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MARVEL Tōkon: Fighting Souls confirma X-Men e chega em agosto

Os X-Men estão oficialmente de volta aos videogames. Durante o State of Play, a Arc System Works revelou um novo trailer de MARVEL Tōkon: Fighting Souls, destacando a formação inédita dos Mutantes Indomáveis, equipe que marca o retorno dos X-Men em destaque dentro do jogo.

O fighting game será lançado para PlayStation 5 e PC no dia 6 de agosto de 2026, com pré-venda aberta a partir de 19 de fevereiro.

Uma nova formação dos X-Men para enfrentar a ameaça global

A narrativa de MARVEL Tōkon: Fighting Souls apresenta uma Terra à beira de uma nova catástrofe. Com parte dos X-Men fora de combate após eventos recentes, cabe a Tempestade, sob a orientação de Charles Xavier, reunir uma equipe alternativa para responder à ameaça iminente.

Assim surgem os Mutantes Indomáveis, uma formação enxuta, poderosa e marcada por conflitos internos, composta por Tempestade, Magik, Wolverine e Danger.

Mesmo perseguidos e temidos pela humanidade, os mutantes seguem defendendo um mundo que insiste em rejeitá-los, reforçando um dos temas centrais da franquia X-Men: identidade, preconceito e sacrifício.

Modo Episódio mistura quadrinhos, mangá e narrativa interativa

Além do foco nos combates, MARVEL Tōkon: Fighting Souls contará com um Modo Episódio, desenvolvido em colaboração com a Marvel Games. A proposta é apresentar uma história original que reúne heróis e vilões da Marvel, com forte destaque para os X-Men, em uma linguagem híbrida que mistura HQs ocidentais e mangá japonês.

A narrativa será apresentada por meio de quadrinhos animados, com dublagem em português brasileiro e outros nove idiomas, além de suporte a áudio espacial no PS5 e integração com os recursos táteis do controle DualSense.

Edições, pré-venda e conteúdo extra

Quem garantir o jogo na pré-venda receberá itens exclusivos de lobby, incluindo Manopla do Infinito, Baby Groot e a Prancha Cósmica.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls será lançado em 6 de agosto de 2026 para PS5 e PC.

Com informações do Blog Playstation BR

Jogo de John Wick é anunciado para PlayStation 5

O universo de John Wick vai ganhar um novo capítulo nos videogames. Durante uma comunicação oficial voltada à comunidade PlayStation, a Saber Interactive confirmou que está trabalhando em um jogo AAA inspirado na franquia estrelada por Keanu Reeves, com lançamento previsto para o PlayStation 5.

O título oficial, a data de lançamento e mais detalhes sobre a história ainda não foram revelados, mas o projeto já nasce como uma produção de grande escala, pensada para expandir o universo cinematográfico da saga.

Uma história inédita dentro da cronologia da franquia

O jogo está sendo desenvolvido em parceria direta com Chad Stahelski, diretor e principal responsável criativo pelos filmes de John Wick, além da Lionsgate. A proposta é entregar uma narrativa original que se encaixa em um período específico da linha do tempo da franquia, contribuindo de forma canônica para o universo já estabelecido no cinema.

Segundo a Saber, o roteiro está sendo criado em colaboração com Stahelski e a Lionsgate, misturando personagens já conhecidos dos fãs com figuras inéditas desenvolvidas exclusivamente para o jogo.

Ação cinematográfica levada ao controle

Os elementos que tornaram John Wick um fenômeno no cinema também estarão no centro da experiência interativa. O jogo aposta em ação intensa no estilo “gun fu”, combinando artes marciais e armas de fogo, além de perseguições de carro e cenários cinematográficos marcantes.

A equipe destaca um cuidado especial com enquadramentos de câmera, ritmo das cenas e construção de ambientes, buscando reproduzir a sensação de estar dentro de um filme da franquia. Para isso, um sistema de combate totalmente novo está sendo desenvolvido do zero, com foco em fluidez, impacto e precisão, características que definem o estilo de luta do personagem.

Neo noir, iconografia e imersão total

Os jogadores poderão explorar ambientes neo noir exuberantes, cheios de identidade visual e referências icônicas do universo John Wick. Cada local foi pensado para reforçar a atmosfera da franquia e servir como palco para confrontos intensos e coreografados.

O objetivo da Saber é borrar a linha entre cinema e videogame, criando uma experiência que faça o jogador se sentir, de fato, no papel do Baba Yaga, vivendo cenas de ação autênticas e jogáveis, sem perder o peso narrativo da saga.

Mais informações sobre o jogo de John Wick para PlayStation 5 devem ser divulgadas em breve. Até lá, a promessa é clara: uma adaptação ambiciosa, cinematográfica e fiel ao espírito da franquia.

Com informações do Blog Playstation BR

Tanjiro Kamado (Castelo Infinito) chega a Demon Slayer: The Hinokami Chronicles 2

A SEGA anunciou a chegada de Tanjiro Kamado em sua versão do arco Castelo Infinito como novo DLC de Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Hinokami Chronicles 2.

O personagem já está disponível para compra de forma individual por R$ 25,90 ou incluído no Passe de Personagens do Castelo Infinito (R$ 153,90). O pacote adiciona Tanjiro (Castelo Infinito) como personagem jogável no Modo Versus, além de novas fotos de perfil, falas e itens cosméticos.

A SEGA também confirmou que novos lutadores serão revelados ao longo do tempo como parte do passe de DLC, ampliando o elenco inspirado nos eventos mais recentes do universo Demon Slayer.

O conteúdo já pode ser adquirido, e o trailer oficial apresenta os movimentos e habilidades do personagem em combate.

Diamond Films lança Para Sempre Medo, novo terror de Osgood Perkins, nos cinemas em fevereiro

A Diamond Films estreia na próxima quinta-feira (19) nos cinemas brasileiros Para Sempre Medo (Keeper), novo longa de terror dirigido por Osgood Perkins, cineasta que ganhou projeção recente com Longlegs – Vínculo Mortal.

O filme marca uma nova colaboração do diretor com Tatiana Maslany (Orphan Black, Mulher-Hulk), agora em um terror psicológico que parte de uma situação íntima e aparentemente segura para conduzir o espectador a um território perturbador. Segundo Perkins, a obra investiga o que ele define como “uma masculinidade repugnante”, transformando o romance em ameaça constante.

Na trama, Liz (Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland**) viajam para uma cabana isolada para celebrar o aniversário de namoro. O clima acolhedor se rompe quando Malcolm precisa retornar às pressas para a cidade, deixando Liz sozinha. O isolamento, porém, é apenas o começo: forças ocultas e segredos inquietantes emergem, colocando em dúvida não apenas o relacionamento, mas a própria percepção de realidade da protagonista.

Com roteiro assinado por Nick Lepard, o elenco ainda conta com Claire Friesen, Birkett Turton e Erin Boyes.

Para Sempre Medo estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro.

007 First Light reimagina a origem de James Bond em novo trailer de história

A IO Interactive revelou durante o State of Play um novo trailer de história de 007 First Light, oferecendo um olhar mais aprofundado sobre sua abordagem inédita para a origem de James Bond. O jogo chega ao PlayStation 5 em 2026 e aposta em mostrar um Bond ainda em formação, antes do smoking, dos gadgets icônicos e do status lendário.

Aqui, a proposta é clara: contar a história do agente antes do número.

Um Bond antes do mito

Em 007 First Light, os jogadores assumem o papel de um jovem Bond no início da carreira, quando talento bruto, impulsividade e improviso ainda falam mais alto do que disciplina e protocolo. A narrativa acompanha seu recrutamento pelo MI6 e os primeiros testes que colocam à prova não apenas suas habilidades físicas, mas também seu julgamento e sua capacidade de tomar decisões sob pressão.

A IO Interactive construiu uma história original que funciona de forma independente, mas respeita o legado da franquia. O foco está nos momentos decisivos que moldam Bond como agente e como pessoa, explorando relações, conflitos internos e escolhas que começam a definir sua reputação.

O início do Programa 00

O trailer mostra Bond chamando a atenção do MI6 após eventos na Islândia, onde suas ações o colocam no radar como um possível recruta para o recém-reativado Programa 00. Ainda inexperiente e, muitas vezes, imprudente, ele precisa se adaptar rapidamente a um ambiente onde iniciativa nem sempre é recompensada e seguir ordens é regra absoluta.

Essa fase inicial é marcada por atritos constantes entre o instinto de Bond e as estruturas rígidas da espionagem britânica, criando tensão narrativa e identidade própria para o personagem.

M, mentores e conflitos internos

Mesmo entrando no mundo da espionagem de forma quase solitária, Bond encontra apoio em M, que enxerga seu potencial como alguém capaz de manter a cabeça fria quando tudo desmorona e concluir missões por qualquer meio necessário.

Em contraste, surge John Greenway, ex-agente 00 e instrutor do novo programa. Extremamente disciplinado e fiel às regras, Greenway representa o oposto da abordagem intuitiva e improvisada de Bond. O choque entre essas visões cria um dos eixos dramáticos centrais do jogo.

Uma ameaça global em ascensão

As diferenças ficam em segundo plano quando 009, um ex-agente britânico que se rebelou, reaparece como uma ameaça ativa. Ele se torna o primeiro grande teste real do Programa 00 em campo, forçando Bond e Greenway a trabalharem juntos.

A perseguição leva os jogadores a diferentes partes do mundo, das montanhas geladas dos Cárpatos ao mercado clandestino de Aleph, comandado pelo imprevisível Bawma, personagem interpretado por Lenny Kravitz.

Espionagem, escolha e liberdade

007 First Light aposta em uma experiência que mistura narrativa forte com áreas mais abertas, permitindo múltiplas abordagens para cumprir objetivos. O jogo alterna momentos guiados de história com espaços que incentivam criatividade, observação e proatividade, marcas já conhecidas do trabalho da IO Interactive.

A ideia é entregar uma fantasia de espionagem mais crua e humana, onde cada missão ajuda a construir o agente que Bond ainda está se tornando.

007 First Light chega ao PlayStation 5 e PlayStation 5 Pro em 27 de maio de 2026. Quem fizer a pré-venda garante upgrade gratuito para a Edição Deluxe.

Com informações do Blog Playstation BR

Yakoh Shinobi Ops é revelado com foco em ação furtiva cooperativa no State of Play

O primeiro trailer de Yakoh Shinobi Ops foi revelado durante o State of Play, apresentando um novo projeto de ação furtiva cooperativa desenvolvido pela Shueisha Games em parceria com a Acquire, estúdio conhecido por sua longa relação com jogos de ninjas e furtividade. O lançamento está previsto para 2027 no PlayStation 5.

O jogo aposta em uma experiência online cooperativa para até quatro jogadores, colocando os participantes no papel de shinobis infiltrados em territórios hostis, onde planejamento, coordenação e leitura do ambiente são tão importantes quanto a execução.

Infiltração em grupo é o centro da experiência

Em Yakoh Shinobi Ops, quatro shinobis atuam em conjunto para cumprir missões em áreas fortemente vigiadas. Soldados patrulham os cenários, armadilhas se escondem nas sombras e qualquer erro pode custar a missão inteira.

É possível jogar sozinho, mas a proposta do jogo deixa claro que sua força está na cooperação. O design incentiva que os jogadores combinem habilidades e dividam funções, criando situações que só podem ser resolvidas com trabalho em equipe.

A ideia é oferecer uma experiência de ação furtiva intensa e exigente, com ritmo tenso e decisões constantes, valorizando paciência, leitura de padrões e improviso.

O Perseguidor transforma cada missão em tensão constante

Um dos elementos centrais do jogo é a presença do Perseguidor, uma entidade implacável que caça os shinobis ao longo das missões.

Ele não pode ser derrotado. Ser alcançado significa morte imediata. Sua simples existência altera completamente a dinâmica das fases, mantendo os jogadores em estado constante de alerta.

Para sobreviver, é preciso reagir rapidamente. Encontrar esconderijos, se mover em silêncio, observar rotas alternativas e, quando necessário, abandonar o plano original para fugir em velocidade máxima.

Ninjutsu com funções bem definidas

Cada shinobi possui habilidades específicas de ninjutsu que influenciam diretamente o andamento da missão. Alguns exemplos mostrados incluem gancho de escalada para alcançar áreas elevadas, destruição de paredes para abrir novos caminhos, cortinas de fumaça para ocultar aliados e fogos de artifício usados como distração.

O sucesso depende da leitura do momento certo para usar cada habilidade. Nenhum personagem resolve tudo sozinho, e a adaptação constante da equipe às circunstâncias é fundamental.

Coordenação acima de tudo

O jogo exige comunicação e sincronização o tempo todo. Jogadores precisam compartilhar informações sobre a posição de inimigos, linhas de visão e rotas seguras antes de avançar.

A cooperação também se estende a ações como resgatar aliados abatidos, transportar companheiros até áreas inacessíveis e ativar dispositivos simultaneamente. A flexibilidade tática permite tanto a especialização quanto a sobreposição de funções, deixando que cada grupo encontre seu próprio estilo de abordagem.

Sobreviver também faz parte da missão

Em Yakoh Shinobi Ops, completar o objetivo não é suficiente. Voltar com vida é essencial. Deixar corpos para trás em território inimigo reduz drasticamente as recompensas, reforçando a importância da extração bem-sucedida.

A fase de fuga traz uma tensão diferente da infiltração. Com o tempo se esgotando, os jogadores precisam escapar da vigilância dos guardas e do Perseguidor até o ponto de extração, onde qualquer erro final pode anular todo o esforço anterior.

Progressão e personalização

Conforme os jogadores avançam, novos equipamentos e ferramentas são desbloqueados, permitindo a criação de arsenais personalizados. Testar combinações diferentes se torna parte do desafio, especialmente em missões de dificuldade crescente.

Yakoh Shinobi Ops chega ao PlayStation 5 em 2027. Até lá, o projeto se posiciona como uma tentativa clara de resgatar o espírito da ação furtiva ninja clássica, agora reinterpretada para uma experiência cooperativa moderna.

Com informações do Blog Playstation BR

Control Resonant revela novos detalhes da sua ação sobrenatural no State of Play

Durante o State of Play mais recente, a equipe de Control Resonant apresentou um novo trailer focado na ação e nos sistemas de gameplay do jogo. A prévia oferece um olhar mais aprofundado sobre Dylan em combate e sobre como o mundo reage e se rompe diante das forças sobrenaturais que atravessam a narrativa.

O vídeo mostra Dylan caçando um Ressonante na Zona de Incursão Ocidental, uma das áreas exploráveis logo no início da campanha. À primeira vista, o cenário parece reconhecível, mas rapidamente revela sinais de uma realidade sendo rasgada, com arquitetura instável e leis físicas que já não fazem sentido.

Zonas amplas, mas não um mundo aberto

Control Resonant não segue uma estrutura de mundo aberto tradicional. Em vez disso, o jogo é dividido em zonas amplas e bem definidas, cheias de atividades opcionais, combates secretos e descobertas escondidas.

A narrativa principal conduz o jogador, mas sempre deixando espaço para exploração. A Zona de Incursão Ocidental exemplifica bem essa proposta. Conforme o jogador avança, o ambiente se torna progressivamente mais distorcido, com prédios que se dobram, caminhos que se invertem e a gravidade se tornando imprevisível.

Dylan, Zoe e o peso da humanidade

Durante o trailer, uma voz acompanha Dylan em campo. Trata-se de Zoe de Vera, agente do FBC e uma das novas personagens centrais da continuação. Ela atua como contato operacional, oferecendo contexto e orientação enquanto a situação sai do controle.

A relação entre Zoe e Dylan é parte importante da história. Ao longo da campanha, o protagonista é constantemente levado a confrontar quem ele é, até onde vai seu poder e o que significa manter a própria humanidade em meio a uma crise sobrenatural que ameaça engolir tudo.

Movimento e habilidades em um mundo quebrado

Com Manhattan cada vez mais distorcida, atravessar as zonas deixa de ser apenas deslocamento e passa a ser um desafio mecânico. Dylan possui habilidades sobrenaturais que permitem navegar por espaços onde as leis da física simplesmente não funcionam mais.

As chamadas Anomalias Gravitacionais alteram completamente orientação e gravidade. Estradas podem surgir de cabeça para baixo, tetos viram pontes verticais e superfícies antes impossíveis passam a ser transitáveis. O jogador precisa reaprender o que é chão e identificar novos caminhos em um mundo em guerra contra a lógica.

O Aberrante e o fluxo de combate

O arsenal de Dylan gira em torno do Aberrante, uma arma branca sobrenatural e metamórfica. No trailer, ela assume diferentes formas, como Martelo, Lâminas, Foice e Punhos, oferecendo abordagens variadas para o combate. Outras formas existem, mas seguem em segredo por enquanto.

A progressão está diretamente ligada à construção do fluxo de combate. Novas formas do Aberrante, habilidades sobrenaturais e combos são desbloqueados ao longo do jogo. Sistemas de personalização mais profundos permitem especialização, reforçando técnicas favoritas e moldando o estilo de cada jogador, seja focado em combate terrestre ou aéreo.

Os Ressonantes entram em cena

O trailer também apresenta um dos grandes desafios do jogo: os Ressonantes. Essas criaturas são restos de indivíduos que um dia tiveram grande poder, agora corrompidos pela mesma força que ameaça a realidade.

Enfrentá-los é arriscado, mas essencial. Cada Ressonante derrotado concede uma nova habilidade de combate para Dylan, tornando esses confrontos peças-chave na progressão do personagem e dando sentido ao próprio nome do jogo.

Um começo de algo ainda mais estranho

A Zona de Incursão Ocidental é apenas uma pequena parte de uma jornada muito maior e mais perturbadora. A equipe promete revelar mais sobre Control Resonant nos próximos meses, conforme o lançamento se aproxima.

Control Resonant chega ao PlayStation 5 em 2026 e já pode ser adicionado à lista de desejos.

Com informações do Blog Playstation BR

Baralho de Harry Potter é relançado após sucesso entre fãs e colecionadores

Divulgação De caráter colecionável, cada carta capta a essência encantadora do universo de Harry Potter

O baralho de Harry Potter voltou ao mercado e não foi por acaso. Depois de esgotar rapidamente na primeira tiragem, a COPAG decidiu relançar o produto, atendendo a uma demanda que misturou nostalgia, colecionismo e vontade de tirar o jogo da tela.

O retorno reforça um movimento curioso: mesmo em um cenário cada vez mais digital, itens físicos ligados a grandes franquias continuam encontrando espaço quando conseguem acionar memória afetiva. E é exatamente nisso que o baralho aposta.

As cartas trazem referências diretas ao universo de Harry Potter, com duas propostas diferentes. A versão single deck utiliza ilustrações inspiradas no imaginário da saga, enquanto o double deck aposta nas imagens dos personagens vistas nos filmes. O resultado é um produto que funciona tanto como jogo quanto como item de coleção.

Mais do que um objeto para fãs, o baralho também dialoga com a busca por experiências mais simples e compartilhadas. Jogos de cartas seguem como um ponto de encontro fácil entre amigos e família — algo que não exige aprendizado complexo, nem longas horas de dedicação, apenas presença.

O relançamento também indica como marcas tradicionais vêm reposicionando seus produtos licenciados: menos foco em “novidade” e mais em permanência. Quando o apelo é forte o suficiente, não se trata de moda passageira, mas de algo que pode voltar ao catálogo sem perder relevância.

O baralho de Harry Potter já está disponível novamente na loja online da COPAG e em varejistas parceiros, nas versões single deck e double deck, incluindo um estojo duplo voltado especialmente para quem enxerga o produto além da mesa de jogo.

Crimson Moon tem primeiros detalhes de história e jogabilidade revelados no State of Play

Durante o State of Play desta semana, a ProbablyMonsters apresentou oficialmente Crimson Moon, um RPG de ação e aventura com forte estética gótica, previsto para chegar ao PlayStation 5 no fim de 2026. Junto do trailer de estreia, o estúdio também compartilhou os primeiros detalhes sobre o mundo, a narrativa e os pilares de gameplay do projeto.

Um mundo gótico à beira do colapso

Crimson Moon se passa em um universo sombrio habitado por anjos, demônios e deuses antigos. O jogador assume o papel de um Nephilim (um híbrido de anjo e humano) que serve à Ordem da Lua Vermelha, organização responsável por proteger o que restou da humanidade.

Após uma guerra devastadora contra a Legião Infernal, a humanidade sobreviveu graças aos Nephilim, nascidos de uma união proibida entre anjos e humanos. Agora, uma nova ameaça emerge na cidade ancestral de Gildenarch, tomada por uma corrupção crescente que precisa ser erradicada distrito por distrito.

A campanha leva o jogador a avançar pela metrópole amaldiçoada enfrentando mortos-vivos, vampiros e o retorno da própria Legião Infernal. Cada área libertada enfraquece a influência demoníaca e desbloqueia novos desafios, culminando no confronto contra Solomon Moore, o senhor dos vampiros e principal arquiteto da ruína de Gildenarch.

Combate brutal, técnico e expressivo

O combate é um dos pilares centrais de Crimson Moon. Bloqueios precisos, finalizações, artes angelicais e transformações fazem parte de um sistema pensado para recompensar habilidade, improvisação e domínio mecânico.

A proposta não é repetir desafios idênticos, mas enfrentar um mundo que reage, se adapta e oferece novas ameaças a cada incursão. O jogo aposta em confrontos de alto risco, com ritmo intenso e espaço para que cada jogador desenvolva seu próprio estilo de luta.

À medida que a cidade é retomada, o jogador sente o progresso tanto narrativo quanto mecânico, com sequências de combate cada vez mais complexas e violentas.

A base da resistência

Entre as missões, o jogador retorna ao Sanctus Clypeys, base de operações da Ordem da Lua Vermelha. É ali que fica a Mesa de Guerra, centro estratégico onde novas missões são planejadas conforme a influência da Legião Infernal avança.

Na base, é possível forjar armas e armaduras, ajustar equipamentos e se preparar para as próximas incursões. Conforme a história evolui, a própria Mesa de Guerra revela ameaças maiores, reforçando a sensação de uma guerra viva e em constante escalada.

Sozinho ou em cooperação

Crimson Moon pode ser jogado solo ou em modo cooperativo. No multiplayer, o jogo ajusta dinamicamente a dificuldade e a composição dos inimigos, garantindo que cada missão continue desafiadora, independentemente do número de jogadores.

Seja avançando em grupo ou sozinho, o objetivo permanece o mesmo: expulsar a escuridão e retomar Gildenarch.

Lançamento

Segundo o estúdio, Crimson Moon já está em fase avançada de desenvolvimento e tem lançamento previsto para o fim de 2026 no PlayStation 5. Mais informações sobre o jogo devem ser divulgadas nos próximos meses.

Com informações para Blog Playstation BR

Brigandine Abyss é revelado no State of Play e marca o retorno da série tática ao PlayStation

Durante o State of Play desta semana, a Happinet revelou oficialmente Brigandine Abyss, novo RPG de estratégia para um jogador que dá sequência a uma das séries táticas mais tradicionais da história do PlayStation. O jogo chega ao PS5 em 2026 e marca o retorno da franquia após seis anos desde Brigandine: The Legend of Runersia.

Criada originalmente em 1998 no PlayStation 1, a série Brigandine sempre foi conhecida por suas batalhas estratégicas em mapas de casas hexagonais, gestão de reinos e o uso de criaturas fantásticas no campo de batalha. Brigandine Abyss preserva esse DNA, mas promete expandir a fórmula.

Estratégia bélica em um mundo de fantasia

Em Brigandine Abyss, o continente de Meltitea está sob ameaça de um império expansionista. Seis protagonistas, cada um ligado a uma facção diferente, precisam resistir ao avanço dessas forças e mudar o destino do mundo.

O jogador pode escolher liderar qualquer uma dessas seis facções, tomando decisões estratégicas que afetam diretamente o rumo da guerra. As batalhas continuam sendo travadas em mapas hexagonais, com foco no posicionamento, no uso inteligente das unidades e na leitura do terreno.

O sistema clássico de tropas retorna com força total: são mais de 100 unidades diferentes, entre cavaleiros e monstros, cada uma com habilidades, atributos e afinidades próprias. Além disso, o novo título traz sistemas inéditos e que ainda não detalhados e prometem aprofundar ainda mais a estratégia.

Mais profundidade, mais conteúdo

Além das campanhas principais dos seis protagonistas, Brigandine Abyss também contará com missões secundárias dedicadas às 24 facções presentes no continente. Segundo os desenvolvedores, o volume total de conteúdo pode ultrapassar facilmente as 200 horas de jogo, atendendo tanto veteranos da série quanto novos jogadores.

Os gráficos em 3D ampliam a escala dos campos de batalha e ajudam a reforçar a sensação de guerra em larga escala, sem abandonar a leitura clara do tabuleiro, fundamental para um jogo desse gênero.

Uma nova equipe, o mesmo espírito

O produtor Masaru Saito reforça que Brigandine Abyss foi pensado para ser acessível até mesmo para quem nunca teve contato com a franquia. Cada jogo da série possui ambientação e personagens próprios, tornando este novo capítulo um bom ponto de entrada.

Segundo ele, o projeto nasce do trabalho de uma nova equipe de desenvolvimento, mas com total respeito ao legado da série e ao que tornou Brigandine especial ao longo dos anos.

Mais detalhes sobre Brigandine Abyss, incluindo a data exata de lançamento, devem ser divulgados futuramente.

Com informações do Blog Playstation BR

Por dentro dos sistemas de gameplay de 4:LOOP

4:LOOP nasce a partir de uma ideia simples, mas ambiciosa: criar um jogo que nunca se comporte da mesma forma duas vezes. Para Mike Booth, diretor criativo da Bad Robot Games, isso significa desenvolver sistemas que se adaptem às decisões dos jogadores e criem situações inesperadas, não só para quem está jogando, mas também para quem está desenvolvendo.

O resultado é um shooter roguelike cooperativo que aposta no improviso, no trabalho em equipe e no caos controlado. Em vez de sequências fixas ou soluções óbvias, 4:LOOP funciona como um sandbox de combate vivo, onde cada escolha altera o rumo da partida.

O que é 4:LOOP?

4:LOOP é um jogo de tiro roguelike cooperativo para até quatro jogadores. A história parte de um evento catastrófico: uma nave alienígena surge sobre a Terra e transforma 99,99% da humanidade em vidro, congelando o mundo no tempo.

Você faz parte do grupo que sobreviveu — e ainda não sabe exatamente por quê. A missão é tentar conter a invasão, entender o que está acontecendo e, se possível, salvar o planeta. Como em todo projeto da Bad Robot, o mistério é parte central da experiência.

O loop do gameplay

Decidir

No centro do gameplay está o mapa probabilístico, uma estrutura dinâmica que apresenta diferentes caminhos, missões e riscos. Cada nodo representa um tipo de missão com recompensas e desafios específicos.

Antes de avançar, o grupo vota coletivamente sobre qual caminho seguir, levando em conta o que pode aparecer pela frente. As escolhas moldam a progressão da partida e tornam cada loop mais tenso conforme a dificuldade aumenta.

Lutar

Depois da decisão, o time é teleportado para a missão escolhida. Os objetivos variam: hackear tecnologia alienígena, coletar recursos, resgatar sobreviventes ou simplesmente sobreviver ao ataque constante de inimigos.

A regra é clara: se ao menos um jogador chegar à zona de evacuação, o loop continua. Quem morre retorna à base, mas com penalidades físicas que precisam ser tratadas. Se ninguém sobrevive, a partida acaba.

Cada área culmina em uma batalha contra um chefe, e cada um deles exige estratégias diferentes, reforçando a importância de planejar bem equipamentos e funções do time.

Escolher recompensas

Ao retornar à base, os jogadores têm acesso a novas ferramentas, armas e aprimoramentos. Esse momento funciona como um ponto de reorganização da equipe, onde decisões erradas podem comprometer os próximos loops.

A Loja também entra como um elemento-chave, oferecendo equipamentos raros e a chance de redefinir o estilo de jogo no meio da partida.

Equipamentos e estratégias

4:LOOP oferece uma grande variedade de armas, habilidades e itens que podem ser combinados de maneiras criativas. Mobilidade, combate, furtividade, hackeamento e suporte convivem no mesmo sistema, permitindo que cada jogador adapte seu papel conforme a situação.

Não existe uma build “certa”. O jogo incentiva experimentação constante, e muitas vezes as melhores soluções surgem da improvisação.

Rejogabilidade como base

Nada em 4:LOOP é totalmente fixo. Cenários, objetivos, inimigos, recompensas, clima e horário do dia são gerados dinamicamente. Os sistemas interagem entre si, criando situações únicas a cada partida.

Essa combinação transforma cada loop em uma experiência diferente, onde errar faz parte do processo e aprender com o fracasso é essencial para avançar.

Atualmente, o jogo está com inscrições abertas para o beta fechado, previsto para PC e PS5. E o recado dos desenvolvedores é direto: não espere salvar o mundo no primeiro loop.

Com informações do Blog Playstation BR

“São Paulo Sociedade Anônima” ganha cartaz oficial para o relançamento na Sessão Vitrine Petrobras

A Vitrine Filmes divulgou o cartaz oficial do relançamento de São Paulo Sociedade Anônima, clássico dirigido por Luiz Sergio Person, que retorna aos cinemas brasileiros em cópia restaurada em 4K como parte da Sessão Vitrine Petrobras. O relançamento integra as comemorações pelos 60 anos do filme, um dos retratos mais marcantes da industrialização e do mal-estar urbano no cinema nacional.

A nova arte reforça o espírito inquieto da obra ao destacar Carlos, vivido por Walmor Chagas, personagem atravessado pela paisagem industrial de uma São Paulo que cresce rápido demais. Entre fábricas, promessas de ascensão social e relações fragmentadas, o filme acompanha o vazio de uma vida mecanizada nos anos 1950 e 60, quando a metrópole se impunha como força moldadora (e consumidora) de seus habitantes.

A restauração em 4K foi realizada em parceria entre Lauper Films, Cinemateca Brasileira e Cineteca di Bologna, com apoio da The Film Foundation e da Hobson Lucas Family Foundation. O projeto reafirma o compromisso da Sessão Vitrine Petrobras com a preservação do patrimônio audiovisual e com o acesso de novas gerações a obras fundamentais do cinema brasileiro.

Estreia em 26 de fevereiro de 2026 nos cinemas.