de dramas chineses com toque histórico, visuais detalhados e histórias leves, essa estreia de outubro na Rakuten Viki é um verdadeiro banquete.

Mobius | Drama chinês chega à Rakuten Viki

A Rakuten Viki adiciona em outubro ao seu catálogo o drama chinês Mobius, estrelado por Bai Jing Ting e Janice Man, que já conquistou público na Netflix e no iQIYI. A produção, baseada no romance Ni Shi Zhen Cha Zu de Zhang Xiao Mao, mistura investigação policial, ficção científica e um toque sobrenatural — tudo girando em torno de um detetive capaz de reviver o mesmo dia até cinco vezes.

Na trama, o detetive de homicídios Ding Qi (Bai Jing Ting) descobre acidentalmente que pode voltar no tempo, reiniciando o mesmo dia em até cinco ciclos. A habilidade, que parece uma vantagem, rapidamente se transforma em um fardo: a cada repetição, ele tenta juntar pistas e resolver crimes antes do quinto loop, quando tudo se encerra.
Mas o equilíbrio muda quando surge um suspeito misterioso conhecido como “Lula”, que parece saber mais do que deveria — e talvez compartilhe o mesmo dom de Ding Qi. A partir daí, o detetive mergulha em uma conspiração ligada a uma empresa de biotecnologia chamada MOMA, onde executivos estão morrendo em circunstâncias suspeitas.
Ao lado da pesquisadora An Lan (Janice Man), Ding Qi passa a investigar a verdade por trás das mortes, colocando em jogo sua própria sanidade — e o limite entre o real e o impossível.

Elenco de peso e produção internacional

Além da dupla principal, o elenco inclui Song Yang, Liu Yijun, Zhang Bojia e a atriz tailandesa Chutimon Chuengcharoensukying, reforçando o tom multicultural da série. Com gravações em Guangdong, Hong Kong e Macau, Mobius combina o ritmo de um thriller com a estética futurista da ficção científica chinesa recente.
A direção é de Liu Zhangmu, com roteiro de Bi Qiang e Jiang Wuji, e produção da Youhug Media em parceria com a QIYI.

Sucesso de crítica e audiência

Desde o lançamento, Mobius vem acumulando bons números e elogios. A série atingiu mais de 300 milhões de visualizações no iQIYI em sua primeira semana, ficou entre as Top 10 da Netflix em vários países da Ásia e manteve uma nota de 7,5 no Douban — um feito considerável para produções do gênero.
A combinação entre ação, mistério e elementos de viagem temporal chamou atenção do público e da crítica, destacando a performance intensa de Bai Jing Ting e a química entre o elenco. A produção ainda ganhou reconhecimento por explorar o conceito de “armas de tempo e espaço”, levando o gênero policial chinês a um novo patamar.

Onde assistir

Mobius está disponível na Rakuten Viki, atualmente com dez episódios liberados. A série conta com 16 capítulos no total, cada um com cerca de 45 minutos, e está disponível com legendas em vários idiomas. Para quem gosta de mistérios cheios de reviravoltas e teorias sobre o tempo, essa é uma estreia que merece entrar na lista de maratona de outubro.