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Diablo comemora 30 anos com nova classe Bruxo e grandes atualizações em toda a franquia

A Blizzard Entertainment deu início às celebrações de 30 anos de Diablo com uma transmissão especial que apresentou mudanças profundas em toda a saga. O Destaque do 30º Aniversário revelou novidades para Diablo IV, Diablo Immortal e Diablo II: Resurrected, incluindo um lançamento surpresa já disponível e a introdução de uma nova classe que atravessa todas as eras da franquia.

O ano comemorativo culmina na BlizzCon 2026, marcada para setembro, mas o impacto começa agora.

O Bruxo surge como elo sombrio entre as eras

A principal revelação do evento foi o Bruxo, nova classe jogável que chega a Diablo IV, Diablo Immortal e Diablo II: Resurrected. Trata-se de um conjurador sombrio que manipula as forças do Inferno para voltar o próprio caos demoníaco contra seus mestres.

Cada jogo apresenta uma interpretação diferente do Bruxo, refletindo momentos distintos da história de Santuário. A proposta é mostrar a evolução dessa magia proibida desde suas origens mais arcanas até sua forma mais brutal e distorcida durante a Era do Ódio.

Diablo II: Resurrected recebe update histórico

Já disponível, Reign of the Warlock marca a maior atualização de conteúdo de Diablo II: Resurrected desde o relançamento. Além de introduzir o Bruxo — a primeira nova classe do jogo em mais de 25 anos — a atualização adiciona um novo desafio de fim de jogo.

Os jogadores podem escolher quais atos serão Aterrorizados, aumentando drasticamente a dificuldade e as recompensas. Chefes derrotados no Tormento podem revelar estátuas místicas que, combinadas, desbloqueiam uma batalha inédita contra os Ancestrais Colossais, criada para testar builds ao limite.

O update também traz melhorias de qualidade de vida, como filtros de saque, abas avançadas de baú e o novo sistema de Crônica, que registra feitos e oferece recompensas adicionais.

Andariel retorna em Diablo Immortal

Em Diablo Immortal, o ano de 2026 será marcado pelo arco Andariel Ressurge. A lendária Dama da Angústia retorna ao centro da narrativa, acompanhada da chegada do Bruxo em junho.

O roteiro inclui novas zonas, eventos, colaborações com outras franquias e o retorno de Lut Gholein, agora dividida entre distritos que refletem sua decadência infernal. A versão do Bruxo em Immortal é ligada à magia proibida dos Vizjerei e ao controle de demônios como a Devora-alma.

Diablo IV enfrenta Mefisto em nova expansão

A próxima expansão de Diablo IV, Lord of Hatred, chega em 28 de abril e coloca Mephisto no centro do conflito. A expansão introduz duas novas classes, Bruxo e Paladino, representando extremos opostos entre corrupção infernal e luz divina.

Além da narrativa, Diablo IV recebe uma grande evolução de sistemas. Os Planos de Guerra permitem personalizar atividades de fim de jogo, enquanto os encontros de Ódio Ressonante elevam a dificuldade com ondas crescentes de inimigos. O confronto final acontece na nova região de Skovos, inspirada em paisagens mediterrâneas ancestrais.

Mais detalhes sobre o Bruxo em Diablo IV serão revelados em uma transmissão ao vivo dos desenvolvedores no dia 5 de março.

30 anos depois, Diablo ainda dita o ritmo do gênero

Ao lançar conteúdo simultâneo para três gerações de jogos, a Blizzard transforma o aniversário de Diablo em mais do que uma celebração nostálgica. A chegada do Bruxo como classe transversal, aliada a expansões e sistemas inéditos, reforça a ambição de manter a franquia relevante e conectada entre passado, presente e futuro.

Paranormasight: The Mermaid’s Curse chega em 19 de fevereiro e aposta em terror japonês, sereias e mistério psicológico

A Square Enix anunciou Paranormasight: The Mermaid’s Curse, nova aventura de mistério e terror psicológico que será lançada em 19 de fevereiro de 2026. O título marca a expansão do universo criado em Paranormasight: The Seven Mysteries of Honjo e aposta em um cenário inédito: uma ilha costeira isolada, cercada por lendas sobre sereias e imortalidade.

Ambientado no Japão da era Showa, o jogo troca o ambiente urbano do título anterior por paisagens marítimas carregadas de simbolismo, superstição e tensão silenciosa.

Ilhas Ise-Shima, sereias e uma maldição antiga

A história se passa em agosto de 198X, nas Ilhas Ise-Shima. Um grupo de visitantes chega ao local por razões distintas, mas rapidamente se vê envolvido em rumores inquietantes sobre criaturas marinhas e um segredo capaz de conceder vida eterna.

Conforme os personagens exploram a ilha, seus destinos se entrelaçam em torno da chamada Maldição da Sereia, revelando uma verdade que mistura folclore japonês, crença popular e eventos sobrenaturais. O jogo constrói seu terror menos pelo choque e mais pela dúvida constante sobre o que é mito e o que é real.

Investigação, dedução e múltiplas perspectivas

Seguindo a identidade da série, The Mermaid’s Curse coloca o jogador no centro da investigação. A progressão depende da observação cuidadosa dos ambientes, da conexão entre pistas e da interpretação correta dos acontecimentos.

Entre os principais destaques de gameplay estão:
• Exploração panorâmica em 360 graus, permitindo examinar cenários de todos os ângulos
• Sistemas de investigação e dedução baseados em coleta de evidências
• Narrativa com múltiplos personagens jogáveis, oferecendo diferentes pontos de vista
• Mapa da História, que ajuda a organizar eventos, conexões e decisões

Essa estrutura reforça a sensação de paranoia e fragmentação, elementos centrais da experiência Paranormasight.

Showa, folclore e terror psicológico

A ambientação na era Showa volta a ser um dos grandes trunfos do jogo. O contraste entre o cotidiano aparentemente simples e o peso das lendas cria um clima de estranhamento constante. O folclore costeiro japonês, menos explorado nos games, serve como base para uma narrativa que dialoga com medo, fé e isolamento.

Visualmente, o jogo mantém o estilo contido e inquietante da série, usando enquadramentos, silêncio e composição para construir tensão, em vez de sustos fáceis.

Momento ideal para conhecer a série

Para novos jogadores, a Square Enix anunciou que Paranormasight: The Seven Mysteries of Honjo está disponível por tempo limitado com 75% de desconto no Steam e em dispositivos móveis. A promoção funciona como porta de entrada ideal antes do lançamento do novo capítulo.

Com lançamento marcado para 19 de fevereiro, Paranormasight: The Mermaid’s Curse surge como um dos títulos mais interessantes do mês para fãs de horror psicológico, mistério narrativo e folclore japonês.

Multiartista mineiro Andersen Viana lança livro pensado como matéria-prima para o audiovisual

O multiartista mineiro Andersen Viana lança Histórias Cinematográficas (Editora Sinete), um livro que se afasta deliberadamente da ideia de literatura como ponto final. A obra reúne sete narrativas concebidas como cenas filmáveis, argumentos abertos e experiências visuais, pensadas desde a origem para dialogar com o cinema e o audiovisual.

Desenvolvido ao longo de sete anos, o livro parte de uma premissa clara: escrever já imaginando enquadramentos, cortes, atmosferas e ritmo, como se cada texto fosse um embrião de filme.

Contos que funcionam como projetos audiovisuais

Cada narrativa é independente e antecedida por uma sinopse, recurso que aproxima o livro da lógica de apresentação de projetos cinematográficos. Em dois contos, Andersen aposta ainda em micro-histórias inseridas dentro da trama principal, estratégia comum no cinema contemporâneo e nas séries, que amplia as possibilidades de adaptação, fragmentação e releitura.

Os textos não pedem apenas leitura linear. Eles sugerem escolhas de câmera, locações e movimentos narrativos, funcionando como ponto de partida para curtas, médias ou longas-metragens — inclusive em formatos mais experimentais.

Gêneros, referências e imagética forte

Histórias Cinematográficas transita por thriller psicológico, suspense, realismo fantástico, terror, ficção científica e drama. As influências vão de Guimarães Rosa e Ariano Suassuna a Kafka, Edgar Allan Poe e Gene Roddenberry, criador de Jornada nas Estrelas.

Mais do que referências literárias ou cinematográficas diretas, o livro aposta em imagens mentais fortes. A ação, o espaço e o tempo são tratados como motores da narrativa, reforçando o caráter visual dos contos.

Arte total em tempos de imagem

Para Andersen Viana, o livro dialoga com um contexto histórico em que o audiovisual ocupa posição central. “Desde o cinema falado, entramos definitivamente na era do audiovisual”, afirma o autor. Histórias Cinematográficas se insere, assim, em um projeto interdisciplinar mais amplo, no qual música, cinema, literatura, performance e artes visuais se contaminam mutuamente.

A proposta não é adaptar a literatura ao cinema, mas criar um território híbrido onde as linguagens já nascem atravessadas.

Leitura crítica e recepção

O cineasta, ator e professor Cláudio Costa Val destaca o caráter cinematográfico da obra ao definir os contos como “vários filmes”, capazes de conduzir o leitor por ambientes inesperados, ações imprevisíveis e atmosferas densas, tensionadas entre poesia e estranhamento.

A observação reforça a ideia de que o livro não funciona apenas como coletânea de histórias, mas como um conjunto de propostas narrativas abertas.

Reconhecimento no audiovisual

Com mais de 50 prêmios e distinções internacionais, Andersen Viana também tem trajetória consolidada no cinema. Seu filme-ópera Pitágoras de Samos circulou por festivais na Europa, Américas, Ásia e Oriente Médio, acumulando premiações em categorias como direção, roteiro e trilha sonora.

Essa experiência transparece no livro, que assume sem pudor sua condição híbrida entre literatura e audiovisual.

Um convite à adaptação e à experimentação

Voltado tanto a leitores quanto a roteiristas, diretores e profissionais do audiovisual, Histórias Cinematográficas se apresenta como um livro que convida à transposição de linguagem. A obra estimula explicitamente a filmagem das cenas sugeridas — inclusive com celulares — reforçando a ideia de que o texto é matéria-prima, não produto final.

Em um cenário em que fronteiras entre mídias se tornam cada vez mais porosas, o livro de Andersen Viana surge menos como ponto de chegada e mais como disparador criativo.

Histórias Cinematográficas está à venda no site da Editora Sinete.

Anime Friends 2026 confirma Mika Chiba e Ryoma Sasaki e completa o elenco de Cybercop no Brasil


O Anime Friends 2026 confirmou oficialmente Mika Chiba e Ryoma Sasaki como convidados do evento. Com isso, o festival passa a reunir o elenco principal completo de Cybercop – Os Policiais do Futuro (Dennou Keisatsu Cybercop), que marcou profundamente a TV aberta nos anos 1990.

Não é exagero falar em encontro histórico. Reunir os protagonistas de Cybercop fora do Japão sempre foi algo tratado como improvável, quase folclórico entre fãs. Em 2026, isso vira programação oficial aqui no país.

Cybercop além do tokusatsu tradicional

Produzida pela Toho e exibida no Japão entre 1988 e 1989, Cybercop surgiu em um momento de mudança do gênero. Em vez de fantasia ou monstros gigantes, a série apostava em um futuro próximo, tecnologia, computadores e crimes digitais. O visual urbano e as armaduras de combate davam à produção um tom mais próximo da ficção científica cyberpunk do que do tokusatsu clássico.

A trama acompanha a criação da divisão especial ZAC, formada para enfrentar o avanço do crime tecnológico em Tóquio. Para isso, a polícia passa a usar as Unidades Cyber, armaduras de alta potência que transformam seus agentes em soldados de elite. A chegada de Júpiter, um combatente vindo do futuro, amplia a escala da história e introduz temas como viagem no tempo, inteligência artificial e o conflito entre humanos e máquinas.

Mika Chiba e o coração da equipe

Mika Chiba interpretou Tomoko Uesugi, personagem sem armadura própria, mas essencial para o funcionamento da equipe. Tomoko era responsável pelas ativações, pela estratégia e pelo equilíbrio emocional do grupo, funcionando como o centro humano da série.

Além da atuação, Chiba também marcou época ao cantar Shooting Star, tema de encerramento de Cybercop, que se tornou um dos elementos mais lembrados da série no Brasil. Após o tokusatsu, ela construiu carreira como atriz e cantora, com reconhecimento também fora do Japão.

Ryoma Sasaki e a precisão de Mercúrio

Ryoma Sasaki deu vida a Osamu Saionji, o Mercúrio, o mais silencioso e veloz dos Cybercops. Seu personagem aparecia menos, mas se destacava pela eficiência e pelo perfil contido, contrastando com os colegas mais expansivos.

Sasaki também integrou o elenco de outras produções importantes do gênero, como Dairanger e Ultraman Tiga, consolidando sua ligação com fases decisivas do tokusatsu nos anos 1990.

Cybercop no Brasil e o peso da memória afetiva

No Brasil, Cybercop estreou em 1990 na extinta Rede Manchete, dentro do Clube da Criança, licenciada pela Sato Company. A série rapidamente conquistou bons índices de audiência e passou a integrar o imaginário da chamada geração Manchete, ao lado de outros títulos japoneses exibidos pela emissora.

O sucesso rendeu reprises, exibições regionais, versões em quadrinhos publicadas pela Editora Abril e até planos de adaptações nacionais que nunca saíram do papel. Décadas depois, Cybercop segue sendo uma das séries mais citadas quando o assunto é tokusatsu no Brasil.

O reencontro no Anime Friends 2026

Com Mika Chiba e Ryoma Sasaki, o Anime Friends 2026 reúne os quatro protagonistas da série durante os quatro dias do evento, entre 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Estão previstos painéis especiais e sessões de Meet & Greet, com foco em bastidores, curiosidades das gravações e na relação duradoura entre Cybercop e o público brasileiro.

Ao fechar esse elenco, o Anime Friends não apenas aposta na nostalgia. Ele reconhece um legado que ajudou a formar o gosto de uma geração inteira por ficção científica, tecnologia e cultura pop japonesa.

Serviço – Anime Friends 2026

Quando: 2 a 5 de julho de 2026
Onde: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Ingressos: à venda a partir de 6 de fevereiro, às 12h, pela Ticket360
Mais informações: animefriends.com.br

Anoushka Shankar estreia no Brasil com três shows em março e traz o sitar para o centro da cena contemporânea

Anushka Menon

Pela primeira vez no Brasil, Anoushka Shankar realiza uma turnê por três capitais em março de 2026. As apresentações acontecem em Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03), marcando um momento histórico para a música indiana no país.

Com 14 indicações ao Grammy e mais de três décadas de carreira, Anoushka é hoje uma das artistas mais relevantes no diálogo entre tradição clássica e linguagem contemporânea no cenário global.

Legado, herança e identidade própria

Filha de Ravi Shankar, responsável por apresentar a música clássica indiana ao Ocidente nos anos 1960, Anoushka cresceu cercada por uma tradição musical centenária. Ainda assim, construiu um caminho autoral que vai além da herança familiar.

Ela também é meia-irmã de Norah Jones, outra artista que levou o sobrenome Shankar a públicos globais, ainda que por uma estética completamente diferente. Se Ravi abriu portas, Anoushka atravessou novas fronteiras, levando o sitar ao século XXI.

Do clássico indiano ao mundo

A obra de Anoushka Shankar transita com naturalidade entre a música clássica indiana, o jazz, a música de concerto e a eletrônica. Ao longo da carreira, colaborou com nomes como Herbie Hancock, Sting, Patti Smith, Joshua Bell e Arooj Aftab, sempre mantendo o sitar como eixo central de sua linguagem.

Indicada ao Grammy em diversas categorias, ela se tornou a primeira mulher indiana a se apresentar e a apresentar uma categoria na premiação, um feito simbólico dentro de uma indústria historicamente pouco diversa. Entre outros reconhecimentos, recebeu honrarias da Royal Academy of Music e um doutorado honorário pela Universidade de Oxford.

A trilogia mais recente e o repertório da turnê

Os shows no Brasil devem trazer composições da trilogia mais recente da artista: Chapter I: Forever, For Now, Chapter II: How Dark It Is Before Dawn e Chapter III: We Return to Light. Os três trabalhos aprofundam sua pesquisa sonora entre ancestralidade e contemporaneidade, com atmosferas imersivas e forte carga emocional.

É uma fase de maturidade artística, em que Anoushka transforma o sitar em ferramenta narrativa para temas como identidade, pertencimento e transformação.

Datas, locais e ingressos

A turnê brasileira passa por espaços emblemáticos:

Curitiba – 21 de março de 2026
Local: Ópera de Arame
Evento: Curitiba Jazz Sessions
Ingressos: meaple.com.br

Porto Alegre – 22 de março de 2026
Local: Teatro do Bourbon Country
Ingressos: uhuu.com

São Paulo – 25 de março de 2026
Local: Cine Joia
Ingressos: meaple.com.br

Um encontro raro com o público brasileiro

A chegada de Anoushka Shankar ao Brasil não é apenas a estreia de uma artista internacional. É a chance de ver de perto uma musicista que redefiniu o papel do sitar no mundo contemporâneo, conectando tradição, experimentação e emoção em performances que fogem de qualquer rótulo fácil.

Para o público brasileiro, trata-se de um encontro raro com uma artista que carrega história, mas fala diretamente com o presente.

Teatro Iguatemi abre a temporada de 2026 com show intimista de Zeca Veloso e participação de Caetano Veloso

Zeca Veloso/ Crédito Elisa Maciel

O Teatro Iguatemi abre oficialmente sua temporada de 2026 no dia 7 de março com um show exclusivo de Zeca Veloso, que contará com participação especial de Caetano Veloso. A apresentação inaugura o calendário do espaço com um encontro simbólico entre gerações da música brasileira.

O show marca o primeiro compromisso de Zeca nos palcos após o lançamento de Boas Novas, seu álbum de estreia em carreira solo, apresentado ao público em novembro de 2025.

Boas Novas e um novo momento artístico

Aos 33 anos, Zeca Veloso vive uma fase de afirmação autoral. Depois de ganhar projeção nacional com a canção Todo Homem, apresentada no espetáculo Ofertório ao lado do pai e dos irmãos Tom e Moreno, o artista agora aprofunda sua identidade musical em um repertório próprio.

No palco do Teatro Iguatemi, Zeca se apresenta em formato intimista, alternando voz, violão e piano. Além das faixas de Boas Novas, o repertório inclui canções de compositores que influenciaram sua formação, criando um diálogo direto entre tradição e contemporaneidade.

A apresentação funciona também como um prólogo da turnê Boas Novas, que passa a circular com banda completa a partir de abril, marcando o primeiro contato do público com essa nova fase do artista.

Participação especial de Caetano Veloso

A presença de Caetano Veloso adiciona uma camada simbólica ao espetáculo. Mais do que uma participação pontual, o encontro no palco reforça a dimensão afetiva e artística que sempre atravessou a trajetória de Zeca, agora em um contexto em que o filho assume o centro da cena.

É um momento que deve dialogar tanto com fãs históricos da música brasileira quanto com um público mais jovem que acompanha o surgimento de novos compositores.

Um teatro pensado para proximidade

Localizado no décimo andar do Shopping Iguatemi São Paulo, o Teatro Iguatemi foi inaugurado em 2025 e segue o conceito de Teatro Arena, privilegiando a proximidade entre artista e plateia. O espaço foi projetado para experiências imersivas, com acústica cuidadosamente trabalhada e isolamento de ruídos externos.

Assinado pela Gurian Arquitetura, o projeto alia funcionalidade e sensorialidade, permitindo que o teatro receba desde shows musicais até palestras e encontros culturais, sempre em formato intimista.

Ingressos e informações

As vendas gerais começam em 11 de fevereiro. Clientes Bradesco Principal com cartões Amex e Iguatemi One têm direito a 20% de desconto. Os ingressos estão disponíveis pela Sympla.

O Teatro Iguatemi conta com 239 lugares, além de assentos e espaços destinados a pessoas com mobilidade reduzida, pessoas obesas e cadeirantes, totalizando capacidade para 258 pessoas. A infraestrutura inclui bomboniere e chapelaria.

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/116097

Ficha Técnica:
239 lugares
03 assentos para P.O. (pessoas obesas)
11 assentos para M.R. (pessoas com mobilidade reduzida)
05 espaços para P.C.R. (pessoa em cadeira de rodas)
Total: 258 pessoas
Infraestrutura de apoio: bomboniere e chapelaria

Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano, São Paulo 10º andar – acesso – elevadores centrais.

Show histórico em São Paulo vira evento cinematográfico em L.I.V.E. in São Paulo, novo projeto do Bring Me The Horizon

O maior show solo do Bring Me The Horizon acaba de ganhar uma nova vida. A banda anunciou Bring Me The Horizon: L.I.V.E. in São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment), um evento cinematográfico que transforma a apresentação histórica realizada no Allianz Parque em uma experiência pensada para a tela grande.

O filme será exibido nos cinemas do mundo todo em apenas duas datas, 25 e 28 de março. Os ingressos entram em venda no dia 11 de fevereiro, às 11h no horário de Brasília, pelo site oficial bmth.live.

Um filme concerto que vai além do palco

Descrito pela própria banda como o melhor show de sua carreira, L.I.V.E. in São Paulo não se limita a registrar a apresentação. O projeto expande o universo visual da era POST HUMAN, misturando produção cinematográfica, imagens aéreas de drone, múltiplas câmeras e gravações feitas pelos próprios fãs.

O resultado se distancia do formato tradicional de filme concerto. Aqui, a proposta é criar uma narrativa imersiva, com personagens recorrentes do imaginário da banda como E.V.E, Selene e M8, transformando o show em uma experiência híbrida entre música, cinema e arte digital.

Direção, parceiros e escala global

O filme é codirigido pelo coletivo CiRCUS HEaD e apresentado pela Trafalgar Releasing, em parceria com a Sony Music Vision e a RCA.

A iniciativa reforça a tendência de grandes artistas levarem experiências ao cinema como eventos globais, com sessões limitadas e foco em engajamento de fãs, mais do que em exibições tradicionais de longa duração.

Uma viagem por toda a carreira

O repertório percorre praticamente todas as fases do Bring Me The Horizon, passando por faixas de Sempiternal e That’s the Spirit, avançando por amo e culminando na estética e no peso da série POST HUMAN. É um recorte que ajuda a entender como a banda se reinventou ao longo dos anos sem perder identidade.

Com mais de 6,6 milhões de álbuns vendidos e 9,4 bilhões de streams acumulados, o grupo usa L.I.V.E. in São Paulo para cristalizar um momento específico de sua trajetória, com o público brasileiro ocupando papel central.

Álbum ao vivo também chega em abril

Além do filme, a banda anunciou o lançamento físico e digital de L.I.V.E. IN SÃO PAULO, previsto para 10 de abril. O álbum estará disponível nas principais plataformas de streaming e também em vinil e CD DVD, capturando a escala e a intensidade do show que lotou o Allianz Parque com cerca de 50 mil pessoas.

A tracklist reúne 24 faixas, incluindo momentos de interlúdio e versões ao vivo de músicas como MANTRA, Shadow Moses, Kingslayer, Drown e Throne, reforçando o caráter de documento definitivo dessa fase da banda.

Tracklist

  1. (Interlude) Press Start – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  2. DArkSide – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  3. MANTRA – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  4. Happy Song – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  5. Teardrops – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  6. AmEN! – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  7. (Interlude) Project Angel Dust – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  8. Kool-Aid – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  9. Shadow Moses – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  10. [ost] (spi)ritual – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  11. n/A – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  12. Sleepwalking – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  13. Itch for the Cure (When Will We Be Free?) – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  14. Kingslayer – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  15. Parasite Eve – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  16. Follow You – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  17. LosT – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  18. Can You Feel My Heart – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  19. (Interlude) You People Are All Doomed – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  20. Doomed – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  21. (Interlude) Aura Gauger – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  22. Drown – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)
  23. Throne – L.I.V.E. In São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)

Pôster

Quando e onde assistir

A lista completa de cinemas participantes será divulgada no site bmth.live junto com os links de compra. Os fãs podem se cadastrar para receber alertas e garantir ingresso assim que as vendas abrirem.

Arkheron lança demo gratuita no Steam Vem Aí a partir de 20 de fevereiro

A Bonfire Studios confirmou que Arkheron, seu jogo de estreia, ganhará uma demo gratuita durante o festival Steam Vem Aí. A demonstração estará disponível no PC via Steam a partir de 20 de fevereiro e poderá ser jogada até o encerramento do evento, em 2 de março.

Será a primeira vez que o estúdio abre o jogo ao público geral, transformando o festival em um grande campo de testes para quem gosta de PvP competitivo com identidade própria.

15 times, uma torre e nenhuma segurança

Em Arkheron, a lógica tradicional de classes fixas ou papéis definidos simplesmente não existe. Quinze equipes formadas por três jogadores iniciam a escalada de uma torre misteriosa e hostil, enfrentando tanto monstros quanto outros times para avançar de andar.

A progressão acontece em tempo real. As builds são moldadas ao longo da partida a partir de itens encontrados no caminho, que liberam habilidades e estilos de jogo distintos. Cada decisão importa, porque o que você carrega agora define suas chances no próximo confronto.

No fim, apenas dois times chegam ao topo. Ali, não há segunda chance: é tudo ou nada.

Ação precisa e jogo de equipe

Arkheron aposta em combate de alta precisão e forte dependência de coordenação entre os jogadores. Não basta ter reflexo rápido. Sobreviver exige leitura de cenário, adaptação constante e sinergia com o time, especialmente conforme as builds ficam mais complexas a cada andar da torre.

A inspiração em battle royales está presente, mas o foco aqui é menos sobrevivência passiva e mais confronto direto. Cada vitória precisa ser conquistada no braço, sem atalhos.

O que muda nesta demo

A versão disponível no Steam Vem Aí não é a mesma dos testes alpha anteriores. A Bonfire Studios promete mudanças relevantes, incluindo novos sistemas, ajustes de balanceamento e dois novos sets de itens Eternos, que ampliam significativamente as possibilidades de builds.

Segundo o estúdio, essa demo representa a visão mais próxima do Arkheron que chegará às próximas fases de teste. As notas completas de atualização estarão disponíveis no site oficial do jogo.

O caminho após o festival

Encerrado o Steam Vem Aí, a Bonfire Studios deve divulgar mais detalhes sobre o beta fechado de Arkheron no PC, que contará com Partidas Ranqueadas. Jogadores interessados em seguir na escalada poderão se inscrever diretamente no site oficial.

Starship Troopers: Ultimate Bug War! chega em 16 de março e convoca jogadores para a guerra contra os insetos

A Federação dos Cidadãos Unidos voltou a recrutar. Starship Troopers: Ultimate Bug War! será lançado em 16 de março para PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, apostando em um FPS retrô que mistura nostalgia dos anos 90 com ritmo agressivo de arcade moderno. A demo já pode ser baixada no PC, deixando claro desde o primeiro minuto que aqui não há espaço para diplomacia. Só balas, explosões e insetos gigantes.

O jogo é publicado pela Dotemu e desenvolvido pela Auroch Digital, estúdio que já mostrou intimidade com o gênero em Warhammer 40.000: Boltgun. O pedigree explica muito do que se vê em tela.

FPS retrô com sangue, pixel e caos

Ultimate Bug War! segue a cartilha clássica do tiro em primeira pessoa, mas com liberdade moderna. As missões acontecem em áreas abertas, permitindo escolher rotas, descobrir objetivos secundários, defender zonas estratégicas e resgatar soldados antes que virem estatística da guerra.

O arsenal é generoso e nada sutil. São 14 armas disponíveis, incluindo o icônico rifle Morita, além de 11 tipos de suportes táticos e até o uso de um bípede mecânico pilotável, o M7 Razorback. Tudo embalado em um visual 3D pixelizado que não tenta ser realista, mas entrega impacto, legibilidade e muito exagero.

A demo já mostra a que veio

A versão de demonstração leva o jogador à Praia Zegema, um antigo paraíso turístico agora dominado por aracnídeos hostis. O cenário funciona como cartão de visitas: hordas agressivas, inimigos de diferentes classes, ritmo acelerado e a sensação constante de que a munição nunca é suficiente.

É o tipo de demo que não ensina com calma. Ela joga o jogador direto no fogo cruzado e espera que ele aprenda sobrevivendo.

Johnny Rico está de volta ao campo

O novo trailer de gameplay traz uma mensagem direta do General Johnny Rico, interpretado novamente por Casper Van Dien, conectando o jogo ao universo do clássico Starship Troopers. A campanha acompanha a Major Samantha Dietz, vivida por Charlotta Mohlin, durante a Primeira Guerra Interestelar, revisitando eventos e batalhas mencionados no longa original.

A narrativa não tenta reinventar a franquia. Ela reforça o discurso militarista exagerado, a propaganda explícita e o tom quase satírico que sempre definiram Tropas Estelares.

Trailer

Pré venda física e dever cívico

As pré vendas das edições físicas já estão abertas para PlayStation 5 e Nintendo Switch 2, enquanto jogadores de PC podem adicionar o título à lista de desejos na Steam. Para quem gosta de FPS old school, Ultimate Bug War! parece menos interessado em modernizar o gênero e mais focado em lembrar por que atirar em tudo que se mexe ainda funciona tão bem.

“Missão Refúgio” aposta em ação crua e confirma Jason Statham em fase afiada sob direção de Ric Roman Waugh

Em Missão Refúgio, Jason Statham retorna ao tipo de papel que o transformou em referência do cinema de ação contemporâneo. Aqui, menos ironia e mais peso dramático. O ator interpreta Mason, um homem que escolheu o isolamento absoluto como forma de sobreviver aos próprios traumas, até ser arrastado de volta à violência por uma decisão que não pode evitar.

Dirigido por Ric Roman Waugh, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Diamond Films.

Um filme de ação que não corre do drama

A trama acompanha Mason vivendo em uma ilha remota, longe de qualquer contato humano. Durante uma tempestade, ele salva Jesse, uma garota interpretada por Bodhi Rae Breathnach. O gesto dispara uma perseguição violenta e constante, colocando os dois na mira de inimigos que não negociam.

O filme constrói sua tensão a partir desse deslocamento forçado: um homem que não quer mais lutar, mas precisa fazê-lo para proteger alguém que simboliza uma segunda chance. A ação é direta, física e sem excesso de estilização, enquanto o roteiro insiste em puxar Mason de volta aos erros e perdas que ele tentou enterrar.

Ric Roman Waugh e a parceria com Statham

Conhecido por comandar thrillers de ação como a franquia Destruição Final, Waugh define Statham como o parceiro ideal para esse tipo de narrativa. Em entrevista ao IGN, o diretor descreve o ator como alguém capaz de unir presença física e entrega emocional, chamando a colaboração de “uma dança” entre intérprete e câmera.

Essa confiança se reflete na condução do filme. Waugh não tenta reinventar o gênero, mas trabalha com precisão seus códigos: perseguições tensas, confrontos secos e personagens que falam pouco, mas carregam muito.

A relação que muda o tom do filme

O diferencial de Missão Refúgio está na relação entre Mason e Jesse. É ali que o filme desacelera e ganha densidade. Para o The Hollywood Reporter, o crítico Frank Scheck destaca que as cenas entre Statham e Breathnach adicionam uma camada sensível à narrativa, capaz de ampliar o alcance do astro para além do público habitual da ação.

Essa dinâmica transforma o filme em algo mais próximo de um drama de sobrevivência do que de um simples exercício de violência estilizada.

Elenco de apoio e contexto industrial

Além de Statham e Breathnach, o elenco reúne nomes experientes como Bill Nighy, Naomi Ackie e Harriet Walter, reforçando o peso dramático da produção.

Distribuído pela Diamond Films, Missão Refúgio chega ao circuito brasileiro como mais um exemplo de ação mid-budget que aposta menos em exageros e mais em personagens marcados por perdas, uma tendência cada vez mais comum no gênero.

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Estreia no Brasil

Missão Refúgio estreia nacionalmente em 12 de março, exclusivamente nos cinemas. Para quem acompanha a carreira de Jason Statham, o filme não promete ruptura, mas entrega algo talvez mais interessante: refinamento.

Com Bella Campos e Xamã, “Cinco Tipos de Medo” ganha trailer após vitória em Gramado

Vencedor de quatro Kikitos no último Festival de Cinema de Gramado, o longa brasileiro Cinco Tipos de Medo acaba de divulgar seu primeiro trailer oficial e confirma estreia nos cinemas para o dia 2 de abril. Dirigido por Bruno Bini, o filme é protagonizado por Bella Campos e Xamã, ambos em seus primeiros papéis no cinema.

Inspirado em um caso real ocorrido na periferia de Cuiabá, o longa constrói um thriller social a partir de histórias que se cruzam por acaso, tensionando temas como violência, medo, afeto e sobrevivência. Na trama, Bella Campos interpreta Marlene, uma enfermeira dividida entre o amor e o risco, enquanto Xamã vive Sapinho, traficante local visto pela comunidade como uma figura de proteção diante da ausência do Estado.

Além do prêmio máximo de Melhor Filme, “Cinco Tipos de Medo” também rendeu a Bruno Bini os Kikitos de Melhor Roteiro e Melhor Montagem, além de Melhor Ator Coadjuvante para Xamã. O reconhecimento impulsionou a trajetória internacional do longa, que já passou pela Mostra de São Paulo e segue em exibições em festivais como o Manchester International Film Festival e o Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana.

Rodado em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, no Mato Grosso, o filme mobilizou mais de 180 profissionais de nove estados brasileiros. A produção é uma coprodução entre Plano B Filmes e Druzina Content, com coprodução da Quanta e distribuição da Downtown Filmes.

Para Bruno Bini, o projeto reforça a força da regionalidade no cinema nacional. “Contar uma história local com alcance universal é uma forma de afirmar a diversidade do cinema brasileiro”, afirma o diretor. Já a produtora Luciana Druzina destaca o caráter coletivo da experiência: “É um filme pensado para ser vivido em sala, para provocar debate e permanecer com o público depois da sessão”.

Viabilizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio da Ancine e do BRDE, e com apoio do Governo do Estado de Mato Grosso, “Cinco Tipos de Medo” chega aos cinemas brasileiros no início de abril após uma trajetória marcada por reconhecimento crítico e forte circulação em festivais.

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Pôster

Manual Prático da Vingança Lucrativa reimagina o clássico “As Oito Vítimas” com humor ácido e assassinatos, diz Glen Powell

Manual Prático da Vingança Lucrativa (“How to Make a Killing”), produção da A24 estrelada por Glen Powell (“Assassino Por Acaso”), chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com distribuição da Diamond Films. Escrito e dirigido por John Patton Ford (“Emily, a Criminosa”), o filme oferece uma leitura afiada sobre ambição e poder na sociedade americana, sem abrir mão do humor ácido. Para isso, o cineasta parte de um curioso ponto de inspiração: o clássico britânico As Oito Vítimas (1949), de Robert Hamer.

Segundo Ford, Manual Prático da Vingança Lucrativa é “uma versão bem livre dessa comédia clássica da Ealing Studios, uma adaptação americana mais bombástica”. As duas obras compartilham a mesma premissa básica: um parente distante de uma família rica decide eliminar os herdeiros que o separam da fortuna. A partir daí, porém, os caminhos se distanciam.

Enquanto no filme original a herança era um ducado, na nova versão o objeto de desejo é a fortuna de um magnata contemporâneo. E se Alec Guinness brilhava ao interpretar múltiplos personagens no longa de 1949, aqui Glen Powell divide a cena com um elenco de peso, que inclui Ed Harris, Margaret Qualley, Topher Grace, Jessica Henwick, Bill Camp e Zach Woods.

O resultado é um filme que dialoga com o clássico, mas afirma identidade própria. Foi exatamente isso que atraiu Powell ao projeto. “Já vimos muitos derivados de Psicopata Americano e Taxi Driver. Mas a visão do John é diferente. Eu pensei: nunca assisti a esse filme. É como se ele combinasse Onze Homens e um Segredo com assassinato. Tem atitude, tem estilo”, define o ator.

Na trama, Powell interpreta Becket Redfellow, um jovem trabalhador que se sente excluído de uma vida de privilégios. À medida que seu plano de vingança avança e se torna cada vez mais extremo, o filme convida o público a refletir sobre até que ponto é possível se identificar com alguém de moral duvidosa. “O que eu amo nesse tipo de história é acompanhar alguém que não deveríamos apoiar. O espectador acaba torcendo pelo antagonista, ou pelo menos por alguém eticamente questionável”, completa Powell.

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Manual Prático da Vingança Lucrativa estreia nacionalmente em 26 de fevereiro, com distribuição da Diamond Films.