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Naruto | Episódios 53 ao 106 chegam dublados e remasterizados ao Disney+

O Disney+ adicionou os episódios 53 ao 106 de Naruto ao catálogo brasileiro com dublagem em português e legendas. A nova atualização amplia a disponibilidade do anime clássico na plataforma após a chegada dos primeiros 52 episódios em abril.

Assim como na leva inicial, os capítulos foram disponibilizados em versão remasterizada, apresentando melhorias visuais e qualidade de imagem superior à edição antiga disponível em outros serviços. A mesma versão já havia sido utilizada anteriormente pela HBO Max, enquanto a Netflix ainda mantém o anime na antiga resolução 480p.

A história

A série acompanha Naruto Uzumaki, jovem ninja que sonha em se tornar Hokage, o líder máximo da Vila da Folha. Marcado desde a infância por carregar selada dentro de si a Raposa de Nove Caudas, Naruto cresce sendo rejeitado pelos moradores da vila.

Ao entrar para o Time 7 ao lado de Sasuke Uchiha, Sakura Haruno e do mentor Kakashi Hatake, o protagonista começa a construir laços importantes enquanto evolui como ninja e enfrenta missões cada vez mais perigosas.

Do mangá ao fenômeno global

Criado por Masashi Kishimoto, o mangá de “Naruto” foi publicado entre 1999 e 2014 na revista Weekly Shonen Jump, totalizando 72 volumes.

A adaptação em anime produzida pelo Studio Pierrot foi exibida originalmente entre 2002 e 2007, somando 220 episódios apenas na fase clássica. O sucesso da franquia levou à continuação com “Naruto Shippuden”, além de filmes, jogos e derivados como “Boruto: Naruto Next Generations”.

Já disponível no streaming

Os episódios 53 ao 106 de “Naruto” já podem ser assistidos no Disney+ com dublagem em português, legendas e versão remasterizada.

Com informações do Yato

Mission: Yozakura Family | 5 primeiros episódios da 2ª temporada chegam ao Disney+ em maio

Os cinco primeiros episódios da segunda temporada de “Mission: Yozakura Family” chegam ao Disney+ em 10 de maio, ampliando o catálogo da adaptação do mangá criado por Hitsuji Gondaira.

A história

Após descobrir que sua amiga de infância Mutsumi Yozakura pertence a uma família de agentes secretos, Taiyo acaba entrando em um universo perigoso repleto de missões, assassinos e conspirações.

Para sobreviver às ameaças ao redor de Mutsumi, ele decide se casar com ela e se tornar oficialmente parte da família Yozakura. A partir daí, o protagonista inicia um intenso treinamento para atuar como espião enquanto tenta lidar com os métodos extremos e caóticos dos novos parentes.

Sobre o anime

Produzido pelo estúdio Silver Link, o anime estreou originalmente em abril de 2024 e adapta o mangá publicado na revista Weekly Shonen Jump entre 2019 e 2025.

A segunda temporada começou em abril de 2026 no Japão, dando continuidade aos eventos envolvendo a organização Tanpopo e os segredos da linhagem Yozakura.

Elenco principal

O anime conta com Reiji Kawashima como Taiyo Asano, Kaede Hondo interpretando Mutsumi Yozakura e Katsuyuki Konishi no papel de Kyoichiro Yozakura, o irmão superprotetor da protagonista.

Os cinco primeiros episódios da segunda temporada de “Mission: Yozakura Family” chegam ao Disney+ em 10 de maio.

Com informações do Yato

A Canção do Samurai | Dorama de ação e samurais estreia dublado na HBO Max

O primeiro episódio de “A Canção do Samurai” já está disponível na HBO Max, trazendo ao público brasileiro o drama japonês “Song of the Samurai: Fateful Showdown in Kyoto”. A produção mistura ação, batalhas de espada e conflitos políticos em uma trama ambientada nos últimos anos do Japão feudal.

A história

A série acompanha Toshizo Hijikata, homem que encontra um novo propósito ao se juntar ao Shinsengumi, grupo de guerreiros responsável por manter a ordem em Kyoto durante um período de intensas mudanças políticas e sociais.

Ao lado de seus aliados, Hijikata enfrenta disputas internas, guerras e dilemas envolvendo honra, lealdade e sobrevivência em meio ao colapso do período Edo. A produção aposta em cenas de ação intensas e no desenvolvimento emocional dos personagens históricos que marcaram a era dos samurais.

Elenco

O elenco principal é liderado por Yamada Yuki no papel de Hijikata Toshizo. A série também conta com Suzuki Nobuyuki como Kondo Isami, Nakamura Aoi como Yamanami Keisuke, Hosoda Kanata interpretando Okita Soji, Uesugi Shuhei como Nagakura Shinpachi e Fujiwara Kisetsu no papel de Saito Hajime.

Sobre a série

Produzida pela TBS, “A Canção do Samurai” possui seis episódios com cerca de 55 minutos de duração.

A produção foi exibida originalmente no Japão entre março e maio de 2026 e agora chega ao catálogo brasileiro da HBO Max com opções dubladas e legendadas.

Com informações do Yato

São Paulo vai ganhar uma experiência imersiva de Naruto

Naruto

São Paulo receberá nos próximos meses a “Naruto Experience”, evento imersivo inspirado em Naruto que promete transformar o universo ninja da série em uma experiência presencial para o público brasileiro. A atração será montada na Água Branca e ocupará uma área de aproximadamente 1.800m² com ambientes temáticos e atividades interativas.

Segundo a organização, a proposta é recriar cenários icônicos da obra criada por Masashi Kishimoto utilizando projeções mapeadas, personagens em tamanho real e recursos tecnológicos voltados à imersão do visitante no universo da Vila da Folha.

Experiência terá realidade virtual e restaurante temático

Naruto

Entre os destaques anunciados estão uma área de realidade virtual, espaços dedicados ao mangá e anime, além de um restaurante temático de lámen inspirado no prato favorito de Naruto Uzumaki.

O evento também contará com uma loja oficial oferecendo produtos exclusivos desenvolvidos especialmente para a experiência em São Paulo.

Lista de espera já está aberta

Antes da abertura oficial das vendas, o público já pode se cadastrar na lista de espera da Naruto Experience. Os inscritos terão acesso antecipado aos ingressos e receberão informações sobre datas e possíveis benefícios exclusivos.

Serviço

experiência imersiva

Local: Naruto Experience

Datas: em breve

Classificação: livre para todas as idades

Lista de espera disponível no site oficial do evento

Crítica | Michael

Quando se fala de Michael Jackson, se fala de uma lenda que produzia um sucesso atrás do outro. Seja no Jackson Five, The Jacksons ou em carreira solo, Michael Jackson fez história.

Sendo um artista que surgiu junto da televisão, sua vida sempre foi acompanhada por notícias, fofocas e momentos expostos diante das câmeras.

Falecido em 2009, o cantor ainda vive no imaginário popular. Fazer um filme sobre sua vida parecia um desafio quase impossível, mas Michael encontra um grande acerto em Jaafar Jackson, escolhido para interpretar o próprio tio.

E temos que ser claros em uma coisa: Michael, por ser um filme biográfico, não foge da regra de produções como Bohemian Rhapsody, que reorganizam fatos e acontecimentos para transformar décadas de história em pouco mais de duas horas de tela.

A história

Maven. Photo Credit: Glen Wilson

Voltando para 1966, Michael Jackson segue as rígidas regras do pai rumo ao estrelato. Treinando ao lado dos irmãos, não havia descanso. Joseph Jackson queria que os filhos alcançassem o sucesso que ele próprio nunca conseguiu.

Após os primeiros shows, o grupo assina com a Motown em 1969, deixando para trás a vida em Indiana para tentar uma nova realidade na Califórnia.

Mas o grupo teria vida longa? Para o fundador da Motown, Berry Gordy, Michael tinha potencial para ir muito além como artista solo. Já Joseph acreditava que a família precisava permanecer unida para preservar o império construído.

Em 1978, Michael assina com a Epic Records e inicia a produção de Off the Wall ao lado de Quincy Jones. Mesmo querendo seguir carreira solo, o cantor ainda esbarra no controle do pai, que administrava não apenas sua carreira, mas também sua fortuna.

Buscando independência, Michael se aproxima de pessoas influentes da indústria, incluindo o advogado John Branca (Miles Teller). A primeira atitude dessa nova fase é demitir Joseph por fax, decisão que explode dentro da família.

Mas será suficiente para Michael Jackson finalmente conquistar sua liberdade artística?

Opinião

Essa não é a primeira e provavelmente não será a última vez que a vida de Michael Jackson ganhará uma adaptação nos cinemas. Mas talvez esta seja a única com um trunfo tão certeiro quanto Jaafar Jackson.

Sobrinho do cantor, Jaafar não apenas interpreta Michael, como também consegue reproduzir seus movimentos, olhares e presença de palco de forma impressionante. Isso sozinho já faz muita diferença para o filme funcionar.

Aliado ao figurino, que recria momentos icônicos da carreira do artista com bastante cuidado, Michael entrega uma adaptação competente, ainda que acelerada em diversos momentos.

Grande parte desse mérito também passa por Colman Domingo, que interpreta um Joseph Jackson rígido, intimidador e longe de caricaturas. Já Nia Long funciona bem como Katherine Jackson, trazendo a imagem da mãe que tentava equilibrar os conflitos dentro da família.

Mesmo contando uma história já conhecida pelo público, Michael encontra espaço para mostrar a fascinação do cantor por Peter Pan e pela Terra do Nunca, usando os contos infantis como uma fuga das pressões e regras impostas desde a infância.

Ao recriar momentos como as filmagens de Thriller, o acidente da Pepsi, a chegada do Bubbles e a ascensão da MTV, o longa aposta mais na reconstrução da mitologia do artista do que em aprofundar alguns conflitos pessoais.

E é justamente aí que aparece a sensação de que o filme está constantemente no “modo turbo”. A produção tem muita história para contar e, em alguns momentos, parece correr para chegar nos grandes marcos da carreira do cantor.

Figuras como Quincy Jones e John Branca ajudam a entender melhor os bastidores da ascensão de Michael, mas suas participações acabam sendo rápidas porque o foco principal está no desejo de liberdade do artista.

Indo até 1988, Michael praticamente funciona como a “primeira parte” da trajetória do cantor, acompanhando sua saída do Jackson Five até a explosão mundial com Thriller, Bad e Billie Jean. Com a parte mais polêmica de sua vida ainda de fora, fica a curiosidade sobre como um possível segundo filme lidaria com esses acontecimentos.

Em termos de espetáculo, Michael entende perfeitamente o peso de seus shows e videoclipes. O longa não funciona apenas como uma biografia, mas quase como um grande show de sucessos do artista, algo que transforma a experiência no cinema em algo maior do que apenas acompanhar sua história.

Com gosto de quero mais, Michael impressiona pela recriação de momentos marcantes da carreira do cantor. Mesmo acelerado em alguns trechos, o filme entende que a maior força de Michael Jackson nunca esteve apenas nas polêmicas, mas na capacidade de transformar música em espetáculo.

Ficha técnica

Michael

DireçãoAntoine Fuqua

RoteiroJohn Logan

ElencoJaafar Jackson, Nia Long, Laura Harrier, Juliano Krue Valdi, Miles Teller e Colman Domingo

GêneroMusical e biográfico

Duração127 minutos

DistribuiçãoLionsgate (Estados Unidos) e Universal Pictures (internacional)

Mais informações

ProduçãoGraham King, John Branca e John McClain

PaísEstados Unidos

Lançamento23 de abril de 2026 (Brasil)

Michael

Cinematografia: Dion Beebe

Edição: John Ottman, Harry Yoon, Conrad Buff IV e Tom Cross

Companhias produtoras: Lionsgate e GK Films

Idioma: Inglês

Avaliação
4,5/5
JWave

Crítica | Parthenope - Os Amores de Nápoles

O cinema italiano nos traz boas surpresas onde menos esperamos e aqui em “Parthenope – Os Amores de Nápoles”, novo filme do diretor e roteirista Paolo Sorrentino, temos mais uma delas.

Com Celeste Dalla Porta no papel da misteriosa e belíssima Parthenope, acompanhamos o nascimento e a velhice desta protagonista que estava à frente do seu tempo e que não apenas exalta as belezas de Nápoles, mas também se transforma na própria personificação da cidade.

Aqui a trama começa lá em 1950, quando acompanhamos o nascimento da própria Parthenope, integrante da tradicional família Di Sangro. Criada com luxo e cercada de privilégios, ela cresce ao lado do irmão Raimondo e de Sandrino, filho da governanta da família.

Os anos passam e o trio criado nas praias desenvolve uma relação de amizade e companheirismo que rapidamente ultrapassa o convencional. Raimondo cresce preso a uma paixão silenciosa pela irmã, enquanto Sandrino transforma admiração em obsessão. E é justamente essa dinâmica desconfortável que torna o trio tão peculiar.

Já nos anos 1970, os três entram na vida adulta tentando encontrar seus próprios caminhos. Durante uma viagem para a ilha de Capri, a beleza de Parthenope chama atenção de diferentes homens, mas o que realmente desperta seu interesse nunca foi apenas aparência. A protagonista demonstra fascínio por homens intelectualmente provocativos, especialmente figuras mais velhas e experientes.

Set of a new movie by Paolo Sorrentino.
In the picture Celeste Dalla Porta
Photo by Gianni Fiorito

É aqui que surge John Cheever, escritor admirado por Parthenope e interpretado por Gary Oldman. Mesmo discreto na narrativa, o personagem funciona quase como um símbolo do tipo de fascínio intelectual que move a protagonista durante toda sua jornada.

Enquanto isso, Raimondo percebe cada vez mais sua incapacidade de construir relações afetivas com outras mulheres, tornando inevitável o confronto com os sentimentos que guarda pela irmã. Já Sandrino finalmente consegue se aproximar de Parthenope, criando um desequilíbrio emocional que culmina na tragédia envolvendo Raimondo.

De volta para casa e mergulhada no luto, Parthenope passa a carregar a culpa pela morte do irmão, especialmente diante dos pais que sempre enxergaram Raimondo como alguém frágil. E é justamente aqui que o filme realmente começa.

“Parthenope – Os Amores de Nápoles” abandona a ideia de um romance convencional para acompanhar uma mulher tentando entender a si mesma enquanto atravessa diferentes fases da vida. Ao ingressar na faculdade de antropologia, ela encontra no professor Marotta uma figura que reconhece sua inteligência e incentiva seu potencial acadêmico. Ao mesmo tempo, interrompe essa trajetória para perseguir o desejo de se tornar atriz, conhecendo Flora Malva, veterana que também percebe nela algo além da aparência.

Vale a pena?

Set of a new movie by Paolo Sorrentino.
In the picture Celeste Dalla Porta and Gary Oldman.
Photo by Gianni Fiorito

A produção de Paolo Sorrentino pode até enganar os mais desatentos com as imagens promocionais focadas na beleza de Celeste Dalla Porta, Daniele Rienzo e Dario Aita. Mas aqui não existe um romance idealizado, e sim uma narrativa sobre identidade, culpa, amadurecimento e independência.

Parthenope fascina justamente por nunca parecer totalmente compreendida, nem pelo espectador e nem por ela mesma. Ela sente o peso de ter se rendido ao charme de Sandrino e de carregar parte da culpa pela morte de Raimondo, mas isso jamais a impede de seguir em frente.

E conforme o longa avança, fica ainda mais evidente que Parthenope representa a própria Nápoles. Assim como a cidade, ela é bonita, caótica, melancólica, sedutora e impossível de decifrar completamente.

Sua inteligência acaba sendo muito mais marcante do que sua beleza. Seja na vida acadêmica, na tentativa de seguir carreira artística ou nos relacionamentos que constrói ao longo dos anos, Parthenope continua avançando, mesmo sem possuir todas as respostas para si mesma.

Nos momentos finais, já mais velha e aposentada, agora interpretada por Stefania Sandrelli, a personagem finalmente parece fazer as pazes com a cidade que lhe deu o nome. E talvez este seja um dos maiores tesouros do filme.

Definitivamente, “Parthenope – Os Amores de Nápoles” não é uma obra que irá agradar todos os públicos. Ainda assim, Paolo Sorrentino transforma a melancolia e a inquietação de sua protagonista em um retrato fascinante de Nápoles, criando um filme que encontra beleza justamente em sua complexidade.

Ficha técnica

Parthenope - Os Amores de Nápoles

Direção e RoteiroPaolo Sorrentino

ProduçãoLorenzo Mieli, Anthony Vaccarello, Paolo Sorrentino e Ardavan Safaee

Direção de ArteCarmine Guarino

Mais informações

Parthenope – Os Amores de Nápoles

Fotografia: Daria D’Antonio

Montagem: Cristiano Travaglioli

Avaliação
4,5/5
JWave

Gantz estreia em junho na Netflix

O anime “Gantz” chegará ao catálogo da Netflix em 1º de junho, trazendo de volta uma das obras seinen mais marcantes dos anos 2000. Baseada no mangá criado por Hiroya Oku, a série mistura violência extrema, horror psicológico, ficção científica e batalhas sangrentas em uma narrativa conhecida por quebrar expectativas e eliminar personagens sem aviso.

A história

A trama acompanha Kei Kurono e Masaru Kato, dois adolescentes que morrem após serem atropelados por um metrô enquanto tentam salvar um homem bêbado nos trilhos. Em vez de seguirem para a morte, eles despertam em um apartamento misterioso ao lado de outras pessoas recém-falecidas.

No centro do local existe uma esfera negra chamada Gantz, responsável por comandar um jogo mortal onde os participantes recebem armas, trajes especiais e missões para caçar alienígenas escondidos entre os humanos.

Cada operação funciona como uma batalha de sobrevivência: quem permanece vivo ganha pontos, enquanto os mortos são eliminados permanentemente. Conforme avançam nas missões, os jogadores descobrem que as regras do jogo mudam constantemente e escondem uma ameaça muito maior envolvendo o destino da humanidade.

Sobre o anime

A adaptação em anime foi produzida pelo Gonzo e exibida originalmente em 2004. A série possui 26 episódios divididos em duas temporadas: “First Stage” e “Second Stage”.

No Brasil, o anime ficou conhecido por sua exibição no antigo canal Animax em 2006, período em que ajudou a popularizar produções seinen entre o público brasileiro.

Além do anime televisivo, a franquia também recebeu filmes live-action, games, derivados e o longa em CGI “Gantz: O”, lançado em 2016.

Sobre o mangá

Publicado entre 2000 e 2013 na revista Weekly Young Jump, o mangá original foi concluído em 37 volumes e se destacou pelo uso pioneiro de cenários em computação gráfica combinados com desenhos manuais.

No Brasil, o mangá é publicado pela Panini Comics.

Ficha técnica

Gênerosação, terror, ficção científica e psicológico

Estreia na Netflix1º de junho

EstúdioGonzo

Episódios26

País de origemJapão

Mais informações

Obra original: Hiroya Oku

Exibição original: 2004

Com informações do Yato

SPY x FAMILY Código: Branco chega dublado à HBO Max

Após a passagem pelos cinemas e também na Crunchyroll, “SPY x FAMILY Código: Branco” já está disponível na HBO Max com dublagem em português e áudio original em japonês com legendas. O longa marca a estreia da franquia nos cinemas com uma história totalmente inédita, sem adaptar diretamente acontecimentos do mangá original.

A história

Na trama, Loid Forger, também conhecido como Twilight, leva Yor e Anya para uma viagem de inverno enquanto tenta avançar na Operação Strix. O que parecia ser apenas uma missão disfarçada rapidamente se transforma em uma situação perigosa quando Anya acaba envolvida em um incidente capaz de ameaçar a paz mundial.

O longa mantém a mistura de ação, espionagem, humor e relações familiares que tornou a série popular, ampliando a dinâmica entre os integrantes da família Forger em uma aventura de escala maior.

Produção e recepção

O filme foi dirigido por Takashi Katagiri, com roteiro de Ichiro Okouchi e supervisão original de Tatsuya Endo. A animação é uma colaboração entre WIT STUDIO e CloverWorks.

Entre as músicas-tema estão “SOULSOUP”, de Official Hige Dandism, e “Why”, de Gen Hoshino.

O longa recebeu forte aprovação do público e da crítica, alcançando altas avaliações em agregadores internacionais após seu lançamento.

Pôster

Sobre SPY x FAMILY

O mangá de “SPY x FAMILY” começou a ser publicado em 2019 e rapidamente se tornou um fenômeno global. A história acompanha um espião, uma assassina e uma telepata formando uma falsa família sem conhecerem completamente os segredos uns dos outros.

A adaptação em anime estreou em 2022 e consolidou o sucesso da franquia mundialmente. No Brasil, o mangá é publicado pela Panini Comics.

Com informações do Yato

THE ONE PIECE | Remake do animê estreia em fevereiro de 2027 na Netflix

THE ONE PIECE estreia em fevereiro de 2027 na Netflix com nova adaptação do mangá de Eiichiro Oda
Produzido pelo WIT STUDIO, remake começará pela saga East Blue e terá sete episódios na primeira temporada

A Netflix confirmou que “THE ONE PIECE”, nova adaptação em anime do mangá de Eiichiro Oda, estreia em fevereiro de 2027. Produzida pelo WIT STUDIO, a série vai recontar a história desde o Capítulo 1 do mangá original, começando pela clássica Saga East Blue.

A nova adaptação

A primeira temporada terá sete episódios lançados simultaneamente na plataforma, totalizando aproximadamente 300 minutos de duração. Os episódios vão adaptar cerca de 50 capítulos do mangá, acompanhando o início da jornada de Monkey D. Luffy até seu encontro com Sanji, cozinheiro do restaurante flutuante Baratie.

O projeto busca apresentar uma nova versão da obra utilizando tecnologia de animação mais atual e uma abordagem visual diferente da série produzida pela Toei Animation, que segue em exibição desde 1999.

Equipe de produção

A direção da série fica por conta de Masashi Koizuka, com Hideaki Abe como assistente de direção. O roteiro e composição da série são assinados por Taku Kishimoto.

O design de personagens e direção de animação serão conduzidos por Kyoji Asano e Takatoshi Honda, enquanto Yasuhiro Kajino cuida do design de criaturas e image boards.

A produção de animação é liderada por Ryoma Kawamura, com o WIT STUDIO responsável pela animação da série.

Sobre ONE PIECE

Criado por Eiichiro Oda, “ONE PIECE” acompanha a jornada de Monkey D. Luffy em busca do lendário tesouro conhecido como One Piece para se tornar o Rei dos Piratas.

O mangá é publicado na revista Weekly Shonen Jump desde 1997 e se tornou uma das franquias mais populares da história, acumulando adaptações para anime, filmes, jogos e uma série live-action da Netflix.

Pôster brasileiro

Ficha técnica

Mangá original: Eiichiro Oda

Direção: Masashi Koizuka

Composição da série: Taku Kishimoto

Estúdio de animação: WIT STUDIO

Distribuição: Netflix

Estreia: fevereiro de 2027

País de origem: Japão

Yona: A Princesa do Alvorecer #11 intensifica conflitos políticos e emoções da protagonista

A Editora JBC publicou o volume 11 de “Yona: A Princesa do Alvorecer”, continuação do mangá de Mizuho Kusanagi que combina fantasia, drama político e romance em um dos shoujos mais populares da atualidade. A nova edição amplia os conflitos entre reinos vizinhos e coloca Yona diante de sentimentos cada vez mais difíceis de ignorar.

A história

A missão de resgate de Yona e Lili no País de Sei mobiliza não apenas Hak e os quatro Dragões Guerreiros, mas também Su-won e os generais das grandes tribos do reino de Kouka. O confronto aproxima antigos aliados e rivais em meio a uma situação de guerra e tensão política.

Após o caos da batalha, Yona começa a perceber de forma mais clara os sentimentos que nutre por Hak, aprofundando a relação construída entre os dois desde o início da jornada.

Mas a tranquilidade dura pouco. Logo depois, Yona e seus companheiros acabam envolvidos nos conflitos internos do reino vizinho de Xing, ao serem convidados pela princesa Kouren para discutir o futuro político da nação. Cercados por ataques inesperados e intrigas diplomáticas, os Dragões Guerreiros precisam encontrar uma forma de sobreviver ao novo cenário.

Sobre a obra

Publicado na revista Hana to Yume, da Hakusensha, “Yona: A Princesa do Alvorecer” acompanha a trajetória da princesa Yona após o assassinato de seu pai pelas mãos de Su-won, homem por quem era apaixonada. Forçada a fugir do castelo ao lado de Hak, ela inicia uma jornada para reunir os lendários Dragões Guerreiros e recuperar seu reino.

A obra recebeu adaptação em anime pelo Studio Pierrot em 2014 e segue em publicação no Japão, atualmente com mais de 40 volumes.

A edição brasileira

A versão brasileira publicada pela JBC utiliza formato big, reunindo dois volumes japoneses em um único encadernado.

Ficha técnica

AutoriaMizuho Kusanagi

Editora brasileiraJBC

Volume11

Número de páginas384

Formato13,2 x 20,0 cm

PreçoR$ 69,90

Mais informações

ISBN9788545716686

Classificação indicativa: 16 anos

Detalhes especiais: formato big (2 em 1)

Vampeerz #06 coloca Ichika em perigo em novo volume do romance sobrenatural da JBC

A Editora JBC publicará em maio o sexto volume de “Vampeerz”, série de Akili que combina romance sobrenatural, comédia e elementos de ação em uma história envolvendo vampiras e segredos antigos. Desta vez, o relacionamento entre Ichika e Aria é ameaçado diretamente por um inimigo ligado ao passado da jovem vampira.

A história

Ichika continua aproveitando seus dias ao lado de Aria, a misteriosa vampira por quem se apaixonou. Porém, a tranquilidade do grupo começa a ruir com a aproximação de Ghika, figura perigosa que busca recuperar uma espada encantada ligada ao passado de Aria.

Com a chegada de Maoa, antiga serva da vampira, o grupo se reúne para tentar restaurar o selo da arma antes que ela caia nas mãos erradas. Para evitar preocupações, Aria e os demais decidem agir sem contar nada para Ichika, mas o plano sai do controle quando a estudante acaba sendo sequestrada por Ghika.

O novo volume amplia o lado sobrenatural da obra enquanto aprofunda os laços emocionais entre as protagonistas.

Sobre a obra

Publicado entre 2019 e 2023 na revista Sunday Gene-X, da Shogakukan, “Vampeerz” foi concluído em nove volumes no Japão. A série acompanha Ichika, uma garota que, após a morte da avó, conhece Aria, uma vampira misteriosa que transforma completamente sua vida.

Misturando romance yuri, humor e fantasia sombria, a obra ganhou destaque pelo equilíbrio entre cenas leves e conflitos sobrenaturais.

Ficha técnica

AutoriaAkili

Editora brasileiraJBC

Volume06

Número de páginas184

Formato13,0 × 18,2 cm

PreçoR$ 49,90

Mais informações

ISBN9788545716648

Classificação indicativa: 18 anos

Detalhes especiais: capa com orelhas

That Time I Got Reincarnated as a Slime #25 inicia grande festival de Tempest em novo volume da JBC

A Editora JBC publicará o volume 25 de “That Time I Got Reincarnated as a Slime” agora em maio, a continuação do popular isekai criado por Fuse e ilustrado por Taiki Kawakami. A nova edição marca o início do aguardado Festival de Inauguração Nacional de Tempest, evento que reúne diferentes raças e nações em meio a uma trégua delicada construída por Rimuru.

A história

Com Tempest consolidada como uma potência em crescimento, Rimuru decide abrir oficialmente seu reino ao mundo através de um grande festival. Humanos, vampiros, demônios e outras criaturas chegam para conhecer as tecnologias, a cultura e as atrações do país dos monstros, incluindo até culinária japonesa.

O principal destaque do evento é o torneio de luta organizado por Rimuru, onde guerreiros de várias regiões colocam suas habilidades à prova. No entanto, o campeonato rapidamente ganha proporções maiores do que uma simples competição quando Masayuki, conhecido como o Herói Escolhido, surge entre os participantes.

Enquanto o festival fortalece alianças políticas e culturais, novas tensões começam a surgir nos bastidores, preparando terreno para conflitos futuros envolvendo Tempest e seus aliados.

Sobre a obra

Publicado desde 2015 na revista Shōnen Sirius, da Kodansha, “That Time I Got Reincarnated as a Slime” adapta a série de light novels escrita por Fuse. A história acompanha Rimuru, um homem que morre no Japão e reencarna em outro mundo na forma de um slime, usando suas habilidades especiais para construir uma sociedade capaz de acolher diferentes raças.

O sucesso da franquia levou à produção de anime, filmes, jogos e diversos derivados ao longo dos anos.

Ficha técnica

AutoriaTaiki Kawakami, Fuse e Mitz Vah

Editora brasileiraJBC

Volume25

Número de páginas184

Formato13,2 × 20,0 cm

PreçoR$ 49,90

Mais informações

ISBN9788545717065

Classificação indicativa: 14 anos