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Detective Conan invade Honor of Kings em crossover cheio de mistério e skins temáticas

A rivalidade entre Conan Edogawa e Kid, o Ladrão Fantasma, ganha novos contornos em um evento especial que transforma o campo de batalha de Honor of Kings em um verdadeiro tabuleiro de mistério. A colaboração entre o MOBA da Level Infinite e a série Detective Conan já está disponível e vai até 31 de agosto, com atividades, visuais inéditos e mecânicas que saem do tradicional PVP para desafiar a mente dos jogadores.

Conan vs. Kid: o duelo clássico chega ao King’s Rift

A ambientação do mapa foi completamente alterada para refletir o clima da série investigativa. O lado vermelho da arena traz elementos associados a Kid, o Ladrão Fantasma, incluindo a Ponte Hakucho e sua asa-delta característica. Já o lado azul representa a inteligência de Conan Edogawa, com a presença da Agência de Detetives e referências ao APTX-4869, a droga que o transformou em criança.

Com essas mudanças, as partidas ganham uma tensão extra — quase como se cada rota escondesse uma pista para um crime a ser resolvido.

Skins e planos de fundo inspirados na série

Como não poderia faltar em um crossover desse porte, a atualização traz visuais temáticos limitados:

  • Luban No.7 recebe o traje de Conan Edogawa, disponível no sorteio da sorte desde 1º de agosto.
  • Marco Polo assume a persona de Kid, o Ladrão Fantasma, com traje disponível a partir de 8 de agosto.
  • Plano de fundo temático de Conan & Kid também entra em rotação a partir dessa data.

As skins mantêm o estilo visual de Honor of Kings, mas com elementos de design e animações fiéis aos personagens originais da série animada japonesa.

Missão especial: quem roubou o Cristal de King’s Rift?

De 1 a 17 de agosto, jogadores encaram uma missão paralela ao combate tradicional: encontrar o criminoso que roubou o Cristal de King’s Rift. O desafio propõe o uso de gadgets clássicos de Conan — como os Super Tênis, o Skate movido a energia solar e o Relógio Tranquilizante — para perseguir o suspeito e recuperar o objeto.

Artefatos escondidos durante a perseguição garantem recompensas extras, incluindo:

  • Adesivo de Ran Mori
  • Moldura de avatar de Ran Mori
  • Traje de Gan & Mo – Agentes de Fogtown

Minigames de lógica e classificação de detetives

Entre os dias 8 e 24 de agosto, uma série de atividades vai além da jogabilidade comum de MOBAs. Os jogadores enfrentam desafios de raciocínio, como encontrar diferenças entre imagens, restaurar fotos e empilhar peças em quebra-cabeças simples, acumulando pontos de detetive que contam para um placar de classificação.

Quem se destacar pode levar:

  • Flowborn – Traje de detetive colegial
  • Adesivo de Shinichi Kudo
  • Título e medalha de honra da colaboração

A ideia é mostrar que nem só de reflexo vive o jogador: lógica e observação também valem pontos.

Última fase da colaboração: itens extras para colecionadores

Na reta final do evento, de 16 a 31 de agosto, os jogadores poderão realizar tarefas temáticas no jogo para obter novos itens cosméticos relacionados à série:

  • Moldura de avatar de Shinichi Kudo
  • Avatares de Conan Edogawa e Kid, o Ladrão Fantasma

É a oportunidade perfeita para deixar o perfil do jogo com a cara do crossover — ou apenas garantir aquelas recompensas que só aparecem uma vez.

Trailer

Quando e onde jogar?

Todo o conteúdo do crossover já está disponível no Honor of Kings, que pode ser baixado gratuitamente na App Store, Google Play ou Samsung Galaxy Store.

Para fãs de mistério, amantes de jogos e veteranos da série Detective Conan, essa é uma rara chance de viver uma investigação enquanto disputa objetivos no MOBA mais jogado do mundo.

A Fanfarra | Drama francês estreia em 7 de agosto com música, reencontros familiares e crítica social

Os irmãos Thibaut Desormeaux e Jimmy Lecocq em ‘A Fanfarra’ (Crédito: Divulgação/O2 Bonfilm)

Na interface entre o drama humano e a paixão pela música, “A Fanfarra” (En Fanfare) chega aos cinemas brasileiros no dia 7 de agosto. Dirigido por Emmanuel Courcol, o longa francês mistura comédia dramática com crítica social e coloca a música como elo entre dois personagens que vivem em mundos completamente distintos – e que nem sabiam da existência um do outro.

O filme ganhou visibilidade em Cannes, integrou o Festival Varilux de Cinema Francês e levou o Prêmio de Público no Festival de San Sebastián. Na França, ultrapassou a marca de 2,6 milhões de espectadores, mostrando que seu impacto vai além dos palcos e festivais.

Dois irmãos, dois mundos, uma conexão musical

Na história, o maestro Thibaut Desormeaux (Benjamin Lavernhe) é reconhecido internacionalmente por reger orquestras mundo afora. A vida muda quando ele descobre que foi adotado e precisa de um transplante devido a um diagnóstico de leucemia. A partir daí, o filme vira um novo jogo: em busca de um doador compatível, Thibaut encontra Jimmy Lecocq (Pierre Lottin), seu irmão biológico, que leva uma rotina simples trabalhando numa cantina de escola e tocando em uma fanfarra.

Enquanto um vive da elegância dos teatros clássicos, o outro encara o dia a dia barulhento e espontâneo das bandas de rua. É aí que a música começa a fazer sentido como ponto de partida para um reencontro nada óbvio – e cheio de altos e baixos emocionais.

Crítica social embalada a sopro e percussão

O contraste entre os irmãos serve como base para algo maior: uma reflexão sobre desigualdade e determinismo social. Courcol, que já explorou dramas sociais em obras anteriores, deixa claro que não se trata apenas de um reencontro familiar, mas de um confronto de realidades culturais, econômicas e artísticas.

Apesar do tom leve e do humor pontual, o roteiro expõe as barreiras invisíveis que o tempo, a origem social e as oportunidades impõem sobre as pessoas. E faz isso sem soar moralista, confiando nos personagens e em seus conflitos internos para dar o tom.

Direção que valoriza a experiência sensorial

Courcol não economiza na hora de encaixar música e câmera. O diretor investe em uma estética que aproxima o espectador da ação musical, com tomadas intimistas que acompanham os movimentos do maestro Thibaut dentro da orquestra – mãos, expressões, tensões. Em contraste, a fanfarra de Jimmy é filmada com liberdade visual e sonoridade mais crua, captando a energia caótica e vibrante das ruas.

Esse contraste técnico reforça as diferenças entre os dois mundos, mas também mostra o ponto em comum: a música como forma de expressão legítima, seja em palácios ou calçadas.

Quem é Emmanuel Courcol?

Com background no teatro e no cinema, Emmanuel Courcol transita bem entre palco e tela. Formado pela ENSATT, atuou sob direção de nomes como Roger Planchon e Marion Bierry antes de começar a escrever roteiros. Sua estreia como diretor aconteceu em 2012, e desde então vem entregando histórias com forte apelo humano. Seu longa anterior, “Um Triunfo” (Un triomphe), também teve destaque em Cannes e venceu prêmios europeus.

Em “A Fanfarra”, Courcol dá mais um passo em direção a um cinema que valoriza a humanidade em suas formas mais banais, sem abrir mão de uma pegada pop e acessível.

Elenco com talento (musical) de verdade

Os protagonistas Benjamin Lavernhe e Pierre Lottin não apenas entregam atuações sólidas, como também dominam seus instrumentos musicais em cena – o que adiciona camadas de autenticidade à relação dos personagens com a música. O elenco de apoio da fanfarra também segura bem a onda e oferece os momentos mais cômicos e despretensiosos do filme.

Ficha técnica

  • Título original: En Fanfare
  • Direção: Emmanuel Courcol
  • Elenco: Benjamin Lavernhe, Pierre Lottin, Sarah Suco
  • Duração: 1h43
  • Gênero: Comédia dramática musical
  • Distribuição no Brasil: Bonfilm e O2 Play
  • Classificação: Livre
  • Estreia: 7 de agosto

Distribuidoras de peso por trás do projeto

Bonfilm, responsável pelo tradicional Festival Varilux de Cinema Francês e pelo evento Ópera na Tela, atua há mais de uma década na promoção do cinema europeu no Brasil. Já a O2 Play, da O2 Filmes (de Fernando Meirelles e Andrea Barata Ribeiro), acumula um catálogo respeitável que vai de Chorão – Marginal Alado a sucessos internacionais como Dois Papas e Aftersun.

Ambas assinam a distribuição do filme no país, garantindo que A Fanfarra chegue aos públicos que valorizam tanto o cinema de conteúdo quanto experiências sensoriais e emocionais no audiovisual.

Vale o ingresso?

Se você curte histórias sobre família fora dos padrões, dramas com toques de humor, e trilhas sonoras que ditam o ritmo da narrativa, A Fanfarra merece seu tempo. É um filme que pode até começar como uma comédia de contrastes, mas logo te leva para discussões bem mais profundas sobre quem somos, de onde viemos e o que nos conecta no fim das contas. E tudo isso com muita música.

Sony Movies traz “O Atirador: Missão Secreta” em agosto

Se você curte pancadaria coreografada, tramas militares e protagonistas que resolvem tudo na base da mira certeira ou da força bruta, agosto no Sony Movies vai ser do seu jeito. A programação do canal mergulha em filmes de ação, ficção e suspense com heróis solitários, anti-heróis problemáticos e estrelas de Hollywood em suas versões mais casca-grossa.

Estreia do mês: O Atirador: Missão Secreta

O destaque vai para a estreia de O Atirador: Missão Secreta, marcada para 3 de agosto. No longa, Brandon Beckett (vivido por Chad Michael Collins), um ex-atirador de elite, volta à ativa para ajudar a desmontar uma rede de tráfico humano controlada por figuras da própria inteligência militar. A missão, como era de se esperar, envolve tiros de precisão, emboscadas e decisões que testam o senso de lealdade da equipe. No elenco, também estão Jocelyn Hudon e Dennis Haysbert.

BOOMINGO: maratonas dominicais com tiros, porrada e heróis falhos

Todo domingo, o canal reúne filmes de ação sob o selo “BOOMINGO” — e o nome já dá o tom. O especial do Dia dos Pais, em 10 de agosto, é um exemplo perfeito: uma sequência com Hancock, XXX, Rápida Vingança e O Intruso. A seleção mistura heróis fora do eixo, agentes secretos em alta rotação, histórias de vingança e vilões que forçam nossos protagonistas a sair no soco (ou no míssil).

Outros títulos que passam durante o mês incluem Sniper Americano, Homem-Aranha, Miss Bala e Kung-Fusão — este último combinando humor nonsense com lutas absurdamente criativas.

Terças com grandes nomes do cinema

As terças-feiras também ganham uma pegada especial, com sessões duplas dedicadas a astros consagrados. Tom Cruise abre o mês com O Último Samurai e Questão de Honra — dois papéis em que ele transita entre honra militar e tensão moral. Em seguida, Jennifer Lawrence traz dois capítulos da franquia Jogos Vorazes, revivendo a distopia e a resistência no estilo arena-punk.

Bruce Willis assume em uma dobradinha que equilibra combate e drama em Zona de Perigo e Lágrimas do Sol. E Kevin Bacon encerra o mês em clima de suspense, estrelando Encurralada e o sci-fi sombrio O Homem Sem Sombra.

Onde assistir

O Sony Movies pode ser acessado via SKY (canais 135 SD e 535 HD), VIVO Play (canal 661 HD e App), além das plataformas SKY+ e UOL Play. Também está disponível em operadoras regionais.

Para quem curte ação direta, narrativa militar, personagens quebrados por dentro, e sessões duplas cheias de tensão, o mês está bem servido.

Silent Hill f mergulha no horror japonês dos anos 1960

A franquia Silent Hill retorna com uma proposta ousada em Silent Hill f, spin-off independente que se distancia dos clássicos da série para explorar novas camadas de terror psicológico. Com lançamento marcado para 25 de setembro no PlayStation 5, o título é desenvolvido pela NeoBards e ambientado em Ebisugaoka, uma cidade japonesa fictícia nos anos 1960. A protagonista, Hinako, é uma jovem que foge de casa para se afastar de um ambiente familiar tóxico — mas o que encontra pelo caminho é muito mais perturbador do que imaginava.

Atmosfera sufocante e nostalgia distorcida

Logo nos primeiros momentos, Silent Hill f mergulha o jogador em um cenário de beleza melancólica. A arquitetura tradicional japonesa, a névoa espessa e os lírios-aranha-vermelhos que brotam do chão criam uma paisagem encantadora e, ao mesmo tempo, opressiva. A perspectiva em terceira pessoa por cima do ombro — como no remake de Silent Hill 2 — aproxima o jogador da angústia de Hinako, intensificando o isolamento e a sensação de ser constantemente observado.

Ao adentrar as ruas tortuosas de Ebisugaoka, a arquitetura da cidade se revela um labirinto de ruas estreitas e becos escuros, onde a imprevisibilidade é uma constante. A ausência de rádios ou qualquer sistema de alerta para inimigos reforça o sentimento de vulnerabilidade e obriga o jogador a confiar em seus instintos e sentidos.

Quebra-cabeças com raízes culturais e narrativas

Fieis à tradição da série, os quebra-cabeças estão de volta — e em destaque. Inspirados em elementos da cultura japonesa, como as plaquinhas “ema” e espantalhos simbólicos, os enigmas possuem conexões diretas com os temas narrativos da obra. Sob a supervisão do roteirista Ryukishi07 (conhecido por Higurashi no Naku Koro ni), a história de Hinako é entrelaçada aos desafios mentais, explorando memórias, identidade e trauma com uma abordagem emocional e simbólica.

Combate corpo a corpo e a mecânica de sanidade

Ao contrário dos jogos principais da franquia, Silent Hill f aposta em confrontos de curta distância. Hinako, sem acesso a armas de fogo, utiliza objetos como canos de ferro, adagas e até uma naginata para enfrentar inimigos. A nova mecânica de Sanidade acrescenta profundidade ao combate: ao ativar o modo Foco, Hinako pode desacelerar o tempo e contra-atacar com precisão cirúrgica. No entanto, cada uso desgasta sua sanidade máxima, exigindo cautela e planejamento.

O sistema também introduz uma dinâmica tática com armas de durabilidade limitada, obrigando o jogador a buscar recursos ou reservar o uso das armas indestrutíveis obtidas no “Outro Mundo” — uma dimensão paralela onde a lógica cede espaço ao pesadelo.

Um monstro ritualístico e um clímax que deixa gosto de quero mais

O ponto alto da demo é o confronto com “Sakiko”, uma criatura grotesca com aparência de sacerdotisa xintoísta. A batalha exige atenção constante, já que o inimigo some e ressurge em diferentes pontos do cenário, drenando a sanidade de Hinako e forçando reações rápidas. O combate é visualmente marcante e encapsula bem a tensão que permeia o jogo como um todo.

Terror renovado para uma nova geração

Silent Hill f não se contenta em repetir fórmulas. Ele reinventa a série ao transportar o horror ocidental típico da franquia para um contexto oriental carregado de simbolismo, estética tradicional e emoções cruas. Se a demo serve de indicativo, o jogo promete ser uma experiência inquietante tanto para veteranos da série quanto para novos jogadores. A espera pelo lançamento em 25 de setembro promete ser angustiante — no melhor estilo Silent Hill.

Com informações do Blog Playstation BR

Sonic Racing: CrossWorlds embala os motores com nova trilha da Donpa Factory

A SEGA continua acelerando no hype de Sonic Racing: CrossWorlds com o lançamento do segundo vídeo da trilha sonora oficial do jogo. A faixa da vez é da pista Donpa Factory, e chega com composição e arranjo assinados por Kanon Oguni, uma das artistas em destaque nos recentes projetos musicais da empresa.

Uma volta pela Donpa Factory

A Donpa Factory não é apenas mais uma pista: ela homenageia Dodon Pa, o excêntrico personagem que já havia comandado o Grand Prix em Team Sonic Racing e retorna em CrossWorlds como o cérebro por trás das novas corridas. A ambientação da pista segue esse espírito inventivo e industrial, com elementos visuais que lembram as engenhocas criadas por Dodon Pa e uma trilha sonora vibrante para acompanhar.

O novo vídeo não mostra gameplay, mas entrega um pedaço importante do que faz um jogo de corrida do Sonic: velocidade com estilo e som potente. A música, como de costume, traz aquele mix entre rock, eletrônico e batidas aceleradas que os fãs esperam da série.

Lançamento confirmado e edições detalhadas

Sonic Racing: CrossWorlds será lançado em 25 de setembro de 2025, com versões físicas e digitais confirmadas para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC, com o valor inicial sugerido de R$349,90.

Para os fãs da Big N, o jogo também estará disponível no mesmo dia para Nintendo Switch, Switch OLED e Switch Lite, com preços partindo de R$299,90. Já a versão para o aguardado Nintendo Switch 2 segue um calendário diferente: a edição digital chega ainda no final de 2025, enquanto a física só será lançada no início de 2026.

As pré-vendas para o Switch 2 também já têm preços definidos: R$349,90 para a versão padrão e R$444,50 para a Edição Digital Deluxe, que deve incluir conteúdo adicional ainda não revelado.

Upgrade garantido para veteranos do Switch

Uma boa notícia para quem já tem o jogo nos modelos anteriores do Nintendo Switch: haverá um plano de upgrade pago, permitindo que o jogador leve seu progresso e conteúdo adquirido para o Switch 2 sem perder nada no caminho. É uma abordagem bem-vinda, especialmente para quem já planeja migrar de console no futuro.

Corrida aquecida pela nostalgia e trilha sonora

Mesmo sem mostrar muito da jogabilidade até agora, Sonic Racing: CrossWorlds vem chamando atenção por reviver conceitos e personagens do passado recente, como Dodon Pa, ao mesmo tempo em que entrega novas faixas musicais que expandem o universo sonoro do jogo. A SEGA parece saber que parte do charme da franquia está tanto no visual quanto no som — e aposta nisso para manter os fãs engajados enquanto o lançamento não chega.

Para quem quiser acompanhar mais novidades, o perfil oficial de Sonic Racing: CrossWorlds no X (antigo Twitter) segue postando atualizações frequentes, além do site oficial do jogo, que traz informações sobre pré-venda e futuras revelações. A corrida está só começando.

Aion e Lineage II | MMORPGs recebem atualizações e conteúdo inédito

Se você achava que os MMORPGs clássicos estavam dormindo no ponto, é hora de prestar atenção. A NC America está trazendo uma onda de novidades para dois dos seus títulos mais longevos: Aion e Lineage II. As atualizações, previstas para este mês de agosto, não só entregam conteúdo inédito, como também reformulam partes essenciais da jogabilidade. A ideia é simples: dar uma sobrevida poderosa aos jogos e ao mesmo tempo manter o DNA que os transformou em lendas.

Aion Ascend

A primeira grande mudança chega em 19 de agosto com a estreia do servidor “Ascend”. Trata-se da união de três servidores coreanos — “Wind”, “Lumi” e “X” — em um novo ambiente com foco total em qualidade de vida. O sistema foi reformulado para acelerar o progresso do jogador sem tirar o desafio do jogo.

Os principais ajustes incluem:

  • XP amplificado: subir de nível ficou mais rápido;
  • Recompensas dobradas nas masmorras;
  • Taxa de encantamento triplicada, facilitando upgrades de equipamentos;
  • Velocidade de progressão até quatro vezes maior em comparação ao padrão anterior.

Além disso, jogadores do Aion Classic vão receber um upgrade significativo: nível máximo elevado para 70, novas masmorras, raides, recompensas e um mundo ainda mais recheado de desafios. Quem fizer o pré-registro ainda garante bônus exclusivos. E sim, o site oficial está de cara nova — com tudo organizado para quem quiser mergulhar de volta (ou pela primeira vez) nesse universo.

Lineage II

Enquanto Aion voa com seu novo servidor, Lineage II aposta na pancadaria direta. Em 12 de agosto, chega a “Atualização de Verão” com três grandes adições: duas novas classes e uma guardiã NPC que não veio para brincar.

  • Wolf Waker: classe selvagem, baseada em marcação de alvo e ataques sincronizados. Com habilidades como Wake e Marca do Waker, a ideia é não deixar o inimigo respirar.
  • Rose Vain: beleza letal em forma de personagem. Usa ataques florais com nomes como Perfume of Death, Mass Ensnare e Nightmare Death Blossom. Um show de efeitos e caos.
  • Glacika: nova NPC guardiã, uma espécie de bruxa do gelo que usa um chicote mágico e controla tempestades. É o tipo de boss que dá trabalho — e drops que valem a pena.

A atualização também traz novas mecânicas e equipamentos de respeito:

  • Armas e armaduras de Grau L com taxa de acerto perfeita, otimizando o dano final de habilidades e ataques normais;
  • Mantos Celestiais negociáveis e novos pergaminhos de encantamento, com boosts que realmente fazem diferença;
  • Aprimoramento das Armas do Dragão, começando por cinco tipos (incluindo adaga, arco e espada ancestral);
  • Melhorias nas Armas Imortais, que continuam no topo da cadeia alimentar do jogo.

Lineage II continua mostrando que ainda sabe como mexer com o hype da comunidade.

Trailers, pré-registro e onde acompanhar

A NC America também lançou quatro novos trailers: um dedicado ao servidor Aion Ascend e outros três focados nas novidades de Lineage II — apresentando as novas classes e a guardiã Glacika em ação. Os vídeos estão disponíveis no YouTube e ajudam a sentir o clima das atualizações antes de entrar em jogo.

Os links para pré-registro e os sites oficiais reformulados já estão ativos, com todos os detalhes sobre recompensas de login, mudanças de sistema, tesouros escondidos e os ajustes nos equipamentos.

Velhos conhecidos, novas possibilidades

Tanto Aion quanto Lineage II estão longe de serem jogos esquecidos — e essas atualizações mostram um esforço real da NC America em manter as experiências relevantes, mesmo com mais de uma década nas costas. Para quem já foi fiel a um desses mundos (ou para quem nunca teve a chance), agosto é o mês para revisitar ou explorar de vez.

Pokémon GO no Mundial 2025 | Recebe transmissão em português e destaca a competição brasileira

Pela primeira vez, o Campeonato Mundial de Pokémon GO contará com transmissão oficial em português, marcando um passo significativo na valorização da comunidade brasileira dentro do cenário competitivo global. O evento acontece entre os dias 15 e 17 de agosto, em Anaheim, Califórnia, reunindo jogadores de elite de todas as categorias do universo Pokémon: a série principal, o TCG (Estampas Ilustradas), Pokémon Unite e, claro, Pokémon GO.

Do Brasil para o mundo: Rargef em busca do Top 4

A cena brasileira não chega apenas para narrar — também entra em campo com grandes expectativas. O destaque nacional fica por conta de Ewerton “LNDsRargef” Malvezzi, atualmente o quinto colocado no ranking mundial de Pokémon GO. Veterano no Mundial, Rargef já coleciona pódios importantes em 2025: venceu o Regional de Joinville, foi vice nos Regionais do Rio de Janeiro e Fortaleza, e garantiu o terceiro lugar no Regional de Santiago. Esta será sua terceira participação no Mundial, e a meta é clara: conquistar um lugar no Top 4, feito inédito para um brasileiro.

Outro nome a ser observado é o argentino Marto Galde, o latino-americano mais bem ranqueado do mundo, o que reforça o protagonismo sul-americano na competição.

Narração em português e transmissão multiplataforma

A cobertura brasileira não se limita aos jogadores. A transmissão será feita com narração e comentários em português, com um time que já é conhecido da comunidade: Kaio (Jogada Excelente), Juniper Spudoid, Fabio Pelozin, Guizão Martins, Gabriela Gasparotto e Arnaldo “JWNaldo” Costa. O grupo promete entregar uma mistura de técnica, análise estratégica e o carisma típico dos conteúdos de Pokémon GO voltados para o público nacional.

As partidas serão transmitidas ao vivo nos canais oficiais do Pokémon GO na Twitch, YouTube e Facebook, sempre a partir das 13h (horário de Brasília). Durante a live, prêmios e recompensas serão distribuídos ao público que acompanhar a transmissão — um incentivo a mais para os fãs marcarem presença.

Classificação e jornada até o Mundial

Para chegar ao Mundial, os jogadores enfrentam uma longa temporada entre setembro e julho, disputando torneios regionais e internacionais em busca dos valiosos Pontos de Campeonato. Apenas quem atinge a pontuação necessária é convidado a participar do Campeonato Mundial, que sempre acontece no mês de agosto. Esse processo seletivo garante que apenas os melhores do mundo cheguem a Anaheim.

Dragon Ball: Sparking! ZERO | Novo capítulo da franquia Budokai Tenkaichi chega em novembro para Switch 1 e 2

A Bandai Namco Entertainment confirmou que Dragon Ball: Sparking! ZERO, novo título da clássica série Budokai Tenkaichi, será lançado no dia 14 de novembro de 2025 para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Desenvolvido pela Spike Chunsoft, o jogo promete expandir os limites da franquia com um dos maiores elencos já vistos e novas mecânicas de jogabilidade.

A volta de um clássico, agora com controles de movimento

Resgatando a essência explosiva dos combates de Dragon Ball, Sparking! ZERO chega com mais de 180 personagens jogáveis, cobrindo arcos de Dragon Ball Z, Dragon Ball Super, GT e até filmes da série. Cada lutador traz um conjunto único de habilidades, transformações e golpes especiais, respeitando fielmente o estilo do anime.

As versões para os dois consoles da Nintendo contarão com modos multiplayer local e online, além de suporte aos controles de movimento com os Joy-Con, oferecendo uma experiência mais imersiva para os fãs que quiserem “lançar um Kamehameha” com as próprias mãos.

Combate repaginado com pegada cinematográfica

A proposta do novo jogo é elevar o padrão dos títulos anteriores. As lutas prometem ser mais cinematográficas, com efeitos visuais aprimorados, destruição de cenários e sistemas de Ki e golpes característicos recriados com atenção aos detalhes. A Spike Chunsoft, veterana da franquia, trabalhou para garantir que o dinamismo das batalhas traduzisse o espetáculo visual visto na série animada.

Edições e pré-venda

Sparking! ZERO já está disponível em pré-venda nas edições Standard, Deluxe e Ultimate. Embora o conteúdo do passe de temporada ainda não tenha sido detalhado, ele será lançado após o lançamento do jogo.

Mais informações podem ser encontradas no site oficial da Bandai Namco.

Trailer

Para fãs de longa data e novos jogadores

Com a promessa de ser o maior jogo da série até agora, Dragon Ball: Sparking! ZERO se posiciona como uma carta de amor aos fãs da franquia. O retorno da série Budokai Tenkaichi após anos de hiato não é apenas uma nostalgia reciclada, mas uma tentativa clara de reinventar e consolidar Dragon Ball no cenário dos jogos de luta da nova geração.

Eu e Meu Avô Nihonjin | Animação traz jornada pela memória da imigração japonesa no Brasil

A animação Eu e Meu Avô Nihonjin acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, revelando um projeto sensível e poderoso sobre ancestralidade, identidade e silêncios familiares. Com direção de Celia Catunda, o longa é inspirado no romance Nihonjin, de Oscar Nakasato (obra vencedora do Prêmio Jabuti em 2012) e acompanha a trajetória de Noboru, um garoto descendente de japoneses que vive no Brasil e começa a investigar o passado de sua família após conversas com o avô. Entre memórias resgatadas e lacunas reveladas, ele descobre a existência de um tio que nunca foi mencionado, revelando o peso de histórias não contadas entre gerações.

Com estreia mundial no Festival de Annecy, na França — o principal evento de animação do mundo —, o filme chamou atenção pela sua delicadeza estética e temática. A estreia no Brasil está prevista para 2025, em um momento de celebração simbólica: os 130 anos do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão, assinado em 1895, marco das relações diplomáticas que deram origem à maior comunidade japonesa fora do Japão.

Mais do que uma história familiar, o filme toca em feridas e silêncios comuns entre descendentes de imigrantes japoneses. Há uma camada de dor e resistência que permeia as gerações posteriores, sejam traumas da Segunda Guerra Mundial, as dificuldades de adaptação cultural, ou o simples fato de não se sentir plenamente pertencente a nenhum dos dois mundos. Essa tensão aparece nos diálogos entre Noboru e seu avô, interpretado com ternura e firmeza por Ken Kaneko, veterano ator japonês naturalizado brasileiro, aos 92 anos. Já o jovem Pietro Takeda, também nipo-brasileiro, dá voz ao protagonista com naturalidade, construindo uma ponte entre passado e presente.

A direção de arte é um espetáculo à parte, inspirada nas obras de Oscar Oiwa, artista contemporâneo com raízes japonesas e trajetória internacional. O visual onírico e contemplativo contribui para o clima intimista da animação. A trilha sonora, assinada por André Abujamra e Marcio Nigro, reforça o peso emocional da história, equilibrando o tom familiar com ecos das tradições japonesas e brasileiras.

Mesmo antes de seu lançamento oficial, Eu e Meu Avô Nihonjin já trilhou um sólido caminho no circuito internacional. O projeto foi selecionado para programas como Mifa Campus International (França, 2022), Mianima (Espanha, 2023), Ventana Sur e Cinekid, além de figurar entre os destaques do “Work in Progress” em Cannes, durante o Ventana Goes to Cannes. No Marché du Film, também realizado no Festival de Cannes, o longa foi apresentado ao mercado global, ampliando suas chances de distribuição internacional.

A produção é assinada pela Pinguim Content, estúdio brasileiro que tem seu nome ligado a sucessos da animação infantil como Peixonauta, O Show da Luna! e Tarsilinha. Com esse novo projeto, a produtora investe em uma narrativa mais autoral e emocional, voltada para um público mais amplo e, principalmente, mais conectado com temas de identidade, origem e pertencimento. O roteiro é de Rita Catunda, com produção executiva de Kiko Mistrorigo e Ricardo Rozzino.

A distribuição no Brasil será feita pela H2O Films, empresa que tem se destacado nos últimos anos por apostar em obras com identidade nacional forte, entre elas Medida Provisória, O Grande Circo Místico e Pérola. É a mesma parceria que distribuiu Tarsilinha, também da Pinguim Content.

Com uma narrativa que fala diretamente às famílias nipo-brasileiras, mas que ressoa com qualquer um que já se perguntou de onde vem e o que foi deixado para trás no processo de se reinventar em outro país, Eu e Meu Avô Nihonjin se apresenta como um filme necessário. Em tempos de resgate histórico e valorização da diversidade cultural, a animação oferece um olhar afetuoso, sem abrir mão da complexidade, sobre o que significa lembrar e, acima de tudo, escutar.

Trailer

Pôster

“A Vida de Chuck” revela o lado mais emotivo do Stephen King

Quem acompanha a trajetória de Stephen King sabe que suas histórias raramente poupam o leitor: o terror, o suspense e o sobrenatural marcam presença em boa parte de sua obra. Mas há momentos em que King opta por caminhos mais humanos, quase poéticos. “A Vida de Chuck” (The Life of Chuck), com estreia marcada para 4 de setembro nos cinemas brasileiros, é um desses casos.

Baseado em um conto publicado na coletânea If It Bleeds, o longa é uma adaptação que foge do lugar-comum das adaptações do autor. Nada de palhaços assassinos ou hotéis mal-assombrados. O que temos aqui é a jornada de um homem comum, contada de forma sensível, quase lírica, e com reflexões sobre o tempo, a memória e o afeto.

Direção de quem entende King por dentro

A direção fica a cargo de Mike Flanagan, nome já conhecido por transpor Stephen King para as telas. Foi ele quem comandou Jogo Perigoso e Doutor Sono, este último dando continuidade a O Iluminado. Mas aqui o tom é outro. Flanagan descobriu o conto durante a pandemia e relata o impacto da leitura em meio ao isolamento: “Uma das grandes surpresas para mim ao ler a história foi o quão incrivelmente esperançosa ela era. De muitas maneiras, ela saltava das páginas como uma verdadeira celebração da alegria e da arte.”

O diretor ainda completa: “Não consigo pensar em nenhuma outra história que King tenha escrito em que essa alegria, esse coração, essa sinceridade e esse humanismo estejam tão em destaque quanto nesta.”

Flanagan vê o conto como uma raridade dentro do universo do autor, e não está errado. A vida de Chuck — interpretado por Tom Hiddleston — é narrada de trás para frente, como uma despedida contada em capítulos que redescobrem os detalhes mais sutis de uma existência: a infância, o amor, a morte, a herança emocional.

Elenco para emocionar

Além de Hiddleston, o filme traz um elenco de peso que ajuda a dar corpo à melancolia e ternura da trama. Mark Hamill (o eterno Luke Skywalker), Karen Gillan, Chiwetel Ejiofor, Carl Lumbly, Mia Sara, Benjamin Pajak, Matthew Lillard e Jacob Tremblay compõem esse mosaico de personagens que orbitam a vida de Chuck, dando a cada cena uma camada de afeto ou mistério.

O longa teve estreia mundial no Festival de Toronto, onde foi bem recebido por abordar uma faceta inesperada de King. Para os fãs do autor, a obra é quase um achado: uma carta de amor à humanidade escondida em meio ao caos do mundo.

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King também sabe abraçar

“A Vida de Chuck” não é sobre o medo, mas sobre tudo o que o antecede e o sucede: memórias, conexões, escolhas. Em vez de assustar, o filme convida à introspecção — sem jamais abandonar o senso de estranheza que marca a escrita de King.

Para quem viu Conta Comigo, Um Sonho de Liberdade ou À Espera de um Milagre, essa nova adaptação ecoa aquele mesmo sentimento agridoce: histórias que nos lembram que, apesar de todas as perdas, viver ainda vale a pena.

Distribuído pela Diamond Films, o filme chega aos cinemas brasileiros em 4 de setembro. Não é um filme para sair tremendo da sala, mas talvez seja um dos que mais ficam com você depois.

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Juntos | Estreia nacional oferece ingressos em dobro e chance de um ano de cinema grátis

A Diamond Films anunciou uma ação promocional especial para a estreia do longa Juntos, thriller psicológico protagonizado por Alison Brie (Bela Vingança) e Dave Franco (Anjos da Lei). O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de agosto e, durante sua primeira semana em cartaz, promove a campanha #JuntosNoCinema — uma iniciativa que une o espírito do filme à experiência de ir ao cinema acompanhado.

Ingressos 2 por 1 — literalmente “grudados”

Entre os dias 14 e 20 de agosto, quem for ao cinema com outra pessoa — fisicamente conectada de forma criativa — poderá adquirir dois ingressos pelo preço de um. A brincadeira exige que os participantes estejam “grudados” de alguma forma, seja com fita adesiva, camisetas unidas ou qualquer outra ideia inusitada. A ação vale apenas para o filme Juntos nos cinemas participantes, listados no site diamondfilms.com.br/juntos.

Concurso cultural: um ano de cinema grátis

Além do desconto na bilheteria, os cinéfilos que participarem da ação também poderão concorrer a um ano de cinema grátis. Para isso, será necessário:

  • Seguir o perfil @diamondfilmsbr no Instagram;
  • Registrar uma foto ou vídeo indo ao cinema “conectado” com alguém;
  • Publicar no feed entre os dias 14 e 20 de agosto, com a hashtag #JuntosNoCinema e marcando a distribuidora;
  • Deixar o perfil público durante o período da promoção.

O regulamento completo está disponível no site da Diamond Films.

Horror íntimo e desconcertante

Juntos acompanha Tim e Millie, casal em crise que tenta reconstruir a relação ao se mudar para uma pequena e remota cidade no interior dos EUA. A proposta de recomeço logo se transforma em algo sombrio: uma entidade sobrenatural passa a interferir na percepção e no corpo dos protagonistas, desestabilizando a própria noção de individualidade. À medida que a influência externa se intensifica, o terror não vem apenas de fora, mas de dentro da própria dinâmica do casal.

Com direção e roteiro de Michael Shanks, o longa foi um dos destaques no Festival de Sundance, especialmente por sua abordagem de body horror como metáfora sobre identidade e simbiose em relações amorosas. A estética desconfortável do gênero se mistura a uma narrativa íntima e psicológica, que convida o espectador a refletir sobre até onde vai o “nós” em um relacionamento — e o que acontece quando o “eu” começa a desaparecer.

Trailer

Diamond Films e o cinema de gênero

Juntos é mais uma aposta da Diamond Films no cinema de terror autoral. A distribuidora tem reforçado sua presença no gênero nos últimos anos, trazendo títulos como Longlegs – Vínculo Mortal, Imaculada, Entrevista com o Demônio, Herege e Terrifier 3. Com uma atuação sólida em diversos países da América Latina e Europa, a Diamond tem sido responsável por introduzir ao público brasileiro uma variedade de filmes independentes que muitas vezes não encontrariam espaço em grandes circuitos.

Juntos estreia 14 de agosto nos cinemas, com classificação indicativa a confirmar. Para quem aprecia terror com camadas psicológicas e metáforas sombrias sobre intimidade, a sessão promete ser tão desconfortável quanto provocadora — e, ao menos na semana de estreia, em boa companhia.

Just Dance 2026 | Jogo chega com novidades em outubro

A Ubisoft confirmou a chegada de Just Dance 2026, a nova edição da franquia de dança que faz sucesso entre jogadores de todas as idades. O lançamento está marcado para 14 de outubro de 2025, chegando para Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Playlist que mistura hits do momento e clássicos

Com 40 músicas novas, Just Dance 2026 traz uma seleção que vai agradar desde quem curte os maiores sucessos atuais até quem prefere relembrar clássicos. Entre as faixas estão “APT.”, parceria de ROSÉ com Bruno Mars, “Houdini” da Dua Lipa, “Counting Stars” do OneRepublic, além de hits atemporais como “Hung Up” da Madonna e “All Star” do Smash Mouth.

Modos de jogo que ampliam a diversão

O novo título inclui recursos para dinamizar as partidas. O modo Festa permite que os jogadores formem equipes e encarem desafios em conjunto. Já o modo Câmera Controladora usa o celular como detector de movimento, liberando as mãos e oferecendo uma experiência mais fluida para quem dança sozinho.

O multiplayer local suporta até seis jogadores simultâneos, e o Modo Desafio mostra em tempo real quem domina os passos, acirrando a competição entre amigos.

Conteúdo unificado para fãs da franquia

Quem tem todas as edições entre 2023 e 2026 pode acessar todo o conteúdo em conjunto, facilitando a curadoria da playlist para manter a festa sempre animada. Cada cópia do jogo ainda oferece um mês grátis do serviço Just Dance+, que traz mais músicas e novidades para os fãs.

Trailer

Desenvolvimento global e foco na experiência social

Produzido pelo estúdio Ubisoft Paris, com colaboração dos times em Pune, Shanghai e Mumbai, Just Dance 2026 segue a linha da série em transformar a dança em um momento social, divertido e acessível, seja para reunir família ou amigos.

Just Dance 2026 promete ser o destaque para quem curte um jogo que une música, movimento e competição saudável e sua casa pode virar a próxima pista de dança no dia 14 de outubro.