O universo de Kamen Rider Saber ganhou reforço de peso no Brasil com as estreias dos longas Kamen Rider Saber: O Espadachim da Fênix e o Livro da Destruição e Kamen Rider Saber: Trio do Pecado Profundo. As produções inéditas chegaram ao YouTube na sexta-feira, 1º de agosto, com exclusividade para assinantes do plano Ouro do Clube de Membros TokuSato marcando também o início da exibição oficial da série no país.
Lançado nos cinemas japoneses em 2020, O Espadachim da Fênix e o Livro da Destruição se encaixa na cronologia entre os episódios 10 e 11 da série. A história acompanha o retorno de Bahato, o espadachim imortal que desperta o temido Livro da Destruição, capaz de apagar todos os livros do mundo — e com eles, a própria existência.
O longa entrega ação frenética e diversas novas formas para os Riders. É também a primeira aparição de Master Logos, antecipando eventos que ganham força nos episódios seguintes.
Mais denso e emocional, Trio do Pecado Profundo funciona como um epílogo ambientado oito anos após o fim da série. Touma agora vive recluso cuidando de Riku, uma criança órfã da guerra contra os Megid. Quando antigos Riders começam a desaparecer misteriosamente, o passado volta a assombrar junto com a aparição de um novo Falchion, ligado ao próprio garoto.
Com um tom mais sombrio e introspectivo, o filme mergulha em temas como paternidade, vingança e identidade. Um encerramento agridoce para personagens que já passaram por muitas batalhas tanto físicas e emocionais.
Estreia da série
Junto dos dois filmes, o primeiro episódio da série Kamen Rider Saber também foi lançado no YouTube nesta sexta-feira, 1º de agosto, marcando a estreia oficial da série no Brasil. Dois episódios inéditos serão disponibilizados semanalmente, também exclusivos para membros Ouro.
Produzida pela Toei, Kamen Rider Saber (仮面ライダーセイバー聖刃) estreou no Japão em setembro de 2020. A trama mistura literatura, espadas e fantasia, acompanhando o jovem escritor Touma Kamiyama, que se torna um Rider para impedir que o mundo real e o mundo dos livros sejam destruídos pelos Megid.
Com visual vibrante e batalhas que remetem a RPGs de ação, Saber se destaca pelo universo literário e por um elenco de doze Riders com estilos e motivações bem distintas.
Onde assistir
Todos os conteúdos fazem parte do Clube de Membros TokuSato no YouTube, com exclusividade para assinantes do plano Ouro (R$ 15,99/mês). O serviço também disponibiliza episódios restaurados de clássicos como Jaspion, Jiraiya e Gavan, além de outras estreias inéditas no Brasil.
Se você curte tokusatsu com espadas, livros mágicos e dilemas humanos, Kamen Rider Saber é uma pedida certeira — e agora finalmente acessível com legendas oficiais.
A clássica franquia da SEGA retorna com um novo título: SHINOBI: Art of Vengeance. Desenvolvido pela Lizardcube, estúdio conhecido por Streets of Rage 4, o jogo será lançado em 29 de agosto de 2025, mas já ganhou uma demo gratuita nas principais plataformas, incluindo Switch, PlayStation, Xbox e PC.
A volta ao estilo arcade raiz
A demo traz a primeira fase do jogo, Oboro Village, com direito a batalhas, obstáculos e trilhas escondidas. É possível testar habilidades que só estariam disponíveis mais adiante no jogo final, permitindo experimentar parte do sistema de combate que mistura agilidade, precisão e estilo clássico em animações desenhadas à mão.
O Modo Arcade também está incluso, desafiando jogadores a repetirem a fase para alcançar maiores pontuações e explorar novos caminhos.
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Pré-venda e extras desbloqueáveis
A versão digital já está em pré-venda com 10% de desconto, além de bônus como o Traje Arcade Original e o Amuleto Caçador da Sorte. A edição física será distribuída pela Limited Run Games, com três versões distintas para colecionadores.
Além disso, entre os dias 26 de agosto e 29 de setembro, jogadores com conta SEGA poderão desbloquear o SEGA Blue Outfit para Joe Musashi. O registro e vínculo com a plataforma desejada garantem acesso ao item exclusivo.
A SEGA aproveitou a Direct para revelar o lançamento de Yakuza Kiwami e Yakuza Kiwami 2 no Nintendo Switch 2. Os remakes dos dois primeiros jogos da franquia chegam no dia 13 de novembro de 2025, dando sequência ao lançamento de Yakuza 0 Director’s Cut, que já está disponível na plataforma.
De volta a Kamurocho
Kiwami apresenta o começo da história de Kazuma Kiryu, saído da prisão após uma década e mergulhado em uma conspiração que movimenta bilhões de ienes no submundo de Kamurocho. Já Kiwami 2 coloca o protagonista em confronto com Ryuji Goda, o “Dragão de Kansai”, em uma disputa entre clãs que coloca Tóquio e Osaka em rota de colisão.
Ambos os jogos chegam com legendas em português, algo inédito para a franquia em sua fase inicial. Além disso, terão suporte a idiomas como francês, italiano, alemão, espanhol e russo.
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Para quem está começando
Yakuza 0 Director’s Cut serve como ponto de partida ideal, por ser a prequel da saga. Com os lançamentos agendados para novembro, o Switch 2 já se torna uma plataforma forte para quem deseja conhecer — ou revisitar — a trajetória do Dragão de Dojima.
Anunciado durante a Nintendo Direct de 31 de julho, Persona 3 Reload chega ao Nintendo Switch 2 no dia 23 de outubro de 2025. O remake do RPG cultuado da Atlus traz uma experiência renovada para uma nova geração de jogadores — agora com legendas em Português Brasileiro, gráficos refinados e sistema de batalha atualizado.
Entre a escola e o sobrenatural
No jogo, controlamos um estudante recém-transferido que entra para a misteriosa S.E.E.S. — um grupo de jovens que enfrentam criaturas chamadas Shadows durante a chamada “Hora Sombria”, um período oculto entre o fim de um dia e o início de outro.
O remake respeita o material original, mas traz mudanças importantes na jogabilidade, interface e apresentação, sem perder a essência emocional e simbólica que marcou o RPG original.
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Conteúdo extra e pré-venda
Quem adquirir o jogo antecipadamente recebe o conjunto de músicas de Persona 4 Golden como bônus. A versão de Switch 2 acompanha ainda melhorias técnicas e a inclusão de novas dublagens em inglês, além das legendas multilíngues. O título já pode ser adicionado à lista de desejos na loja digital do console.
A MUBI inicia agosto de 2025 com uma programação que vai de clássicos do surrealismo norte-americano até os delírios da Romênia pós-comunista. A curadoria aposta em diretores cultuados, novas vozes do cinema de autor e redescobertas raras, oferecendo um recorte intenso e emocional da linguagem cinematográfica contemporânea.
Lynch e o horror doméstico em Veludo Azul
Veludo Azul
O mês começa com o retorno de Veludo Azul, de David Lynch, que volta à cena com sua atmosfera perturbadora e estética alucinante. Lançado em 1986, o filme marcou uma guinada no cinema de suspense ao expor a violência e o desejo ocultos sob a aparência tranquila da vida suburbana. Com Kyle MacLachlan, Isabella Rossellini e Dennis Hopper, o longa revela os contrastes grotescos entre o cotidiano e o pesadelo.
Ao lado de Veludo Azul, a MUBI continua sua homenagem ao cineasta com títulos como Eraserhead e A Estrada Perdida, reforçando o papel de Lynch como arquiteto do absurdo moderno.
A Europa pós-ideológica segundo Kieślowski
A Liberdade É Azul
Também em destaque está a trilogia As Três Cores, do polonês Krzysztof Kieślowski. Inspirada pelos ideais da Revolução Francesa — liberdade, igualdade e fraternidade —, a trilogia propõe um cinema de sensações, com Juliette Binoche (A Liberdade é Azul), Julie Delpy (A Igualdade é Branca) e Irène Jacob (A Fraternidade é Vermelha).
Com estreias programadas para o fim de agosto, os três filmes fecham o mês em tom melancólico, refletindo sobre vínculos humanos, identidade e memória. Uma trilogia que ainda hoje impacta pela força estética e pelo humanismo silencioso.
Near Orouët: férias, triângulos e a Nouvelle Vague esquecida
Entre as raridades restauradas, Near Orouët (1971), de Jacques Rozier, é uma cápsula do tempo da Nouvelle Vague. O longa retrata três jovens escapando do calor de Paris para um verão cheio de flertes e refeições longas. Pouco lembrado fora da França, Rozier recebe agora uma merecida atenção com essa obra sutil e nostálgica — um estudo sobre juventude, amizade e transitoriedade.
O cinema georgiano e o peso da moral em April
O novo longa da diretora georgiana Dea Kulumbegashvili, April, propõe um drama contido e ético sobre o julgamento de uma médica acusada após a morte de um recém-nascido. A ambientação fria e os planos fixos reforçam a tensão da protagonista Nina (Ia Sukhitashvili), enquanto a trama aborda o conservadorismo e as pressões patriarcais da Geórgia contemporânea.
Premiado em Veneza e exibido em festivais como Sundance e San Sebastián, o filme estreia exclusivamente na MUBI e destaca a crescente força do cinema do Cáucaso.
O consumismo em crise em Eight Postcards From Utopia
Radu Jude, um dos nomes mais experimentais do cinema romeno, une forças com o filósofo Christian Ferencz-Flatz em Eight Postcards From Utopia, montagem irônica de comerciais dos anos 1990 e 2000. Através de oito capítulos, o filme desconstrói os sonhos de consumo da Romênia pós-comunista e reflete sobre as promessas nunca cumpridas da modernidade ocidental. Humor, crítica social e nostalgia se fundem em uma obra entre o ensaio e o delírio pop.
O fim de uma era agrária em A Colheita
Na Grécia, Athina Rachel Tsangari assina A Colheita, uma fábula sombria sobre a dissolução de uma comunidade rural diante da chegada do progresso. Com ecos de realismo mágico e forte carga visual, o longa propõe uma experiência sensorial que mistura tradição, trauma e transformação. Caleb Landry Jones e Harry Melling encabeçam o elenco dessa alegoria política sobre o fim do antigo mundo.
Amor, crime e música
Gilles Lellouche retorna com Beating Hearts, um épico romântico atravessado por décadas e tensões sociais. Adèle Exarchopoulos e François Civil vivem um casal consumido por desejo, culpa e ambição, em um filme que combina drama, musical e elementos de filme policial. Com 13 indicações ao César 2025, a produção foi exibida em Cannes e confirma a versatilidade narrativa de Lellouche.
Sensualidade e independência feminina em Hot Milk
Baseado no livro de Deborah Levy, Hot Milk é a estreia de Rebecca Lenkiewicz na direção. O filme, estrelado por Emma Mackey, acompanha uma jovem em busca de liberdade no litoral espanhol, entre sol, desejo e conflitos maternos. Exibido na Berlinale e no BAFICI, o longa trata da emancipação feminina com uma abordagem intimista e sensorial.
Quando a VICE colapsa: contracultura em ruínas
Fechando o mês com energia caótica, VICE Is Broke propõe um olhar sem filtros sobre a ascensão meteórica e o colapso de um dos veículos mais influentes do jornalismo alternativo. Narrado por Eddie Huang, ex-colaborador da marca, o documentário investiga os bastidores da VICE, desde os dias de fanzine punk até sua ruína financeira. Uma crônica suja, sarcástica e reveladora sobre os limites da rebeldia sob a lógica do capital.
Todos os títulos de agosto
Abaixo, a tabela com as novidades de agosto na MUBI. A programação pode sofrer alterações ao longo do mês.
Com estreia marcada para 21 de agosto nos cinemas brasileiros, Amores à Parte (“Splitsville”) aposta na comédia para refletir sobre a fluidez dos relacionamentos modernos. O filme, que foi destaque no Festival de Cannes, chega por aqui com distribuição da Diamond Films e carrega no elenco nomes como Dakota Johnson (Suspiria), Adria Arjona (Assassino por Acaso), Kyle Marvin e Michael Angelo Covino — dupla também responsável pelo roteiro.
Covino, que assina a direção, e Marvin, repetem a colaboração iniciada em A Subida, agora explorando um novo terreno: os limites emocionais e práticos de quem tenta modernizar suas relações afetivas, mas tropeça nos próprios desejos, inseguranças e ideias mal resolvidas sobre amor e liberdade.
Quando o amor acaba… começa o colapso
A trama gira em torno do desmoronamento do casamento de Carey (Marvin), que é pego de surpresa quando sua parceira de longa data, Ashley (Arjona), pede o divórcio. Desnorteado, ele busca consolo no casal de amigos Julie (Johnson) e Paul (Covino), cuja relação parece sólida. Mas logo descobre que o segredo da felicidade deles está em um acordo pouco convencional: um relacionamento aberto.
Diante dessa revelação, Carey resolve explorar sua própria liberdade amorosa. O que poderia ser uma jornada de autodescoberta acaba se tornando um verdadeiro espetáculo de mal-entendidos e desastres emocionais, afetando não só sua vida, mas a dinâmica dos quatro amigos envolvidos.
Entre a comédia e a tragédia cotidiana
O que torna Amores à Parte tão peculiar é sua capacidade de flutuar entre o humor ácido e a vulnerabilidade real de seus personagens. Segundo Covino, o objetivo era retratar pessoas que “falam como se entendessem tudo sobre sentimentos, mas que reagem de forma inesperada quando são realmente confrontadas com eles”. O roteiro acerta ao transformar esse descompasso entre discurso e ação em fonte constante de humor e desconforto.
A comédia aqui não serve apenas para aliviar tensões — ela é, muitas vezes, a própria expressão do fracasso de uma geração em se comunicar de forma honesta. É nesse atrito que o filme encontra sua força: rir de si mesmo nunca foi tão necessário.
Um elenco que domina o caos
O elenco, que mistura estrelas de cinema e nomes fortes da TV, oferece performances afiadas e cheias de timing cômico. Além do quarteto principal, a produção conta com Nicholas Braun (o primo Greg de Succession), O-T Fagbenle (O Conto da Aia) e David Castañeda (Umbrella Academy). Juntos, eles constroem um retrato coletivo de uma geração que tenta equilibrar liberdade e afeto sem um manual de instruções.
As interações são intensas, confusas, e muitas vezes desconcertantes — exatamente como a vida real. A química entre os atores mantém a narrativa viva, mesmo quando os personagens tomam decisões questionáveis (o que acontece com frequência).
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O amor em tempos de incerteza
Amores à Parte não pretende ensinar nada sobre relacionamentos, e talvez esse seja seu maior trunfo. Em vez de respostas fáceis, o filme entrega perguntas desconfortáveis: o que significa amar alguém de verdade? Existe liberdade sem consequências? E será que somos tão evoluídos emocionalmente quanto gostamos de acreditar?
Longe de idealizações, o filme funciona como um espelho — com um leve toque de distorção — para os dilemas afetivos contemporâneos. Irônico, ácido e dolorosamente honesto, Amores à Parte oferece uma experiência que combina o riso ao incômodo, equilibrando drama e comédia com sensibilidade cinematográfica.
Para quem curte filmes que cutucam feridas com leveza, mas sem medo de provocar, a estreia em agosto promete uma comédia tão desconcertante quanto atual.
Nesta quinta-feira, a Netflix divulgou as primeiras imagens e o pôster de Caramelo, filme nacional que estreia em 2025, escolhendo como data o Dia Nacional do Vira-Lata para apresentar ao público o longa protagonizado pelo carismático cachorro caramelo Amendoim e pelo ator Rafael Vitti. Mais do que uma história sobre cães, o filme revela o poder transformador dos encontros inesperados e a delicada conexão entre humanos e seus companheiros de quatro patas.
Uma trama sobre recomeços e resiliência
No centro da narrativa está Pedro (Rafael Vitti), um jovem chef prestes a realizar o sonho de comandar seu próprio restaurante, que vê seu mundo virar de cabeça para baixo após um diagnóstico inesperado. É nesse momento delicado que surge Amendoim, o vira-lata caramelo que, com sua presença discreta e acolhedora, ajuda Pedro a enxergar novos sentidos na vida. O filme, assim, aposta numa jornada de autodescoberta onde o presente e as pequenas relações ganham significado, deixando de lado clichês para mergulhar na intimidade dos afetos.
Direção e elenco afiados para um cinema sensível
Caramelo é dirigido por Diego Freitas, que chamou atenção anteriormente com Depois do Universo. O elenco reúne nomes como Arianne Botelho, Noemia Oliveira, Ademara, Kelzy Ecard, Bruno Vinicius, Roger Gobeth, Olívia Araújo, Cristina Pereira e Carolina Ferraz. Uma presença especial fica por conta da chef Paola Carosella, que participa do longa, trazendo uma camada extra de autenticidade à trama gastronômica.
Cuidado e realismo na representação animal
A produção, realizada pela Migdal Filmes em sua estreia com a Netflix, cuidou para que a presença de Amendoim no set fosse respeitosa e profissional. O treinador Luis Estrelas acompanhou o bem-estar do cão durante as filmagens, enquanto o americano Mike Miliotti, conhecido pelo trabalho em Garfield – O Filme, ofereceu consultoria especializada. Esse cuidado revela uma preocupação que vai além do roteiro, valorizando a relação humana-animal com respeito e sensibilidade.
Uma homenagem ao símbolo do Brasil
O vira-lata caramelo é um ícone brasileiro, reconhecido pela sua presença discreta e afetuosa nas ruas e lares do país. Caramelo surge como um tributo a essa figura tão comum e, ao mesmo tempo, tão singular, usando o caramelo como símbolo da resiliência e da força das pequenas conexões que moldam nossas vidas. O filme evita o sentimentalismo fácil e, no lugar disso, propõe uma reflexão sobre a importância do afeto em meio às adversidades.
Com estreia marcada para 2025 na Netflix, Caramelo promete ser um dos destaques do cinema nacional do próximo ano, trazendo para as telas uma história que toca o coração, sem perder a autenticidade e o olhar sensível que o cinema contemporâneo exige.
Lançado pela Limited Run Games, Earthion já está disponível para PC via Steam com 10% de desconto na semana de estreia. Desenvolvido pela Ancient Corporation, o jogo é uma carta de amor aos clássicos shooters da era 16-bit, especialmente os que marcaram presença no SEGA Mega Drive — e ele faz isso com autenticidade, mas sem abrir mão de recursos modernos.
Com direção de arte vibrante e uma trilha sonora assinada por ninguém menos que Yuzo Koshiro — o lendário compositor de Streets of Rage, ActRaiser e outros marcos da década de 1990 — Earthion é uma jornada de oito fases que misturam nostalgia e adrenalina em doses generosas. São 27 faixas originais e dezenas de efeitos sonoros que reforçam o clima retrô, com direito a filtros que simulam TVs de tubo e scanlines.
Experiência nostálgica, estrutura moderna
Apesar de enraizado na estética noventista, Earthion inclui elementos contemporâneos como rankings online (com exceção da versão Mega Drive), múltiplos níveis de dificuldade, sistema de senhas para avanço de fase e até um modo jukebox para curtir a trilha sonora separadamente. Além disso, a versão para PC oferece suporte a inglês, japonês e português do Brasil, e vem acompanhada de demos jogáveis bônus, incluindo um protótipo inicial do game — um extra curioso para quem gosta de entender o processo de desenvolvimento por trás da tela.
Versões para console e cartucho físico a caminho
A versão de PC já está disponível no Steam, mas Earthion também tem lançamentos confirmados para setembro nos consoles PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, tanto em formato digital quanto físico. Já os fãs de colecionáveis e nostalgia extrema terão que esperar até 2026 para colocar as mãos em um cartucho físico para SEGA Mega Drive, dando ao jogo o lar que sempre mereceu.
Edições físicas
A Limited Run Games está com pré-vendas abertas para duas versões físicas:
Edição Standard (US$ 34,99): inclui o jogo completo em mídia física, um livreto de 8 páginas e, para PC, uma versão sem DRM em DVD mais código Steam.
Edição de Colecionador (US$ 99,99): traz uma caixa especial, adesivos, trilha sonora em CD, mini réplica de arcade funcional, chaveiro de acrílico, pôster dupla face (30×40 cm) e certificado de autenticidade assinado por Yuzo Koshiro.
As pré-vendas estão disponíveis até 10 de agosto de 2025 no site oficial da Limited Run Games.
Um shooter que respeita seu legado
Earthion não tenta reinventar a roda — e nem precisa. Seu charme está justamente em abraçar o espírito da geração 16-bit com reverência e paixão, sem abrir mão de recursos que fazem sentido hoje. Se você cresceu entre cartuchos e TVs de tubo ou apenas é fã da estética retrô bem feita, este jogo tem tudo para te conquistar.
Durante o Nintendo Direct mais recente, a Square Enix anunciou dois títulos inéditos que expandem o portfólio do aclamado estúdio Team Asano: Octopath Traveler 0, um RPG em turnos com visual HD-2D, e The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, um RPG de ação inédito com exploração em tempo real. Ambos chegam para múltiplas plataformas e reforçam o investimento da Square Enix em experiências narrativas robustas.
Octopath Traveler 0: uma prequel épica com personalização inédita
Com lançamento confirmado para 4 de dezembro de 2025, Octopath Traveler 0 se passa antes dos eventos do título original. A história é ambientada no reino de Orsterra e gira em torno de um protagonista personalizável em uma jornada de reconstrução após a destruição de sua cidade natal.
O jogo mantém os pilares da franquia: o sistema de batalhas Break and Boost, as ações de caminho (Path Actions) e o visual HD-2D que mescla pixel art e iluminação moderna. Desta vez, os jogadores também terão a responsabilidade de reconstruir sua cidade, com elementos que remetem ao spin-off mobile Champions of the Continent.
Além da edição padrão, Octopath Traveler 0 contará com versões Digital Deluxe e uma Edição de Colecionador exclusiva da Square Enix Store. A Digital Deluxe inclui itens para batalha, livro de arte digital e decorações para a cidade, como arcos festivos e mesas decorativas. Já a edição física de colecionador virá com brindes físicos e um upgrade para os conteúdos digitais.
Quem adquirir o jogo na pré-venda receberá o pacote Travel Provisions, com itens de cura e a habilidade especial Icewind Mastery. A Square Enix também anunciou a campanha “Save Data Bonus”, que permitirá a jogadores com dados salvos de jogos anteriores — como Octopath Traveler I & II, Bravely Default e remakes HD-2D de Dragon Quest — resgatar itens exclusivos em Octopath Traveler 0.
O título estará disponível para Nintendo Switch (1 e 2), PS5, PS4, Xbox Series X|S e PC (Steam e Microsoft Store). As pré-vendas físicas já começaram, e as digitais variam conforme a plataforma.
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales: ação, tempo e magia
Já The Adventures of Elliot aposta em um gameplay mais dinâmico, com combate em tempo real e um mundo vasto e interconectado. O jogo segue Elliot, um jovem aventureiro do Reino de Huther, e sua companheira fada, Faie, enquanto exploram ruínas misteriosas além das fronteiras da civilização humana.
Com sete tipos de armas — espadas, correntes, foices e mais — o jogador poderá moldar o estilo de combate por meio de magicite, uma mecânica de personalização que afeta atributos e habilidades. Faie, por sua vez, atua como suporte tático, auxiliando em combate e exploração com suas Fairy Actions.
O mundo de Philabieldia é descrito como uma terra selvagem, com ruínas, cavernas secretas e hordas de inimigos, prometendo uma experiência de RPG mais voltada à ação e descoberta. Embora o jogo completo esteja previsto apenas para 2026, uma demo gratuita já está disponível no Nintendo Switch 2. O feedback da demo pode ser enviado até 30 de setembro por meio de uma pesquisa oficial.
Vale destacar que o progresso da demo não será transferido para a versão final do jogo.
Novos caminhos para fãs de RPG
Ambos os projetos refletem a versatilidade do Team Asano em explorar diferentes estilos dentro do gênero RPG — mantendo o charme visual característico e aprofundando a jogabilidade e a narrativa. Seja na jornada de reconstrução épica de Octopath Traveler 0 ou na ação encantada de The Adventures of Elliot, os fãs têm bons motivos para aguardar os próximos capítulos desses universos fantásticos.
A HBO Max acaba de divulgar o trailer oficial de Marcial Maciel: O Lobo de Deus, série documental que estreia no dia 14 de agosto e promete trazer à tona uma das histórias mais perturbadoras da Igreja Católica contemporânea. A produção Max Original, realizada pela Anima Films para a Warner Bros. Discovery, reúne documentos inéditos, investigações jornalísticas e testemunhos diretos de vítimas para revelar a trajetória sombria do fundador dos Legionários de Cristo.
Quatro episódios, múltiplas camadas
Ao longo de quatro episódios, a série reconstrói a ascensão e queda de Marcial Maciel — desde sua origem em Michoacán, no México, até sua influência crescente no Vaticano. O roteiro revela como Maciel cultivou uma imagem de santidade enquanto levava múltiplas vidas secretas, cometendo abusos e manipulando redes de poder e proteção institucional.
Com contribuições de figuras como o jornalista Jason Berry, a repórter investigativa Carmen Aristegui e o escritor Emiliano Ruiz Parra, a série mergulha em décadas de conivência e omissão. As análises lançam luz sobre o funcionamento interno da organização religiosa e como a estrutura da Igreja possibilitou que Maciel agisse com impunidade por tanto tempo.
Vozes silenciadas, histórias reveladas
Os relatos de vítimas e pessoas próximas aos eventos centrais são o coração da narrativa. A série dá voz a quem viveu os abusos e ao mesmo tempo revela como, mesmo após a morte de Maciel, os impactos emocionais, sociais e espirituais continuam a reverberar em mais de 25 países. São testemunhos marcados por dor, mas também por coragem e desejo de justiça.
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Mais do que denúncia: reflexão estrutural
Marcial Maciel: O Lobo de Deus se insere no compromisso da HBO Max em trazer documentários com forte impacto social e relevância regional. Mais do que expor crimes, a série convida o público a refletir sobre as estruturas de poder e silêncio que permitiram a perpetuação dos abusos. Com uma abordagem investigativa e sem concessões, a produção lança um olhar necessário e contundente sobre os bastidores de uma figura que, por anos, foi considerada intocável.
A série estará disponível na íntegra a partir de 14 de agosto.
Rocket League está prestes a comemorar uma década de jogabilidade explosiva com um evento especial que promete unir fãs de longa data e novos jogadores em torno de uma das maiores colaborações já feitas no game. De 5 a 21 de agosto, o produtor canadense deadmau5 assume o comando em um Evento por Tempo Limitado (LTE) recheado de conteúdo temático, recompensas e música eletrônica.
Evento com recompensas exclusivas
O evento contará com 13 recompensas de desafios, sendo 11 delas inspiradas diretamente em deadmau5 e na celebração dos 10 anos do jogo. Entre os destaques, está o hino “8ths”, que pode ser desbloqueado ao jogar uma partida com um parceiro que tenha o mesmo hino equipado. Há também o acessório deadmau5 Marble, disponível para quem acumular três níveis de XP durante o evento.
Além disso, os jogadores poderão adquirir o pacote McLaren 570S + deadmau5 e um novo hino de jogador com cinco faixas do produtor eletrônico: “What a Save”, “Patience”, “Sixes”, “Strobe (Radio Edit)” e o clássico “Ghosts ‘n’ Stuff”. Todo esse conteúdo estará disponível na Loja de Itens dedicada ao deadmau5.
Lançamento exclusivo do EP Error5
A trilha sonora não é apenas pano de fundo. O selo mau5trap, de deadmau5, está por trás do lançamento de “Error5”, um EP feito sob medida para o evento. As faixas “8ths”, “What a Save”, “Patience” e “Sixes” terão estreia exclusiva dentro de Rocket League no dia 5 de agosto — três dias antes do lançamento oficial nas plataformas digitais, marcado para 8 de agosto.
“Sou fã de Rocket League há muito tempo, então poder colaborar e comemorar os 10 anos do jogo é surreal”, declarou deadmau5. “Escrevi ‘What a Save’ anos atrás pensando justamente no Rocket League, e agora poder lançá-la dentro do jogo é fechar um ciclo.”
deadmau5 também invade Fortnite
A comemoração vai além dos estádios de Rocket League. No mesmo 5 de agosto, deadmau5 entra para a Série Ícones do Fortnite, com um pacote que inclui o Traje deadmau5 e variações como Feel the Beat (com estilo reativo à música), banamau5 e 5LURPMAU5. Também estarão disponíveis acessórios para as costas, gestos e instrumentos temáticos.
Uma celebração à altura da comunidade
Unindo dois universos (música e games) que sempre andaram lado a lado, o evento de aniversário não apenas homenageia o legado de Rocket League, como também fortalece a presença de artistas no cenário gamer. Com deadmau5 à frente, o jogo transforma sua celebração de 10 anos em uma verdadeira rave sobre rodas.
Na noite do dia 30, no Rio de Janeiro, Irmão do Jorel foi coroada como Melhor Série Brasileira de Animação, De Produção Independente, Para TV Aberta, TV Paga ou Streaming na 24ª edição do Prêmio Grande Otelo, promovido pela Academia Brasileira de Cinema. A vitória consagra não apenas a qualidade artística da série, mas também a força da animação nacional no cenário audiovisual.
Reconhecimento internacional e trajetória premiada
Criada por Juliano Enrico e coproduzida pelo Cartoon Network e Copa Studio, a quinta temporada da série tem colecionado prêmios ao longo de 2024. Além do Grande Otelo, Irmão do Jorel levou o troféu de Melhor Série nos Prêmios Quirino de Animação Ibero-Americana, foi reconhecida com o Prêmio ABRA de Roteiro como Melhor Roteiro de Série de Animação, e ainda ganhou destaque internacional como Best Youth TV Show na premiação Pulcinella Awards, realizada durante o Cartoons On The Bay – um dos festivais mais importantes do gênero.
Dez anos de irreverência e legado
Em 2023, a animação completou 10 anos desde sua estreia, consolidando-se como a produção brasileira mais longeva do Cartoon Network. Com seu humor nonsense, identidade visual única e uma pegada que mistura nostalgia e crítica social de forma acessível, Irmão do Jorel se tornou um marco na cultura pop nacional.
As cinco temporadas estão disponíveis na HBO Max, reunindo o melhor da animação brasileira com personagens icônicos e episódios que equilibram o absurdo com afeto. A nova conquista no Grande Otelo é mais uma página na trajetória de uma série que continua fazendo história (e rindo dela).