A Blizzard Entertainment confirmou presença na gamescom 2025, e os fãs de World of Warcraft já podem esperar grandes novidades. O evento, que acontece entre os dias 20 e 24 de agosto, em Colônia, na Alemanha, será palco de revelações inéditas sobre Midnight, o próximo capítulo da Saga da Alma do Mundo.
O estande de World of Warcraft estará localizado no Hall 8, onde o público poderá conferir de perto conteúdos exclusivos apresentados diretamente pela equipe de desenvolvimento. Além disso, a Blizzard prepara uma série de atrações voltadas à comunidade, com destaque para a Mostra de Masmorras Míticas, Mostra de Cosplay, encontros com desenvolvedores e criadores de conteúdo.
Serão quatro dias intensos para quem acompanha o universo de Azeroth. A presença de World of Warcraft na gamescom reforça o compromisso da Blizzard com seus jogadores, promovendo experiências ao vivo que celebram tanto a história quanto o futuro da franquia.
Mais detalhes e surpresas sobre Midnight devem ser revelados ao longo das semanas que antecedem o evento. Os fãs já podem se preparar para acompanhar todas as novidades no blog oficial de World of Warcraft.
O Brasil voltou a respirar StarCraft II com a grande final do Circuito Brasileiro de StarCraft II (CBSC2), realizada no último sábado (21), na Login House eXP, em São Paulo. Com casa cheia, transmissão ao vivo e clima de torcida, Erik “Erik” Bermelho, jogador de Santo André (SP), levou a melhor na disputa contra Breno “Shakti” Aguayo, vencendo a série final por 4 a 2 e garantindo o troféu de campeão da primeira edição do circuito.
A vitória consagra a campanha de Erik, representante do clã internacional CranKy Ducklings, que dominou a chave superior ao vencer INexorable por 3 a 0 e avançar direto para a grande decisão. Do outro lado, Shakti, da eXimius Gaming, batalhou na chave inferior, superando Kamikaze (2×1) e INexorable (3×1), mas acabou parando no favoritismo e no preparo de Erik na série melhor de sete.
Uma final com cara de comunidade
O evento marcou o retorno dos campeonatos presenciais de StarCraft II ao Brasil após cinco anos e encerrou uma temporada iniciada em abril de 2024, que reuniu quase 100 jogadores em mais de 40 torneios online. A premiação total de R$ 5 mil foi inteiramente viabilizada pela comunidade, com doações que sustentaram toda a estrutura do campeonato.
A classificação final ficou assim:
🥇 Erik (CranKy Ducklings) – R$ 2.500
🥈 Shakti (eXimius Gaming) – R$ 800
🥉 INexorable (LittleFairy) – R$ 400
🏅 Kamikaze (eXimius Gaming) – R$ 300
Paixão acima de tudo
Organizado de forma independente por Lucas “Cosmos” e Cassiano “Mikuari”, o CBSC2 foi mais do que um torneio — foi uma celebração da paixão pelo gênero RTS. Cosmos, que também narrou as partidas, destacou a emoção de ver o público reunido presencialmente: “Ver famílias inteiras, gente vindo de longe, e receber tantas mensagens e fotos foi emocionante. Esse projeto é sobre a comunidade, e tudo isso só foi possível por causa dela.”
Já Mikuari lembrou o esforço coletivo que tornou tudo realidade: “Foi feito por amor. Não ganhamos nada com isso financeiramente, mas a realização foi gigantesca. Ver tanta gente reunida, vibrando, foi algo que vou guardar pra sempre.”
StarCraft II no Brasil vive novo fôlego
Além da competição acirrada, a final presencial teve narração ao vivo, estrutura profissional de transmissão e a presença de figuras marcantes da comunidade brasileira de StarCraft II. A atmosfera intensa — com torcida vibrando, pressão ao vivo e a emoção de uma final presencial — foi um ingrediente extra para os jogadores, como destacou o próprio campeão:
“Jogar com a torcida ali do lado é outra coisa. A mesa treme, tem grito, tem tensão, mas consegui manter o foco. Foi muito especial vencer aqui. Espero que esse seja só o começo de mais eventos como esse no Brasil”, disse Erik após conquistar o título.
O futuro do CBSC2
Criado em 2024, o Circuito Brasileiro de StarCraft II nasceu da vontade de resgatar e fortalecer o cenário nacional de jogos de estratégia em tempo real. Com partidas transmitidas em português e apoio da comunidade, a competição deixou um legado que aponta para um futuro promissor, com mais edições e mais visibilidade para o cenário competitivo de RTS no Brasil.
Acompanhe as novidades, transmissões e próximas etapas do CBSC2 no site oficial, na Twitch e nas redes sociais do projeto.
A atriz Imara Reis é homenageada no 11º Santos Film Fest
Foto: Divulgação
Com o tema Histórias que ecoam, lições que permanecem, o Santos Film Fest – Festival de Cinema de Santos chega à sua 11ª edição reforçando seu compromisso com a diversidade de narrativas, a memória cinematográfica e a inclusão. De 24 de junho a 2 de julho, mais de dez espaços culturais da cidade serão tomados por exibições gratuitas de filmes, bate-papos com realizadores, sessões temáticas, atividades para o público infantil e homenagens a grandes nomes do audiovisual brasileiro.
Ao todo, são 96 produções nacionais e internacionais selecionadas entre curtas, longas e documentários, compondo uma programação extensa e gratuita voltada a diferentes públicos. A abertura oficial acontece no Cine Roxy 5, às 19h do dia 24/06, com tapete vermelho, entrega da estrela da Calçada da Fama ao cineasta Chico Gomes, exibição do documentário Chico Gomes: Triplo Domínio, de Rodiney Assunção, e uma série de homenagens que inclui o próprio diretor, além de nomes como Guilherme de Almeida Prado, Wanderley Augusto Camargo (Leyzão), Maurice Legeard (in memoriam) e a atriz Imara Reis — cuja trajetória será celebrada com uma retrospectiva especial.
Destaques da programação
Entre os pontos altos do festival, estão a exibição de O Encouraçado Potemkin com trilha sonora ao vivo na Concha Acústica, sessões infantis espalhadas por escolas públicas e espaços comunitários como Arte no Dique e Praça do BNH, e uma virada cinematográfica na Cinemateca de Santos com clássicos acompanhados de café da manhã.
As mostras temáticas também merecem atenção: o Cine Arte Posto 4 sedia sessões de clássicos e filmes brasileiros contemporâneos como Cazuza – Boas Novas, Combate ao Bullying e Quem é essa mulher?. Já o Coral TAMTAM apresenta o espetáculo Trilhas da Tela e da Terra, promovendo um encontro entre música, cinema e inclusão.
Entre as pré-estreias, além de Chico Gomes: Triplo Domínio, o público poderá conferir A Palavra, produção ainda inédita em circuito comercial. Outro destaque local é o documentário sobre o ex-goleiro Lalá, ídolo do Santos Futebol Clube, que também terá exibição especial.
O festival ainda conta com uma feira de mídia física, ampliando sua proposta de valorização do audiovisual não apenas como arte, mas também como acervo e memória.
Cinema como resistência e memória
Mais do que um festival, o Santos Film Fest se consolida como um espaço de celebração da cultura e da memória cinematográfica brasileira. Em 2025, a escolha por homenagear figuras como Imara Reis, conhecida por sua atuação sensível e politizada no cinema e na televisão, e Maurice Legeard, referência do cinema em Santos, reafirma esse papel.
A presença de espaços abertos, sessões acessíveis e programação para todas as idades demonstra o esforço contínuo de democratizar o acesso à sétima arte, fazendo da cidade litorânea um polo de resistência cultural.
A premiada graphic novel Quando as Estrelas se Espalham finalmente chega ao Brasil pela nVersos Editora. Com roteiro baseado nas experiências reais de Omar Mohamed e arte da renomada ilustradora Victoria Jamieson, a obra é uma das mais elogiadas do gênero infantojuvenil na última década, reunindo prêmios importantes e reconhecimento internacional.
Uma história real de resiliência e esperança
VICTORIA-JAMIESONOMAR-MOHAMED
A narrativa acompanha a jornada de Omar e seu irmão mais novo, Hassan, que fugiram ainda pequenos da Guerra da Somália e passaram a infância em Dadaab, um dos maiores campos de refugiados do mundo, localizado no Quênia. Ali, enfrentam as dificuldades do cotidiano, a escassez de recursos e a espera interminável por uma chance de recomeço.
Criados por Fatuma, uma mulher que os acolhe como filhos, os irmãos tentam manter laços familiares e alguma rotina. Quando surge a oportunidade de Omar estudar, ele precisa tomar uma decisão difícil: seguir o caminho da educação ou continuar cuidando do irmão, que é não-verbal.
Reconhecimento internacional
Lançada originalmente nos Estados Unidos, a graphic novel foi indicada ao National Book Award e venceu diversas outras premiações. Entre os principais destaques:
Melhor Livro Infantil do New York Times
Melhor Graphic Novel para Adolescentes pela American Library Association
Melhor Livro Infantil do Ano pelas revistas TIME, School Library Journal e Kirkus Reviews
Vencedora do Walter Award
Finalista do prêmio Jane Addams de Livro Infantil
Menções honrosas do Schneider Family Award, Charlotte Huck Award e Children’s Africana Book Awards
A obra combina uma abordagem delicada e acessível com temas profundos como guerra, deslocamento, abandono e a luta por dignidade. É um relato comovente sobre a infância forjada em meio ao caos e a construção de uma identidade mesmo sem raízes geográficas.
Uma graphic novel para todas as idades
Becky Garver
Com 264 páginas, Quando as Estrelas se Espalham é uma leitura recomendada tanto para jovens quanto para adultos. O estilo de Victoria Jamieson — conhecida por Roller Girl e All’s Faire in Middle School — dá vida ao cotidiano no campo de refugiados sem recorrer a estereótipos, criando personagens humanos, complexos e empáticos.
Omar Mohamed, por sua vez, é hoje ativista e fundador do projeto Refugee Strong, que apoia estudantes que vivem em campos de refugiados. Sua trajetória é prova do impacto que a educação pode ter mesmo em contextos extremos.
Lançamento no Brasil
O título está sendo lançado no Brasil pela nVersos Editora, que vem se destacando por publicar livros voltados à educação, saúde e temas sociais relevantes. A graphic novel já está disponível em pré-venda por R$ 76,00 e promete emocionar leitores que buscam histórias reais, com profundidade e propósito.
Ficha técnica
Título: Quando as Estrelas se Espalham Autores: Omar Mohamed (@refugeestrong) e Victoria Jamieson (@victoriajamiesonbooks) Editora: nVersos Páginas: 264 Preço: R$ 76,00 Disponível em pré-venda
O battle royale brasileiro El Hero deu mais um passo importante rumo à consolidação de um ecossistema de desenvolvimento colaborativo com o lançamento do Hero Lab — uma iniciativa que convida a comunidade a enviar criações próprias para se tornarem parte oficial do jogo. Em poucas semanas, mais de 120 contribuições foram registradas, incluindo desde skins de personagens até emotes e estruturas inspiradas em elementos da cultura brasileira.
Idealizado pela desenvolvedora Moonite Games em parceria com o influenciador Rodrigo “El Gato” Fernandes, o Hero Lab materializa um dos pilares centrais da proposta do jogo: a cocriação ativa com a comunidade. É a partir dessa troca que o título vem construindo uma base sólida no mercado nacional, destacando-se não apenas como um jogo, mas como um espaço de representatividade para o jogador brasileiro.
“Recebemos desenho de personagem, skin de favela cyberpunk, animação de dança de forró e até prédio inspirado em feira nordestina. Tudo isso vai virar conteúdo jogável dentro do El Hero. Algo brasileiro, feito para os brasileiros”, comenta El Gato, destacando a diversidade criativa da base de fãs.
A força da comunidade como diferencial competitivo
Desde a fase beta, El Hero tem investido em uma estratégia de escuta ativa que inclui reuniões quinzenais com jogadores, desenvolvedores e influenciadores. Essas sessões servem como termômetro direto para identificar problemas, testar novidades e receber sugestões. Em uma das mais recentes, mais de 150 jogadores participaram ativamente, debatendo melhorias de jogabilidade, balanceamento de armas e performance dos servidores.
Para Valdy Mobile, criador de conteúdo sobre El Hero, o Hero Lab é mais do que uma vitrine para fãs — é um elo entre o jogo e quem realmente o movimenta: “Nunca vi um game escutar tanto a comunidade assim. Dá a sensação de que a gente está construindo isso junto, de verdade.”
O desafio de criar games no Brasil
Criar um jogo no Brasil ainda é uma tarefa árdua. Apesar de o país ser o 10º maior mercado consumidor de games no mundo, apenas 2% dos jogos jogados por aqui são produzidos localmente, segundo dados da Abragames. A lacuna entre consumo e produção é evidente e escancara desafios como falta de investimento, visibilidade e infraestrutura.
Mesmo diante desse cenário, El Hero superou a marca de 1 milhão de downloads somando Android, iOS e PC — um feito considerável para um estúdio independente. “Remamos contra muita coisa, mas temos a comunidade ao nosso lado. Isso vale mais que qualquer verba de publisher gringa”, conclui El Gato.
Um game brasileiro feito por brasileiros
Mais do que um jogo competitivo, El Hero se firma como um projeto cultural que reflete a identidade do seu público. O Hero Lab não só valida essa proposta como aponta para um futuro em que jogadores não apenas consomem, mas também ajudam a moldar o universo que habitam. Com uma base cada vez mais engajada, o jogo prova que é possível construir um battle royale nacional com cara, voz e criatividade brasileiras.
Sucesso absoluto de bilheteria no Brasil, Premonição 6: Laços de Sangue chega às plataformas digitais no dia 29 de junho para compra e aluguel, sem necessidade de assinatura. O filme, que bateu recordes ao arrecadar mais de R$ 35 milhões nos cinemas, agora estará disponível no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Microsoft Store.
O novo capítulo da icônica franquia de terror coloca a jovem universitária Stefanie (Kaitlyn Santa Juana) no centro de visões macabras em que vê sua família inteira morrer. Para tentar mudar o destino, ela retorna à sua cidade natal em busca da avó Iris (Gabrielle Rose e Brec Bassinger), conhecida por ter salvado dezenas de vidas na década de 1960 após uma premonição.
A dupla de diretores Zach Lipovsky e Adam B. Stein chamou atenção ao garantir a vaga no comando do longa com uma pegadinha durante a entrevista de seleção: eles simularam um incêndio e uma decapitação ao vivo usando imagens pré-gravadas e efeitos visuais, uma ousadia que refletiu bem o tom da franquia.
Além da nova trama repleta de mortes criativas, o lançamento digital conta com o conteúdo extra “O Legado de Bludworth”, disponível na Claro TV+. O material é uma homenagem ao ator Tony Todd, que faleceu em 2024 e eternizou o personagem William Bludworth, figura emblemática da série desde o primeiro filme.
Com direção afiada, uma história que respeita o legado da saga e novas formas de desafiar a morte, Premonição 6: Laços de Sangue reforça por que a franquia continua sendo um fenômeno entre os fãs de terror. Agora, chegou a hora de rever cada detalhe, pausar nos momentos mais tensos e descobrir se o destino realmente pode ser enganado.
Durante a transmissão especial do solstício de inverno, The Blood of Dawnwalker™ teve uma das suas apresentações mais reveladoras até agora. A Rebel Wolves, em parceria com a Bandai Namco Entertainment, mostrou uma prévia inédita da jornada de Coen, protagonista da aventura vampírica que está sendo desenvolvida na Unreal Engine 5 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Vale Sangora: exploração livre em uma terra de contrastes
No centro do mundo de The Blood of Dawnwalker está o enigmático Vale Sangora. Com ambientes que vão de pântanos sinistros a montanhas cobertas de neve, ruínas esquecidas e cavernas infestadas de horrores, o jogador é incentivado a explorar cada canto. A liberdade de ação é central para a narrativa, com decisões que influenciam diretamente a história e a relação com o ambiente e seus habitantes.
Svartrau, a maior cidade da região, vive dois mundos distintos: de dia, uma cidade medieval sob a influência silenciosa de um regime vampírico; à noite, os telhados se iluminam sob a lua e segredos emergem. As ações do jogador, inclusive a forma como Coen interage com os moradores, afetam diretamente como a cidade se transforma ao longo do tempo.
Combate direcional e a dualidade de Coen
Coen é um Dawnwalker, uma criatura dividida entre o mundo dos humanos e dos vampiros. Durante o dia, usa espada e runas mágicas entalhadas em sua própria pele. À noite, libera seus instintos predadores com garras letais e a habilidade Shadowstep, que permite movimentação rápida por telhados e sombras.
O sistema de combate é focado em direção, precisão e ritmo. Os confrontos exigem que o jogador analise os movimentos do inimigo, bloqueie no tempo certo e realize contra-ataques estratégicos, tornando cada batalha um equilíbrio entre ação e tática.
Fome de sangue e consequências narrativas
A sede de sangue é uma mecânica central. À medida que a noite cai, Coen sente sua fome crescer — e cabe ao jogador decidir como saciá-la. Beber sangue de inimigos, inocentes ou mesmo animais pode trazer alívio, mas também consequências. Ignorar essa necessidade enfraquece suas habilidades e, nos piores momentos, pode levá-lo a perder o controle, colocando vidas — e a própria narrativa — em risco.
A escolha de como e quando alimentar-se molda não apenas a progressão do personagem, mas também o destino de outros personagens da trama, com eventos-chave podendo ser alterados por decisões tomadas sob pressão.
Gameplay
Transparência no desenvolvimento e o que vem por aí
As imagens mostradas durante a transmissão foram capturadas diretamente de uma build pré-beta no PC, sem retoques ou pós-processamento. A Rebel Wolves reforçou seu compromisso com uma comunicação honesta, mostrando o jogo como ele está hoje, e não como um produto idealizado. A intenção é acompanhar de perto a evolução do título até seu lançamento.
Além disso, a apresentação trouxe a faixa “Battle of Retribution”, parte da trilha sonora oficial composta por Nikola Kołodziejczyk. A música, já disponível no YouTube junto com a revelação oficial de gameplay, também fará parte da gravação em 4K do evento que será publicada em breve.
Com promessas de novas atualizações nos próximos meses, The Blood of Dawnwalker mostra que está disposto a entregar uma experiência densa, sombria e envolvente, onde cada decisão — seja em combate, diálogo ou sede — molda o destino de um mundo à beira do caos.
Honor of Kings acaba de receber sua maior atualização até agora: Honor of Kings Plus. Disponível a partir de 24 de junho, a nova versão transforma o MOBA mais jogado do mundo em uma experiência ainda mais personalizada e equilibrada — com direito a avatar customizável, ajustes no campo de batalha, tradução em tempo real e mudanças no Honor Pass. Tudo gratuito e baseado no feedback da comunidade.
Ser do Fluxo: crie seu herói e personalize sua jornada
A grande estrela da atualização é o Ser do Fluxo, um avatar inédito que os jogadores poderão customizar com roupas, acessórios, cabelos e até pôsteres 2D para compartilhar online. Ele vai além do visual: o Ser do Fluxo se adapta às funções de combate, podendo alterar bônus e habilidades durante a partida. Um verdadeiro camaleão tático.
Datas de lançamento:
Ser do Fluxo – Atirador: 24 de junho
Ser do Fluxo – Tanque: julho
Ser do Fluxo – Mago: julho
Sistema de recompensas agora valoriza sua performance
O Honor of Kings Plus traz uma mudança importante para quem joga sério. Agora, mesmo derrotas podem render Estrelas, caso o jogador tenha se destacado. Jogadas decisivas, como destruir o cristal sozinho ou manter alto desempenho em desvantagem numérica, poderão gerar avaliações elevadas (como SSS) e recompensas extras.
Entre os destaques:
Estrelas mesmo em derrotas
Reconhecimento para jogadas individuais
Avaliação mais transparente que a versão chinesa
Tradução em tempo real e acessibilidade para todos
A nova versão do jogo também facilita a comunicação entre jogadores. A partir de agora, Honor of Kings terá tradução instantânea e transcrição de voz para texto. A função já está disponível em chinês, inglês, indonésio e malaio — e o português está nos planos para o futuro.
Mudanças nas rotas, tropas e ritmo de jogo
O campo de batalha foi ajustado para deixar as partidas mais dinâmicas. Entre as principais mudanças:
Quatro tropas por onda na Rota do Meio
Fim do Duende fluvial central
Ajustes nos duendes laterais e espaciais
Rebalanceamento no Falcão de fogo
Supertropas com atributos reduzidos
Escudos de torres aprimorados
Teletransporte permanente com novo visual
Honor Pass renovado com mais recompensas e Elite grátis
O Honor Pass ganhou um sistema mais direto e baseado em ações: completar missões, alcançar Momentos de Destaque e campanhas rende experiência. E quem atualizar o jogo neste primeiro mês ganha um Elite Pass gratuito.
Destaques:
Novo passe temático da Honor of Kings World Cup (KWC)
Nível 1: Nuwa – Zyzgy Moonlight
Nível 80: Alessio EWC
Versão Deluxe oferece 398 fichas bônus
Visuais grátis e cupons para todos os jogadores
Entre os dias 28 e 30 de junho, todos os visuais lançados até 24 de junho estarão disponíveis para uso gratuito, incluindo skins lendárias e limitadas. Além disso, os jogadores poderão resgatar um voucher de 1688 fichas para comprar qualquer visual anterior a 2025 — exceto o recém-lançado Ying – Lança Cristalina.
Esse voucher pode ser obtido completando objetivos no evento Freebie Frenzy, já disponível no jogo.
Honor of Kings pode ser baixado gratuitamente para iOS (App Store), Android (Google Play) e Samsung Galaxy Store. Para acompanhar todas as novidades, siga o jogo nas redes sociais oficiais: Instagram, Facebook, X, YouTube e Twitch.
Durante o Nickelodeon Kids’ Choice Awards 2025, a SEGA surpreendeu os fãs com um anúncio de peso: personagens icônicos da Nickelodeon vão correr ao lado de Sonic e sua turma no novo Sonic Racing: CrossWorlds. O trailer revelado ao vivo trouxe uma amostra do que vem por aí — incluindo Bob Esponja Calça Quadrada em ação nas pistas, com direito a veículo temático e cenário inspirado na Fenda do Biquíni.
Essa parceria entre SEGA e Nickelodeon marca o início de uma campanha maior envolvendo as duas marcas e promete expandir ainda mais o alcance do multiverso de CrossWorlds. Além do crossover com Bob Esponja, o conteúdo também dará espaço para personagens de Avatar: A Lenda de Aang e As Tartarugas Ninja, reforçando o apelo nostálgico e multigeracional do game.
Edição Deluxe e Passe de Temporada: o que vem por aí?
Quem adquirir a Edição Digital Deluxe de Sonic Racing: CrossWorlds vai desbloquear o Passe de Temporada, que garante acesso a esse conteúdo da Nickelodeon. O pacote também inclui personagens e pistas de Minecraft, além de corredores da série animada Sonic Prime, da Netflix. Duas colaborações extras estão a caminho, mas ainda permanecem em segredo.
Com uma proposta que mistura fanservice e uma seleção de mundos e estilos distintos, Sonic Racing: CrossWorlds se posiciona como um dos títulos de corrida mais ambiciosos do ano.
Trailer
Multiverso sobre rodas
A SEGA aposta na fórmula dos crossovers para criar uma experiência vibrante e imprevisível. O resultado é uma pista onde mundos completamente diferentes colidem — e colidem com estilo. É possível que os próximos anúncios tragam ainda mais surpresas, já que a desenvolvedora promete divulgar mais detalhes em breve sobre o conteúdo da temporada e as colaborações futuras.
Sonic Racing: CrossWorlds está em pré-venda para diversas plataformas, com lançamento previsto ainda para 2025.
Olha, por essa a gente não esperava: Shadow Labyrinth é a prequela do capítulo dedicado ao Pac-Man da série Secret Level, da Amazon Prime, em que o clássico personagem da Bandai Namco, que faz 45 anos de idade em 2025, deixou de lado os fliperamas para habitar um mundo escuro e violento, cheio de monstros e referências a outros jogos da produtora.
Tivemos a oportunidade de conferir o jogo em um evento de prévia, a convite da Bandai Namco, podendo jogar alguns momentos específicos da nova aventura do “come come” mais famoso dos videogames. Confira abaixo o que achamos!
É tudo tão bizarro que quem sabe dê certo?
A primeira coisa que você nota quando começa a jogar Shadow Labyrinth é como o jogo é estranho visualmente. Uma mistura de animação 2D por marionete com elementos poligonais mais simples e com texturas de qualidade um tanto precária, a apresentação, à primeira vista, chega a incomodar um pouco. No entanto, essa primeira impressão acaba passando, conforme mais do jogo é revelado, como pudemos ver neste evento de preview.
Tivemos acesso a três arquivos salvos distintos, cada um nos colocando em pontos específicos do jogo e com poderes diferentes. No primeiro, encontramos o protagonista, um ser silencioso (por não ter uma boca, segundo o material complementar!) conhecido somente pelo apelido “Sétimo Espadachim” e PUK, o Pac-Man desse mundo estranho em que o jogo se passa, juntos explorando um vilarejo no que parece ser o subterrâneo. Aliados ao povo local, a missão da dupla é se infiltrar em uma base vizinha e derrotar o chefão.
Mas isso se mostrou ser bem difícil, já que Shadow Labyrinth se trata de um jogo nos moldes de Metroid e Castlevania: Symphony of the Night, um “metroidvania”, por assim dizer. Apesar da própria Bandai Namco não estar usando esse termo, é o que o jogo é, e foi só jogar um pouco para perceber isso, ainda mais depois de testar os outros dois arquivos salvos. Há um pulo duplo, você pode virar bolinha, que no caso do jogo é se transformar no Pac-Man clássico para comer as esferas que servem como moeda de câmbio, e ainda por cima, como Alucard, se transformar ainda em um monstrão super poderoso.
O mapa, ainda em desenvolvimento, imaginamos, dá a dica de onde ir, mas mesmo sem ele foi fácil achar a tal base, que é dividida em várias áreas complementares, cada uma com um objetivo distinto. Uma trouxe um desafio voltado ao combate, mostrando do que o jogo é capaz nesse quesito. Há habilidades de refletir, desvio e carregamento de ataques, que dão ao seu personagem razoável versatilidade, e são, de fato, uma das partes que mais gostamos da demo. Inclusive, um dos arquivos salvos nos colocou em uma sequência de lutas contra chefes onde o combate foi colocado à prova e até que agradou e imaginamos que fará o mesmo com aqueles que gostam de jogos do gênero.
Ou não?
Voltando pra base em questão: depois dessas batalhas, os próximos desafios se mostraram menos animadores. Principalmente, esse foi o caso da parte de plataforma. O grande problema aqui foi a falta de pontos de controle e do design duvidoso dela, em que a gente teve que passar por diversas sequências de rolamento automático, onde a tela se move por si só, com uma espécie de laser nos empurrando. Ao tocar nele, o personagem é colocado no início novamente, levando dano ainda por cima. Por ter controles um tanto soltos, o pulo no jogo é bem impreciso, o que, com plataformas pequenas e armadilhas logo abaixo delas, esperando você cair nelas, tornam toda a experiência um tanto frustrante…
Os momentos em que jogamos como PUK, correndo em barras eletrificadas e comendo, mas comendo muito, foram um pouco mais divertidas, mas ainda repletas de incômodos, já que a velocidade e movimentação frenética do personagem tornam a jogabilidade ainda mais complicada de se controlar. Com botões que abrem portas por tempo limitado no fim de verdadeiros labirintos a serem percorridos o mais rápido possível, onde um toque nos obstáculos nos colocava de volta ao começo, já dá para imaginar o tanto que demoramos para terminar essa seção da base, né? E sim, há algo parecido em outros metroidvanias da vida, mas nesse, em específico, isso se mostrou ainda mais frustrante, já que tudo acontece muito rapidamente e em repetição.
A última parte da base foi o que a Bandai Namco revelou serem “desafios de ambiente”, tranquilamente o segmento mais fácil de todos, em que, além de enfrentar alguns inimigos, tivemos que navegar o mapa e encontrar a saída, o que fizemos sem muita dificuldade. Com a terceira parte da chave em mãos, ou melhor, na bocarra de PUK, avançamos adiante, para enfrentar o chefe, uma versão repaginada da fantasminha Pinky, do jogo original de fliperama. Flutuando no ar, a luta mostrou-se bem mais tranquila do que a que chegamos a testar no terceiro arquivo salvo, que é baseada em outro clássico, Splatterhouse. Utilizando as mecânicas de batalha que falamos anteriormente, derrotamos a chefona e demos um fim à experiência de demonstração.
Enfim… o fim
Apesar da estranheza de se jogar uma versão tão fora do comum de um personagem icônico como Pac-Man, há esperança de que o jogo final nos cause uma impressão melhor do que a demo que jogamos. O combate foi, de longe, a melhor parte da nossa experiência durante esse evento, com uma movimentação suave, rápida e bastante flexível, ao contrário de todo o resto do que jogamos.
Ficamos na torcida para que, ao jogar desde o início e aprender tudo no ritmo que os desenvolvedores planejaram, que a experiência final seja ainda mais agradável, inclusive com relação aos aspectos dessa demo que não nos agradaram tanto. Pac-Man é um personagem muito querido por todos nós, por isso ele merece o melhor que há, não é mesmo? A Bandai Namco está prometendo um verdadeiro MCU de suas principais marcas dos fliperamas com a chegada desse jogo, resta saber como isso se dará.
Felizmente, não vai demorar muito para Shadow Labyrinth estar entre nós, para que a gente possa descobrir. O game chegará às lojas físicas e digitais em 18 de julho, em praticamente todas as plataformas atuais.
Agradecemos a assessoria da Bandai Namco do Brasil por nos ter convidado para o evento de preview e pelo envio de uma cópia do jogo para a produção desta matéria.
Apresentado na gamescom latam 2025, Earthion é uma volta ao passado com um jogo que resgata o estilo 16-bit, rodando nativamente no Mega Drive. Produzido pela Ancient Corporation, o jogo está sendo desenvolvido pelo estúdio fundado por ninguém menos que Yuzo Koshiro. Shoot ’em up 2D raiz, o jogo não ficará preso aos 16 bits, sendo lançado também para PCs e consoles modernos.
Com direção de Makoto Wada (Gotta Protectors) e produção do próprio Koshiro, Earthion estava disponível na gamescom latam 2025 apenas para jornalistas e, a convite da Masamune, pudemos jogar duas fases do novo jogo.
Jogando no Steam Deck, Earthion será lançado em português brasileiro e é um jogo de navinha tipicamente raiz. Com trilha sonora bem nostálgica e até uma voz que remete a jogos de Mega Drive como Phelios, Earthion é um olhar para jogos do passado ainda bem vivos, proporcionando um prazer imensurável de jogar algo com jeitão retrô, mas feito nos dias de hoje.
Trazendo uma animação bem fluida antes das fases, Earthion é muito gostoso de jogar e direto ao ponto, sendo claramente feito para quem cresceu com jogos como R-Type. Os sprites estão bem animados e chamam atenção pelo cuidado e pela completa sensação de nostalgia.
Ambas as fases que jogamos têm chefes ao final, dando uma prévia do que poderá ser o jogo completo. Com uma dificuldade média, Earthion transmite a sensação de estarmos jogando algo do passado — e parece ser exatamente essa a intenção da equipe de desenvolvimento.
O novo jogo contará com 8 fases de rolagem lateral, além de 27 faixas inéditas compostas por Koshiro, explorando ao máximo o potencial dos consoles de 16-bit.
A estética retrô está presente, com filtros e scanlines para simular TVs de tubo nos consoles modernos. Além disso, o jogo será lançado também para o Mega Drive, respeitando todas as limitações da época, mas funcionando perfeitamente nele.
Para completar a experiência, as ilustrações do jogo são assinadas por ninguém menos que Mitsuhiro Arita, conhecido por seus trabalhos nos cards de Pokémon e nos quadrinhos da Marvel.
Mesmo com poucas informações disponíveis e lançamento previsto para breve, Earthion é pura nostalgia — despertando aquele desejo de reviver lembranças que talvez nem tenhamos vivido.
Agradecimentos à Masamune pelo convite para testar o jogo.
Realizada entre os dias 1 e 4 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo, a gamescom latam 2025 chegou à sua segunda edição conquistando ainda mais relevância como evento voltado para a América Latina. Um feito que não apenas a consolidou como o maior evento de games da região, mas também trouxe um crescimento de público de 30%, ultrapassando os 130 mil visitantes em um novo espaço (o Anhembi), mostrando que a mudança foi certeira.
A feira representa uma evolução direta do BIG Festival, tradicionalmente o maior festival de jogos independentes da América Latina, que agora vive pelos corredores da gamescom latam 2025. O evento é resultado de uma parceria entre Koelnmesse, Omelete Company e a game, Associação Alemã da Indústria de Jogos.
Neste ano, a gamescom latam apostou forte nos jogos e foram muitos: mais de 400 títulos disponíveis durante todos os dias do evento. Tivemos a oportunidade de testar Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Hinokami Chronicles 2, Garena Delta Force, Assassin’s Creed Shadows, FragPunk, Solasta II, Double Dragon Revive e HUNTER×HUNTER NEN×IMPACT, entre muitos outros espalhados por toda a feira.
A troca do São Paulo Expo pelo Distrito Anhembi fez muito bem ao evento. O novo local, um dos centros de exposições mais modernos do Brasil, está mais bem localizado na cidade, o que facilitou o transporte tanto por vans quanto por aplicativos. (Confesso aqui minha torcida para que a CCXP, da mesma organização, também migre para o Anhembi no futuro.)
Quando o assunto é indústria, ela foi muito bem representada: Nintendo, Bethesda, Warner Bros. Games, Roblox, Supercell, Bandai Namco, SEGA, Epic Games, Ubisoft, Niantic, Konami, CD Projekt Red, entre outras. Algumas empresas que não têm os games como foco principal também se destacaram. A Claro, por exemplo, apostou em jogos na nuvem, karaokê japonês e outras ativações que agradaram bastante o público gamer.
Todo mundo sabe que a Nintendo deixou a desejar por não apresentar o Nintendo Switch 2 para o público brasileiro, mas compensou com diversos jogos. Tanto grandes títulos da casa quanto produções independentes, mantendo o posicionamento que vem reforçando em eventos recentes. Além disso, trouxe Donkey Kong Country Returns e colocou Donkey Kong e Mario para tirar fotos com o público, garantindo a diversão de crianças e adultos (como eu!).
E falando em Pokémon, teve balão da Equipe Rocket na área externa, estande com cards, Pokémon GO e muita nostalgia, reforçando a força da franquia além dos consoles e atraindo um público diversificado ao evento.
Com tantas atrações, não há dúvidas: a gamescom latam 2025 pode ser vista como uma versão turbinada dos anos anteriores. A organização fez a lição de casa e entregou sua melhor edição até agora.
Apesar dos muitos pontos positivos, é justamente na herança do BIG Festival que surgem alguns desafios. Criado no Centro Cultural Vergueiro, o BIG sempre foi um espaço onde era possível conversar diretamente com as equipes dos jogos independentes. Parte dessa essência ainda está presente, mas talvez não em sua melhor forma.
O destaque está não só na visibilidade internacional que o festival ganhou ao fazer parte da gamescom latam, como também no lançamento de mais de 120 jogos durante o evento. Essa diversidade é o que torna o BIG Festival essencial e obrigatório na programação da feira.
Espalhado por baias entre os estandes das grandes produtoras, o BIG Festival foi distribuído por todo o evento. Embora a proposta seja interessante, isso faz com que ele perca visibilidade e concorra com atrações mais chamativas.
Foto – Giuliano Peccilli
Sendo direto: eu adoro jogos indies, mas nem em 2024, nem agora em 2025, consegui aproveitar essa parte do evento como gostaria. O barulho e o fluxo intenso do restante da feira acabam tirando o foco da área indie, que merece muito mais atenção.
Sinceramente? O BIG Festival precisa de um espaço próprio para resgatar aquele clima de conexão entre jogador e desenvolvedor. A ideia presente na edição de 2025 é bonita, mas, na prática, não funcionou. Muitos estandes indies ficaram vazios, sem o público que mereciam.
Vale lembrar que o BIG Festival também contou com premiações e programação própria, incluindo o BIG Festival XR/VR sponsored by TNT Energy e o Panorama Brasil sponsored by Banco do Brasil. Nunca o festival esteve tão presente. E, como fã de jogos indies, fico feliz com esse crescimento dentro de um evento internacional.
Entre as novidades, um destaque foi a gamescom latam arcade arena em parceria com a Retrocon, que reafirma o caminho da feira em seguir os passos da “irmã mais velha” CCXP. A ideia é se tornar um verdadeiro HUB quando o assunto é games no Brasil.
Claro
Foto – Giuliano Peccilli
A Claro entrou com tudo no mundo dos games em 2024, com jogos na nuvem, planos de assinatura e até Tiago Leifert anunciando novidades. Em 2025, a marca voltou ainda maior, com um estande gigante e ativações diversas. Parcerias iam de inZOI, da Krafton, passando por Assassin’s Creed Shadows com a Ubisoft, até uma colaboração entre Diablo IV e Berserk. Com direito a ecobag temática e karaokê japonês, a Claro se destacou como uma das empresas que mais surpreenderam no evento, mesmo sem ser uma gigante dos games.
Foto – Giuliano Peccilli
Nintendo
Foto – Giuliano Peccilli
A Nintendo seguiu sua linha tradicional: trazer jogos para todos os públicos, incluindo lançamentos e títulos já conhecidos, que ainda despertam interesse no Nintendo Switch. Mesmo sem o tão esperado Switch 2, o estande da empresa foi bem planejado, com atividades para crianças e ativações criativas, como sacolas temáticas. A Big N fez o básico, mas fez bem, e se consolidou como uma das presenças mais marcantes do evento.
Muito além do público
O público vê os jogos, mas o que acontece nos bastidores também é importante. Em 2025, o evento contou com mais de 5 mil reuniões de negócios, reunindo mais de mil empresas e cerca de 3 mil profissionais da indústria. Um número que mostra como a feira também é um ponto de decisão importante para o futuro do setor.
Prefeitura e Estado de São Paulo são gamers
Foto – Giuliano Peccilli
Um diferencial da gamescom latam é a forma como a prefeitura e o governo do estado de São Paulo se envolvem com o evento. Estandes com jogos, palestras, podcasts, até café e chocolate quente como parte de ativações criativas mostram um esforço real em se comunicar com o público presente.
Foto – Giuliano Peccilli
Profissionais que fizeram a diferença
O evento também recebeu nomes de peso como Shuhei Yoshida, Bo Andersson Klint, Chris Charla, Guillaume Provost, Henk Rogers, Michael Steranka (Pokémon) e Rodrigo Pérez (Activision). Sem falar dos influenciadores que marcaram presença, como Gaules, Nyvi Estephan, Mustache, Flakes Power, ChefOtto, Bagi, Matt, FunBabe, Tixinha e Forsaken.
Hands-on
Foto – Giuliano Peccilli
A possibilidade de testar jogos antes do lançamento é um dos maiores atrativos da feira. A SEGA trouxe Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Hinokami Chronicles 2, enquanto a Arc System Works apresentou HUNTER×HUNTER NEN×IMPACT e Double Dragon Revive. Já a Bandai Namco montou um espaço só para ELDEN RING NIGHTREIGN, reforçando o foco em lançamentos futuros.
Muito além do evento
Com programação diária e mais de 20 horas de competições, a gamescom latam também alcançou quem não estava lá presencialmente. Foram mais de 10 milhões de pessoas impactadas pelas transmissões e cobertura de veículos como IGN, Terra, Meu PlayStation, Famitsu, Gamesindustry.biz, PlayTV, WooHoo, Omelete, Gamesbeat, Meristation e 3DJuegos.
Opinião
Foto – Giuliano Peccilli
A gamescom latam 2025 entregou uma edição muito mais estruturada e envolvente do que sua estreia. Sempre há algo a melhorar, mas a evolução foi clara em atrações, espaço e organização. Além disso, o evento funciona como vitrine de outras iniciativas do grupo Omelete. Telas de LED exibiram propagandas cruzadas com a CCXP, reforçando um intercâmbio interessante entre os eventos.
A parceria com a Retrocon também mostrou como colaborações pontuais podem ir além da casa, fortalecendo a cena como um todo.
Agradeço pela oportunidade de cobrir a gamescom latam 2025 e espero ter conseguido traduzir, em palavras, um pouco da grandiosidade do evento. Que venham as próximas edições!