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TFT anuncia Conjunto 15 | K.O. Coliseu mistura torneio anime, caos e novas batalhas

O universo de Teamfight Tactics (TFT) se prepara para uma nova fase com o anúncio oficial do 15º conjunto, intitulado K.O. Coliseu. Com lançamento marcado para o dia 30 de julho, a atualização gratuita chegará simultaneamente ao PC e dispositivos móveis junto à atualização 15.1. Inspirado em lutas anime, o novo conjunto promete batalhas caóticas, visuais inéditos e eventos competitivos que se estendem por todo o mês.

O K.O. Coliseu mergulha os jogadores em um torneio de proporções épicas, onde personagens conhecidos assumem novas formas: Seraphine como uma garota mágica, Lee Sin praticando posturas de batalha e até um Mech supremo pronto para o combate. A estética anime domina a ambientação, reforçando o tom divertido e explosivo da temporada.

Além do lançamento do conjunto em si, a Riot também revelou uma série de eventos especiais de fim de semana entre os dias 11 e 13 de julho, como parte da integração temática do novo conjunto com o cenário competitivo.

Destaques dos eventos do fim de semana

  • Sexta-feira, 11 de julho:
    O Tactician’s Crown: Cidade Cibernética abre o cronograma competitivo com 40 jogadores disputando seis partidas. Também será revelada a aguardada animação de lançamento do conjunto K.O. Coliseu.
  • Sábado, 12 de julho:
    Os 32 melhores jogadores seguem na disputa, enfrentando sete rodadas decisivas. A programação inclui ainda a estreia do vídeo de introdução ao novo Circuito Profissional do TFT.
  • Domingo, 13 de julho:
    O top 8 batalha pelo título de campeão do Tactician’s Crown – Cidade Cibernética. Logo após a segunda partida, será exibido o Dev Drop do K.O. Coliseu, um vídeo especial com bastidores, entrevistas e comentários dos desenvolvedores. Ao final da transmissão, o público poderá assistir a uma partida de exibição do novo conjunto em ação.

A revelação do logotipo oficial e das ilustrações principais também faz parte do pacote visual que acompanha a chegada do conjunto, reforçando a proposta estética que mistura ação frenética e referências ao universo dos animes.

Com essa nova fase, Teamfight Tactics não apenas evolui sua jogabilidade, mas também se posiciona de forma ainda mais criativa no cenário competitivo e visual. Os próximos dias prometem ser movimentados para os fãs da estratégia automática seja acompanhando as partidas ou planejando suas próprias composições no coliseu mais caótico do TFT.

Black Desert Mobile convida seus jogadores com o Banquete de Heidel 2025

Em clima de celebração e antecipação, Black Desert Mobile dá início a uma série de eventos dentro do jogo a partir desta segunda-feira, 8 de julho, como esquenta para o aguardado Banquete de Heidel 2025. O evento principal acontece em 19 de julho, com transmissão ao vivo às 7h (horário de Brasília) no canal oficial da Pearl Abyss no YouTube, prometendo novidades, revelações de conteúdo e homenagens à comunidade global de aventureiros.

Mais do que uma simples transmissão, o Banquete de Heidel se desdobra em uma experiência coletiva dentro do próprio jogo. A comunidade já pode participar de três eventos temáticos que promovem interação, recompensas e espírito de festa:

  • Preparativos para o Banquete de Heidel!: jogadores devem coletar “Convites do Heidel Ball” em atividades rotineiras para trocar por um baú especial recheado de recompensas aleatórias.
  • Missões de Convite para o Banquete de Heidel!: quanto mais convites reunidos, melhores os prêmios recebidos.
  • Esperando pelo Banquete de Heidel com a Guilda!: completando tarefas com a guilda, os participantes garantem itens raros e materiais valiosos.

Além disso, o evento da comunidade “Show Off Your Dress Code” convida os jogadores a desfilarem seus melhores trajes de gala dentro do universo de Black Desert Mobile. Todos os participantes serão recompensados, mas apenas cinco looks serão coroados como os melhores da noite.

Um banquete que é mais que tradição

O Banquete de Heidel não é apenas uma atualização do calendário do jogo, mas uma espécie de encontro simbólico entre jogadores e desenvolvedores. Criado para homenagear a história construída por sua base de fãs, o evento se tornou um ponto alto anual na franquia Black Desert, servindo de palco para anúncios importantes e para o fortalecimento da identidade da comunidade.

Japan House São Paulo leva gastronomia japonesa e mascote da Expo 2025 ao Festival do Japão

A Japan House São Paulo marca presença no 26º Festival do Japão, que acontece de 11 a 13 de julho no São Paulo Expo, celebrando os 130 anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão. O espaço da instituição integra a área dedicada ao MAFF (Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas do Japão) e traz uma retrospectiva visual das exposições realizadas ao longo dos anos que exploraram a culinária japonesa como elemento central da cultura.

Essa é a terceira participação da JHSP no festival, e nesta edição o foco está no diálogo com os temas propostos pelo MAFF. Fotografias de exposições anteriores revelam como a gastronomia nipônica foi retratada de maneira artística e sensorial, destacando ingredientes, técnicas e tradições que seguem vivos no imaginário coletivo.

Outro ponto alto da participação é a exibição de conteúdos relacionados à Expo 2025 Osaka, Kansai, Japão, que segue em cartaz no segundo andar da Japan House até o dia 24 de agosto. A mostra apresenta um recorte do pavilhão japonês para a próxima Expo Mundial, evento internacional que vai refletir sobre os grandes desafios contemporâneos. O festival funciona, assim, como uma prévia interativa para quem deseja conhecer o futuro da inovação japonesa.

Myaku-Myaku no Festival do Japão

Quem visitar o estande da Japan House poderá interagir com Myaku-Myaku, mascote oficial da Expo 2025, que aparece pela primeira vez no Brasil durante os dias do festival. O personagem é fruto da fusão entre células e água, simbolizando transformação contínua. Com corpo mutável e cores que representam vida e fluidez, Myaku-Myaku carrega o espírito do evento mundial, e seu nome vem da palavra japonesa myaku, que significa pulso ou batimento.

Horários das aparições de Myaku-Myaku no estande da JHSP:

  • 11 de julho: 11h30
  • 12 de julho: 11h, 14h, 16h e 18h
  • 13 de julho: 11h, 14h, 16h e 17h

O 26º Festival do Japão acontece nos dias 11, 12 e 13 de julho no São Paulo Expo. Os ingressos variam de R$ 25 a R$ 50 e estão disponíveis no site oficial do evento.

A Japan House São Paulo, inaugurada em 2017 na Avenida Paulista, é referência internacional na difusão da cultura japonesa contemporânea. Desde então, já realizou mais de 48 exposições e cerca de mil eventos presenciais e digitais, impactando milhões de pessoas no Brasil e na América Latina.

Nada | Estreia de Adriano Guimarães, chega aos cinemas em julho

O vazio como presença e a memória como território sensível são os fios que conduzem Nada, primeiro longa-metragem de Adriano Guimarães, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 31 de julho, com distribuição da Embaúba Filmes. A produção aposta numa narrativa rarefeita e poética, em que o tempo parece suspenso, e o mistério não exige respostas.

No centro da trama está Ana (Bel Kowarick), artista plástica que interrompe a montagem de sua exposição para retornar à fazenda onde cresceu. A visita tem como motivação a doença da irmã, Tereza (Denise Stutz), cuja condição nebulosa altera seus estados de consciência. No reencontro entre as duas, passado e presente se entrelaçam, memórias esquecidas vêm à tona, e o cotidiano se contamina com elementos inexplicáveis, como uma estranha tecnologia que atua silenciosamente sobre o local e seus habitantes.

Guimarães, diretor com vasta trajetória no teatro e nas artes visuais, constrói uma linguagem que evoca a presença do ausente sem recorrer a sustos ou clichês de gênero. Ao contrário, o filme percorre um caminho sutil, impregnado da influência de autores como Manoel de Barros e Samuel Beckett, cuja poética fragmentada e silenciosa reverbera na estrutura da obra. “Nada nasceu desse olhar curioso que observa os personagens e os acontecimentos sem pretensão de compreendê-los completamente”, afirma o diretor.

A estética acompanha essa proposta: a fotografia de André Carvalheira opta por enquadramentos fechados que sugerem confinamento, enquanto o desenho de som, criado por Guile Martins, atua como elemento narrativo central, evocando aquilo que não se vê — o que já passou, mas continua presente.

A recepção crítica reconhece essa escolha estilística. Bruno Carmelo, em texto publicado no portal Meio Amargo, destaca o modo como o filme estabelece “uma curiosa sensação de tempo suspenso”, permitindo que o espectador se entregue a uma atmosfera hipnótica e melancólica, onde o mistério é experienciado e não explicado.

Nada foi exibido em importantes festivais internacionais — passando por Espanha, Rússia, Índia, Argentina, México e Colômbia — e recebeu prêmios nos festivais de Tiradentes, Málaga e Brasília, consolidando-se como uma obra sensível à fabulação do cotidiano e à inquietude da memória.

Em tempos de narrativas aceleradas e soluções fáceis, Nada convida o espectador a desacelerar, a contemplar o invisível — e a escutar o silêncio.

Pôster

La Grazia | Novo filme de Paolo Sorrentino abre o Festival de Veneza 2025 com Toni Servillo e Anna Ferzetti

O cineasta italiano Paolo Sorrentino retorna à competição oficial do Festival Internacional de Cinema de Veneza com La Grazia, seu novo longa-metragem estrelado por Toni Servillo e Anna Ferzetti. O filme foi selecionado para abrir a 82ª edição do festival e terá sua estreia mundial em 2025 como parte da mostra principal.

A produção marca mais uma colaboração entre Sorrentino e Servillo, dupla que já entregou obras marcantes como A Grande Beleza e A Mão de Deus. Escrita e dirigida por Sorrentino, a obra é produzida pela Fremantle, por meio da The Apartment, em parceria com as italianas Numero 10 e PiperFilm. A primeira imagem oficial, clicada por Andrea Pirrello, antecipa o tom visual estilizado e contemplativo que o diretor costuma imprimir em seus filmes.

A MUBI, plataforma de streaming e distribuidora de cinema de autor, adquiriu os direitos internacionais de La Grazia, com exceção da Itália, onde o filme será lançado pela PiperFilm. A MUBI será responsável por levar o longa a países como Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Espanha, Índia, Austrália e Nova Zelândia, enquanto a The Match Factory ficará responsável pelas vendas em demais territórios. Os planos de estreia nos cinemas ainda serão anunciados.

Sorrentino é hoje um dos nomes mais premiados do cinema europeu. Natural de Nápoles, teve seu primeiro longa, Um Homem a Mais, selecionado para o próprio Festival de Veneza em 2001. Nos anos seguintes, conquistou reconhecimento internacional com títulos como As Consequências do Amor, Il Divo (vencedor do Prêmio do Júri em Cannes), A Juventude, e principalmente A Grande Beleza, que levou o Oscar®, Globo de Ouro e BAFTA de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Também criou as elogiadas séries O Jovem Papa e The New Pope.

Seu último grande destaque havia sido A Mão de Deus (2021), indicado ao Oscar e premiado em Veneza com o Leão de Prata e o Prêmio Marcello Mastroianni. Em 2024, voltou a Cannes com Parthenope. Agora, com La Grazia, ele retorna ao Lido veneziano com mais uma aposta autoral, cercado de expectativas.

A MUBI segue firme em sua estratégia de distribuição de cinema independente e autoral ao redor do mundo. Entre seus lançamentos recentes estão Priscilla, de Sofia Coppola; Passagens, de Ira Sachs; Estranha Forma de Vida, de Pedro Almodóvar; How to Have Sex, de Molly Manning Walker; Os Delinquentes, de Rodrigo Moreno; Close, de Lukas Dhont; e Aftersun, de Charlotte Wells. A empresa também tem investido fortemente em produções originais, coproduções com grandes nomes do cinema contemporâneo e curadoria editorial com destaque para a revista Notebook.

Fundada em 2007, a MUBI está presente em 190 países e se consolidou como uma das principais plataformas para cinéfilos, com assinatura mensal ou anual, além de presença em smart TVs, dispositivos móveis e canais digitais como Prime Video Channels.

A estreia de La Grazia em Veneza reforça não apenas a relevância de Paolo Sorrentino como autor, mas também o papel ativo da MUBI em moldar o futuro do cinema de arte no cenário internacional.

Rick and Morty | Oitava temporada da animação em exibição na Max segue mergulho nas questões filosóficas 

Eles destroem o tecido da realidade como quem derruba um Lego no chão. Saltam entre dimensões, desdenham do tempo e riem de tudo — inclusive do que há de mais trágico na existência. Mas Rick and Morty nunca foi apenas sobre aventuras interplanetárias. A série animada do Adult Swim, que chega à metade de sua oitava temporada na Max, continua sendo uma das produções mais ousadas em transformar temas filosóficos densos em comédia animada com gosto de ficção científica hardcore.

Muito além da piada fácil ou da ação psicodélica, Rick and Morty mergulha nas profundezas do niilismo, do existencialismo e do livre-arbítrio e faz isso sem perder o ritmo cômico. Entre explosões cósmicas e alienígenas grotescos, a série propõe dilemas que já foram discutidos por Nietzsche, Sartre e Kierkegaard, mas agora ganham nova roupagem na voz de um cientista sociopata e seu neto inseguro.

Niilismo: Quando nada importa e ainda assim, tudo pesa

Rick Sanchez é o retrato ácido de um universo sem propósito. Cético até o osso e avesso a qualquer sistema de crenças, ele vive como se tudo fosse substituível — inclusive sua própria família. Mas por trás do sarcasmo e da genialidade, há um vazio que grita. O niilismo de Rick não é apenas filosófico, mas visceral: ele bebe, destrói e colapsa emocionalmente com a mesma frequência com que cria portais interdimensionais. Ao contrário do clichê do gênio incompreendido, Rick é mostrado como alguém consciente de seu abismo interior — e que, mesmo assim, escolhe não sair dele.

Existencialismo: Encontrar sentido no absurdo

Se Rick é o avatar do niilismo, Morty representa a busca por sentido em meio ao caos. O jovem, ainda que arrastado para situações absurdas e cruéis, tenta manter alguma ideia de moralidade, amor e identidade. O contraste entre os dois não é apenas narrativo — é uma representação clara do conflito entre o absurdo da existência e o desejo humano de significar algo. E a cada episódio, esse embate filosófico se desdobra em pequenos gestos: um Morty que hesita, uma Summer que resiste, uma Beth que tenta se entender, um Jerry que insiste em ser aceito.

Multiverso e identidade: A crise de ser em todas as versões possíveis

A ideia de múltiplas realidades transforma Rick and Morty num laboratório quântico de dilemas sobre livre-arbítrio. Se existem infinitos Mortys e infinitos Ricks, com diferentes escolhas e desfechos, qual deles é o verdadeiro? A série explora isso de forma inquietante — mostrando versões sádicas, heroicas, patéticas e até burocráticas dos personagens. Essa pluralidade de “eus” escancara uma das perguntas mais desconfortáveis da série: somos definidos pelas nossas escolhas ou pela possibilidade de termos sido qualquer coisa?

Ética: Certo e errado num cosmos indiferente

Apesar de zombar da moralidade tradicional, Rick and Morty não foge dos dilemas éticos — pelo contrário, os coloca sob lentes deformadas e aumentadas. O que acontece quando Rick decide abandonar civilizações inteiras? Ou quando Morty muda uma linha do tempo por vaidade? A série não responde com lições de moral, mas escancara o impacto das escolhas mesmo num universo que não se importa. A ética, aqui, é relacional — e, em meio ao caos, parece ser o único fio que ainda conecta os personagens à humanidade.

Com episódios inéditos exibidos às segundas-feiras na Max, Rick and Morty segue firme como uma das poucas animações que não apenas diverte, mas confronta o espectador com questões que geralmente evitamos. E faz isso sem precisar ser solene. Porque rir do abismo talvez seja o primeiro passo para entender que ele também ri de volta.

Festival CINEMATO 2025 mergulha no cinema amazônico com foco decolonial e homenagem a Silvino Santos

Entre os dias 14 e 20 de julho, Cuiabá recebe a 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – o CINEMATO –, consolidando-se como um dos mais antigos e influentes festivais de cinema da região Centro-Oeste e do Brasil. Com entrada gratuita e uma programação que contempla 62 filmes de 19 estados, o evento propõe uma imersão profunda no cinema amazônico e brasileiro contemporâneo.

O tema deste ano, Decolonizando a Amazônia, dá o tom da curadoria e da escolha dos filmes exibidos. A proposta não é apenas temática, mas também estética e política: repensar as narrativas sobre a floresta e seus povos, valorizando olhares autônomos, indígenas, periféricos e invisibilizados. O homenageado da edição é o luso-brasileiro Silvino Santos (1886–1970), pioneiro do registro cinematográfico da Amazônia. Seu documentário Amazonas, o Maior Rio do Mundo (1918–1920), restaurado e redescoberto recentemente, abre o festival com trilha sonora ao vivo de Henrique Santian e Jhon Stuart.

Mostras e Competição

Neste ano, 21 filmes – sendo 6 longas e 15 curtas-metragens – concorrem ao Troféu Coxiponé, cuja inspiração vem da etnia bororo, símbolo da resistência cultural do Mato Grosso. A seleção valoriza produções com protagonismo indígena, afro-brasileiro e feminino, além de explorar formas narrativas experimentais e sensoriais.

Entre os longas em competição estão Mawé (AM), de Jimmy Christian, que retrata o conflito de uma jovem indígena entre aldeia e cidade; Pedra Vermelha (SC), sobre os impactos de megaprojetos no sul do Brasil; Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta (RJ), mergulho na cosmologia yanomami; O Silêncio das Ostras (MG), ensaio sobre luto e meio ambiente; Concerto de Quintal (RO), musical sobre pertencimento; e Serra das Almas (PE), ficção sobre a poética sertaneja.

Nos curtas, destacam-se títulos como Maira Porongyta – o aviso do céu (MT), de Kujãesage Kaiabi; O Enegrecer de Iemanjá (PR), de Uê Puauet; Tapando Buracos (AL), de Pally e Laura Fragoso; e A Nave Que Nunca Pousa (PB), de Ellen de Morais. A Mostra Hors Concours exibe produções recentes como Cobra Canoa (AM), Passárgada (RJ), dirigido e estrelado por Dira Paes, e 60 Anos Depois (MT), que resgata memórias da ditadura.

Cinema como ação política

Fiel à sua vocação pedagógica, o CINEMATO vai além das salas de cinema. Desde 1993, realiza o projeto Cinema Paradiso, levando filmes a presídios, hospitais e abrigos, além do Cinema Itinerante, com sessões em bairros periféricos, aldeias indígenas e comunidades quilombolas. Essas ações reafirmam o festival como instrumento de transformação social.

Dira Paes e o prêmio que reconhece mulheres no audiovisual

No encerramento, a atriz Dira Paes retorna ao palco onde recebeu seu primeiro prêmio de Melhor Atriz, em 1996. Em uma cerimônia especial, ela entregará o Prêmio Dira Paes, que reconhece uma personagem feminina de destaque no audiovisual brasileiro e em causas socioambientais. A homenageada será anunciada durante a noite.

Três décadas de história e resistência cinematográfica

Criado em 1993, o CINEMATO surgiu como resposta à ausência de políticas públicas e espaços de exibição em Mato Grosso. Com apenas um cinema comercial na capital, o festival ousou trazer o cinema nacional à tona, sendo palco de reconhecimento para nomes como Fernando Meirelles (Domésticas), Hilton Lacerda (Tatuagem) e a própria Dira Paes (Corisco & Dadá). Hoje, é símbolo da formação de plateia, crítica e produção audiovisual no Centro-Oeste.

Com realização do Instituto INCA e apoio institucional e cultural de órgãos como o Governo do Estado de Mato Grosso, UFMT, Canal Brasil, Cinemateca Brasileira e diversos parceiros, o CINEMATO reafirma seu papel como um dos espaços mais importantes do país para o cinema que se pensa, se questiona e se reinventa.

Serviço

22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – CINEMATO
Data: 14 a 20 de julho de 2025
Local: Teatro da UFMT – Cuiabá (MT)
Entrada gratuita
Site: www.festivalcinemato.com.br
Instagram: @festivalcinemato

Sesc Digital lança nova leva de filmes com Tarkovsky, Kawase, Trumbo e clássicos brasileiros

A partir de 8 de julho, a plataforma Sesc Digital recebe dez novos filmes em seu catálogo de streaming gratuito, oferecendo uma seleção que percorre múltiplas geografias e sensibilidades cinematográficas. Do lirismo japonês ao realismo mágico brasileiro, da ficção científica soviética à memória musical nordestina, a curadoria privilegia a pluralidade de olhares e estilos, com obras que seguem disponíveis até 28 de setembro — com exceção do clássico Solaris, que sai do ar em 8 de setembro.

Entre os títulos selecionados estão filmes de nomes marcantes do cinema mundial, como Andrei Tarkovsky, Naomi Kawase, Jay Roach, Nelson Pereira dos Santos e o documentário premiado Honeyland. A seleção é gratuita e pode ser acessada tanto pelo site sesc.digital quanto pelo aplicativo Sesc Digital, disponível para Android e iOS.

Entre a dor, a delicadeza e a resistência

A atriz Jennifer Aniston surpreende no drama Cake – Uma Razão para Viver (2014), em uma performance que se afasta da leveza habitual de sua carreira. Claire, sua personagem, é uma mulher devastada pela dor crônica e pelo luto. Quando uma colega do grupo de apoio morre por suicídio, ela mergulha em uma jornada interior marcada por alucinações, confrontos e a difícil reconstrução de vínculos. Um retrato cru e tocante da depressão e da resiliência.

Do Japão, vem a ternura de O Sabor da Vida (An, 2015), de Naomi Kawase. Em uma pequena padaria, a chegada de uma senhora que oferece ajuda para preparar dorayakis altera profundamente o cotidiano de Sentaro, o padeiro solitário. Kawase oferece mais que um drama cotidiano: entrega um poema visual sobre o tempo, o afeto e a escuta silenciosa que cura. Sensível e contemplativo, o longa foi premiado no Festival de Cannes.

Outro destaque é Trumbo – Lista Negra (2015), drama histórico protagonizado por Bryan Cranston, indicado ao Oscar por sua atuação. O filme resgata a trajetória de Dalton Trumbo, um dos roteiristas mais talentosos de Hollywood, que caiu em desgraça durante o macarthismo. Perseguido por suas ideias políticas, Trumbo continuou escrevendo obras-primas sob pseudônimos. O longa é um tributo à liberdade de expressão e à força da arte sob censura.

Do Brasil, a seleção recupera O Amuleto de Ogum (1974), dirigido por Nelson Pereira dos Santos. Um dos grandes nomes do Cinema Novo, Nelson funde realismo e misticismo ao narrar a saga de um homem marcado pelo destino em meio ao sertão. Já Dominguinhos (2014), documentário dirigido por Mariana Aydar, Joaquim Castro e Eduardo Nazarian, rememora a trajetória do mestre sanfoneiro, com imagens de arquivo e apresentações inesquecíveis.

E há também espaço para a contemplação filosófica em Solaris (1972), de Andrei Tarkovsky. Aclamado no Festival de Cannes, o filme acompanha um psicólogo enviado a uma estação espacial onde os tripulantes são confrontados por manifestações físicas de suas memórias. A partir da ficção científica, Tarkovsky constrói uma meditação sobre luto, amor e identidade — um épico existencial que reverbera muito além da tela.

A pluralidade como eixo da programação

Com temas que vão da resistência política às relações com a natureza, passando por tradições culturais, desejo e perdas, a nova leva de filmes no Sesc Digital aposta na diversidade estética e temática. Além dos títulos citados, a seleção ainda inclui Honeyland (2019), documentário sobre a última apicultora selvagem da Europa, que revela os conflitos entre sustentabilidade e exploração econômica, indicado ao Oscar de Melhor Documentário e Melhor Filme Internacional.

Disponível gratuitamente até 28 de setembro, a programação permite redescobrir obras consagradas e conhecer novas narrativas que raramente chegam ao circuito comercial. Uma janela aberta para o mundo — e também para dentro de nós mesmos.

ESTREIAS DA SEMANA – SESC DIGITAL 

Disponíveis a partir de 08/7 – Gratuito em sesc.digital e no app Sesc Digital 
 

Coração de Cachorro 

Dir.: Laurie Anderson|Estados Unidos | 2015 | 75 min. | documentário | 14 anos

Disponível até 28.09.25

Centrado na cachorra Lolabelle, que morreu em 2011 e era muito querida pela diretora, o filme é um ensaio pessoal que combina lembranças de infância, diários em vídeo, reflexões sobre dados, cultura de vigilância e a visão budista sobre a morte, além de tributos a artistas, escritores, músicos e pensadores. Numa espécie de colagem visual, o filme examina como histórias são construídas e contadas – e como as usamos para dar sentido às nossas vidas.

O Sabor da Vida 

Dir.: Naomi Kawase|Japão, França, Alemanha | 2015 | 113 min | Ficção | 10 anos

Elenco: Kirin Kiki, Masatoshi Nagase, Kyara Uchida

Disponível até 28.09.25

Sentaro dirige uma pequena padaria que serve dorayakis – panquecas recheadas com pasta de feijão vermelho doce. Quando uma senhora de idade, Tokue, se oferece para ajudar na cozinha, ele relutantemente aceita. Mas Tokue prova ter um toque de mágica quando se trata de fazer “an”. Graças à sua receita secreta, o pequeno negócio logo floresce e com o tempo, Sentaro e Tokue abrem seus corações para revelar velhas feridas.

Cake – Uma Razão para Viver 

Dir.: Daniel Barnz|EUA | 2014 | 103 min | Ficção | 14 anos

Disponível até 28.09.25

Claire Simmons é uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina.

Solaris 

Dir.: Andrei Tarkovsky |URSS | 1972 | Cor | 167 min | Ficção | 14 anos

Elenco: Natalya Bondarchuk, Donatas Banionis, Anatoliy Solonitsyn

Disponível até 08.09.25

Cientista enviado para investigar estranhos fenômenos ocorridos na estação espacial que orbita Solaris, reencontra ali a esposa que se matara há 10 anos. Depois de ser bombardeado com raios-x, o enigmático oceano que cobre o planeta parece dotado de alguma forma de razão com poderes para penetrar no íntimo dos seres humanos e materializar suas memórias, tornando-as reais através da criação dos “visitantes”. O filme recebeu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 1972.

Honeyland 

Dir.: Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska|Macedônia | 85 min | 2019 | Documentário | 12 anos

Disponível até 28.09.25

Existe uma regra na apicultura: deve-se pegar só metade do mel, e deixar o resto para as abelhas. Hatidze, a última caçadora de abelhas da Europa, respeita religiosamente essa condição. No entanto, quando novos apicultores chegam para trabalhar em sua região e não seguem a regra, o equilíbrio do ecossistema desses animais é ameaçado. Hatidze precisa se esforçar para persuadi-los a seguir os pilares elementares para a sobrevivência das abelhas.

Trumbo: Lista Negra 

Dir.: Jay Roach|EUA | 2015 | 124 min | Ficção | 12 Anos

Elenco:Bryan Cranston,Diane Lane,Helen Mirren,Elle Fanning

Disponível até 28.09.25

O roteirista Dalton Trumbo tem uma história singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso da época, como A Princesa e o Plebeu, ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.

Lady Macbeth 

Dir.: William Oldroyd|Inglaterra|2017 |89 min.|ficção|14 anos

Elenco:Florence Pugh,Cosmo Jarvis,Naomi Ackie,Christopher Fairbank

Disponível até 28.09.25

1865 ,Inglaterra rural . Katherine é sufocada por seu casamento sem amor com um homem amargo com o dobro de sua idade, cuja família é fria e implacável.

Quando ela embarca em um caso apaixonado com um jovem trabalhador da propriedade de seu marido, uma força é liberada dentro dela, tão poderosa que

ela não medirá esforços para conseguir o que deseja.

Sertânia 

Dir.: Geraldo Sarno|Brasil | 2020 | 97 min | Ficção | 14 anos

Elenco: Vertin Moura, Julio Adrião, Kecia Prado

Disponível até 28.09.25

O filme traz a trajetória e o delírio de um cangaceiro que, ainda criança, sobreviveu ao massacre de Canudos e foi para São Paulo. Após iniciar carreira militar, volta ao sertão depois da morte da mãe, e se une a um bando de cangaceiros.

Dominguinhos 

Dir.:Joaquim Castro,Eduardo Nazarian e Mariana Aydar | Brasil | 2017| 86 min.|documentário|Livre

Disponível até 28.09.25

Um retrato do sanfoneiro, cantor e compositor Dominguinhos (1941 – 2013), discípulo de Luiz Gonzaga e autor de sucessos como “Eu só quero um xodó”, “Gostoso demais”, “De volta pro aconchego” e “Lamento sertanejo”. Sua obra revive em imagens de arquivo, contando uma história que se multiplica em sons, versos e beleza.

O amuleto de Ogum  

Dir.:Nelson Pereira dos Santos| Brasil |1974 |112 min. |ficção| 14 anos

Disponível até 28.09.25

Maria, uma nordestina que perdera o marido e um dos filhos em uma chacina, faz com que seu filho sobrevivente, Gabriel , tenha o corpo fechado. Após uma década, Gabriel está no Rio de Janeiro para trabalhar como um assassino de aluguel. Como tem o corpo fechado, ele tem vantagens na profissão. Porém, Gabriel inicia um caso amoroso com a amante de Severiano.

SERVIÇO 
Acesse gratuitamente sesc.digital 
Ou baixe oaplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store 

Espro é homenageado no 9º Prêmio CineB por promover cinema como ferramenta de transformação social

O 9º Prêmio CineB, realizado em São Paulo no dia 28 de junho de 2025, reconheceu o papel de instituições que apostam no cinema brasileiro como ferramenta educativa e cidadã. Entre os homenageados, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) recebeu destaque por seu apoio ao projeto CineB e seu compromisso com o acesso à cultura por meio de ações voltadas a adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade.

Criado pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região em parceria com a Brazucah Produções, o projeto CineB leva sessões itinerantes de cinema nacional a comunidades, escolas e organizações da sociedade civil. Desde 2020, o projeto exibiu 28 filmes brasileiros e, em 2024, marcou presença na Unidade Paulista do Espro com a exibição do documentário Black Rio! Black Power! (2023), dirigido por Emilio Domingos, como parte da programação do Mês da Consciência Negra.

O troféu entregue ao Espro durante a cerimônia foi recebido por Ana Lucia Reis, assistente social, e Tainã Briganti, orientador pedagógico. O prêmio celebra a colaboração entre educação e cultura, destacando o cinema como elo entre os direitos sociais e a formação cidadã. Ao lado do Espro, outras 36 entidades e 3 universidades também foram homenageadas por sua atuação em prol do cinema nacional.

A homenagem reflete o engajamento do Espro não apenas na capacitação para o mercado de trabalho, mas também na formação integral de jovens, incluindo o acesso à arte e à cultura como parte de seu desenvolvimento pessoal e coletivo.

Cinema, educação e transformação

Com 46 anos de trajetória, o Espro já capacitou mais de 650 mil jovens e realizou 1,3 milhão de atendimentos sociais. A atuação da entidade está diretamente conectada a seis dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo educação de qualidade, redução das desigualdades e trabalho decente.

A parceria com o CineB reforça esse compromisso ao abrir espaço para que o audiovisual brasileiro seja uma ponte entre jovens e questões sociais fundamentais. Ao integrar o cinema às suas ações, o Espro reafirma a crença de que a formação para o mundo do trabalho passa também pela valorização da identidade, da história e da cultura.

TRANSFORMERS invadem PUBG MOBILE em batalha épica na atualização 3.9

PUBG MOBILE não para de se reinventar. Na atualização 3.9, a franquia TRANSFORMERS desembarca no jogo com uma proposta que vai além de simples skins ou eventos promocionais: aqui, Optimus Prime e Megatron são parte ativa da jogabilidade, transformando partidas em verdadeiros duelos interplanetários. A colaboração, disponível até 2 de setembro, traz um novo modo temático, recursos de Cybertron e uma leva de novidades que deixam o battle royale com cara de ficção científica.

Cybertron em Erangel: muito mais que um easter egg

A principal atração da atualização é o modo TRANSFORMERS, onde jogadores podem invocar Optimus Prime ou Megatron com o Sinalizador de Ponte Espacial. Os dois personagens contam com transformações entre robô e veículo, além de habilidades específicas — como o Impacto Carregado de Optimus ou a Rajada de Fusão de Megatron. A batalha dos dois ícones ganha ainda mais destaque quando se enfrentam em arenas especiais em Erangel. Caso o herói caia antes da luta, é possível revivê-lo para manter o duelo.

Os jogadores também escolhem um lado — Autobots ou Decepticons — e cumprem missões para desbloquear recompensas exclusivas. Há ainda a introdução do Hoverboard Cósmico, Caixas Cybertronianas com Energon e um Meteorito Cósmico com aparições especiais.

Trailer

Posto Avançado Neon e o clima de distopia tecnológica

Além do universo de Cybertron, a atualização introduz o Posto Avançado Neon, uma área cyberpunk nos mapas de Erangel, Livik e Sanhok. Essa zona vibrante conta com ringues de combate, mercados negros, robôs controláveis e até uma hamburgueria intergaláctica. Em sua área central, jogadores entram em duelos corpo a corpo na Bar Galático, reaparecendo instantaneamente até que apenas uma equipe permaneça de pé.

Surto Zumbi

O modo Metro Royale recebe uma nova fase de infecção com o Surto Zumbi. Os monstros agora têm níveis e podem ser chocados a partir de códigos genéticos conquistados em batalhas. A grande novidade é uma arma dourada corpo a corpo com atributos únicos — uma raridade que pode ser mantida mesmo após falhas de evacuação.

Arena Ranqueada

De 24 de julho a 2 de setembro, a Arena Ranqueada chega como evento temporário com 28 níveis de habilidade e modos rotativos como Eliminação e Dominação. Além das recompensas, os melhores jogadores ganham títulos por tempo limitado — uma adição bem-vinda ao cenário competitivo.

Outras adições e surpresas da 3.9

A atualização também mexe com outros modos:

  • Mundo da Maravilha: introduz a Arma de Tinta e o chefe Dragão de Gelo.
  • Modo Clássico: adiciona o rifle ASM Abakan, interações na sala pré-partida, veículos com novas mecânicas e ajustes em acessórios.
  • Modo Casa: estreia o jogo Mancala, sistema de decoração Arcadia Haven e até competição por vagas de estacionamento.

A Temporada 25 do Capítulo 9 também começou, com novas recompensas e conteúdo na Loja de Eventos, além do retorno do Hardcore Ultimate Royale em Sanhok.

A atualização mostra que PUBG MOBILE está longe de ser apenas mais um jogo mobile: é uma plataforma de experimentação que mescla cultura pop, mecânicas inovadoras e eventos que sabem surpreender.

Ghost of Yōtei | Gameplay detalhado no State of Play revela o Japão feudal em ação

A PlayStation confirmou que o próximo State of Play, marcado para 10 de julho às 18h (horário de Brasília), terá como destaque exclusivo a nova IP da Sucker Punch, Ghost of Yōtei. A transmissão promete um mergulho profundo no gameplay, trazendo quase 20 minutos de jogabilidade apresentados pelos diretores criativos Jason Connell e Nate Fox.

O jogo, que será lançado para PS5 em 2 de outubro, apresenta uma ambientação inspirada no Japão feudal com um mundo aberto rico em detalhes. A narrativa gira em torno de Atsu, cuja busca por vingança se desenrola em meio a combates intensos e variados. A análise do State of Play mostrará as novas armas disponíveis, possibilidades de personalização da jornada e modos especiais que ampliam a experiência.

A expectativa para este título da Sucker Punch, renomada pelo sucesso da série Ghost of Tsushima, é grande. A transmissão poderá ser acompanhada pelos canais oficiais da PlayStation no Twitch e YouTube, oferecendo aos fãs uma oportunidade exclusiva de entender a fundo as mecânicas e o universo do jogo.

Com menos de 100 dias para o lançamento, este State of Play será essencial para quem acompanha novidades do cenário gamer e tem interesse em narrativas imersivas com combates estratégicos.

Assista o trailer do State of Play

Com informações do Blog Playstation BR

COPAG transforma férias em experiência gamer no Museu da Imaginação

Durante todo o mês de julho, o Museu da Imaginação, em São Paulo, recebe uma ação especial da COPAG, trazendo jogos e atividades interativas para o público infantil. Conhecida por seus baralhos e jogos de tabuleiro, a COPAG ocupa o segundo andar do museu com mesas de jogos adaptados para crianças, promovendo uma experiência lúdica que vai além das telas.

A proposta da ação é usar o universo dos jogos como um meio para estimular habilidades cognitivas, criatividade e socialização. A linha infantil da COPAG que já é destaque nas prateleiras de quem busca alternativas às telas chega ao espaço com uma curadoria pensada para todas as idades. A ideia é clara: transformar os jogos de cartas e tabuleiro em atividades educativas, sem perder o fator diversão.

Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing LATAM da COPAG, ressalta a importância dessa parceria: “Acreditamos no poder transformador dos jogos para o desenvolvimento das crianças. Estar presente em um espaço como o Museu da Imaginação reforça nosso compromisso em proporcionar experiências que unem diversão e educação.”

Museu com programação intensa nas férias

(Foto: Divulgação) Entre os dias 1º e 31 de julho, o segundo andar do espaço será palco de ativações com jogos da linha infantil da COPAG

O Museu da Imaginação é conhecido por seu foco em atividades que integram brincar e aprender. Com três andares voltados à ludicidade, o espaço estará aberto todos os dias, das 9h às 18h, até 31 de julho. Além das atividades fixas, a presença da COPAG adiciona uma camada de interatividade às atrações já oferecidas.

Os ingressos estão com valores promocionais, incluindo pacotes para famílias e grupos. Crianças de até 1 ano e 11 meses têm entrada gratuita, enquanto há descontos para idosos, professores e pessoas com deficiência. Os valores variam entre R$ 75,00 e R$ 120,00, com pacotes de três a seis ingressos com preços reduzidos por unidade.

Diversão além do digital

(Foto: Divulgação) Entre os dias 1º e 31 de julho, o segundo andar do espaço será palco de ativações com jogos da linha infantil da COPAG

A COPAG, com mais de um século de trajetória, segue atualizando sua missão: conectar pessoas por meio do jogo. A ação no Museu da Imaginação é mais uma demonstração de como jogos de mesa ainda são relevantes em um cenário cada vez mais dominado pelo digital. Ao incentivar experiências presenciais e coletivas, a marca reforça o valor do jogo como linguagem universal — especialmente entre as novas gerações.